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domingo, 6 de março de 2016

Volkswagen abre inscrições para curso de mecânica para mulheres, em comemoração ao mês da mulher

Em comemoração ao mês da mulher, a rede de concessionárias da Volkswagen do Brasil oferecerá o curso gratuito MIM (Mecânica Interativa para Mulheres) no dia 19 de março, a partir das 10h, em 86 concessionárias. As inscrições estão abertas até o dia 18 de março, ou enquanto houver vagas (são mais de 2.400). Para participar, basta a interessada contatar a concessionária de sua preferência e informar seus dados pessoais como nome completo, telefone e CPF para realizar a inscrição. Para conferir a relação de unidades participantes, acesse www.vw.com.br/diamim

O principal objetivo do curso MIM (Mecânica Interativa para Mulheres) é ensinar noções básicas sobre o funcionamento e a manutenção dos veículos. Com uma linguagem simples e direta, o curso ensina cuidados básicos necessários com o veículo, além de revelar "Verdades e Mentiras" sobre o modo de dirigir e de fazer a manutenção. Alguns exemplos são "Nas descidas, devo manter o carro sempre engatado (verdade)", "Devo verificar o óleo semanalmente (verdade)" ou "O pé esquerdo deve ficar apoiado na embreagem (mentira)". O curso também lembra as participantes da importância de fazer as revisões periódicas em concessionárias Volkswagen e sempre usar peças originais.

Durante o curso, as mulheres visitam a oficina mecânica e conhecem peças de veículos. As alunas também recebem de presente um kit customizado com caderno e lápis com dicas práticas para o dia a dia.

O programa MIM (Mecânica Interativa para Mulheres) foi desenvolvido pela área de Pós-Vendas da Volkswagen do Brasil no ano de 2009. Desde então, mais de 12 mil mulheres participaram do curso. O MIM foi criado como uma ferramenta estratégica de relacionamento para atender à crescente demanda por informações de manutenção e conservação dos veículos, além de demonstrar atransparência da empresa com o consumidor.

“As mulheres se destacam por serem mais cuidadosas como motoristas, a partir dessa premissa, nosso objetivo com essa ação é dar a oportunidade de conhecerem com mais detalhe o funcionamento e manutenção do seu veículo, estreitando assim nosso relacionamento com o público feminino, muito importante para a marca.” explica o gerente executivo de Operações Comerciais de Pós-Vendas da Volkswagen do Brasil, Daniel Morroni.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dica NGK - Dificuldade para ligar o carro em dias frios



Com a chegada do inverno, a NGK, maior fabricante e especialista em velas de ignição do mundo, orienta os motoristas sobre possíveis dificuldades para ligar automóveis movidos a etanol. Durante dias de baixa temperatura, é comum o carro não funcionar logo na primeira batida da chave. Alguns cuidados, principalmente com as velas de ignição, podem minimizar a indesejável situação.A manutenção preventiva das velas garante o funcionamento da ignição do veículo, facilitando a partida imediata do motor, principalmente nas manhãs mais frias. As velas com vida útil ultrapassada, ou excesso de desgaste, podem diminuir o desempenho do veículo dificultando a partida após um longo período desligado como, por exemplo, da noite para o dia.A insistência para ligar o motor durante esse período pode causar o encharcamento das velas, causando um transtorno maior ao motorista. Se o problema ocorrer, é necessário aguardar, com o carro desligado, até que o combustível evapore por completo. Esse tempo varia de carro para carro e pode levar até 30 minutos.

“O motor movido a etanol pode apresentar problemas em dias frios porque esse combustível exige temperaturas elevadas para mudar seu estado físico e provocar o funcionamento do motor, ao contrário da gasolina que evapora rapidamente”, explica Hiromori Mori, técnico da Assistência Técnica da NGK.Todo veículo a etanol possui um sistema paralelo que injeta pequenas quantidades de gasolina no motor para facilitar a partida. “Para isso, é necessário manter sempre o reservatório de gasolina abastecido com gasolina nova e de boa qualidade”, lembra o especialista.

