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sábado, 19 de outubro de 2019

Cobreq apresenta sapatas de freio para modelos da marca GM


A Cobreq, marca da TMD Friction, apresenta ao mercado sapatas de freio para veículos da marca GM. 

Os lançamentos para eixo traseiro atendem os modelos Onix LT/LTZ e Prisma LT/LTZ, além das caminhonetes Montana e S10 LS/LT/LTZ.

Especificações técnicas 

Produto
Marca –Modelo
Código catálogo Cobreq
Eixo de instalação
Sapata de freio
GM - Onix LT/LTZ 1.0/1.4 - 2013>
2715-CPA
Traseiro
Sapata de freio
GM - Prisma LT/LTZ 1.0/1.4 - 2014>
2715-CPA
Traseiro
Sapata de freio
GM – Montana -  2004>
2618-CPA
Traseiro
Sapata de freio
GM - S10 LS/LT/LTZ - 2012>
2700-CPA
Traseiro

A sapata de freio é primordial ao sistema de frenagem e trabalha em conjunto com as pastilhas de freio, sendo aplicada no sistema a tambor e tem múltiplas funções. Além da atuação no freio principal, a sapata também tem a função secundária, mas não menos importante, de atuar como freio de estacionamento. Mas a importância da sapata vai além, pois ela também pode atuar como freio de emergência, quando há perda parcial ou total do freio dianteiro, já que a ação de estacionamento é mecânica, efetuada através de uma alavanca interna ao freio, que recebe a ação de cabos conectados com a alavanca de acionamento no interior do veículo.    

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Coluna do FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1062/362– 12/09/2019

Fernando Calmon
Duas escalas de eletrificação

Com diferença de apenas 24 horas e um continente de distância, a eletrificação se fez presente em lançamentos de dois modelos bem diferentes. Aqui, a 12ª geração do sedã médio-compacto Toyota Corolla, tração dianteira, incluiu o primeiro híbrido flex do mundo; na Alemanha, o Porsche 100% elétrico, o sedã-cupê grande Taycan, tração integral.

O Corolla recebeu arquitetura totalmente nova e estilo arrojado para os padrões da fabricante japonesa. A estética ficou bem melhor, inclusive por ser 2 cm mais baixo, embora a distância entre eixos seja a mesma e existam diferenças mínimas em largura e comprimento. Porta-malas manteve os 470 litros. Inexplicavelmente, o tanque diminuiu de 60 para 50 litros (43 litros, no híbrido), o que significa autonomia menor. No entanto, o consumo urbano no híbrido flex alcança nada menos de 16,3/10,9 km/l, gasolina/etanol. Na estrada, 14,5/9,9 km/l, respectivamente.

Motor convencional, de 2 litros, é todo novo e mais potente que o anterior: 169/177 cv, gasolina/etanol. Pela primeira vez, o Corolla dispõe de suspensão traseira independente e o comportamento dinâmico, que já era bom, ficou melhor. O novo câmbio CVT também impressiona pela progressividade, inclusive logo ao sair da inércia. No caso do híbrido, o desempenho é bem menor. A potência combinada com os dois motores elétricos é de apenas 122 cv, mas as respostas ao acelerador ainda são razoáveis.

No interior, em especial nas versões superiores, a qualidade dos materiais é ótima. A central multimídia, fácil de operar, poderia ser mais bem desenhada. Falta saída de ar para o banco traseiro. Pacote de segurança inclui frenagem automática de emergência e alerta de mudança de faixa, entre outros. Preços: R$ 99.990 a 130.990.

Porsche Taycan, apresentado apenas de forma estática, era muito aguardado pela tradicional esportividade da marca e do prometido preço competitivo. Embora ainda distante dos carros convencionais, manteve preços entre o SUV Cayenne e o sedã grande Panamera. Quando chegar às concessionárias em outubro custará de € 152.200 (Turbo) a € 185.500 (Turbo S), na Alemanha. No Brasil, em 2020, começará por pouco menos de estimado R$ 1 milhão.

Linhas fluidas e esportivas (Cx apenas 0,22) destacam-se, mas a entrada de ar vertical junto ao farol não agrada. Tem só 1,38 m de altura, sem grande prejuízo ao acesso. Bancos dianteiros encaixam-se em rebaixos no assoalho e em conjunto com a posição vertical do volante o identificam como legítimo Porsche. Comandos dispensam teclas e botões (à exceção do de partida, à esquerda) e a superfície da tela digital vibra ao acender os faróis. Há dois porta-malas: dianteiro, 81 litros, e traseiro, 366 litros.

