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quinta-feira, 25 de abril de 2013

FORD COMEMORA ANIVERSÁRIO NUM MOMENTO DE GRANDE RENOVAÇÃO



A Ford vive hoje um dos momentos de maior renovação da sua linha no Brasil, com o lançamento de plataformas globais. O recém-lançado New Fiesta, o Novo EcoSport, a Nova Ranger e o Novo Fusion, além dos caminhões da linha Cargo, são exemplos dessa transformação, ponto alto de uma história iniciada há exatamente 94 anos, quando Henry Ford aprovou a instalação da primeira montadora de automóveis no Brasil, em 24 de abril de 1919.

Em sua geração atual, o EcoSport tornou-se o primeiro veículo global criado pela engenharia brasileira. Junto com o New Fiesta, a Nova Ranger, o Novo Fusion e outros modelos que virão na sequência, em diferentes segmentos, ele faz parte do plano da Ford de ter 100% da sua linha formada por veículos globais até 2015.


A Ford vem desenvolvendo também novas linhas globais de caminhões. Este ano, deve apresentar o seu novo caminhão para o segmento de extrapesados, que será lançado no Brasil. Ele complementa a linha Cargo, que foi totalmente renovada na cabine, nos motores e introduziu a opção de freios ABS, entre outros equipamentos.




História
Desde o seu primeiro veículo, o lendário Modelo T, montado em um pequeno galpão no centro de São Paulo, até a produção do New Fiesta global na fábrica de São Bernardo do Campo, a Ford continua a abrir horizontes para a indústria. O primeiro caminhão nacional, o F-600, o primeiro sedã de luxo, o Galaxie, a primeira picape derivada de automóvel, a Pampa, as picapes e caminhões Série F, os caminhões Cargo e o EcoSport, que inaugurou o segmento de utilitários esportivos compactos no Brasil, são alguns marcos.

O Brasil é uma parte importante dessa estratégia global da marca, que prevê o lançamento de veículos com um intervalo máximo de seis meses entre os diversos mercados mundiais. A receptividade dos produtos já lançados, tanto junto aos formadores de opinião como aos consumidores, com a conquista de diversos prêmios e resultados positivos de vendas, mostra que o espírito de inovação continua a motivar os passos da Ford.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Roberto Nasser - De carro por aí - Salão de Detroit, o que nos interessa



edita@rnasser.com.br - 61.3225.5511 Coluna 0313  16.01.2013

Salão de Detroit, o que nos interessa
Maior e mais relevante mostra de novidades automobilísticas dos EUA, personalista no ser organizado por revendedores e existir desde o longínquo 1908, o NAIAS ou Salão de Detroit 2013 tem sabor especial: a volta das marcas locais como maiores atrações.
As antigas três grandes, GM, Ford e Chrysler, pela primeira vez desde a crise iniciada em 2009, deixaram a humilhante posição de sociais recepcionistas das outras marcas, voltando em brilho e importância. Estava de bom tamanho para todos: expositores, visitantes, gente que faz protesto: sem chuva, sem neve, permitindo êxito nos feitos no lado externo do Cobo Hall, o espaço do Salão. Piquete propondo negociar com GM a manutenção de postos de trabalho conseguiu se posicionar, com cartazes em primeiro plano e, ao fundo, o majestático prédio da empresa. Em protesto capitalista, acionistas da Chrysler pediam à Fiat quitar a adesão à empresa. Querem participar dos novos lucros, evento quase esquecido pela quase década de prejuízos e problemas.

O que pintará por aqui
GM exibiu espécie de retorno à independência, comprando as ações assumidas pelo governo estadunidense na operação de socorro. Fez mudança nos extremos, na linha comercial e no mito esportivo Corvette. Nele a sétima série pode ser dita misto histórico – mescla de ícones de edições passadas: tomada de ar, relevo para o vidro posterior, linhas laterais, lanternas traseiras. Cada ângulo sugere a impressão de “já vi”, acentuada pela volta da denominação Stingray, dos anos ’70. A apresentação ocorre quase exatos 60 anos do surgimento do Corvette, aos 17 de janeiro de 1953. Boa engenharia, chassi em alumínio, carroceria mesclando fibra de vidro e fibra de carbono, estrutura dos bancos em magnésio. Motor com cara estadunidense: V8, 6.200 cm3, comando no bloco, injeção direta de combustível. Potencia específica menor que outros esportivos, faz 450 cv, torque de 62,2 m.kgf, e vai de 0 a 100 km/h em 4s. Primeira vez nos EUA, câmbio mecânico sete velocidades – automático seis.

