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terça-feira, 14 de março de 2017

JAGUAR LAND ROVER COMEÇA A CONSTRUIR NOVO CENTRO DE DESIGN E ENGENHARIA

A Jaguar Land Rover, maior fabricante de automóveis do Reino Unido anunciou que está começando a construção de uma instalação de £200 milhões  no centro de design e engenharia em Gaydon, Warwickshire.

A expansão representa o primeiro grande projeto fora dos locais de fabricação em mais de uma década. A instalação destina-se a se tornar um dos mais importantes centros de produção, engenharia e design da indústria automotiva – seguindo os planos de crescimento global contínuo da Jaguar Land Rover.

Chris Elliott, Diretor de Programas Imobiliários da Jaguar Land Rover, disse: "O novo centro de design e engenharia é testemunho da herança britânica de inovação da Jaguar Land Rover e de sua visão voltada para a futura tecnologia de veículos. O novo espaço centralizará nossas funções de design, produtos, engenharia e compra em um ambiente moderno e original, além de criar uma capacidade adicional para o futuro.

A Jaguar Land Rover trabalhou com a líder em arquitetura Bennetts Associates para projetar a planta e contratou Laing O'Rourke como seu sócio da construção. Laing O'Rourke irá desenvolver o local para criar um campus paisagístico único, compreendendo novos escritórios e novos centros de design Jaguar e Land Rover.

Nos últimos anos, a Jaguar Land Rover investiu fortemente em suas instalações de fabricação de veículos no Reino Unido, em Castle Bromwich, Halewood e Solihull para apoiar a introdução de novos veículos como o Jaguar XE, XF e F-PACE, Range Rover Evoque Conversível e Land Rover Discovery Sport. Também realizou progressos significativos na construção de suas fábricas internacionais no último ano, com o início da construção de uma nova fábrica na Eslováquia e a abertura da fábrica de Itatiaia, no Brasil.


Durante os últimos cinco anos, a Jaguar Land Rover empregou mais de 20 mil pessoas, aumentando sua força de trabalho para mais de 40 mil funcionários. A empresa também investiu mais de £11 bilhões em criação de novos produtos e expansão de capital.

sábado, 22 de outubro de 2016

JAGUAR LAND ROVER INAUGURA ACADEMIA DE DIREÇÃO NO GELO

A Jaguar Land Rover inaugurou sua primeira academia de direção no gelo, oferecendo uma experiência única de direção e aventura no meio do Círculo Polar Ártico.

Com base na instalação de testes de frio da empresa na Lapônia, Suécia, os convidados da academia do gelo terão a oportunidade de desafiarem seu limite nos veículos de melhor performance da Jaguar Land Rover. Com o acompanhamento de experts, os participantes podem testar o Jaguar F-TYPE, F-PACE e o Range Rover Sport em temperaturas abaixo de zero nas pistas de gelo esculpidas em um grande lago congelado.

Um itinerário único com veículos clássicos também está disponível. Os clientes podem experimentar o Jaguar MKII, MKVII ou XK150, ou o Land Rover Series I, Series II e Series III, sem freios modernos, direção hidráulica ou controle de tração.

Mark Cameron, diretor de Marketing de Experiência da Jaguar Land Rover afima: “Nossos veículos são construídos e testados para performances nas condições mais extremas. Na nova academia do gelo, os clientes podem aprender como se desafiarem ao limite a bordo de seu modelo Jaguar ou Land Rover favorito e ver que eles realmente conseguem, em uma paisagem inesquecível do Ártico”.

O programa de três ou quarto noites, que parte de €2.490, inclui acomodação, refeições, traslados e pilotos profissionais para ajudar os clientes a desenvolverem suas habilidades e terem uma experiência verdadeiramente inesquecível. As reservas agora estão sendo feitas para viagens a partir de janeiro de 2017.


Reconhecida pelas paisagens de montanhas e florestas, a Lapônia é também a base perfeita para os clientes aproveitarem o Círculo Ártico com snowmobiling ou passeios de husky safari, disponíveis a uma curta distância da Academia

domingo, 24 de julho de 2016

JAGUAR E LAND ROVER DESTACAM-SE EM SEUS SEGMENTOS NAS VENDAS DO 1º SEMESTRE DE 2016

A Jaguar Land Rover, montadora britânica que recentemente inaugurou fábrica no Brasil, comemora bons resultados para as suas duas marcas nos primeiros seis meses do ano.

A Jaguar registrou amplo crescimento em vendas no primeiro semestre frente ao mesmo período do ano passado. Ao todo, 333 veículos da marca foram emplacados no Brasil entre janeiro e junho, o que representa um aumento de  73,5% — mesmo o mercado de veículos premium no Brasil tendo registrado queda de 22,3%.


