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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Toyota Etios amplia proteção para crianças


O Etios, compacto de entrada da Toyota, está ainda mais seguro. É o que atesta o resultado divulgado hoje pelo Latin NCAP, braço do renomado programa Global NCAP e responsável por promover testes de segurança de automóveis comercializados na América Latina.

O novo teste de colisão, realizado sob o protocolo Latin NCAP atual com padrões de segurança ainda mais rigorosos, ampliou a nota de proteção para crianças, passando de duas para quatro estrelas (de cinco possíveis) e renovou a certificação de quatro estrelas (também de cinco possíveis) para adultos. Este resultado faz do Etios o mais seguro em seu segmento e reforça o compromisso da Toyota em produzir carros cada vez melhores.

A nova nota de segurança para crianças foi possível devido à orientação da Toyota de instalação de cadeirinhas voltadas para trás. Quando instaladas nessa posição, utilizando ancoragem ISOFIX e sistema que minimiza a rotação da mesma, as cadeirinhas proporcionam proteção ideal para a cabeça e tórax da criança em casos de colisão frontal/lateral.

Para reforçar o quesito segurança, desde o lançamento da linha 2019, todas as versões do Etios contam com Controle de Estabilidade (VSC), Controle de Tração (TRC), Assistente de Subida em Rampa (HAC), airbagfrontal duplo, sistema de frenagem com ABS e EBD, e carroceria com deformação progressiva.

A família Etios está hoje disponível no mercado brasileiro nas versões hatch X e X Plus, com motorização de 1.3L e 1.5L, respectivamente, e sedã X e X Plus, ambas com motorização 1.5L, com transmissão manual de seis velocidades, ou automática de quatro velocidades.

Presente no mercado nacional desde 2012, o compacto Etios supera 568 mil unidades produzidas nacionalmente na unidade de Sorocaba, localizada no interior de São Paulo. Deste total, cerca de 70% foi destinado ao mercado interno e o restante direcionado para exportação. Hoje, o Etios fabricado no Brasil é exportado para a Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, Costa Rica e Honduras

sábado, 26 de janeiro de 2019

RECALL:Toyota, modelos Corolla, Fielder, Etios, Hilux e SW4

Toyota chama seus clientes para substutuição do Deflagador da bolsa do air bag
Defeito apresentado: No decorrer de uma investigação realizada pelo fornecedor, no Japão, na peça denominada “deflagrador” que integra o sistema de airbag do lado esquerdo (lado do motorista) e/ou do lado direito (lado do passageiro) dos veículos em questão, constatou-se a degradação da substância propelente do deflagrador após longos períodos de exposição dos veículos a altas temperaturas ou grandes variações de temperatura ou mesmo alta umidade relativa do ar.

Este fato torna o deflagrador mais suscetível de deflagrar-se inadequadamente no caso de colisão do veículo, o que pode provocar a ruptura da carcaça do deflagrador com a dispersão de fragmentos metálicos juntamente com a bolsa do airbag.

Riscos e implicações: Danos materiais e lesões físicas graves ou até mesmo fatais ao motorista, ao passageiro e aos demais ocupantes do veículo no caso de colisão frontal com a deflagração inadequada da bolsa do airbag.

Medidas corretivas: A partir de 28/01/2019, a Toyota substituirá o deflagrador da bolsa do airbag do lado do motorista e/ou passageiro.

Locais de atendimento e agendamento: Os proprietários deverão entrar em contato com a Rede de Concessionárias Autorizadas Toyota, para agendamento prévio. A relação de concessionárias autorizadas para atendimento está disponível nos sites http://www.toyota.com.br

Modelo
Airbag envolvido
Data de fabricação
Chassis envolvidos
Código alfanumérico
Últimos 8 dígitos do chassi
HILUX
Motorista
02/01/2015 à 09/10/2015
8AJDY22G*
F7007651 à F7010233
8AJEX32G*
F4039751 à F4040512
8AJEX39G*
F3001418 à F3004319
8AJFX22G*
F6005170 à F6005183
8AJFX29G*
F6607506 à F6609485
8AJFY22G*
F8020976 à F8028378
8AJFY29G*
F8580373 à F8593513
SW4
Motorista
02/01/2015 à 26/09/2015
8AJYY59G*
F6529299 à F6533154
8AJZX62G*
F5008357 à F5011519



