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terça-feira, 9 de junho de 2020

Fábrica da Volvo Cars passa a ser alimentada 100% por energia renovável


Não só os carros deixarão de poluir, mas na Volvo Cars, toda a cadeia de produção está contribuindo para diminuir as emissões de poluentes. Agora foi a vez da fábrica de Chengdu, na China, ter 100% de sua energia proveniente de fontes renováveis. O feito reduzirá as emissões de CO2 da usina em mais de 11.000 toneladas por ano.

A partir de agora, cerca de 65% do fornecimento de eletricidade da fábrica provém de energia hidrelétrica, enquanto o restante é de energia solar, energia
eólica e outras fontes renováveis.

Este é o último passo em direção à ambição da Volvo Cars de ter uma fabricação neutra em termos de clima até 2025, parte de um plano climático mais amplo que visa reduzir a pegada de carbono geral por carro em 40% entre 2018 e 2025. Até 2040, a Volvo Cars pretende ser uma empresa neutra em termos de clima.


Na fábrica de Ghent, na Bélgica, a Volvo Cars instalou 15.000 painéis solares em 2018, a primeira introdução em larga escala de energia solar em sua rede global de manufatura.

No entanto, o plano vai além da eletrificação dos veículos, mas busca combater as emissões de carbono nas operações mais amplas da empresa, em sua cadeia de suprimentos e na reciclagem e reutilização de materiais.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

JAGUAR LAND ROVER TESTA NOVO PROCESSO DE RECICLAGEM PARA MINIMIZAR O PROBLEMA DE RESÍDUO PLÁSTICO NO MUNDO


A Jaguar Jaguar Land Rover está testando um novo processo inovador de reciclagem que converte resíduo plástico em um novo material de alta qualidade, que pode fazer parte de futuros modelos da montadora.Estima-se que a quantidade de resíduo plástico irá ultrapassar, globalmente, as 12 milhões de toneladas, até 2050. Hoje, nem todo este plástico pode ser reciclado para uso em aplicações automotivas – especialmente em peças que precisam seguir os padrões de segurança e qualidade.

Trabalhando em conjunto com a multinacional química, BASF, a Jaguar Land Rover faz parte do projeto piloto chamado ChemCycling, que recicla lixo plástico doméstico, geralmente levados para aterros ou incineradoras, e os transforma em novos materiais de alta qualidade.

O plástico é transformado em óleo de pirólise usando processos termoquímicos. Este segundo material bruto é, na sequência, introduzido na linha de produção da BASF como um substituto do material fóssil; criando, finalmente, uma liga de nível elevado que replica a performance e qualidade de plásticos “virgens”. Finalmente, ele pode ser temperado e pintado, se tornando uma solução ideal para o design de novos acabamentos internos e painéis externos em modelos da Jaguar e da Land Rover.

A Jaguar Land Rover e a BASF estão testando a fase piloto do material em um molde da face frontal do Jaguar I-PACE para verificar se segue à risca os requisitos de segurança da peça original já existente.

Com o resultado dos testes e a evolução no uso de reciclagem química no mercado, a adoção do novo material faz com que a Jaguar Land Rover possa usar plástico doméstico reciclado em toda sua gama de modelos sem quaisquer perdas em qualidade e segurança.

A Jaguar Land Rover já está pronta para alcançar em 2020 a meta de zero resíduos em aterros para as operações no Reino Unido. Isso inclui a remoção de 1.3 milhão m² - equivalente a 187 campos de futebol – de plástico das linhas de montagem, substituindo 14 milhões de itens de plástico de uso único nas operações de negócio.

Em conjunto, esses esforços estão levando a Jaguar Land Rover para o Destino Zero; um desejo de transformar a sociedade em um lugar mais seguro, saudável e com um meio ambiente mais limpo, tudo isso por meio de um processo de inovação contínuo para adaptar seus produtos e serviços com o mundo em constante mudança. O foco da empresa é de alcançar um futuro com zero emissões, zero acidentes e zero congestionamentos.

sexta-feira, 23 de março de 2018

Baterias descartadas do Nissan LEAF serão usadas em projeto de iluminação pública no Japão



A Nissan e sua afiliada 4R Energy Corporation uniram-se à cidade de Namie, no nordeste do Japão, para instalar novos postes de luz, que serão alimentados por uma combinação de painéis solares e baterias que foram usadas em veículos 100% elétrico Nissan LEAF.

O projeto, intitulado "The Reborn Light", tem como objetivo fornecer iluminação pública para os moradores de Namie como parte dos esforços de recuperação da cidade após o terremoto e tsunami em 11 de março de 2011 – Namie fica na prefeitura de Fukushima, um dos locais mais afetados à época das catástrofes naturais. 

A ideia é utilizar o crescente número de baterias que serão descartadas após o uso do veículo. Com o crescente aumento das vendas do Nissan LEAF, as baterias tornam-se cada vez mais disponíveis em todo o mundo, criando novos tipos de uso e de negócio.

A Nissan e a 4R Energy Corporation criaram um tipo iluminação externa que opera completamente fora da rede elétrica principal, não necessitando de cabos elétricos ou tomadas. Um protótipo será testado em 26 de março na fábrica de recuperação de baterias de 4R em Namie, com instalação em larga escala a partir do ano fiscal de 2018.

sábado, 30 de setembro de 2017

Projeto “Costurando o Futuro” da Fundação Volkswagen inaugura loja no Shopping Anália Franco, no Tatuapé (SP)

O projeto de desenvolvimento social “Costurando o Futuro”, da Fundação Volkswagen, acaba de inaugurar um novo espaço para a exposição e comercialização de seus produtos, fabricados com matéria-prima doada pela Volkswagen do Brasil. Até 25 de outubro, os empreendedores estarão em uma loja temporária no Shopping Anália Franco, Tatuapé (SP), com peças exclusivas como bolsas, mochilas, ecobags entre outros produtos à venda.