Por sua vez, a Land Rover destaca-se na liderança do mercado de SUVs Premium em todo o período. Neste segmento, um a cada três veículos vendidos pertencem à marca reconhecida por sua tecnologia todo terreno. A Land Rover tem dois de seus utilitários esportivos premium entre os cinco mais vendidos no semestre.

Apresentado no ano passado ao cliente brasileiro, o Land Rover Discovery Sport é o modelo mais vendido do segmento, com 1.830 unidades emplacadas no período. O veículo também é o segundo automóvel premium mais vendido do Brasil entre todas as categorias. Produzido em Itatiaia, o Range Rover Evoque figura como o quinto mais vendido entre os SUVs premium neste primeiro semestre, com 1.050 unidades comercializadas.

Do lado da Jaguar, após uma completa mudança em seu modelo de negócios no Brasil realizada em 2012, a marca viu o número de concessionárias crescer de 2 para 35, com presença em todas as regiões do País. Essa reestruturação, aliada ao novo posicionamento da marca com novos produtos, permitiu à Jaguar ver suas vendas aumentarem mais de sete vezes entre 2012 (67 unidades) e 2015 (520 unidades emplacadas).

Em pouco mais de três anos, a marca lançou no mercado modelos completamente novos como o superesportivo F-PACE, o sedã compacto XE e o primeiro SUV da sua história, o F-PACE. Ao mesmo tempo, a gama de sedãs já existentes, XF e XJ foram completamente renovadas.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Roberto Nasser - De carro por aí

Jetta chegará meio montado
Volkswagen iniciará montar o sedã Jetta a partir do primeiro trimestre. Conta aritmética, pretende vender 1.500 unidades mensais e ampliar números em sua conta de trocas com o México, de onde importará o Golf 7 na transição para construí-lo em São José dos Pinhais, Pr.

Processo adequado ao produto em final de ciclo. O Jetta ainda é baseado na plataforma do Golf 6 e não terá investimentos em estética ou mecânica até ser substituído daqui a dois anos. O método para iniciar produção é o chamado MKD – Medium Knocked Down -, espécie de semi desmontado, ou semi montado, de acordo com o ponto de vista. Processo é intermediário entre o CKD, com montagem a partir das unidades totalmente desmontadas, e SKD, semi desmontados, quer dizer com os diferentes grupos mecânicos já prontos.

Fato é, em tal mecânica industrial importará as carrocerias prontas, soldadas, montadas, pintadas, em logística delicada para evitar amassados e arranhões, e aqui, após tantos trechos e modais de transporte, coloca-las-á em linha de produção na pioneira fábrica de São Bernardo do Campo, SP para agregar componentes importados e nacionais.

Motorização acertada para o bom 1,4 litro, 4 cilindros, 16 válvulas, injeção direta e turbo, dito TSI. O engenho, hoje aplicado ao Golf 7, produz 140 cv e tem torque na faixa dos 25 m.kgf, capaz de levá-lo da imobilidade aos 100 km/h em torno de 7s. Inicialmente importado, mas com a formação de massa de consumo somando início da produção do Golf 7 com a dos Audis A3 e Q3, todos com o mesmo engenho, iniciará ser produzido em São Carlos, também em São Paulo. Aí, então, terá motor flex e potência aumentada.

Transmissão mecânica, automatizada por dupla embreagem, com 6 velocidades.
Produção pequena, estimada em 18 mil unidades anuais.

Em estudos, versão sem refinamentos para frotas e serviços, motor 2.0 de aspiração atmosférica, e iluminação comum, sem as de presença em LEDs, atual assinatura dos importados da marca.

Será o maior dos Volkswagens nacionais, sua produção cessará a importação do Passat, mais um passo na internacionalização na linha de produtos.
A nacionalização do Jetta e a produção de mais dois veículos sobre plataforma global integram o acordo salarial ora em discussão pelos funcionários da VW, junto com a proposta da empresa em demitir 2.100 funcionários – pagando 15 salários.

Junho, o Salón de Buenos Aires
Apesar da queda de vendas e produção, em meio à conflituosa relação entre as indústrias capitalistas e a intervenção governamental, a AMC, organizadora da mostra, e a Adefa, entidade reunindo os fabricantes e montadores argentinos, confirmaram a 7ª. edição: 19 a 28 de junho. Imprensa dia 18.

Será no grande espaço, anteriormente periférico e agora absorvido por Buenos Aires, dito La Rural. A AMC e a Adefa, associação dos fabricantes, tentam criar clima de confiabilidade e segurança, superando a possibilidade de cancelamento, como ocorreu em 2009 às vésperas da abertura – e à época com menor queda de vendas domésticas. Em 2014 encolherá perto de 30%.

