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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Novo Corolla 2020 recebe nota máxima em testes de segurança Latin NCAP


O Novo Corolla, lançado pela Toyota do Brasil em setembro deste ano, obteve nota máxima de segurança segundo os mais atuais protocolos em teste de colisão realizado pelo Latin NCAP, braço do renomado programa Global NCAP, que promove testes de segurança de automóveis comercializados na América Latina. O anúncio oficial foi realizado pelo Latin NCAP na manhã de hoje, 11 de dezembro de 2019.

O sólido resultado de cinco estrelas, válido para adultos e crianças, se deve principalmente ao fato de o veículo ser equipado, desde a versão de entrada, com Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC) e sete airbags (sendo dois frontais, um de joelho para o motorista, dois laterais e dois de cortina).

O lançamento da 12ª geração do veículo mais vendido do mundo faz parte de um novo capítulo na história da Toyota do Brasil e na região da América Latina, além de representar um divisor de águas na indústria automotiva brasileira. Pela primeira vez, um veículo híbrido é produzido nacionalmente, além de ser o primeiro em todo o mundo a receber a inédita tecnologia híbrida flex.

O Novo Corolla é construído sob a plataforma GA-C, derivada da TNGA, sigla em inglês de Toyota New Global Architecture (Nova Arquitetura Global Toyota), que diz respeito a uma filosofia de fabricação focada em melhorar drasticamente o desempenho do carro e destacar as características únicas de cada modelo, melhorando significativamente os componentes essenciais que fazem parte do veículo e têm um impacto direto no design, conforto, desempenho e segurança.

Além de se consolidar como o sedã médio mais seguro da América Latina, a partir deste resultado, o Novo Corolla torna-se ainda o veículo mais seguro já
produzido pela Toyota em seus mais de 60 anos de trajetória no País, o que demonstra o comprometimento da fabricante com a segurança, um de seus pilares fundamentais.

Atualmente, o Novo Corolla produzido no Brasil é exportado para Argentina, Paraguai, Uruguai, Equador e Colômbia. No mundo, o modelo é fabricado em 15 locais diferentes e vendido em mais de 150 países, com vendas que superam 45 milhões de unidades desde 1966, ano de sua estreia.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Toyota Etios amplia proteção para crianças


O Etios, compacto de entrada da Toyota, está ainda mais seguro. É o que atesta o resultado divulgado hoje pelo Latin NCAP, braço do renomado programa Global NCAP e responsável por promover testes de segurança de automóveis comercializados na América Latina.

O novo teste de colisão, realizado sob o protocolo Latin NCAP atual com padrões de segurança ainda mais rigorosos, ampliou a nota de proteção para crianças, passando de duas para quatro estrelas (de cinco possíveis) e renovou a certificação de quatro estrelas (também de cinco possíveis) para adultos. Este resultado faz do Etios o mais seguro em seu segmento e reforça o compromisso da Toyota em produzir carros cada vez melhores.

A nova nota de segurança para crianças foi possível devido à orientação da Toyota de instalação de cadeirinhas voltadas para trás. Quando instaladas nessa posição, utilizando ancoragem ISOFIX e sistema que minimiza a rotação da mesma, as cadeirinhas proporcionam proteção ideal para a cabeça e tórax da criança em casos de colisão frontal/lateral.

Para reforçar o quesito segurança, desde o lançamento da linha 2019, todas as versões do Etios contam com Controle de Estabilidade (VSC), Controle de Tração (TRC), Assistente de Subida em Rampa (HAC), airbagfrontal duplo, sistema de frenagem com ABS e EBD, e carroceria com deformação progressiva.

A família Etios está hoje disponível no mercado brasileiro nas versões hatch X e X Plus, com motorização de 1.3L e 1.5L, respectivamente, e sedã X e X Plus, ambas com motorização 1.5L, com transmissão manual de seis velocidades, ou automática de quatro velocidades.

Presente no mercado nacional desde 2012, o compacto Etios supera 568 mil unidades produzidas nacionalmente na unidade de Sorocaba, localizada no interior de São Paulo. Deste total, cerca de 70% foi destinado ao mercado interno e o restante direcionado para exportação. Hoje, o Etios fabricado no Brasil é exportado para a Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, Costa Rica e Honduras

quinta-feira, 14 de março de 2019

Coluna do FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1036/386– 14/03/2019


Fernando Calmon

Um salão ainda atraente

De uns tempos para cá formou-se uma onda de opiniões pessimistas sobre o esvaziamento inexorável dos salões de automóveis. De fato, alguns fabricantes reviram suas participações por diferentes motivos, desde a falta de novidades para o público específico do país em que se realiza a exposição até corte de despesas em meio aos pesados investimentos necessários em eletrificação, carros autônomos, conectividade e compartilhamento de veículos. Tudo isso e de forma simultânea vem exaurindo financeiramente as empresas. O público, no entanto, não tem deixado de comparecer a ponto de abalar seriamente os eventos.

