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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

SEIS PNEUS DA PIRELLI PARA O LAMBORGHINI URUS

A Pirelli vai fornecer seis pneus para o novo Lamborghini Urus. A gama de medidas vai de 21 a 23 polegadas, criada pela Pirelli para melhor salientar as diferentes funcionalidades e experiências de dirigibilidade oferecidas pelo primeiro Super SUV da Lamborghini.

Para um carro tão extremo, que pode ir de 0-100 km/h em 3,6 segundos e de 0-200 km/h em 12,8 segundos, atingindo a velocidade máxima de 305 km/h, a Pirelli claramente não poderia desenvolver apenas um único pneu. Dependendo do estilo e modo de direção, a fabricante italiana fornece aos motoristas do Urus três famílias de produtos: o P Zero, para amantes de performance; o P Zero Corsa, para os que buscam adrenalina na pista; e o Scorpion, para quem tem um estilo de direção mais aventureiro, incluindo off-road. Essa última família de pneus é desenhada para o uso mais extremo, e está disponível não apenas na versão padrão, mas também de Inverno e All-Season, além de um produto dedicado a todos os tipos de terreno.

São seis tipos diferentes de pneus no total. Isso reflete cada faceta (neve, cascalho, areia, esporte, corrida e estrada) da alma do SUV mais rápido do mundo. Todos são capazes de combinar funcionalidade com uma direção esportiva.

O mais importante desafio técnico superado pelos engenheiros da Pirelli para o novo Urus foi criar um pneu capaz de lidar com demandas muitas vezes contrastantes, como aderência, tração na neve, resistência a lacerações em pilotagens off-road e resistência ao uso. O resultado foi um pneu extremamente rápido na pista, mas também versátil na neve ou no cascalho. Tudo isso sem comprometer o conforto, que é naturalmente um dos mais importantes atributos que um SUV deve entregar.

O trabalho de desenvolvimento da Pirelli se concentrou especialmente no composto e no padrão da banda de rodagem, que foram projetados para oferecer aderência máxima, bem como flexibilidade otimizada para lidar com demandas que mudam rapidamente. Ao criar um padrão de banda de rodagem mais aberto, deixando alguns blocos de fora, por exemplo, o pneu é capaz de garantir dirigibilidade perfeita em situações off-road com cascalho, enquanto oferece também excelente dirigibilidade no seco e no molhado, para lidar com superfícies mais convencionais em completa segurança.

A Pirelli oferece aos proprietários do Lamborghini Urus uma variedade de opções que busca equilibrar versatilidade com a performance específica oferecida por cada família de produtos. Em outras palavras, aqueles que privilegiam uma direção predominante off-road também podem contar com uma performance segura em estradas que são menos extremas ou afetadas por chuva ou neve. Por outro lado, aqueles que amam performance na pista não terão a dirigibilidade do carro comprometida em superfícies secas ou molhadas, em situações de uso urbano.


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Complexo da GM em São Caetano do Sul completa 85 anos

O complexo industrial da GM em São Caetano do Sul completou nesta quarta-feira, dia 12 de agosto, 85 anos como a mais longeva do setor no país. A fábrica inaugurou recentemente um dos mais modernos centros logísticos de recebimento e sequenciamento de materiais do mundo e agora se prepara para receber novos investimentos. Até o fim do ano, a unidade inicia a produção de veículos Chevrolet com tecnologias inovadoras que ampliarão a integração entre motorista, smartphone e o carro de uma forma sem precedentes em produtos nacionais.
A história da fábrica de São Caetano do Sul está profundamente ligada à trajetória de nove décadas da GM no Brasil. A sede da empresa no país foi e continuará sendo uma unidade estratégica para a companhia, graças ao apoio dos trabalhadores e da comunidade locais”, destaca Luiz Carlos Peres, vice-presidente de manufatura da GM da América do Sul. A unidade de São Caetano do Sul abriga também o centro tecnológico e o administrativo da empresa.

O complexo foi inaugurado em 1930. No início, montava apenas alguns poucos furgões por semana, isto devido a tecnologia disponível na época. Hoje, com mais de 290 mil m², a instalação tem capacidade produtiva superior a 50 carros por hora e faz cinco modelos Chevrolet: Cobalt, Spin, Cruze Sedã, Cruze Hatch e Montana. Maquinários robotizados de última geração ajudam a garantir os níveis globais de qualidade exigidos pelo mercado.

O primeiro automóvel de passeio nacional produzido em São Caetano do Sul foi um Opala quatro portas ano 1968. De lá para cá, mais de 6 milhões de veículos foram feitos no complexo industrial, que passou por diversas expansões para poder acompanhar o processo de ampliação e modernização da linha Chevrolet no país. Vários outros ícones da indústria automobilística nacional saíram desta fábrica, como o Monza, o Vectra e o Omega -carros que marcaram época pelo seu pioneirismo e inovação.

