Mostrando postagens com marcador FIT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FIT. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Honda Civic é o grande vencedor da pesquisa Os Eleitos 2019, da revista Quatro Rodas


O Honda Civic é o grande campeão da pesquisa Os Eleitos 2019. Realizada anualmente pela revista Quatro Rodas, a pesquisa analisa a percepção dos proprietários dos automóveis em 23 quesitos, como custos, confiança na marca, design, desempenho, segurança, dirigibilidade, conforto e manutenção.

De acordo com o estudo, o Honda Civic foi escolhido como o modelo que mais satisfaz seus donos no Brasil, destacando-se em desempenho, espaço interno e porta-malas. O Civic foi o único carro da lista geral que excedeu os 100 pontos, ou seja, que superou as expectativas dos proprietários.

Com o resultado alcançado, o Civic venceu tanto na categoria de sedãs médios, como na classificação geral do estudo.

Outro modelo da Honda que também foi escolhido pelos consumidores, pela 15ª vez, foi o Fit, sendo o mais premiado de sua categoria da análise.

A pesquisa Os Eleitos deste ano abordou 34 modelos de todas as categorias: hatch compacto de entrada, hatch compacto premium, sedã compacto, sedã médio, minivan, picape média e SUV. Participaram dessa edição 3.480 clientes, proprietários dos 45 veículos mais vendidos no Brasil.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Coluna do FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1049/349– 13/06/2019

Fernando Calmon
Intervencionismo atrapalha
Governos, com certa frequência, mais prejudicam do que ajudam em assuntos envolvendo a indústria automobilística, por si só bastante complexa por sua extensa cadeia produtiva e os próprios riscos do negócio. Há exemplos agora na França – fusão FCA-Renault – e no Brasil – mudanças no Código de Trânsito.

O bem articulado plano de fusão dos grupos ítalo-americano e francês esbarrou em exigências nada racionais do governo francês, como previsto nessa Coluna. FCA simplesmente retirou sua oferta e deixou os políticos falando sozinhos, após exigências descabidas como manter a sede na França ou garantia absoluta de empregos. Nissan, por sua vez, defendeu maior influência sobre decisões dentro da aliança de duas décadas com a Renault. 

A posição brusca da FCA não significa que tudo terminou. O governo da França baixou o tom. Admite diminuir de 15% para 7,5% sua participação (com poder de veto) na Renault e também acena para um papel maior da Nissan que se diz prejudicada por ser, ultimamente, maior que a Renault em produção e resultados. O imbróglio não está fácil de resolver. O negócio ainda pode sair, sem se tornar uma novela por meses. 

Aqui, mudanças por projeto de lei do Código de Trânsito Brasileiro provocam muita polêmica. Quem decidirá é o Congresso, sem prazo. Ninguém desconhece a importância dos banquinhos infantis para segurança das crianças. O Governo Federal sugere trocar a multa por advertência escrita, porém os pontos continuariam a ser lançados no prontuário do motorista. Essa advertência, se bem redigida e com fotos de teste de colisão para maior dramaticidade, tem grande efeito educativo. No entanto, deveria valer, quando muito, apenas para a primeira infração. Mesmo a multa deveria vir acompanhada da advertência. 

Hoje, táxis, veículos escolares e carros de aplicativos registrados (considerados de aluguel) não são multados na ausência de dispositivos de retenção. Em outros países isso também levou a grandes discussões. A fiscalização enfrenta percalços por envolver a idade das crianças e até certidões de nascimento. 

Quanto ao aumento de 20 para 40 pontos na apreensão da carteira, o meio-termo talvez fosse ideal: 30 pontos. Recentemente, o tempo mínimo de suspensão foi aumentado de um mês para seis meses. Então não parece descabido elevar o limite de pontos, já que também o valor das multas sofreu forte correção. É pouco válida a comparação entre países sem saber o critério utilizado de graduação de pontos. O sistema alemão parece racional ao estabelecer advertência por escrito, quando a pontuação do motorista está próxima ao limite. 

Essa discussão estéril sobre “indústria da multa” parece ignorar que a arrecadação é tão elevada que já faz parte do orçamento de muitas prefeituras. Há quem defenda fiscalizar a fiscalização para evitar abusos, argumento risível. 

Em um ponto, porém, o governo acertou: faróis acesos de dia só em rodovias de pista dupla, se aprovado pelos congressistas. Mesmo neste caso é um equívoco, com mais desvantagens do que vantagens. Os Estados Unidos têm a maior frota do mundo e lá nunca foi obrigatório, depois de vários estudos. O correto, como previsto agora, são luzes de uso diurno (DLR, em inglês) e um prazo de instalação nas fábricas. Aumentar a validade da CNH de cinco para dez anos também é adequado.
ALTA RODA

ANFAVEA revisará para baixo sua previsão de exportações (em razão da forte queda de vendas na Argentina), o que também atingirá a produção em 2019. Fabricantes cortaram vagas ou deram férias, mas o crescimento do mercado interno continua firme: 12,5%. Isso ainda garantirá números de produção maiores em relação a 2018. 

QUEM ainda duvidava do acerto do programa Rota 2030, melhor ficar mudo. Já se habilitaram 32 empresas entre fabricantes de veículos e de autopeças. Agrale, PSA e VW foram as primeiras, ainda em dezembro de 2018. FCA, GM e Renault mais recentemente. Todas investirão aqui em pesquisa e desenvolvimento. Nenhuma marca oriental aderiu até o momento. 

JETTA GLI com mesmo motor do Volkswagen Golf GTI, 230 cv/35,7 kgfm, foi lançado agora por R$ 144.490. O mexicano tem preço inferior ao hatch produzido no Paraná; surpreende por também ser fracionalmente mais rápido e veloz, apesar de maior massa. Trata-se de um sedã muito prazeroso de dirigir, com ótimo porta-malas (510 litros) e bem equipado. 

DEPOIS de pequenos ajustes de preço, o Honda WR-V tornou-se razoavelmente competitivo. Derivação aventureira mais extensa do Fit, ele se destaca pela suspensão robusta e reações previsíveis mesmo com altura de rodagem maior. Estilo na parte traseira é algo exagerado. O câmbio CVT precisa ser usado na posição “S” frequentemente para diminuir a letargia de respostas. 

ASSOCIAÇÃO Brasileira de Engenharia Automotiva (sigla AEA) acaba de completar 35 anos. Por meio de seminários e premiações (este ano organizou a 13ª edição dedicada ao meio ambiente), colaborou para vários avanços tecnológicos do País. É mantida por 81 empresas, instituições governamentais e universidades, sempre em equilíbrio. 