Baterias permitem autonomia de até 450 km e a recarga, por inédito sistema de 800 volts, varia entre 9 horas (0 a 100%) e 22,5 min (de 5% a 80%). Dois motores elétricos entregam potência de 625 cv, mas no modo de superaceleração passam a 680 cv e torque de 86,6 kgfm. No Taycan Turbo S são 761 cv e, nada menos, 107 kgfm. Aceleração de 0 a 100 km/h em até 2,8 s, apesar da massa total de 2.300 kg. Curiosamente, há duas marchas no câmbio, quando os elétricos comuns exigem apenas uma.

ALTA RODA

SETEMBRO vem sendo um mês congestionado por lançamentos de novas gerações e não simples maquiagens. Corolla, semana passada; Chevrolet Onix sedã, esta semana; Hyundai HB20, na próxima (inclusive com fotos e características antecipadas como novo motor turbo e dimensões maiores), além do Kia Cerato mexicano. JAC apresentará cinco produtos elétricos.

ANUNCIADO o acordo entre Caoa e Ford. O grupo brasileiro adquiriu, por valor ainda não revelado, a fábrica de São Bernardo do Campo (SP), onde produzirá os atuais caminhões e um carro (mais provável, SUV) de outra marca. Apostas são na chinesa Changan, que já passou pelo Brasil. Especula-se ainda que outra chinesa, Great Wall, também estaria interessada no País.

CONTÍNUA baixa do mercado na Argentina terá impacto maior que o esperado pela Anfavea sobre a produção brasileira de veículos em 2019. Nos primeiros oito meses a produção subiu apenas 2% sobre o mesmo período do ano passado. A entidade revisará suas previsões já em outubro pela forte queda das exportações. Empregos caíram 3,3% ante agosto de 2018.

VENDAS ao mercado interno em agosto foram 2,3% menores que igual mês do ano passado, mas na comparação do acumulado dos oito primeiros meses subiram 9,9%, ainda um bom resultado. Estoques, no entanto, continuam em elevação: de julho para agosto passaram de 40 para 42 dias. Até o fim do ano, porém, o mercado deve recuperar o fôlego.

FINALMENTE, Brasil e Argentina adotarão livre comércio de veículos, mas apenas dentro de 10 anos, após inúmeros adiamentos. Ainda não ficou claro como o atual regime flex (para cada US$ 1 importado do vizinho o País pode exportar US$ 1,5 sem impostos) será desmontado nem como ficaria o acordo com os europeus. Isso obrigará o custo Brasil a cair na marra.

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2



quinta-feira, 18 de abril de 2019

Coluna do FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1041/341– 18/04/2019


Fernando Calmon

Pontuação em discussão

A proposta de aumento de 20 para 40 pontos em multas que levem à suspensão temporária da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), enviada pelo Governo Federal ao Congresso, precisa ser mais bem discutida. Até quando se compara com outros países, é necessário estudar a sistemática que cada um adota. Não existe uma regra geral ou mais aplicada. No Brasil há algumas peculiaridades, entre elas uma fiscalização eletrônica rigorosa, muitas vezes em forma de armadilha, pois faz alguns anos que caiu a obrigatoriedade de sinalizar sua existência, ao contrário de vários países.

Entre as distorções está o próprio processo de atribuição de pontos, que mistura faltas administrativas e infrações de trânsito. Um exemplo é o rodízio veicular da cidade de São Paulo, onde não há indicações das ruas e dos finais de placas afetados. Outro problema é o aumento recente do período mínimo de suspensão da CNH de um para seis meses. Essa mudança foi feita sem alterar os 20 pontos para suspender a CNH e isso precisaria ser repensado. 

Fica sem sentido uma suspensão de seis meses por transgressões menores. O sistema anterior estava bem balanceado, quanto mais que as multas estão sujeitas, desde 2016, a sofrer correção de valores pela inflação, em clara oposição ao processo geral de desindexação da economia. 

O valor maior até já diminuiu o número de infrações e arrecadação das prefeituras. Estas não podem utilizar esse dinheiro fora do previsto pelo Código de Trânsito Brasileiro – educação e ações de segurança como sinalização –, mas se tornou letra-morta. Que, ao menos, se obrigue então a tapar buracos e melhorar as condições das vias. 

O critério utilizado na Itália parece o mais justo. Lá a pontuação apresenta o viés educativo de aumentar a margem para suspensão da carteira em razão do número de anos em que o motorista não recebe nenhuma multa. Nesse caso, seria aceitável aumentar o limite para até 30 pontos, por exemplo, se o motorista ficasse três ou quatro anos sem cometer infrações. Aqui cada pontuação prescreve depois de 12 meses, independentemente da gravidade: andar na contramão ou estacionar em local proibido. 