O MASC, Centro Logístico de Recebimento e Sequenciamento de Materiais Produtivos, a mais recente expansão dentro do complexo industrial da empresa em São Caetano do Sul, utiliza-se de um método de gerenciamento inovador para os padrões da indústria automobilística e tem como objetivo elevar a produtividade.
O novo prédio ocupa uma área de 30.000 m² e movimenta diariamente cerca de 1,4 milhão de componentes, entre peças de acabamento, de tapeçaria e mecânicas destinadas ao abastecimento da linha de montagem local.
O novo centro de armazenagem e abastecimento de componentes tem o dobro da capacidade de estocagem em relação ao anterior e possui ainda um sistema gerenciador de endereçamento de materiais mais eficaz. 

Essa combinação de fatores faz do MASC de São Caetano do Sul o mais moderno do gênero na GM e serve de molde para as futuras unidades da companhia no mundo.
O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que é vinculado a à Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, deu todo o suporte à fase de desconstrução, possibilitando que entulhos fossem reciclados e aproveitado na nova própria obra, reduzindo o impacto ambiental.

As obras duraram cerca de três anos e foram realizadas sem que houvessem interrupções da produção na unidade durante o período. Tanto a demolição do antigo prédio como a construção do novo centro logístico da GM foi pautado pela sustentabilidade, como toda a operação da fábrica.


Cronologia:

• Em agosto de 1930 é inaugurada oficialmente a fábrica de São Caetano do Sul como alternativa aos galpões que a GM alugava no bairro do Ipiranga, na cidade de São Paulo, para confeccionar furgões.

• Em 1934, saía da fábrica de São Caetano do Sul o primeiro ônibus com carroceria de madeira feito no Brasil.

• Em meados da década era visível a consolidação da industrial em São Caetano do Sul, agregando à sua volta um número crescente de casas, ruas e bairros onde moravam boa parte dos trabalhadores. De área desabitada, o local virou um município, emancipado em 1948.

• Durante o período da II Guerra Mundial, a GM participou do esforço militar na produção de veículos e material bélico, tendo sido produzidos mais de 2.000 veículos a gasogênio para uso civil.

• Os ônibus tornaram-se, nos anos do pós-guerra, uma das demandas prioritárias do país como transporte de massa. Em 1948, a GM produziu o primeiro deles com carroceria inteiramente metálica. Nesta época, o país possuía uma frota de 500 mil veículos – média de um para cada 100 pessoas.

• Em 1956 a companhia iniciou o programa pioneiro de nacionalização de caminhões.

• Em novembro de 1968, é lançado o primeiro carro de passageiros Chevrolet produzido no Brasil, o Opala, com quatro portas. Para montá-lo, a fábrica passou por ampliações.

• Em setembro de 1979, a unidade de São Caetano do Sul comemorou a produção do veículo de número 1,5 milhão.

• Em 1982, o complexo inicia a confecção do Monza, que poucos anos depois se tornaria o modelo mais vendido do mercado nacional por três anos consecutivos, um feito não alcançado por nenhum outro carro de sua categoria até os dias atuais.

• Em abril de 1992, o Opala sai de linha, após 23 anos ininterruptos de produção, com a marca de quase 1.000.000 de unidades produzidas, dando lugar ao Omega.

• No mesmo ano, a fábrica de São Caetano do Sul coloca em funcionamento a sua estação de tratamento de efluentes industriais oleosos.

• Em novembro de 1993, durante a visita do então presidente mundial da General Motors Corporation, Jack Smith Jr., a GM comemora a produção do Chevrolet número 5.000.000, um Vectra GSi, versão esportiva do modelo recém-lançado e também feito na unidade do ABC.

• Em setembro 1998 é o Kadett que deixar de ser fabricado em São Caetano do Sul para o início da produção do Astra, que seguiu em linha até 2011, assim como o Vectra.

• Em 2008, com mais uma expansão da fábrica, novos funcionários precisaram ser contratados e é aberto um terceiro turno de produção.
• De 2010 a 2011, a unidade de São Caetano do Sul passou por uma grande reformulação e iniciou a fabricação da Nova Montana, do Cobalt e do Cruze Sedã.

• Em 2012 o Spin e o Cruze Hatch chegam para completar a nova linha produtos da fábrica.

• Em 2014 o complexo atinge 6 milhões de carros produzidos, um recorde histórico para a GM na América do Sul.

• Em janeiro 2015, a GM completa 90 anos de Brasil e inaugura em São Caetano do Sul o MASC, novo Centro Logístico de Recebimento e Sequenciamento de Materiais da fábrica.

