Mostrando postagens com marcador ROBERTO NASSER. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ROBERTO NASSER. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

RENAULT COMEMORA 20 ANOS DE FABRICAÇÃO DA MARCA NO BRASIL


O estande da Renault no Salão do Automóvel de São Paulo sediou a tradicional Noite Renault que chegou à 10a edição no momento em que a marca completa 20 anos de produção no Brasil e 120 anos de existência.
 
A Noite Renault prestou uma homenagem ao jornalista, advogado, antigomobilista e criador do Museu Nacional do Automóvel, Roberto Nasser, que faleceu na semana passada. “Nasser era um dos mestres do setor, com um contagiante entusiasmo por automóveis”, afirma Caique Ferreira, diretor de Comunicação da Renault do Brasil.
 
O evento reuniu veículos históricos, fã-clubes, aficionados pela marca, jornalistas e grandes nomes do automobilismo brasileiro, como os ex-pilotos Bird Clemente, Luiz Evandro Águia e Paulo Solaris.
 
Na área de exposição, estavam expostos exemplares que representam os 20 anos da fábrica no Brasil com exemplares, cedidos pelos clubes Família Megane/Scénic, Clio Clube e Clube do Sandero. A minivan Scenic 1998 e 2000 representam a primeira geração  do primeiro veículo Renault fabricado no país. O Clio, representado por dois exemplares, mostram a evolução do compacto da Renault mais vendido da história. O Sandero customizado mostra a versatilidade do compacto que é sucesso de vendas desde o seu lançamento em 2007 e acaba de passar da marca de um milhão de unidades produzidas no Brasil.
 
Os clubes dos modelos da marca que foram fabricados no Brasil, Família Megane/Scénic, Clio Clube e Clube do Sandero, também foram homenageados no evento.

Produzindo no Brasil desde 1998, a Renault está no melhor momento de sua história no país em participação de mercado. Neste ano, a marca acumula 8,6% de market share de janeiro a outubro, um recorde. O resultado está atrelado ao sucesso comercial dos seus dois últimos lançamentos no Brasil: o Captur e o Kwid – líder absoluto do seu segmento, com 45% de participação de mercado entre os compactos de entrada, também no acumulado até outubro.
 
Hoje a marca fabrica sete veículos no país: Kwid, Sandero, Logan, Duster, Duster Oroch e Captur, expostos no Salão do Automóvel, além do comercial leve Master. No total, já são mais de 3 milhões de veículos e 4 milhões de motores produzidos em 20 anos de inovação da marca no país.
 
“A Renault nunca deixou de investir no Brasil, mesmo em períodos de instabilidade econômica. É o que nos permitiu fortalecer nossa estrutura e lançar veículos que atendam às necessidades do consumidor brasileiro. Ultrapassamos a marca de 8% de participação de mercado e, até 2020, nossa meta é chegar a 10%. A aceitação dos nossos produtos nos mostra que estamos no caminho certo”, afirma Luiz Fernando Pedrucci, presidente da Renault para a América Latina.
 
A Renault do Brasil possui quatro unidades industriais instaladas no Complexo Ayrton Senna, no Paraná: a Curitiba Veículos de Passeio (CVP), Curitiba Veículos Utilitários (CVU), Curitiba Motores (CMO) e a Curitiba Injeção de Alumínio (CIA), inaugurada neste ano. Hoje o Complexo Ayrton Senna opera em três turnos e tem um total de 7.300 colaboradores. Para gerir suas ações socioambientais, a Renault criou, em 2010, o Instituto Renault. Atuando em dois eixos – Mobilidade Sustentável e Inclusão – o Instituto já alcançou mais de 700 mil pessoas no país.
 
Em seus 120 anos de existência, a Renault teve três vidas. A do seu fundador (1898-1944), a de uma empresa estatal (1945-1995) e a da sociedade anônima Renault SA (de 1995 até hoje). Entretanto, estas três vidas formam apenas uma, de uma montadora de automóveis que sempre soube se adaptar às mudanças no curso da história, que sempre conseguiu se transformar segundo as transformações da sociedade e da economia.