COROLLA
Motorista
12/01/2015 à 24/02/2017
9BRBD3HE*
F0250222 à H0346194
9BRBDWHE*
F0250219 à H0346204
9BRBLWHE*
F0022220 à H0104445
Passageiro
31/05/2002 à 12/02/2008
9BR53ZEC*
38500021 à 88714544
15/01/2014 à 14/02/2014
9BRBD48E*
E2642174 à E2645306
9BRBL42E*
E4789171 à E4789171
FIELDER
Passageiro
06/04/2004 à 17/07/2008
9BR72ZEC*
58546105 à 88716911

ETIOS (HATCH/SEDAN)

Motorista
12/01/2015 à 22/03/2017
9BRB29BT*
F2069073 à J2157627
9BRK19BT*
F2045057 à J2091289
9BRK29BT*
F0051748 à J0120598
Passageiro
12/01/2015 à 31/03/2017
9BRB29BT*
F2069095 à J2159198
9BRK19BT*
F2045057 à J2092024
9BRK29BT*
F0051790 à J0121630

sábado, 24 de novembro de 2018

Nakata lança amortecedores HG para Mobi, Fusion, ASX, Etios Cross e Jetta


A Nakata, fabricante de autopeças para o mercado de reposição com linhas  de componentes para undercar em veículos leves e pesados, está ampliando o portfólio de amortecedores HG para linha leve. Desta vez, lança os itens HG 33101, HG 33102 e HG 31249 para o modelo Mobi da Fiat (de abril de 2016 a 2018) e HG 33103, HG 33104 e HG 31250 são para o modelo Mobi Way (de abril de 2016 a 2018), para dianteira direita, esquerda e traseira, somente para os veículos que não usam sistema Power Shock.

Já o HG 41139 é para o Ford Fusion (de 2006 a 2012), traseiro direito e esquerdo. A Nakata apresenta também o HG 41206 para a Mitsubishi ASX (de 2010 a 2018), traseiro; HG 41209 para o Toyota Etios Cross (de 2013 a 2018), dianteiro direito e esquerdo; e o HG 41253, para o Volkswagen Jetta TSI com motor 2.0 (de 2011 a 2018), dianteiro direito e esquerdo.

Para conferir outros lançamentos, basta acessar o catálogo eletrônico wwww.catalogonakata.com.br.

sábado, 17 de novembro de 2018

Toyota inicia terceiro turno de produção nas plantas de Sorocaba e Porto Feliz


A Toyota inicia turno adicional nas plantas de Sorocaba e Porto Feliz, ambas no interior de São Paulo. Divulgada em maio deste ano, a decisão amplia a capacidade de produção de 108 mil unidades para 160 mil, anualmente. Com investimento de R$ 600 milhões, 870 postos de trabalho foram criados, nas áreas de produção e manutenção.

Com seis anos, a fábrica de Sorocaba é responsável pela produção do Etios e do Yaris. Atualmente, emprega 2.841 funcionários, e reúne atributos das plantas mais modernas da Toyota em todo o mundo. 

De janeiro a setembro deste ano, foram produzidas 66.647 unidades do Etios nas versões hatchback e sedã, sendo que 28.286 foram exportadas para países da América Latina. O modelo
Yaris, também fabricado em Sorocaba, chegou a um total de 22.728 unidades produzidas (entre hatch e sedã), sendo que 2.112 tiveram como destino a Argentina.

A fábrica de Porto Feliz é a primeira da marca a produzir motores em toda a América Latina e Caribe. 