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Honda Automóveis inicia as operações de sua nova fábrica em Itirapina (SP)


A Honda Automóveis do Brasil inicia hoje a operação de sua nova fábrica, localizada na cidade de Itirapina, interior do estado de São Paulo.

A empresa anunciou em abril de 2018, o plano de reestruturação do sistema produtivo de automóveis da marca no país, que visa fortalecer a competitividade do negócio. Em linha com esse plano, a Honda inicia hoje a nova operação com o faturamento do primeiro Fit produzido na fábrica. A partir desse mês, toda a produção do modelo será concentrada em Itirapina. Gradualmente, os demais modelos fabricados no país também passarão a ser produzidos na unidade. A conclusão dessa transferência está prevista para 2021.

Com foco em um sistema eficiente e de baixo impacto ambiental, a nova unidade segue as melhores práticas de produção da Honda no mundo, com destaque para o novo processo de pintura a base d'água, altamente funcional e sustentável. Além disso, novas tecnologias aplicadas à estamparia, solda e outras etapas permitem processos otimizados, com ganhos de produtividade.

Em Sumaré, permanecem atividades que receberam investimentos recentes: produção do conjunto motor, incluindo Fundição e Usinagem; Injeção Plástica; Engenharia da Qualidade; Planejamento Industrial e Logística. A unidade também mantém a sede administrativa da Honda South America, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Automóveis, a Divisão de Peças e o Centro de Treinamento Técnico para concessionárias.

Com capacidade produtiva nominal de 120 mil unidades por ano, em dois turnos, a fábrica iniciará as atividades com a produção diária de 90 unidades do modelo Fit e contará com a experiência dos colaboradores transferidos da planta de Sumaré.

Há 47 anos no Brasil, 21 deles como fabricante de automóveis, a Honda reafirma seu compromisso com o País e o mercado brasileiro. A empresa reforça que as mudanças fazem parte de sua constante evolução, com o objetivo de entregar produtos e serviços da mais alta qualidade para seus clientes e garantir a sustentabilidade de seus negócios.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Jeep Compass é campeão geral do Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2018



Com apenas 7,3% de depreciação em um ano de uso, o Jeep Compass foi o automóvel melhor avaliado na 5ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Autos, da Agência AutoInforme, em parceria com a Textofinal de Comunicação, que este ano contou com 18 categorias e o campeão geral.


Em relação à edição anterior, Selo Maior Valor de Revenda – Autos ganhou melhor distribuição de categorias. Agora são 18 contra 19 segmentos do ano passado, com a exclusão da categoria Crossover, já que as montadoras reclassificaram seus produtos como SUVs. 

Dezoito modelos foram contemplados pelo Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2018 em suas categorias: Renault Kwid (Entrada – 8,4%), Chevrolet Onix (Hatch Compacto – 9,3%), Volkswagen Golf (Hatch Médio – 11,0%), Mini Cooper (Hatch Premium – 11,2%), Toyota Prius (Híbrido/Elétrico – 12,7%), Honda Fit (Minivan/Monovolume – 10,4%), Volkswagen Golf Variant (Perua –
12%), Volkswagen Saveiro (Picape Pequena – 10,1%), Fiat Toro (Picape Compacta – 11,6%), Toyota Hilux (Picape Média – 10,9%), Chevrolet Prisma (Sedã Entrada – 7,8%), Honda City (Sedã Compacto – 8,3%), Toyota Corolla (Sedã Médio – 10%), Ford Fusion (Sedã Grande – 14,5%), Hyundai Creta (SUV Entrada – 8,9%), Volvo XC60 (SUV Médio – 12,7%) e Toyota SW4 (SUV Grande – 11,1%), além do próprio Jeep Compass na categoria SUV Compacto, com 7,3% de depreciação.

A pesquisa considerou os 110 modelos zero km mais vendidos, de 24 marcas. Além das marcas/modelos vencedores desta 5ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Autos, foram analisados modelos das marcas Audi, Chery, Citroën, Ford, JAC, Jeep, Kia Motors, Lifan, Mini, Nissan, Peugeot, Renault, Subaru e Suzuki.

Segundo Joel Leite, “oito modelos vencedores desta edição melhoram suas posições em relação à quarta edição do estudo, com índices de depreciação menores. São os casos do Volkswagen Golf, Volkswagen Golf Variant, Volkswagen Saveiro, Toyota Hilux, Honda City, Jeep Compass, Volvo XC60 e o Toyota SW4. Essa variação positiva mostra que seus fabricantes fizeram um bom trabalho no pós-vendas”.

Na avaliação de Joel Leite, “a depreciação depende de vários fatores: do tamanho do carro, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Daí a importância do selo”.

Depois de cinco edições, o Selo Maior Valor de Revenda – Autos revela também os modelos pentacampeões: Chevrolet Onix, Volkswagen Golf, Honda Fit, Toyota Hilux e Toyota Corolla.

O estudo de depreciação de veículos automotores feito pela Agência Autoinforme, com base na cotação da Molicar, é o indicador dos ganhadores do Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2018. A comparação foi feita entre o preço praticado do carro zero km em agosto de 2017 e o preço do mesmo carro (portanto com um ano de uso) doze meses depois.

Foram considerados os preços praticados no mercado de carros zero em agosto de 2017 e não os preços de tabela. O estudo considera as diversidades ocorridas no mercado na época da cotação - como a disponibilidade do produto, os bônus concedidos pelas fábricas e repassados ao consumidor, entre outros fatores - eliminando eventuais distorções de preços provocadas por essas ações.Foram eliminados os carros que tiveram modificações consideráveis nos últimos doze meses, para que a comparação não comprometesse o resultado do estudo.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Honda Automóveis registra crescimento nas vendas em 2017

A Honda Automóveis do Brasil encerrou 2017 com aumento de 7% nas vendas em comparação ao ano anterior, comercializando 131.096 automóveis. O resultado garantiu à marca o market share de 6%, segunda melhor participação de mercado em sua trajetória no País.

O crescimento reflete a acertada estratégia de renovação do line-up da marca, responsável por trazer ao mercado, nos últimos dois anos, o Civic Geração 10, o WR-V - primeiro automóvel desenvolvido sob a liderança da equipe brasileira de Pesquisa & Desenvolvimento -, o HR-V Touring e, mais recentemente, o Fit 2018. Para este ano, já estão confirmados os lançamentos do Civic 2018, City 2018, e novos Civic Si e CR-V.

