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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

FORD APRESENTA BALANÇO DO ANO E ANUNCIA O LANÇAMENTO DA RANGER STORM EM 2019

Lyle Waltters e Rogélio Golfarb

A Ford fez a apresentação dos resultados e balanço das ações da marca em 2018. Além do Mustang, EcoSport Storm e nova linha Ka, lançados no período, e do Edge ST e EcoSport com tecnologia Run Flat Tire, que chegam em breve ao mercado, outro destaque do evento foi a Ranger Storm, que teve o seu lançamento confirmado para 2019.

“A Ranger Storm foi apresentada como teste de mercado no Salão do Automóvel e a resposta do público foi tão positiva que estamos anunciando agora o seu lançamento no final 2019 e começo de 2020”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul.

O executivo destacou o sucesso dos recentes lançamentos da Ford, com a consolidação do Ka na vice-liderança do mercado, a fidelização do EcoSport e a liderança absoluta do Mustang no segmento de carros esportivos. Ele aproveitou também para agradecer os jornalistas pela cobertura e pelos prêmios concedidos à marca em 2018. Entre outros modelos o Mustang foi o carro mais premiado do ano, com nada menos que 15 distinções.

Lyle Watters falou sobre o momento de transformação vivido pelo mundo, tanto na mobilidade, conectividade e tecnologia como na política e economia, e como a Ford está mudando para se adaptar às novas necessidades e desejos dos consumidores.

Watters lembrou o investimento global de US$11 bilhões da Ford para lançar 40 modelos híbridos e elétricos até 2022 e suas parcerias e aquisições nas áreas de carros autônomos, conectados e mobilidade. No Brasil, citou o lançamento do aplicativo de serviços FordPass, que pode ser usado tanto por proprietários de carros da Ford como de outras marcas, e o Tapete de Acessibilidade, protótipo criado para facilitar a mobilidade de cadeirantes.  

Ele destacou também as ações de responsabilidade social da marca, como o Programa de Educação para Jovens e o Curso de Robótica em Camaçari, na Bahia, e a alfabetização de adultos em Horizonte, no Ceará, em parceria com a ONG Alfasol.

Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Corporativos, Comunicação e Estratégia da Ford América do Sul, apresentou um balanço do cenário econômico e das perspectivas da indústria para 2019. Segundo ele, o mercado
automotivo caminha para fechar o ano com um crescimento entre 15% e 16% e vendas na casa de 2,6 milhões de unidades. A expectativa para 2019 é crescer de 10% a 12% e chegar a 2,9 milhões de veículos.

Rogelio Golfarb destacou a importância do setor automotivo na recuperação da indústria, respondendo por 70% do seu crescimento em 2018, e o avanço das vendas diretas para frotistas, uma tendência que deve se reforçar em 2019, trazendo desafios adicionais de custos.

Criada como conceito, a Ranger Storm é uma versão de estilo diferenciado que valoriza a vocação off-road da picape. Externamente, ela traz pintura em duas cores com grafismos e elementos como alargadores de para-lama, para-choques off-road, rack de teto, snorkel, estribos laterais tipo plataforma e capota marítima. A grade dianteira traz o nome Storm em letras grandes.

Ela tem motor 3.2 Diesel de 200 cv, câmbio automático de seis marchas e vem recheada de equipamentos, com central multimídia SYNC, sete airbags, câmera de ré, sensores de estacionamento, piloto automático com limitador de velocidade e controle eletrônico de estabilidade e tração, entre outros.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna1514  11.04.2014   edita@rnasser.com.br     

Carro 0 KM? Cliente da Caixa ? 
É contigo A indústria automobilística pegará carona com a Caixa Econômica tentando vender carros novos, mexer com o mercado – e reduzir o estoque de 50 dias de produção, hoje nos pátios dos fabricantes e seus revendedores. Não é espaço  especial, mas todas as revendas aderentes. O banco estatal intenta aumentar  sua participação na carteira de financiamento de veículos após ter-se envolvido e assumido o Banco Pan Americano. Na promoção executivos da Caixa auxiliarão rápido curso, e seus clientes tem crédito pré aprovado.