Há pouco mais de dois anos, a unidade é responsável pela fabricação dos propulsores flex fuel e a gasolina, Dual VVTi, de 1.3L e 1.5L, que equipam o compacto Etios, comercializados no Brasil e em diversos países latinos.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Toyota comemora 500 mil Etios produzidos no Brasil


A Toyota do Brasil celebra neste mês de maio a produção de 500 mil unidades do compacto Etios, feito na planta da fabricante em Sorocaba, localizada no interior de São Paulo. O importante marco acontece no mesmo ano em que a Toyota completa seis décadas de atividade no País, e comprova o reconhecimento de Qualidade, Durabilidade e Confiabilidade que o Etios conquistou ao longo de seis anos de presença no mercado nacional.

A unidade comemorativa, que saiu da linha de montagem em 4 de maio, é um Etios hatch XLS de cor prata. O modelo foi exibido aos colaboradores em cerimônia realizada, na planta de Sorocaba. Na ocasião, estiveram presentes Steve St.Angelo, CEO da Toyota para América Latina e Caribe e Chairman da Toyota do Brasil, Argentina e Venezuela e Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil e da Venezuela, dentre outros executivos da companhia.

O Etios tornou-se o carro mais vendido pela Toyota no Brasil em 2017. No ano passado, o modelo superou a marca de 70 mil unidades (somando as duas opções de carrocerias) vendidas no território nacional, atingindo sua melhor performance desde que foi lançado no País.

Além do mercado interno, o Etios brasileiro também é comercializado na Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, Costa Rica e Honduras. Do total de unidades produzidas do modelo em Sorocaba no ano passado, cerca de 35%, foi destinada à exportação para esses mercados.

Desde seu lançamento, a família Etios vivenciou uma rápida evolução, respondendo à voz dos seus consumidores.

Em setembro de 2013, um ano após seu lançamento, o interior do Etios ganhou novo aspecto interno com o painel Total Black a partir da versão de entrada X, equipada com ar condicionado, vidros e travas elétricas de série.

No primeiro semestre de 2014, a versão Platinum foi agregada ao portfólio, trazendo um acabamento interno ainda mais requintado, bancos em padrão couro, design exclusivo das rodas e novos equipamentos como o sensor de estacionamento.

Pouco tempo depois, já na linha Etios 2015, a versão Platinum ganhou central multimídia com câmera de ré, navegador GPS, leitor de DVD e TV digital, além de regulagem de altura para os bancos, alertas sonoros de faróis acesos e portas abertas, novo indicador de combustível, entre outras novidades. Todas as demais versões também passaram por melhorias substanciais e receberam mais itens de conforto e conveniência. No início do segundo semestre de 2015, a Toyota lançou a linha Etios 2016 com novo sistema multimídia para as versões XLS e Cross.

O Etios 2017, lançado em abril de 2016, também recebeu melhorias na família de motores 1.3 e 1.5 litro Dual VVT-i, que passaram a ser produzidos no Brasil, na fábrica de Porto Feliz (SP), nova transmissão manual de seis velocidades, painel de instrumentos digital TFT com visor de 4.2 polegadas – o Toyota Smart Screen –, único no segmento de carros compactos, mais equipamentos de série em todas as versões, melhoria no isolamento acústico, suspensão e direção elétrica recalibradas e padronagem inédita no acabamento interno. O grande diferencial, no entanto, foi a adoção da transmissão automática para todas as versões, tantohatchback quanto sedã.

No início do ano passado, a Toyota lançou a linha 2018 com desenho renovado, presente até então somente nas versões Platinum e na série limitada Ready. Este foi um dos trabalhos desenvolvidos localmente no novo centro de design brasileiro da marca, na planta de São Bernardo do Campo (SP), inaugurado em agosto de 2016.

A linha 2019, disponível ao público desde março deste ano, manteve a evolução progressiva da gama e passou a ofertar controle de estabilidade, tração e assistente de subida em rampa. Foi a partir dessa atualização que a versão XS virou X-Plus e ganhou novos itens, enquanto a X-STD, focada em vendas diretas, fez sua estreia no portfólio Etios.