Confira os principais modelos fabricados em São Caetano do Sul desde sua inauguração:

- Opala
- Monza
- Omega
- Vectra
- Corsa
- Kadett
- Astra
- Montana
- Cobalt
- Cruze
- Spin

terça-feira, 30 de junho de 2015

Leilão de réplicas dos capacetes de Piquet, Bueno e Hoffmann em prol do Instituto Ingo Hoffmann

Uma ação coordenada pela Corsa, empresa especializada na fabricação de vestuário para competições de automobilismo, e abraçada por grandes profissionais do setor vai reverter toda arrecadação em prol do Instituto Ingo Hoffmann, entidade beneficente e sem fins lucrativos localizada em Campinas/SP, que tem como missão proporcionar maior oportunidade de cura para crianças em tratamento de câncer e tem como presidente o piloto Ingo Hoffmann, um dos maiores ídolos do automobilismo nacional,.

A ação é um leilão de réplicas autorizadas de capacetes de três grandes ídolos do automobilismo: o tricampeão mundial de F-1, Nelson Piquet, o 12 vezes campeão da Stock Car, Ingo Hoffmann e o pentacampeão da Stock Car, Cacá Bueno. As três réplicas dos capacetes marca SGARBI, lançamento da Corsa, serão pintadas por artistas de renome e disponibilizadas para o leilão que será aberto no próximo dia 15/07.

O capacete de Nelson Piquet foi pintado por Alan Mosca da Sid Special Paint, grife conhecida mundialmente por ser pioneira na arte de personalização de capacetes, carros e motos. O capacete de Cacá Bueno ficou a cargo de Bruno Theil, da Artmix Studios, que há mais de 30 anos trabalha a imagem de pilotos através da personalização de seus capacetes. E o de Ingo Hoffmann foi pintado por Paulo Gandolfo, da Gandolfo Pinturas Especiais, empresa com mais de 30 anos de atuação em design e vários prêmios conquistados. Os capacetes serão apresentados em cubo acrílico, com "Certificado de Réplica Autorizada" assinada pelos pilotos.

"Fico muito feliz com essa ação dos amigos. Como sempre digo, grande parte dos valores que arrecadamos para a manutenção mensal do Instituto vem do meio do automobilismo e mais uma vez isso se comprova, agora envolvendo os nomes de dois grandes campeões: Nelson Piquet e Caca Bueno. Quero agradecer a iniciativa da Corsa, através do Orlando Sgarbi e dos amigos Gandolfo, Alan Mosca e Bruno, que se dispuseram a pintar os capacetes para que o leilão fosse realizado, além de todos os envolvidos", disse Ingo.

O Leilão
A data de início é 15/07/2015 (quarta-feira) e o leilão ficará online por 12 dias corridos.
O leiloeiro oficial é o conceituado Roberto de Magalhães.

Como funciona
Os capacetes serão anunciados no site (http://www.rmgouvealeiloes.com.br) onde será possível visualizar o que está sendo leiloado. Ao entrar na aba do leilão, o interessado poderá dar o lance para o produto escolhido. Lá, aparecerá a informação do início e término do leilão, além do lance mínimo e quais foram os últimos lances.

Instituto Ingo Hoffmann
O Instituto Ingo Hoffmann é uma entidade beneficente e sem fins lucrativos, que tem como presidente o piloto Ingo Hoffmann, um dos maiores ídolos do automobilismo nacional. Foi fundado em 31/08/2005 tendo como missão inicial proporcionar maior oportunidade de cura para crianças em tratamento de câncer, através de uma parceria com o Centro Infantil Boldrini, no projeto denominado Casa de Apoio à Criança e à Família.

O Centro Infantil Boldrini é um hospital filantrópico localizado em Campinas/SP - , referência mundial em tratamento de crianças com câncer. Fundado em 1978, desde então atende crianças e adolescentes com câncer e doenças do sangue.

O projeto - Casa de Apoio à Criança e à Família
Trata-se de um modelo de moradia temporária. No total são 30 chalés, divididos em 10 vilas, construídos em um terreno cedido pelo Boldrini com mais de 6000m², localizado ao lado do edifício da Radioterapia do hospital, em Campinas/SP. Além das acomodações, o local possui sala de aula, brinquedoteca, biblioteca, refeitório, lavanderia e um quiosque para cursos temporários de culinária e para lazer dos abrigados.

O objetivo
O objetivo da Casa da Criança e da Família é abrigar crianças em tratamento intensivo de câncer e seu acompanhante, que não têm condições de serem mantidas por suas famílias fora de suas casas. Essas crianças vêm de diversas regiões do Brasil e da América Latina para fazer tratamento no Centro Infantil Boldrini. Durante o tratamento, a criança recebe acompanhamento escolar e seus familiares podem participar de cursos profissionalizantes e palestras educacionais, além de realmente terem a sensação de estar em sua propria casa, uma vez que cada família possui chalé individual e isto faz com que o projeto seja único no Brasil.