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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

ANTES DE PEGAR A ESTRADA, SAIBA QUAIS SÃO OS SETE PECADOS CONTRA OS PNEUS QUE DEVEM SER EVITADOS



As férias estão aí e isto é sinônimo de viagem e pé na estrada para muitas pessoas.  Por isso, antes de pegar a rodovia, é importante checar se tudo está em perfeitas condições no seu carro e, principalmente, com os seus pneus.

Muitos acreditam que apenas calibrá-los é o suficiente, mas outros cuidados também precisam ser tomados para ter certeza de que terá uma viagem tranquila.

Para evitar aborrecimentos, despesas e riscos desnecessários, a Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo, revela os sete maiores pecados contra os pneus e o que fazer para evitá-los:


1. Pressão incorreta

Rodar com o pneu abaixo da pressão indicada aumenta a área de contato com o piso, gerando um desgaste mais acelerado nos ombros do pneu (extremidades), torna a direção do veículo mais pesada e pode gerar uma eventual desagregação da rodagem (parte que toca o solo) devido ao excesso de calor gerado. Além disso, exige mais esforço do motor, fazendo com que o veículo consuma mais combustível e aumente a poluição. Por outro lado, o excesso de pressão pode causar desgaste mais acentuado no centro da rodagem, perda de estabilidade em curvas, rachaduras na base dos sulcos, maior propensão a estouros por impacto e maior facilidade de penetração de objetos. A pressão correta é a indicada pelo fabricante do veículo e tem grande influência no comportamento dinâmico.

Outro ponto importante é não se esquecer de checar as condições do estepe. Recomenda-se colocar até cinco libras a mais do que o normal, já que o pneu reserva nem sempre é calibrado com a mesma frequência.


2. Desgaste excessivo
A profundidade mínima dos sulcos do pneu, indicada pelos TWIs (Tread Wear Indicators), que são "ressaltos" da borracha vistos dentro dos sulcos, é de 1.6 mm de profundidade. Abaixo dessa medida, em qualquer parte dos sulcos, o pneu já passa a ser considerado "careca" e passível de autuação pelas autoridades de trânsito. Um pneu neste estado pode aumentar o risco de aquaplanagem e a perda de controle por parte do motorista em caso de chuva, pois a pouca ou nenhuma profundidade dos sulcos compromete o escoamento da água que fica entre o pneu e o chão.

3. Riscar o pneu

A prática de "riscar os pneus" (também conhecida como fresar/ressulcar a banda de rodagem) é totalmente condenada pelos fabricantes no caso de pneus passeio (é prática comum apenas em pneus de carga). Consiste no redesenho da banda de rodagem feito por borracheiros, usando uma lâmina quente própria para esse fim. Ao ter retirada parte da borracha que compõe sua estrutura, deixando por vezes a lona aparente, o pneu perde sua resistência, podendo provocar seu estouro em pleno movimento.

4. Consertos inadequados
Na maioria das vezes, ao consertar um pneu furado, os borracheiros utilizam o chamado "macarrão", que é um filete de borracha introduzido por meio de uma agulha na perfuração que se quer eliminar, dispensando a desmontagem da roda. Porém, esse recurso deve ser utilizado provisoriamente e substituído pelo manchão combinado ou plug assim que possível pois, por tempo prolongado, o macarrão pode permitir o vazamento da pressão do pneu. Além disso, a remoção do pneu da roda para a aplicação do conserto permanente permite avaliar a real extensão do dano causado no interior do pneu. Em relação aos danos nas laterais do pneu, o mais indicado é que se substitua o componente, já que não é permitido o reparo nas laterais de pneus de passeio.

5. Não fazer a manutenção da suspensão

De nada adianta colocar pneus novos se a suspensão e outras partes do veículo não estejam em bom estado. Uma suspensão mal calibrada e com peças desgastadas provoca o desalinhamento da direção, deixando o veículo instável e inseguro. Um dos sinais de que o alinhamento do veículo não está correto e que partes da suspensão podem estar gastas ou danificadas é o desgaste irregular ou prematuro dos pneus.

6. Não efetuar o rodízio

O rodízio de pneus tem por função equalizar o desgaste e garantir maior durabilidade. Deve ser realizado segundo a recomendação que consta no manual do veículo ou na falta desta, a cada oito mil quilômetros para pneus radiais e cinco mil para pneus diagonais.

7. Não alinhar e balancear as rodas
O alinhamento de rodas deve ser feito sempre que elas sofrerem algum impacto, na troca de pneus ou quando apresentarem desgastes irregulares, quando forem substituídos componentes da suspensão, quando o veículo estiver puxando para um lado, ou a cada 10 mil km.

