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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Expedição Nissan:À procura do início do Brasil ganha etapa extra e vai ao Pará


Quando foi criado em 2017, o projeto "Expedição Nissan: À procura do início do Brasil" tinha a previsão de ter quatro etapas, que foram completadas em abril deste ano com a visita aos sítios arqueológicos da Chapada Diamantina, na Bahia, mas os expedicionários e suas picapes Nissan Frontier vão voltar as estradas e trilhas. Em função do sucesso em contribuir para a divulgação do patrimônio histórico do Brasil, a Nissan decidiu realizar mais uma etapa. O local escolhido foi indicado por inúmeros especialistas por ainda ser pouco conhecido e ter características únicas de pinturas rupestres. Na próxima semana, uma nova etapa acontecerá no Pará. Dessa vez os aventureiros conhecerão sítios arqueológicos com pinturas da tradição amazônica, localizados na região de Monte Alegre, oeste do estado.

Os expedicionários – jornalistas, convidados e pesquisadores – percorrerão o interior do Pará para conhecer as origens do país por meio da arte rupestre. A expedição, que usa uma frota de 15 picapes Nissan Frontier, passará por locais que guardam registros da presença de nossos ancestrais datados de mais de 12 mil anos.

Dessa vez, eles serão acompanhados por Edith Pereira, arqueóloga com ênfase em Arqueologia Pré-Histórica e em arte rupestre, pré-história da Amazônia. Graduada em Licenciatura em História pela Universidade Federal do Pará, Edith tem mestrado em História pela Universidade Federal de Pernambuco e doutorado em Geografia e História pela Universidade de Valência, Espanha (1996). Atualmente é pesquisadora Titular do Museu Paraense Emílio Goeldi.


A expedição, que já visitou sítios arqueológicos em Minas Gerais, Piauí, Mato Grosso e Bahia, segue o compromisso da Nissan de estar cada vez mais presente no dia a dia dos brasileiros e, assim, une os produtos da marca com ações que contribuam com o país. No caso, contribuir com a cultura e a pesquisa científica ao divulgar o rico acervo de pinturas rupestres do Brasil, que muitas vezes é mais conhecido e admirado por estrangeiros do que pelos brasileiros.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

"Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” visita um dos sítios arqueológicos no Mato Grosso

Os aventureiros da "Expedição Nissan: À procura do início do Brasil" percorreram mais de 300 km no primeiro dia da terceira etapa do projeto, que começou ontem no Mato Grosso. 

Após deixar a capital Cuiabá, a frota de 15 Nissan Frontier, conduzida por jornalistas e convidados de todo o Brasil, especialmente do Centro-Oeste, seguiu rumo ao município de Jangada, onde está localizado o sítio arqueológico de Santa Elina, um dos mais importantes do Brasil e da América do Sul.

Para chegar ao primeiro destino, a caravana passou por trechos on e off road, podendo provar as qualidades da Nissan Frontier, a picape mais premiada de 2017 pela imprensa especializada, com oito reconhecimento como "Picape do Ano". Um dos destaques do comboio são as unidades da nova versão SE, lançada em novembro e que reforça a linha da picape totalmente nova da Nissan.

Localizado na Serra das Araras, no município de Jangada, o sítio arqueológico de Santa Elina tinha a ossada de um bicho-preguiça gigante, cuja extinção ocorreu há 10 mil anos. 

No local descobriu-se também mais de 25 mil artefatos e, dentre eles, vários que comprovam a convivência humana e da fauna e com mais de 27 mil anos. O Mato Grosso tem cerca de 792 sítios arqueológicos cadastrados, que variam desde os feitos com pedras a registros rupestres.

O grupo foi acompanhado pelos arqueólogos Caroline Bachelet, doutora do Museu Nacional de História Natural de Paris, e Levy Figuti, também doutor do Museu Nacional de História Natural de Paris e professor doutor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.

Durante a visita, a Nissan deixou sua contribuição para a divulgação de importantes sítios de arte rupestre do Brasil. A empresa fez a doação de uma carreta que será utilizada para o transporte de visitantes da sede da fazenda Santa Elina até o sítio, um trajeto com cerca de dois quilômetros, trazendo mais comodidade para as pessoas que querem conhecer as pinturas rupestres.

Além do Sítio de Santa Elina, os aventureiros seguiram rumo ao distrito de Água Fria, na região da Chapada dos Guimarães. Lá, visitaram a cachoeira do Pingador, que com seus 12 metros de altura, é uma das mais bonitas da chapada pois suas águas cristalinas formam uma piscina natural.