Mostrando postagens com marcador RESENDE (RJ). Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RESENDE (RJ). Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Nissan Kicks: maior volume de vendas em um mês desde o lançamento


Fabricado em Resende (RJ) desde 2017, o crossover urbano Nissan Kicks acumulou seu maior volume de vendas em um único mês em outubro. Com 5.550 unidades vendidas no mês passado, o modelo atingiu sua melhor performance no mercado brasileiro desde que foi lançado, em agosto de 2016. Com esse total, o modelo ficou na segunda colocação do segmento de utilitários esportivos e crossovers compactos.

O recorde anterior do Nissan Kicks havia sido em março de 2018, quando vendeu 5.531 unidades. A boa performance fez com que o modelo respondesse por 59,2% das vendas totais da Nissan no mês passado.

terça-feira, 11 de junho de 2019

Nissan Kicks atinge marca de 100 mil unidades fabricadas em Resende (RJ)


Modelo mais vendido da Nissan no Brasil, o crossover urbano Nissan Kicks atingiu este mês uma marca histórica: 100 mil unidades fabricadas no Brasil, no Complexo Industrial de Resende (RJ), desde abril de 2017, quando ganhou cidadania brasileira. O Kicks histórico foi na cor Cinza Rust, versão S Direct, voltada a Pessoas com Deficiência (PcD).

Adicionar legenda
A forte relação do Nissan Kicks com o país, porém, começou antes, já que seu design foi estudado para atender aos desejos dos brasileiros e seu lançamento mundial aconteceu aqui, em agosto de 2016. Na época, era importado do México. E, desde então, o modelo mudou o cenário do segmento de utilitários esportivos e crossover no mercado brasileiro ao introduzir um design atraente e moderno e equipamentos inéditos.

Entre eles, o Alerta de Colisão e Assistente Inteligente de Frenagem, a Visão 360º com Sistema Inteligente de Câmeras, o Detector de Objetos em Movimento (Moving Object Detection), o Controle Inteligente de Chassi (Chassi Control), que reúne o Controle Inteligente em Curvas (Active Trace Control), o Estabilizador Inteligente de Carroceria (Active Ride Control) e o Controle Inteligente de Freio Motor (Active Engine Brake), que atuam na suspensão,
freios e também na estabilidade. Outra particularidade do carro é a tecnologia Zero Gravity®, inspirada em avançados estudos de ergonomia para reduzir a fadiga do corpo durante longos períodos de condução da National Aeronautics and Space Administration (NASA), a agência espacial norteamericana.

O Kicks também é um dos primeiros modelos da Nissan a aplicar o conceito Nissan Intelligent Mobility, que reúne diversos recursos de engenharia, construção e tecnologia para transformar a maneira como os carros são conduzidos, impulsionados e integrados na sociedade.

Para celebrar a marca, a Nissan convidou o cliente comprador da unidade 100 mil para ver de perto a fabricação do veículo na linha de montagem do Kicks no Complexo Industrial de Resende. Sem saber o que lhe esperava, o empresário José Roberto de Almeida foi até a fábrica e viu de perto como era fabricado o carro que ele havia comprado semanas antes.

Após o veículo ficar pronto, o diretor de produção do Complexo Wesley Custódio comunicou ao cliente que aquela unidade era a que José Roberto havia adquirido.

Fabricado no Complexo Industrial da Nissan em Resende, no sul do estado do Rio de Janeiro, desde abril de 2017, o Nissan Kicks tem um desenho que expressa um estilo dinâmico e arrojado, combinando vários itens de design de modelos já consagrados da Nissan, como o Qashqai e o Juke, mas com uma pegada única, que lhe confere estilo próprio. É resultado de um trabalho conjunto entre as equipes de design da Nissan em várias partes do mundo, com participação do estúdio de design mundial da Nissan em Atsugi, no Japão, o Nissan Design América (NDA), de San Diego, nos EUA, e o estúdio satélite da marca no Brasil. O desenvolvimento foi gerenciado em conjunto pelas equipes de engenharia do Japão e do Brasil.

sábado, 29 de setembro de 2018

VW Caminhões e Ônibus é destaque nas exportações com o Prêmio Rio Export


A VW Caminhões e Ônibus conquista mais uma vez o Prêmio Rio Export, reconhecimento do Sistema Firjan pelo incentivo da empresa às exportações no Estado do Rio de Janeiro, na categoria Destaque Certificado de Origem. No ano passado a fabricante avançou na internacionalização e registrou crescimento de 31% nas exportações na comparação com 2016: foram 8.479 embarques ao exterior. O resultado é o maior dos últimos cinco anos e foi alcançado graças a grandes sucessos produzidos na fábrica em Resende (RJ), como o VW Constellation 17.280, caminhão campeão de vendas na Argentina no ano passado.

Desde 2011 a empresa lidera a categoria Destaque Emissão de Certificado de Origem, documento utilizado para comprovar a origem da mercadoria e garantir competitividade do produto no mercado externo.

“Nossos mercados externos, a exemplo do que ocorre no Brasil, exigem o que há de mais moderno em tecnologia de transporte. Por isso estamos atentos para levar a nossos clientes tecnologia de ponta, sempre com o nosso conceito de mais você não precisa, menos você não quer, que se soma à excelência no pós-vendas, oferecida por nossos representantes oficiais na mais diversas localidades”, comenta Marcos Forgioni, vice-presidente de Vendas e Marketing – Mercados Internacionais da VW Caminhões e Ônibus.