O desbalanceamento das rodas, além de desconforto ao dirigir, causa perda de tração, de estabilidade, desgastes acentuados em componentes mecânicos e no próprio pneu. As rodas precisam ser balanceadas sempre que surgirem vibrações, na troca ou conserto do pneu ou a cada 10 mil km.


Andar com os pneus sem todas as manutenções deixa o veículo instável e inseguro. É importante lembrar que, de acordo com a resolução 558/80 do Contran, trafegar com pneus carecas é infração grave, com punição de cinco pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 127. Além disso, as consequências podem ir desde a suspensão da cobertura por parte das companhias seguradoras até incidentes mais graves, envolvendo o veículo e seus ocupantes.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

MICHELIN DA DICAS DE COMO VIAJAR COM SEGURANÇA



A temporada de férias está chegando, mas antes de curtir o descanso merecido com a família, é preciso ficar atento à algumas medidas de segurança para que a viagem não se torne um transtorno. Destino escolhido e roteiro planejado, é hora de colocar em prática uma das tarefas mais importantes: a revisão do carro. Primeiramente, é importante fazer uma lista com os principais itens a serem verificados, entre eles o pneu, parte importante do sistema de segurança, que não pode ser deixado em segundo plano.
É essencial manter a atenção quanto à calibragem do pneu. “Poucos sabem, mas os pneus de um carro devem estar sempre bem calibrados, e a pressão varia de acordo com o peso (bagagem) e o número de passageiros que serão transportados. O ideal é que a calibragem seja feita quinzenalmente e sempre antes de viajar, e que a quantidade de libras deve seguir o recomendado pelo fabricante, que pode ser consultado no manual do proprietário”, sinaliza Flávio Santana, Engenheiro de Produtos da Michelin.
É preciso estar atento quanto aos riscos que o motorista pode enfrentar caso se esqueça de realizar a calibragem adequadamente. A Michelin, empresa com mais de 100 anos de história e que desponta entre as líderes mundiais na fabricação e comercialização de pneus, alerta que utilizar o veículo com calibragem inadequada põe em risco a estabilidade do veículo, aumenta o consumo de combustível que, por sua vez, gera maior emissão de gases poluentes, além de diminuir consideravelmente a vida útil do pneu.

Outro ponto a ser levado em consideração diz respeito ao desgaste do pneu. Às vezes, por problemas mecânicos ou devido às condições de utilização, os pneus podem desgastar-se mais em uma parte que outra, por exemplo, no sulco interno. Pneus desgastados comprometem a aderência em piso molhado. A Michelin recomenda que o motorista, antes de pegar a estrada, observe o indicador de desgaste existente no fundo dos sulcos ao longo de todo o pneu; caso ele esteja com o nível próximo à banda de rodagem, é sinal de que o composto precisa ser trocado.
Santana adverte que na hora da substituição é preciso ficar atento. ‘’Quando se realiza a troca dos pneus é primordial que se conserve as características estabelecidas pelo fabricante do carro como, por exemplo, o índice de carga e velocidade dos pneus. A troca indevida pode influenciar no equilíbrio do veículo e na segurança. A escolha da marca do pneu também é fundamental porque algumas oferecem menos aderência do pneu com o solo, o que pode ocasionar riscos de acidentes’’, finaliza.
Piso molhado
Além desses cuidados por parte do motorista, é preciso se atentar às irregularidades do solo, pois em viagens de longos percursos é normal que haja diferentes tipos de pavimentações, o que pode influenciar na aderência do veículo, dependendo do composto utilizado. Além disso, é preciso considerar as questões climáticas, já que, com a proximidade das chuvas do verão, o risco passa a ser dobrado. 
Na questão de piso molhado, por exemplo, o ideal é que o motorista evite realizar frenagens e mudança de direção de forma brusca. Esse tipo de ação, somado ao excesso de água na pista, pode ocasionar a chamada aquaplanagem (quando o pneu perde contato com o solo).
No caso de uma garoa, é necessário atenção, pois é nesta situação em que a água se mistura a resquícios deixados pelos próprios carros (óleo, borracha, etc) fazendo com que o asfalto fique escorregadio e propício para a perda de aderência ocasionando, uma derrapagem.
Em qualquer uma das situações envolvendo água, manter a velocidade reduzida e uma distância adequada do veículo da frente é fundamental para que, caso haja uma situação de risco, o motorista tenha tempo e espaço para realizar uma frenagem segura e eficiente. E claro, ter bons pneus que possam aderir à pista molhada pode ser a diferença entre rodar com mais segurança ou estar mais exposto a acidentes e derrapagens em piso molhado.

sábado, 22 de dezembro de 2012

NGK RECOMENDA REVISÃO DE CABOS E VELAS DE IGNIÇÃO PARA O PERÍODO DE FÉRIAS



A manutenção preventiva do veículo pode evitar o desgaste prematuro de componentes do veículo e gerar economia, já que o valor do reparo na grande maioria das vezes é mais caro. Com a proximidade do período de férias a necessidade de revisão de férias em uma oficina de confiança torna-se ainda maior para garantir uma viagem tranquila e evitar possíveis transtornos.

