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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

RENAULT COMEMORA 20 ANOS DE FABRICAÇÃO DA MARCA NO BRASIL


O estande da Renault no Salão do Automóvel de São Paulo sediou a tradicional Noite Renault que chegou à 10a edição no momento em que a marca completa 20 anos de produção no Brasil e 120 anos de existência.
 
A Noite Renault prestou uma homenagem ao jornalista, advogado, antigomobilista e criador do Museu Nacional do Automóvel, Roberto Nasser, que faleceu na semana passada. “Nasser era um dos mestres do setor, com um contagiante entusiasmo por automóveis”, afirma Caique Ferreira, diretor de Comunicação da Renault do Brasil.
 
O evento reuniu veículos históricos, fã-clubes, aficionados pela marca, jornalistas e grandes nomes do automobilismo brasileiro, como os ex-pilotos Bird Clemente, Luiz Evandro Águia e Paulo Solaris.
 
Na área de exposição, estavam expostos exemplares que representam os 20 anos da fábrica no Brasil com exemplares, cedidos pelos clubes Família Megane/Scénic, Clio Clube e Clube do Sandero. A minivan Scenic 1998 e 2000 representam a primeira geração  do primeiro veículo Renault fabricado no país. O Clio, representado por dois exemplares, mostram a evolução do compacto da Renault mais vendido da história. O Sandero customizado mostra a versatilidade do compacto que é sucesso de vendas desde o seu lançamento em 2007 e acaba de passar da marca de um milhão de unidades produzidas no Brasil.
 
Os clubes dos modelos da marca que foram fabricados no Brasil, Família Megane/Scénic, Clio Clube e Clube do Sandero, também foram homenageados no evento.

Produzindo no Brasil desde 1998, a Renault está no melhor momento de sua história no país em participação de mercado. Neste ano, a marca acumula 8,6% de market share de janeiro a outubro, um recorde. O resultado está atrelado ao sucesso comercial dos seus dois últimos lançamentos no Brasil: o Captur e o Kwid – líder absoluto do seu segmento, com 45% de participação de mercado entre os compactos de entrada, também no acumulado até outubro.
 
Hoje a marca fabrica sete veículos no país: Kwid, Sandero, Logan, Duster, Duster Oroch e Captur, expostos no Salão do Automóvel, além do comercial leve Master. No total, já são mais de 3 milhões de veículos e 4 milhões de motores produzidos em 20 anos de inovação da marca no país.
 
“A Renault nunca deixou de investir no Brasil, mesmo em períodos de instabilidade econômica. É o que nos permitiu fortalecer nossa estrutura e lançar veículos que atendam às necessidades do consumidor brasileiro. Ultrapassamos a marca de 8% de participação de mercado e, até 2020, nossa meta é chegar a 10%. A aceitação dos nossos produtos nos mostra que estamos no caminho certo”, afirma Luiz Fernando Pedrucci, presidente da Renault para a América Latina.
 
A Renault do Brasil possui quatro unidades industriais instaladas no Complexo Ayrton Senna, no Paraná: a Curitiba Veículos de Passeio (CVP), Curitiba Veículos Utilitários (CVU), Curitiba Motores (CMO) e a Curitiba Injeção de Alumínio (CIA), inaugurada neste ano. Hoje o Complexo Ayrton Senna opera em três turnos e tem um total de 7.300 colaboradores. Para gerir suas ações socioambientais, a Renault criou, em 2010, o Instituto Renault. Atuando em dois eixos – Mobilidade Sustentável e Inclusão – o Instituto já alcançou mais de 700 mil pessoas no país.
 
Em seus 120 anos de existência, a Renault teve três vidas. A do seu fundador (1898-1944), a de uma empresa estatal (1945-1995) e a da sociedade anônima Renault SA (de 1995 até hoje). Entretanto, estas três vidas formam apenas uma, de uma montadora de automóveis que sempre soube se adaptar às mudanças no curso da história, que sempre conseguiu se transformar segundo as transformações da sociedade e da economia.

