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sábado, 14 de dezembro de 2019

NGK é a única empresa a conquistar o Supplier Quality Excellence Award da GM em todas as edições

A NGK, especialista em sistema de ignição, é a única empresa do Brasil a receber, pela sétima vez consecutiva, o Supplier Quality Excellence Award (Prêmio de Excelência em Qualidade de Fornecedor), da General Motors. 

O objetivo da premiação é destacar todos os fornecedores que apresentaram índice satisfatório de qualidade, demonstrados ao longo de 2018, atendendo aos rigorosos critérios estabelecidos pela montadora.

Em seu sétimo ano, a premiação reconheceu os melhores fornecedores de 2018, entre empresas do Brasil e Argentina. 

A linha de produção da NGK atende aos mais rigorosos padrões de qualidade, o que reflete em benefícios como conformidade de componentes e eficiência na entrega, indo ao encontro das regras adotadas pela GM para o reconhecimento de seus fornecedores. 

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí


Coluna 3118 - 03.08.2018 edita@rnasser.com.br  
Limo presidencial: Putin e sua Aurus Senat


O que é bom para os EUA, é bom para a Russia.

Frase, para arrepiar os pelos dos órfãos do Comunismo, é verdade perceptível a quem pode ver e entender a nova limousine construída para Vladimir Putin, presidente da Rússia. Fez presença no Encontro de Superpotências na Finlândia, onde Putin e sua limo arrebataram atenções, embaçando o Cadillac One – automóvel baseado em picape grande, desacorçoado em proporções, desajeitado em detalhes, e conhecido mundialmente como A Besta – e seu usuário, o presidente norte-americano Donald Trump. Além de ser produto específico e exclusivo, o Senat terá missão idêntica à do parceiro dos EUA: único transporte terrestre da autoridade russa. Onde Putin for, seu carro o antecederá – como faz a Besta One e seu ocupante.

Desenvolvimento tomou seis anos pela empresa Auris, sucessora da fábrica de limos da antiga marca soviética ZIL, é imponente em seus 6,70m de comprimento, motorização Porsche V8, 4,4 litros, bi-turbo, 600 cv de potência, acertada e aplicada pela fábrica alemã. Peso desanimador, dito como 6 toneladas.

Equipamento indica blindagem espessa, capaz de resistir a explosões por bomba, disparos de armas convencionais e químicas, cabine hermética, dimensionada para manter-se fechada durante horas, com abastecimento de oxigênio e, extremo do cuidado, como no veículo inspirador, conta com depósito do sangue presidencial para emergências. Carros anteriores de Putin eram ZIL e Mercedes-Benz 600 Pullman, o blindado mais seguro do mundo em produção seriada.

Ford sairá do país ou encolherá ?
Desde o ano passado e em especial em 2018, são recorrentes as informações quanto às decisões da Ford para o seu futuro na América Latina. Em fevereiro Coluna obteve documentos indicando definição de encolher a empresa. Causa está em cinco anos seguidos de prejuízos, somando US$ 4,2B no período – a grosso modo perder diariamente R$ 10 milhões. E na situação da matriz, com largos investimentos em mudança de tecnologias em seus produtos, sem margem para desviar recursos e suprir filiais dando prejuízo.

Quarta feira, 02, em seguida a reunião para anúncio do balanço da empresa, Bob Shanks, diretor de finanças, utilizou linguagem florentina para projetar o futuro: “o negócio na região não possui uma forte  ”; enfatizou “não ter tido retorno apropriado e de um significativo redesenho no modelo de negócio local, onde jogar e como vencer”.

Na prática repetiu as palavras do CEO Jim Hackett há meses.
A agência econômica Bloomberg divulgou fato e informações de a Ford ter contatado FCA e Volkswagen sobre a possibilidade de venda.

