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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Reparadores de veículos elegem as melhores marcas no Prêmio Sindirepa-SP

CATEGORIA OURO

A 9ª edição do Prêmio Sindirepa-SP revelou as melhores marcas de 18 categorias, entre autopeças, acessórios e produtos, segundo pesquisa da CINAU – Central de Inteligência Automotiva, promovida com 375 reparadores de veículos. 

“O Prêmio Sindirepa-SP veio para reconhecer as marcas de autopeças, tintas, pneus, lubrificantes e companhias de seguros que investem constantemente na qualidade e disponibilidade de produtos, na excelência do atendimento às oficinas e consumidores, pós-vendas, treinamento sobre aplicação, em prol do desenvolvimento de todo o setor”, afirma Antonio Fiola, presidente do Sindirepa-SP.

CATEGORIA PRATA
Na pesquisa, os reparadores avaliaram, entre os quesitos, a qualidade, disponibilidade e atendimento. As empresas classificadas nas três primeiras posições receberam selos Ouro, Prata e Bronze, que poderão ser utilizados em material de divulgação durante um ano.

CATEGORIA BRONZE
O evento, que foi promovido no Teatro SESI, na sede da FIESP, em São Paulo/SP, contou com a presença de diversas autoridades, entre elas, Antonio Carlos Botelho Megale, presidente da ANFAVEA; Rodrigo Araújo Carneiro, presidente da ANDAP; Alcides José Acerbi Neto, presidente do SICAP; Ingo Pelican, presidente do IQA; Heber Carlos de Carvalho, vice-presidente do Sincopeças-SP; Roberto Monteiro Spada, diretor de relações Institucionais do SENAI-SP e Fábio Rocha da Silveira, diretor da Escola SENAI “Conde José Vicente de Azevedo”.

A iniciativa teve patrocínio das seguintes empresas: Bradesco Seguros (Patrocínio Diamante), Porto Seguro e Schaeffler (Patrocínio Ouro), Kolbenschmidt (KS), Magneti Marelli/Cofap, Mahle/Metal Leve, Monroe e Rede PitStop (Patrocínio Prata) e Audatex, Arteb, Bosch, Cesvi Brasil, Frasle, IQA e ZF (Patrocínio Bronze).

Confira os vencedores:
SEGMENTO
EMPRESA
PARCEIRO REPARAÇÃO
BRADESCO
AMORTECEDORES
1º - COFAP
2º - MONROE
3º - NAKATA
BOMBA DE COMBUSTÍVEL
1º - BOSCH
2º - MAGNETI MARELLI
3º - DELPHI
BATERIA
1º - MOURA
2º - HELIAR
3° - BOSCH
COMPANHIA DE SEGUROS
1º - PORTO SEGURO
2º - MAPFRE
3° - BRADESCO
COMPONENTES DE MOTOR: Anéis, bronzina e pistões.
1º - MAHLE METAL LEVE
2º - KS
3º - COFAP
CORREIAS
1º - CONTITECH
2º - DAYCO
3° - GATES
DIAGNÓSTICO DE MOTOR
1º - TECNOMOTOR
2º - BOSCH
3° - NAPRO
DISCO DE FREIO
1º - FREMAX
2º - HIPPER FREIOS
3° - TRW VARGA
EMBREAGEM
1º - LUK
2º - SACHS
3° - VALEO
FILTROS
1º - FRAM
2º - TECFIL
3º - MANN
FAROL / LANTERNA
1º - VALEO CIBIE
2º - ARTEB
3º - MAGNETI MARELLI
ÓLEO LUBRIFICANTE
1º - MOBIL
2º - IPIRANGA
2º - LUBRAX
3º -TOTAL
PASTILHA DE FREIO
1º - COBREQ
2º - FRAS-LE
3º - SYL
PNEUS
1º - PIRELLI
2º - GOODYEAR
3º -MICHELIN
RADIADOR / CONDENSADOR
1º - VALEO
2º - VISCONDE
3º - DELPHI
ROLAMENTOS
1º - SKF
2º - INA
3º - FAG
VELA DE IGNIÇÃO / CABOS DE VELA
1º - NGK
2º - BOSCH
3º - DELPHI
TINTAS
1º - SHERWIN WILLIAMS
2º - LAZZURIL
3º - PPG