O que a Renault representa, desde suas origens? Veículos marcados por valores, referências onde se conjugam a paixão, a descoberta, a família, o trabalho, o lazer, a emancipação…

domingo, 20 de setembro de 2015

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 3815 -20.09.2015 - edita@rnasser.com.br

Mais sobre o Salão de Frankfurt
Das maiores referências como lançamento de produtos, tendências e modas, mostra alemã exibiu muitas novidades. Algumas chegarão ao Brasil: novos BMW X1; o segundo ciclo de vida do sedã Serie 3; revitalização do Ford EcoSport; cara nova do picape Ranger puxam a fila. Outras, importadas homeopaticamente como o Bentley Bentayga, SUV com cara esportiva, e Jaguar F, esportivo com habilidades de utilitário, e o Toyota Prius, o híbrido mais vendido.
Quem mais

Os primeiros foram listados pela Coluna passada.

Ranger preparou-se para exibição ante o comprador norte americano – maior consumidor mundial da especialidade. Chamado Ranger Wildtrack disseram-no o pináculo da linha, com imbatível combinação de tração nas 4 rodas e liderança em conectividade. Tem direção com assistência elétrica, stop-start, e promete cortar consumo em 17%. Nova grade, faróis, e no interior novo painel frontal e bancos esportivos.
Sem confirmação de ida aos EUA, antecipa o segundo ciclo do produto para o Mercosul. Ranger é produzido na Argentina. 

Bentayga – está na lista curiosa de denominações inexplicáveis, e por si só combina com o produto: são insólitos. Bentley eram Rolls-Royce com leve dose de esportividade. Quebra da empresa inglesa dividiu-as, e desde então RR é BMW, e Bentley, Volkswagen.

Segue a desorientação do mercado, com utilitários esportivos cada vez mais impositivos, performáticos, volumosos e caros. No Bentayga há facilidade, pois a controladora VW tem partes para compô-lo, como a plataforma comum a VW Touareg e Audi Q7, e o motor em W, de 12 cilindros, aplicado em Bentley Continental, VWs Touareg e Phaeton, Audi A8L, e Lamborghini. Grupo é hoje o maior fabricante de motores com 12 cilindros. 

Novo elegante tem cara de utilitário esportivo, disposição e formulação mecânica apta a enfrentar dificuldades proporcionais ao glamour, refinamento decorativo, preço para filtrar compradores. É grande: 5,141m de comprimento, 2m de largura, 1,74m de altura e 2.422 kg. Pneus opcionais com 22”, muito refinamento interno, couro e madeiras nobres, mantendo o DNA de finor.

Motor W12, 6,0 turbo, injeção direta TSI, 608 cv, torque de caminhão: 900 Nm. Caixa de câmbio automática, 8 velocidades. 0 a 100 km/h como esportivo sério: 4,1s, velocidade final de 301 km/h. Suspensão pneumática, independente nas 4 rodas, e freios para mantê-lo no chão. Muita eletrônica para conforto e som Bentley, 1.950W e 18 auto falantes.

Outro a aparecer em solo brasileiro é o novo Toyota Prius. Híbrido mais vendido no mundo, agora sobre plataforma TNGA – Toyota New Global Architecture. Permite ancorar a mecânica em pontos mais baixos, aumentou a resistência torcional, suspensão frontal por Mc Pherson e traseira com multi braços, centro de gravidade mais baixo –, indicativo de estrutura para outros produtos. No visual manteve o padrão triangular, baixando o teto em 20 mm e dando ênfase ao grupo óptico para ganho aerodinâmico. No pacote, redução de peso nos componentes, e aprimoramento mecânico entre o motor 1.8 a gasolina e o elétrico diz, grande redução de consumo. Não é para emoções, mas para ser amigo do meio ambiente. Produção local? Veja nota abaixo.

Entre o curioso e o interessante, o mais novo Mini em sua versátil carreira: Clubman cresceu em tudo: comprimento, largura – e portas, agora 6! Quatro para passageiros, e a tampa traseira, dividida em duas pequenas portas. Dão acesso à área de carga – não há 3ª. fila de bancos.

Motor de três cilindros, 1,5 litro, dois turbos, e apenas 134 cv. Mais ? Versão S, motor 2,0, dois turbos, injeção direta e potência curiosamente baixa, 189 cv e torque de 20,9 m.kgf.

Mercedes exibiu o conceito IAA, desenvolvido em 10 meses por base digital. Dinamicamente, a partir de 80 km/h altera ângulo do spoiler frontal e faz uma extensão em toda a curva do painel traseiro, aumentando a área de contato com o ar e reduzindo a resistência aerodinâmica. O conceito planta soluções para modelos futuros. No Salão comentava-se, o interior regerá a próxima geração Classe E.