Empresa não tem o que dizer; não apresenta dados; projetos; carros novos ou investimento para o futuro, e isto ficou espelhado no comunicado dirigido à preocupada rede de revendedores. Não assinado pelo presidente, mas por vice e diretor, diz ser incorreta a matéria, contestando-a com a declaração, onde utiliza a ampla imprecisão do termo redesenho, aplicado por Bob Shanks, para dizer da necessidade de rever a operação na América Latina, até onde devem participar e como vencer neste mercado.

Na prática
A meu ver não há dúvidas: a Ford decidiu enxugar a operação na América Latina. Nome pomposo, de prejuízos diários. Operações fechadas na Venezuela; muito dinheiro a receber do ex-companheiro Maduro; prejuízo nos dois países onde restam operações, Argentina e Brasil.

De muita conversa com fontes, gente especializada em mercado, e medidas adotadas pela empresa, Coluna publicou um resumo e projeções: na Argentina, não atualizar o Focus e o Ranger – mudanças apenas as legais e cosméticas. Aqui, em 2019, encerrar a fabricação de caminhões e do Fiesta na tradicional fábrica de São Bernardo do Campo, SP, vendendo a grande área à especulação imobiliária; ter apenas um produto, o Active, a ser feito sobre o recém apresentado Ka FreeStyle encerrando, também o EcoSport; concentrando produção na unidade de Camaçari, Ba. Prazo desconhecido pois há legislação de incentivos envolvida no processo, e a companhia faz lobby para extensão das benesses. Para não deixar sangrar o caixa dos revendedores, promete ampliar a importação de veículos.

À época, consultando o brasileiro mais qualificado na empresa, percebi uma crise em comunicação social ao não receber respostas sólidas.

Mês passado, adensando os cortes, a Ford dispensou quase todos os motoristas e analistas de comportamento de veículos em sua pioneira pista de Tatuí, SP, mostrando falta de produtos em seu futuro. Novamente questionada, empresa saiu-se com uma hipérbole pouco explicativa. Aparentemente pouco há a negar.
O texto da Bloomberg mostrou, as definições estão em curso, e a falta de convencimento na negativa da Ford adensa a teoria do nada haver a ser dito.

Pessoalmente não creio na Companhia deixando Brasil e América Latina. É enorme e promissor mercado. Considero a possibilidade do encolher atividades, porém mantendo o pé na região, esperando a volta do ciclo dos grandes lucros.

No tema, liguei para um dos meus aconselhadores pessoais, homem prático, idoso, criador de bois no Goiás. Não entende de firulas da linguagem, mas da vida. Contei o caso didaticamente, empreguei o termo redesenho citado pelo executivo norte americano e repetido pela Ford no Brasil. Ouviu, falou pausadamente, concluindo com a objetividade do campo goiano: – Conversa para enganar mãe de moça. Este povo vai vazar ou minguar. (RN)

Roda-a-Roda
PSA – Le Groupe, como ao Grupo PSA se referem atualmente orgulhosos colaboradores de Peugeot, Citroën, DS e autopartes, ofereceu resultados surpreendentes: faturamento de € 38,595B no primeiro semestre de 2018; 40,1% superior ante primeiro semestre de 2017. Faturamento da Divisão Automotiva cresceu 29,9%, com rentabilidade recorde de 8,5%.

Mais – Projetam crescer 4% na Europa; 2% na América Latina; 10% na Russia e 2% na China; atingir margem operacional acima de 4,5% entre 2016 e 2018, e ultrapassar 6% até 2021.

Tá maus – No Brasil o grupo precisa se re inventar. Perdeu o líder Carlos Gomes, transferido para os negócios da China; dividiu o país em dois, com poucas vendas do Sul até Brasília, e quase nulas acima da Capital; vendeu mês passado circa 3.000 unidades das marcas Peugeot e Citroën. Na Argentina estão pouco melhor.

E ? – Volume é inexplicável a quem tem operação completa no Brasil, incluindo fundição de motores e, pior, não garante saúde financeira ou interesse da rede de revendedores. Internamente empresa continua o corte dos postos de trabalho.

