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quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Coluna do FERNANDO CALMON


Fernando Calmon
Trocar de carro continua a  atrair
Faltam poucos dias para terminar o ano e o mercado de veículos leves e pesados deve crescer entre 9% e 10%, pouco abaixo das previsões de 2019 feitas em janeiro. No mês passado, as vendas caíram 4,4% ante outubro, mas essa comparação é inadequada por efeito de sazonalidades como o número de dias úteis. A referência que importa são as 12.116 unidades vendidas por dia útil em novembro. É o melhor resultado mensal desde dezembro de 2014 e ajudou a diminuir os estoques totais (em concessionárias e fabricantes) de 45 para 41 dias.


O Brasil precisará de mais três ou quatro anos de bons resultados para igualar os números de 2012/2013. Sem esquecer que as referências do passado vieram de incentivos fiscais válidos, mas não por períodos tão longos e mal-administrados. Para em 2023 o mercado voltar aos 3,8 milhões de unidades vendidas em 2012 é necessário que a demanda por veículos continue em alta e autossustentável.

Em busca de respostas, a Anfavea divulgou uma pesquisa sobre intenção de compra em 2020. O próximo ano será importante do ponto de vista econômico, pois há indicações de que o crescimento do PIB deve dobrar de 1,2% em 2019 para 2,4% ou até um pouco mais. Foram 6.727 entrevistas em todo o País agora em novembro, mas sem recortes de localização e renda dos entrevistados.

Do total, 88% afirmaram pretender trocar de carro por um novo ou usado. Entre os que não possuem automóvel a intenção de compra em 2020 atinge 93%, patamar surpreendente. Estes são os principais motivos (mais de um podia ser apontado) para a troca:

• O carro atual já está velho (35%);
• Troco o carro de tempo em tempo (34%);
• Família cresceu e preciso de mais espaço (14%);
• Vou usar para outras finalidades: aplicativo, táxi etc. (6%);
• Preciso de um carro menor (4%);
• Resolvi vender e não quero mais ter carro (1%);
• Outro motivo (17%).

Nessa pesquisa entre os que consultam anúncios de compra e venda na internet, apenas 1% não quer mais ter carro. Trata-se de um resultado surpreendente para quem acha que possuir um veículo é algo superado ou deixou de empolgar. Os motivos para não trocar de carro: 38%, situação financeira; 5%, outras formas de mobilidade; e 5%, sustentabilidade. Também perguntou por que não comprar um carro: 46%, situação financeira; 18%, outras formas de mobilidade; e 10%, usa o veículo de parentes e amigos.

A interpretação dos dados demonstra o desejo muito forte de possuir um carro. Entre as ressalvas, os entrevistados disseram que andam a pé, de trem, ônibus, metrô, moto e bicicleta, pegam caronas, apelam para carros de aplicativos/táxis ou têm apreço pelo meio ambiente para evitar a compra de um carro.

O balanço final mostra que todas as alternativas não apresentam massa crítica capaz de diminuir muito o interesse de comprar ou trocar de carro.

ALTA RODA
PRIMEIRO SUV cupê da VW se chamará Nivus, terá mesmo entre-eixos do Polo, como o T-Cross europeu (o feito aqui tem entre-eixos maior, do Virtus). Lançamento será entre março e abril de 2020. O SUV médio e a picape intermediária, ambos fabricados na Argentina, ficaram para o início de 2021 e de 2022, respectivamente.

NOVO Chevrolet Tracker, previsto para estrear em março próximo, ajudará a alavancar as exportações da marca juntamente com os novos Onix. A subsidiária mexicana deixará de exportar o Tracker e passará a receber o modelo brasileiro. Segundo Carlos Zarlenga, presidente da empresa, as exportações da GM a partir do Brasil vão crescer 35% em 2020.

