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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Johannes Roscheck é o novo presidente da Audi do Brasil

O Dr. Johannes Roscheck é o novo presidente e CEO da Audi do Brasil. Com grande expertise no setor automotivo e conhecimento do mercado brasileiro, Roscheck, que é austríaco, já atuou como CFO na unidade da marca em Curitiba na década de 1990.

“A Audi continua confiando no mercado brasileiro. Com o recente anúncio do Q3 Flex, passamos a oferecer um segundo produto fabricado localmente que atende às necessidades dos consumidores brasileiros”, afirma o executivo.

Engenheiro Industrial especializado em produção de motores e automóveis, Johannes Roscheck é formado em Engenharia Industrial na Áustria e é Ph D em Engenharia Mecânica e Industrial. O executivo tem mais de 20 anos de experiência no setor automotivo, com atuação internacional nas áreas de Finanças e Produção. Dentro da Audi, ocupou cargos de chefia na Hungria, Estados Unidos, Alemanha e Brasil, além de ter passagens pelo Grupo Volkswagen e empresas de consultoria.

Em sua primeira passagem pela Audi do Brasil, Roscheck foi responsável pela controladoria na fábrica da marca no Paraná, na década de 1990. Posteriormente, ele passou a ser responsável pelos negócios da empresa no país, especialmente pela produção local de veículos. Após essa passagem pelo país, ele assumiu a posição de Secretário-geral da AUDI AG, em 2002. Nos Estados Unidos, ele atuou com líder de Projetos e, posteriormente, como membro do Board e CFO da Audi Hungria.  


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Scania Latin America anuncia chegada de novo CFO

A partir de 1º de janeiro de 2016, Kenneth Cehlin assume como novo CFO da Scania para América Latina, reportando para Per Olov Svedlund, presidente e CEO da Scania Latin America. Há 34 anos trabalhando na fabricante sueca, Cehlin atualmente é responsável pela controladoria da área comercial da Scania na Suécia.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Letras Financeiras do Banco Volkswagen batem recordes em ano de crise

O Banco Volkswagen acaba de concluir a emissão de R$ 500 milhões em Letras Financeiras (LFs) no mercado nacional. O volume das ofertas chegou a R$ 2,48 bilhões, maior demanda recebida desde que a empresa começou a oferecer o produto. Comparada à emissão de 2014, o aumento foi de 40%.

No total, 28 investidores enviaram propostas para a transação, a maior quantidade já registrada para a operação no livro de ofertas do Banco (bookbuilding) até hoje. Os papéis possuem prazo de dois anos e renderão juros equivalentes a 105,4% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), a menor taxa alcançada pelo Banco Volkswagen desde que iniciou este tipo de captação, há quatro anos.

“O fato de o volume de ofertas e investidores ter sido recorde mostra que o mercado confia e aposta na solidez do Banco Volkswagen, mesmo em um cenário economicamente adverso”, afirma Rafael Teixeira, diretor-executivo e CFO da Volkswagen Serviços Financeiros.

Segundo Teixeira, a captação de recursos por meio de Letras Financeiras faz parte da estratégia de diversificação de funding da instituição, já que garante maior sustentabilidade às operações. “São alternativas sólidas de financiamento, pois permitem a captação a um custo mais competitivo e, consequentemente, taxas mais atrativas para o cliente final”, explica.
O que são Letras Financeiras?

Letras Financeiras são títulos emitidos por instituições financeiras que consistem em uma promessa de pagamento. Podem ser emitidas por bancos múltiplos, comerciais e de investimento, sociedades de crédito, financiamento e investimento, caixas econômicas, companhias hipotecárias ou sociedades de crédito imobiliário.


Criada em dezembro de 2009, esse instrumento de captação, em geral, tem prazo mais longo do que os CDBs (Certificado de Depósito Bancário), pois o tempo mínimo para resgate de capital é de dois anos. Desde que foram criadas, as LFs receberam incentivos para sua emissão, como a permissão de realização de ofertas públicas e a isenção de recolhimento de compulsório junto ao Banco Central.