A exposição de Detroit, por exemplo, tenta se reinventar mudando do inverno para o verão, a partir de 2020. O Salão de Genebra continua anual, mas em 2019 sofreu baixas (Ford, Hyundai, Infiniti, Jaguar, Land Rover, Mini, Opel e Volvo estão fora). Apresentou, porém, muito mais novidades do que em outras edições. Esta segue até o próximo dia 17. 

A Fiat completa 120 anos de fundação e o Grupo FCA tem participação marcante. Do novo SUV conceitual (mas quase pronto) Alfa Romeo Tonale ao Centoventi focado em discutir novas ideias para o futuro Panda. Mike Manley, CEO da FCA, cumpriu o prometido de apresentar versões híbridas plugáveis do Renegade e Compass, voltou a advertir sobre o fim de subsídios das fabricantes aos elétricos e admitiu que novas fusões não estão descartadas (com a PSA Peugeot Citroën traria muitas sinergias). A própria PSA se aproximou bastante da GM, depois que esta lhe vendeu a Opel. 

Impressionou, em especial, o número de carros esporte novos. Desde o inacreditavelmente caro e único Bugatti La Voiture Noire por R$ 47 milhões, em conversão direta sem impostos (claro, alguém encomendou antes), ao relativamente discreto Ferrari Tributo. A lista inclui os ingleses Aston Martin Vanquish Vision e AMB-RB 03, o sueco Koenigsegg Jesko (adepto de um motor a etanol de 1.600 cv), o elétrico italiano Pininfarina Battista (1.900 cv dão para o gasto?) e o dinamarquês Zenvo TSR-S. Até o bisneto de Ferdinand Porsche, Anton Piëch, se insinuou com o Piëch Mark Zero que tanto poderá ser elétrico puro, híbrido ou movido por motor convencional, ou seja, para onde soprarem os ventos. 

A história mais curiosa são dois modelos que procuram reviver a marca Hispano Suiza: um se chama Carmen e outro Maguari HS1 GTC. Duas empresas acham-se donas da famosa marca espanhola, fundada em 1904. Produziu carros e motores de avião até sucumbir em 1968. Como vão resolver o imbróglio ninguém sabe. 

Entre automóveis convencionais os franceses se destacaram com o novo Peugeot 208 (previsto para ser fabricado aqui) e o Renault Clio. Muito interessante a perua-cupê (shooting brake, em inglês) Mercedes-Benz CLA, que só tem mercado garantido na Alemanha. O Audi Q4 e-tron mostra o rápido avanço da marca alemã em sua linha puramente elétrica. 

Por fim, o site do programa BBC TopGear elencou carros e nomes extravagantes que estão em Genebra. Para citar alguns: PAL-V Flying Car, Golden Sahara II, Engler F.F. Superquad, GFG Style Kangaroo, Puritalia Berlinetta, Eadon Green Zanturi e Fornasari GT 311 Gigi.

ALTA RODA

BOM sinal para as vendas da indústria em fevereiro. Melhor termômetro é a média de vendas diárias – 9.932 unidades de veículos leves e pesados ou quase 10% superior a janeiro. Esse indicador tende a neutralizar os efeitos sazonais de cada mês ou época do ano. Mas é preciso esse patamar subir para além de 11.000/dia nos próximos meses a fim de garantir um ótimo 2019. 

EXPORTAÇÕES continuam em queda livre este ano: 42% ante 2018. Brasil e México precisam resolver impasse de renovação do acordo bilateral ainda em março. Mexicanos querem livre comércio, sem alterar seu índice de conteúdo local (70% das peças são americanas). Brasil discorda, pois não tem como concorrer com escala de produção de peças dos Estados Unidos. 

SEDàmédio-compacto Jetta, importado do México, ganhou fôlego nas vendas graças à estreia da versão de entrada. Motor turboflex (150 cv) e câmbio automático (pontos altos do modelo) não mudaram. Rodas de liga leve de 16 polegadas tornaram o rodar até mais agradável. Alguns itens de conforto e conveniência saíram. Câmera de ré e faróis de neblina fazem falta. 

APESAR de a China ser o mercado de elétricos que mais cresce no mundo, a promissora marca de SUVs Nio enfrenta dificuldades e cortou planos de construir fábrica própria (hoje utiliza a da JAC). Já nos EUA a empresa federal de correios, USPS, investe em furgões elétricos, tipo de veículo que mais se adapta no para e anda de entregas. Cummins é a fornecedora. 

LATIN NCAP divulgou outro teste de colisão de um modelo que não é mais produzido. Trata-se do Volkswagen Suran (era fabricado na Argentina) ou SpaceFox, seu nome no Brasil. A entidade inclusive “rebatizou” o SpaceFox de Fox, neste caso ainda em produção, na tentativa de disfarçar o erro. Antes isso havia acontecido com o mexicano Chevrolet Aveo, em 2017. 