Produto – Para aumentar opções a compradores e trabalho com a rede revendedora, marca apresenta versão 2019 de seu utilitário Partner. Vindo da Argentina utiliza motor nacional, L4, 1,6 litro de cilindrada e 122 cv. Diz ser mais potente e econômico.

Mimos – Projeto antigo, teve mudado painel de instrumentos, agora digital, computador de bordo e indicador para troca de marchas e maior economia. No operacional transporta 800 kg; tem plataforma lisa para melhor manuseio da carga; conta com porta lateral.

Mais uma – Nissan iniciou produzir o picape Frontier na Argentina. Leitores da Coluna sabem como furo mundial, da criação de um espaço dentro da fábrica Renault em Santa Isabel, Córdoba, para a operação e métodos Nissan fazendo mesmo produto para ser vendido com sua marca, Renault e Mercedes.

Junto – Vendas Nissan iniciar-se-ão no trimestre final; Renault Alaskan ao fim do ano; Mercedes Classe X em 2019. Duas primeiras idênticas, e Mercedes com mudanças para torná-lo mais automobilístico e menos camional, por bitolas aumentadas, melhor trato termo acústico, ajuste entre partes – trocou, até, o trambulador da caixa de marchas para operação mais confortável. Motor Nissan, diesel, L4, 2,3. Mercedes terão opção superior V6.

Negócio – Há alguns anos expertos automobilísticos definiram-se pela Argentina como base de produção de picapes e SUVs delas derivados, para servir ao mercado latino americano. Lá produzem Toyota HiLux; Ford Ranger; VW Amarok, e agora Nissan/Renault/Mercedes. No Brasil Chevrolet e Mitsubishi.

Mercado – Capacidade de produção será de 70 mil unidades/ano. Destas mercado doméstico consumirá metade. Brasil será o maior cliente.

Auditoria – Não informado pela Nissan, produção dos Mercedes já começou. Para auditar produtos, primeiras unidades estão sendo enviadas à matriz  alemã. Na Argentina, informou terá auditoria ao fim da linha de montagem para garantir a qualidade de partes e mão de obra. Alemães fiscalizando argentinos e japoneses na casa alheia ….

ONU – Para entender: Carro japones desenvolvido no México, fabricado na Argentina por fábrica francesa, e servindo a cliente alemão ? E como as Aliadas Nissan e Renault venderão o mesmo produto?

Perigo – LatinNCAP, organismo latino americano para segurança veicular, submeteu a testes de avaliação o Nissan March feito no Brasil. Resultado decepcionante: num teto de cinco estrelas, recebeu uma para incolumidade do motorista, e duas para proteção de crianças no banco traseiro. Laudo do instituto rotula a estrutura da carroceria como instável.

Falhas – Na relação de inconsistências, o LatinNCAP apontou falta de aviso para utilizar o cinto de segurança; de ancoragem ISOFIX para as cadeiras infantis; proteção limitada pelo emprego de sistema SRI para proteção infantil. Uma olhada às falhas sugerem economia na construção em detrimento da segurança dos passageiros.

Regra – Governos deveriam acompanhar os testes, auditar resultados, tornar  obrigatório oferecimento de segurança aos usuários. Afinal, sem cinismo, o Secretário da Receita Federal deveria entrar neste circuito para garantir a incolumidade de quem pagou muitos impostos sobre um veículo, e este não garante sua sobrevivência ou a de seus herdeiros, para a compra do próximo…

Tempo passa – Fábrica GM em Gravataí, RS, comemorou 18 anos de atividade e produção de 3,5 M veículos. Primeira unidade de automóveis das marcas filiadas à GM instalar-se fora de SP, é hoje sua maior operação.

ÁGUIA – Das maiores operadoras de ônibus rodoviários no país, a espitirossantense Águia Branca deu passo de relevo tecnológico: ao comprar novos 50 ônibus – dentre os 105 a ser adquiridos como renovação de frota neste ano -, duas unidades portarão sistemas de tecnologia de ponta.