As chamadas lombadas eletrônicas, apesar de muitas vezes impingirem limites completamente abaixo da realidade, pelo menos estão à vista de todos, em totens. As aberrações aparecem quando determinado radar multa 20 ou 30 vezes mais que a média dos demais, como acontece com alguma frequência e sem estudos que embasem tal rigor. 

Países com maior número de carros por habitante que o Brasil apresentam trânsito mais seguro. Basta ver o número de mortos e feridos na Europa ou Estados Unidos em relação à frota registrada. A conscientização começa nas escolas, passa por um processo de habilitação bastante rigoroso e fiscalização justa, sem pegadinhas. 

Apesar disso, há alguma distorção, mesmo no exterior. Motoristas profissionais na França, por exemplo, podem dirigir sem cinto de segurança. Basta entrar em um táxi em Paris ou outra cidade. Se perguntados, eles confirmam, alegam o cinto incomodar, mas lembram com algum cinismo que motoristas de aplicativos são obrigados a usar.

PERFIL
TOYOTA
 acaba de confirmar que produzirá a nova geração do Corolla também na versão híbrida (pela primeira vez no mundo com motor flex), em Indaiatuba (SP). Lançamento está previsto para setembro. Haverá comercialização simultânea da versão convencional, que passa a utilizar, igualmente novos, motor de 2 litros (maior potência e torque) e câmbio CVT de melhor resposta. 

NOVO Onix sedã (produção, setembro; entregas, outubro) terá mesmo um novo motor turbo de 1 litro e três cilindros. Porte é quase o mesmo do Cobalt. Um mês depois virá o hatch que, por ser menor, oferecerá versão com motor de aspiração natural. Nome Onix, nascido no Brasil, agora se torna global. Antes, só EcoSport tinha saído daqui para o mundo. 

MOTOR 1,6 L aspirado, apesar de entregar 51 cv a menos que a versão turbo THP, deixa o Citroën C4 Cactus perfeitamente aceitável em termos de desempenho. O “segredo” é o ajuste fino do câmbio automático Aisin de seis marchas e a possibilidade de acionar o modo “S” para respostas imediatas ao acelerador. Ajudam também 46 kg a menos e 4 cv a mais que o C3 Exclusive. 

CARROS autônomos continuam em desenvolvimento, mas o presidente mundial da Ford, Jim Hackett, admitiu: “A tecnologia vai demorar mais para amadurecer do que o esperado”. Isso dentro de um programa de investimento de US$ 5 bilhões. Ele ainda tem planos de, em 2021, rodar uma frota de teste, mas dentro de limitações. “Tudo é muito complexo”, ressalvou. 

SEGUNDO estudo da Bright Consulting, o estímulo de 1 ponto percentual no IPI para fabricantes que superarem a meta obrigatória de consumo de combustível em 5,7% significa cerca de R$ 400 em um modelo com preço público de R$ 50.000. Para 10,8% de economia, ganham 2 pontos percentuais de IPI, em torno de R$ 800. Nada fácil: tecnologias envolvidas são caras. 

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Onix é líder de vendas pelo quarto ano consecutivo


A Chevrolet está em seu melhor momento como marca no Brasil ao fechar 2018 na liderança pelo terceiro ano consecutivo, feito inédito em seus 93 anos de atividades no país.No acumulado, foram 434,3 mil veículos emplacado e quase 18% de participação considerando os automóveis de passeio e comerciais leves – alta superior a 10% ante o montante do ano anterior.

O Onix encerrou como o grande destaque. Foi o carro mais vendido do país com volume recorde de 210,4 mil unidades, o dobro do segundo colocado, feito inédito na era mais competitiva do setor.

Este é o quarto ano seguido de liderança do Onix, que se descola do Monza, com quem compartilhava o posto de “tricampeão” da Chevrolet – o Monza esteve à frente em 1984, 1985 e 1986.

Considerando os veículos por tipo de carroceria, a Chevrolet também liderou os dois maiores segmentos: o dos hatches, que representa 39% do total da indústria, e dos sedãs (21%). Também foi a marca que mais cresceu em volume no segmento que mais avança, o dos crossovers e SUVs. Este último já representa fatia de 20%.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Jeep Compass é campeão geral do Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2018



Com apenas 7,3% de depreciação em um ano de uso, o Jeep Compass foi o automóvel melhor avaliado na 5ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Autos, da Agência AutoInforme, em parceria com a Textofinal de Comunicação, que este ano contou com 18 categorias e o campeão geral.


