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segunda-feira, 18 de junho de 2018

YAMAHA ELEGE O SEU MELHOR MECÂNICO


A Yamaha Motor do Brasil elegeu, no dia 12/06, o melhor mecânico de sua Rede de Concessionários. Jefferson Caetano de Arantes, que trabalha no Grupo Jet Balbek de Sorocaba, foi o melhor dentre 20 finalistas que, em pouco mais de 8 horas, realizaram diversas tarefas a fim de colocarem à prova, as habilidades e conhecimentos de cada participante.

Foram analisados desde conhecimento em técnico, abrangendo diagnóstico e metrologia, a até mesmo a desenvoltura em se relacionar com o cliente.

Para o campeão do NTGP Brasil de 2018, “me sinto recompensado por todo meu esforço em fazer meu trabalho cada vez melhor. Sei que essa conquista será um divisor de águas em minha vida”. E completa: ”Farei o meu melhor para representar o Brasil e a Yamaha na final no Japão... Me sinto um atleta prestes a disputar as Olimpíadas”.

O NTGP -  National Technician Grand Prix foi criado em 2003 e é realizado em todos os países em que a Yamaha está presente. De dois em dois anos, os representantes de cada um desses países se reúnem em uma acirrada competição para eleição do melhor mecânico Yamaha do Mundo.

A grande final do 7º Campeonato Mundial acontecerá em outubro deste ano, no Japão, e Jefferson representará o Brasil.

Os cinco primeiros lugares do NTGP, são:
1º - Jefferson Caetano de Arantes

Grupo Jet Balbek – Sorocaba / SP

2º - Rafael Antunes Dias

Crab – São Paulo / SP

3º -Antonio Eduardo L. Ferreira

Disnove Motos – Recife / PE

4º - Juliano Anselmo de Lima

Jet Balbek – Sorocaba / SP

5º - Thiago Alves de Oliveira

Moto Mania – Curitiba / PR


quarta-feira, 13 de abril de 2016

ICGP inicia uma temporada de corridas em pistas históricas da motovelocidade

78-Robert Burns (Escócia), BSR-TZ 350; 18-Stefan Tennstadt (Alemanha), Bakker-Rotax 250; 21-Bob Keller (Brasil), Yamaha TZ 250; 51-Werner Reuberger (Áustria), Bakker-Rotax 250, em Rijeka, em 2012.
O ICGP (International Classic Grand Prix) terá em 2016 um calendário perfeito para os admiradores de circuitos históricos da motovelocidade. Dos seis autódromos que receberão as etapas do campeonato de motos de GP clássicas, cinco já sediaram etapas do Campeonato Mundial de Motovelocidade. O campeonato começará em Paul Ricard (França) no próximo domingo, dia 17 de abril, e passará por Assen (Holanda), Mallory Park (Inglaterra), Grobnik (Croácia), Mugello (Itália) antes de chegar a Goiânia (Brasil), local da etapa de encerramento em 23 de outubro.


Duas dessas pistas, Assen e Mugello, estão incluídas também no calendário do Campeonato Mundial de 2016. Essa profusão de circuitos históricos no calendário de 2016 é pura coincidência. Autódromos novos receberam etapas do ICGP em anos anteriores. Mas não há dúvida de que a presença de circuitos utilizados pelo Mundial em décadas anteriores acrescenta mais um componente nostálgico à temporada. Confira o histórico das seis pistas que receberão o ICGP em 2016, com as respectivas datas.

Paul Ricard (França), 17 de abril - Inaugurado em 1970, entrou imediatamente para a relação dos autódromos mais modernos do mundo - e nunca mais saiu dela. Sediou 12 GPs da França de motovelocidade entre 1973 e 1998, além de ter sido durante muitos anos o circuito da 24 Horas de Bol d’Or, uma das mais importantes corridas de longa duração do motociclismo mundial. No início da década de 2000, sofreu uma reforma profunda para servir como pista de testes. Entre outras mudanças, foram acrescentadas várias alternativas de traçado. O original, com a longa reta Mistral (1,8 km), foi mantido - e é nele que os pilotos do ICGP iniciarão a temporada de 2016. Extensão: 5,791 km.

Assen (Holanda), 5 de junho - A cidade de Assen recebe corridas de moto desde 1925. O circuito atual, construído em 1955 e chamado de "A Catedral" da motovelocidade, aproveita uma pequena parte do traçado pioneiro. Assen sedia o GP da Holanda do Mundial de Motovelocidade desde o primeiro ano da competição, em 1949. Seletivo e exigente para os pilotos, oferece uma atmosfera festiva e alegre para o público. O Brasil tem uma vitória nessa pista - a de Alexandre Barros em 2000, na categoria 500 cm³. Extensão atual: 4,555 km.

Mallory Park (Inglaterra), 31 de julho - Dos seis circuitos do ICGP em 2016, é o único que nunca sediou um GP do Campeonato Mundial de Motovelocidade. Construído em 1956, inicialmente como um oval, recebeu diversos eventos importantes de automobilismo e motociclismo. A "Race of The Year", disputada entre as décadas de 1950 e 1980 por motos de GP de 500 cm³, tem em sua lista de vencedores nomes como John Surtees, Mike Hailwood, Giacomo Agostini, Jarno Saarinen, Barry Sheene, Kenny Roberts e Randy Mamola. Atualmente, recebe o campeonato britânico de Superbike. Nas corridas de moto, são utilizadas chicanes para maior segurança. Extensão: 2,269 km.