A partir dos cursos de corte e costura, os empreendedores colocam em prática toda sua criatividade na confecção das peças fabricadas com uniformes usados e tecidos automotivos que seriam descartados em aterros. A iniciativa visa desenvolver habilidades de empreendedorismo, empoderamento e a geração de renda das comunidades situadas no entorno das fábricas da Volkswagen do Brasil.
O “Costurando o Futuro” abrange os três pilares da sustentabilidade: social, ambiental e econômico. Desde seu início, em 2009, o projeto já reutilizou 76 toneladas de tecidos. Em São Bernardo do Campo (SP) – onde está localizada a fábrica Anchieta, da Volkswagen do Brasil – o “Costurando do Futuro” já beneficiou 376 pessoas e resultou na fundação de uma microempresa formada por ex-participantes. Em 2012, o projeto foi levado para São José dos Pinhais (PR) – onde a Volkswagen do Brasil também tem fábrica – e estabeleceu uma rede de costureiras que começou a desenvolver novos produtos e métodos de vendas.
Serviço:
Projeto Costurando o Futuro
Iniciativa: Fundação Volkswagen  e Shopping Anália Franco 
Entrada Gratuita
Funcionamento até o dia 25/10
Tel.: (11) 4003 4133
End: Av. Reg. Feijó, 1739 - Tatuapé, São Paulo - SP, 03342-000, Piso Lírio

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

VEÍCULOS JAGUAR LAND ROVER TERÃO PROCESSO MAIS MODERNO DE ALUMÍNIO RECICLADO

A Jaguar Land Rover está aumentando o uso de alumínio reciclado nas carrocerias de seus veículos novos, de maneira a cortar desperdício e reduzir emissões de carbono.

O projeto de  £2 milhões, ou aproximadamente R$ 8 milhões, é intitulado REALITY e, por meio dele, a empresa achou um caminho para fechar o ciclo de reciclagem de alumínio: dos carros descartados ao retorno à fábrica em veículos zero quilômetro de  alta performance da Jaguar e da Land Rover.

REALITY é um projeto que se soma ao anterior projeto REALCAR, o que irá permitir que dezenas de toneladas de alumínio geradas no processo de manufatura sejam recicladas e usadas novamente no processo. Assim, este processo fecha um ciclo de um modelo de desenvolvimento econômico e de benefícios ambientais.

O projeto REALCAR começou com uma parceria entre a Jaguar Land Rover, a Innovate UK, a Novelis, a Norton Aluminium, a Stadco, a Universidade Brunel de Londres, a Zyomax e a Innoval Technology. O trabalho com os fornecedores permitiu que a Jaguar Land Rover ganhe mais de 75 mil toneladas de alumínio que seria descartado, mas que agora será reutilizado na produção.

Ao implementar o ciclo total de reciclagem do alumínio, uma tecnologia química inovadora é instituída, além de uma nova infraestrutura e investimento de mais de £13 milhões (quase R$ 53 milhões). Trata-se de uma nova cultura que cuida dos materiais descartados como uma commodity de alto valor. A qualidade continua sendo ponto fundamental e o projeto avalia o alumínio e os níveis de química e microestruturas para aumentar tolerância à reciclagem.

O projeto é parcialmente custeado pelo órgão Innovate UK e envolve mais de 10 oficinas de imprensa de chapas de alumínio (tanto da Jaguar Land Rover como de seus fornecedores) com alumínio sendo remodelado pela Novelis.

Um dos benefícios mais significativos em termos de sustentabilidade é que o uso desse alumínio reciclado precisa de 95% menos energia do que a sua produção primária.

terça-feira, 6 de junho de 2017

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE: RENAULT RECICLA 100% DOS RESÍDUOS GERADOS NO PROCESSO PRODUTIVO

O Complexo Ayrton Senna, onde a Renault fabrica veículos de passeio, comerciais leves e motores, alcançou uma marca emblemática para o meio ambiente: a reciclagem de 100% dos resíduos gerados no processo de produção. O complexo industrial instalado em São José dos Pinhais (PR) tornou-se, ao final de 2016, a primeira unidade da Renault fora da Europa a atingir tal feito.
 
Em todo o ano passado, a empresa também contabilizou, como consequência de sua política ambiental, a redução de mais de 420 toneladas de resíduos gerados e a queda de 20% do índice de geração de resíduos por veículo fabricado.
 
“O que buscamos na Renault do Brasil é um processo sustentável, trazendo retorno ao business e ao meio ambiente. Todos as destinações foram pensadas de forma a priorizar a redução na geração, o reuso, a reciclagem ou incorporação a outros processos produtivos”, diz Rodrigo Tavares, supervisor de Meio Ambiente da Renault.
 
Desde 2015, a Renault já reciclava 97% do total de resíduos gerados no Complexo Ayrton Senna. Para alcançar os 100%, foi dada continuidade a políticas ambientais como a economia circular, que consiste em aplicar um material já utilizado a outro processo ou finalidade, em vez de descartá-lo.
 