É apenas notícia, registro, evento. Em nada resolverá a conta enfrentada pela indústria automobilística e seus desdobramentos econômicos, do fabricante de arruelas ao motorista do caminhão cegonha: produção descombinada com vendas, estoques de quase dois meses, demissões, pequenos fornecedores. Não terá conserto rápido, e as causas são conjunturais, psicológicas, econômicas, físicas. Do medo sobre o futuro da economia, incerteza da veracidade dos dados oficiais, dúvidas quanto aos próximos meses, receio em contrair compromissos, dúvida no aplicar verbas grandes e mal administradas para fazer a Copa do Mundo. Para completar, a peneira mais fina dos bancos para conceder financiamentos a clientes já endividados por outras aquisições de consumo.

Rogélio Golfarb, vice presidente da Ford conclui, boa parte dos estoques foi gerada pela ampliação da capacidade produtiva dos fabricantes de veículos. Todos investiram para construir maiores volumes, atender ao mercado de vendas ascendentes, e agora se surpreendem com a falta de demanda. Golfarb projeta haja 1/3 de capacidade ociosa atual, e estoque superior a mês e meio. Em sua marca, diz, não há tal crise, pois desde o ano passado a produção foi reduzida, e chegou a parar a linha de produção de caminhões em uma semana, no adequar a boca do forno ao tamanho do balcão. No setor a Volkswagen deu férias não previstas, Mercedes diminuiu dias de trabalho e incentiva demissões.

No global o mercado está contraído, e seus números exatos discrepam nas comparações entre a queda de fabricação, de vendas e de licenciamentos.
Como planejamento no Brasil se faz para resolver problemas já ocorridos, não se fala em fórmula para socorro oficial, mas deve ocorrer, turbinados pelos sinais da pré crise em período eleitoral. Em nome de eleger correligionários, arrepiam-se com a redução econômica, expor a crise e desemprego, em especial no reduto original do ex presidente Lula e da base sindical do ABC paulista.No usual socorro oficial é sem criatividade. Para atender a dois segmentos pontuais, opostos como capital e o trabalho, a solução é, sempre, reduzir impostos para baixar preço final e fomentar vendas. Na prática, desassistir a população em geral, abrindo mão de volume de dinheiro tão necessário a ser aplicado em segurança e saúde, relegados neste período onde a prioridade dos governantes é o futebol e sua Copa.

A discussão supera simples fomentar vendas para livrar os estacionamentos das fábricas e seus revendedores. O país, com suas principais cidades quase imobiiizadas por falta de planejamento e investimentos no ampliar a rede viária,  quer receber mais veículos novos ? Ou está na hora de sentar, desenhar e cuidar do futuro?

Outro 1.0 de três cilindros, o Ford
A Ford é a segunda indústria de automóveis no Brasil a produzir motores com base em 1.000 cm3 de cilindrada deslocados em três cilindros. É caminho mundial para reduzir peso e otimizar rendimento. Aqui são disponíveis no  Hyundai B20, importado, e no VW up!, produzido em São Carlos, SP. Caso Ford,  fábrica especial em seu complexo industrial em Camaçari, Ba. Moderno, laureado em 2013 como International Engine of the Year – tipo melhor motor  na cilindrada. Tais, com três cilindros e 1.0 dão jogo. Podem ser reduzidos ou ampliados em cilindrada, assim como receber turbo alimentador, e ser unidade de força de veículos diversos.

O motor Ford tem peculiaridades, agregando o pico da tecnologia para a cilindrada. Do balanceamento realizado pelo preciso desbalanceamento do volante  do motor – forma de dispensar os contrapesos no virabrequim e reduzir peso -,  duplo comando, quatro válvulas por cilindro; sistema de abertura variável em todas; truques para rápido aquecimento do motor; coletor de escapamento fundido direto no cabeçote ( Deve haver melhor jeito de fazer, os dutos se juntam num só, há aspereza interna e é perceptível o relevo do encontro das formas de fundição. Fossem tubos individualizados e mais lisos geraria, pelo menos, mais um potrinho ). Injeção multiponto, solução de custos contidos relativamente ao modelo europeu, que é direta. 

O bloco não é de alumínio, mas em liga de ferro, pequeno, abrigando peça unindo as três camisas dos cilindros. Explicação da Ford, ser de ferro permite utilizar o turbo alimentador. Blocos pequenos em alumínio não o suportam. Inicialmente irá ao novo Ka, produto pós Copa. Depois, com turbo, para veículos  maiores, como o New Fiesta e o EcoSport.Será o 1.0 mais potente do mundo: faz, diz a Ford, 85 cv usando álcool e produz 105 Nm, uns 10 e picos quilos de torque, também maior da categoria. HB20 com 
80 cv e up! 82.