O Prêmio Rio Export tem o objetivo de valorizar e estimular o desempenho das indústrias do Estado do Rio de Janeiro nas relações com o mercado externo. A iniciativa foi lançada em 1998 e se insere no esforço de difusão e consolidação da cultura exportadora no Estado. O prêmio é entregue anualmente às empresas fluminenses que mais se destacaram em diversas categorias, de acordo com o desempenho na atividade exportadora retratado nos números oficiais da Secex.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Exportações Volksbus mais do que dobram em 2018


No mês em que celebra 25 anos, a família Volksbus alcança mais um marco: o embarque acumulado de 956 ônibus aos tradicionais mercados da América Latina e África. 

O volume, negociado nos três primeiros meses do ano, é mais do que o dobro do total registrado no mesmo período de 2017, que foi de 455 unidades. Dentre os modelos de chassis mais vendidos estão os Volksbus 17.230 OD e 17.260 OD, que conquistaram os clientes do transporte urbano de passageiros, graças à robustez, alto desempenho e tecnologia.

“Na estratégia de internacionalização de nossa empresa, os chassis de ônibus Volksbus têm protagonismo. Trinta por cento dos embarques de produtos Volkswagen ao exterior são chassis de ônibus produzidos na fábrica de Resende”, comenta Roberto Cortes, presidente e CEO da MAN Latin America.

Na preferência pelos Volksbus, pesou o exclusivo pós-tratamento de emissões EGR do motor MAN, que dispensa o uso do Arla 32. A solução foi testada e aprovada pelos clientes brasileiros, nas mais diversas características de rodagem. E agora, mostra-se uma excelente alternativa de operação em nossos mercados.

O sucesso dos caminhões e ônibus VW desenvolvidos e produzidos na fábrica da MAN Latin America em Resende (RJ) fez a empresa acelerar no primeiro trimestre: com 2.885 embarques, somando-se caminhões e ônibus, a mais de 30 países, obteve o melhor primeiro trimestre de sua história, com alta de 20% sobre o volume registrado em 2008, até então o mais alto.

A montadora também teve o melhor mês de março de todos os tempos para as vendas internacionais, com 992 embarques. “Ao longo dos anos, a engenharia da Volkswagen Caminhões e Ônibus sempre surpreendeu o mercado por sua rápida capacidade de resposta às demandas dos clientes. A resposta de frotistas e transportadores autônomos de dois continentes vem com resultados históricos como os que estamos comemorando”, diz o executivo.

A linha Volksbus foi desenvolvida sob medida para atender às mais variadas demandas de transporte de passageiros. Com chassis versáteis e robustos, o portfólio atende a operadores que precisam desde os modelos mini e micro que trafegam mais facilmente nos bairros até os chassis com motores dianteiros e traseiros, para linhas distribuidoras e alimentadoras.

O Volksbus 17.230 OD é indicado para operações de transporte urbano e fretamento, unindo robustez e versatilidade. 

A motorização é MAN D08, que não demanda o uso de Arla 32. O 17.230 OD ainda traz embreagem de 395 mm de diâmetro e caixa de transmissão ZF 6S 1010 BO de seis velocidades com servo-assistência e troca de marchas acionada por cabos, o que garante maior conforto e durabilidade de todo o conjunto.

Dotado de motorização MAN D08 de 6 cilindros, o Volksbus 17.260 OD traz potência de 256 cavalos e torque de 900 Nm, provendo a força e a robustez necessárias para encarar as mais diversas operações urbanas e estradas. Adapta-se a carrocerias de até 13,2 metros e conta com polia adicional de série para facilitar a instalação do ar-condicionado.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Ônibus Volkswagen e Consórcio Modular: uma grande parceria


O primeiro produto da marca Volkswagen montado em Resende, no estado do Rio de Janeiro, foi um chassi de ônibus Volksbus 16.180 CO. 

Quem lembra é Adilson Dezoto, vice-presidente de Manufatura e Logística da MAN Latin America. E ele também faz recordar que, antes da inauguração da moderna fábrica instalada na hoje no número 100 da rua Volkswagen, chassis  já eram produzidos a 10 km dali, num galpão às margens da rodovia Presidente Dutra. Lá, de maio a dezembro de 1996, funcionou o laboratório do inédito Consórcio Modular.


Processo produtivo ainda único no mundo, o Consórcio Modular une a MAN Latin America a sete empresas parceiras: Maxion, Meritor, Remon, Powertrain, Continental, AKC e Carese. Essa união se concretizou ainda na fábrica-laboratório, na montagem dos primeiros chassis de ônibus Volkswagen produzidos fora de São Paulo. Emendando com a inauguração da linha de montagem definitiva, em 1o. de novembro de 1996.

O que pouca gente sabe é que a linha inicialmente construída no espaço alugado de uma empresa metalúrgica deixou de ser um laboratório em pouco tempo. “Já havíamos deixado as instalações do Ipiranga em São Paulo, a fábrica fluminense estava em construção, e o estoque de transição necessitava de reforço. Pois os clientes seguiam encomendando os Volksbus, na época uma novidade com apenas três anos de mercado“, lembra Dezoto.