RELAÇÃO entre preço e desempenho das mais atraentes no Renault Sandero R.S. Sem custar muito (RS 70.000), o modelo oferece ao motorista desempenho honesto para a proposta, ótimo comportamento em curvas, câmbio manual de seis marchas, freios bem dimensionados, bons bancos e ronco instigante do motor. Direção assistida eletro-hidráulica é precisa e rápida, mas um tanto pesada.

CHEVROLET EQUINOX ganhou motor 1,5 turbo de 172 cv (só gasolina), câmbio automático de seis marchas e assim oferece agora preço competitivo, a partir de R$ 129.990. O SUV médio destaca-se pelo bom espaço interno e porta-malas amplo (468 litros). Desempenho está entre os melhores do segmento. Versão Midnight (tudo preto) por R$ 131.990 com rodas de aro 18 pol.

CAOA CHERY crescerá em ritmo mais forte em 2020. Dos cinco lançamentos, dois serão revitalizações – Tiggo 5x e Tiggo 2 – e três totalmente novos: Tiggo 8, Arrizo 6 e outro produto não revelado que pode ficar para 2021. O grupo investirá mais no mercado de locação veicular. Por sua vez, Caoa praticamente desistiu de comprar a fábrica fechada da Ford em São Bernardo do Campo (SP).

T60 completa linha de SUVs da JAC a preço competitivo: R$ 99.990. Dimensões não estão entre as maiores do segmento, mas o motor 1,5 turbo a gasolina, 168 cv, garante bom desempenho, embora o câmbio automático CVT de seis marchas virtuais tenha limitações de praxe. Tela multimídia muito boa de 10,2 pol. Porta-malas razoável, mas longe dos 650 litros informados.

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmofernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Coluna do FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1056/356– 01/08/2019

Fernando Calmon
Dupla personalidade
A Renault deve muito ao Sandero e ao Logan seu crescimento constante até os atuais 9,1 % do mercado de automóveis e comerciais leves. A marca francesa está em quarto lugar entre as mais vendidas, com tendência a se consolidar na posição, atrás das três tradicionais Chevrolet, Volkswagen e Fiat, nessa ordem. Em 2021 espera alcançar 10%.


Ambos estrearam em 2007, o sedã em junho e o hatch em novembro, dentro do conceito cheap space: em tradução livre, espaço com preço acessível. A segunda geração chegou em novembro de 2013 e junho de 2014, respectivamente. Agora estreou revitalização, de meia geração. Enquanto Sandero e Logan receberam frente mais moderna, incluindo luzes diurnas de LED, só o hatch foi resenhado na traseira com atraentes lanternas de LED e vidro de base semielíptica, em conjunto visual bonito. 

Uma mudança mecânica, no entanto, desequilibrou a estética dos dois modelos. A grande novidade, a caixa de câmbio automática CVT, levou ao aumento da altura de rodagem para manter a distância segura do solo. Molduras em material plástico foram aplicadas às caixas de roda a fim de diminuir o vão formado. A solução ficou menos feliz no sedã do que no hatch. Compradores apreciam essa aparência, segundo pesquisa da fabricante. Rodas de liga leve de desenho elaborado ajudam na estética lateral. 

Reforços estruturais aumentaram a massa em 14 kg. Agora airbags laterais são de série, além de cinto de três pontos e apoio de cabeça para os três passageiros do banco traseiro. O ESC (controle eletrônico de estabilidade, na sigla em inglês) também é de série, porém apenas nas versões automáticas. Bancos dianteiros estão mais confortáveis, central multimídia espelha aplicativos de rotas e o volante muito bem redesenhado (até o movimento de queda-livre na regulagem de altura foi atenuado, mas não eliminado, embora continue sem ajuste de distância). Como no Kwid, vareta de sustentação do capô é por mola a gás, solução cômoda. 