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

FIAT 500X GANHA PONTUAÇÃO MÁXIMA NO LATIN NCAP


Nascido em 1957, o Fiat 500 literalmente motorizou a Europa nos anos 60. Para se ter ideia do seu sucesso, foi produzido ininterruptamente até 1975 e voltou, revisitado em suas linhas básicas, em 2008; nascia assim o “novo” Fiat 500, com mesmo nome e o charme do design de seu antecessor. O êxito nas vendas se repetiu no velho continente e mundo afora. Nos dias atuais, o Fiat 500X acaba de ser consagrado com pontuação máxima no Latin NCAP.

O estande da Fiat presta merecida homenagem ao icônico modelo, mostrando ao público nada menos que três versões, cada qual com sua incrível história e importância. O mais simpático é o vintage ano 1969 equipado com mala externa e em perfeitas condições de uso. Honrando a história do Fiat 500, outros dois modelos atuais compõe o estande da Fiat no Salão do Automóvel, o mais importante evento do setor automotivo na América Latina: um Fiat 500 Sport e o novo Fiat 500X.

Fiat 500X Cross
Aliada a novidade natural que o modelo desempenha no Brasil, o Fiat 500X traz um predicado importante e muito atualizado para o Salão, pois acaba de receber 5 estrelas no teste do Latin NCAP, pontuação máxima em termos de segurança. Após análise do consagrado e independente Instituto, o Fiat 500X recebeu 5 estrelas em Proteção Adulto, com 32,5 pontos obtidos (em um total possível de 34), e 5 estrelas em Proteção Criança, conquistando 43,1 pontos (49 no total), garantindo o título de segurança máxima na categoria. Vale destacar que o Fiat 500X foi além, conquistando ainda uma premiação extra graças ao AEB (Autonomous Emergency Braking).

O Fiat 500X é produzido na Itália (Planta de Melfi) e comercializado na Argentina, Uruguai, Chile, Costa Rica, Colômbia e Equador. O modelo chega ao estande da Fiat com a expectativa de testar a aceitação do público brasileiro e a possibilidade de ser importado, dependendo dos fatores econômicos futuros.  

Por dentro oferece muita funcionalidade, segurança e conforto. Traz de série, por exemplo, volante em couro multifuncional, sistema UConnect de 7 polegadas, quadro de instrumentos em TFT de 3,5 polegadas, direção elétrica dual drive, ar-condicionado automático dual zone, piloto automático, sensor de estacionamento, Start & Stop, 6 airbags, Hill Holder, TPMS (Sistema de monitoramento pressão dos pneus) e freio de estacionamento elétrico. Além disso, o modelo é o único carro de seu segmento que oferece de série o sistema de reconhecimento de sinais de trânsito, aviso de velocidade e Lane Assist (aviso cruzamento de faixas).

Por fora, traz ainda rodas de liga 17'', câmera de ré, retrovisores externos
eletricamente ajustáveis, faróis full LED e luzes traseiras também em LED, que garantem até 20% mais brilho e economia de energia de 66% em comparação aos faróis de halogênio.

Equipado com motor Fire 1.4 16V de 100cv, a versão foi projetada para realçar a originalidade e, ao mesmo tempo, mostrar um estilo ainda mais sofisticado e inovador. De série, traz muita tecnologia, como a central multimídia Uconnect de 7 polegadas compatível com Apple Car Play e Android Auto, volante em couro multifuncional, quadro de instrumentos em TFT 7 polegadas, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de estacionamento traseiro, retrovisores externos elétricos, direção elétrica Dual Drive e ar-condicionado automático. Conta ainda com rodas de liga de 16”, teto solar Skydome e 7 Air bags. Exteriormente, traz novos faróis com luzes de circulação diurna em LED, além de novo design de pneus.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

 
Coluna 2017 – 19.05.2017 edita@rnasser.com.br
Março, picape JAC T6 diesel
SNS, importadora da chinesa JAC Motors, anunciou em convenção de revendedores importação de picapes T6 a partir de março de 2018. Terá a configuração de agrado ao mercado: cabine dupla, tração 4x2 ou 4x4, câmbio de seis velocidades à frente, e motor diesel.

Características adicionais, com 1,83m de largura e 1,81m de altura é mais espaçoso relativamente aos concorrentes; tem maior capacidade cúbica de carga ao nível das laterais da caçamba; e maior espaço aos cinco passageiros.
É atualizado ante Isuzu/GM, Ford, Nissan, Mitsubishi - e muitos chineses, e contra destes declara tal característica, assim como menor consumo de diesel.

Olhando o passado é incontestável evolução de seus modelos anteriores, cópias de Ford F 150, de GM Isuzu, e deste há notícias de ser inspirador do desenvolvimento e produção de motor próprio pela JAC. A configuração para o mercado brasileiro está em análise de factibilidade industrial, apesar de na origem o T6 ser anunciado como de resistência superior a testes de impacto, aptidão ao uso fora de estrada, e menor consumo.