O que a Renault representa, desde suas origens? Veículos marcados por valores, referências onde se conjugam a paixão, a descoberta, a família, o trabalho, o lazer, a emancipação…

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí


 

Coluna 4318 -26.10.2018 edita@rnasser.com.br

Versões, importações, e um chinês, parte dos planos da Ford

Se você estiver no Salão Internacional do Automóvel – S. Paulo, 8 a 18.novembro, e for convidado a votar numa pesquisa no estande da Ford, exerça seu direito. Farei o mesmo. Se der resultado positivo, serão grandes as chances de a empresa no Brasil importar – ou construir o utilitário esportivo da foto acima, o Territory.

Olhando bem, não é um Ford, mas projeto de seu sócio chinês JMC – Jiangling Motors. Entretanto as linhas e proporções sugerem, para fazê-lo deram uma boa olhada no EcoSport II. O automóvel traz inequívoca certeza: quando a Ford nadava de braçada nos volumosos lucros deixados pelo Eco 1ª geração, deveria tê-lo crescido – pelo menos para o mercado brasileiro. O Eco II foi projetado para ser carro mundial e em mercado como o dos USA, onde Ford tem o Escape, um Eco maior em um palmo na distância entre eixos. Houvesse aumentado seu porte, venderia melhor no segmento.

É bem conformado, cuidado externa e internamente. À venda na China como JMC, mas o exemplar apresentado à imprensa brasileira numa prévia de sua presença no Salão, é protótipo da, digamos, Fordização. Porta os códigos de estilo, a composição entre grade e faróis frontais, e motor da marca, L3, tri cilíndrico 1,5 EcoBoost, a maneira besta da empresa chamar os turbos.

Se pesquisas e clínicas vitoriarem, Territory em versão final poderá estar no mercado sul americano. Importado ou instalado em algum espaço industrial, item sobrante na Ford, uma empresa em estado de dúvida.

Recém declarou encerrar a produção do Focus na Argentina, e tomará decisões sérias quanto à produção no Brasil: ou desmobilizando a fábrica em São Bernardo do Campo, SP, a remanescente e pioneira instalação industrial abrindo vocação e transformando o município, encerrando a produção do caminhão Cargo e movendo o Fiesta para a fábrica de Camaçari, BA, agora com incentivos elevados até 2025.
Mais
Para dar uma espécie de Sossega, Madalena – frear dúvidas, botar ordem no mercado – quanto às dúvidas e o futuro de seus produtos, empresa repetiu a Chrysler ao seu surgir, em 1924. Produto revolucionário a exibir, o Salão de Nova Iorque negou-lhe espaço – ele ainda não tinha a marca. Daí, expôs no Commodore Hotel, onde se hospedavam os banqueiros financiadores da operação automobilística e o entorno do mercado. Viabilizou a companhia. No caso da Ford, a exposição pré Salão ocorreu no Palácio dos Tangarás, hotel da moda em S Paulo. 

Festa cara: serviço de recepção impecável, hotel da moda, jantar estrelado, exposição de informações e produtos. Afastou as nuvens negras quanto ao futuro do Ranger, garantindo duas novas versões, e atualização estética. Exibiu o Eco sem estepe – usa pneus Michelin capazes de andar vazios -, opção, como a Coluna contou aos 05.setembro.  E levou um Ka sedã chamado guerreiro urbano, urban warrior – onde estes fordistas tem a cabeça com estes nomes distantes? Características? Decoração e maior altura do solo. Terá, igualmente, outro utilitário esportivo,  o Edge ST, agradável canadense preferido por senhoras, de má lembrança por sua usuária mais famosa, a cassada e não eleita Dilma Roussef. 

Preço será definido a partir do interesse aferido no Salão Exibiu seu comportamento: não investir, daí importar, combinar produtos com a Volkswagen e a indiana Mahindra, criar versões. Carro novo, como disse o presidente Lylle Watters, somente se der lucro. Assim, podendo, vote. O Territory será um refresco para fãs e revendedores da marca na América do Sul. Os sete centímetros mais em distância entre eixos de 2,73m, ante o Compass, rentável líder de mercado – palavras de música para a Ford, podem torna-lo bem aceito.