Atualmente, a gama Etios conta com 14 versões disponíveis entre as carrocerias hatch e sedã, conforme segue abaixo:

Modelo
Versão
Toyota Etios
hatchback 2019
X-STD manual
X 1.3L 16V manual
X 1.3L 16V automático
X-Plus 1.5L 16V manual
X-Plus 1.5L 16V automático
XLS 1.5L 16V automático
Platinum 1.5L 16V automático
Toyota Etios
sedã 2019
X-STD manual
X 1.5L 16V manual
X 1.5L 16V automático
X-Plus 1.5L 16V manual
X-Plus 1.5L 16V automático
XLS 1.5L 16V automático
Platinum 1.5L 16V automático


Inaugurada em setembro de 2012 para produzir o Etios, a fábrica da Toyota em Sorocaba foi construída totalmente sob o conceito Ecofactory, o mesmo utilizado pela matriz da Toyota no Japão, com o objetivo de reduzir continuamente a emissão de resíduos, compostos orgânicos voláteis e emissões de CO2. Outro aspecto importante adotado na unidade é a reutilização das águas pluviais e o aproveitamento da energia solar.

Com capacidade produtiva inicial de 74 mil unidades anuais, a planta de Sorocaba recebeu investimento de R$ 100 milhões em 2015, quando foi ampliada para produzir, a partir do ano seguinte, 108 mil Etios por ano. Em setembro do ano passado, a planta recebeu novo aporte de R$ 1 bilhão para adequação das linhas visando a produção do compacto premium Yaris, que será lançado no próximo mês. Quando operar em três turnos, a partir de novembro deste ano, combinando os dois produtos, a planta de Sorocaba alcançará a produção de 160 mil unidades por ano.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Argo redime a Fiat

Alta Roda nº 944/29430– 08 023– 0oda nº852/0611508– 2oda nº851/2017

Fernando Calmon
Se os hatches compactos ainda representam de longe a preferência dos brasileiros, apesar de todos os avanços dos SUVs e crossovers, o ano de 2017 ficará caracterizado pela renovação e atualização tecnológica dos projetos em nível poucas vezes visto na história da indústria. O primeiro a chegar é o Fiat Argo, cujas vendas já se iniciaram, enquanto o novo Polo vai demorar um pouco mais (ver abaixo). 

Apesar de o novo compacto não se enquadrar como projeto mundial, o trabalho de desenvolvimento feito em Betim (MG) mostra-se bastante competente. Sua arquitetura básica é a do Punto, o qual substitui, mas com grau de refinamento superior. Isso aparece de forma conspícua desde o estilo bem atraente (basta notar o formato na parte central superior do para-brisa), um interior de características inéditas na marca, os cuidados com as guarnições de portas para garantir seu fechamento com um quê de qualidade e até pormenores como iluminação na região dos pés do motorista. 

Oferecer três opções de motor – 1 litro tricilindro (72/77 cv) e dois quadricilindros de 1,3 litro (101/109 cv) e 1,75 litro (135/139 cv) – e três opções de câmbio – manual e automatizado de cinco marchas, além de um automático moderno de seis marchas – demonstra que a Fiat decidiu cercar a gama de concorrentes diretos. Estes incluem Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Ford Ka, VW Gol, Renault Sandero, Toyota Etios, Peugeot 208 e Citroën C3 na ordem dos mais vendidos no mês passado. São três as versões – Drive, Precision e HGT – cujos preços, sem incluir opcionais, vão de R$ 46.800 a 70.600. 

O Argo significa uma guinada no conceito comum na marca italiana de baixar preço a qualquer preço (trocadilho à margem). Nada de economizar em revestimentos baratos, saídas de ar do painel descuidadas, plásticos com rebarbas, tela multimídia (no caso, de sete polegadas, formato de tablete e alta definição) ou sonegar engates Isofix para bancos infantis. 

Única opção estranha é o volante com regulagem de altura e distância nas versões mais caras e só em altura nas mais baratas. Faróis mais eficientes e sistema apurado de áudio indicam os objetivos buscados. 