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Força do querer

Alta Roda nº 950/30030– 20 023– 0oda nº852/0611508– 2oda nº851/2017

Fernando Calmon
Pode parecer estranho o título desta coluna coincidir com o de uma novela televisiva atual. Foi proposital porque neste mês de julho as notícias eletrizantes sobre a invasão de carros elétricos no mundo se sucederam, como os capítulos dos populares folhetins noturnos de TV. 


Primeiro foi o estudo divulgado pela equipe especializada em transportes da Bloomberg New Energy Finance (BNEF), empresa de pesquisa que tem acompanhado a evolução do assunto. O relatório chama a atenção para reduções importantes no preço das baterias de íons de lítio que tornarão os elétricos tão baratos como os convencionais. 

Fala também em cerca de 700 mil veículos leves desse tipo vendidos em todo o mundo em 2016. A equipe agora estima que os elétricos representem 54% de todas as vendas mundiais de automóveis até 2040. 

Em seguida, a Volvo pegou a onda e seu presidente afirmou que depois de 2019 todos os novos projetos dos modelos da marca terão motores elétricos. Passou pouco mais de uma semana e foi a vez de o governo francês anunciar o objetivo de em 2040 banir a venda em todo o seu território de carros equipados com motores a combustão (diesel ou gasolina). 

Ao mesmo tempo o elétrico Tesla 3 saía da linha de montagem nos Estados Unidos, primeiro “popular” da marca. Seus modelos atuais custam em torno de US$ 100 mil, mais que o dobro de um modelo convencional (o “popular” também), mesmo com incentivos governamentais em dinheiro aos compradores. 

Todo esse enredo, porém, precisa ser mais bem explicado. Afinal, novela é peça de ficção, algumas até inspiradas em fatos da vida real. Apesar de todo o respeito pela BNEF, certas afirmações estão incompletas. É muito comum somar, sem informar, híbridos (de motor a combustão e elétrico, recarregável ou não em tomadas) e elétricos puros. Aquelas 700 mil unidades incluem os dois tipos e representaram menos de 1% do que se vendeu no mundo no ano passado. 

Passar a 54% em apenas 23 anos é grande exercício de otimismo. O preço das baterias já caiu e continuará a cair, como está no relatório. Mas elas terão de ser substituídas e recicladas depois de dez anos a um preço que ninguém sabe. Isso não aparece no relatório, e deveria. 

Volvo pertence à chinesa Geely, fabricante de veículos de capital privado, que deve se enquadrar nas orientações do governo do país oriental. Antes de 2025 o ciclo de modelos atuais da marca sueca não se encerrará e não foi dito se híbridos conviverão com elétricos. 

Já o governo francês se enquadra muito bem no título da novela. As intenções são nobres, sem dúvida. Trata-se de um país onde quase toda a eletricidade vem da energia nuclear, mas faltou explicar a que custo a infraestrutura de recarga será implantada. E, novamente, como reciclar milhões de baterias que sairão dos carros ainda com 20% de energia residual. Podem em parte ser usadas em “bancos de energia”, mas depois a reciclagem terá de vir. Também falta saber se o lítio se manterá a preço estável ou haverá nova dependência mundial: em vez de óleo, metal... 

A maioria das novelas mostra um final feliz. O carro elétrico também? 

RODA VIVA

INDEPENDENTEMENTE da maré elétrica de otimismo, motor diesel pode ver sua aplicação restringida em automóveis na Europa. Há movimentos fortes em algumas cidades e países para forçar a indústria a uma atualização da frota circulante. Daimler, pressionada na Alemanha, convocará 3 milhões de veículos a diesel usados depois de alegar que não tinham problemas. 