Faze-lo, grande ou pequeno, dá noção de necessária sobriedade empresarial.
Bienal, intercalado com o do Brasil, o Salón de Buenos Aires  integra o calendário internacional chancelado, como o brasileiro, pela OICA, associação internacional dos construtores de automóveis.

Roda-a-Roda

Mais uma - Jaguar Land Rover, originalmente inglesas e agora juntas sob capital indiano, fixou pedra fundamental de fábrica em Itatiaia, RJ.
Diz, produzirá o Discovery Sport em 2016. Segundo produto talvez o sedã XE. Baixa nacionalização.

Profeta - Ralph Speth, CEO em visita ao Brasil, previu produção nacional de 5 milhões de unidades em 2020. Otimista, considerando que 2016 deve ocorrer, no máximo, produção igual à de 2014, uns 8% inferior à de 2013.

Data – O pequeno Renault mundial, contado pela Coluna, baseado em plataforma Nissan March e em testes e providências para segurar custos, e ser o mais barato da marca, foi anunciado pela Renault Argentina. Será modelo 2017. Ou, na prática, lançamento no Salão do Automóvel 2016. Clio irá até lá.

Também – Do bom sítio argentino Autoblog, agregando informação: Fluence terá versão com motor forte – não é turbo ou maquiagem GT Line.

HiLux – Toyota apresentou linha 2015, incluindo série especial Limited Edition em 3.000 unidades. Na Argentina, iniciativa e condicionamento iguais, mas chamada GoPro e vem equipada com a pequena câmera. Iniciam ciclo de séries especiais para instigar o mercado até chegada novo modelo em 2015.

Projeto – Em meio às medidas para retomar posição no mercado, marcas PSA divergem em posturas mercadológicas: Peugeot partiu para rechear seus modelos com conforto, tecnologia e rodar na trilha de modelos Premium. Citroën mantém a filosofia de tecnologia utilizável. Lançará motor flex, turbo, para o C4 Lounge.

Mercado - 294,7 mil licenciamentos em novembro indicam queda de 2.7% em relação a novembro 2013. Até agora a retração de vendas é de 8,4%.

Líder – Palio mais vendido, superando o Gol. Fiat mantém liderança, logo abaixo de 19%; GM assumiu a segunda posição com 18%, e VW é terceira, aos 15%. Ford manteve 4ª. lugar e novidade de ter superado os 10% do mercado, atribuindo bom resultado às vendas do Ka e do Fiesta.

Fim – Maior presença de concorrentes, vai comendo a liderança das antigas 4 grandes pelas beiradas e, demorou mas aconteceu o previsto: nenhuma detém 20% do mercado, como ocorria até recentemente. Na prática o mercado amadureceu, democratizou-se.

Bola de cristal – Na situação anômala do país ter dois ministros da Fazenda, e com os anúncios pela arrumação das contas públicas, rasgo inusitado na atual quadra presidencial, algumas medidas entre anunciadas e previstas.

Solução – Como o governo não reduzirá a máquina, os ocupantes indicados por cor do partido vencedor e seus apoiadores; não reduzirá os gastos turbinados, alimentadores da corrupção, para manter o status quo resta aumentar a receita.

Na prática – Para fazê-lo, ou tributa a massa existente, ou aumenta o volume de recolhimentos. Válido o raciocínio preferido da Receita Federal – tudo não essencial pode ser tributado no pico máximo -, sobrará para gastos com cartão de crédito, viagens, gastos no exterior, veículos melhor equipados ou mais caros, artigos considerados supérfluos e itens importados. A imaginação arrecadadora é rica.

De novo – Projeta-se, opção para fomentar o recolhimento de impostos seria resgatar a cansada fórmula de renúncia fiscal para vender automóveis, eletro domésticos e material de construção.

Opção – No campo dos automóveis, sugere Thomas Schmall, presidente da Volkswagen nos últimos dias de gestão no país, projeto de renovação da frota. Fiat propôs isto há quase 20 anos, de maneira bem amarrada, abrangente e factível. Mas não andou.

Tamar – O bom projeto com apoio da Petrobrás para preservar as tartarugas marinhas, escolheu o Jimny como carro oficial. Já está na terceira geração dos Suzukis e tem dezenas destes pequenos jipes.

KTM – Dafra, sabida montadora de motos operando com as facilidades da Zona Franca de Manaus, em fase final de aferição dos processos de montagem das austríacas KTM, mais nova marca de seu cardápio.

Começo – No projeto mandou equipe para treinar na fábrica austríaca, depois, trouxe nove técnicos para acertar produção e logística dos modelos enduro 250 e 350 EXC-F. Início aos 8.dezembro, incluindo montagem dos motores.