Espaço interno equivale ao do Onix, com vantagem de 7% no porta-malas de 300 litros (no rival, 280 litros) Seu desempenho dinâmico se destacou na avaliação inicial, em particular com o motor mais potente. O de 1,3 litro se ressente de falta de torque para seus 1.148 kg em ordem de marcha. Já o de 1 litro nem estava disponível no lançamento, pressupondo que deixa a desejar. 

Comportamento em curvas exemplar, embora o HGT estivesse com pneus mais largos opcionais. À posição de dirigir, bem melhor que em outros Fiat (volante menos inclinado e mais baixo), soma-se resposta direcional progressiva e precisa. Persiste, porém, curso do acelerador longo demais. Caixa de câmbio automática trabalha sem hesitações ou trancos. Até a regulagem do encosto dos bancos dianteiros, por botão giratório, foge de padrões franciscanos da marca. 

Fiat espera vender 6.000 Argo por mês que, se somados aos 9.000 de Uno, Mobi e Palio juntos, lhe dariam condições de reassumir o protagonismo perdido nos últimos dois anos de conflito entre modelos e vendas em queda. 

RODA VIVA

FINALMENTE, boas notícias no mês de maio. Pela primeira vez, desde 2014, as vendas de veículos no mercado interno reagem. Cresceram 17% em relação ao mesmo mês do ano passado e, no acumulado do ano, mais 1,6% (se considerados apenas veículos leves, + 2,3%) sobre igual período de 2016. Média de 8.900 unidades/dia contra apenas 6.700, em janeiro último. 

CARROS com motores de 1 litro subiram de 33% para 37% das vendas, sugerindo que recursos do FGTS irrigaram mesmo o mercado interno. Estoques se mantêm dentro da normalidade: 33 dias. Exportações tiveram o melhor mês da história e também no acumulado dos primeiros cinco meses do ano. Isso fez a produção crescer robustos 23% sobre o período janeiro-maio de 2016. 

MERCEDES-BENZ Classe C Sport agora é topo de linha do sedã médio-grande produzido no Brasil. Motor 2,0 turbo (245 cv; 37,7 kgfm) tem acelerações vigorosas. Novo câmbio automático de nove marchas permite respostas imediatas, além de manter velocidades de cruzeiro de 120 km/h a menos de 2.000 rpm. Gerenciamento de ruído do escapamento também encanta. Preço: R$ 241.900.

FONTES da Coluna detectaram atraso no SOP (sigla em inglês para início de produção) do novo VW Polo, em São Bernardo do Campo (SP). Passou de 1º de julho para 1º de setembro. Já SOP do sedã Virtus, de mesma arquitetura, se manteve em 1º de novembro. Início de vendas se dá, em geral, entre 60 e 90 dias depois do SOP, dependendo do ineditismo do modelo. 

DINAMARCA, país pioneiro em incentivar carros elétricos, mudou e resolveu retirar quase todos os subsídios. O resultado foi queda de 60% nas vendas no primeiro trimestre deste ano, incluídos híbridos recarregáveis em tomadas. Nada contra os elétricos, mas, quando algo dá errado, a repercussão aqui é a dos três macaquinhos: não falo, não vejo, não ouço... 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2
                                                                                                                              


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Toyota do Brasil registra recordes em participação de mercado, produção e exportação em 2016

A Toyota do Brasil alcançou em 2016 sua melhor colocação no ranking nacional de vendas e a maior participação de mercado em toda a sua história de 59 anos no País. Com 180.406 unidades comercializadas e 8,8% de market share, a fabricante terminou o ano na 5ª posição do mercado e registrou crescimento de 2,6% nas vendas em comparação a 2015.

Ao longo de 2016, a Toyota do Brasil também obteve resultados recordes em produção e exportação.