O pioneirismo da marca Volksbus se repetiu na criação do programa de visitas voltado a clientes da marca Volkswagen Caminhões e Ônibus. O vice-presidente também se recorda de que o primeiro grupo de clientes recebido em Resende foi de frotistas de ônibus, ainda na fábrica que funcionou como laboratório. “Havia muita expectativa em torno da nova fábrica, mas também com inovações que os produtos Volksbus ganharam em plena época de mudança da sede da empresa“, destaca.

Além de abrigar a nova linha de montagem, Resende recebeu um time técnico da marca Volkswagen Caminhões e Ônibus, parcialmente transferido do Ipiranga. “Os colegas veteranos atuaram como multiplicadores de seus conhecimentos, e deram origem à equipe hoje composta por mais de 600 profissionais, capazes de desenvolver completamente um caminhão ou um ônibus aqui no Brasil“, diz Dezoto.
Um exemplo dessa capacidade é o Volksbus 17.240 OT, primeiro modelo de ônibus Volkswagen dotado de motor traseiro e suspensões que incluíam bolsões pneumáticos. Cem por cento resendense e lançado em 2001, sua adaptação à linha de montagem, que já inovava por ser a única do mercado a receber caminhões e ônibus no mesmo roteiro, exigiu mais habilidade dos times de Manufatura. Um desafio rapidamente contornado pelos colaboradores.

O cliente de um dos atuais 17 modelos Volksbus recebe um produto desenvolvido com a mais moderna engenharia, e que passou pelas mãos de profissionais habilidosos e muito bem treinados no Consórcio Modular. Com benefícios que se estenderão a seus futuros passageiros.

“A qualidade de nossos ônibus é reconhecida em toda a América Latina e África. Além de conceber ônibus sob medida para cada nicho do mercado, somos até capazes de enviar chassis desmontados, em kits, para fábricas instaladas no México e na África do Sul“, garante o vice-presidente.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

VÍDEO: Fabricado em Resende, Kicks viaja 2.200 km até a Argentina

No final de 2017, o projeto de exportação do Complexo Industrial da Nissan em Resende alcançou um marco importante. Pela primeira vez, um lote com unidades do Nissan Kicks produzidas no Brasil embarcou para a Argentina. Desde então, mais de 3.000 unidades do crossover percorreram cerca de 2.200 km rumo à Buenos Aires para encantar o público argentino.

Partindo da fábrica de Resende, os lotes de Kicks seguem para o Porto do Rio de Janeiro. De lá embarcam em navios com destino ao Porto Delta Dock, na cidade de Buenos Aires. É na capital argentina que os veículos são distribuídos para toda a rede de concessionários do país.

O Nissan Kicks, primeiro modelo Nissan inspirado e desenhado para os mercados da América Latina, e crossover da marca mais premiado na região, está disponível na Argentina em quatro versões: Exclusive CVT, Advance CVT, Advance MT e o Kicks Special Edition.

A exportação do crossover produzido no Brasil para o país vizinho, primeiro importador do modelo, demonstra a evolução do Complexo Industrial de Resende e a expansão da Nissan na América Latina. A fábrica, que no mês que vem comemora 4 anos, coleciona conquistas expressivas. Recentemente, comemorou dois anos do projeto de exportação e alcançou a marca de 30 mil veículos exportados para 8 países da região: Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.

Acompanhe a viagem:

quinta-feira, 29 de março de 2018

Nissan do Brasil chega a 30 mil carros produzidos para exportação


O Complexo Industrial da Nissan, em Resende, atingiu nesta semana a marca de 30 mil carros produzidos para o mercado externo. O projeto de exportação da fábrica do Sul fluminense, que completou dois anos também nesta semana, vem registrando crescimento exponencial com a forte demanda de mercados da América Latina.

A aceleração das exportações de Resende é comprovada pelos números. Durante o primeiro ano do projeto, o Complexo Industrial da Nissan produziu 10 mil unidades para o exterior. Já no segundo ano, apresentou crescimento de 200% em relação ao período anterior. O avanço fica mais nítido quando observado o período entre novembro de 2017 e março de 2018, quando os modelos Nissan March, Nissan Versa e Nissan Kicks saltaram dos então 20 mil veículos produzidos para exportação para os atuais 30 mil: em cinco meses, o incremento foi de 10 mil veículos o que equivale ao volume produzido durante todo o primeiro ano do projeto.

Parte disso se deve à introdução do Nissan Kicks ao portfólio de produtos exportados pela Nissan. Desde dezembro do ano passado, o modelo fabricado no Complexo Industrial de Resende passou a ser comercializado também no mercado argentino – que já recebia os modelos March e Versa. O sedã e o hatch produzidos no Brasil também são vendidos na Bolívia, Chile, Costa Rica,   também são vendidos na Bolívia, Chile, Costa Rica, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Elas produzem carros. Mas ainda não tinham dirigido um


O que te impede de realizar um sonho? Pode ser o medo de errar, talvez a falta de incentivos, ou mesmo uma questão de prioridades. Para algumas mulheres, o sonho de dirigir esbarra exatamente nesses obstáculos. 

Mulheres como Camila Josué, Letícia Menezes, Ana Beatriz Correa e Michele de Souza, que trabalham no Complexo Industrial da Nissan, em Resende. Elas produzem carros todos os dias. Mas ainda não tinham dirigido um.