Quanto a aparência e interior, atende às exigências do comprador nacional, em sua maioria utilizando-o bestamente como urbano sedã com porta malas grande – e ocioso. Com dimensões maiores supera em porte concorrentes do segmento médio; porta itens de segurança básicos incluindo ABS de nona geração; construção da cabine declarada como dotada de grande capacidade de absorção de impactos frontais e laterais – 4 estrelas no índice CNcap; decoração automobilística; painel com tela grande, gestora das funções e da infodiversão – navegador, radio, tv, Bluetooth, conexão USB e Internet. Projeto foi desenvolvido pela JAC design, com base em Turim, Itália.

JAC quer ampliar leque de produtos, mesmo com importações limitadas ao teto de 4.800 unidades anuais para toda a marca.

Ônix e seus perigos
LatinNCAP, entidade plural dedicada a medir índices de segurança em veículos divulgou dado alarmante: o Ônix, líder de vendas Chevrolet, levou nota Zero em teste de impacto lateral a passageiro no banco frontal. Na avaliação – choque contra barreira deformável – permitiu intrusão do aríete na cabine; atingiu o peito do boneco de testes. E ocorreu o insólito: a porta traseira do lado impactado abriu. Para crianças o índice foi 3.

Proteste, associação de proteção ao consumidor, foi ao extremo: apoiada por assinaturas populares quer requerer ao Governo Federal determine suspender produção até a GM introduzir melhorias para evitar consequências tão danosas aos passageiros. E tornar os Ônix, desde o início da produção, em 2012, objeto de re call para correções – um processo mecânico muito difícil, pois a intrusão se deu por deficiência estrutural para os testes atuais, e não para os da época do projeto.

GM distribuiu nota oficial calcando no óbvio: o Ônix segue as leis do país. Adicionalmente incluiu a desnecessária informação de seus investimentos locais, como se isto  evitasse danos em acidentes.

 E ?
Resposta infeliz, com enorme repercussão negativa, tanto por conta do evento quanto consequência prevista ante as continuadas dificuldades da GM em seu relacionamento com os formadores de opinião. Mas a fabricante, em seu comunicado abre oportunidade a correção.  Ao transmitir ao governo federal a responsabilidade da ocorrência de danos pessoais como resultado de legislação leniente, pode forçar um re-estudo para atualização das regras legais sobre itens de segurança nos carros feitos no Brasil. As exigências brasileiras, leia-se sul americanas e países emergentes, são inferiores às da comunidade europeia e EUA. Alega o Proteste, o Ônix não seria aprovado por regulamento das Nações Unidas, a UN95, nem pela norma federal norte-americana.

Outro resultado positivo pode advir de tal situação: reparar se nos próximos meses suas vendas cairão. Se isto ocorrer será demonstração de mudança comportamental dos consumidores, há pouco tempo ainda optando por estofamento de couro ou som incrementado em lugar do então opcional ABS e air bags. Nesta época de Deputados querendo mostrar serviço para remover a nódoa geral sobre a classe política, baixar legislação atualizadora em segurança pode ser uma das consequências positivas.

Roda-a-Roda
Expansão – PSA – Peugeot Citroën assinou acordo com a SC Uzavtosanoat, empresa do Uzbequistão para produzir comerciais leves. Coisa pouca, 16 mil unidades em 2019, para mercado doméstico e exportações. Negócio típico de implantação: PSA entra com planos, projetos, cessões e gestão. Sócio com capital, país com incentivos e a regra de 50% de conteúdo local.

Amplo – Argo, próximo lançamento Fiat, para cumprir objetivo de conquistar clientes em várias faixas de preço, terá motores 1,0 3-cilindros – transmissão mecânica 5M; 1,3 4-cilindros – transmissão automatizada GSR 5M; e 1,8 litro EtorQ VIS com 139 cv e câmbio automático 6M.

Enfim – Citroën iniciará vender em junho seus modelos C3 e Aircross com ótima combinação mecânica: motor 1,6 litro com transmissão automática de 6 marchas. Além de conforto, troca da antiga caixa automática com 4M pelo sistema mais novo, oferece mais dinamismo e menor consumo,

Aqui – Leitor da Coluna sabia. Leu aqui há duas semana o início das vendas de tal conjunto na Argentina e a óbvia comercialização no Brasil.

Olho ... – Johannes Roscheck, novo presidente da Audi, fará périplo pelo país: conhecer a operação dos revendedores, de serviços a atendimento e vendas.

... do dono - Quer entender baixa performance, em especial quanto aos modelos de maior preço em seu processo de melhorar o rendimento da marca,

P’ra fora – Vendas domésticas em queda, fabricantes de veículos e auto peças buscam clientes de fora do país. Volkswagen e Fiat focam ampliar na América Latina, com diretorias específicas. Zen, catarinense de impulsores de partida e polias de roda livre, expôs na Automechanika, em Dubai. Quer o mundo.

