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sábado, 4 de agosto de 2018

Cummins Inc. anuncia resultados do segundo trimestre de 2018


A Cummins Inc. divulgou o relatório de faturamento do segundo trimestre de 2018. A companhia arrecadou US$ 6,1 bilhões, um aumento de 21% em relação ao mesmo trimestre de 2017, atingindo um novo recorde trimestral. A Cummins Inc. apresentou crescimento nos principais mercados em que atua, graças a boa demanda por caminhões, equipamentos de geração de energia, construção e mineração. Fatores cambiais impactaram favoravelmente as receitas em 1%.

As vendas na América do Norte cresceram 22%, enquanto as receitas internacionais registraram aumento de 18%, lideradas pelo crescimento na China, Europa e América Latina. 

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) no segundo trimestre foi de US$ 897 milhões, ou 14,6% das vendas, acima dos US$ 764 milhões (15,0% das vendas) do ano anterior. O lucro líquido atribuível à Cummins no segundo trimestre foi de US$ 545 milhões, comparado ao lucro líquido de US$ 424 milhões no segundo trimestre de 2017. 

Com base na previsão atual, a Cummins espera que as receitas do ano de 2018 sejam de 15% a 17% em comparação com a orientação anterior de 10% a 14%. O EBITDA está projetado para estar na faixa de 14,8% a 15,2% das vendas em razão de despesas associadas a tarifas comerciais e aumento de custos de commodities no segundo semestre do ano. 

terça-feira, 8 de agosto de 2017

MARCOPOLO APRESENTA MELHORA DE RESULTADOS COM PRINCÍPIO DE RETOMADA DO MERCADO DE ÔNIBUS RODOVIÁRIOS

O desempenho alcançado pela Marcopolo no segundo trimestre de 2017 pode indicar o início do processo de recuperação do mercado brasileiro de ônibus, que foi fortemente impactado pela crise econômica. No semestre, a produção de ônibus rodoviários para o mercado interno cresceu 15,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A empresa registrou receita operacional líquida de R$ 1,295 bilhão nos seis primeiros meses de 2017, com crescimento de 23,6% ante o primeiro semestre de 2016 (R$ 1,048 bilhão). No semestre, mesmo em um ambiente econômico e competitivo extremamente desafiador, o lucro bruto e o EBITDA cresceram 8% e 0,8%, respectivamente, e alcançaram R$ 171,4 milhões e R$ 48 milhões. No período, o lucro líquido recuou 43,8%, com o total de R$ 29,2 milhões.

Além de maiores volumes de modelos rodoviários e da boa performance das exportações, os resultados da companhia também foram positivamente impactados pelos reflexos das ações desenvolvidas ao longo dos últimos dois anos para melhorar sua performance operacional, com foco no aumento da eficiência.

Para Francisco Gomes Neto, CEO da Marcopolo, o desempenho também é fruto da maior competitividade, obtida com os esforços empreendidos na revitalização do Sistema Marcopolo de Produção Solidária e já são percebidos nos indicadores de segurança, qualidade e eficiência da Companhia. “Fizemos a nossa ‘lição de casa’ e agora estamos ainda melhor preparados para atender com mais efetividade a demanda brasileira, na medida de sua recuperação”, destaca o executivo.

Em sua visão, o segundo trimestre trouxe importantes sinais de melhora no mercado doméstico, especialmente no segmento de rodoviários. As exportações se mantiveram aquecidas em todo o primeiro semestre e aumentaram 38,2%, com 1.498 unidades contra as 1.084 do primeiro semestre do ano passado, assim como a produção nas operações no exterior.

No mercado brasileiro, a produção da Marcopolo, incluindo exportações, foi de 3.933 unidades, ainda longe do recorde de 9.121 unidades fabricadas no primeiro semestre de 2013. O segmento de rodoviários apresentou crescimento de quase 40% em relação ao primeiro semestre de 2016 (1.445 unidades contra 1.049). Em contrapartida, o segmento de urbanos teve queda de 24,7% no mesmo período (838 unidades contra 1.113, em 2016).

O segmento de micro-ônibus também apresentou crescimento forte de volumes, com aumento de 341,1%, (772 unidades contra 175 no primeiro semestre de 2016). A unidade de negócios Volare registrou crescimento de 54,7% no semestre (888 veículos fabricados contra 574 unidades), o que indica também a retomada no segmento de miniônibus.


