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segunda-feira, 27 de julho de 2020

Goodyear celebra 51 anos da chegada do homem à Lua


A inovação está no DNA da Goodyear desde o início de suas atividades, em 1898. Em 122 anos de existência, essa prática levou a Goodyear a participar de episódios bem curiosos e de momentos importantes para a história. A trajetória da marca está indissociavelmente vinculada essa postura inovadora.

Há 51 anos, em julho de 1969, a Goodyear, por exemplo, forneceu produtos essenciais para a espaçonave Apollo 11. Entre eles estavam os freios que ajudavam os mísseis a se posicionarem nas plataformas de lançamento, assim como o sistema de "purga e de condicionamento" que contribuíram para que os motores funcionassem melhor com a mistura composta por nitrogênio, oxigênio e hidrogênio. As molduras da janela do módulo de comando e o painel no qual os instrumentos de pouso eram montados também foram fabricadas pela Goodyear.

Já quando a Apollo 11 caiu no oceano, a cápsula ficou mantida na posição vertical graças às bolsas de flutuação feitas pela Goodyear, fazendo com que os astronautas pudessem aguardar o momento certo do resgate. Em outro período, os astronautas da Apollo usaram um carrinho para transportar equipamento fotográfico, ferramentas de escavação e 35 sacos cheios de rocha lunar; os pneus de 16 polegadas do carrinho foram o resultado de um projeto de desenvolvimento no qual centenas de colaboradores da Goodyear haviam trabalhado.

Em 31 de janeiro de 1971, a missão Apollo 14 contava com pneus Goodyear entre os equipamentos utilizados para chegar à lua. Eles foram especialmente projetados para a ocasião e equipavam um módulo de transporte com duas rodas que coletava material da superfície lunar.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Cinquenta anos após ir à Lua, Goodyear olha novamente para o espaço para melhorar o desempenho dos seus pneus


A Goodyear Tire & Rubber Company está se voltando novamente para o espaço a fim de melhorar ainda mais o desempenho dos seus pneus. A fabricante está presente no próximo projeto que será lançado neste mês pelo Laboratório Nacional dos EUA e Estação Espacial Internacional (ISS).

Trata-se do SpaceX CRS-18 (previsto para lançamento em 21 de julho) que contará com um ambiente de microgravidade formado por partículas de sílica, um material usado em pneus. Ao coletar conhecimento dessa avaliação, os engenheiros e cientistas da Goodyear poderão determinar se formas únicas de sílica poderão ser utilizadas nos pneus com o intuito de melhorar o desempenho dos compostos.

Este ano, a avaliação está sendo conduzida em conjunto com o ISS National Laboratory, que trabalha em acordo cooperativo com a NASA para utilizar plenamente o laboratório em órbita com demonstrações inovadoras de ciência e tecnologia capazes de beneficiar a vida na Terra.

Na ocasião, os astronautas a bordo da ISS conduzirão o experimento de sílica preparado pela Goodyear, enquanto os cientistas da Goodyear realizarão simultaneamente o mesmo experimento nos laboratórios da empresa, permitindo uma comparação dos resultados da pesquisa espacial com os da Terra.

Há 50 anos, em julho de 1969, a Goodyear forneceu produtos essenciais para a espaçonave Apollo 11. Entre eles estavam os freios que ajudavam os mísseis a se posicionarem nas plataformas de lançamento, assim como o sistema de "purga e de condicionamento" que contribuíram para que os motores funcionassem melhor com a mistura composta por nitrogênio, oxigênio e hidrogênio. As molduras da janela do módulo de comando e o painel no qual os instrumentos de pouso eram montados também foram fabricadas pela Goodyear.

Já quando a Apollo 11 caiu no oceano, a cápsula ficou mantida na posição vertical graças às bolsas de flutuação feitas pela Goodyear, fazendo com que os astronautas pudessem aguardar o momento certo do resgate. Em outro período, os astronautas da Apollo usaram um carrinho para transportar equipamento fotográfico, ferramentas de escavação e 35 sacos cheios de rocha lunar; os pneus de 16 polegadas do carrinho foram o resultado de um projeto de desenvolvimento no qual centenas de colaboradores da Goodyear haviam trabalhado.