Motores – VW Brasil acertou-se com similar mexicana – e exportará 250.000 motores 1,4 TSI – turbo injeção direta -, até 2020. Em alguns produtos viagem ociosa: VW mandará o motor e importará o carro por ele tracionado.

P’ra dentro – Varejo de venda de veículos mostrou índice positivo: média diária de vendas em 8.700 veículos superou abril de 2016 e março de 2017. Contra varejo não há argumentos. Índices poderiam indicar o fim da queda. Nas condições atuais qualquer aposta é nula.

Solução – Inspeção Veicular, necessidade premente para depurar a frota usada a partir de itens inseguros, não consegue ser implantada no Brasil, apesar de definida pelo Denatran, órgão regrador. Seu funcionamento em muito melhoraria o trânsito, reduziria acidentes e seus custos, diminuiria emissões poluentes, fomentaria venda de veículos novos.

E ? - Política ou baixa política, fato é não consegue ser tornada obrigatória, pois talvez os números ofusquem o bom senso. Multiplique os incontáveis milhões de clientes obrigatórios pelo valor de inspeção, e terá quantia provocadora.

Caminho – Pode ser seja resolvida por outra via. Nas discussões do Rota 2030, o programa industrial para a indústria automobilística tocado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a inspeção e sua função de assepcia rodoviária está presente como programa de governo.

De fora – Simpósio de Eficiência Energética, Emissões e Combustíveis, pela AEA, Associação Brasileira da Engenharia Automotiva, 7 de junho, colocou o Rota 2030 em pauta. Tema é Inovação, Sustentabilidade e Impactos na Sociedade, e especialistas nacionais e estrangeiros somarão conhecimentos e esperanças quanto à implantação da Inspeção Veicular.

Semelhança – Como são assemelhadas as posturas do presidente Donald Trump, dos EUA, e do ex-Lula da Silva no Brasil. Tratam o país como se fosse propriedade privada, atropelam as regras com postura pessoal, se dizem perseguidos, especialmente pela imprensa. Lá sedimenta caminho para um pedido de impeachment. Aqui, tudo indica, prisão.

Opção – Em cores para veículos, encerrada a ditadura do Preto e Prata, o mandão Branco já foi superado. Moda geral agora é o cinza, em cabelos, decoração de ambientes e carros. É a mais vendida entre os Ford europeus e deve ter destaque no novo EcoSport.

Origem – Surgido na Índia como carro para países emergentes, e no Continente fabricado pela Toyota no Brasil, o Etios usa motores de 1,3 e 1,5 litro. É correto em pretensões – e manso de comportamento.

Tempero - Inquietos irmãos Alejandro e Marcos Galanti, pilotos de rallye, convenceram Toyota del Paraguay fazer o Etios mais rápido do mundo e competir na Categoria Rallye 5. A francesa AD Competition fez.

Futuro - Ajeitou a mecânica, aplicou motor 1,8 do cupê Celica, extremamente desenvolvido, gerando 315 cv. Atingiram o objetivo. Toyota não o fará, mas a aventura paraguaia exibe casamento factível em ponto menor, Etios com motor Corolla. Seria o up! TSI da Toyota.

Constatação – Esportivos de ponta são normalmente carros infelizes. Pouco usados, largados em garagens, óleos se degradam, pneus se deformam. Anos depois, vendidos como brinquedo envelhecido, no usual registram baixíssima quilometragem, e motores com pouca saúde.

Insólito – Revista inglesa Autocar localizou exceção, Lamborghini Murciélago, 2009, 420 mil km (!) de uso sofrido em locadora de esportivos. Sob motoristas buscando sensações, embreagem dura 30 mil km; pneus, um mês. Talvez o Lambo mais rodado no mundo, mecânica está surpreendentemente sadia.

Gente – Giancarlo Annoni, 82, engenheiro, agora Cavaliere – Mérito do Trabalho -, na Itália. OOOO Foi o último engenheiro da Alfa Romeo residente no Brasil, no desenvolvimento e produção do AR 2300. OOOO Fernão         Silveira, ex Dow Chemical, novo cep. OOOO Diretor de Relações Corporativas na Ford. OOOO Aposta ousada: implantar relacionamento com novos públicos, distantes do automóvel. OOOO

Novo up! surpreende
Mais conectado, tecnológico e esportivo: com novo design, novo painel e sistema de som Composition Phone, permitindo conectar o veículo ao smartphone. Assim é o VW novo up!, revolucionário em segurança, eficiência energética e design no Brasil.

Linha 2018 exibe a nova linguagem global de estilo da Volkswagen, jovial e esportiva, e traz tecnologias e equipamentos inéditos no segmento, apenas empregados em veículos de maior porte e preço. 

Faróis de neblina com luz de conversão estática (cornering light), sensores de chuva e de luminosidade (crepuscular), suporte para celular, e o aplicativo exclusivo “maps + more” desenvolvido pela Volkswagen  possibilita monitorar as principais funções do veículo por meio do Smartphone.

