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segunda-feira, 10 de junho de 2019

FIAT COMEMORA 150 MIL UNIDADES VENDIDAS DO MOBI


De um estudo da Fiat sobre cidades e do desejo de unir o urbano e funcional em um veículo prático e fácil de dirigir, nascia o compacto Mobi. Até seu nome sugere essa vocação, lembrando a palavra mobilidade. O sucesso foi tamanho que agora, cerca de três anos após seu lançamento, o modelo já ultrapassou a marca de 150 mil unidades vendidas. Desenvolvido para ser compacto no tamanho, mas grande nas qualidades e, acima de tudo, ser inovador e divertido para dirigir, o Fiat Mobi tem garantido um bom desempenho de mercado em 2019.

O Fiat Mobi é um carro totalmente pensado para responder às necessidades de se movimentar nos centros urbanos. Ele é fácil de manobrar e estacionar. E a leveza do Fiat Mobi se traduz ainda em bom desempenho e estabilidade. O modelo é exemplo de consumo consciente no universo automotivo.

Alguns meses após sua chegada recebeu a versão Drive com o então novíssimo motor Firefly 1.0 três cilindros. Com isso, na época, se tornou o veículo mais econômico do Brasil entre os equipados com motor 1.0 aspirado. E não apenas isso – passou a ser também o com maior torque neste mesmo comparativo.

Já em 2017, o Fiat Mobi ganhou a versão GSR (Gear Smart Ride) evidenciando ainda mais o consumo consciente e sustentável, sendo o primeiro modelo da história da Fiat brasileira a receber a combinação de motor 1.0 com câmbio automatizado. Em testes do Inmetro-PBEV, o Mobi Drive GSR alcançou o menor consumo de combustível em ciclo urbano entre todos os modelos equipados com motor 1.0 e câmbio automatizado à venda no Brasil, se consagrando como um dos mais econômicos do país.

Vale ressaltar que o Fiat Mobi também é o PCD nacional mais barato do mercado. Com desconto no IPI e isenção do ICMS, a versão Easy sai por R$ 25.799, preço abaixo de qualquer outro modelo. Já a versão Drive GSR com desconto para o público PCD custa R$ 35.990, 24% menos do que o preço público sugerido do modelo (R$ 47.590).

Em 2018, outras novidades chegaram para a família Mobi. A série especial Way Extreme trouxe caracterização exclusiva e tecnologias que facilitam ainda mais o dia a dia dos proprietários, como retrovisores internos com câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro.  No Salão do Automóvel de São Paulo do ano passado ainda foi apresentado o incrementado Mobi Way Extreme com o novo
pack Cross, composto por pintura bicolor, adesivos pretos no capô e nas laterais e calotas escurecidas.

Fabricado na planta de Betim (MG), o compacto ainda é um dos modelos brasileiros mais exportados da Fiat. Até maio, já foram quase 10.500 unidades enviadas para outros países da América Latina (Argentina, México, Colômbia, Paraguai, Uruguai e Peru). Em 2018, foram cerca de 15.300 carros exportados.
A gama completa disponível é composta pelas seguintes versões: Mobi Easy 1.0, Mobi Easy Comfort 1.0, Mobi Like 1.0, Mobi Way 1.0, Mobi Drive 1.0 e Mobi Drive 1.0 GSR.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Tarcísio Dias em Mecânica Online


Seu próximo carro será automático.

Pronto! A sua coluna Mecânica Online® resolveu apostar em acertar o futuro. Não é bem assim, mas essa é a tendência prevista para o mercado brasileiro em 2020, quando cerca de 60% dos carros vendidos no utilizarão transmissão automática, a verdadeira, com conversor de torque.

Antes somente encontrada em carros Premium, a transmissão automática que até 2017 equipava 40% dos veículos vendidos, promete esse aumento de 50% nas vendas nos próximos três anos.

O consumidor brasileiro curte automóvel, mas gosta principalmente de veículos eficientes no consumo de combustível, conforto e preço acessível. Com o oferecimento de transmissões automatizadas, o consumidor teve seu primeiro contato com um modo “automático” de conduzir o veículo.

O conforto em descansar o pé esquerdo, em não ter que acionar a embreagem, permitiu conhecer uma forma de condução mais tranquila e confortável. Com preço mais acessível que uma versão automática, a versão automatizada parecia ser o elo perfeito entre a transmissão mecânica e a automática.

Parecia, pois seu funcionamento resultava em trancos ao mudar de marcha, aumento excessivo de giro do motor, consumo elevado de combustível e manutenção mais cara, complicou a imagem das transmissões automatizadas.

Agora o mercado encontra uma nova realidade. Observamos pela primeira vez que veículos como o Ford Ka e Volkswagen Gol passam a oferecer a opção de transmissão automática, aproximando o consumidor de uma condução confortável e com preço acessível quando comparada com a versão com transmissão mecânica.

Na última semana observamos dois importantes lançamentos que prometem impulsionar a venda de veículos com transmissão automática.

O Ford Ka hatch SE 1.5 com transmissão automática tem preço de fábrica de R$ 56.490, sendo R$ 4.500 a mais que a mesma versão com transmissão manual.

No caso do Volkswagen Gol e Voyage essa diferença é ainda menor. Os preços começam em R$ 54.580 no hatch (diferença de R$ 3.540 para o manual) e R$ 59.990 no sedã (diferença de R$ 3.170).

Entre as opções mais acessíveis no mercado, temos na briga com o Ka (1.5 litro), Gol e Voyage (1.6 litro) o Chevrolet Onix 1.4 LT AT (R$ 54.790), Toyota Etios X 1.3 AT – automático com transmissão de quatro velocidades (R$ 53.810) e o Hyundai HB20 Comfort Plus 1.6 AT (R$ 58.950).

Com essa diferença cada vez menor entre o preço da versão com transmissão manual e a versão automática, o consumidor não vai deixar de lado o conforto e a eficiência energética que a transmissão automática oferece.

Diferente das transmissões automatizadas que foram recentemente oferecidas no mercado como a iMotion, Dualogic, GSR, EasyR, entre outras, na transmissão automática temos o funcionamento de forma hidráulica, usando um conversor de torque e um conjunto de diferentes engrenagens planetárias, concentradas em uma única peça, engatadas entre si que permitem a troca de marchas, sem a interrupção da transmissão de potência do motor.

Para que o sistema funcione, existe um componente chamado de conversor de torque, que faz a função de embreagem. Este item faz um acoplamento hidráulico que permite que o motor gire de forma independente da transmissão.
Assim, se o motor girar mais lentamente, a quantidade de torque que passa pelo conversor é menor. Se o motorista acelera, o motor bombeia mais fluido para dentro do conversor de torque, o que faz com que essa força seja transmitida às rodas.

As transmissões automáticas atuais são controladas por sistemas eletrônicos, que comandam as trocas de marcha dependendo da velocidade do veículo, carga e rotação do motor.

Eventualmente uma mesma transmissão automática se comporta de forma totalmente diferente dependendo de qual montadora efetuou a calibração (regulagem eletrônica) dela no veículo.

Podemos também observar que alguns modelos oferecem modos de condução econômico ou esportivo, por exemplo, o que nada mais são do que opções de regulagem dos pontos e troca feitas eletronicamente.

Um recurso utilizado para minimizar o consumo é o aumento do número de marchas. Hoje é muito comum veículos automáticos com 6, 7, e 8 marchas. Devido à maior complexidade interna, pode ter uma manutenção mais cara e realizada somente em oficinas especializadas.

PERFIL
Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.