“Estou muito satisfeito com o desempenho da Toyota do Brasil, apesar da queda significativa de todo o mercado nacional. Nossa inédita participação de mercado e o aumento no volume ano a ano foram conquistados devido ao trabalho duro e desempenho do nosso time brasileiro de fornecedores e concessionárias. Eu agradeço aos clientes pela preferência e lealdade. Eu quero destacar também as melhorias que atingimos em qualidade, produtividade, gerenciamento de custos e cadeia de valor, o que contribuiu para os níveis recordes de produção, exportações e de serviços ao cliente. Continuamos comprometidos com o crescimento sustentável da operação da Toyota no Brasil, como demonstrado pelo anúncio recente de investimentos para a expansão da nossa nova fábrica de motores em Por to Feliz e a atualização contínua de nossa linha de produtos", diz Steve St.Angelo, CEO da Toyota para América Latina e Caribe e Chairman da Toyota do Brasil. 

Vendas no mercado nacional
O utilitário SW4 consolidou sua liderança na categoria de SUVs médios crescendo cerca de 40% em vendas em relação a 2015. Foram 12.175 unidades comercializadas, fechando uma participação de mercado de quase 53% no segmento.

Pela primeira vez, desde o início das vendas do modelo no Brasil, a Hilux tornou-se líder em todo o segmento de picapes médias, totalizando 33.969 unidades vendidas, cerca de 3,2% a mais que o total vendido em 2015.

O Etios manteve um bom desempenho e atingiu números recordes de produção desde que começou a ser fabricado e vendido no País, em 2012. Ao mercado nacional, foram destinadas 67.768 unidades. A evolução positiva da família Etios pode ser observada pelo aumento de market share deste produto. O modelo foi responsável por 5,8% de todas as vendas no segmento de hatches compactos (aumento de 1,6 pontos percentuais em relação a 2015). Já as vendas do Etios Sedã representaram 10,3% do total vendido na categoria de sedãs compactos (aumento de 1,1 pontos percentuais se comparado ao ano anterior).

O Corolla manteve liderança absoluta no segmento de sedãs médios. O modelo foi responsável por 48% das vendas totais na categoria. Foram 64.737 unidades comercializadas.

A Toyota foi uma das únicas fabricantes a atingir crescimento em 2016, um ano em que o mercado nacional recuou mais de 20%.

“A Toyota vem se consolidando, ao longo dos últimos seis anos, como um dos principais players do mercado brasileiro devido à sua competência tanto na força de vendas, como na produção e no atendimento diferenciado de pós-venda, resultando em um crescimento sustentável, mesmo em meio às dificuldades econômicas que o País atravessa”, diz Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil.

Híbridos
O híbrido Prius, que teve sua 4ª geração lançada no Brasil em junho de 2016, chegou à liderança do segmento de híbridos no País ao atingir 485 unidades vendidas no ano. Este total representa um aumento de aproximadamente 128% em relação a 2015. Desde que o modelo começou a ser vendido em território nacional, no início de 2013, foram vendidas 1.139 unidades.

Produção
A Toyota do Brasil encerrou o ano de 2016 com produção recorde de 175.901 unidades, um aumento de 1,1% em relação ao ano anterior.
O compacto Etios, fabricado na planta da Toyota em Sorocaba (SP), teve 93.598 unidades produzidas. O sedã médio Corolla registrou 82.303 veículos produzidos no período. 

Exportação
Em 2016, a Toyota do Brasil exportou 43.561 de seus veículos produzidos no Brasil para outros mercados da América Latina, desempenho 16% superior ao total registrado em 2015, com 37.496 unidades.


O grande destaque para a operação brasileira da Toyota no comércio internacional ao longo de 2016 foi o compacto Etios, nas carrocerias sedã e hatchback, que confirmou a boa aceitação nos seus mercados de destino (Argentina, Paraguai, Uruguai e Peru) e fechou o ano com aumento de 17,5% no total exportado, atingindo 26.424 unidades comercializadas entre os países vizinhos, contra 22.480 em 2015.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Toyota oferece descontos especiais em Vendas Diretas

A Toyota do Brasil oferece descontos especiais para veículos comercializados por meio de Vendas Diretas em todo o território nacional. A ação exclusiva tem como foco principal o público PcD (portadores de deficiência), autoescolas e taxistas e abrange modelos das linhas Etios, Corolla e o híbrido Prius.