Marca a modelia 2018 painel totalmente novo: do instrumento combinado maior e o acabamento refinado ao volante multifuncional de estilo global e a iluminação de ambiente (recurso inédito na categoria). Na prática um interior mais refinado.

Mantendo a vanguarda técnica oferece duas opções de motorização 1.0 de três cilindros: a MPI de até 82 cv (câmbio manual de cinco marchas ou transmissão automatizada I-Motion) e a TSI  de até 105 cv (câmbio manual de cinco marchas).


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Sensacionalismo barato

Alta Roda nº 941/29130– 18 023– 0oda nº852/0511508– 2oda nº851/2017

Fernando Calmon
Fica difícil de acreditar que o Latin NCAP continue a ignorar a diferença entre apontar falhas de segurança em testes de colisão e lançar confusão e dúvida em razão de protocolos de testes malfeitos. O objetivo da organização parece ser o confronto, em busca de fama, sem construir base propositiva adequada à realidade da região. 

São incomparáveis os esquemas técnicos montados pelo Euro NCAP e sua improvisada contraparte latino-americana. A União Europeia (UE) sem fronteiras obrigou a unificação de exigências de segurança, apesar de diferenças de padrão de riqueza entre seus membros, que antes resultavam em carros ocidentais muito mais seguros que os orientais. Foi um longo caminho de adaptação e conflitos resolvidos pelo diálogo. 

O Brasil não tem fronteiras livres com todos os seus vizinhos nem moeda única nem livre mercado como na UE. Mas o Latin NCAP escolheu a picape Ford Ranger básica, vendida na Colômbia, para “punir” o fabricante que nem comercializa aquela versão no Brasil. Os Nissan March fabricados aqui e no México são iguais, mas a confusão formada por protocolos mudados, sob escassa discussão prévia com fabricantes, provoca dúvidas no consumidor e a perda de “estrelas”. Simplificando: a temperatura é a mesma, mas o termômetro, diferente. 

Como se faz na EU? Simplesmente não se submete a testes o mesmo carro com protocolos diferentes antes de seis anos. Em abril do ano passado, o Euro NCAP criou um mecanismo chamado Dual Rating (em português, Dupla Classificação). Lá continuam colisões de modelos básicos de cada marca. Mas o fabricante pode patrocinar outra rodada de testes com equipamentos de segurança adicionais e conseguir galgar uma ou duas estrelas extras. 

Segundo a própria entidade europeia, esse sistema “permite gradualidade nas opções de compra, mantendo carros a preços acessíveis (grifo da Coluna), mas ao mesmo tempo dando oportunidade aos consumidores de obter importantes tecnologias de segurança”. Isso ocorre porque o custo alto da proteção adicional é insuportável para todos os consumidores. E ocorre em zona econômica de alto poder aquisitivo ante o Brasil e vizinhos. 

Essa possibilidade, pelas regras da Latin NCAP, não melhoraria a nota zero do Onix na proteção do passageiro adulto, mas talvez mudasse as três estrelas para passageiro infantil. Em outros casos, como do Peugeot 208, poderia fazer diferença, pois 90% dos modelos são comercializados com airbags laterais. O Euro NCAP, por exemplo, faz testes de bancos infantis à parte, diferentemente da forma mal executada nesta região. 

O Latin NCAP costuma dramatizar seus relatórios com frases apelativas como “grande desilusão” ou “ficamos decepcionados”. Sua associada local, Proteste, propõe recall para retirar de circulação modelos reprovados no teste de colisão em laboratório. Trata-se apenas de sensacionalismo barato e sem previsão em qualquer legislação no mundo. 

O Brasil, no entanto, avança, apesar de piruetas técnicas daquela “brilhante” entidade. A norma NBR 16204 regulamenta teste de colisão lateral nos veículos e entra em vigor em 16 de agosto de 2018. Entretanto, exigirá ainda regulamentação pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). 

RODA VIVA

ENQUANTO em países centrais 95% dos carros ao final de vida são reciclados, aqui mal chegam a 1,5%. Pensando que um dia esse cenário pode mudar, a siderúrgica Gerdau criou sete estações móveis de reciclagem para automóveis, motos e caminhões. Antes de encaminhar as estruturas metálicas para o triturador, há completa descontaminação ambiental das carcaças. 

RECÉM-APOSENTADO Ed Welburn, um dos mais famosos chefes de estilo da GM, recebeu algumas condecorações. Em entrevista à Car and Driver destacou o Cadillac CTS-V Coupé como seu favorito. Sem identificar o modelo, apontou um em que frente, laterais e traseira pouco se entendiam e a grade frontal parecia com a cara do Darth Vader. Desconfia-se do Pontiac Aztec. 

COROLLA ALTIS se destaca pelo acabamento, espaço interno, solidez e um câmbio CVT que simula troca de sete marchas ao apertar firme o acelerador. Faltou modernizar o painel. Sistema de projeção de velocidade no para-brisa tem aspecto improvisado. Versão esportivada XRS merecia, pelo menos, rodas de aro 18, embora as de aro 17 tenham bonito desenho. 