Para saber mais sobre as capacidades em órbita do Laboratório Nacional dos EUA da ISS, incluindo iniciativas de pesquisas anteriores e instalações disponíveis, visite www.spacestationresearch.com.

terça-feira, 11 de junho de 2019

Nissan Kicks atinge marca de 100 mil unidades fabricadas em Resende (RJ)


Modelo mais vendido da Nissan no Brasil, o crossover urbano Nissan Kicks atingiu este mês uma marca histórica: 100 mil unidades fabricadas no Brasil, no Complexo Industrial de Resende (RJ), desde abril de 2017, quando ganhou cidadania brasileira. O Kicks histórico foi na cor Cinza Rust, versão S Direct, voltada a Pessoas com Deficiência (PcD).

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A forte relação do Nissan Kicks com o país, porém, começou antes, já que seu design foi estudado para atender aos desejos dos brasileiros e seu lançamento mundial aconteceu aqui, em agosto de 2016. Na época, era importado do México. E, desde então, o modelo mudou o cenário do segmento de utilitários esportivos e crossover no mercado brasileiro ao introduzir um design atraente e moderno e equipamentos inéditos.

Entre eles, o Alerta de Colisão e Assistente Inteligente de Frenagem, a Visão 360º com Sistema Inteligente de Câmeras, o Detector de Objetos em Movimento (Moving Object Detection), o Controle Inteligente de Chassi (Chassi Control), que reúne o Controle Inteligente em Curvas (Active Trace Control), o Estabilizador Inteligente de Carroceria (Active Ride Control) e o Controle Inteligente de Freio Motor (Active Engine Brake), que atuam na suspensão,
freios e também na estabilidade. Outra particularidade do carro é a tecnologia Zero Gravity®, inspirada em avançados estudos de ergonomia para reduzir a fadiga do corpo durante longos períodos de condução da National Aeronautics and Space Administration (NASA), a agência espacial norteamericana.

O Kicks também é um dos primeiros modelos da Nissan a aplicar o conceito Nissan Intelligent Mobility, que reúne diversos recursos de engenharia, construção e tecnologia para transformar a maneira como os carros são conduzidos, impulsionados e integrados na sociedade.

Para celebrar a marca, a Nissan convidou o cliente comprador da unidade 100 mil para ver de perto a fabricação do veículo na linha de montagem do Kicks no Complexo Industrial de Resende. Sem saber o que lhe esperava, o empresário José Roberto de Almeida foi até a fábrica e viu de perto como era fabricado o carro que ele havia comprado semanas antes.

Após o veículo ficar pronto, o diretor de produção do Complexo Wesley Custódio comunicou ao cliente que aquela unidade era a que José Roberto havia adquirido.

Fabricado no Complexo Industrial da Nissan em Resende, no sul do estado do Rio de Janeiro, desde abril de 2017, o Nissan Kicks tem um desenho que expressa um estilo dinâmico e arrojado, combinando vários itens de design de modelos já consagrados da Nissan, como o Qashqai e o Juke, mas com uma pegada única, que lhe confere estilo próprio. É resultado de um trabalho conjunto entre as equipes de design da Nissan em várias partes do mundo, com participação do estúdio de design mundial da Nissan em Atsugi, no Japão, o Nissan Design América (NDA), de San Diego, nos EUA, e o estúdio satélite da marca no Brasil. O desenvolvimento foi gerenciado em conjunto pelas equipes de engenharia do Japão e do Brasil.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Nissan e NASA firmam parceria para desenvolver e implantar veículos autônomos até o fim de 2015

A Nissan e a agência espacial norte-americana NASA uniram-se em uma parceria para pesquisar e desenvolver sistemas de veículos autônomos com o objetivo de preparar a tecnologia para a aplicação comercial. A fabricante de automóveis e a agência espacial firmaram um acordo com duração de cinco anos.

Pesquisadores do Centro de Pesquisas da Nissan no Vale do Silício, no norte da Califórnia, e do Centro de Pesquisa Ames da NASA, localizado em Moffett Field, também na Califórnia, focarão os estudos em sistemas autônomos de acionamento; soluções de interface do homem com a máquina; desenvolvimento de aplicativos habilitados para rede e de softwares de análise e verificação. Tudo isso envolverá hardwares e softwares sofisticados usados em aplicações rodoviárias e espaciais.