O modelo mais vendido foi o Honda HR-V, com 47.777 unidades comercializadas. Somado às vendas do WR-V, com 15.352 emplacamentos, a marca consolidou sua presença no segmento de SUVs compactos. O bom desempenho da fabricante se deve ainda ao sucesso do Civic, com 25.867modelos vendidos, do Honda Fit, que registrou vendas de 25.351, e do City, com 15.975 unidades. Os importados CR-V, Accord e Civic Si somaram, juntos, 762 emplacamentos.

Com o envio do Civic Geração 10 e WR-V para os principais mercados na América do Sul, as exportações retomaram força em 2017, totalizando 5.327 automóveis exportados. Além de automóveis, a empresa também exporta peças (CKD) para a Argentina, México e EUA.

Em resposta ao crescimento das vendas internas e também das exportações, o número de automóveis que saiu da linha de montagem da fábrica de Sumaré (SP) superou em 11,2% as unidades do ano anterior.

Para 2018, a fabricante prevê um cenário de ligeiro crescimento das vendas, próximo ao patamar registrado em 2017.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Autônomos em foco

Alta Roda nº 972/322 30– 2114 023– 0oda nº852/1211508– 2oda nº851/2017

Fernando Calmon
Um debate interessante começa a tomar corpo nos Estados Unidos à medida que avançam as pesquisas para chegar ao almejado nível quatro de carros autônomos. Ainda se desconhece quando essa tecnologia estará suficientemente desenvolvida e todo o arcabouço jurídico montado para permitir a um automóvel se autoguiar. Cinco anos para os otimistas e dez anos para os realistas são as previsões mais recorrentes.

Paira, porém, outra dúvida. Esse recurso estará mais difundido em veículos puramente elétricos ou em híbridos plugáveis? A resposta parece estimular discussões, segundo artigo de publicação recente no site americano The Verge. Ocorre que os fabricantes de veículos e os de equipamentos e programas de computador concluíram que a automação é grande sorvedora de energia elétrica nos veículos. 

Isso pode implicar escolhas a partir de agora. O veículo apenas com motor a combustão está livre de limitações. Outro, exclusivamente elétrico e que deve rodar bastante em vários serviços para poder pagar os custos, teria sua autonomia diária reduzida em pelo menos um terço. Aí entraria a opção pelo híbrido que associa motor elétrico e convencional. É mais barato que o elétrico puro e suportaria melhor a demanda de energia da parafernália eletrônica. 

Do ponto de vista exclusivamente econômico, a opção pelo híbrido parece a mais rentável e prática. Carros autônomos podem se tornar um grande negócio tanto para transporte de pessoas como de mercadorias. Claro, a opção elétrica iria gerar menos poluição localizada; porém, se houver limitações de uso e reabastecimento lento, a prática comercial ficaria comprometida. 

Enquanto se discute, desde já, a aplicação comercial de veículos autônomos, a utilização por motoristas comuns no seu dia a dia abrirá outras possibilidades. Uma delas começa a sair da toca de mansinho, nos tempos atuais de nível dois e, um pouco mais adiante, de nível três de automação (neste caso, uma intervenção eventual no volante pode tornar-se necessária). A General Motors, nos Estados Unidos, passou a oferecer compras a bordo do carro por meio do sistema multimídia comandado por voz. 

Estaria, assim, aberta nova fonte de receita para os fabricantes, pois com o tempo motoristas e ocupantes iriam além de apenas encomendar pizza, comprar ingresso ou fazer reserva em restaurante. No nível quatro de automação, o ambiente interno do carro seria equivalente ao de um escritório com todas as possibilidades e interações de um computador de tela grande e alta resolução. 

De outro lado, veículos autônomos deixam tempo livre a ser preenchido por diversas funções, de lazer a culturais, durante o tempo de deslocamento. Por isso mesmo, a Renault anunciou, na Europa, poucos dias atrás, a aquisição de 40% do capital de uma editora na França que publica cinco revistas. 

Segundo o comunicado distribuído pela marca francesa, os motoristas europeus gastam, em média, cerca de duas horas por dia em deslocamentos casa-trabalho-casa. Com o desenvolvimento de automóveis conectados e de tecnologia autônoma, novas possibilidades de negócios surgem e, entre essas alternativas, está não apenas trabalhar a bordo, mas um pouco de diversão também. 

RODA VIVA

ESCALADA de modelos inéditos que a VW projeta até 2020 será mais suave em 2018. SUV compacto T-Cross, previsto para a fábrica paranaense, terá início de produção só em 1º de janeiro de 2019 e lançamento em março. No próximo ano será a vez dos câmbios automáticos: além do Polo MSI (1,6 L), em maio, Gol e Voyage trocarão os automatizados pelos Aisin de seis marchas. 

PORSCHE Panamera e-Hybrid chega apontado como automóvel de menor consumo em estrada: 26 km/l pelo programa de etiquetagem. Preços do sedã-cupê: de R$ 529.000 a 1.242.000, pouco abaixo dos modelos a gasolina em razão de incentivos fiscais. No modo 100% elétrico pode ir a 140 km/h e, sem acelerar muito, autonomia elétrica é de 50 km. Mix previsto: 60% das vendas. 

CÂMBIO automático CVT do Honda Fit 2018 EXL melhorou sua economia de combustível e as respostas ao acelerador estão menos “frias”. Retoques de estilo, para-choque traseiro que (agora) protege mais a tampa do porta-malas, faróis e luzes diurnas em LED e sistema multimídia fácil de usar destacam-se. Continua ausente regulagem de altura do banco do motorista. 

GRUPO SHC continua a apostar em negociações para contornar o imbróglio jurídico e afinal montar fábrica da chinesa JAC no Brasil. Acertou agora com o governo goiano e, tudo indica, utilizará instalações em Itumbiara, onde antes o Grupo HPE montava o Suzuki Jimny (agora em Catalão, GO). T40 está confirmado para 2019 e, em seguida T50. Investimento: R$ 200 milhões. 

