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terça-feira, 27 de março de 2018

GM retorna produção ao ritmo normal


A produção de automóveis da GM no Brasil retornou nesta segunda-feira (26) ao ritmo normal após cinco semanas. A paralização estava prevista para expansão da capacidade e modernização de linhas de montagens.As obras, concentradas nos complexos de Gravataí (RS), São Caetano do Sul (SP) e Joinville (SC), representam também a primeira fase do processo de adequação para receber, no futuro, uma nova família de veículos.

“A estrutura fabril da empresa passa a incorporar os conceitos de manufatura 4.0, os mais avançados do mundo, numa ação arquitetada em conjunto com nossos parceiros e fornecedores”, explica Luiz C. Peres, vice-presidente de Manufatura da GM América do Sul.Estas tecnologias de manufatura incluem prensas de última geração, solda a laser, novo sistema de montagem de motor e transmissão, novas injetoras plásticas, novo processo de funilaria e novo transportador de veículo na linha de montagem.

O complexo de Joinville produz motores e cabeçotes, enquanto os complexos de Gravataí e de São Caetano do Sul (SP) concentram a montagem dos modelos Onix, Prisma, Cobalt, Spin e Montana, que representam cerca de 75% das vendas da Chevrolet no país.

“Como os estoques de modelos Chevrolet foram consumidos antecipadamente devido ao aumento da procura por carros da marca, estamos acelerando o processo de distribuição dos veículos às concessionárias para atender o mais rápido possível as encomendas dos clientes”, informa Marcos Munhoz, vice-presidente da GM Mercosul.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

GM do Brasil comemora 90 anos com corrida em São Caetano

A Chevrolet realizará no domingo, dia 18 de outubro de 2015, a 1ª Chevrolet Run, a partir das 7h30, como parte das comemorações dos 90 anos da General Motors do Brasil.


Com o objetivo de integrar a empresa com a comunidade e promover práticas saudáveis, pela primeira vez será realizada uma corrida de 9 quilômetros e uma caminhada de 4 quilômetros que passarão pelas dependências do complexo industrial da GMB em São Caetano do Sul.

A corrida e caminhada terá largada e chegada no portão 1 do complexo industrial de São Caetano na Avenida Goiás e, entre os patrocinadores, estão Chevrolet Serviços Financeiros, Embrase Segurança e Serviços e MoveUp Idiomas.


A GM e a marca Chevrolet estão no Brasil há 90 anos, desde o dia 26 de janeiro de 1925. Em São Caetano do Sul a empresa começou a produzir em outubro de 1928 e a inauguração oficial do complexo industrial ocorreu em 12 de agosto de 1930.

Chevrolet Run:
Modalidades: 

Corrida 9km R$ 89,90
Corrida 9km (+60 anos) R$ 44,95
Caminhada 4km R$ 69,90
Caminhada 4km (+60 anos) R$ 34,95


Prazo para Inscrições:

Encerramento das inscrições: 14/10/2015 no site www.chevroletrun.com.br
As inscrições poderão ser feitas até o dia 14 de Outubro de 2015 às 16h ou até o término das vagas disponíveis. 



Programação do Evento:

Data: 18/10/2015
Local: Fábrica da GM - Portão 1
Endereço: Av. Goiás, 1805
Largada: 07:30

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Complexo da GM em São Caetano do Sul completa 85 anos

O complexo industrial da GM em São Caetano do Sul completou nesta quarta-feira, dia 12 de agosto, 85 anos como a mais longeva do setor no país. A fábrica inaugurou recentemente um dos mais modernos centros logísticos de recebimento e sequenciamento de materiais do mundo e agora se prepara para receber novos investimentos. Até o fim do ano, a unidade inicia a produção de veículos Chevrolet com tecnologias inovadoras que ampliarão a integração entre motorista, smartphone e o carro de uma forma sem precedentes em produtos nacionais.
“A história da fábrica de São Caetano do Sul está profundamente ligada à trajetória de nove décadas da GM no Brasil. A sede da empresa no país foi e continuará sendo uma unidade estratégica para a companhia, graças ao apoio dos trabalhadores e da comunidade locais”, destaca Luiz Carlos Peres, vice-presidente de manufatura da GM da América do Sul. A unidade de São Caetano do Sul abriga também o centro tecnológico e o administrativo da empresa.