O câmbio automático CTV simula seis marchas. Ficou bem melhor que o anterior automatizado e com pouco reflexo negativo em acelerações e retomadas. Pena que, por ser protuberante em relação ao câmbio manual, tenha deixado a carroceria em posição muito alta. Isso nunca é ideal para dirigibilidade direcional e em curvas, embora não chegue a comprometer a segurança. No sedã, o comportamento dinâmico é marginalmente melhor. O hatch “aventureiro” Stepway se tornou versão à parte do Sandero. Teoricamente enquadra-se como SUV por uma regra do Inmetro apenas para normatizar medições de consumo de combustível e não indicação de desempenho fora de estrada. Equívoco do instituto foi flexibilizar em demasia. Permitiu que apenas três dos seis requisitos fossem atendidos: ângulos de entrada, de saída e de transposição de rampa, mais as três distâncias livres do solo, no centro do chassi e sob os eixos dianteiro e traseiro. 

Entre as distorções aparecem casos curiosos, para dizer o mínimo. O Stepway com câmbio manual, em teoria um SUV, perde essa condição quando equipado com o automático. Estranha dupla personalidade. 

Os preços ainda são competitivos: Sandero de R$ 46.990 a R$ 65.400 (R.S., R$ 69.690); Logan de R$ 50.490 a R$ 71.090.

ALTA RODA
NISSAN praticamente confirmou que lançará no Brasil produto semelhante ao Note e-Power, líder de vendas no Japão fora da categoria de microcarros, como antecipou a coluna em novembro. Trata-se de um elétrico híbrido, ou seja, tração 100% elétrica, porém livre de fios. Motor a combustão apenas aciona um gerador, dispensando bateria cara.


KICKS é o modelo escolhido (em 2021) e o motor aqui, o atual 1,6 L flex. Com uso de etanol, terá emissão de CO2 menor em relação a elétricos convencionais que recarregam bateria com energia de fonte fóssil, mesmo parcialmente. No híbrido comum, motor elétrico é secundário e no e-Power, o principal. Esse conceito já aplicado em megacaminhões, locomotivas e submarinos. 

SEMANA de volta às aulas e vem uma dica de segurança da Alemanha para crianças e adolescentes na imediação de escolas. Dekra distribuiu quase 3 milhões de bonés desde 2004, sempre com cores vivas. Podem ser amarelos, laranja ou vermelhos, o que aumenta a percepção de movimento por parte dos motoristas. Valem ainda apliques no vestuário, calçados e mochilas. 

SUBSTITUIÇÃO de controladores semafóricos antigos por sistemas eletrônicos com inteligência pode aperfeiçoar a operação de “ondas verdes” para os motoristas. Em grandes cidades, a redução de congestionamentos alcançaria até 50%, de acordo com estimativa do especialista de trânsito Alexandre Zum. Incrível o atraso do Brasil em relação a um recurso tão óbvio. 

APLICATIVOS mais elaborados chegam ao mercado. Meu Auto coordena gama ampla de serviços ao conectar o dono do carro às oficinas. Há pré-orçamento e pagamento também on-line, no cartão de crédito em até dez vezes (com juros). Oferece visita técnica em caso de reparos elétricos e serviço leva-e-traz. Começa em São Paulo, mas se expandirá para outras cidades

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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quarta-feira, 27 de março de 2019

SANDERO, LOGAN E DUSTER TÊM NOVA CENTRAL MULTIMÍDIA COM ESPELHAMENTO DE CELULAR


Os modelos Renault Sandero, Logan e Duster acabam de receber na linha 19/20 o MEDIA Evolution, a central multimídia que agora traz tecnologia Android Auto e Apple Carplay e permite usar Spotify, Waze, Google Maps (Android Auto) e áudios de Whatsapp na tela de sete polegadas touchscreen capacitiva, com melhor precisão do toque. 

