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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

RENAULT ALCANÇA MARCA DE 4 MILHÕES DE MOTORES PRODUZIDOS NO BRASIL


A Renault do Brasil alcançou a marca de 4 milhões de motores fabricados no Complexo Ayrton Senna, no Paraná. Desse total, cerca de 40% foram exportados. A marca histórica foi celebrada em cerimônia realizada com os cerca de 550 colaboradores da Curitiba Motores. A CMO – como é conhecida – tem capacidade produtiva de 600 mil unidades ao ano e hoje produz os motores 1.0 e 1.6 SCe, que equipam toda a gama de veículos de passeio da Renault no país.

A história da produção dos motores da Renault do Brasil começou em 2 de dezembro de 1999, com a inauguração da CMO. A fábrica possuía capacidade produtiva de 280 mil unidades por ano e fabricava o motor 1.6 16V, que equipava os três veículos da produção nacional da Renault: o Scénic, o Clio e o Clio Sedan, além de ser exportado para a Argentina, onde era aplicado à linha Mégane.

Em 2000, seu primeiro ano cheio de fabricação, a CMO produziu cerca de 30 mil motores, já contando também com as primeiras unidades do motor 1.0 16V, com foco no Clio. A partir de 2002, a fábrica diversificou sua produção, incluindo também os motores 1.0 8V e 16V. A marca produziu também o motor 1.2 16V para exportação. Com essa gama, a Renault atingiu, em 2006, o seu primeiro milhão de unidades produzidas no Brasil – marca que seria duplicada em 2011 e que chegaria a 3 milhões em 2014.

Em novembro de 2016, os motores da Renault do Brasil deram um outro salto tecnológico com a chegada dos propulsores 1.0 SCe e 1.6 SCe, com inovações da Fórmula 1 em nome da economia de combustível e do prazer em dirigir. Totalmente em alumínio, os motores 1.0 e 1.6 SCE – sigla para Smart Control Efficiency – são 20 kg e 30 kg mais leves que seus antecessores.

Hoje os motores SCe estão aplicados a toda a gama de veículos de passeio da Renault no país, com excelentes resultados de economia de combustível. O destaque é o Kwid, que, com o motor 1.0 SCe, é o campeão nesse quesito entre os dez carros mais vendidos do país, segundo o Inmetro.

A evolução tecnológica é seguida pela capacitação dos colaboradores. Apenas em 2018, já foram mais de 24 mil horas de formação profissional ministradas – até o final do ano, o número deve chegar a 40 mil.

Além de fabricar motores, a CMO também se destaca pela produção de componentes. A partir de 2001, a unidade começou a produzir blocos, cabeçotes, virabrequins e calas para o mercado nacional e exportação.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

SEMANA DO MEIO AMBIENTE: GESTÃO EFICIENTE DE RESÍDUOS PROMOVE O REAPROVEITAMENTO DE 122 TONELADAS DE MATERIAIS NA FÁBRICA DA RENAULT


A reutilização de 122 toneladas de materiais que seriam destinados à reciclagem ou descartados é o principal resultado obtido com uma política de reaproveitamento de resíduos implantada no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR)


O peso, correspondente ao de 120 Sanderos, é a somatória de aproximadamente 176 mil embalagens de plástico, papelão, pallets e calços, que ganharam um prolongamento da vida útil nas fábricas de motores, veículos comerciais e veículos de passeio da Renault, reduzindo o uso de recursos naturais e a utilização de novas matérias primas


Os números são o acumulado do resultado colhido ao longo de 2015 – ano em que foi implantado o reaproveitamento – e mostram que a gestão eficiente de resíduos é uma das marcas da atuação da Renault. A cada ano, a empresa promove a correta destinação de 70 mil toneladas de materiais. Desse total, 97,2% são reciclados ou reaproveitados e apenas 2,8% são destinadas a aterro sanitário.
A observação foi o ponto de partida da implantação da política, uma vez que, analisando os descartes de resíduos, foi constatado que grande parte das embalagens chegava às docas em bom estado de conservação. A partir daí, foi implantado um fluxo para identificar as embalagens em bom estado de conservação, separando, assim, as que seriam destinadas à reciclagem e as que seriam reinseridas nos processos fabris da Renault, verificando em qual local poderiam ser reaproveitadas e para quais fins.
No total, em 2015, foram reaproveitadas cerca de 3800 unidades de pallets de madeira – com peso aproximado de 38 mil quilos, que seriam destinados à reciclagem (v. tabela). Já as embalagens plásticas reutilizadas ao longo do ano ultrapassam as 63 mil unidades.

 

Reaproveitamento
UN.
Kg
Pallets
3784
37840
Caixas papelão
3638
80305
Embalagens Plasticas
63424
1015
Calços
105063
3001
TOTAL
175.909
122.161


Reciclagem
Além dos itens reaproveitados, a Renault realiza a reciclagem da quase totalidade dos materiais utilizados nas atividades do Complexo Ayrton Senna. Veja abaixo a lista dos principais materiais reciclados pela marca em 2015:
 

Tipo de material reciclado
Toneladas

Isopor
21.160

Papel branco
56.320

Madeira
5.629.810

Papelão
5.237.640

Plástico
533.160

Lodo da pintura
284.970

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Renault comemora 15 anos de produção no Brasil com filme que fala da paixão pelo país




Há pouco mais de 15 anos entrava em operação a primeira fábrica da Renault do no Brasil, iniciando assim a produção dos primeiros veículos da marca no País. Como parte das comemorações desse importante período, foi criada uma campanha institucional com o depoimento de três franceses que, assim como a Renault, escolheram o Brasil como sua casa.

Feito exclusivamente para o meio digital, o vídeo conta a história de um músico, um executivo da Renault e uma designer de jóias, onde cada um relata um pouco da sua relação com o País e como ele conquistou seu coração. “A ideia do filme é mostrar, através dos olhos de pessoas reais, a paixão que elas, da mesma forma que a Renault, sentem pelo nosso país”, comenta Rodrigo Campos, diretor de criação da RIOT, agência responsável pela comunicação em redes sociais da Renault.

Primeira entre as chamadas newcomers a se instalar no Brasil no final dos anos 1990, a Renault passou a ocupar um lugar entre as principais montadoras do País e desde 2011 é o segundo maior mercado da marca, logo após a França. “Hoje a Renault é uma empresa brasileira, nossos produtos são referência em seus segmentos, geramos oportunidades de emprego e renda e contribuímos com a evolução da sociedade, o que nos orgulha muito”, explica o Presidente da Renault do Brasil, Olivier Murguet.


O Complexo Ayrton Senna, localizado em São José dos Pinhais (PR), é a casa da Renault no Brasil, onde são produzidos os modelos Sandero, Sandero Stepway, Logan e Duster, além do utilitário Master. Nestes 15 anos de produção, a Renault já fabricou mais de 2 milhões de veículos, conta atualmente com cerca de 6 mil colaboradores diretos e sua rede soma 282 concessionárias, distribuídas em todas as regiões do País.