Pelo Salão
OOOO Presidente da BMW Harald Kruege, 49, tomou e deu sustos: caiu na entrevista de imprensa. Pensaram ser barbeiragem da mão de obra árabe no acabamento do piso. OOOO Não era. O executivo tonteou e caiu. OOOO Excesso de trabalho mais emoção da primeira aparição publica como CEO. OOOO Afastamento por alguns dias. OOOO Se fila for medida de sucesso, Giulia Alfa Romeo ganhou disparado: enorme sequência de jornalistas para acessar o novo veículo, marcando a volta da marca. OOOO Mostrou versões com bancos estruturados e tampa da mala em fibra de carbono. OOOO E anúncio comparativo: cumpriu a parte norte do circuito alemão de Nürburgring em 7,39s – nove menos que BMW M4. OOOO Deu o parâmetro de preços: E 95 mil – acima do M4 e igual a Mercedes AMG. OOOO Não haverá Alfa para pobres. OOOO Picape Ranger inicia ser importado para a Europa, mas será produzido na Argentina até final do ano. Ford não quer deixar o novo Toyota HiLux abrir maior distância em vendas. Wildtrack será a versão de topo. OOOO Hyundai criou departamento de desenvolvimento esportivo, para preparar carros para corridas e desenvolver versões comerciais. Chama-se N, para ser associada a Nürburgring, velho circuito alemão agora em moda. OOOO Peugeot Citroën terá carro elétrico com o sócio chinês Dongfeng. OOOO Frankfurt marcou definição na menor das alemãs: linha Porsche 911 daqui para a frente apenas turbo. OOOO Primeiro SUV Bentley Bentayga tem destino: presente para a Rainha Elizabeth II – ex usuária de Range Rover. OOOO

Sandero RS mistura hatch com esportividade

Não é apenas um Sandero com adesivos, como no usual se indicam veículos com pretensa alma esportiva. Ao contrário, é um bom trabalho de engenharia comercial o criar versão com rendimento superior para ser referência na marca, e fazê-lo com preço suportável.

Versão é a Renault Sandero RS. Grosseiramente pode-se resumi-lo como o hatch Sandero, líder de vendas da marca, com motor do Duster, dois litros de cilindrada e 150 cv na versão alcoolizada. Entretanto é mais, muito mais. O RS indica ações da Renault Sport, empresa separada da marca líder francesa para desenvolver carros esportivos. Já fez verdadeiros canhões sobre rodas, como o mítico e pequeno R5 com motor V6 3.0 traseiro entre eixos.

Pacote completo de engenharia, com transmissão mecânica de seis velocidades, mudança nas engrenagens para encurtar segunda e terceira marchas, para melhorar arrancadas, e reduzir menos quarta, quinta e sexta velocidades, de modos que a 120 km/h gire a 3.000 rpm em sexta. Vai de 0 a 100 km/h em 8s e crava 202 km/h como velocidade final.

Pacote mecânico incluiu freios a disco nas 4 rodas, menor distância ao solo, barras estabilizadores com maior diâmetro e amortecedores mais reativos. Em resumo, o desenvolvimento de conjunto, usualmente descartado nos carros esportivados com adesivos.

Custa R$ 58.880. Se o interessado pretender rodas com aro 17”e pneus 205x45, deve pagar mais R$ 1 mil – não aconselho. Os pneus tem visual bonito porém com 9 cm de altura são incompatíveis com os buracos brasileiros. Externamente, além dos adesivos ... , novo para choque frontal, luzes em LED para sinalização, defletores dianteiro e traseiro operacionais. Dentro, novo grafismo para a instrumentação, uso de vermelho para dar atmosfera esportiva, ar condicionado digital, regulagem eletrônica para o motor e suspensão. 

Sintonizada com a realidade nacional, onde se busca ambiência de Rolls-Royce a preço de Novo Uno, há uma lâmpada espia indicando momento ideal da troca de marchas – no caso, a baixos 2.000 rpm -, para favorecer a economia de combustível. Mesma postura com os bancos. Abas com a finalidade de dar contato e firmar o eixo do motorista nas curvas, tipo anular o efeito G, mas são macios. Afinal, há cinquenta anos, quem sentava num banquinho duro e fazia milagres com Berlinette e motor Renault 1.000, era o Bird Clemente. Comprador de hoje é muito menos espartano.