Fim do mês, novo Fit
Produto rentável, meio milhão produzido no Brasil, a Honda deu gás, atualizou Fit, seu veículo de entrada no mercado, e venderá, ao final do mês, a edição 2 e 1/2. Reformulação inteligente, alterou a estética, manteve as dimensões externas, mas aumentou a distância entre eixos em 5 cm – bom ganho incrementa conforto interno, maior argumento de vendas junto às mágicas capazes com o arranjo dos bancos.O Fit traz ao Brasil a nova assinatura familiar Honda, dita Solid Wing Face. Mecanicamente não se marcará, como imaginado, pelo motor com injeção direta de combustível sobre os pistões. Aprimorou o engenho 4 cilindros em linha, colocado transversalmente na dianteira, 1.500 cm3 com 16 válvulas de abertura variável, reduziu atrito entre partes e, com isto ganhou em dirigibilidade e impressão de potência superior aos oferecidos 116 cv e 15,3 kgf.m de torque.

Transmissão mecânica, cinco velocidades e opção com CVT – de polias variáveis, sem consumo de energia – e que se dirige como automático.Derivados do Fit: sedã City no segundo semestre e, ao Salão do Automóvel, outubro, vendas em 2015, um utilitário esportivo com nome em pesquisas. A julgar pelos preços de Fit e City, com certeza a nova variante terá nome japonês – Takaro.
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Roda-a-Roda

Plus – Quer mais de um automóvel Mercedes ? Há no mercado possibilidades em performance: versões AMG acessíveis nas revendas da marca. E os Brabus.

História – Empresa alemã, fundada em 1977, especialista em bons trabalhos em  melhorar Mercedes e iates com responsabilidade e garantia – as peças Mercedes  aguentam desaforos. Representante no Brasil, Strasse inicia vender através da  Europa Motors, logo permeando a Rio, Brasília, Curitiba e Salvador.

Que e quanto – Inicia com C 180, motor 1.6 turbo, potência elevada a 182  cv, preço R$ 149 mil. Últimas unidades – nova linha no segundo semestre encontráveis a médios R$ 105 mil. C 200, 1.8 turbo e 224 cv aos R$ 175 mil. Topo de linha, CSL 63. Motor V8 bi turbo, 620 cv a US$ 310 mil. Assemelhado, o AMG 63 custa US$ 321 mil.

Mais - Detalhes aditivando aparência, funcionamento e segurança – aumentar  velocidade e aceleração exige aprimorar direção, suspensão e freios. E garantia. Motores, dois anos ou 100.000 km – o ultimo a ser atingido.

Parte – Peças e acessórios para Mercedes normais. De pinos para travar portas, a manetes para troca de marchas sob o volante, os pomposos paddle shifts.

Mais – Marca existe no Brasil, registro do grupo Souza Ramos. André Novis,  diretor, informa ter feito acordo com a chegante, permitindo uso se precedido pelo termo Germany, o que não ocorre. Vai aos tribunais. Diria Romário, filósofo e bom deputado federal, a nova Brabus mal entrou no ônibus e já quer a janela.

Caminho – General Motors anuncia nova família de motores três cilindros, 12 válvulas de acionamento variável, injeção direta, turbo. Mudando cilindrada e aplicando turbo equipará veículos compactos e pequenos, incluindo o Cruze.

E mais – Diz, de operação mais suave que os VW EA 211 e os Ford de três  cilindros. Será aplicado em cinco marcas GM e 27 modelos até 2017.

Esqueça – Mas não será produzido aqui, exceto se a filial local se impuser à  administração superior, mas nos EUA, China, Hungria, México e Coréia do Sul.

Sintonia – Mitsubishi tem série especial Savana do picape Triton. Restritas 200  unidades, plaqueta numerada no painel, emblema do Mitsubishi Motorsports 20 anos, sobrecapas do revestimento interno em neoprene, adesivos.

Detalhes - Cor especial, bege Jisan, - Al Jisan é a Pirâmide de Gisé, uma das sete maravilhas do mundo -, e informa Renato Muratori, diretor da empresa, é mistura de lama, terra e areia.

Do ramo – Japoneses com os olhos menos puxados – a empresa aqui é 100% nacional - foge das liquidações. É especial até como série especial, não está em estoque, mas feito sob encomenda: www.l200savana20anos.com.br

Preferência – Má a informação: Paulo Roberto Costa, ex diretor da Petrobras, preso, ganhou Ranger Roger Evoque de doleiro por consultoria. Cliente e patrão estão presos e o doleiro do caso André Vargas. Antes, outro periférico do poder, o Silvinho Land Rover, havia ganho um Defender em mau feito. A marca se arrepia com a possibilidade de ser identificada com tais clientes.

