Mostrando postagens com marcador ESTATÍSTICAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESTATÍSTICAS. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Coluna do FERNANDO CALMON


Fernando Calmon
Dirigibilidade do Volkswagen Nivos é um ponto marcante.
No mês passado a Volkswagen assumiu pela primeira vez em dez anos a liderança no mercado de automóveis e comerciais leves (não no acumulado do ano) e o Nivus reúne tudo para ajudar a marca nessa batalha. Ele atrai pelo estilo único de SUV compacto cupê no segmento mais disputado, hoje, do mercado brasileiro. Sua base é a do Polo, mas à exceção das portas, tudo é novo. Vão livre do solo 27 mm maior que o do hatch e 15 mm menor que o do T-Cross permite passar por valetas e lombadas, sem retirar praticamente nada do prazer de dirigir. O trabalho de ajustes da suspensão ficou muito bem feito.

Avaliei a versão de topo Highline. Chama atenção o isolamento acústico. Também dá para notar o acerto melhor entre motor e câmbio, em especial quando se desloca a alavanca da posição N para D e se observava antes um pequeno tranco à frente ao retirar o pé do freio. Aceleração de 0 a 100 km/h informada pela VW é de 10 s, coerente por pesar 50 kg a mais que o Polo e 100 kg a menos que o T-Cross, todos com o motor de 1 litro turbo de 128 cv (etanol). O volante é novo e a direção, eletroassistida, precisa e comunicativa. Há vários comandos a partir do volante. Ainda bem que a VW manteve um manual impresso no porta-luvas com 2/3 menos páginas para quem estranhar as orientações por voz e imagem.

A nova central multimídia de 10,1 pol. tem resolução de tela impressionante e vários aplicativos úteis já instalados. Pareamento do celular com sistema iOS é sem fio, mas Android o exige. Porém, se o telefone tiver roteador Wi-Fi é possível conectar-se com o Waze pré-instalado na central e seguir a rota na tela grande usando plano de dados do celular.

O espaço interno do Nivus, inclusive no banco traseiro para pernas e cabeça, é praticamente o mesmo do Polo, incluindo a saída de ar-condicionado atrás. Porta-malas de 415 litros é 115 litros maior do que o do hatch e tem 42 litros a mais que o T-Cross.

ESTATÍSTICAS DE VENDAS SUBVERTIDAS PELA CRISE

Os números são conflitantes por razões conhecidas. Com o fechamento dos Detrans e das concessionárias (que continuaram a vender por meios digitais), as vendas de veículos leves e pesados sofreram um grande efeito de represamento em maio. Assim, em junho houve aumento de 129,1% sobre maio, mas em relação a junho de 2019 a queda foi de 57,7%. Na comparação dos primeiros semestres, 2020 encolheu 50,5% sobre 2019.

Projeções da Anfavea estimam o ritmo efetivo de vendas diárias em torno de apenas 5.000 unidades em junho e o estoque nas fábricas e concessionárias de 46 dias (normal seria de 30 a 35 dias), apesar da paralisação da produção. O que mais preocupa é a possibilidade de demissões quando se esgotarem os efeitos dos acordos de redução de jornadas de trabalho. A entidade manteve a estimativa de queda de 40% nas vendas em relação a 2019 (divulgada um mês atrás) e agora revisou para baixo também a produção (queda de 45%) e as exportações (retração de 53%), com base no encolhimento do PIB brasileiro em torno de 7%.

No entanto, há previsões um pouco menos pessimistas. Maior banco privado do País, o Itaú prevê queda do PIB de 4,5% e, se confirmada, efetivamente vai amortecer um pouco a queda do mercado. A Bright Consulting estima que as vendas caiam 29% este ano e os números de 2019 só voltarão em 2024. A consultoria avalia que os SUVs começarão a avançar também sobre o mercado de hatches em razão da perda de poder aquisitivo.

O setor tem esperança de alguma medida de estímulo ao consumo por parte do Governo Federal, a exemplo do que acontece na Europa e nos Estados Unidos. A indústria automobilística representa 5% do PIB e gera, direta e indiretamente, cerca de 1 milhão de empregos.

SISTEMA ANTIDERRAPAGEM COMPLETA 25 ANOS

Um dos mais úteis e eficientes recursos de segurança ativa para qualquer tipo de veículo surgiu em 1995. Trata-se do ESP (Programa Eletrônico de Estabilidade, em inglês) para evitar derrapagens. As primeiras pesquisas começaram nos anos 1980 por iniciativas individuais da Bosch e da Daimler-Benz (hoje, Daimler).

A partir de 1992, as duas trabalharam em conjunto, mas a empresa de autopeças tinha liberdade de entregar o produto a qualquer interessado. Na época era um dispositivo caro. Em 1995 o Mercedes-Benz Classe S e o BMW Série 7 ofereceram o ESP quase simultaneamente. Em 1997, um Mercedes-Benz Classe A capotou durante teste de desvio de obstáculo de uma revista sueca. A fabricante decidiu, então, tornar o ESP equipamento de série para todos os seus modelos.