O MEDIA Evolution ainda traz as funções Bluetooth, câmera de ré, Eco Scoring e Eco Coaching – que ajudam o motorista a economizar combustível auxiliando na maneira de dirigir -, acessadas diretamente no carro.

sábado, 23 de março de 2019

Arteb lança farol máscara negra para Sandero e Logan para o mercado de reposição


A Arteb, uma das mais importantes indústrias em sistemas de iluminação para o setor automotivo com know-how em tecnologia de led, lança para o mercado de reposição farol máscara negra para os veículos Renault Sandero (2015 a 2019) e Renault Logan (2014 a 2019).

O farol máscara negra com friso cromado atende os modelos Sandero e Logan nas versões Expression e Authentique, nos lados direito e esquerdo. Para as versões do Sandero RS, GT Line e Stepway, o farol máscara negra vem com friso preto.

Os produtos estarão disponíveis no mercado de reposição a partir de março com o friso cromado e a partir de abril com friso preto.

Confira os códigos dos lançamentos:
- 160983/160984 (com friso cromado) para o Sandero e Logan nas versões Expression e Authentique
160999/161000 (com friso preto) para o Sandero RS, GT Line e Stepway

sábado, 1 de dezembro de 2018

RENAULT ALCANÇA MARCA DE 3 MILHÕES DE VEÍCULOS PRODUZIDOS NO BRASIL

No ano em que celebra 20 anos de fabricação no Brasil, a Renault alcança mais uma marca importante: a produção de 3 milhões de veículos no Complexo Ayrton Senna, no Paraná. 

A ocasião foi comemorada  com os colaboradores ao lado de toda a gama de veículos produzida pela marca atualmente no país: Kwid, Sandero, Logan, Duster, Duster Oroch, Captur e Master.

“Há 20 anos, a Renault tem apresentado uma série de veículos inovadores que conquistaram o consumidor brasileiro, o que nos permite chegar a uma marca tão expressiva quanto a fabricação de 3 milhões de veículos no país. Agradecemos a todos os colaboradores, fornecedores e concessionários que fazem ou fizeram parte dessa conquista e, em especial, aos milhões de clientes que escolheram a Renault como sua marca”, afirma Luiz Fernando Pedrucci, presidente da Renault para a América Latina.

A Curitiba Veículos de Passeio (CVP) possui capacidade produtiva de 320 mil veículos ao ano, enquanto a Curitiba Veículos Utilitários (CVU) pode fabricar até 60 mil comerciais leves anualmente. Além de abastecer o mercado nacional, os veículos da Renault também são exportados para países latino-americanos e para a África.

Neste ano, a Renault do Brasil também comemorou a produção histórica de 4 milhões de motores e de 1 milhão de unidades do Sandero, veículo mais vendido da marca no país.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

SANDERO GANHA A SÉRIE LIMITADA GT LINE 1.0


O Sandero, que acaba de completar 1 milhão de unidades produzidas no Brasil, ganha a série limitada GT Line 1.0. Com um visual esportivo, desenvolvido pelo Renault Design América Latina (RDAL) juntamente com a Renault Sport, os diferenciais estéticos ficam dessa série limitada por conta dos faróis de neblina, retrovisores elétricos com repetidores na cor dark metal, aerofólio traseiro, saias laterais, spoiler, difusor de traseiro e grade dianteira esportiva.

Por dentro, traz manopla do câmbio com detalhe em cromado, o volante revestido em couro com a
serigrafia GT Line e o teto na cor preta.

Com preço sugerido de R$ 47.990, o Sandero GT Line será limitado a 3.500 unidades. De série, ar-condicionado, sistema multimídia Media Nav com tela touchscreen de 7 polegadas com navegação GPS, rádio, conexão  Bluetooth e entrada USB, além de rodas de liga leve de 15 polegadas. Como opcionais, o modelo pode ter câmera de ré e rodas de 16 polegadas.

O Sandero GT Line é equipado com o eficiente motor 1.0 SCe de 82 cv (com etanol), que tem 90% do torque máximo (10,5 kgfm) já a 2.000 rpm graças ao duplo comando de válvulas variável.

