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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

VOCÊ SABIA QUE O VELOCÍMETRO ESTÁ COMPLETANDO 110 ANOS?



No mês em que completou 110 anos de existência, o formato do velocímetro demonstra que sofreu alterações ao longo das décadas. Com a evolução do sistema e, também, de seu design, o velocímetro, além de ser um componente obrigatório em automóveis, caminhões, ônibus e motocicletas, conservou sua importância para a segurança, além de contribuir para o visual interno do veículo.
Em 1902, o engenheiro Otto Schulze registrou uma patente para um velocímetro de corrente parasita em Berlim - e, assim, revolucionou o mundo da medição de velocidade. Hoje, todos os veículos rodoviários devem ser equipados com um velocímetro. E ele pode fazer muito mais do que apenas indicar a velocidade atual do veículo.

O início da história do velocímetro não acompanhou o surgimento do automóvel. Foi somente com o aumento da potência do motor que a medição confiável da velocidade do veículo tornou-se essencial. "Embora os seres humanos possam perceber a aceleração positiva ou negativa por meio do seu senso de equilíbrio, esta sensibilidade é prejudicada em velocidades constantes", explica Eelco Spoelder, chefe da unidade comercial de Instrumentação e Driver HMI da Continental, fornecedor mundial de velocímetro.
O triunfo do velocímetro começou inicialmente como um acessório extra. A partir de meados da década de 1930, os primeiros conjuntos de instrumentos foram construídos, com monitores para as luzes de velocidade, fornecimento de combustível e luzes indicadoras.

O velocímetro original trabalhou em um princípio puramente mecânico e experimentou um primeiro salto tecnológico com a introdução do velocímetro elétrico em meados de 1950. Com este princípio, em vez de um eixo transferindo as rotações da roda, um dínamo transformou a velocidade da roda ou da transmissão em um sinal elétrico.

Hoje, o indicador do velocímetro é geralmente movido por um motor de passo. Surpreendente apenas à primeira vista: a forma dos instrumentos pouco mudou em 110 anos. Apesar de versões de moda com displays digitais de LCD ou cilindros, o velocímetro clássico redondo domina muitos cockpits. Isto é principalmente por razões ergonômicas, já que instrumentos redondos são intuitivos para se ler e, portanto, não distraem os motoristas. Aliás, o painel de instrumentos moderno, também conhecido como instrument cluster, pode exibir muitas informações adicionais importantes - como o consumo de combustível e a velocidade média.

Um olhar para o futuro

A tendência de conexão com sistemas de música, celulares e equipamentos de navegação, exige novas estratégias dos fabricantes, porque quanto mais informações e entretenimento disponíveis para o condutor no console central, maior o risco de distração. "Hoje em dia, é quase impossível separar as informações relacionadas à condução no painel de instrumentos das comunicações e entretenimento no console central," diz Spoelder. Por esta razão, a Continental está apostando em um conceito variável, onde os motoristas podem decidir qual a informação necessitam, dependendo da situação. Estes novos displays são projetados com uma mistura de instrumentos analógicos, como velocímetros ou conta-giros e displays para mais informações.

Outra tendência são os modernos head-up displays. Modelos em ascensão no momento que fornecem informações importantes aos condutores, como dados de velocidade ou instruções de navegação, são projetadas no para-brisa, ficando diretamente no campo de visão do condutor, para segurança adicional e clareza.
Não importam a direção e tendências que os dados relevantes da condução sigam. Mesmo os conteúdos mais complexos deverão ser mostrados de forma mais direta e clara no futuro. Contudo, o velocímetro continuará a ser um dos principais elementos no cockpit.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Pneus Continental TKC 80 calçam a supermoto Mad Max projetada pela alemã Wunderlich



Produtos verdadeiramente revolucionários podem surgir quando duas grandes empresas, especialistas em suas áreas de atuação, trabalham em sintonia em um projeto comum. Em colaboração com a Continental Pneus, a Wunderlich, especialista em acessórios para motocicletas BMW, está preparando uma moto única, pronta para ação: a BMW S 1000 RR, inspirada nos filmes da série Mad Max.A “Mad Max” oferece um completo conjunto de inovações tecnológicas do amplo portfolio de produtos da empresa - o acabamento especial por si só, em vários tons de mate, seguramente atrairá muitos olhares de admiração. Mas o destaque absoluto são seus pneus peculiares: ela é calçada com Continental TKC 80 em novas medidas: 120/70 B17 M/C 58Q e 180/55 B17 M/C 73Q.