RESSALVA: Na coluna da semana passada, vendas de veículos acumulados no primeiro quadrimestre de 2017 sobre igual período de 2016 tiveram queda de apenas 2,4%. O recuo de 17% se deu na comparação entre abril e março deste ano em razão de menos dias úteis do mês passado. Provavelmente em maio a base comparativa acumulada seja zerada. 

SEGUNDO a Procondutor, especializada no mercado de educação de trânsito e cursos de educação digital, são alarmantes os números de flagrantes em todo o País de motoristas dirigindo sem carteira de habilitação. Isso aliado à má formação teórica e prática colabora para o quadro péssimo de acidentes em 90% das vezes causados por imperícia, imprudência e negligência. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2
                                                                                                                              


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 4516 - 04.11.2016 - edita@rnasser.com.br

Papo de picape
Novo Amarok – motor V6 só em junho

Volkswagen apresentou na Argentina, onde o produz, picape Amarok 2017. Nada de mudanças intensivas, esperadas a produto com seis anos de mercado, mas retoques importantes em grupos selecionados. Agiu com sensibilidade, falando aos sentidos do comprador.

Mudou a estética frontal e grupo óptico, atualizando o visual; incrementou o interior, em especial os bancos, saudados por associação médica, e foi-se a demanda não automobilística, para firulas de condução, o infodivertimento – a agregação de itens incrementadores do conforto de comunicação.

Motor ?
Frustrou quem esperava salto de rendimento, ou o se isolar em superior patamar de maior performance. O previsto e poderoso motor V6 deslocando 3 litros, foi adiado. Aparentemente questões comerciais, dividir as novidades, instigando vendas sobre as modificações atuais, e criando nova provocação com a opção do motor V6 ao meado do ano.
Leque
Amplas possibilidades. Versões com cabine simples e dupla; tração em duas ou quatro rodas; motor L4, 2,0 litros, com um ou dois turbos, produzido 140 cv e 180 cv; transmissões mecânica seis velocidades e automática com oito.

Toyota e a Prova do Alce

Manobra europeia, simular súbito aparecimento de um alce na pista, exigindo forte golpe de direção para desviar do cervídeo e retomar curso, viraliza nas redes sociais, tornando conhecida a revista sueca Teknikens Varld. Realizou o teste com vários picapes. Outros passaram sem susto, mas o Toyota Hilux tirou duas rodas do chão, exigindo correção para evitar capotagem. Alarmou proprietários. 

Toyota argentina, fabricante do modelo enviado ao Brasil, mercado maior, divulgou comunicado curto e grosso, mas faltou objetividade e compromisso, importante na relação de confiança exigida entre fornecedor e consumidor. Disse“Toyota aplica suas próprias normas de segurança estritas para todos seus produtos e Hilux cumpre com estas normas. Não obstante, para garantir ainda mais a segurança de nossos clientes, levaremos a cabo uma análise exaustiva da prova realizada pela revista Teknikens Varld. Na Toyota a segurança de nossos clientes é nossa principal prioridade.”

Mercedes, hora do picape Premium
Como a Coluna informou com antecipação mundial, Mercedes-Benz fará um picape na Argentina. Explicou também, produto decorre de colaboração com a Nissan e a Renault. Na velha fábrica de produtos Willys-Overland, em Córdoba, Renault cedeu área e Nissan produzirá a estrutura básica do chassis em escada e seus agregados. Muita identidade mecânica entre Nissan e Renault, e personalização para os Mercedes.

Tomou caminho natural da marca: competência de engenharia, imagem secular de confiável sobriedade, e seu diferencial maior, a sensação de superioridade de seus proprietários. Na prática intenta oferecer a confiabilidade intrínseca à marca com a segurança de comportamento e o conforto. Não quer descer ao padrão usual dos picapes, mas elevar seus usuários à composição de conforto e ao rótulo de Premium, agora exclusividade da marca.

A postura de levar a superior imagem de automóvel ao picape fará mixar partes com automóvel Classe C e utilitários, como o sistema de infodiversão, os bancos elaborados, o interior cuidado em detalhes.

Motorização por V6 diesel com tração permanente nas 4 rodas,redução e dois bloqueios de diferencial. Enquadrado na legislação brasileira, 1,1 t de carga e de tração de 3,5 t.

História – Picape Mercedes-Benz pode ser fato insólito em todo o mundo – menos na Argentina. Marca já o fez para compatibilizar pretensões de vendas e a legislação local, permitindo liberdades de conteúdo para veículos de trabalho. Ao início dos anos ’50 cometeu algumas unidades de picape e de furgão a partir do sedã 170. Anos ’70 a licença alcançou em torno de 1.000 unidades sobre a série W 114, em versão picape, curiosamente elegante, e cabine dupla, dita Rural, um trubuçú estético. Motores 2.200 cm3, 4 cilindros a gasolina ou diesel.