O ESP combina controle de tração (TC) e antibloqueio dos freios (ABS). É particularmente útil em pistas escorregadias, mas pode evitar até 80% das derrapagens. Estima-se que na União Europeia 15 mil vidas foram poupadas em 25 anos. Só a Bosch já produziu 250 milhões de unidades.

O sistema tem nome genérico ESC (Controle Eletrônico de Estabilidade), produzido também por outros fornecedores, e está em 82% dos automóveis novos no mundo. No Brasil, desde o início de 2020, é equipamento de série nos novos projetos e em 2022 passará a ser obrigatório em todos os automóveis e comerciais leves vendidos no País.

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmofernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

segunda-feira, 7 de julho de 2014

ANFAVEA:Segundo semestre indica retomada do crescimento da indústria automobilística

O desempenho da indústria automobilística no segundo semestre deste ano representará um importante marco para o setor: a retomada do crescimento. É o que apontam os dados da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, divulgados na segunda-feira, 7, em São Paulo – que trazem novas projeções para o encerramento do ano.

Luiz Moan Yabiku Júnior
A justificativa para esta alteração de viés, na visão de Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da entidade, baseia-se no fato de que boa parte dos desafios do primeiro semestre foi superada:

“As turbulências que pairaram sobre o setor neste primeiro semestre estão sendo superadas e o viés agora é de crescimento. As questões de financiamento pelo PSI, que travaram a comercialização de veículos pesados e máquinas autopropulsadas no início do ano, foram resolvidas. O acordo com a Argentina foi assinado e já está em vigor. As alíquotas do IPI foram mantidas até o fim do ano. São fatores que nos fazem ter a convicção que o segundo semestre será melhor que o primeiro”.

Luiz Moan Yabiku Junior lembra que o cenário pode ser ainda mais positivo se houver oferta de crédito: “Ainda há um cenário de forte restrição ao crédito, que se for minimizado poderá funcionar como catalisador do desempenho”.

Tributos
A Anfavea também apresentou, na ocasião, estudos sobre a geração de tributos da indústria automobilística, a carga tributária que incide sobre os veículos e os impactos da manutenção das taxas do IPI até o fim do ano. No caso do IPI, de acordo com as estimativas apresentadas, se a decisão fosse pelo aumento das alíquotas, haveria redução de vendas de 165,2 mil veículos leves nos últimos seis meses de 2014.

Para Luiz Moan Yabiku Junior, “se o IPI fosse elevado, o panorama previsto para o segundo semestre poderia ser comprometido, pois cada ponto porcentual de aumento do imposto incidiria um aumento no preço de 1,1% e impacto de 2,6% de queda no mercado. Além de elevar a carga tributária no veículo brasileiro, que já é uma das mais altas do mundo”.

O estudo sobre a carga tributária do veículo brasileiro mostra que 28,1% do preço de um automóvel flex com motorização entre 1000cc e 2000cc são de impostos. Esse número é maior, por exemplo, do que os 18% de um veículo similar na Itália, 7% nos Estados Unidos e 9,9% no Japão.

Essa comparação é feita com base na participação dos impostos no preço final ao consumidor, critério diferente daqueles utilizados em outros países, que indicam qual é a carga tributária adicionada ao preço do veículo sem impostos. Neste critério, proposto pelo estudo, a totalidade da carga adicionada a esse mesmo automóvel no Brasil é de 54,2%.


A carga tributária neste patamar, considerando não só o veículo em si mas também a cadeia produtiva e pós produtiva, coloca a indústria automobilística como uma das mais importantes para a economia do País: mesmo com o IPI reduzido em 2013 a geração de tributos do setor naquele ano, segundo estimativas da Anfavea, foi de R$ 178,5 bilhões, o que representa cerca de 12% do total de tributos considerados.

Mercado
A indústria automobilística registrou retração no licenciamento de autoveículos quando comparadas as 263,6 mil unidades comercializadas em junho deste ano com as 293,4 mil de maio – baixa de 10,2% – e com as 318,6 mil do mesmo mês do ano passado – menor em 17,3%. O período acumulado do primeiro semestre também apresenta recuo: 7,6% ao se comparar as 1,66 milhão de unidades de 2014 com as 1,80 milhão de igual período de 2013.

Nas exportações o sexto mês teve queda de 31,2% com relação a maio – 24,2 mil unidades contra 35,2 mil – e de 51,1% frente a junho de 2013, quando saíram do País 49,4 mil autoveículos. O total de unidades exportadas na primeira metade do ano ficou 35,4% abaixo do mesmo período de 2013: foram 169,5 mil este ano contra 262,3 mil no ano passado.