Neste conceito, a partir de um mapeamento inicial dos resíduos, foram identificados mais de 50 diferentes itens com potencial de reutilização. Formou-se ainda uma equipe transversal para trabalhar e aprofundar o tema, criando um catálogo com esses materiais. Entre os principais itens reutilizados em 2016 estão pallets, espumas plásticas e embalagens de papelão.
 
Até mesmo os resíduos sanitários – um problema de difícil solução para a indústria – deixaram de ser destinados a aterros e hoje auxiliam na recuperação de áreas degradadas, após passarem por um processo de compostagem acelerada. Este projeto demandou um intenso trabalho de desenvolvimento de fornecedores e envolveu os órgãos de meio ambiente e de saneamento regionais.
 
“Com a criação deste projeto, houve uma ruptura no conceito de resíduos na Renault do Brasil, pois percebeu-se o que antes era popularmente chamado de ‘lixo’, na verdade são materiais com muito valor. Essa política é contínua, de forma que, nos cinco primeiros meses de 2017, já superamos a redução de geração de resíduos em 20%, em comparação com 2016”, completa Tavares.
 
Tipo de material reciclado na Renault do Brasil (em toneladas) 
Isopor 21.160  
Papel branco 50.710  
Madeira 5.119.050  
Papelão 4.996.690
Plástico 1.047.720  
Lodo da pintura 424.070
 
Reaproveitamento de materiais (unidades / kg)
Pallets 49.179 / 283.772
Caixas de papelão 2677 / 66.466
Embalagens Plásticas 70000 / 1500
 

sábado, 16 de julho de 2016

Fórmula Truck: 410 quilos de lixo foram reciclados em Londrina

Preservar o meio ambiente tem sido uma prática comum nas etapas da Fórmula Truck em todo o Brasil. Na quinta corrida do ano, disputada no início deste mês em Londrina, cidade do Norte do Paraná, não foi diferente. 

Pessoas que trabalham com a reciclagem recolheram mais de 400 quilos de materiais que foram encaminhados para as indústrias de reciclagem e, além de evitar que fossem jogados nos lixões normais e poluíssem o meio ambiente, também geraram renda para várias famílias. Foram recolhidos 230 quilos de latas de alumínio e 180 entre embalagens de plástico e tetrapak.

“Temos feito esse trabalho em todas as etapas e o resultado é muito bom. Tudo o que é reciclável orientamos antecipadamente o pessoal dos camarotes e da cozinha a separar para facilitar o trabalho dos catadores. 

Essa ação será repetida no próximo dia 31 de julho em Interlagos, onde teremos a sexta etapa do ano, pois além de tudo ainda gera renda para muitas famílias carentes das cidades por onde passamo”, disse Neusa Navarro, presidente da Fórmula Truck.

A mais popular categoria da América do Sul retorna ao Autódromo de Interlagos depois de um ano distante por motivos que fugiram do controle da organização. O templo do automobilismo brasileiro deve lotar para ver as brigas pela vitória, principalmente entre os líderes Felipe Giaffone, Diogo Pachenki e Paulo Salustiano, os três primeiros colocados na classificação geral.


PROXIMAS ETAPAS 2016
31 de julho - Interlagos (SP)
4 de setembro - Tarumã (RS)
9 de outubro - Cascavel (PR)
6 de novembro - Guaporé (RS)
4 de dezembro - Curvelo (MG)



sexta-feira, 10 de junho de 2016

SEMANA DO MEIO AMBIENTE: GESTÃO EFICIENTE DE RESÍDUOS PROMOVE O REAPROVEITAMENTO DE 122 TONELADAS DE MATERIAIS NA FÁBRICA DA RENAULT


A reutilização de 122 toneladas de materiais que seriam destinados à reciclagem ou descartados é o principal resultado obtido com uma política de reaproveitamento de resíduos implantada no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR). 


O peso, correspondente ao de 120 Sanderos, é a somatória de aproximadamente 176 mil embalagens de plástico, papelão, pallets e calços, que ganharam um prolongamento da vida útil nas fábricas de motores, veículos comerciais e veículos de passeio da Renault, reduzindo o uso de recursos naturais e a utilização de novas matérias primas


Os números são o acumulado do resultado colhido ao longo de 2015 – ano em que foi implantado o reaproveitamento – e mostram que a gestão eficiente de resíduos é uma das marcas da atuação da Renault. A cada ano, a empresa promove a correta destinação de 70 mil toneladas de materiais. Desse total, 97,2% são reciclados ou reaproveitados e apenas 2,8% são destinadas a aterro sanitário.
A observação foi o ponto de partida da implantação da política, uma vez que, analisando os descartes de resíduos, foi constatado que grande parte das embalagens chegava às docas em bom estado de conservação. A partir daí, foi implantado um fluxo para identificar as embalagens em bom estado de conservação, separando, assim, as que seriam destinadas à reciclagem e as que seriam reinseridas nos processos fabris da Renault, verificando em qual local poderiam ser reaproveitadas e para quais fins.
No total, em 2015, foram reaproveitadas cerca de 3800 unidades de pallets de madeira – com peso aproximado de 38 mil quilos, que seriam destinados à reciclagem (v. tabela). Já as embalagens plásticas reutilizadas ao longo do ano ultrapassam as 63 mil unidades.