Algumas ações do proprietário do veículo podem minimizar e até mesmo evitar totalmente dificuldades durante a partida a frio em carros abastecidos com etanol. Entre elas, deve-se verificar sempre se as velas estão em condições ideais de uso.

Também é essencial a manutenção no reservatório de gasolina e trocar a gasolina do mesmo a cada 90 dias com combustível de boa qualidade. O sistema de partida a frio também merece atenção e deve estar realmente operando (injetando) e sem vazamento de combustível.Nos veículos Flex, outra situação em que o motorista deve ter atenção é no caso de alteração total do combustível. Se o veículo estiver abastecido com gasolina e for realizada a troca para etanol, ou de etanol para gasolina, o ideal é que o condutor dirija o veículo de 8 a 15km antes de manter o motor desligado por um longo período. Com isto, o sistema de controle do motor reconhecerá o novo combustível presente no tanque e reprogramará a estratégia de funcionamento do motor, inclusive durante a partida a frio.

Mais sobre Velas de Ignição
A vela de ignição tem a função de conduzir corrente elétrica sob alta tensão para o interior da câmara de combustão, convertendo-a em faísca para inflamar a mistura ar/combustível. Outra característica é que ela permite a dissipação do calor gerado na combustão. Em plenas condições de funcionamento, a vela de ignição promove economia de combustível, melhor desempenho do motor e redução de emissões de gases poluentes no ar. Com a vida útil ultrapassada pode comprometer cabos de ignição, rotor, distribuidor e bobina/transformador.

Segundo a NGK, é importante uma análise anual ou a cada 10 mil quilômetros rodados, aquilo que ocorrer primeiro, em um mecânico confiável. Uma consulta ao Manual do Proprietário do Veículo vai orientar o motorista quanto ao modelo ideal a ser instalado no automóvel em questão e o período de troca, lembrando que em alguns manuais há a recomendação para que em veículos utilizados em condições adversas como trânsito intenso, deve-se cortar o plano de manutenção pela metade.Outra recomendação importante dos especialistas da NGK é que o motorista procure abastecer o automóvel em postos em que a procedência do combustível seja conhecida e conduzir o veículo de forma responsável.

Em caso de dúvidas, consulte a Tabela de Aplicação da NGK ou contate o Serviço de Atendimento ao Consumidor da NGK do Brasil pelo telefone 0800 197 112 (ligação gratuita).

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

CONHEÇA OS SETE PECADOS CONTRA OS PNEUS ANTES DE PEGAR A ESTRADA











Até o fim deste ano, temos três feriados pela frente e por conta disto, as oficinas de reparação automotiva estão mais cheias. O motivo da maior movimentação, claro, é deixar a manutenção do carro em dia, antes de colocar a família a bordo e colocar o pé na estrada.No caso dos pneus, a revisão não deve ficar restrita àquela recalibragem feita nos postos de serviços, enquanto o tanque de combustível é reabastecido. A resolução 558/80 do Contran estabelece que trafegar com pneus carecas é infração grave, com punição de cinco pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 127. Além disso, o que pouca gente se dá conta é que um acidente causado por um pneu careca ou demasiadamente descalibrado, além de todo o prejuízo material, ferimentos ou até mesmo vítimas fatais, pode acarretar a suspensão da cobertura por parte das companhias seguradoras.

Para evitar esses e outros aborrecimentos, despesas e riscos desnecessários, a Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo, revela os sete maiores pecados contra os pneus e o que fazer para evitá-los:

1. Pressão incorreta
Rodar com o pneu abaixo da pressão indicada aumenta a área de contato com o piso, gerando um desgaste mais acelerado nos ombros do pneu (extremidades), torna a direção do veículo mais pesada e pode gerar uma eventual desagregação da rodagem (parte que toca o solo) devido ao excesso de calor gerado. Além disso, exige mais esforço do motor, fazendo com que o veículo consuma mais combustível e polua mais. Por outro lado, o excesso de pressão pode causar desgaste mais acentuado no centro da rodagem, perda de estabilidade em curvas, rachaduras na base dos sulcos, maior propensão a estouros por impacto e maior facilidade de penetração de objetos. A pressão correta é a indicada pelo fabricante do veículo e tem grande influência no comportamento dinâmico deste.