Para homenageá-las, no Dia Internacional da Mulher, a Nissan convidou suas funcionárias da fábrica de Resende para falarem sobre o sonho de dirigir. As donas das histórias mais emocionantes foram selecionadas para uma aula especial com Helena Deyama, piloto profissional e uma das lendas do rali 

"Espero ter feito a diferença na vida delas, incentivando-as com minha história de superação, vencendo preconceitos e dificuldades para realizar meu sonho de ser piloto. 

Que elas nunca esqueçam da responsabilidade que é conduzir um veículo, e não percam o foco na segurança. E que nunca menosprezem a sua própria capacidade. Somos mais poderosas do que acreditamos ser"

Além do encontro com a piloto, as funcionárias tiveram aula prática de direção com uma instrutora de autoescola numa área do Complexo da Nissan. No final, receberam outra grande surpresa.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Exportações da MAN Latin America alcançam recorde em janeiro

A MAN Latin America começa o ano com recorde em exportações: a fabricante enviou em janeiro 838 caminhões e ônibus ao mercado internacional, um avanço de 159% frente ao mesmo período de 2017, quando o volume somou 323 unidades.
 
Argentina, México e Chile foram os principais destinos dos veículos Volkswagen produzidos em Resende (RJ), com destaque para o caminhão VW Constellation 17.280, que segue na liderança do mercado argentino, e para o Volksbus 15.190 OD, que figura como um dos favoritos do transporte urbano no mercado sul-americano.
 
E na lista de preferidos já figura um estreante de peso: o novo VW Delivery 9.170 foi um dos modelos mais pedidos pelos tradicionais mercados da MAN Latin America. Ele já foi apresentado no México e chega à Argentina e ao Chile em março.
 
A nova família Delivery foi projetada, desenvolvida e testada na América Latina, seguindo padrões mundiais de certificação e qualidade, o que carimba seu passaporte para os mais diversos destinos e os mais de 30 países que já apostam na robustez sob medida da VW Caminhões e Ônibus.
 
Os países da América Latina são os primeiros a receberem a novidade e a VW Caminhões e Ônibus ingressará, assim, no segmento de mercado mais representativo na região: o de veículos abaixo de 5 toneladas.
 
“Com o início das vendas da nova família Delivery na região, ofereceremos a nossos clientes e importadores um portfólio ainda mais completo, agregando a linha que já conquista o Brasil ao unir conforto de automóvel e robustez de caminhão”, comenta Marcos Forgioni, vice-presidente de Vendas & Marketing – Mercados Internacionais.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

MAN Latin America supera a marca de 900 mil veículos produzidos

A MAN Latin America, responsável pelas marcas Volkswagen Caminhões e Ônibus e MAN, acaba de ultrapassar a marca de 900 mil veículos produzidos em sua história, desde a criação da empresa em 1981. A fábrica de Resende responde por grande parte desse volume: do total, mais de 750 mil caminhões e ônibus foram montados pelo Consórcio Modular, sistema único e inovador de produção.

Ao longo dos quase 37 anos desde o primeiro caminhão Volkswagen, o maior volume produzido foi de modelos da linha Worker, que aliam robustez e versatilidade, com cerca de 430 mil unidades. Com pouco mais de uma década no mercado, os Constellation ocupam o segundo lugar, com aproximadamente 210 mil veículos. A linha Volksbus, que está prestes a completar 25 anos, já conta com 140 mil chassis fabricados.

Na quarta posição, com mais de 105 mil veículos, aparecem os modelos da linha Delivery, que protagonizou o maior lançamento da montadora na última década e se baseou nessa receita de sucesso para estrear os novos produtos. Os modelos extrapesados MAN TGX também impressionam: com cinco anos de mercado, já superaram a marca de 5 mil unidades produzidas.


Desses montantes, mais de 136 mil veículos foram destinados aos 30 mercados internacionais em que a MAN Latin America atua. Ao todo, mais de 50 diferentes produtos Volkswagen e MAN estão disponíveis a frotistas e transportadores autônomos de todo o mundo.

A linha de caminhões e ônibus Volkswagen está em meio a um ciclo de investimentos no valor de R$ 1,5 bilhão, o maior em sua história. Os recursos estão direcionados à constante renovação de sua linha de produtos, inovações em digitalização e conectividade, atualização das linhas de montagem em sua fábrica de Resende e expansão da marca VWCO no mercado internacional.


Em Resende, a MAN Latin America concentra seu centro mundial de pesquisa e desenvolvimento da marca Volkswagen Caminhões e Ônibus, com uma engenharia 100% brasileira. A partir de suas instalações no interior do Estado do Rio de Janeiro, a empresa conceitua todos os caminhões e ônibus Volkswagen que chegarão a mais de 30 países pelo mundo. São 600 engenheiros dedicados a desenvolver veículos para mercados emergentes.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Marcas Volkswagen Caminhões e Ônibus e MAN terão Centro de Atendimento ao Cliente em Resende

O Customer Forum - Centro de Atendimento ao Cliente - é o mais novo projeto das marcas Volkswagen Caminhões e Ônibus e MAN em Resende (RJ). Com o objetivo de otimizar e integrar as áreas da montadora, o novo espaço foi apresentado em primeira mão a jornalistas e colaboradores na primeira quinzena deste mês, durante os eventos de pré-lançamento da nova família de caminhões Delivery. A inauguração oficial está prevista para o primeiro semestre de 2018.

