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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Nissan planta 300 mudas de espécies nativas ao redor do Complexo Industrial de Resende

A Nissan plantou mais 300 ipês roxos e amarelos no entorno do Complexo Industrial de Resende. As árvores são espécies nativas da região e as mudas chegaram na caçamba da Nova Nissan Frontier. 

O plantio, realizado em parceria com o INEA - Instituto Estadual do Ambiente -, reafirma o compromisso da Nissan de ter em Resende uma de suas unidades mais sustentáveis do mundo.

As mudas foram preparadas por concessionários da Nissan, durante o lançamento da nova geração da picape. Elas simbolizam o compromisso de cada um deles com o desempenho da marca no ano fiscal de 2017, que começou agora no dia 1º de abril.

O respeito ao meio ambiente é um dos focos da Nissan desde o início da construção do Complexo Industrial de Resende. A nova ação de plantio de árvores representa mais um passo na composição do cinturão verde, que irá circundar a área da fábrica, revitalizando o entorno da unidade e contribuindo para a redução de emissões e ruídos. O cinturão ocupa uma área de 12 hectares, formada por 20 espécies do bioma original da região.

Sustentável também no lado de dentro
Se ao redor do Complexo Industrial de Resende a Nissan cuida da vegetação nativa, dentro da fábrica também há práticas inovadoras com relação à sustentabilidade e à preservação ambiental. Desde a própria concepção do projeto até os processos de produção.

Entre os destaques estão a iluminação, que aproveita ao máximo a luz natural por meio de claraboias e amplas janelas espalhadas por todo o complexo, e o adequado tratamento dos resíduos. Todos eles são destinados de forma ambientalmente correta para empresas especializadas e licenciadas, ou reaproveitados no próprio processo.


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Automóveis produzidos no Complexo Industrial da Nissan em Resende (RJ) chegam à Argentina

Após iniciar a exportação de automóveis do Complexo Industrial de Resende para os países da América Latina em 2016, a fábrica da Nissan começou a enviar veículos também para a Argentina. Mais de 2 mil unidades de modelos Nissan March e Nissan Versa brasileiros já foram embarcadas para atender a demanda do mercado argentino.

O Chairman da Nissan América Latina, José Valls, reforça que “Resende é uma planta moderna, com elevados indicadores de qualidade, escolhida para se tornar uma plataforma de exportação para a América Latina. Foi construída para entregar o melhor da qualidade e tecnologia japonesa em toda a região”. Desde abril de 2016 a planta de Resende exporta seus modelos para os mercados da América Latina, e hoje já entrega unidades na Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, Peru, Panamá, Paraguai e Uruguai.

A expectativa do executivo é duplicar o volume de exportação e ampliar o número de países que irão receber os produtos brasileiros no ano-fiscal de 2017. “A região possui um potencial significante para a Nissan. Nosso time está se preparando para uma crescente demanda na região nos próximos anos, para a qual Resende se transformará em um polo de exportação”, afirma ele.

Inaugurado em abril de 2014, o novo Complexo Industrial permite que a Nissan produza mais veículos no Brasil e o objetivo é que eles sejam cada vez mais nacionais. Por isso, a empresa montou uma área ao lado da unidade de Resende, com infraestrutura completa, para receber fornecedores importantes para sua operação e aumentar a nacionalização dos componentes. O foco na qualidade também fez a Nissan tomar a decisão de ter um Complexo Industrial completo no país, garantindo assim seus elevados padrões mundiais de produção, com áreas de estamparia e de injeção de plásticos dentro de sua unidade, algo incomum nas fábricas instaladas no Brasil em função da complexidade e dos elevados valores de investimentos que exigem. Com estas áreas integradas ao processo, se ganha, além de qualidade, em tempo de produção, redução de estoques e flexibilidade para o mix de fabricação.

Essa unidade industrial recebeu um dos maiores investimentos realizados no país para a construção de uma fábrica de automóveis, de R$ 2,6 bilhões, exatamente para ter esse ciclo de produção completo. No total, a capacidade é para produzir até 200 mil veículos e 200 mil motores por ano. Desde abril de 2016 a planta de Resende exporta seus modelos para os mercados da América Latina, e hoje já entrega unidades na Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, Peru, Panamá, Paraguai e Uruguai.


sábado, 21 de janeiro de 2017

Primeiras unidades de testes do Nissan Kicks são finalizadas em Resende

A Nissan inicia o ano de 2017 com novidades no seu Complexo Industrial em Resende. Como parte da preparação da fábrica para a produção do Nissan Kicks ainda neste semestre e futura exportação para a América Latina, a equipe da área de Montagem Final (Trim & Chassis) entregou as primeiras unidades de testes produzidas para os executivos globais da companhia, entre eles o vice-presidente executivo mundial de Manufatura e Logística da Nissan Motor Co., Ltd, Fumiaki Matsumoto.

Os modelos fazem parte das unidades finalizadas pela equipe de Resende durante a primeira etapa de testes dos equipamentos e treinamento dos funcionários na linha de produção. O foco é total em qualidade com o padrão mundial da Nissan.

Para o diretor de Operações de Manufatura da Nissan, Sérgio Casillas, "Esta etapa confirma a preparação da equipe de Resende para entregar um produto de qualidade elevada ao consumidor brasileiro e futuramente da América Latina. A fábrica já possui hoje, com os modelos March e Versa, um dos melhores indicadores de qualidade do grupo Nissan em todo o mundo. E é esta mesma qualidade e tecnologia japonesa que será aplicada na fabricação do Nissan Kicks brasileiro, por isso estamos fazendo todos os testes".