DONA do aplicativo em que caroneiros ajudam nas despesas do motorista em viagens rodoviárias, a filial da francesa BlaBlaCar planeja, até meados de 2018, começar a gerar receita aqui. Segundo Ricardo Leite, executivo no Brasil, a fórmula ainda está em estudos. Na França custa 13% para cada caroneiro. Alternativa seria assinatura ou passe flexível pelo serviço. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Viagem ao futuro

Alta Roda nº 959/309 30– 21 023– 0oda nº852/0911508– 2oda nº851/2017

Fernando Calmon
Ausência de dez marcas no maior salão de automóveis do mundo, o de Frankfurt, na Alemanha, aberto até o próximo dia 24, levou ao debate se esse tipo de exposição estaria em crise. Há exagero nessa suposição. Maioria das desistentes nada tinha a mostrar ou sua presença é fraca no mercado alemão. Claro que organizadores de exposições precisam reagir, mas os salões ainda atraem multidões, despertam sonhos e indicam tendências. 


Daqui para frente alternativas de mobilidade, conectividade e novas tecnologias responsáveis por mudanças disruptivas no modo como os veículos são dirigidos e tipo de propulsão, tendem a deixar visitantes ainda mais interessados sobre o futuro. Eles se dividem entre o Bugatti Chiron W-16, que exibe num telão ser capaz de acelerar de zero a 400 km/h e parar em pouco menos de 42 segundos, e o minúsculo smart Fortwo que terá apenas propulsão elétrica ao fim desta década. 

Sem esquecer de híbridos, como o supercarro esporte Project One apresentado pela Mercedes-Benz. Motor a gasolina vem da F-1 e a potência combinada com quatro elétricos supera 1.000 cv. Apenas 275 unidades serão produzidas ao preço estimado, na Europa, de € 2,275 milhões (R$ 8,5 milhões). Para contrastar, a marca alemã exibiu ao seu lado o EQA, visão de um futuro Classe A elétrico. 

Audi, por sua vez, embalada pelo novo A8, primeiro modelo no mundo homologado no nível 3 de automação (motorista não precisa tocar em pedais e volante até 65 km/h), apresentou dois automóveis conceituais. O Elaine tem nível 4 e mantém os comandos apenas para situações específicas, enquanto o Aicon se enquadra no nível 5 de autonomia absoluta, sem pedais e volante. Ambos são muito elegantes, sem rompantes estilísticos. 

BMW indicou como será o seu futuro elétrico i5, sedã-cupê grande de quatro portas, ainda sem todas as definições de desenho. Outros dois cupês demonstram que os carros convencionais estarão presentes ainda por bom tempo. Tanto Z4 quanto Série 8 enchem os olhos pelo equilíbrio de linhas. 

Em atitude de virar a página do triste episódio dos motores diesel fora dos limites de emissões, revelado na edição anterior do Salão de Frankfurt (2015), a Volkswagen continuou a defender suas soluções movidas a bateria. Mostrou versões evoluídas do monovolume Sedric e do crossover I.D. Crozz II, este bem mais próximo da versão definitiva. A empresa pretende lançar 30 modelos elétricos e eletrificados até 2025 na maior guinada técnica de sua história. 

Modelos de mecânica tradicional também eletrizam a audiência. Caso do inteiramente novo Ferrari Portofino, conversível de teto retrátil rígido sucessor do California T e motor V8 de 600 cv. Bentley Continental GT também estreia nova geração, de estilo ainda mais apurado e motor W12 de 635 cv. A Porsche destaca a terceira geração do “utilitário” esporte Cayenne responsável pela febre de SUV irradiada entre concorrentes diretos e indiretos. SUV Jaguar E-Pace é um dos estreantes no Salão. 

Dacia Duster surgiu em nova geração que vai inspirar o Renault homônimo produzido no Paraná, dentro de dois anos, com as devidas adequações ao mercado brasileiro. Já o Citroën C3 Aircross impressionou bem por ser um todo novo SUV compacto de linhas modernas e equilibradas, mas sem previsão de produção aqui. 

RODA VIVA

TOYOTA confirmará na próxima semana expansão de modelos produzidos no Brasil. Depois de muitas negativas anunciará oficialmente o Yaris (hatch) e Vios (sedã) que estarão à venda no segundo trimestre de 2018 na concorrida faixa dos compactos entre R$ 50.000 e R$ 75.000. Não utilizarão, porém, a plataforma TNGA que estreia no novo Corolla apenas em 2019. 

SIMPÓSIO Internacional de Engenharia Automotiva (Simea), em sua 25ª edição semana passada em São Paulo, focou na necessidade de o Brasil se inserir na rota tecnológica mundial de veículos híbridos e, em etapa mais distante, elétricos. Equação bem difícil de resolver pois tudo é muito caro. Voltou à baila a pilha a hidrogênio (energia elétrica a partir de etanol). 

AUDI TT RS tem desempenho muito forte com o motor 5-cilindros (único a gasolina em produção atualmente no mundo), 2,5 litros turbo, 400 cv e tração 4x4. Em autoestradas alemãs encarou modelos mais potentes por ser menor e mais leve. Vai de 0 a 100 km/h em 3,6 s, apenas um décimo de segundo a mais do que, por exemplo, o Ferrari Portofino de potência 50% superior. 

RECURSOS de segurança como seis airbags, ESC (controle de trajetória), faróis e luzes diurnas de LED estão na atualização de meia geração do Fit 2018. Para-choques maiores (2 cm na frente 8 cm atrás) vão além da função estética, pois protegem melhor a carroceria em pequenas colisões. De R$ 58.700,00 a R$ 80.900. Aumento foi inferior aos itens agregados. 

MARCAS japonesas continuam a desenvolver motores de ciclo otto de alta tecnologia, independentemente dos elétricos. Em 2016 a Infiniti (divisão de luxo da Nissan) e agora a Toyota apostam em taxas de compressão variáveis. É recurso ideal para motores flex. Mazda avançou mais com redução de 30% no consumo de gasolina ao adotar ciclo misto (otto e diesel). 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2



terça-feira, 24 de janeiro de 2017

RECALL: Honda convoca proprietários dos modelos Fit, City, Civic e Accord

A Honda Automóveis do Brasil, pautada pelo seu princípio de respeito aos clientes, convoca os proprietários dos automóveis relacionados a seguir a comparecerem a uma das concessionárias autorizadas da marca para a substituição gratuita do insuflador do airbag do passageiro.

Clique na imagem pra ampliar
Em caso de colisão primordialmente frontal de intensidade moderada ou severa, situação em que o acionamento do sistema de air bag é esperado, poderá haver o rompimento da estrutura do insuflador e, eventualmente, ocasionar a projeção de fragmentos metálicos no interior do veículo. Em situações extremas, o defeito pode causar, além de danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

A substituição do item é gratuita e deverá ser realizada em qualquer concessionária autorizada da marca a partir do dia 30 de janeiro.