A NGK, maior fabricante e especialista em velas de ignição do mundo, alerta sobre a importância da realização periódica da revisão das velas e cabos de ignição que quando utilizados com vida útil ultrapassada ou com funcionamento irregular podem causar dificuldade na partida do veículo, alto consumo de combustível, irregularidades no funcionamento, falhas durante retomadas e aumento dos níveis de emissões de poluentes. No período de férias, as viagens aumentam o risco de falhas durante ultrapassagens e retomadas.

A NGK recomenda que todas as velas de ignição de um veículo sejam removidas para inspeção a cada 10.000 km. Velas de ignição com a vida útil ultrapassada podem ainda reduzir a vida útil de outros componentes como cabos, bobinas, transformador, distribuidor e inclusive do catalisador. “A NGK recomenda que a inspeção destes itens seja feita por um profissional capacitado que, pelo estado de conservação destas velas, poderá diagnosticar possíveis problemas de funcionamento do motor”, explica o técnico da Assistência Técnica da NGK, Hiromori Mori.

Cada veículo possui um modelo de vela e cabo de ignição apropriado, conforme descrito na Tabela de Aplicação da NGK ou especificado no manual do proprietário. “A utilização de peças inadequadas pode comprometer e danificar vários outros componentes do veículo”, ressalta Hiromori Mori.A Tabela de Aplicação de velas, cabos de ignição e sensores de oxigênio NGK pode ser acessada pela internet, no site www.ngkntk.com.br.  Para maiores informações a NGK do Brasil disponibiliza o email: duvidas@ngkntk.com.br e o Serviço de Atendimento ao Consumidor da NGK do Brasil pelo telefone 0800 197 112 (ligação gratuita).

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

NGK LEMBRA A IMPORTÂNCIA DA REVISÃO ANTES DA VIAGEM DE FÉRIAS



A manutenção preventiva do veículo pode evitar o desgaste prematuro de componentes do veículo e gerar economia, já que o valor do reparo na grande maioria das vezes é mais caro. Com a proximidade do período de férias a necessidade de revisão de férias em uma oficina de confiança torna-se ainda maior para garantir uma viagem tranquila e evitar possíveis transtornos.
A NGK, maior fabricante e especialista em velas de ignição do mundo, alerta sobre a importância da realização periódica da revisão das velas e cabos de ignição que quando utilizados com vida útil ultrapassada ou com funcionamento irregular podem causar dificuldade na partida do veículo, alto consumo de combustível, irregularidades no funcionamento, falhas durante retomadas e aumento dos níveis de emissões de poluentes. No período de férias, as viagens aumentam o risco de falhas durante ultrapassagens e retomadas.

A NGK recomenda que todas as velas de ignição de um veículo sejam removidas para inspeção a cada 10.000 km. Velas de ignição com a vida útil ultrapassada podem ainda reduzir a vida útil de outros componentes como cabos, bobinas, transformador, distribuidor e inclusive do catalisador. “A NGK recomenda que a inspeção destes itens seja feita por um profissional capacitado que, pelo estado de conservação destas velas, poderá diagnosticar possíveis problemas de funcionamento do motor”, explica o técnico da Assistência Técnica da NGK, Hiromori Mori.

Cada veículo possui um modelo de vela e cabo de ignição apropriado, conforme descrito na Tabela de Aplicação da NGK ou especificado no manual do proprietário. “A utilização de peças inadequadas pode comprometer e danificar vários outros componentes do veículo”, ressalta Hiromori Mori.

A Tabela de Aplicação de velas, cabos de ignição e sensores de oxigênio NGK pode ser acessada pela internet, no site www.ngkntk.com.br.  Para maiores informações a NGK do Brasil disponibiliza o email:duvidas@ngkntk.com.br e o Serviço de Atendimento ao Consumidor da NGK do Brasil pelo telefone 0800 197 112 (ligação gratuita).

Cabos de Ignição
Os cabos de ignição conduzem a alta tensão produzida pela bobina (transformador) até as velas, sem permitir fuga de corrente.
A checagem dos cabos deve ser realizada a cada 60 mil quilômetros ou a cada três anos. Para automóveis movidos a GNV – Gás Natural Veicular – as revisões têm de ser a cada 30 mil quilômetros.