 

Reaproveitamento
UN.
Kg
Pallets
3784
37840
Caixas papelão
3638
80305
Embalagens Plasticas
63424
1015
Calços
105063
3001
TOTAL
175.909
122.161


Reciclagem
Além dos itens reaproveitados, a Renault realiza a reciclagem da quase totalidade dos materiais utilizados nas atividades do Complexo Ayrton Senna. Veja abaixo a lista dos principais materiais reciclados pela marca em 2015:
 

Tipo de material reciclado
Toneladas

Isopor
21.160

Papel branco
56.320

Madeira
5.629.810

Papelão
5.237.640

Plástico
533.160

Lodo da pintura
284.970

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Fórmula Truck recicla materiais para ajudar meio-ambiente

Sempre em busca da ajudar na preservação do meio-ambiente, a Fórmula Truck tem feito em todas as etapas, reciclagem de materiais utilizados nas corridas da 21ª temporada da mais popular categoria do automobilismo da América do Sul. Na terceira etapa, em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, Estado que tem parte do Pantanal Matogrossense inserido em seu território, foram recolhidos e reciclados cerca de 50 quilos de latinhas de alumínio, papeis e papelões, aproximadamente 300 quilos de plásticos e embalagens tetra pak, utilizadas para acondicionar sucos, leites e outros tipos de líquidos.

"A Fórmula Truck é uma categoria que se preocupa muito com a preservação do meio-ambiente e temos feito esse trabalho de reciclagem em todos os autódromos, pois, além de preservar a vida no nosso planeta, também serve como fonte geradora de renda para muitas famílias. Temos de conscientizar as pessoas que preservar o meio-ambiente é essencial para as pessoas, para as gerações futuras e para todo o mundo", disse Neusa Navarro, presidente da Fórmula Truck.

Além da preocupação com o excesso de fumaça emitido pelos caminhões - os pilotos são punidos nos treinos e nas corridas - que disputam as etapas em vários Estados do Brasil, a Fórmula Truck também recicla centenas de litros dos mais variados tipos de óleos utilizados nos brutos durante as provas. Em sua sede, na cidade de Santos, litoral paulista, uma empresa especializada recolhe todo o material e faz a reciclagem.

Instituto Cafu
A Fórmula Truck também tem dado especial atenção às crianças carentes, tanto que em todas as etapas promove o Truck Kids que nas sextas-feiras é reservado para a garotada de escolas da periferia das cidades por onde a categoria passa. A partir da próxima prova, dia 5 de junho em Goiânia, todos os torcedores que adquirirem qualquer tipo de ingresso (arquibancada, paddock, VIP ou Camarote Torcedor) e deram uma contribuição de R$ 2 entram num sorteio para dar volta rápida no caminhão da Fórmula Truck, que será pilotado por um piloto profissional. 

Esse dinheiro arrecadado será doado ao Instituto Cafu, mantido pelo capitão da seleção pentacampeã de futebol. No bairro do Jardim Irene, na Zona Sul da capital paulista. Os doadores também concorrerão a bolas e camisetas autografadas pelo ex-jogador.

domingo, 1 de maio de 2016

JAGUAR XE CELEBRA SEU PRIMEIRO ANO COM MARCO HISTÓRICO DE RECICLAGEM

Ao comemorar o primeiro ano completo de vendas do Jaguar XE, o projeto pioneiro de alumínio reciclado "REALCAR” contribui para o avanço do uso intensivo de alumínio na carroceria do sedã alcançasse um marco significativo.


A Jaguar Land Rover recuperou mais de 50 mil toneladas de sucata de alumínio, o peso de 200 mil carrocerias do Jaguar XE, de volta para o processo de produção durante 2015/16, evitando que o equivalente a mais de 500 mil toneladas de CO2 entrasse na atmosfera por não utilizar material de alumínio primário.

Os números são resultados do projeto “REALCAR", que envolve 11 oficinas de prensagem do Reino Unido dentro de um circuito fechado. O processo segrega resíduos de sucata de alumínio e ser enviado de volta à produção, para, desta forma, ser derretido em folha de alumínio reciclado e usado nos veículos da Jaguar Land Rover.

O projeto de pesquisa liderado pela Jaguar Land Rover, com parte financiada pelo Innovate Reino Unido, também viu o desenvolvimento de uma liga à base de alumínio reciclado, que pode aceitar uma percentagem mais elevada da sucata recuperada. Em 2014, o Jaguar XE tornou-se o primeiro carro do mundo a utilizar esta liga de alumínio de alta resistência inovadora, desenvolvida pelo parceiro do projeto Novelis.

Mais de £7 milhões foram investidos nas máquinas de prensagem das próprias unidades de manufatura de Halewood da Jaguar Land Rover, além de Castle Bromwich e Solihull, com a instalação de sistemas de segregação para capturar e distribuir a sucata de alumínio para o re-derretimento, reduzindo resíduos, mantendo maior qualidade e valor no material.

A recuperação do alumínio oferece enormes benefícios de sustentabilidade, pois a sua reciclagem requer até 95% menos energia do que a produção de alumínio primário.

O alumínio reciclado da classe estrutural foi, desde então, testado e introduzido nas carrocerias de alumínio de baixo peso dos novos modelos Jaguar XF e F-PACE.