O novo Customer Forum se integrará à fábrica da MAN Latin America em Resende, onde já funcionam o Consórcio Modular formado por oito empresas parceiras na produção de caminhões e ônibus, o Centro Mundial de Desenvolvimento da marca Volkswagen Caminhões e Ônibus, o Parque de Fornecedores, o Centro Logístico e o Centro de Modificações BMB.

Em uma área de 22 mil m², equivalente a mais de dois campos de futebol, o Centro de Atendimento ao Cliente reunirá os Centros Técnicos de Garantia, Treinamento e Entregas Técnicas, além de uma Oficina de Assistência Técnica. Numa segunda fase, haverá também no prédio um museu com os principais produtos da história da marca MAN e Volkswagen Caminhões e Ônibus, um auditório equipado para eventos e um espaço de lazer com clientes.

“O Customer Forum será um centro de convivência com clientes, semelhante ao Truck Forum da MAN em Munique, na Alemanha. E também vimos a necessidade de aproximar algumas áreas, como nossa Qualidade Assegurada, dos nossos fornecedores”, explica Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

MAN Latin America inaugura UTI neonatal em Resende

Nesta quarta-feira (27/9), a diretoria da MAN Latin America participou da inauguração oficial da nova unidade de tratamento intensivo (UTI) neonatal do hospital maternidade Apmir, em Resende (RJ). Com sua principal fábrica na cidade, a montadora das marcas Volkswagen Caminhões e Ônibus e MAN investiu para equipar o empreendimento com o que há de mais moderno em tecnologia de saúde, além de aumentar a capacidade de atendimento.

Os recursos devem beneficiar mais de 10 mil pessoas por ano. Hoje o hospital tem dez leitos em sua UTI neonatal, praticamente o dobro de antes desse investimento, e estão todos aparelhados com tecnologia de referência na área e potencial para ampliar ainda mais. “Com essa estrutura, diminuímos os danos e sequelas ao bebê, especialmente quanto à taxa de morbidade”, destaca Theodora Cerqueira, presidente da Apmir.

A UTI neonatal da Apmir segue padrões internacionais para o suporte à vida do recém-nascido. “A população já tem sentido essas mudanças. A internação na UTI amedronta e fragiliza a família, mas com o apoio da MAN Latin America elevamos nossa qualidade tecnológica e conseguimos fortalecer a cidadania e a autoestima de uma população previamente excluída”, avalia Theodora.

A iniciativa faz parte da política da MAN Latin America de responsabilidade social. “Integramos a comunidade de Resende e região há 21 anos e sabemos do impacto positivo que nossas atividades podem gerar na população. Por isso, buscamos sempre proporcionar melhorias em sua qualidade de vida. Este é um projeto no qual acreditamos muito e que tem importante significado para nós especialmente por favorecer uma parcela tão carente da sociedade”, afirma Marco Saltini, diretor de Relações Governamentais e Institucionais da montadora.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

NISSAN COMEMORA PRODUÇAÕ DO 150.000º VEÍCULO EM RESENDE

Com pouco mais de três anos de operação, a Nissan alcançou os 150 mil veículos produzidos no Complexo Industrial de Resende. Um Nissan Kicks S, na cor Cinza Rust - uma das novas opções de cores do crossover fabricado no Brasil –, foi o responsável pela marca histórica. Inaugurada em abril de 2014, a unidade do Sul fluminense produz ainda os compactos March e Versa.

Os 150 mil carros produzidos em Resende comprovam o crescimento da Nissan na América Latina. Em abril de 2015, um ano após o início das operações no Complexo Industrial, a fabricante chegava a 30 mil veículos produzidos. Já em 2016, a fábrica comemorava dois anos e o número passava dos 70 mil. Na mesma época, foi dado início ao programa de exportações da unidade, que passou a produzir carros para mais oito mercados da América Latina. Agora, cinco meses após o terceiro aniversário do Complexo, a Nissan mais que dobrou o número de veículos feitos em Resende para o mercado nacional e para exportações.


Fabricado em Resende desde abril deste ano, o Kicks já responde por quase 50% da produção mensal total do Complexo Industrial. Desde meados de julho, a fábrica opera em dois turnos, principalmente para atender à demanda pelo crossover, agora com uma força de trabalho de 2.400 pessoas. A produção do modelo no Sul fluminense faz parte de um investimento da Nissan de R$ 750 milhões.


Mais que atender às demandas do mercado Brasileiro e as necessidades do consumidor local, o Complexo também é um importante centro de exportações para toda a América Latina. Unidades produzidas em Resende são exportadas para diferentes mercados, como Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, Panamá, Peru, Paraguai e Uruguai.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Complexo Industrial da Nissan, em Resende, recebe Prêmio Proteção Brasil de Segurança do Trabalho

Uma vez mais a Nissan foi reconhecida por suas ações bem-sucedidas, realizadas no Complexo Industrial de Resende, para proporcionar um ambiente seguro a seus funcionários durante a operação. 

A fabricante conquistou o primeiro lugar nacional do Prêmio Proteção Brasil de Saúde e Segurança do Trabalho. A premiação é organizada anualmente pela revista "Proteção", desde 2005. 

A Nissan conquistou o título na categoria Segurança de Máquinas e Equipamentos. A ação premiada, que já havia garantido o ouro na Região Sudeste, foi a adequação à NR-12* na área de uma das prensas da estamparia. Outra prática realizada na fábrica da Nissan, o programa "Não Caia Nessa" ficou com a prata da Região Sudeste na categoria Trabalho em Altura.