Em relação à edição anterior, Selo Maior Valor de Revenda – Autos ganhou melhor distribuição de categorias. Agora são 18 contra 19 segmentos do ano passado, com a exclusão da categoria Crossover, já que as montadoras reclassificaram seus produtos como SUVs. 

Dezoito modelos foram contemplados pelo Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2018 em suas categorias: Renault Kwid (Entrada – 8,4%), Chevrolet Onix (Hatch Compacto – 9,3%), Volkswagen Golf (Hatch Médio – 11,0%), Mini Cooper (Hatch Premium – 11,2%), Toyota Prius (Híbrido/Elétrico – 12,7%), Honda Fit (Minivan/Monovolume – 10,4%), Volkswagen Golf Variant (Perua –
12%), Volkswagen Saveiro (Picape Pequena – 10,1%), Fiat Toro (Picape Compacta – 11,6%), Toyota Hilux (Picape Média – 10,9%), Chevrolet Prisma (Sedã Entrada – 7,8%), Honda City (Sedã Compacto – 8,3%), Toyota Corolla (Sedã Médio – 10%), Ford Fusion (Sedã Grande – 14,5%), Hyundai Creta (SUV Entrada – 8,9%), Volvo XC60 (SUV Médio – 12,7%) e Toyota SW4 (SUV Grande – 11,1%), além do próprio Jeep Compass na categoria SUV Compacto, com 7,3% de depreciação.

A pesquisa considerou os 110 modelos zero km mais vendidos, de 24 marcas. Além das marcas/modelos vencedores desta 5ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Autos, foram analisados modelos das marcas Audi, Chery, Citroën, Ford, JAC, Jeep, Kia Motors, Lifan, Mini, Nissan, Peugeot, Renault, Subaru e Suzuki.

Segundo Joel Leite, “oito modelos vencedores desta edição melhoram suas posições em relação à quarta edição do estudo, com índices de depreciação menores. São os casos do Volkswagen Golf, Volkswagen Golf Variant, Volkswagen Saveiro, Toyota Hilux, Honda City, Jeep Compass, Volvo XC60 e o Toyota SW4. Essa variação positiva mostra que seus fabricantes fizeram um bom trabalho no pós-vendas”.

Na avaliação de Joel Leite, “a depreciação depende de vários fatores: do tamanho do carro, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Daí a importância do selo”.

Depois de cinco edições, o Selo Maior Valor de Revenda – Autos revela também os modelos pentacampeões: Chevrolet Onix, Volkswagen Golf, Honda Fit, Toyota Hilux e Toyota Corolla.

O estudo de depreciação de veículos automotores feito pela Agência Autoinforme, com base na cotação da Molicar, é o indicador dos ganhadores do Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2018. A comparação foi feita entre o preço praticado do carro zero km em agosto de 2017 e o preço do mesmo carro (portanto com um ano de uso) doze meses depois.

Foram considerados os preços praticados no mercado de carros zero em agosto de 2017 e não os preços de tabela. O estudo considera as diversidades ocorridas no mercado na época da cotação - como a disponibilidade do produto, os bônus concedidos pelas fábricas e repassados ao consumidor, entre outros fatores - eliminando eventuais distorções de preços provocadas por essas ações.Foram eliminados os carros que tiveram modificações consideráveis nos últimos doze meses, para que a comparação não comprometesse o resultado do estudo.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

COLUNA DO FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1015/365 – 18/10/2018


À prova de erros

Um estudo acaba de ser publicado pela organização não governamental (ONG) Nossa São Paulo sobre o tempo médio de deslocamento na capital paulista: caiu em torno de 10 minutos entre 2015 e 2018. Não representa muito, mas se trata de algum avanço. O dado reflete uma modificação nos hábitos trazida pelos aplicativos de mobilidade como Uber, 99 e Cabify. Esses serviços já se estendem a mais de 100 cidades brasileiras.Os meios de transporte usados pelos paulistanos mudaram em três anos. Ônibus caíram de 47% para 43%, metrô, de 8% para 7%. Carros particulares subiram de 22% para 24%; aplicativos e táxis de 2% para 5%. Bicicletas de 1% para 2%. Esse fenômeno tem sido detectado em outras grandes cidades no mundo e começa a preocupar os administradores públicos. Uso menor do transporte coletivo tende a torná-lo mais caro e desestimula investimentos na sua melhoria. 