O projeto REALCAR faz parte da estratégia de economia circular da Jaguar Land Rover para melhorar a eficiência dos recursos em toda a empresa. #JLRclosedloop #REALCAR


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

PRESIDENTE DA COOPERÁRVORE VENCE PRÊMIO MULHERES NOTÁVEIS

A presidente da Cooperárvore, cooperativa de moda sustentável que faz parte do programa social Árvore da Vida – desenvolvido pela Fiat Chrysler Automobiles (FCA) em Betim (MG) -, Iracema Pereira, teve uma noite de gala no dia 4 de dezembro, no Automóvel Clube, em Belo Horizonte. 

Vencedora do prêmio “Mulheres Notáveis” na categoria Empreendedorismo Social, ela recebeu o troféu que a consagrou como uma mulher de destaque devido à sua história de vida e de seu trabalho na cooperativa. A premiação é promovida anualmente pelo Conselho da Mulher Empreendedora da  Associação Comercial e Empresarial de Minas  (ACMinas).

Iracema acredita que a conquista é resultado de um esforço coletivo. “Ganhar esse prêmio não é o reconhecimento apenas do meu trabalho, mas de todos da Cooperárvore”, acredita. “Eu não teria vencido se não fossem eles, com o trabalho em equipe”, conta. Durante a noite, ela chegou a autografar o catálogo da nova coleção da Cooperárvore, “Vista-se de Flores”, para entusiastas do reconhecimento do trabalho do grupo.

Criada em 2006, a cooperativa já reutilizou cerca de 25 toneladas de materiais, como aparas de cinto de segurança e tecidos automotivos, doadas pela FCA e empresas parceiras, que foram transformadas em mais de 233 mil acessórios de moda e decoração, como bolsas, mochilas e malas. A cooperativa está localizada no Jardim Teresópolis, região vizinha à fábrica da Fiat.

Para a coordenadora de Relações com a Comunidade e Sustentabilidade da FCA, Luciana Costa, a vitória de Iracema é uma inspiração. “Mais do que gerar renda, a cooperativa dissemina na comunidade valores de cidadania e igualdade ao impulsionar o empoderamento social e político das mulheres”. Além de Iracema, outras 12 mulheres receberam, em diferentes categorias, a homenagem de Mulher Notável.

História de superação
A dona de casa Iracema Pereira Costa Salgado frequentou a primeira turma de corte e costura do programa Árvore da Vida, em 2004. Nunca havia costurado antes, mas tinha vontade de aprender. Em 2006, participou da criação da Cooperárvore, que atualmente emprega 13 moradores do bairro.

Em 2007, Iracema retomou os estudos por meio do supletivo, ação desenvolvida pelo Árvore da Vida. A cooperada também fez cursos de relações humanas, cooperativismo, informática, empreendedorismo, entre outros, oferecidos pelo programa em parceria com o Sebrae. Já em 2011, foi uma das cooperadas escolhidas para ir à Itália para expor os produtos da cooperativa no Meeting per l'amicizia fra i popoli, na cidade de Rimini.


O Árvore da Vida também foi fundamental para a formação dos três filhos de Iracema. Eles participaram de oficinas, cursos e encaminhamento para a aprendizagem industrial.

sábado, 5 de dezembro de 2015

NOVA COLEÇÃO DA COOPERÁRVORE INCENTIVA O CONSUMO CONSCIENTE

A Cooperárvore, cooperativa de moda sustentável do programa social Árvore da Vida, lança a coleção 2016 com fortes referências ao movimento slow fashion, que defende a criação e produção em baixa escala de peças duráveis, feitas à mão e com material reutilizado. Intitulada “Vista-se de Flores”, a nova linha de acessórios de moda e decoração traz cores e formas que simbolizam a natureza.

As estampas são ricas em detalhes e linhas pretas que lembram livros de colorir. Parte dos desenhos vem em branco, como uma forma de convidar o consumidor a “continuar” o trabalho da cooperativa. Além dos novos itens, a coleção 2016 tem produtos que fizeram sucesso em edições anteriores, relançados com nova estampa.

Os produtos da Cooperárvore são feitos de forma artesanal por pessoas da comunidade do Jardim Teresópolis, em Betim (MG), a partir da reutilização de tecidos automotivos e aparas de cinto de segurança doados pela Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e parceiros. Desde a criação em 2006, mais de 24,7 toneladas de materiais já foram reutilizadas e 233 mil peças vendidas.


Estão à venda bolsas, malas, mochilas, almofadas, bandejas de pipoca, entre outros, com preços que variam de R$ 8 a R$ 95. A compra pode ser feita pelo sitewww.cooperarvore.com.br e pelo telefone (31) 3591-5896.

terça-feira, 7 de julho de 2015

DANA RECONHECIDA NO PRÊMIO BENCHMARKING BRASIL 2015 COM CASE DE RECICLAGEM DE BORRACHA

A Dana, uma dos principais empresas do setor automotivo brasileiro e com 68 anos de atividades, acaba de ser reconhecida, pela segunda vez, no Prêmio Benchmarking Brasil 2015. A fabricante ficou entre os projetos Top 10 com o case de Reciclagem de Borracha.

“É motivo de orgulho ter o nosso case de reciclagem de borracha entre os Top 10 do Benchmarking Brasil e ver o nome da Dana tão bem representado entre outras grandes organizações do nosso País é uma manifestação da força dos nossos valores corporativos e prova da dedicação dos nossos times. Mesmo sem a existência de uma cadeia de suprimento desenvolvida como a de pneus para reciclar a borracha, os profissionais da Dana buscaram por anos uma solução que nos permitisse chegar mais perto dos nossos objetivos. Isto nos inspira e fortalece em nosso caminho”, enfatiza e comemora Raul Germany, country manager da Dana para o Brasil.