Arrizo 5, um novo chilista
Caoa Chery, sociedade braso-chinesa para construir veículos em Jacareí, SP, apresentou próximo produto, o Arrizo 5. Já havia sido mostrado pela Chery, quando sob comando chinês. Constantemente adiado e inviabilizado pelas rusgas com o sindicato local dos metalúrgicos, entrará em fabricação aparentemente depois de um cachimbo da paz e/ou argumentos sensibilizantes.

Algumas características importantes, como o motor L4, 1,5 turbo, flex, 150 cv, câmbio CVT simulando 7 velocidades e, imponentes 2,65m como distância entre eixos – mesma do VW Virtus – medida de bom espaço interno. Contra o produto, a ser vendido pós Salão do Automóvel, em novembro, torque de 19,5 mkgf, inferior ao oferecido por outro famoso turbo, o TS1,4 TSI da Volkswagen, com 24,5; porta malas restrito, não combinando com a morfologia de sedã. São reduzidos 430 litros de capacidade, igual ao do hatch Toyota Prius.

Quanto a preços, o chinês fabricado em terra paulista, está mais para os produtos locais, em versões RX e RTX, acreditando-se nesta, superior, sua etiqueta marque R$ 80 mil. Mais paulista que chinês.

Mais incentivos no Rota 2030
Quase no fim do prazo legal, a Medida Provisória 843/2018 foi aprovada pela Comissão Mista na Câmara dos Deputados. Dita regras para o setor automobilístico até 2030. É o multi citado Rota 2030.

Quase todo o combinado foi mantido, com exigências de investimento em tecnologia voltada a consumo e emissões, e a regra de abatimento de impostos sobre Imposto de Renda e Contribuição sobre Lucro Líquido. Industriais queriam escapar de tal enquadramento, pois dela só usufruem empresas  com lucros.

Maior novidade, entretanto, foi a extensão dos incentivos regionais até 31.dez.2025 – encerrar-se-iam em 2020. Proposta pelo deputado Armando Monteiro, ex-presidente da CNI, como prorrogação dos incentivos às empresas sediadas no Nordeste, acabou esticada até Goiás. Isto veste perfeitamente FCA, Ford, CAOA, Mitsubishi. 
Polêmica
Matéria há que ser votada até 16.nov por Câmara e Senado para ter vigor a partir de 01.jan próximo ano, por um Congresso em fim de mandato. Há curiosidades no reinventar o prêmio já concedido para implantar indústrias em locais carentes de desenvolvimento – se os incentivos já cumpriram sua missão, para que dobrar seu vigor ? Outra questão é, como fica para os executivos de alguns fabricantes, condenados na Operação Zelotes, por contratar o filho do presidentário Lula como especialista, para obter as mesmas vantagens, agora concedidas com o manto parlamentar ? Curiosidade idêntica, inexplicável, foi a inclusão dos setores moveleiro, varejista de calçados e artigos de viagem na desoneração da folha de pagamentos; assegurou aos triciclos e quadriciclos igualdade de tratamento tributário igual ao das motocicletas; e do Novo Refis incluindo todas as empresas brasileiras. Fim de governo é para alarmar contribuintes.

Gentileza nipônica
Há dias, como a Coluna noticiou a seus bem informados leitores, argentinos fabricantes de veículos filiados à Adefa, a associação de classe, romperam a regra de sucessão e, em vez de passar a presidência à Toyota, deram um crossover e deram-na à Volkswagen.

Surpresa geral pelo procedimento e pelo fato de a empresa japonesa não ter se manifestado. Mas cobrada por revendedores, consumidores, e crê-se, instigada pelo governo argentino, pronunciou-se a restritos públicos.