Não à toa, a prefeitura da cidade de Nova York entrou em conflito com o Uber e seu concorrente principal Lyft, a fim de limitar o número de automóveis. Quer poder avaliar melhor o impacto no trânsito e nos custos de transporte público. Essa discussão ainda continua por lá. 

No Brasil, o Uber está introduzindo uma versão mais simples (desenvolvida na Índia) de seu aplicativo, para celulares de poucos recursos, a fim de alavancar a modalidade Pool, onde mais de uma pessoa é transportada por veículo. Por outro lado, São Paulo foi a primeira cidade do mundo a lançar o serviço do Waze de carona paga, desde agosto passado. 

A ideia é oferecer e pedir carona a um preço entre R$ 4 e R$ 25. A empresa destaca se tratar de algo diferente, focado em serviço solidário: o motorista só pode oferecer duas caronas por dia. Como se trata de experiência nova, não objetiva retorno financeiro no momento. A checar, no futuro. 

No levantamento da ONG citada não há referência sobre os aplicativos de rotas alternativas como fator de melhor uso da malha viária e, por consequência, tempos menores de deslocamentos. De fato, é difícil avaliar esse impacto. No entanto, São Paulo é a cidade com o maior número de usuários do Waze no mundo e o Brasil, como um todo, só perde para os Estados Unidos na mesma comparação. 

Mas o aplicativo também falha. Há pouco mais de um ano houve um grande engarrafamento em São Paulo porque os usuários foram canalizados, erroneamente, para algumas avenidas. Mais recentemente houve queixas de voltas desnecessárias e roteiros que levavam ao destino informado, porém do lado oposto da rua ou avenida, causando transtorno e tempo maior de viagem. Outro aplicativo, o Google Maps (Google é dona do Waze, embora sem interação), às vezes indica rotas mais longas em dias e horários sabidamente sem problemas de trânsito. 

A exemplo de grandes empresas de Tecnologia da Informação (TI), o Google é refratário a dar muitas explicações e o Waze, pior ainda. Basta algo de errado acontecer. A Coluna tentou, por dois meses, saber se houve disfunções temporárias, relatadas por uso próprio e leitores, nos famosos algoritmos de roteamento. O Google Maps negou qualquer problema e se prontificou a checar o percurso errado. O Waze nem ao menos respondeu: deve se considerar à prova de erros.

ALTA RODA

NOVA família de motores de três cilindros virá com os novos Onix e sua versão sedã, Prisma, entre o final de 2019 e o começo de 2020. Conhecida como CSS (sigla em inglês para Estratégia de Conjunto de Cilindros), incluirá versões de 1.000 e 1.200 cm³ tanto de aspiração natural quanto com turbocompressor. Consumo e desempenho surpreenderão o mercado. 

EMPRESA inglesa, Camcon Automotive, promete para os primeiros anos 2020 um revolucionário avanço para motores de combustão interna (MCIs) em termos de consumo e emissões. Micromotores elétricos comandarão digitalmente a abertura e fechamento de válvulas, eliminado atuais árvores, balancins, molas e correias. Espera-se sobrevida, antes inimaginável, para os MCIs. 

APESAR de preço nada camarada na faixa de R$ 400 mil, BMW X3 M40i montado em Araquari (SC) garante fortes emoções. Começa pelo seis-cilindros em linha de 360 cv e 51 kgfm: acelera com grande vigor para um SUV desse porte. Volante de ótima pegada, suspensão bem firme e tração 4x4 complementam-se. O espaço atrás é meio acanhado, mas o porta-malas é bom. 

ESTUDOS da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) apontam um fosso abissal entre os hemisférios Norte e Sul em termos de veículos elétricos e híbridos. Por seu alto preço, EPE estima que os dois somados representem apenas 2,5% das vendas em 2026, no Brasil (hoje, 0,2%). Os mais otimistas, no entanto, acreditam em participação de 30% em 2030. Haja otimismo! 

PRIMEIRAS revisões gratuitas eram comuns nos primórdios da produção nacional de veículos, nos anos 1960. Carros menos confiáveis levavam a indústria a estimular passagem pelas oficinas. Depois, caíram em desuso. Essa estratégia tem voltado pontualmente, desta vez como alternativa aos tradicionais descontos que acabam por desvalorizar, mais adiante, um modelo no mercado de usados. 

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Chevrolet MyLink projeta Waze também via Apple CarPlay


Com a integração do Waze com o sistema iOS 12, a Chevrolet informa que o multimídia MyLink passa a projetar o aplicativo de navegação na tela do carro também via Apple CarPlay. Até então, a funcionalidade estava disponível apenas para o sistema Android Auto.