Esse comunicado também se aplica aos veículos Civic, modelo 2001 a 2002, mesmo que já reparados na campanha do insuflador do airbag do passageiro iniciada em julho de 2010. Alguns insufladores reparados anteriormente poderãosofrer, após longos períodos, degradação quando expostos às variações de umidade e temperatura.

A consulta à necessidade do reparo deve ser feita no link www.honda.com.br/recall. O agendamento pode ser efetuado pelo mesmo endereço eletrônico ou pela Central de Atendimento: 0800-701-3432 (segunda a sexta-feira, das 08h às 20h - horário de Brasília).


Para conferir os endereços das concessionárias Honda, acesse www.honda.com.br/concessionarias.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Honda atinge o marco de 100 milhões de automóveis produzidos mundialmente

A Honda anuncia que alcançou o volume acumulado de 100 milhões de automóveis produzidos. O desempenho em produção global indica a ótima aceitação de clientes de vários países do mundo em relação aos diferenciais da marca.

A trajetória da empresa no segmento de automóveis teve início em 1963, com o mini utilitário T360, o primeiro Honda a ser produzido em larga escala, na fábrica de Saitama. No mesmo ano, a empresa iniciou a produção do esportivo S500 na fábrica de Hamamatsu.

No ano seguinte, 1964, com o intuito de expandir a produção de automóveis em larga escala, a Honda empregou todo seu conhecimento e tecnologias na construção da primeira unidade dedicada exclusivamente à produção de automóveis: a fábrica de Sayama. O primeiro modelo produzido no local foi o esportivo S600.

Em 1967, a empresa iniciou a produção do N360, o primeiro miniveículo da marca. Desde então, o volume acumulado de produção vem crescendo, ao passo que a Honda aprimora sua linha de produtos com importantes modelos globais, apreciados por clientes de todo o mundo, como Civic, Accord, CR-V e Fit. Além destes, modelos regionais foram desenvolvidos considerando as características de cada local onde os automóveis são comercializados.

Sempre atenta à natureza global de suas operações, a empresa, em 1969, iniciou a produção do N600 e do mini utilitário TN360 em Taiwan, com a assinatura de um acordo de cooperação técnica com uma empresa local, que veio a se tornar a primeira unidade produtiva de automóveis da Honda fora do Japão. Ainda buscando aumentar sua competitividade internacional, em 1982, a empresa expandiu sua atuação em mercados estrangeiros com o início da produção do Accord em Ohio, Estados Unidos. O veículo foi o primeiro da marca a ser produzido por uma subsidiária própria da marca fora do Japão e o primeiro carro para quatro passageiros feito nos Estados Unidos por uma fabricante japonesa.

Seguindo a abordagem de "produzir onde está o público consumidor" e buscando oferecer produtos apropriados para atender as necessidades dos clientes em todo o mundo, a Honda ampliou suas operações de produção de automóveis para diferentes regiões do mundo, incluindo Ásia, Europa e América do Sul.

Nos últimos anos, a empresa vem buscando o estabelecimento de um sistema de produção flexível e mutuamente complementar, que utiliza as 34 operações de produção automotiva da Honda em 18 países e territórios. Através dessas iniciativas, a marca atingiu o volume de produção de 100 milhões de unidades de automóveis, 54 anos depois que o primeiro carro saiu de sua linha de montagem.


“Graças à confiança de nossos clientes em todo o mundo, a Honda foi capaz de entregar 100 milhões de automóveis globalmente. O desejo de nosso fundador, Soichiro Honda, de contribuir com a vida das pessoas, auxiliando-as em suas atividades diárias, e perseguir a alegria da mobilidade tem sido herdado pelos colaboradores da Honda como o ponto de partida para o desenvolvimento e fabricação de nossos produtos”, afirma Takahiro Hachigo, CEO mundial da Honda.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

RECALL: Honda convoca proprietários do modelo Fit para substituição do tanque de combustível

A Honda Automóveis do Brasil, pautada pelo seu princípio de respeito aos clientes, convoca os proprietários dos modelos Fit relacionados a seguir a comparecerem de imediato a uma das concessionárias da marca para a substituição gratuita do tanque de combustível.

Em alguns casos, poderá haver uma falha na solda próxima ao bocal do tanque, o que aumenta a probabilidade de vazamento de combustível. Em situações extremas, o defeito poderá causar incêndios, danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

A substituição do item deverá ser realizada em qualquer concessionária autorizada da marca. Antes de agendar o serviço, é importante verificar a necessidade do reparo de acordo com o número do chassi, uma vez que nem todos os veículos dentro dos intervalos relacionados acima estão envolvidos na campanha.

Caso o seu veículo esteja afetado, faça o agendamento no site www.honda.com.br/recall (QR Code abaixo) ou em nossa Central de Atendimento: 0800-701-3432 (segunda a sexta-feira, das 08h às 20h - horário de Brasília).

Para conferir os endereços das concessionárias Honda, acesse www.honda.com.br/concessionarias.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

RECALL: Honda convoca proprietários dos modelos Fit e City para a substituição preventiva do insuflador do airbag do motorista

A Honda Automóveis do Brasil, pautada pelo seu princípio de respeito aos clientes, convoca os proprietários dos automóveis relacionados a seguir a comparecerem a uma das concessionárias autorizadas da marca para a substituição gratuita do insuflador do airbag do motorista

FIT

CITY


Caso o veículo seja submetido a uma colisão primordialmente frontal de intensidade moderada ou severa, situação em que o acionamento do sistema deairbag é esperado, poderá haver o rompimento da estrutura do insuflador, permitindo a projeção de fragmentos metálicos no interior do automóvel. O defeito pode causar ainda, em situações extremas, danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

O serviço deverá ser realizado em qualquer concessionária de automóveis Honda, a partir da data de início do atendimento, conforme a tabela abaixo. Antes do agendamento, é importante confirmar a necessidade de reparo de acordo com o número do chassi, uma vez que nem todos os veículos dentro dos intervalos relacionados acima estão envolvidos na campanha.

Consulte a situação do seu veículo e faça o agendamento no site http://www.honda.com.br/recall/autos ou em nossa Central de Atendimento: 0800-701-3432 (segunda a sexta-feira, das 08h às 20h - horário de Brasília).