Chrysler, O Retorno
Construtiva e institucionalmente o pico da curiosidade foi a escolha do North American American Truck/Utility of the Year – Picape norte americano do ano – sobre o RAM 1500, superando o Ford C-Max e o Mazda CXZ-5. Premiação importante, pois picape é o carro mais vendido nos EUA e o último prêmio à marca foi em 1994. No recuperar orgulho, seu condutor, Fred Diaz entusiasmado, perdeu o freio e fez o imaginável: deu forte e latino abraço no CEO mundial Sergio Marchionne que, em relações sociais é tipo cruza de iceberg com cactus.
Para lembrar, RAM é a marca de picapes da Chrysler, agora Fiat. E grande destaque e interesse, mostrar ser competitiva e ter cumprido o assumido com o governo para receber parte da Chrysler: diminuir o consumo. A marca nas últimas décadas não tinha referências positivas no item. No caso do RAM por adotar motor EcoDiesel, da italiana VM, controlada pela Fiat: V6, 3.200 cm3, 240 cv e 58 kgfm de torque, transmissão automática ZF de 8 marchas. Casamento de trabalho com performance, capacidade de reboque de 3.300 kg, superando picapes V8, ávaro em consumo – mais de 12 km/l em estrada. Outras opções, V6 Pentastar 3.6 litros, 290 cv e V8 grande, 5,7 litros, 360 cv, e o inadequado e sem horizonte SRT, V8 gasolina, 6,4 litros. 470 cv.
Se a Fiat-Chrysler do Brasil fizer arranjos no fornecer auto peças, o RAM diesel pode ser de boa colocação no mercado nacional, por méritos e como único picape grande.

Ford, objetivamente, mostrou o conceito Ajax para picapes. Baixou do teto os muitos metros cúbicos de picape, parou o Salão exibindo os traços, elementos de proporcionalidade e estética que presidirão os futuros lançamentos da marca e da Serie F, seu produto mais vendido. Substituirá a presente geração baseada no conceito Triton. Mostrou, como a Coluna anunciou semana passada, a necessidade faz o sapo pular: Mustangs com motores 4 cilindros EcoBoost esportivizados pela Shelby – um novo caminho.
Decepção, o Fusion não foi escolhido Carro do Ano, perdendo para o Cadillac ELR. De carona, Stephen Armstrong, presidente da operação Brasil, marcou o início da produção Fiesta hatch em São Bernardo do Campo, SP: abril. Sedan continua importado do México.
By Nissan
Das novidades Mercedes, o pequeno sedã CLA - Class é a mais importante. Inicia nova família, adequada às atuais exigências de porte, consumo, emissões, e querendo novos clientes. Lançada nos EUA, onde em 2012 a Mercedes vendeu 275 mil unidades. É atrevido, rebelde, carro médio com engenharia superior. Na prática, o conceito A: levar um Mercedes às mãos de quem nunca pensou ter um. Carroceria no conceito CL – parece coupé, mas é sedan e, no caso, com recordista 0,22 de resistência ao ar – segurança, eletrônica, motores 4 cilindros de 1.6 a 2.0, caixa de 7 marchas com duas embreagens e opção de tração nas 4 rodas.
Importante para nós. Será feito em Rezende, RJ, na fábrica da Nissan – como a Coluna antecipou mundialmente em outubro.

Outra, para ser importada, o novo Classe E, mesmo estilo CL, laterais esculpidas, duas grades – como apresentou a Classe C para diferenciar decoração. É o mais rentável segmento da marca.
Assinalando capacidade de engenharia os carros estão mais fortes e econômicos, abrindo leque de potencia que vai de 184 a 408 cv, sem contar a versão para encerrar conversas, a E 63 AMG – não é 6,3 litros mas 5,7, 585 cv, e aproximados 80 quilos de camional torque.

Aviso
Na Toyota aviso é mais importante que produto. Este, o novo Lexus IS, sobre a plataforma reduzida do GS, e porte para concorrer com sedãs importados – BMW Serie 3, Mercedes C, Audi A4. A Lexus, marca rica da Toyota, virá ao mercado nacional neste ano.
O aviso se chama Furia Concept, e antecipa o novo Corolla, maior, mais largo, rodas nas extremidades da carroceria, e uma certa dificuldade em acertar a traseira entre as demandas ocidentais e o conservadorismo oriental. É nítida herança cultural do uso do Obi – aquele travesseirinho posterior das vestimentas tradicionais das senhoras japonesas, meio desequipadas de curváceos glúteos.