Concorrentes do Renault Sandero RS, o Fiat Punto T-Jet, mais performático e mais refinado no interior, a R$ 65.330, ou o Suzuki Swift Sport entre R$ 73 mil e 85 mil.O RS abre um caminho no país, o de produtos afinados por mão de obra especializada em rendimento esportivo.

Roda-a-Roda

Efeito – Primeiro resultado da situação econômica do país e do futuro nublado: Toyota freou projeto de montar o Prius por processo CKD em nas instalações em São Bernardo do Campo.

Direto – Citroën lançou campanha objetiva para motivar vendas de seus bons produtos: comprador leva o carro e mais duas passagens para Nova York. Vale até 31 de outubro, apela para o insólito, e aproveita a redução de preços praticados pelas companhias aéreas para instigar viagens aos EUA, hoje em queda por conta de dólar elevado, temores e tremores quanto ao futuro.

Mais – Acredita maior demanda pelo C4 Lounge. Para turbinar vendas em setembro, entrada e saldo sem juros ou a menor percentual. Aposta, plano com entrada de 50% e 48 vezes de R$ 789,00 terá muito sucesso.

Positivo – Graças à nova linha do segmento mais vendido, a Classe C, vendas de automóveis importados Mercedes baterão recorde neste ano, circa 17 mil unidades, superando 2014 em 30%. Em descompensação, as de caminhões, base do faturamento, cairão 40%.

Ocasião – Toyota marcou lançar novos picapes Hi Lux: início de novembro.

Visão – Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz no Brasil, único no setor a se manifestar sobre economia projeta, se as demais agências, Fitch e Moody’s, acompanharem a Standard & Poor’s rebaixando o Brasil a nível de não investimento, nossa economia só deve se recuperar em 2018.

Coerência – Finalmente a prefeitura de S Paulo isentou do medieval rodízio imposto aos contribuintes, os poucos carros elétricos da cidade.

Razão - Limita circulação em nome das emissões de poluentes e outros apelos ecológicos. Apenas mascara a ineficiência oficial. Autoriza venda de automóveis para receber impostos, mas não os aplica em estrutura viária.

Mostra – Apesar de os 3.000 veículos elétricos na frota brasileira serem percentual desprezível na frota dos com motores por ciclo Otto e Diesel, e do desinteresse oficial, há esforço de conscientização a seu uso.

Salão – Entre 24 e 26 de setembro, no Center Norte, S Paulo, SP, 11º. Salão Latino Americano dos Veículos Elétricos, reunindo de patinete a ônibus, forma de discutir a matéria e buscar envolvimento e políticas públicas.

Prática – Audi declarou-se chocada com o sofrimento dos refugiados na Europa, e acelerou para ajudá-los. Aplicará E 1 milhão para auxiliá-los nas cidades onde opera, na Alemanha, Bélgica e Eslováquia. Recursos irão para entidades comprometidas em solucionar o problema.

Mais uma – Moto BMW 1000 R, uma roadster, nono produto da marca em em Manaus, AM, baixou preço: R$ 53.900. 4 cilindros em linha, 160 cv a 11.000 rpm, e bom pacote de eletrônica veicular.

Ocasião – Triumph promove vendas: até 30 de setembro série Tiger, a mais vendida da marca, preços reduzidos em torno de 15%. Speed Triple a R$ 37.990, e Sport R$ 38.990. Toda a linha com cortes e facilidades. Corre atrás do projeto de vender 4.500 unidades neste ano, mas até agosto vendera 2.531.

Caminho – Pedro Piquet, 17, bi campeão em Fórmula 3 Brasil. Estrela ascendente com o DNA da família. Porfolio é aval: venceu a temporada com duas provas de antecedência; teve 10 vitórias neste ano, nove seguidas.

História – Na França Renault fez festa para comemorar os 60 anos de fundação da mítica Alpine a grande marca esportiva francesa do pós guerra. Juntou veículos, pilotos, engenheiros, gente com o sangue da pequena marca.

Estória – No texto perpassa pelo Brasil citando os Willys Interlagos, Alpine A 108 de base e projeto, mas esqueceu dois pontos importantes: fomos o único mercado onde os A 108 venciam provas de velocidade – na Europa eram rallyes.