“Poder acompanhar o caminho e interagir com o aplicativo por meio da tela ou pelo sistema de comando de voz do carro minimiza distrações e torna a experiência muito mais completa e segura”, explica Hermann Mahnke, diretor de Marketing da Chevrolet.

O sistema Android Auto e Apple CarPlay são compatíveis com a segunda geração do multimídia MyLink, atualmente disponível para toda linha de veículos de passeio da Chevrolet: Onix, Prisma, Cobalt, Spin, Tracker, Cruze, Equinox, Trailblazer e Camaro, além da picape S10.

Para a projeção do aplicativo na tela do veículo, o usuário precisa atualizar o sistema operacional do iPhone para o iOS 12, fazer o download do Waze e conectar o smartphone à entrada USB do Chevrolet MyLink.

sábado, 8 de setembro de 2018

Chevrolet Onix registra recorde de vendas em agosto



Com 248,6 mil unidades, agosto fechou como o melhor mês do ano para a indústria automobilística. O grande destaque foi o Chevrolet Onix, que registrou recorde de vendas: 21,7 mil unidades emplacadas.

O Onix assumiu a liderança como o veículo mais vendido do país em agosto de 2015. Desde então, são 36 meses consecutivos como o preferido do consumidor brasileiro.

A marca Chevrolet também foi destaque de vendas em agosto, com 41,5 mil unidades emplacadas - a melhor marca desde janeiro de 2015. 

A empresa igualmente lidera no acumulado do ano. De janeiro a agosto foram 267 mil unidades vendidas.

Parte desse resultado deve-se ao bom desempenho de outros produtos estratégicos para a Chevrolet, como o Prisma, a S10, o Tracker, o Cobalt, o Spin e o Cruze.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Onix Joy traz mudanças que reforçam sua relação custo-benefício

A Chevrolet está lançando a linha 2019 do Joy, versão de entrada do carro mais vendido do mercado brasileiro. Esta configuração chega para se juntar às recém-apresentadas LT, Advantage, Effect, LTZ e Activ, completando assim a atualização da gama Onix.

O Onix Joy traz atualizações na parte interna e externa que ressaltam o caráter urbano do veículo e reforçam sua relação custo-benefício. Por fora, as novidades começam pelo novo acabamento das lanternas e dos faróis.


Enquanto os faróis adotam máscara negra com elementos cromados, as lanternas passam a ter detalhe fumê similar ao das configurações mais sofisticadas.As novas calotas seguem o mesmo princípio e se somam aos inéditos adesivos de coluna, agregando também um estilo mais contemporâneo ao conjunto.

Ofertado em configuração única de equipamentos, o Joy foca no consumidor que busca um carro de entrada econômico, completo e, ao mesmo tempo, espaçoso para os padrões da categoria.

O modelo conta com equipamentos valorizados pelos usuários, como direção elétrica progressiva, transmissão de seis marchas, ar-condicionado, painel com velocímetro digital e conjunto elétrico para vidros dianteiros e para as travas das portas, tudo com acionamento remoto.

No interior as melhorias incluem novo revestimento dos bancos com costura pespontada, cinto de segurança de três pontos e apoio de cabeça traseiro centrais. A chave tipo canivete também é nova e passa a seguir o mesmo padrão estético da dos demais modelos de passeio da Chevrolet.

A preparação para sistema de áudio é outra novidade da linha 2019; inclui alto-falantes dianteiros, antena no teto e fiação com conectores tipo Plug&Play para a instalação de acessórios originais, como o
novo multimídia, o Smart Media Joy. Conta com TV digital, tela Touch Screen, espelhamento para smartphone (Android e IOS) e entrada para câmera de ré.

A linha 2019 da versão de entrada da Chevrolet estreia nas lojas em agosto, mês em que o Onix atinge 36 meses consecutivos na liderança do mercado brasileiro – um recorde para o fabricante no país.

O Onix Joy é equipado com motor 1.0 Flex de até 80 cavalos e transmissão manual de seis marchas com indicador de troca e monitoramento da pressão dos pneus para máxima eficiência energética. O modelo, aliás, figura entre os mais econômicos do país.


O Onix Joy é ofertado em cinco opções de cores: Preto Ouro Negro, Branco Summit, Vermelho Chili, Cinza Graphite e Prata Shitchblade.


sexta-feira, 11 de maio de 2018

LINHA DE PNEUS ECOPIA DA BRIGESTONE EQUIPA VEÍCULOS DA GM

Os pneus que fazem parte da linha Ecopia da Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo, equipam o campeão de vendas no Brasil e na América Latina,Chevrolet Onix, e também os modelos Chevrolet Cobalt, Prisma, Spin, além dos pneus da picape Chevrolet S10 e a SUV Trailblazer. 

