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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

VW Constellation 17.280 é o caminhão mais vendido de 2017 na Argentina

O VW Constellation 17.280 é o caminhão campeão de vendas na Argentina. Produzido no Brasil, na fábrica da MAN Latin America em Resende (RJ), é o modelo ideal para uso urbano em curta e média distância para todos os tipos de aplicação: carga geral, cereais, bebidas, construção e outros.

O caminhão usa a tecnologia EGR de tratamento de emissões, que ao contrário do SCR não necessita de Arla 32, o que representa uma vantagem tanto em termos operacionais quanto de economia.

O Constellation 17.280 está disponível na Argentina nas versões cavalo-mecânico (Tractor) e rígido, que pode ser encomendado com três tipos de cabine: estendida, leito teto alto e leito teto baixo, com mais de 3,2 m de altura.

E não faltam atributos de segurança: o modelo está equipado de série com freios com sistema ABS (que evita que a roda bloqueie quando o pedal de freio é pisado fortemente e entre em derrapagem) e EBD (funciona em conjunto com o sistema ABS e tem a função de distribuir a força de frenagem entre as rodas do veículo). O freio de cabeçote EVB é outro destaque, reduzindo a necessidade de utilização dos freios de serviço e, assim, os custos de manutenção.

“Entre os semipesados o 17.280 é parte do nosso sucesso de vendas, com grande aceitação no mercado. O motor MAN é um grande destaque, pois dispensa o uso de Arla 32”, diz Federico Ojanguren, gerente geral da divisão de Caminhões e Ônibus da Volkswagen Argentina.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Revista “Volkswagen Magazine”, da Volkswagen do Brasil, recebe o Prêmio Veículos de Comunicação

A revista “Volkswagen Magazine”, da Volkswagen do Brasil, acaba de receber o “Prêmio Veículos de Comunicação”, na categoria “Lançamento do Ano”; a premiação, que está em sua 29ª edição, é promovida pela revista Propaganda, da Editora Referência. 

Distribuída a clientes participantes do Programa Volkswagen Premium (proprietários de veículos importados), concessionários da marca e jornalistas especializados na indústria automobilística, a “Volkswagen Magazine” (título que substitui a "Das Auto. Magazine") traz conteúdo diversificado, mantendo o foco principal em reportagens sobre a empresa, seus veículos, clientes e fãs, de forma leve e criativa.

Com tiragem de 65.000 exemplares, a “Volkswagen Magazine” tem periodicidade quadrimestral. Publicada em outros 13 países, traz um conceito inovador, moderno e integrado de comunicação, que inclui, além da revista impressa, também site e aplicativo para tablet e smartphone. 

Para conhecer, acesse vw.com.br/volkswagenmagazine.

O projeto da “Volkswagen Magazine” foi criado com foco no consumidor brasileiro, a partir de pesquisas com leitores. “Em suas páginas, a ‘Volkswagen Magazine’ expressa os produtos, valores e iniciativas da marca, contando também histórias de seus clientes e admiradores. O conteúdo diversificado da revista está alinhado às demandas de nosso público alvo. Entre os inúmeros temas das reportagens estão inovação, curiosidades, turismo, aventura, comportamento, engenharia, voluntariado, entre outros”, disse o gerente de Marketing Digital e CRM da Volkswagen do Brasil, Fabio Rabelo.

O conteúdo da “Volkswagen Magazine” é desenvolvido com a contribuição de diversas áreas da Volkswagen do Brasil, tais como Marketing Digital e CRM, Design, Assuntos Corporativos e Relações com a Imprensa, Brand Experience, Marketing do Produto, Propaganda, Sustentabilidade, Engenharia e Fundação Volkswagen, além de contar com suporte de uma agência especializada para a produção das reportagens sobre os temas selecionados pelo Conselho Editorial.

Saiba mais sobre o “Prêmio Veículos de Comunicação”

O Prêmio Veículos de Comunicação, criado há 29 anos, reconhece as ações comerciais, de marketing e circulação que geram resultados e garantem o sucesso dos veículos de comunicação, em diversas categorias. As indicações foram feitas por profissionais de mídia reconhecidos, com base em critérios de originalidade das estratégias de marketing, negócios e relacionamento com o mercado. Os vencedores foram avaliados e eleitos por um júri formado por integrantes da Academia Brasileira de Marketing. O prêmio é uma iniciativa da revista Propaganda, da Editora Referência.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Fernando Calmon - Alta Roda - FASE ASCENDENTE

Alta Roda nº 742/91– 19/07/2013

Fernando Calmon
Parar no tempo é a pior situação na indústria automobilística. Tal situação envolveu marcas puramente inglesas, em parte pelos reflexos severos da II Guerra Mundial. Levou o governo britânico a assumir o controle de empresas descapitalizadas e a um plano de fusões. Típico mau gestor, acabou por aumentar os prejuízos e, finalmente, vender por qualquer preço para concorrentes estrangeiros (BMW, Ford e VW).