O complexo foi inaugurado em 1930. No início, montava apenas alguns poucos furgões por semana, isto devido a tecnologia disponível na época. Hoje, com mais de 290 mil m², a instalação tem capacidade produtiva superior a 50 carros por hora e faz cinco modelos Chevrolet: Cobalt, Spin, Cruze Sedã, Cruze Hatch e Montana. Maquinários robotizados de última geração ajudam a garantir os níveis globais de qualidade exigidos pelo mercado.

O primeiro automóvel de passeio nacional produzido em São Caetano do Sul foi um Opala quatro portas ano 1968. De lá para cá, mais de 6 milhões de veículos foram feitos no complexo industrial, que passou por diversas expansões para poder acompanhar o processo de ampliação e modernização da linha Chevrolet no país. Vários outros ícones da indústria automobilística nacional saíram desta fábrica, como o Monza, o Vectra e o Omega -carros que marcaram época pelo seu pioneirismo e inovação.

O MASC, Centro Logístico de Recebimento e Sequenciamento de Materiais Produtivos, a mais recente expansão dentro do complexo industrial da empresa em São Caetano do Sul, utiliza-se de um método de gerenciamento inovador para os padrões da indústria automobilística e tem como objetivo elevar a produtividade.
O novo prédio ocupa uma área de 30.000 m² e movimenta diariamente cerca de 1,4 milhão de componentes, entre peças de acabamento, de tapeçaria e mecânicas destinadas ao abastecimento da linha de montagem local.
O novo centro de armazenagem e abastecimento de componentes tem o dobro da capacidade de estocagem em relação ao anterior e possui ainda um sistema gerenciador de endereçamento de materiais mais eficaz. 

Essa combinação de fatores faz do MASC de São Caetano do Sul o mais moderno do gênero na GM e serve de molde para as futuras unidades da companhia no mundo.
O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que é vinculado a à Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, deu todo o suporte à fase de desconstrução, possibilitando que entulhos fossem reciclados e aproveitado na nova própria obra, reduzindo o impacto ambiental.

As obras duraram cerca de três anos e foram realizadas sem que houvessem interrupções da produção na unidade durante o período. Tanto a demolição do antigo prédio como a construção do novo centro logístico da GM foi pautado pela sustentabilidade, como toda a operação da fábrica.


Cronologia:

• Em agosto de 1930 é inaugurada oficialmente a fábrica de São Caetano do Sul como alternativa aos galpões que a GM alugava no bairro do Ipiranga, na cidade de São Paulo, para confeccionar furgões.

• Em 1934, saía da fábrica de São Caetano do Sul o primeiro ônibus com carroceria de madeira feito no Brasil.

• Em meados da década era visível a consolidação da industrial em São Caetano do Sul, agregando à sua volta um número crescente de casas, ruas e bairros onde moravam boa parte dos trabalhadores. De área desabitada, o local virou um município, emancipado em 1948.

• Durante o período da II Guerra Mundial, a GM participou do esforço militar na produção de veículos e material bélico, tendo sido produzidos mais de 2.000 veículos a gasogênio para uso civil.

• Os ônibus tornaram-se, nos anos do pós-guerra, uma das demandas prioritárias do país como transporte de massa. Em 1948, a GM produziu o primeiro deles com carroceria inteiramente metálica. Nesta época, o país possuía uma frota de 500 mil veículos – média de um para cada 100 pessoas.

• Em 1956 a companhia iniciou o programa pioneiro de nacionalização de caminhões.

• Em novembro de 1968, é lançado o primeiro carro de passageiros Chevrolet produzido no Brasil, o Opala, com quatro portas. Para montá-lo, a fábrica passou por ampliações.

• Em setembro de 1979, a unidade de São Caetano do Sul comemorou a produção do veículo de número 1,5 milhão.

• Em 1982, o complexo inicia a confecção do Monza, que poucos anos depois se tornaria o modelo mais vendido do mercado nacional por três anos consecutivos, um feito não alcançado por nenhum outro carro de sua categoria até os dias atuais.

• Em abril de 1992, o Opala sai de linha, após 23 anos ininterruptos de produção, com a marca de quase 1.000.000 de unidades produzidas, dando lugar ao Omega.

• No mesmo ano, a fábrica de São Caetano do Sul coloca em funcionamento a sua estação de tratamento de efluentes industriais oleosos.