Novidades – Foram anunciadas pela Mercedes-Benz no Lat.Bus & Transpúblico, maior evento do setor na América Latina, e ora em realização em S Paulo. Equipamentos são o ACC – Active Cruise Control -, piloto automático adaptativo, AEBS, -Advanced Emergency Braking System -, sistema de frenagem de emergência, e o LDWS, - Lane Departure Warning System – de aviso de mudança não sinalizada de faixa. Junto foi o pacote de Fuel Efficiency, para redução de consumo e manutenção, já em uso pela Águia.

Negócio – A fim de comprar veículo usado, de bom preço e procedência garantida ? O Festival VIP Direto terá leilão presencial e por internet dia 18, com inscrições já abertas. Menor oferta é Gol 2portas 2005 com lance de R$ 4.000. No outro extremo, picape Toyota HiLux 2015, R$ 50.000. Mais, (41) 3197- 0597 e www.vipdireto.com

NGK, 59 – Corajosa, seguindo os passos do cliente Toyota, a fábrica de sistemas de ignição NGK há 59 anos abriu, em Mogi das Cruzes, beiradas de S Paulo, sua primeira fábrica fora do Japão. A localização bem mostrava a falta de conhecimento com o país, valendo para tanto curioso dado: o grande número de japoneses na cidade, pequena, nitidamente agrícola. Empresa hoje é das maiores na especialidade, com forte presença no mercado local e exportações de velas e seus cabos à América Latina

Mudança – NAIAS, o conhecido Salão de Detroit, mudará no nome e feição. Em lugar do janeiro gelado e lúgubre em Michigan, o sol do verão. Mudança contorna outros pontos, como vôos de menor preço, pois fora da temporada festiva, test-drives.

Gente – Sergio Duarte, jornalista, 70, passou. OOOO

Ônibus Mercedes a caminho na segurança e autonomia
Ato de coragem, a Mercedes-Benz deu um salto tecnológico, agregando aos ônibus rodoviários da linha O 500 RS e RSD 14 itens de segurança, com vistas a reduzir os riscos de acidente. De maior expressão, o piloto automático adaptativo, capaz de acelerar e frear independentemente do controle do motorista, mantendo distância segura com relação ao veículo precendente.

É sistema chegado aos carros de luxo e agora aplicado ao transporte rodoviário. Segundo a empresa, é importante passo em direção ao ônibus autônomo. O sistema tem sensores na dianteira percebendo, a partir de 200m, a presença de veículos á frente, reduzindo a velocidade e, se for o caso por proximidade, inicia frear o coletivo. É extremamente útil em países como os da América Latina, com longas retas e descidas, avultando em utilidade se em caso de chuva ou visibilidade reduzida. O ACC acelera e freia automaticamente para evitar impactos, e se desliga a velocidades inferiores a 15 km/h, mantendo o comando com o motorista. O pacote montado pela Mercedes e aplicado aos ônibus O500 reúne 14 itens tecnológicos de segurança. Walter Barbosa, diretor de vendas e marketing ônibus na Mercedes entende, a aplicação do ACC nos ônibus aumenta o nível de segurança nas estradas, com efeitos sobre motoristas, passageiros, usuários das vias. Para ele, o equipamento supera um piloto automático convencional, limitado a manter velocidade pré selecionada.

A agregação do ACC é passo na direção do ônibus autônomo. Seu principal modelo de vanguarda tecnológica, o Future Bus Mercedes-Benz já o emprega na Europa. Sua aplicação é para médias e longas distâncias. No caso, o pacote incluindo o ACC tem14 itens de segurança, conjugando sistema de frenagem de emergência; aviso de mudança de faixa sem sinal; monitoramento da pressão dos pneus; Retarder, auxiliar de frenagem; Top-Brake, freio-motor auxiliar; suspensão com anti-tombamento; controle de tração; suspensão pneumática controlada eletronicamente; controle eletrônico de estabilidade; eixo direcional, freios a disco.

