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quarta-feira, 9 de março de 2016

PIRELLI ANUNCIA COMPOSTOS SELECIONADOS E JOGOS OBRIGATÓRIOS PARA O GP DA EUROPA 2016

A Pirelli levará os três seguintes compostos para a oitava rodada da temporada 2016 da Fórmula 1, no Azerbaijão, entre 16 e 19 de junho, no novo circuito de rua de Baku:

P Zero Branco médio, P Zero Amarelo macio e P Zero Vermelho supermacio.

Esses são os pneus mandatórios, que deverão estar disponíveis para a corrida:

Um jogo de pneus P Zero Branco médio e um jogo de pneus P Zero Amarelo macio.

Cada piloto deve ter esses dois jogos disponíveis para a corrida, e usar ao menos um deles.

Esses são os pneus designados para o Q3:

Um jogo de pneus P Zero Vermelho supermacio.

Seguindo o regulamento de 2016, cada piloto deve guardar para o Q3 um jogo do mais macio dos três compostos selecionados. Esse jogo será devolvido para a Pirelli após o Q3 por aqueles que se classificarem entre os 10 primeiros. Os demais pilotos podem manter esse jogo para a corrida, como é o caso atualmente.

As equipes têm liberdade para escolher os demais jogos de pneus, totalizando 13 jogos para o fim de semana.

O novo regulamento de 2016 para pneus determina que as escolhas dos pneus para corridas distantes devem ser feitas com 14 semanas de antecedência. Já para as corridas europeias, esse prazo é dezoito semanas.



Pneus selecionados até o momento:


Roxo
Vermelho
Amarelo
Branco

Austrália

Supermacio
Macio
Médio

Bahrain

Supermacio
Macio
Médio

China

Supermacio
Macio
Médio

Rússia

Supermacio
Macio
Médio

Espanha





Monte Carlo





Canadá
Ultramacio
Supermacio
Macio


Azerbaijão

Supermacio
Macio
Médio


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Pirelli F1: pneus P Zero macio e supermacio para o GP da Rússia, neste fim de semana

Os pneus P Zero Amarelo macio e P Zero Vermelho supermacio foram os escolhidos para o Grande Prêmio da Rússia; um degrau acima de maciez em relação a prova de estreia desta etapa, disputada no ano passado. Como não haviam dados de referência em 2014, a escolha dos compostos foi naturalmente mais conservadora. Mas, agora, com base nas informações obtidas na corrida anterior, a escolha foi bem mais precisa e adequada para as características desta pista. O asfalto possui uma superfície bastante lisa e isso, somado ao clima ameno da região e ao fato de que a maioria das curvas é de média velocidade, resulta em baixos índices de desgaste e de degradação dos pneus.

Paul Hembery, diretor de motorsport da Pirelli: “Estamos muito satisfeitos por voltar a correr na Rússia, no segundo Grande Prêmio neste circuito. Este país é um mercado crucial, não apenas para nós, mas também para todas as fabricantes de veículos automotores. Havia uma série de questões que precisavam ser respondidas quando corremos em Sochi, em 2014 – como, aliás, é inevitável sempre que se chega a um circuito novo –, mas nós conseguimos coletar uma série de dados importantes e estamos com muitas informações para a corrida deste ano. 

O resultado desse trabalho é que pudemos escolher compostos um pouco mais macios para que possamos ter estratégias de duas ou três paradas, que é o ideal para cada corrida. Porém, tanto nós quanto as equipes ainda estamos aprendendo mais sobre esta pista, a cada minuto, independentemente dos ensaios e simulações que os computadores podem fazer. Este circuito possui uma grande variedade de curvas diferentes, o que é um bom teste para a capacidade dos pneus. Com a possibilidade de usar o composto supermacio este ano, os pilotos certamente poderão ser ainda mais rápidos.”

Os maiores desafios para os pneus: Um asfalto novo, geralmente, passa por mudanças muito radicais em seu primeiro ano de uso, principalmente após uma temporada de inverno rigoroso. Entretanto, após algumas análises, vemos que ocorreram poucas alterações em relação à situação da pista em 2014, com o traçado se mantendo particularmente liso e pouco abrasivo. Como a pista não foi usada muito intensamente após a última passagem da Fórmula 1, uma grande degradação do asfalto é esperada, com a pista ainda bastante “verde” e escorregadia nos treinos livres de sexta-feira.

O ponto mais crítico de Sochi é a Curva Três, que é à esquerda e com mais de um ponto de tangência, inspirada na Curva 8 de circuito de Istambul (que também foi projetado por Hermann Tilke). Esta curva provoca um estresse excessivo no pneu dianteiro direito, em particular. No total, Sochi possui 12 curvas à direita e seis à esquerda, com uma reta de 650 metros entre a primeira e a segunda curvas.

Seu traçado de 5.848 metros é o terceiro maior do ano, atrás apenas dos de Spa-Francorchamps e de Silverstone. Desses mais de 5,8 quilômetros, 1,7 são corridos em vias públicas, e a prova deve ter, no total, 53 voltas. A temperatura ambiente deve ficar na casa de 15ºC a 20ºC, reduzindo os efeitos da degradação térmica.

A estratégia do ano passado e como a corrida foi ganha: Lewis Hamilton venceu a prova para a Mercedes, largando com o pneu macio e mudando para o médio na 30ª volta. A estratégia mais incrível foi a do seu companheiro de equipe, Nico Rosberg, que trocou de macio para médio na primeira volta da corrida. Rosberg caiu para a 20º posição, mas terminou a prova em 2º lugar, após completar mais de 300 quilômetros com o mesmo jogo de pneus, e tendo feito a sua volta mais rápida justamente na penúltima passagem.

Expectativa de performance entre os dois compostos: entre 0s8 e 1s por volta.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

PIRELLI LANÇA EM MÔNACO O P ZERO VERMELHO SUPERMACIO



Os pneus supermacios P Zero Red da Pirelli farão a sua estreia na temporada 2014 em Mônaco, ao lado dos pneus macios que já foram vistos em três das cinco corridas realizadas até o momento. Como Monaco tem a velocidade média mais baixa do ano, além de as curvas mais lentas de toda a temporada, os carros dependem quase que inteiramente do seus desempenhos mecânicos, muito mais do que de aderência aerodinâmica – o que é gerado apenas pelos pneus. Um pneu de aquecimento rápido é essencial para que os compostos possam fornecer uma aderência máxima o mais rapidamente possível.

A superfície escorregadia, típica das ruas do Principado, em meio ao seu cenário fabuloso e o asfalto perigosamente urbano – com faixas de pedestres pintadas nos cruzamentos, tampas de bueiros e solavancos – aumenta ainda mais o desafio para os pneus. A boa notícia é que parte do asfalto, na saída do túnel – um dos raríssimos pontos de ultrapassagem do circuito – foi refeito este ano.