Sheila Castro, gerente de Gestão Ambiental e Risco da Dana, considera que o prêmio destaca, em especial, a dedicação e empenho dos colaboradores. “Valorizamos a resiliência do nosso time na busca por uma alternativa que aplicasse o triângulo da sustentabilidade: ecologicamente correto, socialmente justo e economicamente viável. Este case contempla os três”, explica.

Esta foi a 13ª edição do Prêmio Benchmarking Brasil e a segunda vez que a Dana participa. Foram apresentados 58 cases, dos quais 28 classificados. O case vencedor foi o Mais Peixes, da Itaipu Binacional, seguido pela Cargill, com o case Pomarola. A diferença de pontuação entre os dez primeiros foi mínima, de apenas 0,63 pontos, o que demonstra o equilíbrio da disputa.

Reciclagem de Borracha na Dana

Desde agosto de 2011, a operação de produtos para vedação do Complexo Industrial da Dana em Gravataí, no RS, passou a reciclar cerca de 50% de todo resíduo de borracha gerado na fábrica. Uma iniciativa colocada em prática graças à persistência de uma equipe determinada e consciente de seu papel na preservação do meio ambiente.

A legislação permite que os resíduos de borracha sejam enviados para um aterro homologado. Apesar disto, a empresa sempre buscou alternativas mais eficazes e que causassem o menor impacto ambiental possível. A solução foi encontrada na prática dos 3Rs: reduzir, reutilizar e reciclar.

Tudo começou há mais de 10 anos, quando, alinhada com a sua Política Ambiental, e empresa buscou reduzir o impacto ambiental de suas operações e começou a desenvolver alternativas para reciclar as peças sucateadas e os resíduos de borracha. Em 2010, fechou parceria com a empresa  Batistela, situada em Nova Santa Rita, RS, e atuante no segmento de reciclagem de pneus com mais de 40 anos de atividades, para o desenvolvimento de uma solução que permite reciclar os resíduos de borracha oriundos do processo produtivo da Dana.

Hoje, mais de 50% dos resíduos de borracha gerados na operação são enviados para reciclagem, volume em permanente processo de ampliação. Na outra ponta, a Batistella também está se preparando para receber maior carga.


quarta-feira, 20 de maio de 2015

MOPAR FAZ PARCERIA COM COOPERATIVA SOCIAL PARA CRIAR ACESSÓRIOS DO RENEGADE

Os apaixonados por carros e aventura têm agora novas opções de acessórios para proteger os assentos e, ao mesmo tempo, contribuir com iniciativas sociais. A Mopar acaba de lançar dois produtos inéditos no mercado automotivo nacional, feitos em parceria com a Cooperárvore, cooperativa social do Árvore da Vida, programa de responsabilidade social da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), desenvolvido em Betim (MG). A capa para transporte de pets e a capa para proteção do banco (seat cover toalha) foram criadas especialmente para o Jeep Renegade 2016.

O animal de estimação solto pelo carro pode representar perigo e causar danos no interior do veículo. É necessário que esteja devidamente acomodado para não impedir a visibilidade do motorista. A capa protetora para transporte de pets evita que eles transitem pelo carro e garante a segurança do cão, pois possui entrada para engate do cinto de segurança canino. Além disso, o acessório evita que os bancos traseiros sejam danificados por patas, pelos ou qualquer sujeira da aventura com o animal de estimação.

Com um lado atoalhado e outro impermeável, a capa para proteção do banco é ideal para evitar que o assento fique molhado ou sujo por motoristas e passageiros que acabaram de sair da piscina, mar, jogo de futebol ou qualquer outro tipo de atividade. O motorista e passageiros podem utilizar o carro com mais liberdade, mantendo o veículo sempre novo.

Os produtos já estão disponíveis nas concessionárias Jeep e no decorrer do ano também estarão à venda em toda a rede FCA, para todos os produtos do grupo. O preço da capa para transporte de animais de estimação é R$ 541 e da capa de proteção do banco é de R$ 334.

Os itens são feitos artesanalmente pelas mulheres da Cooperárvore, em Betim. Ao adquirir esses acessórios, os clientes estão contribuindo para o fortalecimento da economia solidária e para o maior empoderamento dessas mulheres. “É muito gratificante saber que a parceria feita com a Cooperárvore agrega ainda mais valor aos nossos produtos Mopar, já que incentiva e potencializa a iniciativa social, responsável por dar melhor qualidade de vida a muitas famílias”, frisa Noberto Klein, Head of Mopar Latam.


A Cooperárvore é uma cooperativa social criada em 2006 e usa como principal matéria-prima cintos de segurança e tecidos automotivos doados pela Fiat Automóveis e parceiros, para produção de bolsas, malas, entre outros acessórios. Desde 2006, mais de 23 toneladas de materiais já foram reutilizadas e mais de 230 mil peças foram vendidas, inclusive em outros estados e países.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Reciclanip rodou 22.000 quilômetros por dia para recolher pneus inservíveis pelo país em 2014

A Reciclanip, entidade que é parte do Sistema ANIP – Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos, esteve presente em 2014 em todos os estados durante seis dias por semana, com caminhões a seu serviço rodando em média cerca de 22.000 quilômetros por dia para fazer o recolhimento de todos os pneus inservíveis deixados nos 834 pontos de coleta do Brasil.  Para realizar o recolhimento e a destinação, há uma média de 80 caminhões transita diariamente, todos os dias do ano, cobrindo os 26 estados e Distrito Federal.