Design – Lexus, marca luxuosa Toyota promove exposição na Semana do Design em Milão e, nele, concurso mundial Lexus Design Award.

Conserto – Citroën protocolou chamada de re call no Ministério da Justiça. Coisa ampla, quase 89.000 modelos C4 Pallas, Hatch e VTR, produzidos entre dezembro de 2006 e novembro de 2012.

Desinteresse - Razão prosaica não fosse o risco de incêndio: remoção parcial ou má re colocação da manta de isolamento acústico, que pode cair sobre a tubulação do escapamento do motor, causando chama.

Onde – Tens ? Confira: 0800 011 88, sítio www.citroen.com.br, e Ministério da  Justiça, http://portal.mj.gov.br/recall.

Porrete – Vamos combinar, mecânico de revenda autorizada, ao remover partes do carro e, por simplificação do serviço, não as repõe nas especificações originais, é caso para Citroën dar um aperto - no dono das revendas.

Ocasião – Bons negócios no mercado a apreciadores de descontos: Honda Fit nas últimas unidades antes do lançamento de modelo novo – muda muito -,final do mês. Outro, Renault Sandero, ora em série despedida. Se você gosta de argumentar para fazer economia, hora é esta.

Promoção – Mercado parado, exigindo vender, terá série de promoções: descontos ou financiamento a juros zero – pré pagos no desconto não concedido; feirão de fábrica, vendas diretas, ingressos para a Copa, TVs de plasma...

Tecnologia – Fabricante de GPS, a Garmin tem novidade no mercado: o HUD – head up display, no programa Navigon, recebido em Smartphones e dele projetado no para brisas do veículo. Dispensa mudar o olhar, mantendo-o à frente. Dados incluem velocidade, tempo para chegar, radares. R$ 699.

Ciclo – O Inmetro, instituto oficial de metrologia baixou Portaria 123/2014 obrigando certificação de peças de reposição para motocicletas. Quer garantir qualidade.http://www.inmetro.gov.br/legislacao/rtac/pdf/RTAC002103.pdf

Ciclo – Transportadora TNT aposta fichas ecológicas em mudança de logística: nas cidades, para a coleta e entrega final de encomendas, mensageiros, a pé.

Cala boca – Para quem não conhece e critica o maior encontro de antigos na América Latina, o argentino Autoclasica, programas sobre ele. Sábado, 12, 22h, ao vivo, http://www.ar.elgarage.com/tv/el-garage-en-vivo, no sítio do programa El  Garaje:http://www.ar.elgarage.com;

DNA – Também no automobilismo – sorte nossa. Pedro Piquet, 15, mais novo do tri campeão mundial Nelson, estreou e venceu na abertura de temporada da Fórmula 3 Brasil: pole position com 55m712s, melhor tempo já marcado no 
circuito de Tarumã, RS; carro morreu na largada; saiu em último; ultrapassou todos, venceu.
Idem – Mesmo rastro genético no talento de Pietro, 17, neto do bi campeão Emerson Fittipaldi, vencedor na abertura da Renault BARC, categoria de base na Europa. Ambos esperança para o futuro.


Gente – Sérgio Ferreira, executivo, de volta. OOOO Era Chrysler, saiu para vice presidente da Nissan, voltou. OOOO Convite pessoal de Sergio Marchionne, o capo de tutti capi na organização Fiat Chrysler. OOOO Missão, crescer a marca Jeep no Brasil, turbinada pela produção do jipinho Renegade em nova fábrica Fiat, Goiana, Pe. OOOO Carlos Eugênio Dutra, engenheiro, feliz, deixa o acúmulo com a posição de Diretor de Planejamento e Estratégia de Produto de Fiat e Chrysler. OOOO Mathias Carlbaum, novo diretor geral para vendas na Scania. OOOO Substitui Roberto Leoncini, que foi para idêntica função na Mercedes. OOOO Jensen Button, piloto de Fórmula 1, merchandising. OOOO Fora das pistas dirigirá modelos Rolls-Royce para promover a marca. OOOO No Brasil Rolls é um dos carros de uso do tri campeão Nelson Piquet. OOOO Porém a BMW, dona da marca, não capitaliza o fato. OOOO

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

FORD MANTERÁ PROGRAMA DE LANÇAMENTOS GLOBAIS NO BRASIL



Steven Armstrong
O presidente da Ford Brasil, Steven Armstrong, anunciou que a empresa dará continuidade ao seu programa de lançamento de veículos globais em 2013, com a introdução de novos modelos em vários segmentos. Este ano, a Ford apresentou a nova geração da Ranger, do EcoSport e do Fusion, trazendo tecnologias inéditas e a renovação completa dessas linhas de veículos.