Marcas inglesas de maior peso estão hoje todas desnacionalizadas. Land Rover e Jaguar formam um grupo cujo controle acionário, depois de experiências que não deram certo com a Ford, passou para os indianos da Tata. Esta já fez tudo corretamente: colocou dinheiro e só cobra resultados. Os ingleses não decepcionaram. Suas fábricas sofrem, como todas da Europa, pelo recuo das vendas por seis anos seguidos e aumento de capacidade ociosa. Mas sua situação é um pouco menos dramática ao conseguir fechar algumas instalações e produzir com grau de ocupação acima de 80% (na Itália, por exemplo, apenas 46%).

Novo Ranger Rover Sport desponta nessa fase ascendente da marca principal, a Land Rover. Lançado em 2005 como opção refinada do Discovery III, esse SUV grande surge como produto inteiramente novo. Herdou a estrutura monobloco de alumínio do Range Rover topo de linha, porém é mais baixo e um pouco mais longo. Ganhou 18 cm na distância entre-eixos em relação ao primeiro modelo e a possibilidade de ter dois lugares extras restritos (5+2, de fato). Além de folga para três pares de pernas no banco traseiro, o acompanhante do banco dianteiro também dispõe de mais espaço.

Para o motorista houve diminuição em cerca de metade do número de botões no painel e um quadro de instrumentos eletrônico que simula ponteiros correndo por trás dos números. Aproveitar toda a capacidade fora de estrada – improvável para quem pode pagar cerca de R$ 400.000 pela versão de entrada – exige estudo do manual ou instrutor paciente. Sensor colocado na carcaça dos retrovisores externos pode avaliar e projetar no painel a profundidade de um rio ou riacho que se queira cruzar (até 85 cm de profundidade). Segundo a empresa, recurso inédito.

Avaliar o Ranger Rover Sport, ao longo de mais de 400 km em dois dias, em estradas secundárias da Inglaterra e País de Gales, exigiu atenção redobrada. Afinal, guiar na mão esquerda de direção e administrar um veículo de 2,07 m de largura (incluídos espelhos) por faixas de rolagem entre as mais estreitas do mundo, é nada usual. O carro “emagreceu” 420 kg e ficou mais à mão. Suspensão pneumática, amortecedores e barras estabilizadoras adaptativas, rodas com aros de 21 pol e pneus 275/45 formam um conjunto que não teme curvas. E, fora de estrada, ressalta as tradições da marca por piores que sejam os obstáculos. Autogerenciamento eletrônico de sete parâmetros se encarrega de (quase) tudo.

Para o Brasil, motor V-6 diesel (3 L/258 cv) responderá por 70% das preferências. Ganhou cerca de dois segundos na aceleração de 0 a 96 km/h (agora, 6,8 s) e quase 18% em consumo. Estreará novo V-6 (3 L/292 cv) gasolina, com compressor. Continua o V-8 (5 L/510 cv), também com compressor e sonoridade típica de Jaguar que compartilha esse motor.

RODA VIVA

COLUNA antecipa início de produção de mais um modelo: novo Ford Ka, março de 2014, fábrica de Camaçari (BA). Vendas só dois a três meses depois, em função de ajustes produtivos. Trata-se do projeto B562 com lançamento simultâneo das versões hatch e sedã, a exemplo do Etios. Menor que o New Fiesta, será subcompacto anabolizado, como VW up!.

PRODUÇÃO do Golf VII está prevista, na fábrica mexicana de Puebla, para primeiro trimestre do próximo ano. Portanto, só chegaria ao Brasil em meados de 2014. Mas, versão GTI (230 cv) virá antes, da Alemanha. Em 2015, Golf será fabricado em São José dos Pinhais (PR), viabilizado pela produção conjunta do Audi A3 que usa mesma arquitetura MQB.

PRIMEIRAS unidades do SUV médio compacto da JAC estarão em ruas e estradas nas próximas semanas, com pouco disfarce. São S5 (aqui terão outro nome) chineses em testes. Lançamento em 2014 para concorrer na faixa de ix35, CRV e RAV4. Terá novo motor 2-litros aspirado, mais barato que versão turbo, para mantê-lo entre R$ 70.000 e R$ 80.000.

CONTRAN, cada vez mais, se especializa em criar prazos inviáveis. Agora, a vez dos simuladores de direção em autoescolas de todo o País. Prevista para o último dia 30 de junho, a Resolução 412/2012 precisou ser adiada. Equipamento custa mais de R$ 35.000 e existe apenas um fornecedor. Quem sabe passa a valer em 31 de dezembro próximo.

PESSOAL de marketing das fábricas gosta de exagerar nas siglas em inglês de recursos eletrônicos. ESC e TC, por exemplo, estão sempre associados: controles de estabilidade e de tração funcionam de forma integrada. Da mesma forma, ABS e EBD: sistema de freios com antibloqueio e distribuição da força de frenagem. Na realidade são duas peças e quatro funções.

PERFIL
   
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

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