PORSCHE, por sua vez, admitiu agora que até o fim desta década decidirá se continuará a oferecer motores a diesel nos SUVs e no sedã Panamera. Marca tem apenas 15% de vendas mundiais com essa motorização e pode substituí-la por híbridos a gasolina. Também investe em um sedã totalmente elétrico. Para 2025, estima que entre 25% e 35% da sua produção será de elétricos. 

APLIQUES ajuizados e altura de rodagem elevada em 3,1 cm fazem do Ford Ka Trail um produto adequado na faixa dos pseudoaventureiros. Enfrenta quebra-molas, valetas e buraqueira sem comprometer de forma preocupante o comportamento em curvas. Retoques no habitáculo são discretos. Motor de 1 litro e 3 cilindros permite ter preço competitivo. 

PEUGEOT acaba de anunciar iniciativas de peso na prestação de serviços da sua rede de concessionárias para reconquistar mercado. Revisão em 24 horas (se atrasar, cliente não paga); empréstimo de veículo quando o reparo ultrapassar quatro dias, mesmo em casos fora da garantia; reboque gratuito por oito anos, em eventos de pane ou colisão. Exemplo a ser seguido. 

PRÊMIO Inovação Brasil, do jornal Valor Econômico, demonstra que parte da indústria de autopeças continua a investir em pesquisa e desenvolvimento no País. Na edição deste ano, a Mahle Metal Leve apareceu novamente na segunda posição no ranking de empresas automobilísticas. Possui 140 patentes ativas e seu Centro Tecnológico de Jundiaí (SP) gera uma média de 20 depósitos por ano. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

domingo, 25 de setembro de 2016

MAHLE apresenta filtro mais eficiente para motores downsizing

Filtros de ar nem sempre recebem a atenção devida na manutenção do carro, apesar de serem importantíssimos para garantir a qualidade do ar que entra no motor, o seu desempenho, a sua durabilidade, e até a economia do consumo de combustível. Notadamente nos novos motores com tecnologia downsizing, que em função do turbocompressor e da injeção direta necessitam eficiência superior na retenção da aspiração de corpos estranhos para dentro do motor.

Em função da evolução que vem sendo observada pela indústria automobilística, o Centro Tecnológico da MAHLE Metal Leve, em Jundiaí, SP, desenvolveu uma nova linha de filtros que já está sendo aplicada em alguns dos mais modernos motores downsizing à disposição do mercado brasileiro.

Ao contrário da maioria das unidades em uso nos nossos automóveis, o novo filtro MAHLE recebeu conformação arredondada. Com o novo desenho se conseguiu uma área de material filtrante maior e mais aberta, o que garante uma separação de impurezas mais eficiente e vida mais longa para o componente. Isso significa que ele terá maior capacidade de reter material contaminante que a maioria dos modelos até atingir a quilometragem recomendada para a sua substituição. Com esse formato ele também ocupa menor espaço sob o capô do carro. 

Uma das características que tornam o novo filtro ideal para os motores mais avançados é o fato dele ter recebido uma "grade" interna em material plástico, que entre outras atribuições tem a função de direcionar o ar que passa pelo seu interior. 

Projetada especialmente para causar um efeito de turbilhonamento no ar que passa pelo material filtrante, essa grade conta com aletas que laminam o ar e o direcionam de forma correta para o processo de combustão no motor. Isso foi fundamental por que esses motores vêm equipados com sensores que medem a vazão do ar que entra no seu interior. A "leitura" da quantidade do ar que é introduzido determina quanto combustível deve ser injetado para que seja realizada uma perfeita combustão. 

Outra função dessa grade é proporcionar estabilidade ao filtro, impedindo que ele altere seu formato. Como a sucção do ar que entra no motor é muito alta, essa estrutura interna evita que o material filtrante possa colapsar e interferir na sua eficiência de filtragem. Uma vantagem adicional do novo filtro é ter uma menor área externa nas suas extremidades, o que facilita a perfeita vedação das suas bordas impedindo que qualquer ar sem filtragem possa ser admitido pelo motor.