Toyota e seus colegas de turma discrepam em alguns pontos. Ano passado todas, com o escudo corporativo da entidade, foram ao governo pedir adiamento no uso do ESP, importante adjutório eletrônico para aumentar segurança de usuários, reduzir perdas e danos. Um auto estabilizador para veículos. Contra o bom senso, Governo dilatou o prazo, mas a Toyota contrariou o decidido e avisou oficialmente estar fora da prorrogação, incluindo-o em todos os seus produtos. E ao contrário dos outros fabricantes, apesar de ser a operação industrial mais nova na Argentina, amplia produção, turnos e postos de trabalho, mercados e volumes de exportação, além de não ir lamuriar-se das condições do mercado na Casa Rosada – a sede do governo argentino.

Sítio Autoblog recebeu o comunicado, aqui reproduzido. É peça de gentileza nipônica, e não se pode lê-la sem vir à mente a imagem de um Samurai tendo numa das mãos, o fute, pincel manejado com delicadeza para transformar escrita em arte da caligrafia, e na outra, a katana, a espada dos guerreiros, hábil ferramenta letal para defender gentes, verdades, o país. É uma aula de relações públicas, tranquilo e altaneiro como um porrete de ipê.
A nota
“Toyota tem uma filosofia de fazer negócios diferente da maioria das automotrizes na Argentina. Por esta razão entendemos que não somos os mais indicados para representar os interesses de sua maioria. Manteremos nosso foco em nossa estratégia de longo prazo, concentrada em: incremento da produção e regionalização de componentes; aumento das exportações e busca de novos mercados; criação de mais e melhores empregos de qualidade, oferecendo a melhor opção de produtos e serviços a nossos clientes e consumidores, gerando valor econômico, social e ambiental para o desenvolvimento sustentável do país ”.

Roda-a-Roda
Gás – Ford decidiu ampliar produção de seu modelo GT, superesportivo centrado em rendimento. Atividade quase artesanal, fará outras 1.350 unidades até 2022. Receberá pedidos a partir de 8 de novembro.

Mais – É a terceira leva do produto. A atual, de 1.000 GTs, iria até dezembro de 2020. Segundo empresa, a demanda surpreendeu, tendo sido seis vezes maior.

Símbolo – O GT, re recreation de modelo da companhia feito para acachapar a Ferrari nas provas de longa duração, surgiu na crise de 2008. Era aviso de vida em meio a período terrível. Agora, quando a empresa deixa de produzir automóveis, exceto Mustang, e planta dúvidas mundiais sobre sua saúde e futuro, extensão na produção do GT é institucional transfusão de sangue.

Atual – Modelo anterior utilizava motor V8, 5.0 com turbo compressor. Novo, os recentes EcoBoost V6, 3,5 litros, bi turbo, carroceria em fibra de carbono, e convincente velocidade final de 347 km/h. A fim ? www.FordGT.

De volta – Versão Way do Uno, boa ferramenta de trabalho com maior altura do solo, volta a ser vendido. Dois motores da família FireFly: 1,0 e 1,3; portam o básico do respeito ao consumidor tropical, ar condicionado, direção elétrica com sistema City – deixa-o mais leve para manobras. R$ 47 mil e R$ 52.690.

Negócio – Como anunciado Coluna passada, FCA vendeu poderosa divisão de autopeças, a Magneti Marelli – no Brasil, dentre outras marcas, detinha a Cofap.
6,2B Euros. Comprador, o fundo norte-americano de investimentos KKR através da Calsonic Kansei, japonesa também gigante de peças.

Visão – A FCA parece estar aberta a negócios, depois de trocar o foco em veículos pelo gosto em faturar. Empresa nunca fez tantos lucros como agora, em especial no mercado dos USA. Lá, aliás, mês passado superou a Ford em vendas.

99 ? 101 ? – Ford prepara comemorar 100 anos no Brasil em 2019. Conta não fecha. Se considerar o início da montagem, serão 101 anos, começando na Bahia, em 1918 por particular autorizado. Se o marco inicial foi operação da companhia com funcionários sob seu controle, importação de partes e montagem, isto ocorreu em 1920. Aí serão 99.