Os pesquisadores das duas organizações vão testar uma frota de veículos autônomos emissão zero em Ames para demonstrar a operação remota deles no transporte de materiais, mercadorias, cargas e pessoas. Para a NASA, esses testes serão similares ao modo de operação das missões com sondas planetárias a partir de um centro de controle. O primeiro veículo estará pronto para testes até o fim deste ano.

“O trabalho da Nissan e da NASA tem focos distintos - um no espaço e outra no planeta Terra -, mas está ligado por desafios semelhantes“, afirmou Carlos Ghosn, presidente e CEO da Nissan Motor Company. ”A parceria vai acelerar o desenvolvimento seguro e confiável da tecnologia da unidade autônoma que a Nissan irá introduzir progressivamente aos consumidores até 2020“, completa o executivo. A Nissan estabeleceu essa data como prazo para que veículos de passeio autônomos sejam oferecidos comercialmente com capacidade de rodar em quase todas as situações, incluindo as mais complexas.

De acordo com os termos da parceria, a NASA irá se beneficiar da experiência compartilhada com a Nissan nas tecnologias inovadoras dos componentes dos veículos autônomos, na pesquisa conjunta para desenvolvimento de aplicações de transporte de veículos, no acesso aos sistemas protótipos e dos testes com softwares robóticos.

”Todos nossos potenciais de colaboração em pesquisas com a Nissan são em áreas em que o nosso centro de pesquisas contribuiu fortemente para os principais programas da NASA“, disse o diretor do Ames, Pete Worden. ”Aqui foi desenvolvido o software para o robô que foi a Marte, os robôs da Estação Espacial Internacional e os sistemas de gestão de tráfego aéreo de nova geração, apenas para citar alguns trabalhos. Estamos ansiosos para aplicar os conhecimentos desenvolvidos nessa parceria no espaço e em futuros desenvolvimentos para a aeronáutica.”

"Esta parceria reúne o melhor e mais brilhante da NASA e da Nissan, e valida os nossos investimentos no Vale do Silício", disse Carlos Ghosn.



quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

FORD GT COM 1.723 CV BATE RECORDE DE CARRO MAIS RÁPIDO DO MUNDO





Um modelo Ford GT de 1.723 cv preparado pela Performance Power Racing foi certificado como o carro mais rápido do mundo homologado para as ruas. O modelo chegou à velocidade de 453 km/h partindo da imobilidade em um percurso de uma milha (1,6 km) e entrou para o livro dos recordes, o Guinness Book. A avaliação aconteceu no Complexo Espacial da NASA, nos Estados Unidos, e pode ser vista neste vídeo acima.

Um dos avanços que permitiram ao Ford GT alcançar esse resutado foi o uso de uma nova liga de alumínio capaz de suportar altíssimas temperaturas, chamada Pandalloy. Fruto de uma parceria das empresas Performance Power Racing e Pratt & Whitney, o material foi produzido com base em tecnologia aeroespacial e desenvolvido especialmente para o Ford GT conquistar o recorde mundial.

“As corridas de automóveis têm sido um campo perfeito para a aplicação de algumas das novas tecnologias que estamos desenvolvendo para o mercado. O projeto Pandalloy é um exemplo muito empolgante. Essas novas ligas de alumínio são muito superiores às que existem hoje no mercado e estamos entusiasmados em ver até onde poderemos levar os limites de desempenho e eficiência, com impacto positivo no mundo. Nós quebrarmos recordes para provar que esses sistemas e projetos realmente têm uma função e podem ser aplicados em veículos de todos os tipos", diz Johnny Bohmer, dono da performance Performance Power Racing.

Com o resultado do Ford GT, a Performance Power provou que a tecnologia aeroespacial pode ser efetivamente usada em veículos para aumentar a economia de combustível e reduzir as emissões de CO2.

"Toda a nossa equipe trabalhou muito para esse resultado e estamos orgulhosos por ajudar a colocar o Ford GT no livro dos recordes como o carro de rua mais rápido do mundo", completa Bohmer. "Quando a NASA nos permitiu o acesso a uma parte de suas instalações, tivemos oportunidade de explorar essas tecnologias e compartilhar seus benefícios. Esse projeto reúne uma quantidade enorme de pesquisas e estamos apenas na superfície de onde podemos chegar com a sua aplicação."