MODELO
ANO/MODELO
DATA DE INÍCIO DO AGENDAMENTO
DATA DE INÍCIO DO REPARO
City
2012 a 2014
IMEDIATO
08 / 02 / 2016
Fit
2012
IMEDIATO
08 / 02/ 2016
Fit
2013 e 2014
01 de Junho de 2016
29 / 07 / 2016


Para conferir os endereços das concessionárias Honda, acesse: http://www.honda.com.br/concessionarias.



segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Novos Honda HR-V, Fit e City estão entre os veículos mais seguros da América Latina

O Latin NCAP (Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe) anunciou hoje o resultado dos testes de segurança de três modelos Honda recentemente lançados no mercado brasileiro: os novos Honda Fit, City e HR-V. As notas conquistadas colocam os três veículos entre os automóveis mais seguros da América Latina. O destaque ficou para o Honda HR-V, que conquistou a classificação máxima no teste, com cinco estrelas em relação à proteção dos ocupantes adultos e também para proteção de crianças, no banco traseiro. Fit e City conquistaram também cinco estrelas para proteção de adultos, e quatro para crianças.

Para Issao Mizoguchi, presidente da Honda South America, a segurança dos automóveis é uma prioridade para a fabricante. “Os resultados obtidos com as avaliações da Latin NCAP refletem nossa preocupação com a segurança e a qualidade de nossos veículos, atributos sempre presentes em nossos produtos, como um DNA.”

Produzido na fábrica da Honda em Sumaré, interior de São Paulo, o HR-V traz tecnologia de ponta em relação à segurança, a começar pela estrutura da carroceria com o conceito ACE (Advanced Compatibility Engineering), desenvolvido exclusivamente pela marca. Essa estrutura foi projetada para distribuir de maneira uniforme a energia de um impacto, reduzindo a força transferida para a cabine e protegendo os ocupantes. Além disso, a estrutura dispersa de maneira mais uniforme a força transferida para outros veículos envolvidos na colisão.

Reforços no subchassi e em vários pontos da carroceria resultaram em maior resistência para preservar a integridade do habitáculo em caso de acidente. O HR-V ainda conta, de série, com VSA (Vehicle Stability Assist – controle de tração e estabilidade), encostos de cabeça que atenuam o impacto nos bancos dianteiros, pontos de ancoragem para assentos infantis compatíveis com os tipos ISOFIX e LATCH, e airbags frontais para motorista e passageiro – a versão top de linha é equipada também com airbags laterais na dianteira.

De acordo com o Latin NCAP, no teste de impacto frontal, as cabeças do motorista e do passageiro do banco dianteiro foram bem protegidas pelos airbags frontais. Ambos os cintos de segurança, equipados com pré-tensionadores e limitadores de carga, oferecem a proteção adequada para o tórax dos ocupantes. Na região dos joelhos, a estrutura do veículo não apresenta pontos críticos e a carroceria foi considerada estável, capaz de suportar carga adicional. O modelo também atende os requisitos do teste de impacto lateral.

No banco traseiro, a fixação para assentos do tipo ISOFIX para crianças de 1 ano e 6 meses a 3 anos de idade foi capaz de prevenir um movimento excessivo para frente durante o impacto, oferecendo boa proteção para os doisdummies infantis durante os testes realizados.


O monovolume Fit e o sedã City, fabricados no Brasil, também receberam uma alta avaliação do Latin NCAP: cinco estrelas no teste de segurança em relação à proteção dos ocupantes adultos e quatro estrelas para proteção de crianças, no assento traseiro. Os modelos trazem a carroceria com tecnologia ACE, mesma utilizada no HR-V, e várias melhorias agregadas às gerações atuais – o Fit foi apresentado no primeiro semestre de 2014 e o City no segundo semestre, ambos como linha 2015.

Os dois veículos da Honda receberam novos reforços na carroceria, como na parte interna das portas, para maior resistência. Além de contar com estruturas curvas nas extremidades do tanque de combustível para absorção da energia de impactos laterais, tanto o Fit quanto o City passou a ter um reforço estrutural sobre o compartimento, que auxilia na dissipação da energia em colisões. O resultado dos testes do Latin NCAP demonstra o foco da Honda em buscar constantemente a evolução de seus veículos, com recursos que permitam aumentar, cada vez mais, a segurança de clientes e usuários dos carros da marca.


Segundo a análise do órgão, o Fit e o City apresentam carroceiras estáveis, capazes de suportar carga adicional, e atendem as exigências do teste de impacto lateral. Os airbags dianteiros protegem bem o motorista e passageiro, assim como os cintos de três pontos com pré-tensionadores e limitadores de carga. O sistema de fixação para cadeirinhas infantis no banco traseiro conseguiu, assim como o HR-V, prevenir um movimento excessivo para frente durante o impacto, oferecendo boa proteção aos dois dummies que representam uma criança de 1 ano e 6 meses a 3 anos de idade.

sábado, 13 de junho de 2015

Roberto Nasser - De carro por aí

 
Coluna 2415-13.06.2015 - edita@rnasser.com.br
Qual a próxima fusão? com a FCA? ou sem ela?
A Fiat Chrysler Automobiles continua sendo o eixo para tentativas uniões entre fábricas de veículos. Sergio Marchionne, CEO, o ítalo canadense autor da corajosa investida de sobrevivência sobre a Chrysler, somou as duas companhias e projeta vender 7M de unidades em 2018. Aposta na expansão mundial da marca Jeep, no ressurgir da Maserati e da Alfa Romeo. Tal volume colocará a FCA em 6º. lugar mundial de vendas.

Em 2009 Marchionne vaticinava, a disparada na competição pelo mercado, a insustentabilidade dos custos de desenvolvimento, e a queda de rentabilidade, apenas permitiriam a sobrevivência de grupos com vendas anuais de 5M. Tempo passou e hoje projeta, tal volume para o nível de equilíbrio tenha dobrado. Na prática repete, décadas após, movimento no mercado norte-americano e no europeu - fusão de marcas em nome da sobrevivência.

Para união ou fusão somar 10M de unidades anuais listagem descarta atuais líderes Toyota, Volkswagen, GM, Ford, Hyundai-Kia, Renault-Nissan. Maior entre as menores, Peugeot e Citroën - PSA, em fase de arrumação entre gerir prejuízos, quedas no mercado e o convívio do impensável: empresa familiar sócia do estado francês e da chinesa Dongfeng.

