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sábado, 14 de novembro de 2015

MINI anuncia equipes que competirão com o MINI ALL4 Racing no Rally Dakar 2016

Não se enganem: o Rally Dakar é a competição off-road mais importante do mundo, simplesmente por ser o evento automobilístico mais difícil do planeta - uma maratona de duas semanas de endurance de carros e equipes. Com excelente reputação na competição, a marca MINI, com seu MINI ALL4 Racing, conquistou quatro títulos consecutivos do evento (2012-2015) e busca vencer pela quinta vez em 2016.

Os carros MINI ALL4 Racing que competirão no Rally Dakar 2016 estão mais elaborados do que na edição do ano passado. Durante todo o ano de 2015, as equipes do MINI ALL4 Racing em conjunto com a X-raid, equipe de construtores do modelo vencedor, desenvolveram os carros em testes e condições de corrida reais. O resultado disso está registrado com uma defesa bem-sucedida do título da FIA Cross Country Rally World Cup.

O Rally Dakar 2016 ocorre entre 2 e 16 de janeiro e abre a temporada de rali cross-country no ano. Mais uma vez a equipe organizadora do Dakar definiu um percurso desafiador na Argentina e na Bolívia.

Para atravessar montanhas, vales, leitos de rios e desertos em variadas condições climáticas é preciso habilidade. Isso demanda também conhecimento em navegação/orientação especializada de um copiloto para garantir que o objetivo final seja alcançado. 

É preciso um carro como o MINI ALL4 Racing com um recorde de comprovada confiabilidade e desempenho para cobrir um terreno exigente. É necessária, finalmente, a experiência excepcional dos técnicos da X-raid para cuidar do MINI ALL4 Racing durante os períodos de parada.

Com a entrada da equipe X-raid no Dakar, a marca terá quatro equipes adicionais competindo com o MINI ALL4 Racing em comparação ao ano anterior. Esses times são constituídos por pilotos e copilotos altamente qualificados e profissionais. Todos reconhecidos no mundo do automobilismo de rali.

Nasser Al-Attiyah (Quatar) e seu copiloto de longa data, Mathieu Baumel (França), são os atuais campeões do Dakar. "Para ganhar o Dakar é necessário sorte, uma boa equipe e um bom copiloto – além de também trabalhar duro para conseguir uma vitória. O MINI ALL4 Racing é o melhor modelo disponível e vencedor de quatro títulos do Dakar. Meu objetivo agora é ganhar o Dakar novamente com o time”, avisa Al-Attiyah.

O espanhol Joan "Nani" Roma venceu o Dakar nas categorias carro e moto. Juntamente com o compatriota Alex Haro, acumulam experiência no principal evento de rali do mundo. "Cada Dakar tem algo especial. Depois de 20 ‘Dakares’ você ainda acha que é especial - você sempre acha que é algo legal, mas somente quando você ganha, se torna um grande momento", afirma Roma.

A dupla argentina Orlando Terranova e Bernardo “Ronnie” Graue compõem a terceira equipe oficial da MINI e também têm grande experiência com o Dakar - entre eles mais de 15 anos, incluindo participações nas motos, buggy e, claro, a bordo do MINI ALL4 Racing.

Mikko Hirvonen (Finlândia) é um antigo especialista do World Rally Championship (Mundial de Rali) que saiu da aposentadoria para competir no Dakar, em um MINI ALL4 Racing, por causa da natureza desafiadora da corrida. Hirvonen terá ao seu lado, em seu primeiro Dakar, o respeitado e experiente Michel Périn (França).


Além deles, outras oito equipes do MINI ALL4 Racing desafiam a honra do pódio no Rally Dakar 2016. Desde a Europa até a América do Sul, passando pela China, 13 países no total representarão as equipes do MINI ALL4 Racing em busca de mais uma vitória.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Wagner Gonzalez em Conversa de pista


Wagner Gonzalez


Como está, fica

Permanência de Kimi Räikkönen na Ferrari parou a música da dança das cadeiras na F-1, levanta dúvidas sobre a formação de novos pilotos e abre possibilidade para surpresas de equipes que estão na penumbra.




Brinquedo caro
Os departamentos de RH das grandes e médias equipes parecem ter descoberto que o custo da operação de uma equipe da F-1 anda alto demais para arriscar em trocar seus pilotos experientes por novatos. Das 11 equipes confirmadas para a temporada de 2016 nada menos de seis — Ferrari, Force India, McLaren, Mercedes, Sauber e Williams — adotaram o lema do “em time que está ganhando não se mexe”, adágio que não coaduna com todas, que fique isto bem claro. Das outras, três — Lotus, Red Bull e Toro Rosso — já confirmaram pelo menos um enquanto a estreante Haas é a única a anunciar novas contratações, algo óbvio.

