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terça-feira, 18 de julho de 2017

Audi pesquisa o uso do tempo durante a condução autônoma

Como seria uma experiência premium em um carro autônomo? A Audi pesquisa sobre o tema em parceria com o Fraunhofer Institute for Industrial Engineering IAO. Em um equipamento que simula a condução no futuro, especialistas investigam, por exemplo, como o interior do carro pode se tornar um perfeito local de trabalho. As descobertas ajudarão a empresa a criar para cada usuário, posteriormente, um interior personalizado. O estudo integra o projeto Audi "25th Hour".

"Quando os carros não tiverem mais um volante, a mobilidade premium também será redefinida. No futuro, as pessoas que viajarem de um ponto a outro poderão navegar na internet, brincar com seus filhos ou trabalhar", informa Melanie Goldmann, Head de Cultura e Tendências da Comunicação da Audi. "Juntamente com os especialistas do Instituto Fraunhofer, queremos descobrir o que é importante na otimização do tempo quando se está em um carro autônomo", completa.

Especialmente para o experimento no Instituto Fraunhofer, em Stuttgart, a Audi construiu um simulador que reproduz a condução autônoma, com um interior variável e sem volante. As projeções simulam a sensação de se estar trafegando na cidade à noite. Por meio de displays, os pesquisadores podem introduzir distrações digitais, escurecer janelas ou mudar a cor da iluminação e os ruídos de fundo.

O foco dos testes foi com pessoas jovens, da geração millennials, que nasceram depois de 1980 e são consideradas receptivas aos carros autônomos. As 30 pessoas que participaram do experimento realizaram várias tarefas que exigiram concentração - comparável com uma situação de trabalho dentro de um carro autônomo.

Durante os testes, as atividades cerebrais dos participantes foram medidas (EEG), bem como os tempos de reação, cotas de erro, além de serem observadas suas impressões subjetivas. Os resultados do EEG apontaram que em um ambiente sem distrações, o cérebro fica mais relaxado, com tarefas sendo realizadas melhor e mais rapidamente. Os participantes também relataram que estavam menos distraídos.

Em contrapartida, foi simulada também uma situação de condução mais "próxima da realidade", que demandou mais do cérebro: neste caso, os participantes tiveram contato com publicidade, redes sociais e não se beneficiaram de configurações de iluminação mais agradáveis ou janelas mais escuras.

“Os resultados mostram que o desafio é encontrar o equilíbrio. Num futuro digital, não há limites para o que pode ser imaginado. Nós poderíamos oferecer tudo no carro – trazendo muitas informações ao usuário", informa Goldmann. "Mas queremos colocar as pessoas no centro das atenções e o carro deve ser tornar um filtro inteligente. A informação certa deve chegar ao usuário no momento certo", completa.

Projeto "25th Hour"
Atualmente, passa-se uma média de 50 minutos por dia ao volante. No projeto ‘25th Hour’, a Audi está estudando como esse tempo pode ser melhor aproveitado dentro do carro autônomo. O projeto baseia-se no pressuposto de que uma interface inteligente irá aprender sobre preferências individuais, adaptando-se de forma flexível ao usuário. Desta forma, os consumidores da Audi terão controle total de seu tempo, gerenciando-o de maneira mais inteligente.

Em um primeiro momento, a equipe do projeto analisou pessoas em Hamburgo, São Francisco e Tóquio, enfocando dois aspectos: como se acessa infotainment no carro hoje e o que as pessoas gostariam de fazer com seu tempo livre no carro do futuro. Os resultados foram, então, discutidos com especialistas, incluindo psicólogos, antropólogos e planejadores urbanos e de mobilidade.

Depois, a equipe da Audi definiu três ‘modos de tempo’ concebíveis em um carro autônomo: de qualidade, de produtividade e de descanso. No chamado ‘tempo de qualidade’, por exemplo, as pessoas o utilizam em atividades com filhos ou telefonando para familiares e amigos. No ‘produtivo’, usam para trabalhar. No terceiro, o tempo é utilizado para descontrair, numa leitura, navegando na internet ou assistindo a um filme.


Para pesquisar mais esses ‘modos de tempo’, a Audi conta com a ajuda de cientistas do Instituto Fraunhofer. Atualmente, a equipe está concentrando-se principalmente no ‘tempo produtivo’.

sábado, 10 de outubro de 2015

PESQUISA SOBRE MILLENNIALS APONTA VEÍCULOS DE BAIXO CONSUMO COMO PRIORIDADE PARA TRANSPORTE SUSTENTÁVEL NO FUTURO

Avanços no transporte e na mobilidade são essenciais para acompanhar a evolução das demandas da população mundial.  Por essa razão, a Goodyear decidiu realizar um estudo entre os Millennials em associação com a ThinkYoung, De acordo com as conclusões da pesquisa, os jovens dessa geração querem um futuro ecologicamente responsável e veem nos benefícios dos veículos sustentáveis um futuro promissor. Parcela de 59% dos Millennials da Europa prevê que, nos próximos dez anos, o maior desafio para a indústria automotiva será desenvolver carros sustentáveis com foco em tecnologias ecológicas.

A ThinkGoodMobility entrevistou mais de 2.500 estudantes universitários (18-30 anos) de 12 países especializados em Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Design e Matemática. Com o objetivo de posicionar essa geração e ajudá-la a identificar os benefícios da mobilidade do futuro, a pesquisa reuniu informações abrangentes, como os maiores desafios e as demandas de mobilidade.