Projetados com materiais que minimizam a resistência ao rolamento, aumentam a eficiência energética e ajudam a diminuir a emissão de dióxido de carbono (CO2), os pneus oferecem aos motoristas o equilíbrio perfeito entre segurança, dirigibilidade, durabilidade e quilometragem.
  
O modelo Ecopia EP150 equipa os modelos Onix e Prisma na medida 185/65R15 88H, enquanto o 195/65R15 91H está presente nos veículos Cobalt e Spin. Para a caminhonete S10, a Bridgestone disponibiliza o pneu Dueler H/T 684 III Ecopia nas medidas 245/70R16 111T e 265/60R18 110T 100.  Já para o SUV Trailblazer, o modelo escolhido na medida 265/60R18 110T é o Dueler H/T 684II Ecopia.     

terça-feira, 27 de março de 2018

GM retorna produção ao ritmo normal


A produção de automóveis da GM no Brasil retornou nesta segunda-feira (26) ao ritmo normal após cinco semanas. A paralização estava prevista para expansão da capacidade e modernização de linhas de montagens.As obras, concentradas nos complexos de Gravataí (RS), São Caetano do Sul (SP) e Joinville (SC), representam também a primeira fase do processo de adequação para receber, no futuro, uma nova família de veículos.

“A estrutura fabril da empresa passa a incorporar os conceitos de manufatura 4.0, os mais avançados do mundo, numa ação arquitetada em conjunto com nossos parceiros e fornecedores”, explica Luiz C. Peres, vice-presidente de Manufatura da GM América do Sul.Estas tecnologias de manufatura incluem prensas de última geração, solda a laser, novo sistema de montagem de motor e transmissão, novas injetoras plásticas, novo processo de funilaria e novo transportador de veículo na linha de montagem.

O complexo de Joinville produz motores e cabeçotes, enquanto os complexos de Gravataí e de São Caetano do Sul (SP) concentram a montagem dos modelos Onix, Prisma, Cobalt, Spin e Montana, que representam cerca de 75% das vendas da Chevrolet no país.

“Como os estoques de modelos Chevrolet foram consumidos antecipadamente devido ao aumento da procura por carros da marca, estamos acelerando o processo de distribuição dos veículos às concessionárias para atender o mais rápido possível as encomendas dos clientes”, informa Marcos Munhoz, vice-presidente da GM Mercosul.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Onix 1.4 Advantage estreia como o automático mais acessível da Chevrolet


A procura por carros equipados com câmbio automático aumenta a cada ano no Brasil, inclusive entre os modelos compactos. O emplacamento de veículos nesta configuração quadruplicou nos últimos cinco anos, impulsionada principalmente pela venda de modelos mais acessíveis. 

Para atender esse perfil ascendente de consumidores que a Chevrolet está lançando mais uma opção do Onix com transmissão automática: é a versão Advantage, inédita para o hatch e que chega para ser o modelo AT mais acessível da marca.


É uma configuração para quem procura um veículo ágil, econômico e com a conveniência de uma legítima transmissão automática de última geração.

“Depois da direção elétrica e do ar-condicionado se tornarem equipamentos comuns até entre os carros de entrada, o brasileiro agora sonha com o conforto da transmissão automática”, observa Hermann Mahnke, diretor de Marketing da GM.


quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Fernando Calmon - Alta Roda - Salão da transição

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Fernando Calmon
Ao contrário das exibições recentes na Europa, o Salão de Automóveis de Detroit, nos EUA, que continuará aberto até o próximo dia 28, deixou de enfatizar tanto os veículos híbridos, elétricos e autônomos. Claro, eles estavam lá, mas a ideia principal foi a de transição, um reflexo de dificuldades crescentes. Preços baixos dos combustíveis líquidos, grandes distâncias a exigir infraestrutura de carregamento de baterias e deficiência de geração de energia indicam mudanças bem mais lentas do que se imaginava.


Isso não impediu a Ford de anunciar, nos próximos cinco anos, o lançamento de 16 elétricos ou híbridos entre 40 produtos novos. No seu estande, porém, a ênfase estava em potências crescentes. Tanto no Mustang Bullitt (homenagem aos 50 anos do filme com Steve McQueen), quanto no SUV Edge ST. Sem contar a chegada no final do ano do Mustang Shelby GT550, mais de 700 cv, mostrado apenas em teasers aos jornalistas. 