Não faltam bons nomes para revigorar o plantel de pilotos: o alemão Pascal Wehrlein, o belga Stoffel Vandoorne, o francês Esteban Ocon e o inglês Jolyon Palmer apresentem boas credenciais para assumir algumas das seis vagas em aberto. A concorrência, porém, é forte e inclui o dinamarquês Kevin Magnussen (com passagem pela McLaren), o francês Jean-Éric Vergne (três anos de Toro Rosso), os espanhóis Carlos Sainz Júnior (atualmente na Toro Rosso) e Roberto Mehri (Manor), o estadunidense Alexander Rossi (faz cinco provas pela Manor este ano), o mexicano Estebán Gutiérrez (com passagem pela Sauber e atual piloto de testes da Ferrari) e o russo Daniil Kvyat (Red Bull), levam alguma vantagem nessa disputa.

Pelo que se viu nas últimas provas, Kvyat é o que aparece melhor no filme para seguir onde está e fazer uma segunda temporada ao lado de Daniel Ricciardo. Como que por passe de mágica, seus desempenhos recentes melhoraram a ponto de andar à frente do australiano, situação que indica não só seu progresso como piloto, como a busca da Red Bull para atrair empresas russas em condição de preencher o espaço que a Infiniti deixará vago em seus carros, conseqüência direta do divórcio entre a equipe austríaca e a Renault.



Já na equipe júnior da marca de energéticos a situação de Sainz Jr. é mais complicada. O espanhol, filho do “El Matador” do rali mundial, não tem a mesma simpatia que Helmut Marko nutre e demonstra por Max Verstappen, ainda que seja eficiente e tão competitivo quanto. Nesta disputa, o arrojo do holandês faz a diferença. Pode haver mudanças no pedaço.


Complicada por complicada é a situação da Lotus, que faz pole-position, faz a volta mais rápida e vence de ponta a ponta na corrida do desespero. Afundada em dívidas e envolvida em uma negociação onde a Renault não mede esforços para readquirir a equipe no que outrora se convencionou chamar de bacia das almas, a equipe que nasceu como Benetton luta contra o tempo e favor dos santos de plantão para que Carlos Ghosn resolva por um fim nesse sofrimento e ponha um fim nesse calvário.

Embora Pastor Maldonado esteja confirmado para o ano que vem, não estranhe se o venezuelano e o apoio da PDVSA (Petróleo de Venezuela S.A., a Petrobrás deles) for parar em outro endereço. Os franceses Jean-Éric Vergne e Esteban Ocon são favoritos para ocupar a vaga ainda em aberto, quem sabe até as duas vagas da equipe, cortesia do apoio que a Total deverá exibir nos carros construídos em Enstone.

Suíço de Genebra e francês por conveniência, Romain Grosjean poderia ser o primeiro piloto dessa reentrada da Renault no mundo dos construtores, cansou de esperar por um milagre preferiu aceitar a proposta da Haas, de olho na chance de ir para a Ferrari em 2017. O favorito para ocupar a segunda vaga é o mexicano Estebán Gutiérrez, conseqüência da sua experiência como piloto de testes da Ferrari e do apoio que recebe do megabilionário Carlos Slim. Os interesses deste empresário nos Estados Unidos deverão falar alto na escolha da Haas em favor do mexicano.

Na McLaren não muda nada, para tristeza de Kevin Magnussen e, principalmente, Stoffel Vandoorne, que sonhavam em ocupar o lugar de Jenson Button. Após um jogo de cena para manter seu salário atual (supostamente US$ 18 milhões por ano), o inglês resolveu ficar. Vandoorne poderá permanecer como piloto de testes e treinar em uma ou outra manhã de sexta-feira; já Magnussen espera por um milagre

Última das últimas, a Manor tem tudo para se converter na grande surpresa da temporada de 2016: nos últimos meses a equipe comandada por Graeme Lowdon e John Booth contratou gente experiente, como o engenheiro Bob Bell (ex-Mercedes e Renault), o projetista Luca Furbatto ( com passagens pela McLaren e Toro Rosso) e Gianluca Pisanello, que passou pela Toyota e foi engenheiro chefe da Caterham. Atualmente equipados com motores Ferrari na versão 2014, no ano que vem os modelos da equipe baseada em Banbury serão impulsionados por unidades de potência da Mercedes em versão 2016, o que significa que á muito grande a chance de Pascal Wehrleim assumir o comando de um dos carros.

Ironicamente, para levantar os fundos para continuar na ativa, Booth e Lowdon venderam a sede da equipe para a Haas montar sua base na Europa e, após funcionarem em forma espalhada, voltaram recentemente a ter uma estrutura centrada em um único local, sempre na pequena Banbury, próximo de Silverstone.