Grobnik (Croácia), 21 de agosto - Também conhecido como Rijeka, foi o palco do GP da Iugoslávia entre 1978 e 1990. Sempre foi uma das corridas preferidas dos pilotos - e só deixou o Mundial devido aos conflitos que levaram à guerra civil e à separação das repúblicas que compunham a Iugoslávia a partir de 1991. Localizado no território da Croácia, foi reformado e voltou a receber corridas após a pacificação. Além do ICGP, recebe uma etapa do Mundial de Sidecar. Extensão atual: 4,168 km.

Mugello (Itália), 28 de agosto - Entre 1976 e 1993, sediou outras oito corridas do Campeonato Mundial, algumas delas denominadas GP de San Marino. Desde 1994, recebe ininterruptamente o GP da Itália de motovelocidade. Com um traçado desafiador, proporciona corridas emocionantes e imagens espetaculares. Extensão atual: 5,245 km.

Goiânia (Brasil), 23 de outubro - O evento de inauguração, em julho de 1974, foi aberto com uma corrida de motocicletas da categoria 350 cm³, vencida por Carlos Alberto Pavan, o "Jacaré", com uma Yamaha TZ da equipe de Edgard Soares. Entre 1987 e 1989, sediou as três primeiras edições do GP do Brasil do Mundial de Motovelocidade, categorias 250 e 500. Volta a receber as motos de 250 cm³ (e também as de 350 cm³, que já não corriam no Mundial em 1987) com a realização da etapa final do ICGP em 2016. Extensão: 3,820 km.51-


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

BMW M2 é o novo safety car da temporada 2016 da MotoGP

A Motorsport, divisão esportiva da marca BMW, acaba de apresentar novos veículos de segurança para a temporada 2016 do MotoGP, o principal campeonato do motociclismo mundial. E o grande destaque é o novo cupê BMW M2, totalmente desenvolvido para entrar em ação de forma ágil nos circuitos do Mundial de Motociclismo e garantir a segurança durante todas as 18 etapas da competição.

Apresentado oficialmente no mês passado, durante o Salão de Detroit (EUA), o cupê BMW M2 tornou-se o modelo esportivo ideal para converter-se em um safety car do MotoGP, graças ao gene de esportes a motor agregado ao seu DNA. O novo motor de seis cilindros em linha, 3.0 litros, associado à inovadora tecnologia M TwinPower Turbo é garantia de um desempenho extremamente esportivo. Com potência máxima de 370 cv e torque máximo de 47,5 kgfm – podendo alcançar 51 kgfm com a utilização de um overboost do turbo –, o conjunto motriz, que traz câmbio de sete marchas, de dupla embreagem, e tração traseira, é altamente eficaz em altas rotações, algo que fica realmente evidente na pista. Outras características do M2, como o baixo centro de gravidade e o peso reduzido, são atributos que ajudam a garantir a máxima agilidade e dinamismo deste cupê de alto desempenho. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 4,3 segundos.

Na fábrica do BMW Group em Garching (ALE), o BMW M2 convencional foi otimizado e preparado especialmente para assumir sua nova função no MotoGP. Além de soluções exclusivas feitas sob medida para o cupê e a inclusão de itens de segurança, os engenheiros da BMW M também equiparam o cupê com diversos acessórios da BMW M Performance, o que garante um visual chamativo ao modelo e também ampliam o desempenho, especialmente no que diz respeito à aerodinâmica, refrigeração e design.

O projeto do BMW M2 MotoGP Safety Car teve início no mês de outubro e levou 10 semanas para ser concluído. Na oficina de protótipos da BMW M, o cupê recebeu um novo para-choque frontal, equipado com luzes de LED azuis nas tomadas de ar inferiores, e uma luminária de LEDs vermelhos sobre o teto. Na parte traseira, sobre a tampa do porta-malas, foi instalado um aerofólio regulável feito de fibra de carbono. Este material, aliás, também está presente na tubulação do sistema de escapamento, nos estribos laterais, nas capas dos espelhos retrovisores externos, nas aletas sob a tomada de ar frontal e no difusor traseiro.

As rodas estão calçadas com pneus Michelin Cup e contam com freios de carbono-cerâmica derivados dos BMWs M3 e M4. Além de mais resistentes, eles são mais leves e estáveis termicamente. A cabine do BMW M2 recebeu uma gaiola de proteção antirrolamento também usada no BMW M4 GTS, bancos tipo concha Recaro com cintos de segurança de seis pontos Schroth, além de volante revestido de Alcântara e pedais de aço inoxidável.

O MotoGP e a BMW M formam uma parceria que já dura quase duas décadas. Desde 1999, a BMW M tem sido um integrante permanente da família MotoGP. E esta colaboração de sucesso com a empresa organizadora do MotoGP, a Dorna Sports, vem crescendo constantemente nos últimos anos. Em 2014, a Dorna Sports e a BMW M estenderam sua cooperação até 2020. Esta é a 18ª participação da BMW M como “veículo oficial do MotoGP”.


A temporada 2016 do MotoGP terá um total de 18 etapas e começa no próximo dia 20 de março, com o Grande Prêmio do Catar, no Circuito Internacional de Losail, em Doha. O GP de Valência, a ser disputado no Circuito Ricardo Tormo, em Valência (ESP), no dia 13 de novembro, fecha o calendário da categoria.