Indiana Tata, insondável, é de produtos antagônicos: os Tata para início de motorização, e os Land Rover e Jaguar, destinados a Sahibs e Bwanas. Na primeira página da agenda da FCA estão Honda e Suzuki. Entretanto, fusões entre ocidentais com orientais tem a separá-las a pantanosa área do desencontro de filosofias. Assim os contatos de pro atividade são mantidos, mas não excluem outros como Mercedes e BMW. Negócios com a Volkswagen, objeto de muita mídia há dois anos, fora do campo prático: seu no. 1 se demitiu, sacudiu a empresa, e substituto formal apenas em outubro.

Outro caminho já sugerido pela FCA é associar-se, para fornecer a parte automobilística aos magos da eletrônica Apple, Google, querendo entrar no mercado de automóveis -; e Tesla, maior dos produtores de elétricos.

Enfim, se nos últimos anos o mercado mundial passou por grandes mudanças – perda da liderança norte americana para a Toyota; encolhimento da GM; absorção da Chrysler; pânico na PSA -, a globalização e a competitividade prometem novas e rápidas mudanças. No funil da economia entram muitos, saem poucos – e isto significa, a FCA não é a única noiva da temporada.

Mercado parado, mas com novidades
Para o Brasil, o ano de 2015 é o ano do Trem Fantasma: cada curva um susto. Índices anti econômicos em crescimento e a mais absoluta falta de consciência, direção e ideia consistente do governo para mostrar iniciativa de corrigir as trapalhadas lulopetistas do governo Dilma1. O poder pelo poder, exercitado sem educação, cultura ou conhecimento, custa caro aos pagantes.

Mercado de veículos novos anda igual. Vende mais apenas em suvs e veículos premium, os de elevado preço e consequente status. Nos outros, queda.

A indústria, no oposto ao governo investe e cria novidades, mesmo pequenas, em aparente contra senso. Mas é esta a diferença entre a iniciativa privada, pagando contas e impostos, e os governos, em lado oposto, apenas recolhendo e reclamando. À base do lamento a economia do medo e da tristeza não reage. Só o fará com novidades e atrativos para vender e rodar a roda da economia – como instiga a indústria do automóvel.

Mitsubishi
Nesta semana novidades em três marcas. De maior expressão, Mitsubishi tropicalizando o Lancer montado/produzido em Catalão, Go, aplicando vivencia e competência da marca para elevá-lo do solo a 17 cm, e re acerto de suspensão. Diz Robert Rittscher, brasileiro, presidente da Mitsubishi,“para quem busca mais conforto, mantendo qualidade, segurança e ótimo custo x benefício.”

Aumento de altura sugere maior volume, acertos melhorarão convivência com o meio ambiente nacional e, no visual, novo para choques dianteiro, com centro na cor do veículo, e molduras cromadas nas grades. Rodas em liga leve, aro 16”, calçando pneus 205/60, verdes – de menor abrasão ao solo.

Rico em confortos, dentre eles sensores de falta de luz, de chuva, piloto automático, controles de áudio e telefone no volante, multi media por toque em tela de 17,5 cm. Teto solar e bancos com insertos de couro arrematam. 9 almofadas de ar. 5 estrelas nos principais testes de segurança.

Motor quatro cilindros, frontal, transversal, 2 litros de cilindrada, 16V, 160 cv e 20 quilos de torque para acionar transmissão automática CVT em 6 marchas virtuais, ou mecânica com 5 velocidades. Suspensão independente nas 4 rodas, Mac Pherson frontal e Multilink traseira.

Lancer, quanto custa
Versão
R$
Lancer 2.0 MT
68.990
Lancer 2.0 HL
73.990
Lancer 2.0 HLE
85.490
Lancer 2.0 GT
89.490

Peugeot
Segue a nova postura da marca no Brasil, produtos refinados e bom conteúdo. Três versões em gradação, até a Griffe, com seis almofadas de ar.

Mantém diferenciais: teto panorâmico e i-cockpit, conceito de ergonomia pelo painel com instrumentação elevada, volante de pequeno raio, e enorme agradabilidade para a condução. Quilômetros à frente de sua turma. Pesquisa com proprietários indicou as mudanças em conforto, segurança e tecnologia, e a revisão no 208 marca o fim da primeira fase do corajoso reposicionamento da marca, comandada por Miguel Figari, chileno, diretor geral. Com 208 e o 2008 quer firmar os pilares de sua recuperação em vendas.

Motorização 1,5 litro, 8V, flex, 93 cv e 14,2 quilos de torque e transmissão mecânica de 5 velocidades. Versões superiores com motor 1,6 litro, 16V, 122 cv, 16,4 quilos em torque, e opcional de caixa automática antiga, com 4 velocidades.

Peugeot 208. Quanto custa
Versão
R$
 Active
45.990
Active Pack
49.990
Allure
53.290
Allure Automática
57.390
Griffe
59.190
Griffe Automática
62.890

Honda Fit
Como problema, Honda enfrenta o sonho de todos no setor: vender acima das previsões. Lançou o HR-V – baseado na lucrativa plataforma do Fit, também base do City. Colheu acima do previsto: há dois meses suas vendas superam a soma dos principais concorrentes. O HR-V é o Fiat Strada no segmento. Para faze-lo ocupou parte da produção de Fit e City, e o monta em Campana, na Argentina, fábrica para motocicletas.

Pós êxito, cria atrativos aos demais produtos. Começou pelo Fit.
Ampliou conteúdo, mudou o painel nas versões superiores, aplicou itens de conforto: chave canivete, volante com controle de som às versões iniciais, coluna de direção ajustável em curso e, para agradar aos seguidores de Bob Sharp, editor do bom sítio Autoentusiastas, para brisas dégradée.

Motor comum às quatro versões, 1,5 litro, abertura variável para as válvulas, 116 cv, 15,3 quilos de torque, transmissões mecânicas de cinco marchas ou CVT.

Honda Fit, quanto custa
Versão
R$
DX MT
51.600
DX CVT
56.600
LX MT
55.900
LX CVT
60.800
EX CVT
65.900
EXL CVT
68.900

Roda-a-Roda
Martelo – Volkswagen, Audi, o italiano Ministério do Desenvolvimento Econômico e a agência de desenvolvimento Invitalia, acordaram produzir o utilitário esportivo Urus na fábrica Lamborghini em Sant’Agata Bolognese. Fixarão na Itália os empregos a ser exportados para Bratislava, na Eslováquia.

Futuro – Com o Urus a Audi, controladora da Lambo, quer sair das atuais 2,6 mil unidades/ano entre os esportivos Huracán e Aventator, dele fazer 3.000 u/a.