Agora – A fim de automóvel O Km? É a hora para comprar, pouco antes da mudança de modelia – carros há com mudanças apenas sutis. Se importado, descontos podem ser maiores pois os veículos ora vendidos foram comprados com dólar em valor inferior ao ora praticados, e fabricantes querem se entesourar para novas encomendas.

Realidade - Do jornalista Emilio Camanzi, 70, discutindo as transformações de mercado, produto, relações de consumo com colegas igualmente classificados como pós-garotões: Carro autônomo? Não dirigirei isto. E aos companheiros pensando na desnecessidade de conduzir um veículo auto comandado, explicou: Não vamos nos encontrar …

Ocasião – A fim de um bom e original Landau ? Comunhão Espírita de Brasília recebeu em doação e quer vende-lo para fazer fundo a suas atividades assistenciais. Placa Preta pelo Museu Nacional do Automóvel – inflexível no cumprimento da lei. Está nos classificados do Maxicar, sítio especializado em antigos, A fim? https://www.maxicar.com.br/classificados/landau-1982-p6083/
-
Gente – Vinicius Romero, jornalista, carreira ascendente. OOOO Era segundo lugar na assessoria de imprensa da Anfavea, é novo Charlinhos. OOOO Aos do ramo indica seu novo CEP, no edifício da Audi, e a função de número um da área no organograma. OOOO Apelido se refere a Charles Marzanasco, assessor de imprensa da Audi desde o início de sua operação no país, tendo-a deixado ao início do ano. OOOO Na Audi Christian Marxten mantém-se gerente sênior na área. OOOO Recente fusão de marketing e comunicação em única diretoria trouxe mais velocidade e autonomia. OOOO

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 4218   19.10.2018 - edita@rnasser.com.br


Preço menor, novidade do Renegade.

Quando anunciado, o Jeep Renegade cumpriu a aparentemente impossível promessa de assumir a liderança no segmento, até então com o incombatido EcoSport. Há dois anos tomou a taça, mas logo depois perdeu-a ao líder do segmento, o Compass, seu irmão de linha.

Para 2019, primeira alteração facial, de conteúdo em infodiversão e, no jargão da indústria, realinhamento dos preços, obtido por combinação de equipamentos.

Nova grade, mantendo as icônicas e registradas sete barras verticais apresentadas no primeiro Jeep, em 1942; para choques permitindo maior ângulo de entrada em obstáculos; faróis redesenhados e com lâmpadas em LEDs nas versões de topo; novo console; mais 47 litros de capacidade no porta malas pela adoção do estepe temporário; todas as versões com rodas em liga leve, e a novidade de serem aro de 19”na versão Limited.

Em Infodiversão, a maior tela multimídia da categoria, 21 cm, no sistema Uconnect, apto a gerenciar outras funções, como o ar condicionado remotamente por comando de voz.

Versões com tração simples e nas 4 rodas; motores 1.8 Flex e 2,0 Diesel, transmissões mecânica, automáticas de 6 e de 9 marchas.

Novidade é a redução de preço nas versões de entrada, para torná-lo mais competitivo no segmento de maior crescimento no mercado. 
Tabela abaixo demonstra.

Veículo
preço
desconto
1.8 Flex AT6 (exclusivo para PCD)
       R$ 69.999
-----------
Sport 1.8 Flex MT5
       R$ 78.490
R$ 7.000
Sport 1.8 Flex AT6
       R$ 83.990
R$ 8.000
Longitude 1.8 Flex AT6
R$ 96.990

Limited 1.8 Flex AT6
       R$ 103.490

Longitude 2.0 Diesel AT9 4x4
       R$ 125.490

Trailhawk 2.0 Diesel AT9 4x4
       R$ 136.390


Italianos de corrida, os Best of the Show na Autoclasica.

Automóveis com sobrenome; carros de corrida; reunião de marcas comemorando aniversário: Porsches e Land Rover 70 anos; Harley-Davidson 115; e Minis, Mercedes 300 SL. Fords Modelo A quase incontáveis – como se fora compensação dos Fordequeiros de lá, ausentes ao primeiro encontro Latino Americano de Fords A, realizado neste final de semana na falda da Cordilheira dos Antes, próxima à eno turística Mendoza.