Com este cenário a produção também apresentou recuo: de 16,8% no acumulado do semestre, ao se defrontar as 1,57 milhão deste ano com as 1,88 milhão do ano passado. Em junho de 2014 foram produzidos 215,9 mil autoveículos, o que representa diminuição de 23,3% com relação as 281,4 mil de maio e de 33,3% sobre as 323,9 mil de junho de 2013.

No segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias as 5,9 mil unidades de junho ficaram 23,2% menor com relação as 7,6 mil de maio e 29,7% aquém das 8,3 mil de junho de 2013. O primeiro semestre acumulado apresenta redução de 16,5%: foram 40,4 mil máquinas produzidas no período em 2014, enquanto em 2013 foram 48,4 mil.

As vendas internas de máquinas autopropulsadas no atacado em junho deste ano ficaram 6% inferiores do registrado em maio – 5,8 mil contra 6,2 mil – e 21,5% abaixo das 7,4 mil comercializadas no sexto mês de 2013. No acumulado, as 32,9 mil unidades dos primeiros seis meses deste ano estão 20% abaixo das 41,1 mil de igual período de 2013.

Caminhões e Ônibus
O licenciamento de caminhões registrou 10,6 mil unidades em junho de 2014, retração de 16,7% ante as 12,7 mil de maio do mesmo ano e de 19% com relação as 13,1 mil de junho de 2013. O acumulado mostra baixa de 12,7% quando confrontadas as 64,6 mil da primeira metade de 2014 com as 74,0 mil do mesmo semestre de 2013.

Na produção o desempenho do sexto mês deste ano ficou abaixo em 35,5% sobre maio – 8,2 mil contra 12,7 mil – e em 49,3% ante as 16,2 mil de junho de 2014. O resultado também é negativo, em 18,8%, no período acumulado: 76,0 mil unidades em 2014 contra 93,6 mil em 2013.

A produção de ônibus seguiu trajetória de queda no acumulado: as 19,2 mil unidades de 2014 estão 11,1% menores do que as 21,6 mil do mesmo período do ano passado. No comparativo mensal, os 2,5 mil chassis produzidos em junho estão abaixo em 25,3% com relação as 3,4 mil de maio deste ano e em 37,9% frente as 4,1 mil de junho de 2013.

Os 2 mil ônibus licenciados em junho ficaram 12,5% abaixo dos 2,2 mil comercializados em maio e 20,5% dos 2,5 mil do sexto mês do ano anterior. O primeiro semestre aponta redução de 13,7% ao se comparar as 13,4 mil unidades deste ano com as 15,5 mil de 2013.

Novas projeções
A Anfavea revisou suas projeções para o fechamento de 2014. A expectativa agora é de retração de 5,4% nos licenciamentos, enquanto na produção é de 10% e nas exportações é de 29,1%. Os números, apesar de negativos, indicam que o segundo semestre será melhor que o primeiro em todos os itens.

As projeções para encerramento do ano no segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias também foram revisadas: a nova perspectiva é de queda de 12% nas vendas, baixa de 13,3% na produção e recuo de 10,3% com relação às exportações. Se confirmado, este ano caminha para terminar em patamares maiores do que aqueles de 2012 e atrás apenas de 2013, que registrou recordes históricos.


segunda-feira, 16 de junho de 2014

DESEMPENHO GLOBAL DO SETOR AUTOMOTIVO – Abril 2014

A JATO Dynamics do Brasil divulga seu release mensal com os dados de veículos vendidos mundialmente em abril de 2014. A China mantém a liderança e encerrou o mês de abril com crescimento de 5,1% se comparado ao mesmo período de 2013.  Os EUA seguem em 2º lugar apresentando alta nas vendas de 7,9% e com mais de 1,3 milhão de veículos vendidos apenas no quarto mês do ano.  O Japão mantém a 3ª colocação com queda nas vendas de 5,3% mas expressivo crescimento no acumulado de janeiro a abril de 15,5% em relação ao ano anterior.

Os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países os números englobam carros e comerciais leves.
A Alemanha subiu para a 4ª posição mesmo com queda de 3,6%, nas vendas de abril em relação ao mesmo período do ano passado . O Brasil, agora em 5º lugar obteve queda de 11,7% nas vendas mensais de carros e comerciais leves.

Na 6ª e 7ª colocações estão a Rússia e a Índia, ambas apresentando retração nas vendas de 7,7% e 11,9%, respectivamente. Nas três últimas posições entre os 10 maiores mercados ficaram a França, Grã Bretanha e Canadá com resultados positivos nas vendas de abril de 5,2%, 7,2% e 4%, em relação ao mesmo mês de 2013.