O mais curioso no comunicado oficial que anunciou o contrato da equipe com a Mercedes foi a declaração de Toto Wolff:
“Na iminência da Renault assumir o controle da equipe Lotus F1, temos o prazer de anunciar a Manor Marussia como um novo cliente da Mercedes-Benz.”
Além de motores atualizados, a Manor terá novamente uma parceria técnica com a Williams Advanced Engineering, que vai fornecer componentes de transmissão e suspensão.

Veja aqui os nomes já confirmados e as possibilidades para a temporada de 2016:
Mercedes: Lewis Hamilton e Nico Rosberg
Ferrari: Sebastian Vettel e Kimi Räikkönen
Williams: Felipe Massa e Valtteri Bottas
Red Bull: Daniel Ricciardo e Daniil Kvyat (a confirmar)
McLaren: Fernando Alonso e Jenson Button
Force India: Nico Hulkenberg e Sérgio Pérez
Toro Rosso: Max Verstappen. Carlos Sainz Jr tem chances de seguir
Lotus: Pastor Maldonado. O colombiano, porém poderá entrar em acordo com a Renault e ir para outra equipe. Jean-Éric Vergne e Esteban Ocon tem boas chances
Sauber: Felipe Nasr e Marcus Ericsson
Manor: Pascal Wehrleim, Will Stevens, Alexander Rossi, Esteban Ocon e Roberto Mehri são possíveis nomes, nesta ordem
Haas: Romain Grosjean. Estebán Gutoérrez e Jean-Éric Vergne disputam a segunda vaga.


Fogaça e Hot Car se separam
Fábio Fogaça e a equipe Hot Car, de Amadeu Rodrigues, anunciaram o rompimento do contrato entre ambos que vigorava para a temporada 2015 da Stock Car brasileira. Aparentemente a rescisão aconteceu por problemas financeiros, mas Amadeu — que já negocia com alguns nomes para ocupar a vaga —, anunciou que vai manter os patrocinadores de Fogaça no carro até o final da temporada. O piloto ainda não definiu seus próximos passos.


Brasileiros trocam BMW por Lamborghini
O Team Brasil, que disputa o Blancpain Sprint Series com carros BMW, deverá deixar a marca alemã no final da temporada e inscrever dois Lamborghini Huracan GT3 na temporada 2016. A equipe liderada por Antônio Hermann e Washington Bezerra já testou o modelo italiano e colocou à venda seus cupês Z4 alemães, que serão substituídos por outro modelo no ano que vem. No último fim de semana a equipe conseguiu um quarto e um sexto lugares na corrida principal da rodada disputada em Misano, respectivamente com Valdeno Brito/Átila Abreu e Cacá Bueno/Sérgio Jimenez. A vitória foi de Marco Seefried e Norbert Siedler (Ferrari 458 Italia).

Esse resultado mantém os brasileiros no segundo lugar na classificação por equipes, com 111 pontos contra 153 da Belgian Audi Club Team WRT. Vale destacar ainda o desempenho dos mecânicos do Team Brasil que venceram o Pit Stop Challenge e faturaram dois mil euros de prêmio.

GP Argentino Histórico definido por 4/100 de segundo
Final dos mais emocionantes decidiu a décima-terceira edição do GP Argentino Histórico, tradicional competição do país vizinho e aberta a veículos de turismo com o mínimo de 30 anos de fabricação. Na edição deste ano 185 carros largaram para um percurso de 3.700 km percorridos em uma semana pelas províncias de Buenos Aires, Entre Ríos, Corrientes e Misiones. Ao final a dupla formada por Miguel Gómez Fernández e Álvares Fernández conseguiu sua terceira vitória consecutiva. Em segundo ficaram Moisés e Maximiliano Osman e em terceiro Sérgio Galleano e Pablo Bustamante, todas três duplas pilotando Peugeot 404.
 WG


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

BAJA SAE BRASIL TERÁ 81 EQUIPES



São 81 as equipes inscritas na 19ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS, que representam 68 instituições de ensino superior de 17 Estados brasileiros e Distrito Federal (DF). Em 2012 foram 71 as equipes participantes de 57 universidades e 15 Estados do Brasil e DF. As provas serão realizadas de 14 a 17 de março, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), Piracicaba-SP. 

Do total de 81 equipes inscritas, 25 são paulistas. Rio de Janeiro e Minas Gerais empatam com nove cada um, seguidos pelos Estados do Rio Grande do Sul, com oito, Santa Catarina, com seis, Paraná e Paraíba, quatro, Pernambuco três, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Bahia duas, e Distrito Federal, Sergipe, Mato Grosso, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Pará.

Provas e premiação – Entre as provas estáticas e dinâmicas estão avaliações de projeto, testes de tração, aceleração, velocidade máxima e o esperado enduro de resistência, que tem quatro horas de duração e é feito em pista de terra em condições severas. 