"Em 2013, teremos uma nova série de importantes lançamentos, totalizando cerca de 18 ações voltadas para os segmentos de automóveis e caminhões", afirmou Armstrong. "A exemplo de 2012, um ano de muito sucesso, vamos continuar trabalhando para atender à expectativa de nossos clientes com uma nova geração de veículos inovadores e altamente confiáveis".

O executivo destacou que, até 2015, 100% da linha de produtos da marca no País será formada por veículos globais. "Neste momento não vamos informar quais serão esses modelos, mas temos certeza que vão surpreender a todos", ressaltou o executivo.

Em seu tradicional encontro de fim de ano com a mídia, a Ford destacou que seus investimentos somarão R$4,5 bilhões até a metade da década. Nesse total, estão incluídos R$500 milhões para a modernização e ampliação da fábrica de motores e transmissões de Taubaté, São Paulo, R$400 milhões para a construção da fábrica de motores em Camaçari, na Bahia - a primeira do Nordeste -, e R$800 milhões para a produção de um novo veículo em São Bernardo do Campo, São Paulo.

Times multiculturais

No evento, o diretor de Finanças da Ford, o indiano Amit Singhi, também falou sobre a experiência dos times multiculturais na empresa e os pontos em comum entre os consumidores do Brasil e da Ásia, onde o Novo EcoSport será produzido, além da Bahia, em Camaçari.

O Novo EcoSport, primeiro lançamento global liderado pelo Brasil, também foi tema do comentário de Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford. "Esse modelo mostra a eficiência da engenharia brasileira e está adequado ao novo regime automotivo do País. A Ford realiza investimentos constantes em inovação e a criação do Novo EcoSport é um exemplo que será adotado também nos nossos próximos lançamentos".

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

FORD: DIREÇÃO NO BRASIL DESTACA A IMPORTÂNCIA DO NOVO ECOSPORT NA EUROPA



O presidente da Ford Brasil, Steven Armstrong, falou a imprensa brasileira sobre a importância do anúncio feito na Europa do futuro lançamento do Novo EcoSport naquele continente. "Esta é uma notícia histórica para a engenharia brasileira, que criou e desenvolveu este veículo fantástico", ressaltou. O evento em São Paulo reuniu jornalistas e teve também a presença do vice-presidente de Assuntos Corporativos da empresa, Rogelio Golfarb. "O EcoSport será vendido na Europa, além  de países da Ásia, como China, Índia e Tailândia, e na América Latina. Ele é um automóvel global que demonstra toda a sua capacidade técnica e padrão de qualidade e segurança  para atender exigentes mercados com o mesmo produto . É realmente um veículo de classe mundial", disse Steven Armstrong.Ele informou ainda que, dentro do Plano One Ford, até 2015 a Ford terá 85% do seu volume mundial de veículos produzidos com plataformas globais. "No Brasil, teremos a renovação de toda a linha, com produtos globais nos próximos três anos", completou.Segundo ele, a Ford tem como meta dobrar no mundo a sua produção anual de veículos nos próximos anos para 8 milhões de unidades, e os carros compactos têm um papel importante dentro desse objetivo. Considerando apenas os veículos Ford do chamado segmento B, entre os quais o Novo EcoSport, este volume deve atingir uma produção total de 2 milhões de unidades em 2015.

"O Novo EcoSport é um participante ativo no processo de globalização", afirmou Rogelio Golfarb. "Ele é um projeto criado no Brasil, resultado de importantes investimentos feitos na engenharia e manufatura do País."O executivo falou sobre o pioneirismo da Ford em instalar a sua fábrica em Camaçari, na Bahia, criando o primeiro polo automobilístico do Nordeste brasileiro, que hoje abriga também um dos oito centros globais de criação de produto da Ford no mundo. "Nosso desafio hoje vai além da produção, é criar uma engenharia global capaz de inovar e desenvolver novos produtos para o mundo."O Novo EcoSport será produzido no Brasil, Índia, China e Tailândia para venda em 180 países e é um modelo chave dentro do programa de expansão da Ford no mundo.