A campanha está vigente até o dia 31 de dezembro deste ano e os descontos variam de acordo com cada produto e público, conforme detalhes abaixo:

Linha Etios
Todas as versões da linha Etios 2017 serão comercializadas para autoescolas com 10% de desconto.

Já os taxistas que possuem isenção de impostos (IPI + ICMS), poderão adquirir as versões X, XS e XLS,tanto hatchback quanto sedã, com bônus de R$ 4.000,00. Para as versões Ready e Platinum, o bônus será de R$ 2.500,00.Aos taxistas que possuem apenas alvará, a Toyota oferece um desconto de 15% em todas as versões da linha Etios 2017.

Ao público PcD, será concedido um bônus de R$ 2.500,00 nas versões X, XS e XLS com transmissão automática nas carrocerias hatchback e sedã. Para a versão sedã topo de linha Platinum, o bônus é de R$ 1.000,00.  

Vale lembrar que, de acordo com seus valores de tabela, o Etios se encaixa em todas as isenções de impostos previstas (IPI e ICMS) para o público PcD – condutores ou não condutores. Em sua versão de entrada hatchback, o Etios é hoje o carro automático mais acessível do País.

Linha Corolla
O sedã médio Corolla GLi 1.8 A/T com acabamento em tecido é uma excelente opção ao público PcD. A versão, com pintura metálica incluída, custa R$ 69.990,00, o que garante isenção de IPI e ICMS. O modelo é o único em seu segmento com valor de tabela abaixo do limite para a concessão de tais benefícios.

Já o Corolla nas versões GLi (com acabamento em padrão couro), XEi e Altis, possui desconto de R$ 5.000,00 aos taxistas e portadores de deficiência que adquirem o veículo com a isenção de IPI.

Híbrido Prius
Pioneiro em tecnologia híbrida e sucesso de vendas globais da Toyota, o Prius vem ganhando cada vez mais a atenção de motoristas e especialistas automotivos.Dentro da campanha especial de Vendas Diretas, o modelo conta com 10% de desconto na comercialização aos taxistas.


Ideal para o trânsito das grandes cidades, o Prius é hoje o veículo mais econômico do País, com dados de consumo de 18,9 Km/l, de acordo com o INMETRO. Além disso, moradores da cidade de São Paulo contam com isenção de rodízio e desconto de 50% no valor do IPVA. No estado do Rio de Janeiro, a alíquota de IPVA foi reduzida de 4% para 1,5% nos casos de carros híbridos.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Fernando Calmon - Alta Roda - Inspeção precisa voltar

Alta Roda nº 901/25130– 113– 0oda nº852/0808– 2oda nº851/2016

Fernando Calmon
A proximidade das eleições municipais em todo o País leva os candidatos a prefeito a apresentar suas propostas para ao menos mitigar, entre outros problemas graves, o de poluição atmosférica nos grandes centros urbanos. São Paulo, cidade mais populosa e com maior frota de veículos (cerca de 5,5 milhões, incluídas as motocicletas), conseguiu implantar entre 2008 e 2013 uma polêmica inspeção ambiental veicular (IAV). Houve mais erros do que acertos, porém nada justifica a falta de ação ao longo de quatro anos, além de simples encerramento do programa.

Recentemente, a capital paulista sediou o 13º Encontro de Alto Nível sobre Contaminação Atmosférica e os Desafios das Megacidades, organizado pela Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental (Aiesa). Ao contrário da Cidade do México e de Santiago do Chile, a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e seus 39 municípios não dispõem de ações diretas de controle de emissões de oxidantes fotoquímicos (geradores de ozônio ao nível do solo) e de material particulado fino (MP2,5). 