Honda
Da Honda novidade maior é o pré anunciado utilitário esportivo urbano sobre a plataforma do Fit/City. Atributo enfatizado, a enorme capacidade de arrumação interna com os bancos conhecidos no Fit. 4,30m de comprimento, e citado em Detroit para concorrer com Ford EcoSport e Peugeot 2008. Não será feito no Brasil, mas no México e sujeito a cotas – ou a malabarismos na legislação Inova-Auto. Difícil prever volumes de importação como modelo 2015. Estilo, dir-se-ia atual, mescla de caminhos, tendências, soluções. Das superfícies atrevidas criadas por Chris Bangle há anos nos BMW; maçaneta das portas traseiras na Coluna C – como o Nissan Pathfinder em 1990; faróis e grade lembrando Nissan Murano ... Mecânica não divulgada, porém 4 cilindros em linha, pequena cilindrada, deve ser novo, em razão das duras exigências do mercado dos EUA quanto a consumo e emissões. Da família Earth Dreams que, não se sabe, se chegará ao Brasil, leniente no assunto.
Nissan
O Infiniti, outro a ser importado, é Nissan de luxo, o Q50. Motor V6, 3,7 litros, 296 cv, tração traseira e integral, concorrente de Audi, BMW e Mercedes. Lançamento, o Verso não deve aparecer por aqui. É um Livina ao gosto ocidental – muito superior ao nosso, criado para o cliente da Tailândia, trazido para Curitiba.

 Não
Curiosidade, o estande da GM exibia o Trax, pequeno utilitário esportivo e o Brasil como destino. No meio da entrevista de imprensa, nossa bandeirinha, indicando destinação, sumiu, trocada pela da Coréia. O regime que as montadoras tanto forçaram o Governo para adotar, forma de inibir concorrentes externos, tem destas limitações e cotas. Da marca e do México importamos Captiva e Sonic, e pouco sobraria para o Trax.

Roda-a-Roda

Pretensão – Anúncio de Carlos Ghosn, o presidente da aliança Renault-Nissan: a fábrica da Nissan em Resende, RJ, pretende ser a líder das orientais no Brasil. Terá combinado com Toyota, Honda, e as discretas Mitsubishi e Suzuki ?

Charme – Aos clientes de caderninho – onde anotou interesses de compra durante o Salão do Automóvel -, a Peugeot venderá em março pré série do novo modelo 208, no mercado aos 13 de abril. Dita Premier, em 208 unidades, numeradas. Visual atrativo, pintura fosca, rodas diamantadas em 16”, itens de couro no interior, GPS e outras concessões eletrônicas, seis almofadas de ar, ABS, repartidor de frenagem. R$ 54.990.
A propósito – Topo da linha 207 a R$ 41.990. Acima, o 308 assemelhado em conteúdo, R$ 50.990. Privilégio da exclusividade por um mês tem charme e ônus. Japonês fosse chamar-se-ia Takaro ...

Ordem – Por decisão judicial jornalista Célia Murgel assumiu a Abiauto, associação dos jornalistas especializados em automóvel. Missão, dar ordem nos papéis e preparar a sucessão. A Abiauto, objeto de externos desejos pouco claros e querelas explícitas, vivia invejável situação de baderna jurídica por omissão de gestor envolvido com montadora para influir na entidade. Trabalho duro para o saneamento contra muitos interessados no status quo.


Pega – Como a Coluna antecipou – vamos concordar, quem lê a Coluna do Nasser sabe muito mais e sabe antes ... – a Ford produz anúncio do Fusion resgatando pegas emocionais dos anos ’80 entre Nelson Piquet e Nigel Mansell. A Ford juntou estes sexagenários no Fusion Grand Prix, e mandou ao You Tube primeiro de seis filmetes:http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=F3Nk2GdgGWw#

História – Janeiro marca 30 anos do fim da produção do Ford Gálaxie, o mais consistente e melhor construído dentre os carros nacionais. Automóvel de e para elite oferecia imbatida autoridade de conforto, primeiro nacional com direção assistida hidraulicamente e transmissão automática.

Diversão – Final de semana de 25 a 27, em Franca, SP, 3o. Pé na Tábua, competição para veículos produzidos até 1936. Divertido, em pequeno circuito, provas extremas: velocidade e marcha lenta. Tri campeão Nelson Piquet bisará presença em monoposto Lincoln 1927. Curador do Museu Nacional do Automóvel entendeu vencer a marcha lenta. Quer mostrar que advogado também pode entender de mecânica. Irá de Ford A, Roadster, 1929.

Gente – Ratan Tata, industrial, menos gás. OOOO Mais conhecido dos empresários indianos, aposentado. OOOO Deixa executividade, mantém olho no patrimônio familiar que multiplicou muitas vezes e atingiu US$ 100B. OOOO O grupo Tata excede a Índia, com negócios em Nova Iorque, Cincapura, em indústria, química, telecomunicações, aciaria, química, TI, alimentos, bebidas, finanças, hotelaria e fabricação de veículos. OOOO Está no Brasil, tentando ampliar no fazer veículos em MG após não combinar com a Fiat. OOOO Ratan, em hobby cultural: automóveis antigos – Rolls ex-Marajás. OOOO