Conta - De bases pouco conhecidas, o governo italiano e o estado da Emilia Romana criaram facilidades tributárias, a Invitalia financiou, mas cobraram, além dos 300 empregos para a linha industrial, outros e um centro de pesquisa e desenvolvimento no local. Pós duplicação fábrica criará 500 empregos, em custo unitário bem inferior aos E 330.000 inicialmente projetados.

Fórmula – Produção do Urus padronizará plataformas entre VW, Audi e Porsche e, em especial com Bentley, marca refinada do grupo VW, em seu Bentayga (que nome ...) a surgir neste ano. O Urus é para 2018, marcando-se pela tradição Lamborghini – estilo chocante, rendimento performático.

Mudanças – Tabuladas vendas de automóveis e comerciais leves no Uruguai em 2014, surpresas por origem. 53% asiáticos – 28% chineses, 14% indianos, 11% sul coreanos. Brasil 21%, 11% do México, 7% franceses, 4% argentinos, e 4% resto do mundo. Excepcionalidade ou nova verdade ?

Mini Uno – Nome não será este, mas promessa e objetivo miram nesta direção: rodam em testes finais exemplares do Projeto X1H, espécie de Uno encurtado, para ser o carro de entrada da Fiat. Lançamento ao final do ano.

Enfim – Motor de três cilindros, quatro tempos, 1.0 e previstos 80 cv, idêntica à do concorrente VW up! Início 2016.

Dúvida – Versão TSI do up! com motor 1.0, tri cilíndrico e turbo compressor a ser lançado em julho, é anunciado pela imprensa como produzindo 105 cv. Na Alemanha, mesmo motor faz 115 cv, e é nova opção para o Golf.

Variedade – Fácil ser bisada aqui. Seus 20 quilos de torque, até pelo menor preço e enquadramento tributário em alíquota inferior. O motor é nacional.

Contração – Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, reviu expectativa de queda no setor para 2015: 20,6% no licenciamento e 17,8% na produção. Setor mais afetado, o de caminhões, menos 40%.

Período – Em maio FCA manteve a liderança, com 39.158 unidades vendidas, 19,1% do mercado. Destes, 2.793 Jeeps Renegade, 1,4% do mercado.

Explicação – Jeep diz não ser hora de comparação com o Honda HR-V, lançado em conjunto, vendendo igual a Ford EcoSport e Renault Duster juntos. Pondera, o de fazer o HR-V está na linha de produção do Fit, enquanto o Renegade é inteiramente novo e a aceleração industrial a partir do zero é mais lenta.

Questão - Há outra ponto: a Jeep projetava versões diesel em torno de 10%, mas demanda é muito superior à disponibilidade de componentes.

Fórmula – Trabalho pela JD Power, agência de pesquisa no universo do automóvel, no tema satisfação no processo de vendas manteve a Toyota como líder. Seguindo-a, Hyundai. Após, Hyundai CAOA, a Hyundai do B.

Questões – Instiga o fundo do espelho, as motivadoras à desistência: atraso nas entregas; falta de veículos para test-drive; pressão da equipe de vendas; informações falsas; más instalações. Indicação de terceiros supera publicidade ou localização. Fidelidade à marca vale apenas em 21% dos negócios.

TV – SBT cobrirá espaço aberto pelo fim do programa Vrum, pelo Acelerados. Apresentação de Rubens Barrichello, Cassio Corte e Gerson Campos.

Incubadeira – Inter, nova categoria do automobilismo, formará pilotos saídos do kart ou categorias regionais, para carreira na Fórmula 3 Brasil, Europeia, Renault, Mazda, UFF2000 ou Indy Lights. Funciona como Seat & Drive.

Fórmula - Pré seleção curricular de 10 pilotos; pagamento de 10 x R$ 1.149,00, palestras, reuniões com pilotos, aulas de marketing, vendas, relações públicas, media training – o relacionamento com a imprensa -, mecânica, e fazer uma prova com veículo da Incubadora. Mais: www.formulainter.com.br

TAP – Humberto Pedrosa, empresário de cargas em Portugal e David Neeleman, brasileiro, acionista maior da aérea Azul, assumiram a TAP. O governo português resolveu privatizá-la em ação contestada. Neeleman criou o bilhete eletrônico. 

Gente – Abelardo Pinto, executivo, 32 anos de indústria automobilística, deixou diretoria comercial Peugeot. Mudou de lado. OOOO Diretor comercial do Group1 Automotive. OOOO Empresa norte americana com 24 concessionárias no Brasil. OOOO Mariana Adensohn, diretora de RH da CAOA, reconhecimento. OOOO Entre as mais admiradas entre os RHs nacionais. OOOO Integra a mudança aplicada por Antônio Maciel Neto, novo presidente da empresa. OOOO João Pimentel, engenheiro, 35 anos de Ford, novo diretor de caminhões. OOOO Pedreira. Seis lançamentos a fazer em 2015, abrir caminho em mercado em crise. OOOO


Mercedes segue o mercado. Agora é flex fuel
Abastecimento com gasolina ou álcool é a nova opção da Mercedes-Benz para seus carros de entrada no mercado: Classe A 200, Classe B 200, CLA 200 e GLA 200, numericamente os mais vendidos. A tecnologia de consumir os dois combustíveis foi desenvolvida na Alemanha, e o uso de turbo alimentador nos motores e o sistema de injeção direta do combustível, em muito facilitaram a nova opção, exclusiva para o Brasil. Marcas de potência e torque se mantiveram inalteradas, válidas para o uso de etanol puro ou para qualquer proporção de mistura entre os dois combustíveis. O motor de quatro cilindros, 1.595 cm3 de cilindrada, oferece potencia de 156 cv a 5.300 rpm, e torque de 250 Nm, plano entre 1.250 e 4.000 rpm.

Dado importante, como os motores se mantém inalterados, não houve supressão de sistemas, como ocorre em algumas marcas. Assim, a motorização flex fuel Mercedes mantém funções como o ECO start/stop – o sistema pelo qual desliga o motor nas paradas, para economizar combustível e  reduzir emissões -, e os diversos parâmetros de regulagem em função da escolha dos diferentes modos de condução. No parâmetro de igualdade a Mercedes manteve o intervalo entre as revisões – primeira com 10 mil quilômetros ou 1 ano de uso.

O esforço para o desenvolvimento da tecnologia exclusiva ao mercado brasileiro se integra ao grande programa mundial de preocupação deste fabricante com o meio ambiente, através da redução de consumo e emissões, e é o primeiro passo de adequação dos modelos Mercedes a ser produzidos na fábrica de Iracemápolis, SP.