• Em novembro de 1993, durante a visita do então presidente mundial da General Motors Corporation, Jack Smith Jr., a GM comemora a produção do Chevrolet número 5.000.000, um Vectra GSi, versão esportiva do modelo recém-lançado e também feito na unidade do ABC.

• Em setembro 1998 é o Kadett que deixar de ser fabricado em São Caetano do Sul para o início da produção do Astra, que seguiu em linha até 2011, assim como o Vectra.

• Em 2008, com mais uma expansão da fábrica, novos funcionários precisaram ser contratados e é aberto um terceiro turno de produção.
• De 2010 a 2011, a unidade de São Caetano do Sul passou por uma grande reformulação e iniciou a fabricação da Nova Montana, do Cobalt e do Cruze Sedã.

• Em 2012 o Spin e o Cruze Hatch chegam para completar a nova linha produtos da fábrica.

• Em 2014 o complexo atinge 6 milhões de carros produzidos, um recorde histórico para a GM na América do Sul.

• Em janeiro 2015, a GM completa 90 anos de Brasil e inaugura em São Caetano do Sul o MASC, novo Centro Logístico de Recebimento e Sequenciamento de Materiais da fábrica.

Confira os principais modelos fabricados em São Caetano do Sul desde sua inauguração:

- Opala
- Monza
- Omega
- Vectra
- Corsa
- Kadett
- Astra
- Montana
- Cobalt
- Cruze
- Spin

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Fábrica da GM em São Caetano do Sul atinge marca de 6 milhões de carros produzidos


O complexo industrial da GM em São Caetano do Sul (SP) comemora neste mês de agosto 84 anos de atividades e a marca de 6 milhões de veículos produzidos, atingida por um sedã Cobalt.Localizada em um terreno urbano de 290,5 mil m², a fábrica tem capacidade produtiva atual superior a 50 carros por hora, mas começou a operar por volta dos anos 1930 montando alguns poucos furgões por semana e de forma quase artesanal, devido a tecnologia disponível à época. A implantação da General Motors no Brasil estava ligada à estratégia da corporação de origem norte-americana, de aproveitar as novas oportunidades que surgiam no exterior, onde os modelos Chevrolet tornavam-se cada vez mais populares.

O primeiro automóvel de passeio produzido em São Caetano do Sul foi um Opala quatro portas ano 1968. De lá para cá, o complexo industrial passou por diversas expansões para poder acompanhar o processo de ampliação e modernização da linha Chevrolet no país.Vários outros ícones da indústria automobilística nacional saíram desta fábrica, como o Monza, o Vectra e o Omega. Todos carros que marcaram época pelo seu pioneirismo.

Atualmente em São Caetano do Sul são produzidos os modelos Cruze (versões hatch e sedã), Spin, Montana e Cobalt, destinados também para exportação. Maquinários robotizados de última geração ajudam a garantir os níveis globais de qualidade exigidos pelo mercado.A empresa possui cinco fábricas no país, sendo duas destinadas à montagem de veículos. A de Gravataí, no Rio Grande do Sul, inaugurada em 2000, atingiu no mês passado a marca de 2,5 milhões de carros produzidos. Já de São José dos Campos, em São Paulo, saíram até então pouco mais de 5,6 milhões de unidades.    

Sustentabilidade
No complexo de São Caetano do Sul (SP), desde 1989 um sistema de reuso do efluente industrial é utilizado nos processos industriais, evitando o consumo de água potável.Nos últimos meses, processos adicionais também estão recebendo água de reuso, tais como torres de resfriamento e a preparação de produtos químicos dos processos de pintura.

Estes sistemas possibilitaram o reuso de mais de 225 milhões de litros desde 2011, sendo 22 milhões nos primeiros 6 meses de 2014.

As iniciativas de melhoria contínua aplicadas à gestão de consumo eficiente de água resultaram em uma redução média de 73% do consumo de água por veículo produzidoO trabalho contínuo de melhoria nos processos ainda fez a GM reduzir, entre 2005 e 2013, 60% o consumo médio de energia elétrica para produzir um carro no país.

Alguns fatos históricos
Em agosto de 1930 é inaugurada oficialmente a fábrica de São Caetano do Sul como alternativa aos galpões que a GM alugava no bairro do Ipiranga (SP) para confeccionar furgões.