A Gestão de Segurança em Máquinas – proteção e prevenção de lesões e de danos à saúde dos trabalhadores gerados por máquinas e equipamentos – sempre foi prioridade na Nissan. Com a instalação de novos processos no Complexo Industrial de Resende, a companhia identificou a necessidade de uma nova adequação em sua maior máquina – a prensa da estamparia, importada do Japão. O plano de adequação foi batizado de "Mantendo Viva a NR-12", e o grande desafio foi garantir a atualização sem impactar a produção e a qualidade dos veículos fabricados no país.

Já na categoria Trabalho em Altura, o programa "Não Caia Nessa" mostrou que conhecimento e capacitação são pontos chaves para a prevenção de acidentes. Para a Nissan, toda atividade realizada a partir de 1,5 metros se enquadra como trabalho em altura. Atualmente, mais de 420 funcionários do Complexo Industrial estão aptos a tais atividades, graças ao programa.

A fábrica da Nissan em Resende tem a menor taxa de frequência de acidentes de trabalho em todas as unidades fabris da companhia no continente americano.


*NR-12 é uma norma regulamentadora que define referências, princípios e medidas de proteção aos trabalhadores que operam perto de máquinas.


O prêmio "Proteção Brasil de Saúde e Segurança do Trabalho" é considerado a mais importante distinção concedida ao trabalho desenvolvido dentro das empresas em favor da saúde e da segurança do trabalhador. Desde 2005 ele reconhece empresas de todas as regiões brasileiras e profissionais que se destacam pela sua ação voltada à qualidade de vida dentro dos locais de trabalho.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Colaboradores da MAN Latin America ganham test-drive de presente


A MAN Latin America prepara um presente especial para os seus colaboradores:  os aniversariantes do mês podem ganhar um test-drive no novo campo de provas localizado ao lado da fábrica, em Resende (RJ). 

Para quem trabalha em escritórios em outras regiões do país, o programa inclui uma visita às linhas onde nascem os caminhões e ônibus Volkswagen e os caminhões MAN.


“A ideia é proporcionar uma celebração especial, para que o colaborador vivencie a experiência de guiar os modelos que saem de Resende rumo às ruas e cidades no Brasil e em outros cerca de 30 países”, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da MAN Latin America.

A MAN Latin America também abre as portas aos clientes, com o programa Sua Fábrica. A ação contará com nove encontros até o fim deste ano. Em cada um deles, cerca de trinta convidados de todo o Brasil podem conhecer a fábrica e conferir as novidades das marcas VW e MAN para o mercado brasileiro, além de dirigir os veículos nas pistas onde são testados em primeira mão.  As duas primeiras edições do evento já foram realizadas.

Para participar basta seguir a fanpage da MAN Latin America no Facebook e ficar atento às datas de inscrição, divulgadas na rede social. Os trintas primeiros que se inscreverem viajam a Resende por conta da MAN Latin America.

Campo de Provas
Com a maior diversidade de obstáculos por metro quadrado, o novo campo de provas da MAN Latin America é o mais eficiente do continente em termos de aproveitamento do espaço e complexidade dos testes. 

A estrutura abriga ainda a única pista da América Latina com a certificação internacional ISO 10.844 para homologar veículos quanto ao nível de ruído externo. Com 35.500 metros quadrados de área, o equivalente a quatro campos de futebol, o empreendimento é o primeiro para testes de rodagem de veículos comerciais do Grupo VW na América Latina.
  

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 2317 - 09.06.2017 edita@rnasser.com.br 

300 Sport, o topo dos Mercedes C

Novo modelo de topo dentre os Mercedes produzidos em Iracemápolis, SP: C 300 Sport. Número é publicitário, nada a ver com cilindrada ou potência, pois motor desloca 2,0 litros, 16 válvulas, múltipla injeção direta e turbo, e produz 245 cv e impactantes 370 Nm de torque, entre 1.200 e 4.000 rpm. Preso a nova transmissão automática, carcaça em magnésio, 9 marchas, traz comportamento extremamente agradável a quem demanda reações: da imobilidade aos 100 km/h em 5,9s, indo a 250 km/h quando as autoridades do trânsito cortam o motor.


O 300 Sport é a cereja do bolo, e a conformação, estamina e os R$ 241,900 anotado em sua etiqueta não o farão o mais vendido da linha C, mas faz parte do refinamento comercial. Marca suprimiu a versão 200, restando líder C 180 Avantgarde e Executive a R$ 171,900; C 250 por R$ 199,000. Conjunto quer ampliar sua participação no mercado, hoje 47,5% das vendas no segmento, até abril vendera 915 unidades.


A caracterização Sport não se marca apenas pelo dinamismo, mas há identificação externa, com palpites da AMG, sua associada, especialista em performance: é 15 mm mais baixo; usa rodas em liga leve em aro 18“; volante com base ovalada e de ótima pega. Externamente acabamento preto nos retrovisores, frisos dos para choques. Na mecânica, denso pacote de segurança, quatro regulagens de comportamento, e nas duas Sport o som do motor exaure pelos auto falantes, coisa suave, integrando condutor e conduzido.


Há refinamentos mecânicos, como registro da posição de descanso do virabrequim, identificando o pistão melhor posicionado para receber a primeira injeção de gasolina – o 300 não é flex. Outra, na injeção, aperfeiçoa sistema anterior dos motores Alfa Romeo, com dois jatos. Agora são cinco, melhorando eficiência em consumo e disposição.