Útil - Pósitron lança câmera de ré aplicável a todos os veículos com aparelho de som. Não está embutida na luz de placa, como similares estrangeiros, mas pequeno artefato fixado na face interna do vidro traseiro. R$ 110.

Tecnologia – Novo produto encerra longa carreira da fita isolante. Agora é líquida, a Quimatic. Em cores, camada de 1 mm protege instalações elétricas e eletrônicas até 6500 watts. Lata de 200 ml a R$ 40.

Registro – Surpresa na carta diária do jornalista canadense Michael Banovsky, matéria sobre o Super Cross, versão de contadas unidades pela Gurgel, valente fábrica em Rio Claro, SP, pioneira no tentar fazer produto nacional.

Início – Quatro características sobre o raro Gurgel: foi o primeiro a aplicar o Cross como adjetivo num produto, hoje seguido por renca das multinacionais operando aqui. Idem, criando a ignição por sensor e com bobinas independentes. Outras, observa Banovsky, foi o primeiro Crossover da história, e antecipou em 23 anos os conceitos aplicados no Jeep Renegade.


Centenário - Maserati comemorou 100 anos dia 1 de dezembro. Mescla de talento e arte, marca sobreviveu a vários donos - mais recentes a Citroën e a Fiat - e comemora a marca com modelo homenageando Alfieri, o mais prolífico dos irmãos Maserati. Marca ascendente. Vendas saltando de patamar.

Gente – Philipp Schiemer, alemão, no. 1 da Mercedes-Benz para América Latina, premiado. OOOO Personalidade do Setor Automotivo no Prêmio 

AutoData 2014. OOOO Merecido. Em 18 meses de gestão, incluiu 40 novidades no leque de caminhões, aumentou participação dos ônibus nas frotas urbanas, lançou premiado programa A Voz do Cliente, deu gás na operação de automóveis e na implantação da fábrica em Iracemápolis, SP. OOOO Alarico 

Assumpção Jr, triangulino, 60, ápice. OOOO Novo presidente da Fenabrave, a associação dos revendedores de veículos. OOOO Está nela há 21 anos. É do ramo com revendas Volvo e após Hyundai e Honda. OOOO 1º. Vice Luiz Romero Farias, atuante revendedor Fiat em Maceió, e ex presidente da associação da marca. OOOO Armando Monteiro Neto, pernambucano, senador pelo PTB, ministro. OOOO Faz parte da cooptação para apoio ao governo Dilma. Do ramo, presidiu a Confederação Nacional da Indústria. OOOO Dirigirá o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. OOOO Começa sabendo da falta de competitividade industrial do país, e com balança de pagamentos em débito. OOOO

Maserati renasce no centenário
Dia 14 fecha-se o ano de comemorações do centenário da Maserati, uma das imagens da esportividade automobilística italiana - as outras são Alfa Romeo, Lancia e Ferrari.

Nascida em Bologna, como Sociedade Anônima Oficina Alfieri Maserati, fruto do empreendedorismo de Alfieri, o mais velho de seis irmãos - Bindo, Carlo, Ettore e Ernesto -, todos associados e com as mesmas dotações de trabalho mecânico. Mario, único sem intimidade com porcas e parafusos, era dotado de espírito artístico e é dele a criação da logo, um tridente, inspirado na estátua do mítico rei Netuno, na praça principal da cidade. Iniciaram o negócio fabricando velas de ignição, e seu primeiro carro, de 1926, estreou vencendo. Eram bons em automóveis, criativos em soluções - Alfieri pesquisava o uso de alumínio em blocos de oito cilindros em linha desde os anos '20, quando o usual era o uso de ferro -, porém fracos em gestão. Entendiam do produto, não sabiam do negócio, e a morte do criador, em 1932, precipitou a inviabilidade econômica.

A marca foi vendida ao grupo Orsi - mantendo os Maserati como colaboradores -, passou por vários donos, incluindo a Citroën, introduzindo métodos de grande empresa, o ítalo-argentino Alejandro De Tomaso, chegou às mãos da Fiat, que a revitalizou.

Gestão atual elegeu-a como a bandeira da recuperação da Fiat em espectro mundial, renovando produtos, e estabelecendo projeto de vendas extremamente otimista, mas que vem sendo perseguido. Das 6.288 unidades vendidas em 2012, cresceram mais de 100% em 2013 com 15.400 vendas, e projetam comercializar 35.000 neste exercício. Previsão para 2015 é de 50 mil unidades, com novidades no cupê e conversível Alfieri - uma homenagem ao fundador - e um surpreendente SAV.

A performance de vendas, a divisão de componentes com a Ferrari, tem auxiliado a volta do símbolo internacional de status , conseguindo polir o velho dístico norteador da empresa: O oposto ao comum.