Entre as recomendações apresentadas estão o avanço da legislação de emissões em veículos novos e o combate a fraudes de motoristas de caminhões e transportadoras que anulam o sistema de reagente à base de ureia em motores a diesel modernos. Na RMSP o tráfego de veículos pesados é o mais volumoso do País e o problema tende a se agravar pois também a fiscalização em campo deve ser permanente. 

Em um cenário ideal, a sugestão da Aiesa é um programa de renovação de frota e inibir a circulação de veículos de alto potencial poluidor. A Cidade do México já estabeleceu restrições a automóveis, ônibus e caminhões de tecnologia antiga, apesar de inspeções ambientais sérias, obrigatórias e regulares existentes há décadas. 

Hoje apenas o Estado do Rio de Janeiro continua a fazer vistoria, algo bem superficial, mal controlado e a preço fora de propósito. No fundo frustra quem é obrigado a pagar e desconfia de que o problema não está sendo resolvido. Na capital de São Paulo se tentou fazer algo um pouco mais rigoroso. Começou de forma errada ao atingir carros novos com menos de três anos de uso. Sem incluir os outros municípios da RMSP, dependentes de um acordo político passando pelo governo estadual, a eficácia da IAV fica comprometida. Por isso quem estiver à frente da prefeitura paulistana em 2017 terá de tentar logo uma solução para toda a região. 

Há debates sobre IAV paga ou gratuita. Com pagamento se conseguiria algo mais sério do ponto de vista técnico, porém o eventual reembolso teria de vir diretamente dos 50% que cabem aos municípios no IPVA, pois se trata de imposto apenas sobre proprietários de veículos. Sem esta decisão transparente fica difícil defender a gratuidade. 

Com exceção de motores a diesel que exigem inspeção anual, os demais veículos leves poderiam ser checados depois de três anos de uso, entre quatro e dez anos verificados bienalmente e acima disso, anualmente, como ocorre em outros países. E o correto seria utilizar rolos dinamométricos sob as rodas motrizes que simulem condições reais de uso, uma técnica consagrada no mundo. 

RODA VIVA

TUDO indica que o mercado interno chegou ao fundo do poço, ou seja, não vai piorar mais. Nos sete primeiros meses deste ano o recuo chegou a quase 25% em relação a igual período de 2015. Até o final de 2016, Anfavea confia que os números negativos limitem-se a 19% e reação mesmo, só em 2017. Estoques totais baixaram de 39 para 37 dias em julho. 

COMO já se esperava, Onix e Prisma Joy mantiveram as mesmas linhas e ganharam alterações mecânicas já presentes na reformulação dos dois modelos recém-lançados. Passaram a ser versões de entrada, ganharam alguns equipamentos e o preço subiu para R$ 38.990 e 42.990, respectivamente. O primeiro deve representar 20% e o segundo 30% das vendas destes compactos. 

ETIOS pegou embalo graças ao novo painel, motores mais potentes e econômicos e opção, pela primeira vez, de câmbio automático. Quem compra, atualmente, modelos novos manteve o poder aquisitivo e a Toyota acredita que a versão de topo, Platinum, encontrará interessados. Fez retoques na parte frontal, incluiu novas rodas e cobra R$ 62.490 (hatch) e 65.990 (sedã). 

NISSAN faz uma aposta diferente para carros elétricos com pilha a combustível. Utiliza etanol e um reformador a bordo para gerar hidrogênio e em seguida eletricidade. Dessa forma fica longe de tomadas e baterias de baixa autonomia. Protótipo mostrado no Rio de Janeiro tem alcance de 600 quilômetros e baixíssimo custo/km. Ainda não há previsão de mercado. 

BUSCA incessante por economia de combustível levou a GM a admitir, em um seminário técnico nos EUA, que pode desenvolver uma caixa automática, do tipo CVT, para modelos pequenos. Embora nem todos gostem de certa dormência ao não sentir as passagens de marchas, parece que o pragmatismo e as leis de eficiência energética acabaram por prevalecer.


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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