Registra feitos não bisados no Brasil: reúne clubes; enorme variedade de patrocinadores; cobra ingressos, o equivalente a R$ 35 para olhar – abaixo de 12 e acima de 65 anos, grátis. Disse o Club de Automoviles Clasicos de Argentina, organizador, 48 mil pessoas passaram pela bilheteria.

Foi a 18a Autoclásica, maior exposição antigomobilista da América Latina, no Hipódromo de Santo Isidro, beiradas de Buenos Aires, em período aberto no Dia de Colombo – o Cristóvão -, 12 de outubro, sexta, e o 15 do mesmo mês, Dia da Hispanidad. Ausente a chuva, penetra nem sempre benvinda, dias radiosos de temperatura amena, ficou claro, a barreira para deter o crescimento ascensional ao evento, estava fora do controle de São Pedro, e atende pelo humano desencontro entre a realidade econômica de um país de governos assistencialistas e populistas, e a necessidade de controlar as contas. O clima de insatisfação, a inflação, o desemprego, foram os principais inimigos da Autoclasica, menor em área, em expositores de veículos e de automobilia em sua formidável feira de peças e que-tais, pomposamente chamada de Auto-Jumble.

Clientes interessados na miríade – enorme variedade – de peças, partes, literatura, ouviam explicação aritmeticamente convincente quanto a preços elevados: valor da locação dos espaços cresceu 70% em relação ao ano anterior.

Questão
Organizadores indicaram presença de mais de 1.000 veículos históricos e clássicos, conta generosa ante muitos espaços vazios. Premiação principal, Best of Show, atribuída a dois veículos com passado de competição. De maior atração visual, mítico Ferrari 340/375, de 1953, com o carimbo de MM, construída especialmente para a Mille Miglia, a famosa corrida italiana, com participação de dois bruxos da época: Aurelio Lampredi, projetista do motor V12 4,5 litros; e Pininfarina autor da carroceria. Outro relevo foi moto MV Agusta, também italiana, 500 Four, 1957, campeã mundial ao ano sob o comando do inglês – depois também campeão piloto de Fórmula 1 e construtor – John Surtees, restaurada por ele nos anos ’90.

Atrações paralelas, exposição de carros vencedores no Best of Show Autoclasica 20 anos, e uma ilha denominada Lendas Mundiais, com os melhores automóveis e motos antigos do país. Meia dúzia de brasileiros expondo. Não era delegação convidada ou exemplo de integração, mas apenas esforçados inscritos mostrando seus carros em local inexpressivo. Erram organizações argentina e brasileira, não fomentando sinergias.

Há alguma semelhança com alguns eventos antigomobilísticos no Brasil, nos quais se projetam os veículos vencedores. Na Autoclasica está havendo alternância entre os dois maiores colecionadores. Os Peres-Companq e sua aura de mais saudável do país, donos do Ferrari, e a família Sielecki, importante no ramo, premiada em Pebble Beach, onde nenhum colecionador brasileiro expôs ... vencedora ano passado.

Um golpe na Adefa, a Anfavea argentina ?
Argentinos observadores da indústria automobilística de seu país atribuem a mudança de presidência da Adefa, a entidade agregadora dos fabricantes de veículos, ao que denominam Golpe de Palácio. Uma rasteira.

Lá, como cá, há protocolo institucionalizado para gerir a alternância no cargo. Usam critério simples: ordem alfabética pela inicial das marcas. Na prática, ao encerrar-se a gestão do presidente representando a Renault, pela sequência seria a vez da Scania, mas como esta não mais produz veículos, apenas partes, a ungida seria a Toyota. Mas a empresa foi sobre passada e a presidência caiu no colo de Hernán Vázquez, novo presidente da Volkswagen.

Explicação simplória: Toyota não estava no encontro para a eleição, e aparentemente os demais se esqueceram da ordem sucessória.