"O Nissan Kicks possui uma maior complexidade de montagem ao longo da linha de produção, o que exige um número de operações cerca de 20% superior aos modelos March e Versa, com diferenciais nos componentes eletrônicos, devido à diversidade de tecnologia embarcada do modelo. Alguns deles únicos no segmento de SUVs compactos no Brasil", explica Marcelo Soares, gerente de Montagem Final da Nissan do Brasil.

Para concluir a fabricação do novo SUV, a Nissan utiliza equipamentos e postos de operação específicos para a montagem dos hacks de teto flutuante e a calibração das câmeras 360º do Around View Monitor, tecnologia que oferece ao motorista uma visão 360º auxiliada por quatro câmeras, um sensor de estacionamento sonoro e luzes indicativas no painel. Ao todo são feitas 890 operações de montagem somente do novo modelo na linha final.

Nissan Kicks
Com um estilo ousado e dinâmico, o Nissan Kicks foi criado para os clientes que levam uma vida agitada nas grandes cidades e precisam enfrentar os desafios da "selva urbana". O modelo é um dos primeiros a integrar o conceito de "Mobilidade Inteligente" da Nissan, resultado de avançados processos de engenharia e manufatura e inclusão de itens tecnológicos que proporcionam o equilíbrio perfeito entre performance e economia de combustível.

O Nissan Kicks traduz este conceito em uma série de atributos, como um motor moderno, o câmbio XTRONIC CVT de última geração, peso menor em comparação com seus concorrentes, além de design aerodinâmico que aumenta a eficiência. Além disso, o Nissan Kicks é equipado com tecnologias de segurança úteis, como a câmera de visão 360°, o Detector de Objetos em Movimento, Controle Dinâmico do Chassi, Controle Dinâmico em Curvas, Estabilizador Ativo de Carroceria e Controle Dinâmico de Freio Motor, nos modelos topo de linha.


A comercialização do Nissan Kicks foi iniciada mundialmente no Brasil, seguindo depois para outros mercados da América Latina, com previsão de lançamento em mais de 80 países. Fabricado atualmente no México, o modelo passará a ser produzido no Brasil, no Complexo Industrial de Resende, este ano.

sábado, 18 de abril de 2015

Nissan celebra primeiro ano de atividades do Complexo Industrial de Resende

Com um evento para os 1.800 funcionários diretos e de fornecedores que atuam no Complexo Industrial de Resende, no Estado do Rio de Janeiro, a Nissan celebrou hoje o primeiro ano de atividades desta unidade. François Dossa, Presidente da Nissan do Brasil, e Atsuhiko Hayakawa, Vice-presidente de Operações da Nissan do Brasil, conduziram a cerimônia no prédio da Fábrica de Motores que integra o complexo.

A empresa também atinge neste dia a produção de 30 mil veículos em Resende desde a inauguração oficial em abril de 2014. Um Nissan Novo Versa Unique, equipado com motor 1.6 16V também feito no complexo industrial, foi o modelo que atingiu esta marca histórica.

“Em apenas doze meses, começamos a produzir em Resende duas linhas de veículos, o New March e o Novo Versa, e duas de motores, o recém-lançado 1.0 12V e o 1.6 16V. Mas o maior objetivo que atingimos neste período, e reforçamos diariamente, é de lançar e fabricar produtos com alto nível de qualidade, seguindo os rigorosos padrões japoneses adotados pela Nissan globalmente”, afirma François Dossa, Presidente da Nissan do Brasil.

“O Complexo Industrial de Resende é a base para atingirmos o nosso objetivo de crescimento no mercado brasileiro. Com a chegada do Novo Versa e o primeiro ano completo de produção do New March, a Nissan pretende atingir 3% de participação de mercado no ano fiscal 2015, contra 2,3% no mesmo período de 2014”, complementa Dossa.

A unidade industrial recebeu um dos maiores investimentos realizados no país para a construção de uma fábrica de automóveis, R$ 2,6 bilhões, exatamente para ter um ciclo de produção completo, da área de estamparia até as pistas de testes, incluindo chaparia, pintura, injeção de plásticos, montagem e inspeção de qualidade. No total, ela tem capacidade para produzir até 200 mil veículos e 200 mil motores por ano.

O conceito de fábrica sustentável do Complexo Industrial da Nissan em Resende vai além do uso de equipamentos de última geração e processos avançados de produção de veículos e motores. O compromisso em ser uma unidade verde, uma das mais sustentáveis da Nissan em todo o mundo, nasceu já na concepção do projeto dos prédios e de toda a infraestrutura.

Os prédios apresentam sistemas de iluminação e ventilação naturais, que reduzem o consumo de energia e, consequentemente, têm baixo impacto ambiental. Há uma atenção especial com o sistema de tratamento de resíduos utilizados no processo produtivo, para reutilização da água e segregação de resíduos sólidos para correta destinação de descarte. O objetivo é reduzir constantemente as emissões de CO2 e a geração de compostos orgânicos voláteis (VOCs) provocados pela produção.

O compromisso ambiental da Nissan no projeto segue para fora das paredes de sua unidade industrial brasileira. Um "cinturão" verde já começou a ser plantado para circundar toda a área do complexo, uma iniciativa que contribuirá para também reduzir emissões e ruídos. Ele respeitará o bioma original da região e ocupará uma área de mais de cinco hectares.

Ao mesmo tempo em que contribui para reflorestar zonas desmatadas antes de sua chegada ao Sul Fluminense, a Nissan também investirá para preservar as áreas verdes ainda existentes na região. A empresa cuidará da implantação de uma Unidade de Conservação Ambiental na área da Lagoa da Turfeira, que fica ao lado de seu complexo industrial e é fundamental para a sobrevivência de mais de 150 espécies de aves, além de grande biodiversidade e ecossistema.