Essa supermoto off road, essencialmente masculina, foi projetada no final do ano passado. Os profissionais da área de pneus da Continental baseados em Hanover entenderam que algo especial e fora do comum deveria surgir das pranchetas dos desenvolvedores. E para enfrentar esse desafio focaram na busca de apresentar esses novos e impressionantes pneus de enduro, de tamanho incomum. E é justo dizer que esse objetivo foi plenamente alcançado.

Da mesa do desenhista francês Nicolas Petit veio uma modificação radical baseada na BMW S 1000 RR, que incorpora uma ampla gama de componentes de alta qualidade de diversos parceiros da Wunderlich. A moto apresenta não apenas a suspensão Öhlins, mas também os diferenciados discos Moto-Master, tecnologia de direção da Wieres, manoplas Magura e um quadro IDM em aço cromado com sistema de exaustão especialmente desenvolvido pela Remus.À sua impressionante gama de opções para a série 1000, a Wunderlich acrescentou uma supermoto completamente inovadora, um sistema de descanso para os pés modificado, um assento duplo especialmente desenvolvido e uma série de outros elementos como almofadas de colisão, grelha do radiador de óleo, embreagem VarioLever ajustável e alavancas de freio.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Michelin tem nova linha para motos de estilo custom


Redação AB 
www.automotivebusiness.com.br
A Michelin lançou nesta quinta-feira, 26, os pneus Commander II, voltados a motocicletas de estilo custom (segmento em que se enquadra a maioria das Harley-Davidson). Segundo a Michelin, esses pneus podem durar quase o dobro dos concorrentes. Em teste feito nos Estados, um componente rodou mais de 40 mil quilômetros no eixo traseiro. Em fevereiro estarão à venda 11 medidas do Commander II, quatro delas dianteiras (veja lista abaixo). 
De acordo com a fabricante, os pneus traseiros utilizam cabos de aramida no topo da banda de rodagem, o que aumenta a resistência e leveza. A carcaça dos novos pneus foi desenvolvida em Ladoux, na França, e traz um composto com sílica na banda de rodagem que evita desgaste irregular. 



Confira as medidas que chegam em fevereiro: 

Dianteiras: 

80/90 – 21; 
100/90 – 19; 
120/90 – 17; 
130/90 – 16. 

Traseiras: 

130/90 – 16; 
140/90 – 15; 
150/80 – 16; 
150/90 – 15;
160/70 – 17; 
200/55 – 17; 
170/80 – 15. 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Continental investe R$ 23 milhões em novo Centro Tecnológico na cidade de Salto

A Continental, um dos maiores fornecedores mundiais de componentes automotivos, anuncia a implantação de um Centro Tecnológico para expandir sua capacidade de realizar ensaios de emissões, homologação e calibração de motores movidos a gasolina, etanol ou diesel.A empresa lança a pedra fundamental no Pólo Industrial de Salto, no interior do Estado de São Paulo, a 120 quilômetros da capital, onde aproximadamente 500 pessoas já trabalham na planta de Powertrain.As montadoras de veículos brasileiras poderão contar com a infraestrutura de um moderno centro tecnológico para desenvolvimento e homologação de novos motores e projetos de veículos.
Resultado de um investimento de R$ 23 milhões (€9.3 milhões), o Centro Tecnológico concentrará no local todos os recursos necessários para atender os novos projetos de sistemas para montadoras instaladas no País, ou importadoras de veículos. A previsão de conclusão das obras é em meados de 2012 e deverá gerar aproximadamente 50 empregos diretos e indiretos, com vagas a serem preenchidas pela contratação preferencial de mão de obra local.
O Centro Tecnológico reunirá os principais recursos e tecnologias do portfólio de Powertrain, tornando a Continental uma opção local completa para o fornecimento de sistemas de gerenciamento de motor. Segundo Anderson Citron, diretor da Divisão Powertrain da Continental no Brasil, a localização estratégica de Salto e o existente portfólio da Continental em Sensores e Atuadores, Gerenciamento de Motor e Módulos de Fornecimento de Combustível permitirão rápida resposta ao atendimento de novos projetos e prestação de serviço, além de ser o centro de competência da Continental Powertrain no Brasil.
O futuro Centro Tecnológico da Continental ocupará uma área total construída de 2.400 metros quadrados e será equipado com dinamômetros de chassis e motor, um laboratório químico, reservatórios de combustíveis, área de pré-condicionamento climático, além de câmaras climáticas com capacidade para armazenar alguns veículos de passeio e comerciais leves sob temperaturas de menos 35 até 50 graus Celsius. Em princípio, o Centro Tecnológico vai operar em dois turnos, com opção de implantação do terceiro turno conforme o aumento da demanda.