Nas unidades externas, os destaques positivos ficaram por conta das operações da Polomex, que produziu 742 ônibus nos primeiros seis meses de 2017 contra 378 unidades no mesmo período de 2016, com aumento de 96,3%. Isto é resultado das mudanças no modelo de negócio da unidade, da conquista de novos clientes e de uma linha mais nobre de produtos, sobretudo no segmento de rodoviários.  A África do Sul aumentou em 53,5% os volumes fabricados em relação ao mesmo período de 2016, com a ampliação no fornecimento de modelos para o mercado africano. Já a unidade Superpolo, na Colômbia, cresceu 33,7% (337 unidades contra 252) e manteve alta participação no mercado local.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

FRAS-LE ALCANÇA RECEITA BRUTA TOTAL DE R$ 226,2 MILHÕES NO PRIMEIRO TRIMESTRE



A Fras-le, fabricante de materiais de fricção, encerrou o primeiro trimestre de 2013 com receita bruta total de R$ 226,2 milhões, o que representou uma evolução de 8,1% sobre o mesmo período do ano anterior. A receita líquida consolidada equivalente a R$ 167,5 milhões neste primeiro trimestre apresentou crescimento de 10,6% em comparação ao primeiro trimestre de 2012, sendo R$ 98,9 milhões no mercado nacional, evolução de 14,1%, e R$ 68,5 milhões no mercado externo, evolução de 5,9%, ambos em relação ao primeiro trimestre de 2012. O bom desempenho das receitas reflete a valorização cambial sobre as vendas no exterior, evolução das operações das Controladas, e, ainda, o bom desempenho do mercado nacional. Cabe comentar que o mercado norte-americano continua sendo a principal fonte de receitas no exterior.

O desempenho das vendas teve pequena oscilação em relação ao trimestre anterior, considerado fato típico do período. O mercado nacional apresentou boa performance, impulsionado principalmente pelo setor de reposição. No mercado externo, os volumes de exportação registraram decréscimo perante os períodos comparativos, reflexo, principalmente, da instabilidade da economia mundial, como o aprofundamento da crise do bloco econômico da zona do Euro, bem como do mercado norte-americano que não obteve uma retomada consistente neste trimestre. As unidades no exterior também tiveram seu desempenho influenciado pelo mercado, no entanto com efeitos mais amenos.

O primeiro trimestre de 2013 foi marcado pela conclusão de importantes ações e adequações operacionais, iniciadas em 2012, que influenciaram positivamente o desempenho da Fras-le, companhia integrante das Empresas Randon, refletindo na evolução de suas margens operacionais. Ocorreram ações de reestruturação da controlada Freios Controil e ajustes na estrutura do site de Caxias do Sul. Os incentivos do governo brasileiro, especificamente o Reintegra e a desoneração da folha de pessoal, também beneficiaram a empresa na redução dos custos operacionais neste trimestre.

Em reflexo aos fatos citados anteriormente, o lucro bruto consolidado somou R$ 42,2 milhões no primeiro trimestre de 2013, com evoluções de 0,8% e 17,2%, sobre o quarto trimestre de 2012 e o primeiro trimestre de 2012, respectivamente. Em relação ao lucro líquido consolidado, também absorveu outros eventos, entre eles, ajustes na estrutura das controladas Fras-le Argentina, North America e da Freios Controil, o que resultou em um desempenho de R$ 6,4 milhões no primeiro trimestre de 2013, crescimento de 37,8% e 34,9% comparados  ao quarto  e primeiro trimestres de 2012, respectivamente.

Daniel Randon
O EBITDA consolidado do primeiro trimestre deste ano, apesar de também absorver a maioria dos eventos que impactaram o desempenho da Fras-le, totalizou R$ 21,6 milhões e conseguiu atingir um aumento de 19,1% em relação ao quarto trimestre de 2012 e de 35,9% sobre o primeiro trimestre de 2012.

Em relação aos investimentos, já estão em operação o Centro logístico no site de Caxias do Sul, com impacto no desempenho dos processos logísticos, e, também, foi iniciada a operação da linha de produção de lonas de freios para veículos comerciais na unidade industrial de Prattville, Alabama – USA, na subsidiária Fras-le North America.

Na avaliação do presidente da Companhia, Daniel Randon, para os próximos trimestres de 2013 as expectativas são boas em relação à expansão econômica do mercado doméstico, principalmente nos setores de infraestrutura e transporte. No exterior, as projeções são conservadoras frente às incertezas do cenário econômico apresentado atualmente, reflexo principalmente da recessão do bloco econômico da zona do Euro, bem como do mercado norte-americano, ainda sem maiores perspectivas de retomada consistente, e também, a volatilidade do mercado chinês diante da instabilidade da economia global.

“Mesmo com perspectivas adversas, a estimativa da companhia é de uma retomada do crescimento histórico em volumes, e consolidação das receitas em R$ 1 bilhão ao final do exercício”, diz Daniel Randon.