Suspensões auxiliam comportamento: dianteira com quatro braços, traseira independente com cinco ancoragens. Na prática, aderência e conforto.

Caminho
Integra o bom projeto da Mercedes, tirando o rótulo de caretice de seus automóveis, e a linha se rejuvenesceu, baixando idade média dos compradores. Criou a linha A e permeou para faixa de clientela jovem antes não abordada. O 300 Sport é bom exemplo, marcado por refinamento da decoração e qualidade dos materiais, oferecendo boa recepção aos usuários. Ao motorista parece um casaco confortável.

Na prática um Mercedes, sedã performático, reativo, confortável no atendimento às demandas do condutor. Honesto, acelerou ele vai, virou o volante ele curva, pisou no freio, para. Transmite conforto e segurança, pela construção sólida mesclando aços e processos, além de redução de peso ante crescente uso de alumínio – portas, capô e tampa do porta malas.

Luzes em LEDs, tela de 22 cm. Alavanca de marchas mínima, delgada, na coluna de direção, e borboletas sob o volante.

As dúvidas quanto ao futuro
Qual o próximo ciclo do automóvel ? Motores a combustão interna alimentados com combustíveis não fósseis ? Eletrificação paralela ? Eletrificação pelo uso de pequenos geradores ? Painéis captadores de luz e/ou sol ? Reações químicas para gerar hidrogênio combustível ?

Muitas opções, caminhos vários, dúvida comum: é negócio de muito valor para ficar no atual limbo da insegurança.

Dentre os presidentes de grandes corporações Akio Toyoda, dirigindo a companhia familiar com nome assemelhado goza de respeito mundial, não apenas por disputar a primeira posição entre fabricantes, quanto por tê-la refrigerado com ares ocidentais – pegou Mark Hogan, ex-presidente mundial da GM e levou-o a lugar na mesa diretora. Vale citar ter enfrentado e superado a questão dos re-call para os carros da empresa; fazer o elétrico mais vendido, o Prius; e, dado não absorvido em Harvard, Oxford, escolas de negócios na Suiça, é do ramo. Quer dizer, senta no automóvel, acelera, autoriza e paga. É atrevido piloto de rallyes e tipo consultor sênior em dúvidas de comportamento dos veículos.

Toyoda-san contou ao importante Automotive News estar desapontado com a incerteza dos caminhos hoje existente entre as duas gerações tecnológicas no mercado: os fabricantes tradicionais e os à procura de emissões Zero e carros autônomos – ou, como disse, carros comoditizados. E se declarou com forte sentimento de crise, sem saber qual o caminho preferido pelos clientes, juntando as dúvidas empresariais entre a compressão dos lucros e o aumento dos custos; a necessidade de re equipar as fábricas.

Temor não mudou a postura de plantar sementes para vê-las florescer em 10 ou 20 anos, como o investimento na TNGA – Toyota New Global Platform, plataforma mundial, ou ter assumido pessoalmente o projeto de carros elétricos e o processo de descobrir e seguir o caminho. Como diz, a Toyota faz carros elétricos e a Tesla também, mas o deles é alguma coisa próxima do Iphone. Descobrir qual o caminho e o produto é a angustiante questão.

Nesta briga, quem apostar errado não apenas perderá – fechará.

Roda-a-Roda

De volta – Da Series 7, BMW fez evolução para a Series 8 e inicia, como em 1989, com modelo esportivo. Anunciou o conceito e versões cupê e conversível. Quer concorrer com equivalentes Mercedes S, entre 100 mil e 270 mil euros.

Na pista – Pré lançamento prepara versão M8 – M, de Motorsport, é sua divisão de performance. Quer levá-la às 24 Horas de Le Mans e de Daytona, janeiro 2018.

Lacuna – Agência P Motors, de Campo Grande, MS, supre lacuna da Ford e importa versão King Ranch, topo de linha do picape F 250. Imponente, motor diesel V8, 6,7 litros, 450 cv, transmissão automática 6M.

Como é – Cabine dupla, tração Fx4, mimos como massagem nos bancos, teto solar inteiriço, abertura da tampa traseira e retrovisores alargando eletronicamente.

Dados - Automóvel de agroboy  e duplas sertanejas, a R$ 580mil. Dois registros a respeito: garantia de 12 meses dada pelo importador. Na origem, 60 meses. Outro item, ante o peso exige Carteira de Habilitação C.

Nacional – Primeiras unidades do Kicks produzidas em Resende, RJ, chegam aos revendedores ampliando leque de opções e cores. Versão básica S, básica, câmbio mecânico de 5M, R$ 70.500. SL, mais completa, valentes R$ 94.900.

Justiça – Problemática transmissão de dupla embreagem Ford provocou escritório norte-americano Stern Law LLC a reunir sete mil proprietários e acionar a companhia. Querem ser indenizados pelo tempo perdido sem utilizar seus Fiesta e Focus, 2011-2016, pelas idas à oficina, pela falta de solução, pelo desprazer em conduzir, por perda de valor de revenda.

Papo antigo – No Brasil empresa tentou solver o problema, sem êxito, emitiu circulares permitindo atendimento fora de quilometragem, estendeu garantia – inferior à oferecida nos EUA, de sete anos. Assunto demorado. Lá não buscam indenização global, mas personalizada, ante os problemas diferentes enfrentados por diferentes clientes.