E do Bird Clemente, imbatível vencedor com o modelo, autor de teoria de condução derrapando com o automóvel. Nem o sempre grande Juan Manual Fangio, então penta campeão mundial, conseguiu igualá-lo em Interlagos.

GenteMary Barra, engenheira, 53, presidente da corporação GM, Mulher Mais Poderosa do mundo, Segundo o ranking da revista Fortune. OOOO O enfrentar problemas e custos com as falhas de ignição dos carros GM, custando muitas vidas e muitos milhões, auxiliaram definir. OOOO Cledorvino Belini, presidente da FCA América Latina, premiado. OOOO Jubileu de Ouro da Administração, nos 50 anos da atividade. OOOO Belini é administrador pela paulistana Mackenzie; pós graduado em finanças por mestrado na USP; MBA pela Fundação Dom Cabral, em Minas. OOOO E levou a Fiat a insólita e exclusiva liderança mundial no Continente, líder no Brasil há 13 anos. OOOO Fosse na Itália seria santificado. OOOO

sábado, 15 de novembro de 2014

Noite Renault no Anhembí comemora 50 anos do recorde do Gordini em Interlagos

Na próxima semana, dia 18 de novembro, o Auto Show Collection receberá a sétima edição da Noite Renault, com uma exposição de carros antigos e recentes da marca no sambódromo do Anhembi. 

O evento comemora o recorde de durabilidade obtido pelo Gordini em 1964 no autódromo de Interlagos, quando o carro rodou pouco mais de 50 mil quilômetros em 22 dias sem interrupções*. Ex-pilotos que fizeram parte do teste há 50 anos estarão presentes no evento junto com colecionadores e convidados.

Na pista do Sambódromo, como parte do tradicional evento de carros antigos, o público verá uma exposição de modelos raros da linha Renault assim como dezenas de exemplares da linha Dauphine e Gordini, fabricados no Brasil entre 1959 e 1968.  Também estarão presentes modelos mais recentes como Logan, Sandero, Twingo e Clio com a participação de clubes da capital e do interior paulista. 

Às 21h30, um desfile contará a história da Renault e também a evolução da linha Dauphine e Gordini ao lado dos pilotos que fizeram parte dessa história.

*Sobre o recorde – Como forma de promover a linha Gordini e também a versão mais simples do compacto, o publicitário Mauro Salles idealizou uma prova de regularidade para provar a resistência do carro no autódromo de Interlagos. Um exemplar foi escolhido aleatoriamente na linha de montagem e levado para a pista onde rodou por 22 dias pouco mais de 50 mil km sem qualquer preparação prévia, parando apenas para abastecer, trocar óleo e pneus e também o piloto. O Gordini foi conduzido pela equipe de competições da Willys Overland liderada por Luiz Antonio Greco, e composta por Bird Clemente, Carol Figueiredo, Danilo de Lemos, Francisco Lameirão, Geraldo Meirelles, José Carlos Pace, Luiz Pereira Bueno, Vittorio Andreatta, Waldemir Costa e Wilson Fittipaldi Jr. Ao final do teste o Gordini quebrou 133 recordes, rodando a velocidade média de 97Km/h com consumo médio de 16Km por litro de gasolina. 


O Auto Show Collection reúne todas as terças feiras cerca de 6.000 pessoas e mais de 500 automóveis antigos e especiais no sambódromo paulistano. O evento conta com exposição de veículos antigos e modificados na pista em duas áreas distintas, setor de compra e venda de carros e motocicletas antigas, mercado de peças, pista para carros de R/C (controle remoto) e praça de alimentação. As informações completas sobre o evento estão disponíveis no site www.carz.com.br/collection e também por meio das redes sociais no Facebook (Auto Show Matel) .

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Noite Renault reúne o passado, o presente e o futuro do automobilismo no Salão do Automóvel

O estande da Renault no Salão Internacional do Automóvel em São Paulo, foi palco nesta quarta-feira (5), de mais uma edição da Noite Renault, onde estavam presentes três gerações do automobilismo, com os pilotos da década de 1960, que participaram do recorde mundial do Gordini, da atual temporada da Fórmula 1, Daniel Ricciardo, e futuro do Brasil nas pistas, Pietro Fittipaldi.