Veículos eficientes são o foco dos esforços de sustentabilidade
Levando em conta uma população crescente que se locomove continuamente, a pesquisa questionou os esforços de sustentabilidade da indústria automotiva e sistemas de transporte que estarão vigorando em 2025. Quase metade (49%) dos jovens disse que veículos de baixo consumo devem ser uma das principais áreas de foco. 

O número é significativamente superior à parcela de 27% que vê o investimento em sistemas de transporte público como de alta prioridade, indicando que os jovens europeus esperam contar com avanços na sustentabilidade do transporte em geral, mas não querem que a liberdade de escolha e de locomoção de que desfrutam agora seja restringida no futuro. Como confirmação desse fato, 85% dos entrevistados acreditam que terão um veículo em dez anos.

Outras prioridades para os esforços de sustentabilidade na próxima década incluem o desenvolvimento de tecnologias inteligentes para veículos eficientes (24%), gestão inteligente do tráfego nos veículos (17%) e pneus ecológicos e adaptativos (18%).

Todos esses são fatores que contribuem para melhorar a eficiência dos veículos no futuro. Quando questionados especificamente sobre pneus, os entrevistados apontaram como segunda característica mais presente a ideia de ter eficiência extrema de combustível (33%).

 Pneus verdes
Entre os pneus com essas características que a Goodyear já oferece no mercado está o EfficientGrip SUV, que traz como inovação uma sílica de última geração desenvolvida para aumentar a eficiência no consumo de combustível. A sílica é utilizada como agente de reforço em compostos de banda de rodagem de pneus. Em comparação com o negro de carbono, um agente de reforço para pneus tradicionais, a sílica reduz a resistência ao rolamento e contribui para a economia de combustível do automóvel. Além disso, apresenta vantagens de processamento que também beneficiam o meio ambiente. Como ela se mistura com os compostos com mais facilidade, as fábricas podem consumir menos energia no processo de produção de pneus e diminuir as emissões.

Em março, a Goodyear apresentou no Salão de Genebra, na Suíça, dois pneus-conceito inovadores que podem mudar radicalmente o papel dos pneus de automóveis no futuro. O primeiro conceito - chamado BH03 - oferece a possibilidade de carregar as baterias de veículos elétricos, transformando o calor gerado pelo rolamento dos pneus em energia elétrica. O segundo conceito - denominado Triple Tube - contém três tubos que se ajustam à pressão de enchimento dos pneus em resposta às mudanças nas condições da estrada, oferecendo novos níveis de desempenho e versatilidade.

Sobre a metodologia da pesquisa
O estudo foi realizado pela ThinkYoung em nome da Goodyear para compreender melhor a opinião dos jovens sobre o futuro da mobilidade. A pesquisa foi composta por 15 perguntas e conduzida entre jovens de 18 a 30 anos que estudam atualmente áreas relacionadas a Ciências, Tecnologia, Engenharia, Arte e Design e Matemática em universidades de 12 países: Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Luxemburgo, Eslovênia, Bélgica, Holanda, Espanha, Polônia, Suécia e Turquia. No total, 2.564 pessoas responderam à pesquisa on-line. O trabalho de campo foi realizado entre maio e junho de 2015.


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Nissan é a marca automotiva que cresceu mais rapidamente

A Nissan Motor Company foi nomeada uma das marcas mais valiosas em 2015, de acordo com a Interbrand, a mais importante consultoria global de estudo de marcas. No estudo, chamado Best Global Brands Study, anunciado hoje pela Interbrand, a Nissan ficou na 49ª posição no ranking, ante a 56ª colocação em 2014 e a 90ª posição em 2011, ano da sua primeira aparição na lista, quando tinha um valor de marca de U$ 3,819 bilhões. A Nissan é a marca automotiva que cresceu mais rapidamente no estudo deste ano.

“O rápido crescimento da Nissan em apenas cinco anos, da posição 90 para a 49, mostra que estamos atuando de forma correta, nos engajando com os consumidores enquanto nos mantemos sempre autênticos”, declarou Roel de Vries, Vice-Presidente Mundial Corporativo e Chefe Global de Marketing e Estratégia de Marca da Nissan. “Fazer crescer uma marca global que investe no excitement e é inovadora é parte integral do sucesso da nossa companhia”, acrescentou de Vries.

O estudo citou a força de engajamento da Nissan com os jovens da geração chamada “Millennials”, suas oportunidades efetivas de patrocínios e de customização para os motoristas como razões para a saúde da marca da companhia e, novamente, a Nissan foi nomeada a “Top Riser”, ou seja, a marca que mais cresceu. O valor de marca da Nissan foi estimado em U$ 9,082 bilhões, um aumento de 19% em relação ao último ano, em que o valor estimado foi de U$ 7,6 bilhões.

O estudo também aplaudiu o movimento da Nissan em direção a oportunidades de patrocínios que engajam o público mais jovem, como, por exemplo, a ativação com a UEFA Champions League em 2015 e o programa americano The Voice, apresentado nos EUA pelo canal NBC. O estudo ressaltou, ainda, as opões de customização e personalização dos produtos, citando o estúdio US Juke Color Studio e as inovadoras maneiras de compra do LEAF na Europa como formas relevantes de se conectar com o consumidor de hoje em dia.

O estudo Best Global Brands é um relatório anual feito pela consultoria Interbrands com as marcas mais valiosas do mundo. A metodologia da Interbrands busca analisar os investimentos recentes e gerenciamento da marca como ativos de negócios, levando em consideração também a performance financeira, o papel da marca no processo de decisão de compra e a força da marca.