* Os números incluem comerciais leves e carros de passeio, com exceção da China – apenas carros
*carros e comerciais leves
** a pesquisa contempla os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, França, Espanha, EUA, Grã Bretanha, Holanda, Índia, Itália, Japão, Malásia, México, Rússia, Tailândia e Turquia.


 Desempenho das marcas
 A Volkswagen subiu para a 1ª colocação em abril com alta 5,02% em relação ao mesmo período de 2013, entretanto se forem consideradas as vendas no acumulado dos quatro primeiros meses, a Toyota mantém a liderança no ranking entre os mais vendidos entre os 21 países escolhidos dos 60 pesquisados no mundo.
A Ford ocupa o 3º lugar com 2,75% de veículos vendidos em abril se comparado ao ano passado.  Destaque para a marca Wuling que ficou entre as 10 maiores marcas em abril e com aumento de 17,48% nas vendas no acumulado do ano em comparação ao ano anterior.
 
Clique na imagem para ampliar
 *carros e comerciais leves
** a pesquisa contempla os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, França, Espanha, EUA, Grã Bretanha, Holanda, Índia, Itália, Japão, Malásia, México, Rússia e Turquia.

Modelos “Artilheiros” da Copa
Especialmente o mês da Copa do Mundo, selecionamos os 3 modelos mais vendidos em cada um dos 32 países participantes.


Clique na imagem para ampliar


Os dados acima são fornecidos pela JATO Consult, empresa de consultoria da JATO Dynamics que fornece soluções e consultoria para atender a uma ampla gama de empresas ligadas ao setor automotivo. Para mais informações visite www.jato.com/brazil.

domingo, 20 de janeiro de 2013

2012 foi extremamente desafiador para o mercado europeu de novos carros



De acordo com a última análise de vendas de carros feita pela JATO Dynamics, líder em fornecimento de informações automotivas, o Volkswagen Golf continua sendo o carro mais vendido na Europa, mesmo com queda significativa de 11,1% em 2012 se comparado a 2011. Mesmo apresentando redução de 12,7% nas vendas, o Ford Fiesta ultrapassou o Volkswagen Polo, subindo para a segunda colocação, enquanto que o Volkswagen Polo, agora em terceiro lugar, apresentou com queda de 19,8% nas vendas.

As principais análises do mercado da JATO:

Dezembro foi um mês difícil para o mercado alemão. As vendas caíram 16,4%, mais de 40.000 unidades se comparado a dezembro de 2011. Esta queda foi atribuída aos poucos dias úteis no mês. Se considerarmos no acumulado do ano, a Alemanha encerrou 2012 com queda de 2,9%.

Fora dos 5 maiores mercados europeus, somente Grã Bretanha apresentou constante crescimento durante o ano de 2012. Crescimento atribuído às vendas particulares. A França, Itália e Espanha apresentaram queda significativa nas vendas, terminando o ano com 13,9%, 19,8% e 13,3%, respectivamente.

A Grécia e Portugal continuam a sentir os efeitos da situação econômica  com queda nas vendas de 40,2% e 34,3% em relação a 2011, respectivamente.

Vendas por mercado

Clique na imagem para ampliar

* Valores estimados para Dezembro 2012

Entre as 10 maiores marcas, somente as marcas alemãs premium – Audi e Mercedes -  terminaram o ano de 2012 com números positivos. Este resultado foi atribuído aos lançamentos dos modelos como o Audi A3, Q3, A6 e Mercedes Classe B e Classe M.

As outras marcas alemãs, Volkswagen e Opel/Vauxhall apresentaram redução de 18,8% e 25,8% respectivamente.

Segundo Gareth Hession, Vice Presidente de Pesquisa da JATO, comentou: “Apesar das condições econômicas na Europa, existe ainda o desejo de novos lançamentos das marcas alemãs premium. Outras marcas também estão promovendo novos produtos como a Hyundai e a Kia, por exemplo. Seus últimos veículos mostram que os consumidores apreciam visuais renovados assim como seu valor.”

10 Maiores Marcas

Clique na imagem para ampliar

Clique na imagem para ampliar


O lançamento do Peugeot 208 resultou em mais de 155.000 unidades vendidas em 2012. A quarta geração do Renault Clio foi bem aceita, subindo para o terceiro lugar como o modelo mais vendido em dezembro e consequentemente aumento de sua participação no mercado.

O BMW Série 3 também apresentou bom desempenho no mês passado com aumento nas vendas de 20,9% se comparado ao ano anterior. No ano, o modelo encerrou com crescimento de 8,4% em comparação a 2011. 

Hession comentou: “O Peugeot 208 tem apresentado crescimento constante nas vendas desde seu lançamento no início de 2012, subindo para a segunda colocação e ficando atrás apenas do Golf. A PSA demonstrou talento em apresentar um produto altamente competitivo e desejável.”

Clique na imagem para ampliar



Clique na imagem para ampliar
Para mais informações, visite: www.jato.com