As três universidades que alcançarem as melhores pontuações na soma geral das provas, poderão participar da Baja SAE Rochester (New York-USA, de 6 a 9 de junho de 2013) representando o Brasil. 

Carros - Os Baja SAE são protótipos de estrutura tubular em aço, monopostos, para uso fora de estrada, com quatro ou mais rodas, motor padrão de 10 HP e capacidade para abrigar um piloto de até 1,90m de altura e até 113,4 kg de peso. Os sistemas de suspensão, transmissão, freios e o próprio chassi são desenvolvidos pelos próprios estudantes de engenharia, que são orientados por professores das instituições de ensino que representam.


O programa - O Baja é o primeiro programa estudantil de capacitação organizado pela SAE BRASIL, e está entre os de maior sucesso. Nele os estudantes se organizam em equipes que, sob a orientação de um professor desenvolvem os veículos com o qual irão competir representando a sua instituição de ensino.

Além da construção do protótipo em que praticam o conhecimento adquirido em sala de aula, as equipes são responsáveis por atividades como atendimento de prazos, busca de suporte financeiro para viabilização do projeto e custeio de despesas, entre outras tarefas com as quais se defrontarão no mercado de trabalho.

“As competições estudantis da SAE BRASIL proporcionam aos futuros engenheiros a oportunidade de por em prática as teorias aprendidas nas salas de aula e, assim, desenvolver capacidades e a paixão necessárias a uma boa formação profissional”, afirma o engenheiro Ricardo Reimer, presidente da SAE BRASIL.

terça-feira, 20 de março de 2012

Equipes do Mercedes-Benz Grand Challenge começam divulgação dos seus pilotos

Comark Racing

Os preparativos para o Mercedes-Benz Grand Challenge continuam e algumas das equipes que participarão do campeonato este ano já divulgam seus pilotos, responsáveis por competir com os Mercedes C250 Turbo. A Pink Energy Team, por exemplo, contará com Michelle de Jesus e Sergio Martinez no carro 73. A RSports terá Alexandre Papazissis e Beto Santos no 36 e Carlos Kray no 46 e Arnaldo Diniz Filho continua à frente da Comark Racing.

Para Michelle de Jesus, que fez quatro provas em 2011, a experiência para este ano completo na categoria foi fundamental. "O principal aprendizado é que tive de perder o costume com carros de tração dianteira e aprender com o tração traseira, como o Mercedes C250 Turbo. Quando falamos de um primeiro ano dentro de uma nova categoria, falamos em aprender e ganhar experiência".

"O carro no geral é bastante diferente do que eu estava acostumada, mas ele é muito seguro, moderno e competitivo", elogia Michelle, que encerra falando sobre a expectativa para o ano. "Acredito que 2012 será maravilhoso para a nossa equipe!". Seu companheiro de pilotagem, Sergio Martinez, reforça a competitividade do Mercedes-Benz Grand Challenge.

RS Sports
"A disputa é dura, não se pode errar, porque qualquer vacilo pode custar várias posições e para recuperar é bem difícil. Estou com uma alta expectativa, vamos brigar pelos resultados e tentar terminar o campeonato entre os primeiros", encerra Martinez. O chefe da equipe RSports, Leandro Romera, focará este ano no trabalho fora das pistas, cuidando dos dois carros do seu time.

"Estamos com o Alexandre Papazissis e o Beto Santos confirmados em um Mercedes e o Carlos Kray em outro. Fechamos com nossos patrocinadores, como a Napa Parts e a SB&S Corretora e acredito que vamos brigar pelo título da categoria. Estamos integrados e vivemos, dentro da equipe, um momento especial juntos. Vamos para cima", encerra Leandro Romera.

Quinto colocado no campeonato de 2011, Arnaldo Diniz Filho, busca o título do Mercedes-Benz Grand Challenge este ano. "Na temporada passada eu tive o objetivo de aprender e pegar experiência, mas agora entro na competição com uma proposta diferente. Vou disputar o título, quero esta conquista e a minha primeira vitória na categoria. Não vejo a hora de começar", encerra o piloto da Comark Racing.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

FÓRMULA 1: CALENDÁRIO E EQUIPES PARA 2012


18 de março - GP Austrália
25 de março - GP da Malásia
15 de abril - GP China
22 de abril - GP Bahrein
13 de maio - GP Espanha
27 de maio - GP Mônaco
10 de junho - GP Canadá
24 de junho - GP Europa
8 de julho - GP da Inglaterra
22 de julho - GP da Alemanha
29 de julho - GP da Hungria
2 de setembro - GP da Bélgica
9 de setembro - GP da Itália
23 de setembro - GP de Cingapura
7 de outubro - GP do Japão
14 de outubro - GP da Coréia
28 de outubro - GP da Índia
4 de novembro - GP de Abu Dhabi
18 de novembro - GP dos Estados Unidos
25 de novembro - GP Brasil

fôlha.com