segunda-feira, 19 de março de 2012

EVENTO EM SÃO PAULO COMEMORA OS 45 ANOS DA PRODUÇÃO DO FORD GALAXIE NO BRASIL

O Auto Show Collection, que promove encontros de fanáticos por carros antigos e tunados, realizará amanhã, dia 20, a 6ª edição do “Galaxie Night” no qual será contada a história do mais luxuoso modelo Ford já fabricado no País.Quem for ao Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, entre 18 e 23 horas, poderá ver de perto as quatro versões do sedan que chegou ao Brasil em 1967: os Galaxie 500, STD, LTD e o Landau.No evento, o público também terá contato com alguns exemplares do Galaxie americano, inclusive o primeiro modelo fabricado em 1959, um carro derivado do famoso Ford Fairlane.

Outros “americanos”, como o Galaxie 500, que já foi carro de polícia nos Estados Unidos, a versão XL – de estilo esportivo, e algumas peruas – station wagon, que também foram ambulâncias, vão desfilar no Galaxie Night,Quando deixou de ser fabricado nos Estados Unidos, foram contabilizados 7,8 milhões de unidades produzidas e só o Brasil e Austrália tiveram linhas de montagem fora da América do Norte.

O Galaxie no Brasil

O Ford Galaxie, primeiro carro de luxo produzido no Brasil, foi o modelo que marcou época e introduziu novidades como ar-condicionado, transmissão automática e direção hidráulica e deu início à tradição da Ford no segmento de carros de luxo, mantida hoje pelos modelos Fusion e o crossover Edge.O primeiro Galaxie saiu da linha de montagem da antiga fábrica da Ford Ipiranga, em São Paulo, no dia 16 de fevereiro de 1967, depois de ser apresentado no V Salão do Automóvel de São Paulo, onde foi a grande sensação. Com visual moderno e imponente, destacado pelos 5,40 metros de comprimento e quase 2 metros de largura, o modelo era capaz de acomodar seis passageiros com um padrão inigualável de conforto.Equipado com motor V8 de 164 cv e transmissão de três marchas, o sedan se transformou rapidamente em objeto de desejo e símbolo de status de empresários, políticos e personalidades. Durante muitos anos, foi adotado como carro oficial da Presidência da República, o que lhe valeu o apelido de "Carro do Presidente".


Mais detalhes sobre o evento no www.autoshow.com.br – 11 - 2888-5300.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

DO GALAXIE AO FUSION, FORD COMEMORA 45 ANOS NO SEGMENTO DE LUXO NO BRASIL



O Ford Galaxie, primeiro carro de luxo produzido no Brasil, completou 45 anos de lançamento. O modelo, que marcou época e introduziu novidades como ar-condicionado, transmissão automática e direção hidráulica, deu início à tradição da Ford no segmento de carros de luxo, mantida hoje pelos modelos Fusion e Edge. O primeiro Galaxie saiu da linha de montagem da antiga fábrica da Ford Ipiranga, em São Paulo, no dia 16 de fevereiro de 1967, depois de ser apresentado no V Salão do Automóvel de São Paulo, onde foi a grande sensação. Com visual moderno e imponente, destacado pelos 5,40 metros de comprimento e quase 2 metros de largura, o modelo era capaz de acomodar seis passageiros com um padrão inigualável de conforto.

Equipado com motor V8 de 164 cv e transmissão de três marchas, o sedã se transformou rapidamente em objeto de desejo e símbolo de status de empresários, políticos e personalidades. Durante muitos anos, foi adotado como carro oficial da Presidência da República, o que lhe valeu o apelido de "Carro do Presidente".Líder isolado de vendas na sua faixa de mercado, o Galaxie foi reestilizado em 1976, seguindo as linhas dos Lincolns americanos da época, com faróis duplos alinhados horizontalmente e nova grande dianteira. As grandes lanternas traseiras quadradas ganharam formato retangular.

A linha teve três modelos: o Galaxie 500, de entrada, o Galaxie LTD, intermediário, e o Landau, topo de linha. Este último era a expressão mais aprimorada do luxo, com detalhes que incluíam teto de vinil, bancos de veludo e acabamento em jacarandá no painel e nas portas.

A versão de entrada foi produzida até o final dos anos 70.  Com a crise do petróleo, o LTD e o Landau ganharam motor 5.0 a álcool, com 135 cv e tanque de 107 litros. O LTD teve a produção encerrada em 1982 e o Landau continou até 1983, quando foi substituído pelo Del Rey, modelo menor e mais econômico, também focado no luxo.

Considerado o sedã mais confortável, luxuoso e espaçoso feito no Brasil em todos os tempos, o Galaxie continua até hoje a encantar fãs e colecionadores, como retrato de uma época e da evolução da indústria automobilística brasileira.O Fusion hoje dá sequência à tradição de luxo e inovação da Ford.