Futuro – Porsche anunciou curioso investimento em Israel. Valor desconhecido em oito dígitos, finalidade não industrial. Diz, aplicará em fundos de investimentos e start ups. País é recordista mundial neste empreendedorismo. Quer saber de inteligência artificial aplicada aos automóveis.

Mercado – A curva ascendente das vendas no mercado doméstico continuou progressão iniciada mês passado. Agora números mais consistentes, pela Fenabrave, a união dos revendedores: 190.131 automóveis e comerciais leves, 17,2% superiores a maio de 2016, e quase 25% sobre o mês anterior. No global vendas dos cinco primeiros meses superaram as do ano passado em 1,5%.

Surpresas – Queda de vendas do Ônix, esperada depois de sua reprovação em testes de impacto, não houve: continua líder. Segundo lugar, Ford Ka superou o Hyundai HB 20. Promoções de vendas deram certo. Abaixo, Gol e Uno cresceram 49 e 97%.

Mais – Em picapes Fiat continua líder com Strada e Toro. Lista indica como mais vendidos os primeiros degraus de preço, mas na Toyota a regra não vale, o Corolla, mais caro, supera o Etios.

Os 10 mais em maio
Posição
marca/tipo
volume
1º
Chevrolet Onix
15.007
2º
Ford Ka
9.326
3º
Hyundai HB20
8.981
4º
Renault Sandero
8.699
5º
VW Gol
8.220
6º
Chevrolet  Prisma
6.811
7º
Toyota Corolla
5.553
8º
Fiat Uno
5.482
9º
Fiat Mobi
5.294
10º
Jeep Compass
4.450

Elétricos - Aneel, agência de energia elétrica, fará Audiência Pública para debater o formato da atividade de recarga de veículos elétricos. Se há dúvidas no mundo a respeito do tipo de energia sucedânea aos motores de combustão interna, aparentemente o governo federal já escolheu o caminho.

Parâmetro - Objetivo é reduzir óbices, ajustar normas, facilitar aos investidores, entregar um pacote aos usuários. Nas discussões, instalações, estações. Sugestões e trabalhos até 31 de julho pelo e-mail ap029_2017@aneel.gov.br ou ao SGAN Quadra 603 – Módulo I Térreo/Protocolo Geral, CEP 70.830-110, Brasília–DF.

Captura – Após reprovar o Chevrolet Ônix em teste de impacto – carro abriu a porta traseira -, o LatinNCAP submeteu o Renault Captur e o aprovou com quatro estrelas de proteção aos passageiros frontais e três a ocupantes do banco traseiro.

Caminho - Alejandro Furas, secretário geral, carimbou: "O Captur mostra o potencial da indústria local para produzir e oferecer veículos mais seguros que ultrapassam os requisitos exigidos pelos governos e com bom desempenho mesmo com protocolos mais rígidos como os de hoje”. 

Política - O Globo informa, nos anexos onde estão as referências fáticas lastreando depoimento do ex ministro Antonio Palocci, o Italiano dos controles de corrupção da empreiteira Odebrecht, há referências à Caoa Montadora. Lá o assunto já fez vítima: há meses Antônio Maciel Neto, presidente, pediu para sair.

Polêmica: carros novos em museu de carruagens
Museu dos Coches, em Lisboa, Portugal, melhor do mundo na especialidade, plantou dentre seu precioso acervo, unidades de carros elétricos, híbridos e de mobilidade inteligente na VExpo 2017. DGPC, entidade pública encarregada dos museus portugueses, enfatizou o fato de serem veículos não poluentes, exibindo a importância da mobilidade sustentada.

Causou confusão puxada pela jornalista Paula Pinheiro, dizendo da vergonha sentida ao ver o melhor acervo do mundo cercado por dezena de carros novos. Museólogo Luís Raposo, presidente do Conselho Internacional de Museus, desagradou-se, protestando contra a mistura e venda de produtos comerciais junto a peças de museu. Extra fronteira, a 7.300 km de distância, curador do Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, lavrou sua opinião contra a mistura e transformar o mais relevante museu da especialidade em praça comercial.

Foi-se o Tom Tjaarda, pai de 84 automóveis
Um dos marcos da evolução estilística do automóvel foi-se aos 83. Tom Tjaarda, autor do Fiat 124, Ferrari 330, Ford Maverick, De Tomaso Pantera, e outras oito dezenas foi-se derrotado por câncer.

Era a segunda geração da família Tjaarda. Seu pai, holandês imigrante, fora contratado por Edsel Ford para dar personalidade à marca e produto a partir de 1941. Tom formou-se em arquitetura nos EUA, foi para a Turim, Itália, e logo estava entre os principais na Pininfarina, depois Ghia. Ford assumiu-a e levou-o para Detroit chefiar seu departamento de estilo. Dele o Ford Maverick, projeto barato para aproveitar estrutura do Mustang, por si só evolução do velho Falcon. 

Seu projeto mais marcante foi o Pantera. Construção na Itália pela polêmica De Tomaso, chassis por Dallara, primeiro carro esportivo com motor entre eixos traseiro, no caso atracado a uma transmissão transaxle ZF, mecânica, 5M – a mesma aplicada pela Ford no mítico GT 40. Há quatro anos Tjaarda vendeu sua unidade por US$ 100 mil.