Para que isto aconteça, foram investidos cerca de R$ 100 milhões em 2014. “Toda essa complexa operação logística é comandada pela Reciclanip, que tem experiência acumulada desde 1999, quando começou a coleta pelos fabricantes e até hoje já coletou e destinou o equivalente 2,79 milhões de toneladas de pneus inservíveis, o equivalente a 558 milhões de pneus de passeio”, explica o gerente geral da Reciclanip, Cesar Faccio. Um pneu é considerado inservível quando não há mais condição de ser utilizado para circulação ou reforma.


A maioria dos pontos de coleta foram criados em parceria com as prefeituras, que  cedem os terrenos com galpão coberto, dentro das normas especificas de segurança e higiene para receber os pneus inservíveis vindos de origens diversas. O responsável pelo Ponto de Coleta comunica a Reciclanip sobre a necessidade de retirada do material quando atinge a quantidade de 2.000 pneus de passeio ou 300 pneus de caminhões. A partir daí, a Reciclanip programa a retirada do material com os transportadores conveniados. Para saber onde levar os pneus inservíveis é só consultar a lista com todos os pontos de coleta que está no site www.reciclanip.org.br

segunda-feira, 31 de março de 2014

Ciclo de vida do Mercedes-Benz Classe C tem avaliação exemplar em certificado ambiental


O Mercedes-Benz Classe C estabelece novos parâmetros de eficiência para sua categoria, graças a um conceito inteligente de redução de peso, excelente aerodinâmica e novos motores. Os inspetores da auditoria TÜV Süd acabam de confirmar o alto nível de compatibilidade ambiental da nova Classe C: além de possuir um design limpo e sensual, interior de alta classe e variedade de inovações técnicas, o sedã premium também contempla uma exemplar abordagem de ciclo de vida, pela qual foi agraciado com o Certificado Ambiental conforme a norma ISO 14062. 
O Professor Dr. Herbert Kohler, diretor de Meio Ambiente da Daimler AG, explica: "Nossos engenheiros usaram todos os meios para reduzir o consumo de combustível e, ao mesmo tempo, reforçar a personalidade esportiva do veículo. O emprego de um design inteligente voltado à redução de peso, com alta aplicação de alumínio, por exemplo, possibilitou tornar a nova Classe C até 100 quilos mais leve que seu antecessor. Isto significa que a massa que tem que ser acelerada e freada é menor, reduzindo o consumo de combustível e as emissões e, ao mesmo tempo, tornando o sedã mais ágil". Por essas razões, a nova Classe C recebeu o Certificado Ambiental concedido pelos inspetores da TÜV Süd como reconhecimento dos resultados alcançados na avaliação de seu ciclo de vida. 
Desde a fabricação até 200 mil quilômetros de rodagem, e considerando também sua reciclagem final, o novo Mercedes-Benz Classe C gera cerca de 10% menos CO2 que seu antecessor emitia no momento da saída de linha (comparado com o desempenho em seu lançamento, em 2007, a melhora é muito maior, em torno de 28%). 
O baixo arrasto aerodinâmico também é crucial para chegar a esta notável eficiência. Com Cd equivalente a 0,24 (C 220 BlueTEC BlueEFFICIENCY Edition), o novo sedã estabelece um novo padrão para o segmento de veículos médios. Os níveis de ruídos causados pelo vento, que já eram muito baixos na geração anterior da Classe C, foram reduzidos ainda mais.
Os engenheiros da marca deram também uma cuidadosa atenção ao processo de reciclagem. Consequentemente, a nova Classe C não apenas alcança índice de reciclagem de 95% (em peso), mas também reutiliza plenamente alguns materiais. No total, 52 componentes do novo sedã, com peso total de 49,3 quilogramas, são feitos de plásticos reciclados de alta qualidade. Isto significa que a massa dos componentes produzidos com materiais reciclados aumentou 23% em relação ao modelo que saiu de linha.Além disso, 76 componentes da nova Classe C, com peso total de 26,3 quilogramas, são fabricados com materiais naturais, aumento de 55% em comparação com seu antecessor. 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

NISSAN ANUNCIA RESULTADOS DO PROGRAMA DE RECICLAGEM NO ANO FISCAL 2012


A Nissan divulgou hoje os resultados do programa de reciclagem no Japão referentes ao ano fiscal 2012 (de abril de 2012 a março de 2013). De acordo com os padrões exigidos pela lei japonesa (*1), a empresa recuperou 114.516 toneladas das 119.175 toneladas provenientes de 549.874 automóveis circulantes no Japão. O total representa 96,1% de recuperação de resíduos, ultrapassando, pelo segundo ano consecutivo, o mínimo de 70% exigidos pelo governo até 2015. A taxa de recuperação de veículos em fim de vida (ELVs) ficou em 99,3% (*2).

A Nissan também reduziu a zero os resíduos relacionados à destruição e incineração (*3). A empresa recuperou ainda 1.549.317 materiais de airbags, provenientes de 450.755 veículos (*4), por meio do sistema de disparo no painel e pela reciclagem das bolsas usadas. A taxa de recuperação das bolsas de ar infláveis ficou em 93,8%, acima dos 85% exigidos pela lei local - a Nissan tem como meta atingir 100% nos próximos anos. Um total de 145.455.873 quilos de fluorcarbonetos, retirados de 493.417 automóveis, foram processados.