Outro ponto importante é não se esquecer de checar as condições do estepe. Além de conferir se o mesmo se encontra no lugar (há inúmeros relatos de furtos na rua, em estacionamentos ou serviços semelhantes), é importante mantê-lo pronto para o uso.

Uma dica interessante é colocar até cinco libras a mais do que o normal, já que o pneu reserva nem sempre é calibrado com a mesma frequência dos pneus em uso.

2. Desgaste excessivo
No caso de chuva, a pouca ou nenhuma profundidade dos sulcos compromete o escoamento da água que fica entre o pneu e o piso, o que aumenta significativamente o risco de aquaplanagem e a perda do controle da direção por parte do motorista. A profundidade mínima dos sulcos do pneu, indicada pelos TWIs (Tread Wear Indicators), que são "ressaltos" da borracha vistos dentro dos sulcos, é de 1.6 mm de profundidade. Abaixo dessa medida, em qualquer parte dos sulcos, o pneu já passa a ser considerado "careca" e passível de autuação pelas autoridades de trânsito.

3. Riscar o pneu
Para tentar prolongar a vida útil do pneu, alguns motoristas adotam o recurso de fresar a banda de rodagem quando esta chega ou ultrapassa o limite de segurança indicado pelos TWIs (Tread Wear Indicator). A prática, mais conhecida como "riscar os pneus" é totalmente condenada pelos fabricantes, e consiste no redesenho da banda de rodagem feito por borracheiros irresponsáveis, usando para isso uma lâmina quente própria para esse fim. Ao ter retirada parte da borracha que compõe sua estrutura, deixando por vezes a lona aparente, o pneu perde sua resistência, podendo provocar seu estouro em pleno movimento.

4. Consertos inadequados
Na maioria das vezes, ao consertar um pneu furado, os borracheiros utilizam o chamado "macarrão", que é um filete de borracha introduzido por meio de uma agulha na perfuração que se quer eliminar, dispensando a desmontagem da roda. Porém, esse recurso deve ser utilizado provisoriamente e substituído pelo manchão ou plug assim que possível, pois, por tempo prolongado, o macarrão pode permitir o vazamento da pressão do pneu. Além disso, a remoção do pneu da roda para a aplicação do conserto permanente permite avaliar a real extensão do dano causado no interno do pneu. Em relação aos danos nas laterais do pneu, o mais indicado é que se substitua o componente, já que não é permitido o reparo nas laterais de pneus de passeio.

5. Não fazer a manutenção da suspensão
De nada adianta colocar pneus novinhos, se a suspensão e outras partes do veículo não estejam em bom estado. Uma suspensão mal calibrada e com peças desgastadas provoca o desalinhamento de direção, deixando o veículo instável e inseguro. Um dos sinais de que o alinhamento do veiculo não está correto e que partes da suspensão podem estar gastas ou danificadas é o desgaste irregular ou prematuro dos pneus.

6. Não efetuar o rodízio
O rodízio de pneus tem por função equalizar o desgaste e garantir uma vida longa e uniforme a eles. Deve ser realizado segundo a recomendação que consta no manual do veículo ou na falta desta a cada 8 mil quilômetros para pneus radiais e 5 mil para pneus diagonais.

7. Não alinhar e balancear as rodas
Desvios mecânicos provocam desgastes prematuros de pneus e desalinhamento de direção, deixando o veículo instável e inseguro. Deve-se alinhar o veículo quando sofrer impactos na suspensão, na troca de pneus ou quando apresentarem desgastes irregulares, quando forem substituídos componentes da suspensão, quando o veículo estiver puxando para um lado, ou a cada 10 mil km.

O desbalanceamento das rodas, além de desconforto ao dirigir, causa perda de tração, de estabilidade, desgastes acentuados em componentes mecânicos e no próprio pneu. Deve-se balancear as rodas sempre que surgirem vibrações, na troca ou conserto do pneu ou a cada 10 mil km.