Dentre os acompanhadores do movimento há quem entenda ter havido uma cisão entre os interesses dos associados e a Toyota, causados por fatores vários, mas o fisicamente sensível foi o lobby junto ao governo para adiar o início da obrigatoriedade de os veículos novos portarem o ESP, o controle de estabilidade. A atividade considerou-se vitoriosa com o postergar, e surpreendeu-se quando a Toyota avisou iria equipar todos os seus veículos com tal adjutório – auxílio. Há outras diferenças: a Toyota é a única marca em crescimento no mercado, expandindo produção, vendas internas e exportações, contratando pessoal, destoando inteiramente do restante da indústria e suas lamúrias ao governo.

Um conto de dois títulos
"Foi a melhor das corridas, foi a pior das corridas, foi a corrida da sabedoria, foi a corrida da insensatez, foi a corrida da crença, foi a corrida da incredulidade, foram dois Campeonatos brilhantes! " Cito Charles Dickens na sua abertura do "Um conto de duas cidades" para descrever este fantástico Campeonato de 2018 da IMSA e da TPNAECPD (Tequila Patron North America Endurance Cup Prototype Drivers) conquistado por Felipe Nasr e Eric Curran no AXR # 31 Whelen Cadillac no final da 10 horas de Road Atlanta, a Petit Le Mans! 

Eles começaram na 9ª posição, mas estavam dominando e liderando a corrida na marca das 4 horas. E continuaram fazendo um trabalho muito bom, na marca de 8 horas conquistando o Campeonato Tequile Patrón. Um na caçapa! Manter-se à frente de seu principal (e único) carro rival  o #54 CORE era parte do plano e eles o seguiam passo a passo. Uau! De repente, os corações bateram em falso quando Felipe Nasr no rádio, a menos de uma hora do fim veio com o terrível "Estamos perdendo potência, difícil de ultrapassar até mesmo os carros da GTLM"

Então veio o pedido decisivo do box para Nasr economizar combustível nos últimos 48 minutos de prova. Decisão de sangue frio de todos na AXR, na esperança de economizar combustível suficiente e fazer um pit stop a menos que o rival que estava fugindo com o campeonato. A decisão aparentemente arriscada foi conduzida com perfeição e no final o # 31 conquistou o seu segundo título no mesmo dia! A perda de potência que quase arruinou os planos até então perfeitos? Pedaços, pedaços grandes de borracha que teimosamente estavam bloqueando a entrada de ar do motor que fica em cima do carro !!

Que corrida, que conto, que resultado, para ser falado e comemorado até o início de 2019 e muito mais. Parabéns Felipe Nasr, dois títulos para o Brasil de uma cajadada só! ( Luiz Mauro – Lua)

Roda-a-Roda
De verdade – Para mostrar capacidade e aplicabilidade de seus SUVs fora do exclusivo asfalto, cenário usual, Audi gravou 10 filmetes na Chapada dos Veadeiros, Go. Nele apresenta os Q3, Q5 e Q7. Quer ver?


Já vi – Nova gestão da Adefa, a associação reunindo fabricantes argentinos de automóveis, começou maquiavelicamente, fazendo o mau de uma vez só: arranjou briga com a Toyota, hoje a referência argentina em indústria automobilística; cancelou o Salão do Automóvel, programado para junho.2019.

Razões – Sobre a mostra, mesmas alegações levantadas década antes: vendas em queda, dificuldades no negócio. Interessante observar, o Salón del Automóvil é organizado pela entidade, e em tempos de vendas em queda, investimentos em promoção são indispensáveis.

Prévia – Troller, a pequena fábrica Ford de jipes, exibiu novidades no produto para chama-lo de modelia 2019. Nela avultam cores novas, como bordô e cinza escuro metálicos, e central multi mídia JBL/Hartman, com tela de 16,5 cm.

Curiosidade – Razões fiscais levaram a grande empresa a interessar-se pela pequena operação. O produto tem carroceria em plástico reforçado com fibra de vidro, mas na linguagem pomposa da Ford é chamado de Compósito Especial... Apresentação e vendas ao Salão do Automóvel.