Roda-a-Roda
Tesla – Atrevido fabricante de carros elétricos nos EUA, Tesla busca vender no Brasil. Estará apresentando produto e revendedor no Salão do Automóvel.

Pressão – Cobrança da Latin NCAP, entidade privada voltada à segurança dos automóveis na América Latina, fez Nissan anunciar fim da produção do modelo Tsuru. Maio. Em testes de choque teve Zero Estrela – mataria os ocupantes.

Pressa – Hyundai anunciou novidades para o utilitário esportivo Creta, de produção iniciada em Piracicaba e apresentação ao Salão do Automóvel, novembro 10 a 20. Além do divulgado motor 1,6 aplicado no HB20, terá um 2,0. Ambos com variadores de abertura de válvulas para admissão e escapamento.

Treinamento – Nissan demorou auditar processo de produção do crossover Kicks na fábrica de Resende para fim do primeiro semestre de 2017. Partes da carroceria importadas do México servem para testar processo, regulagem dos equipamentos, afinação da mão de obra.

Prazo – Questões paralelas atrasaram início de produção. O Kicks utilizará novo motor Renault 1,6 brasileiro, substituindo o Nissan de idêntica cilindrada – como Coluna antecipou mundialmente. A produção dos motores pela associada atrasou.

Re-call – Defeitos na fornecedora Takata de air bags fez Toyota promover chamada de re-call em 300 mil unidades de seus produtos Corolla, Ethios e Prius. Fornecedor global, problemas mundiais: se inflado pode disparar partes metálicas contra o usuário.

Enfim – Multa séria para usuários de celular, falando, ouvindo, passando mensagem ou apenas olhando ou segurando: R$ 293,47 e sete pontos lançados na Carteira de Habilitação. É pouco. Motorista irresponsável usando celular enquanto dirige é hoje o maior causador de acidentes no trânsito.

Mais – Solução homeopática. Brasil precisa rever leis e processo, e a aplicação do conceito de acidente, evento imprevisível, a todos resultados mesmo se causados por motoristas despreparados, sob efeito de bebida, remédio, e /o tóxico. Você conhece algum atropelador preso ?

Mercado – Ano automobilístico de 2016 no Brasil indicará mais queda, compressão do mercado, ociosidade das montadoras. E mais de 100 lançamentos.

Ocasião – Se você quer fazer economia, hora de negociar, em especial com marcas estrangeiras. Algumas ainda vendem veículos com o carimbo de 2015 – e são flexíveis para limpar o pátio.

Carteira – Provocado por decisão judicial suspendendo a apreensão de ciclomotores conduzidos por usuários sem ACC – Autorização para Conduzir Ciclomotor -, governo federal correu e regulamentou a matéria.

Exigência – Agora, para conduzir veículos com motor interior a 50 cm3 de cilindrada ou por tração elétrica, será necessária a ACC ou Carteira Nacional de Habilitação Categoria A. Há necessidade de curso e custos.

Retífica RN – Coluna 4416 informou motor do GM Tracker 2017 como 1,5 turbo. Digitação enganosa. É 1,4 litro, turbo alimentado.

Mais economia e ecologia no Renegade 2017
Salão do Automóvel edição 2014 Sérgio Ferreira de volta à Chrysler/Jeep como diretor geral, apresentou o Jeep Renegade, características, versões, e o indicou como futuro líder do segmento. Parecia entusiasmo de vendedor, mas transformou-se em verdade numérica, com o menor dos Jeeps cumprindo brilhante campanha de vendas, alternando a liderança do segmento.

Está integrado à aura da família, por si só surpresa mundial, com números de vendas e lucros superiores a cada trimestre. O Renegade é produto mundial, feito no Brasil, Itália e China.

Tem amplo leque de versões. De motor 1,8 flex, transmissão mecânica ou automática; e diesel 2,0 caixa automática com 9 marchas, tração nas 4 rodas, marcha reduzida, maior altura livre do solo. 

Mais
Para 2017 Jeep criou versão Limited, superior às versões tracionadas por motor flex. Será identificada pela grade frontal prateada, valorizando o padrão de decoração. As versões flex são as mais vendidas.

Foca em economia e ecologia. Inicia com os pneus verdes, de menor resistência à rolagem, sem prejudicar aderência e distância de frenagem, auxiliando reduzir o consumo de combustível. Mesmo objetivo, o equipamento Stop/Start desliga o motor nas paradas, poupando combustível, reduzindo emissões poluentes. Ponto superior, para todas as versões flex, motor 1,8 adota o sistema VIS – Variable Intake System – coletor de admissão variável, elevando a potência a 135/139 cv e torque de 18,8 m-kgf, surgindo 80% abaixo de 2.000 rpm. Na prática, sensação de mais força em rotações inferiores, permitindo menos reduções.Na evolução suprimiu-se o tanquinho de gasolina para a partida.