Em 1934, saía da fábrica de São Caetano do Sul o primeiro ônibus com carroceria de madeira fabricado no Brasil.

Em meados da década era visível a consolidação da industrial em São Caetano do Sul, agregando à sua volta um número crescente de casas, ruas e bairros onde moravam boa parte dos trabalhadores. De área desabitada, o local virou um município, emancipado em 1948.Durante o período da II Guerra Mundial, a GM participou do esforço militar na produção de veículos e material bélico, tendo sido produzidos mais de 2.000 veículos a gasogênio para uso civil.

Os ônibus tornaram-se, nos anos do pós-guerra, uma das demandas prioritárias do país como transporte de massa. Em 1948, a GM produziu o primeiro deles com carroceria inteiramente metálica. Nesta época, o país possuía uma frota de 500 mil veículos – média de um para cada 100 pessoas.

Em 1956 a companhia iniciou o programa pioneiro de nacionalização de caminhões.

Em novembro de 1968, é lançado o primeiro carro de passageiros Chevrolet produzido no Brasil, o Opala, com quatro portas. Para montá-lo, a fábrica posou por uma ampliação.

Em setembro de 1979, a unidade de São Caetano do Sul comemora a produção do veículo de número 1,5 milhão.

Em 1982, o complexo inicia a confecção do Monza, que poucos anos depois se tornaria o modelo mais vendido do mercado nacional, um feito não alcançado por nenhum outro carro de sua categoria até os dias atuais.

Em abril de 1992, o Opala sai de linha, após 23 anos ininterruptos de produção, com a marca de quase 1.000.000 de unidades produzidas, dando lugar ao Omega.

No mesmo ano, a fábrica de São Caetano do Sul coloca em funcionamento a sua estação de tratamento de efluentes industriais oleosos.

Em novembro de 1993, durante a visita do então presidente mundial da General Motors Corporation, Jack Smith Jr., a GM comemora a produção do Chevrolet número 5.000.000, um Vectra GSi, versão esportiva do modelo recém-lançado e também feito na unidade do ABC.

Em setembro 1998 é o Kadett que deixar de ser fabricado em São Caetano do Sul para o início da produção do Astra, que seguiu em linha até 2011, assim como o Vectra.

Em 2008, com mais uma expansão da fábrica, novos funcionários precisaram ser contratados e é aberto um terceiro turno de produção.

De 2010 a 2011, a unidade de São Caetano do Sul passou por uma grande reformulação e iniciou a fabricação da Nova Montana, do Cobalt e do Cruze Sedã.

Em 2012 o Spin e o Cruze Hatch chegaram para completar a nova linha produtos da fábrica.    

Em 2014 o complexo atinge 6 milhões de carros produzidos, um recorde histórico para a GM no Brasil.  

domingo, 10 de agosto de 2014

GM abre inscrição para programa de estágio

A General Motors do Brasil está com inscrições abertas, até o dia 4 de setembro, para o seu Programa de Estágio 2015.São aproximadamente 100 vagas para estudantes de cursos superiores de diversas áreas, entre elas engenharia (mecânica, eletrônica, mecatrônica, química e de produção), administração de empresas, propaganda e marketing, ciências contábeis e econômicas, comércio exterior, direito e secretariado.

Para participar da seleção, o candidato deve estar cursando o penúltimo ou último ano em 2015. Além disso, deve ter bons conhecimentos de inglês e informática. O programa pode ter até dois anos de duração. A inscrição deve ser feita por meio do site www.chevrolet.com/br na seção Trabalhe Conosco ícone Programa de Estágio GMB 2015.

As vagas estão distribuídas entre as unidades que a GM possui em São Caetano do Sul e São José dos Campos, ambas no Estado de São Paulo.

A empresa oferece bolsa-auxílio, auxílio transporte, alimentação, seguro de vida e serviço médico ambulatorial. A lista de benefícios ainda permite ao estagiário utilizar as dependências do clube GM e comprar de veículos zero quilômetro da Chevrolet com desconto especial.


No ano passado, cerca de 19 mil candidatos se inscreveram no programa, que neste ano completa 45 anos de existência. Diversos ex-estagiários trabalham até hoje na companhia e chegaram a cargos executivos, como os diretores Alexandre de Almeida Guimarães (engenharia) e Pedro Luiz Dias (relações públicas), integrante de uma das primeiras turmas.