Os automóveis, que no passado representaram pela primeira vez menos de 40% dos 17,2 milhões de veículos vendidos no país, continuam a crescer. Mesmo os médio-compactos a exemplo das novas gerações do Kia Cerato, Hyundai Veloster e VW Jetta. Este será importado do México no final do ano e terá cerca de 4 cm a mais de entre-eixos e comprimento, além de suspensão traseira por eixo de torção que ajudou a diminuir um pouco seu preço nos EUA. 

SUVs e crossovers respondem por mais de 40% do mercado americano e assim o Mercedes-Benz Classe G, renovado depois de quase 40 anos, destacou-se. Mudou menos por fora e mais por dentro ao incluir enorme tela multimídia e engenhoso acesso à terceira fila de bancos. Aproveitou para apresentar o Mercedes-AMG CLS 53 Edition 1 com um alternoarranque de 21 cv que se somam aos 435 cv do 6-cilindros turbo. 

BMW apresentou o elegante crossover compacto de tração dianteira X2, verdadeiro contraponto ao Mercedes GLA. Pretendia ainda mostrar o X7, mas o carro sofreu acidente de transporte. Uma de suas marcas inglesas, a MINI, recebeu uma renovação de meio ciclo de vida. As lanternas traseiras remetem ao desenho da Union Jack, bandeira do Reino Unido. 

A Jeep, além do clássico Wrangler lançado dois meses antes no Salão de Los Angeles, atualizou o Cherokee sem aquela polêmica parte frontal. No entanto, o modelo fica muito próximo em dimensões ao Compass, o que gera conflito de “interesses”. 

Para FCA, o lançamento mais importante foi a renovada picape pesada RAM 1500 que provavelmente será importada. Além de mais leve, introduziu avanços como sistema elétrico de 48 volts e molas pneumáticas nas quatro rodas (opcional). A Chevrolet contrapôs a Silverado 2019, aliviada em 204 kg, mas mantendo caçamba de aço. Sua tampa, porém, é de alumínio e pode receber sistema elétrico de abertura e fechamento. 

A Ranger, igual à produzida na Argentina com modificações específicas para o mercado local, retornou depois de seis anos. A Ford reconheceu que picapes médias voltaram a interessar aos compradores. No ínterim a Toyota Tacoma (diferente da Hilux) se esbaldou... 

A chinesa GAC também está no Salão e pretende começar a vender nos EUA em 2019. Precisa ter muita coragem e dinheiro para gastar. 

RODA VIVA 

PRESIDENTE da VW do Brasil, Pablo Di Si, confirmou algumas antecipações dessa coluna sobre o robusto plano de 20 produtos (novos ou modificados) até 2020/21. Serão mesmo cinco SUVs/crossovers: os importados de sete lugares Tiguan (México) e Atlas (EUA); Tarek (Argentina), base Jetta MQB; T-Cross, base Virtus MQB e Taigun (nome cogitável), base Polo MQB. 

PRIMEIRA mulher a comandar um grupo automobilístico no Brasil acaba de ser nomeada. Trata-se da brasileira Ana Theresa Borsari, 46 anos. Ela liderava a Peugeot e agora acrescenta Citroën e DS (marca de grife importada), tendo passado antes pela matriz na França. Sinergia no Grupo PSA (inclui a Opel, na Europa) já existente, será aprofundada também aqui. 

EMBORA pareça a GM ter reagido ao teste anterior do Latin NCAP (maio de 2017), em que o Onix zerou na escala de estrelas (máximo de cinco), na realidade a fabricante apenas atendeu às normas da ABNT, de 2013, para impacto lateral. O prazo era 2018. Agora, o Onix recebeu três estrelas em teste patrocinado. Governo brasileiro anunciou mesma exigência em 2020 (projetos novos) e 2023 (todos à venda). 

INDÚSTRIA de pneumáticos reagiu bem à entrada de marcas importadas, especialmente da China. Dunlop (do Grupo Sumitomo, também dono da marca Falken) implantou fábrica inteiramente nova, em outubro de 2013, em Fazenda Rio Grande (PR). Empresa produz 15.000 pneus/dia em ambiente de competição feroz para linhas de produção de veículos e reposição. 

DICA para ar-condicionado. Desligar o sistema e deixar apenas ventilação 10 minutos antes da chegada ao destino. Segundo a Mahle, isso seca condensação nos dutos de ar e do evaporador, além de reduzir a formação de bolor, bactérias e leveduras. Vantagem adicional: evita choque térmico em dias de muito calor. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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