Firme em seu programa “Nissan Verde 2016”, plano ambiental de médio prazo, a empresa continua com os esforços de melhorar as ações de reciclagem dos automóveis em fim de vida (ELVs) para atingir a mais alta performance entre as empresas no Japão.

*1: Lei Japonesa de Reciclagem: Artigo 27.2, com validade a partir de janeiro de 2005.
*2: Base de cálculo: A taxa de recuperação da Nissan por ELVs ficou em 81,6%, de acordo com os materiais distribuídos pelo governo em maio de 2003. O balanço de 18,4% representa a recuperação de resíduos de automóveis. Combinados, a taxa efetiva atinge 99,3% (99.3% = 81.6%+ (18.4% x 96.1%). 
*3: Exclui dispensa de resíduos produzidos no momento da reciclagem dos resíduos (ASR) nas unidades de reciclagem, de acordo com os padrões exigidos.
*4: Disparo no painel: um dos métodos da reciclagem dos airbags que não foram utilizados, deixados nos veículos.


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

PROJETO DE GESTÃO SE RESÍDUOS DA FIAT CONQUISTA PRÊMIO FURNAS OURO AZUL



A Fiat Automóveis conquistou o primeiro lugar do Prêmio Furnas Ouro Azul, na categoria Empresa Privada, com o projeto “Nova visão de resíduos – aterro zero”. O concurso, que já soma 11 edições, é realizado pelo grupo Diários Associados em parceria com a Eletrobras Furnas. “É o reconhecimento do nosso compromisso com a inovação e com a busca contínua da prevenção dos impactos ambientais e do uso racional dos recursos naturais”, afirma o gerente de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho da Fiat/Chrysler para a América Latina, Cristiano Felix.

Na unidade da Fiat Automóveis, em Betim (MG), a gestão dos resíduos é realizada na Ilha Ecológica. No espaço de 20 mil metros quadrados, o desafio é incluir todo o material recebido na rota do reaproveitamento e da reciclagem. Meta que é cumprida pela empresa desde 2011, com o projeto “Aterro Zero”. “Adotamos como prática não enviar nenhum tipo de resíduo para os aterros licenciados. Mais uma vez saímos na frente e somos a primeira fábrica de automóveis leves e de passeio do País a conquistar esse índice”, completa Cristiano Felix.

Para alcançar o índice de 100% de reciclagem e reaproveitamento, os materiais anteriormente enviados para os aterros foram alvo de pesquisas e estudos, na busca por novas destinações. Um exemplo foi o papel liner, comum em rótulos e etiquetas. Como verdadeiros detetives, a equipe identificou uma empresa em Pernambuco que desenvolveu uma técnica inovadora de reciclagem desse tipo de papel. “Em vez de seguir para o aterro, retorna ao processo produtivo, dando origem a novos produtos”, conta o gerente. E se a tecnologia não é encontrada, o jeito é criar. Na Ilha Ecológica, está em funcionamento desde 1998 um sistema pioneiro no País de reciclagem do isopor, que é processado e transformado em matéria-prima para a produção de diversos materiais e utensílios, como vasilhames, solas para calçados, corpo de caneta e embalagens.

Paralelo às ações na Ilha Ecológica, importantes iniciativas são realizadas com os funcionários para reduzir a geração de resíduos e ampliar a coleta seletiva. “A conscientização e a mobilização dos empregados são a base de nosso trabalho”, destaca Cristiano Felix. Em 2012, o projeto Aterro Zero também foi vencedor do 8º Prêmio Brasil Ação Ambiental, realizado pela Câmara de Comércio Americana.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Volkswagen é pioneira no desenvolvimento de tecidos com fio à base de PET reciclado



A Volkswagen do Brasil é a primeira indústria automobilística do País a desenvolver tecidos à base de PET reciclado para revestir bancos e portas de seus automóveis. A tecnologia protege o meio ambiente, ao permitir que cada carro utilize quantidade de plástico equivalente a até 52 garrafas PET de 1,5 litro, sendo cerca de 44 garrafas para o tecido que revestirá bancos e o restante para o das portas. A iniciativa faz parte do objetivo estratégico da Volkswagen de desenvolver sustentabilidade como princípio de gestão. Exclusividade da Volkswagen no Brasil, os tecidos à base de PET reciclado para revestimentos são altamente tecnológicos e compostos por até 60% de fio reciclado. A matéria-prima bruta é fornecida por empresas certificadas por órgãos ambientais internacionais. Os tecidos à base de PET reciclado oferecem o mesmo conforto, qualidade e resistência que os materiais utilizados atualmente nos revestimentos dos veículos Volkswagen. Além disso, os novos tecidos atendem perfeitamente às especificações de aparência e durabilidade exigidas pela empresa, com a vantagem de preservar o meio ambiente.


A produção dos tecidos à base de PET reciclado tem início com a separação das peças plásticas por cores, uma vez que elas interferem no tom do tecido. Em seguida, as peças são limpas e trituradas em grãos, os quais são transformados em fios. A partir daí, o processo de criação do tecido à base de PET reciclado é o mesmo utilizado na produção de tecidos convencionais.
A fibra de PET reciclado já é aplicada pela indústria automobilística em carpetes e tapetes de revestimentos do assoalho e porta-malas de veículos, revestimentos do teto e caixa de rodas, porta-pacotes (cobertura do porta-malas) e porta-chapéu (cobertura do porta-malas de carros sedã e station wagon).