Fórmula – Baixo peso, elevado torque resumem as motos Yamaha MT – Master of Torque. Modelo 07 é bi cilíndrico, 689 cm3 de cilindrada, 4 válvulas, 74,8 cv e 6,9 mkgf de torque a 6.500 rpm. Conjunto oferece boas respostas, poucas trocas de marchas. R$ 33.790 + frete, financiamento incentivado. Importada do Japão.

Vai – Quarto capítulo na novela das placas de licenciamento Mercosul. Associação dos fabricantes de placas em Santa Catarina, questionou e obteve liminar na Justiça Federal, ante o argumento de o Denatran, Departamento Nacional de Trânsito deveria indicar os fornecedores. Questionou, também, falta de entrosamento entre os Detrans estaduais.

Volta – União recorreu, mas Daniela Maranhão, Desembargadora Federal do TRF1, DF, manteve a suspensão, entendendo adicionalmente a responsabilidade do credenciamento dos fabricantes de placas, deve ser dos Detrans. E aduziu o entendimento de ser impensável adotar sistema deste porte sem implementar estrutura para consultas e troca de informações antes de iniciar substituir as placas. Matéria em suspenso. E vai demorar.

Negócio – Imprensa econômica internacional dá como certa venda da Magneti Marelli, centenária produtora de peças para automóveis, hoje pertencente à FCA. Decisão e início da negociação deu-se ao tempo de Sergio Marchionne, o CEO recentemente desaparecido.

E ? – Interessada é a japonesa Calsonic Kansei, do ramo, tendo ofertado US$ 6,3B. Outros observadores acreditam na possibilidade de a FCA retirar alguns negócios do pacote, mantendo instalações e produção de alguns itens.  MM tem oito divisões de produtos, de injeção de combustível a para choques.

Aniversário – YPF, estatal argentina dos negócios com lubrificantes e combustíveis, festeja 20 anos de atuação no Brasil. Começou adquirindo a refinaria Peixoto de Castro, no RJ, mas saiu do negócio, comprando pequena fábrica paulista. A partir daí tem crescido muito. No primeiro semestre 24%.

Mais longe – Para ampliar negócios, em especial voos internacionais, Gol encomendou 135 aeronaves à Boeing, com entrega nos próximos 10 anos. Serão 105 737 MAX 8 e 30 737 MAX 10. Até o final do ano dez unidades estarão operando. Maior capacidade de passageiros, espaço interno, autonomia, menor consumo e emissões. Mas voo intercontinental com 737 é dose.

De volta – Bruno Covas, prefeito paulistano, formalizou Termo de Compromisso com a N/Duduch, promotora do evento 6 Horas de São Paulo. Garante a parte oficial por 6 anos. Fará parte das comemorações do aniversário da cidade.



Novo Jetta supera seu segmento.

Mudando a plataforma para o sistema MQB, Volkswagen reformulou o Jetta, tornando-o maior em todas as dimensões e, especialmente na principal medida de conforto, a distância entre eixos, maior em 3,67 cm. As linhas de estilo são agradáveis, personalistas, aerodinâmicas com coeficiente de arrasto de apenas 0,29, permitindo ênfase nas grades janelas, harmonia com frisos cromados na grade e na parte traseira, e elegante arremate nos faróis com lâmpadas LEDs. Na sétima geração, a nova estrutura permitiu agregar melhoramentos diferenciativos, em especial os de interface com usuários: melhor habitabilidade; interior mais refinado e tecnológico, como a iluminação ambiente do habitáculo; materiais agradáveis ao toque; percepção de cuidado e qualidade.

Agradará aos clientes a possibilidade de uso da tecnologia aplicada ao painel virtual, sem instrumentos físicos, permitindo mudar configuração, diâmetro, posição, opção inexistente em veículos da categoria.

Conjunto mecânico liderado pelo motor 1,4 TSI, quatro cilindros, duplo comando, injeção direta de combustível e turbo, flex, 150 cv de potência e 250 Nm de torque. Transmissão automática de seis velocidades.
Traz apelo comercial ao oferecer as três primeiras revisões grátis, o plano de manutenção mais barato do segmento, e três anos de garantia.