Aduz o executivo, a família O 500 é a mais moderna e avançada, desenvolvida no conceito modular, permitindo receber todos os tipos de carroceria imaginada pelos clientes.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Velas aquecedoras são aliadas dos motores diesel no inverno


Os proprietários de SUVs, caminhonetes e VUC “veículo urbano de carga” com propulsores a diesel que costumam presenciar falhas de partida durante os dias frios do inverno devem ficar atentos. De acordo com a NGK, marca especialista em sistema de ignição e velas aquecedoras, esse pode ser um indício de problema nas velas aquecedoras, componente que tem a função de aquecer o ar que ingressa na câmara de combustão, facilitando a partida do motor nos dias onde a temperatura está mais baixa, assim, o seu funcionamento acontecerá de uma forma mais uniforme na fase fria do motor.

Geralmente, veículos com maior quilometragem apresentam dificuldade na partida, lâmpada de avaria acesa no painel de instrumentos, para os veículos mais modernos e fumaça branca no escapamento, estes sinais podem ser ocasionados por mau funcionamento nas velas aquecedoras.  Para ter a certeza, é necessário levar ao mecânico para realizar testes no sistema. Automóveis novos também podem apresentar este problema.

As velas aquecedoras esquentam o ar que ingressa na câmara de combustão para facilitar a partida dos motores a diesel. Após o início do trabalho do motor, elas devem se manter acionadas para evitar falhas, até o propulsor atingir a temperatura ideal de trabalho. 

A ação das velas aquecedoras beneficia não somente o motor dos veículos a diesel, mas também a qualidade do ar. O processo realizado pela vela aquecedora de evitar falhas durante a partida e aquecer o ar que ingressa no motor, faz com que haja uma redução no nível de emissões poluentes, e principalmente a fumaça branca na fase fria do motor que é devido ao diesel não queimado pelo motor.

sábado, 26 de maio de 2018

NGK é premiada como uma das melhores marcas do aftermarket


A NGK está entre as marcas preferidas dos reparadores. A multinacional de origem japonesa, especialista em ignição, foi contemplada no 9º Prêmio Sindirepa-SP – Os Melhores do Ano, como umas das melhores parceiras do mercado de reparação de veículos nos segmentos de velas de ignição e cabos de velas.


O reconhecimento ocorreu durante evento realizado em São Paulo (SP), que contou com a presença de 150 empresários da reparação, diretores do Sinderepa-SP e lideranças do setor.

Presente nos principais modelos de veículos fabricados no Brasil, a NGK construiu ao longo dos anos uma relação sólida com os profissionais do aftermarket. “Esse prêmio nos traz muito orgulho. Atuamos diariamente nesse contato e suporte às oficinas e sermos reconhecidos por esse trabalho é muito gratificante”, afirma Eduardo Hiroshi, gerente Comercial da NGK do Brasil.

Estar próxima dos clientes e oferecer um serviço com excelência em qualidade faz parte do DNA da NGK do Brasil. Todos os anos a empresa realiza mais de 300 palestras técnicas aos profissionais do setor por acreditar ser seu papel colaborar com a qualificação e aprimoramento desse público. “Investir no reparador é investir em nossos produtos e serviços, uma vez que ele é quem vai levar toda a nossa capacidade tecnológica até o dono do carro. Em 58 anos de história, já são mais de sete mil workshops e 350 mil pessoas treinadas”, destaca o executivo.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Reparadores de veículos elegem as melhores marcas no Prêmio Sindirepa-SP

CATEGORIA OURO

A 9ª edição do Prêmio Sindirepa-SP revelou as melhores marcas de 18 categorias, entre autopeças, acessórios e produtos, segundo pesquisa da CINAU – Central de Inteligência Automotiva, promovida com 375 reparadores de veículos. 