A marca homenageou os pilotos detentores do recorde de resistência do Gordini, homologado pela Federação Internacional de Automobilismo, há 50 anos, realizado durante 22 dias, em 1964, no Autódromo de Interlagos. Foram eles: Bird Clemente, Carol Figueiredo, Luiz Pereira Bueno, Danilo de Lemos, Chico Lameirão, Waldemir Costa, Geraldo Meirelles, José Carlos Pace e Wilson Fittipaldi Jr.

O evento também contou com a presença do piloto da Fórmula 1, Daniel Ricciardo, da equipe Red Bull Racing Renault. O piloto australiano, que já conquistou três vitórias nesta temporada, aproveitou para conferir de perto algumas atrações que a Renault apresenta no Salão do Automóvel. Ricciardo também atendeu a imprensa, e entre os assuntos falou sobre as suas impressões que tem em relação ao Brasil e etapa brasileira da competição que será realizada neste final de semana em Interlagos.


O futuro do automobilismo também foi homenageado. O jovem piloto brasileiro Pietro Fittipaldi se destacou em 2014 e foi Campeão da Fórmula Renault na Inglaterra. O piloto venceu dez das treze etapas disputadas e alcançou o título com uma prova de antecipação do fim do Campeonato. Representado pelo tio Wilson Fittipaldi Jr., Pietro recebeu o reconhecimento da Renault do Brasil pela conquista do título.O evento ainda teve a presença de dezenas de colecionadores e entusiastas da marca Renault e representantes dos clubes de carros Renault de todo o Brasil. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

4ª Semana Cultural da Velocidade alia esporte e cultura para contar a história do automobilismo brasileiro



Paulo Soláriz e Emerson Fittipaldi
Com o objetivo de resgatar a memória gloriosa do automobilismo brasileiro, a Velocult – Semana Cultural da Velocidade – chega a sua 4ª edição orgulhando-se de aliar esporte e cultura. E, neste ano, relembrará os grandes fatos ocorridos e os protagonistas da principal prova do automobilismo nacional: a ‘Mil Milhas Brasileiras’. Idealizada pelo designer Paulo Soláriz, que já criou troféus para a Fórmula 1 e Fórmula Indy, a 4ª Velocult acontece de 25 de fevereiro a 16 de março, no Espaço Cultural do Conjunto Nacional, em São Paulo (SP).
Ao homenagear a ‘Mil Milhas Brasileiras’ através da mostra de carros, troféus e fotos antigas, a 4ª Velocult espera receber mais de 1 milhão de pessoas durante os 20 dias da exposição. Charmosa, tradicional e apaixonante, a ‘Mil Milhas Brasileiras’ foi criada por Wilson Fittipaldi (Pai) e Eloy Gogliano inspirada ‘Mille Miglia’, na Itália. Sua primeira edição aconteceu em 1956, com uma largada noturna no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Carretera Chevrolet Corvette de Camilo Cristofaro
Amante incondicional da velocidade e do automobilismo brasileiro, Paulo Soláriz empresta seu talento e paixão para, a cada ano, homenagear as figuras mais importante deste esporte que emociona há tantas décadas os brasileiros. Não é só a emoção da velocidade que Soláriz quer mostrar, mas também a importância da ‘Mil Milhas’ para a evolução dos automóveis no Brasil. “A Velocult apresentará ao público a fase romântica do nosso automobilismo, fase que nos deu grandes pilotos, como Bird Clemente, Camilo Cristópharo, Chico Landi, José Carlos Pace, Wilson Fittipaldi Jr., Luiz Pereira Bueno, entre outros. Esses personagens serviram de inspiração para nomes como Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna e Nelson Piquet, que alçaram a condição de pilotos para se tornarem ídolos da nação. A Velocult  também mostrará porque a ‘Mil Milhas’ foi um grande impulsionador para o crescimento da indústria automotiva no Brasil, funcionado como um verdadeiro “laboratório” das montadoras e alavancando a economia do país”, relembra Soláriz.

Carretera de Antônio Carlos Avallone
Esta fundamental importância para a história do automobilismo brasileiro de competição e da indústria automotiva sempre foi creditada à ‘Mil Milhas’, pois era uma corrida de longa duração que equivalia a 60 mil quilômetros de uso normal de um veículo de rua, além de ser genuinamente brasileira. “Na ‘Mil Milhas’, as montadoras colocavam à prova seus carros, projetos e ideias, e para as marcas de autopeças era uma enorme vitrine. Isso impulsionou o desenvolvimento do Brasil”, diz Paulo.
Patrocinadora da Velocult 2013, a Petrobras faz parte desta trajetória do automobilismo brasileiro quando, em 1956, sua logomarca foi exibida na primeira prova da ‘Mil Milhas Brasileiras’. "Participar da Velocult nos dá a oportunidade de resgatar uma parte da história desse importante esporte no país. Atualmente, nosso apoio ao automobilismo é feito por meio do Programa Petrobras Esporte & Motor que, além do patrocínio a grandes eventos, permite o desenvolvimento de produtos como combustíveis e lubrificantes, utilizando as competições como campos de pesquisas", destaca o gerente de Comunicação Institucional da Regional São Paulo Sul da Petrobras, Diego Pila.

Os visitantes terão a oportunidade de ver e conhecer a história da ‘Mil Milhas Brasileiras’ por meio de 19 painéis com textos e fotografias, e 15 carros no total, sendo que a maioria deles correu a prova, como a legendária Carretera nº 18 de Camilo Cristópharo, construída nos anos 50; uma Carretera DKW; um Karman Ghia Porsche; um Alfa Romeu GTA; um Alfa Giuletta; um Alfa Romeu JK; um Willys Mark 1; um Alpine 208; e um DKW Malzoni. 


Eloy Gogliano e Wilson Fittipaldi,o Barão.
A Taça Bardahl da ‘Mil Milhas Brasileiras’, que mede 1,80 metros também estará em exposição, além de um carro da Fórmula Indy. Outra novidade deste ano será a mostra de um carro de corrida dos anos 50 em escala reduzida para experiências táteis dos portadores de deficiências visuais. A 4ª Velocult terá também exposição de fotos antigas, exibição de capacetes de grandes pilotos pintados pela lenda Sid Mosca, miniaturas de carros e troféus históricos.
Mais do que os carros de competição, os visitantes poderão registrar os momentos de alegria empunhando um troféu no alto de um pódio montado especialmente para pais e filhos dividirem emoções.
A 4ª Semana Cultural da Velocidade é um evento idealizado pelo designer Paulo Soláriz com apoio da Secretaria da Cultura do Município de São Paulo, Conjunto Nacional, Bardahl, CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), Contini Lemon e Grill Hall Paulista, e com patrocínio da Petrobras e do Governo Federal.

Serviço: 4ª Semana Cultural da Velocidade – Velocult
Local: Espaço Cultural Conjunto Nacional

Endereço: Avenida Paulista, 2.073 – São Paulo - SP
Período: 25 de fevereiro a 16 de março de 2013

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Renault e Confederação Brasileira de Automobilismo homenagearão, no dia 29/10, os pioneiros do automobilismo brasileiro



Na próxima segunda-feira, a partir das 19 horas, a Renault e a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) realizarão um evento, no estande da marca na 27ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, para homenagear os pioneiros do automobilismo nacional.

Na ocasião, mais de 150 convidados que fizeram parte da história do automobilismo nacional estarão presentes ao evento. Além de participarem desse importante momento do esporte a motor no Brasil, eles também terão a oportunidade de verem de perto, no estande da Renault, uma “réplica” do Willys Interlagos número 22 pilotado por Bird Clement, feita pelo colecionador Denisio Casarini, em homemagem a esse clássico do automobilismo nacional e que competirá, em 2013, no campeonato paulista Super Classic.


Sobre o Willys Interlagos
O Willys Interlagos foi o primeiro carro esportivo fabricado no País, que despertou a cobiça de quem era jovem na década de 60 e hoje arranca suspiros dos admiradores de automóveis antigos. Este modelo foi fabricado a partir de 1961 pela Willys Overland – que obteve na época a licença da Renault – inspirado no Renault Alpine, comercializado na Europa.

Foi guiando a versão de corrida do Willys Interlagos, sob a chancela da “Equipe Willys” (uma das mais bem estruturadas da década de 60), que ícones do automobilismo verde-amarelo, como Bird Clemente, inspiraram os novatos que surgiam, notadamente Emerson Fittipaldi, Wilson Fittipaldi Jr. e José Carlos Pace, numa época em que os pilotos brasileiros começavam a se profissionalizar, impulsionando a paixão dos brasileiros pela velocidade e fizeram do automobilismo uma paixão nacional.