“O Prêmio Sindirepa-SP veio para reconhecer as marcas de autopeças, tintas, pneus, lubrificantes e companhias de seguros que investem constantemente na qualidade e disponibilidade de produtos, na excelência do atendimento às oficinas e consumidores, pós-vendas, treinamento sobre aplicação, em prol do desenvolvimento de todo o setor”, afirma Antonio Fiola, presidente do Sindirepa-SP.

CATEGORIA PRATA
Na pesquisa, os reparadores avaliaram, entre os quesitos, a qualidade, disponibilidade e atendimento. As empresas classificadas nas três primeiras posições receberam selos Ouro, Prata e Bronze, que poderão ser utilizados em material de divulgação durante um ano.

CATEGORIA BRONZE
O evento, que foi promovido no Teatro SESI, na sede da FIESP, em São Paulo/SP, contou com a presença de diversas autoridades, entre elas, Antonio Carlos Botelho Megale, presidente da ANFAVEA; Rodrigo Araújo Carneiro, presidente da ANDAP; Alcides José Acerbi Neto, presidente do SICAP; Ingo Pelican, presidente do IQA; Heber Carlos de Carvalho, vice-presidente do Sincopeças-SP; Roberto Monteiro Spada, diretor de relações Institucionais do SENAI-SP e Fábio Rocha da Silveira, diretor da Escola SENAI “Conde José Vicente de Azevedo”.

A iniciativa teve patrocínio das seguintes empresas: Bradesco Seguros (Patrocínio Diamante), Porto Seguro e Schaeffler (Patrocínio Ouro), Kolbenschmidt (KS), Magneti Marelli/Cofap, Mahle/Metal Leve, Monroe e Rede PitStop (Patrocínio Prata) e Audatex, Arteb, Bosch, Cesvi Brasil, Frasle, IQA e ZF (Patrocínio Bronze).

Confira os vencedores:
SEGMENTO
EMPRESA
PARCEIRO REPARAÇÃO
BRADESCO
AMORTECEDORES
1º - COFAP
2º - MONROE
3º - NAKATA
BOMBA DE COMBUSTÍVEL
1º - BOSCH
2º - MAGNETI MARELLI
3º - DELPHI
BATERIA
1º - MOURA
2º - HELIAR
3° - BOSCH
COMPANHIA DE SEGUROS
1º - PORTO SEGURO
2º - MAPFRE
3° - BRADESCO
COMPONENTES DE MOTOR: Anéis, bronzina e pistões.
1º - MAHLE METAL LEVE
2º - KS
3º - COFAP
CORREIAS
1º - CONTITECH
2º - DAYCO
3° - GATES
DIAGNÓSTICO DE MOTOR
1º - TECNOMOTOR
2º - BOSCH
3° - NAPRO
DISCO DE FREIO
1º - FREMAX
2º - HIPPER FREIOS
3° - TRW VARGA
EMBREAGEM
1º - LUK
2º - SACHS
3° - VALEO
FILTROS
1º - FRAM
2º - TECFIL
3º - MANN
FAROL / LANTERNA
1º - VALEO CIBIE
2º - ARTEB
3º - MAGNETI MARELLI
ÓLEO LUBRIFICANTE
1º - MOBIL
2º - IPIRANGA
2º - LUBRAX
3º -TOTAL
PASTILHA DE FREIO
1º - COBREQ
2º - FRAS-LE
3º - SYL
PNEUS
1º - PIRELLI
2º - GOODYEAR
3º -MICHELIN
RADIADOR / CONDENSADOR
1º - VALEO
2º - VISCONDE
3º - DELPHI
ROLAMENTOS
1º - SKF
2º - INA
3º - FAG
VELA DE IGNIÇÃO / CABOS DE VELA
1º - NGK
2º - BOSCH
3º - DELPHI
TINTAS
1º - SHERWIN WILLIAMS
2º - LAZZURIL
3º - PPG