A versão GT Line satisfaz o interesse dos clientes que procuram um veículo com visual esportivo, sem abrir mão do espaço interno e da robustez, qualidades que fazem o Sandero se destacar no mercado nacional. Um rápido passar de olhos é o suficiente para se perceber que a versão GT Line tem atributos que o diferenciam das demais versões do Sandero.

A Renault Sport é a divisão da marca voltada ao automobilismo e veículos esportivos. Foi fundada em 1976 com a fusão dos departamentos de competição da Alpine e da Gordini. Hoje é responsável por fabricar, projetar, desenvolver e comercializar uma gama completa de carros esportivos e de corrida. São três níveis de esportividade: GT Line, com mudanças estéticas; GT, além da estética, tem preparação na mecânica; e a linha R.S., que representa o máximo da esportividade, com mudanças no motor, câmbio, suspensão, entre outras, como é o caso do Sandero R.S. 2.0, fabricado no Brasil.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Meio século na estrada

Alta Roda nº 955/305 30– 24 023– 0oda nº852/0811508– 2oda nº851/2017

Dez fatos que marcaram essa jornada
Uma piada conhecida precisa ser levada com bom humor. Velhice é a fase da vida em que as pessoas descobrem já ter aprendido tudo, mas aí começam a esquecer. Aprender tudo não passa de força de expressão, mas memória falhar é inexorável. Por isso, depois de 50 anos escrevendo sobre automóveis, colocaram uma proposta a este colunista: lembrar-se de dez fatos vivenciados mais importantes. Até que ainda dá, mas é difícil elegê-los. A seguir, uma tentativa, sem colocar hierarquia factual.


1) Três lançamentos em sequência nos tempos difíceis de uma indústria jovem no País que começara em 1956. No último trimestre de 1968, surgiram Chevrolet Opala, Ford Corcel (chegou aqui antes de ser apresentado na Europa como Renault 12) e Volkswagen 1600 4-portas. 


2) Emerson Fittipaldi campeão mundial em 10 de setembro de 1972, em Monza, e a “chuva” de pequenos panfletos com a inscrição “World Champion”. Ao volante do Lotus 72D, um dos mais belos monopostos de F-1 já desenhados e sua inesquecível pintura preta e dourada. Graças a esse título construíram-se vários autódromos e o automobilismo cresceu no País. 

3) Ford T eleito Carro do Século, em 1999. Um dos ícones da chamada Indústria 2.0 (iniciada com eletricidade e linha de montagem) colocou o mundo sobre rodas e motor. Antes a Indústria 1.0 dependia de máquinas a vapor e produção desordenada. 

4) Depois da Indústria 3.0 que teve ajuda da computação e robotização, começa agora a era da Indústria 4.0. A Internet das Coisas (IoT, em inglês) está mudando os conceitos de produção seriada, em especial ritmo e customização de produtos. Sem esquecer a impressão 3D. 

5) Morte de Ayrton Senna, em Imola, em 1º de maio de 1994, ao volante do Williams FW16. Além de consternação mundial e ainda maior no Brasil, o brasileiro foi o piloto mais rápido de todos os tempos. Automobilismo aqui declinou bastante depois disso. 

6) Início da era do carro autônomo (nível 3). Pedidos do Audi A8 serão aceitos a partir de 1º de setembro próximo na Alemanha. Funções de condução autônoma serão gradualmente incorporadas à produção em 2018. 

7) Os 50 anos de fabricação contínua do Porsche 911 comemorados em 2013. Um carro esporte único por manter silhueta e arquitetura básica (motor atrás do eixo traseiro) intocadas. A potência subiu de 130 cv para 700 cv: ícone da tecnologia automobilística. 

8) Fusca, outro ícone por ter sido o automóvel mais produzido da história da indústria mundial com o mesmo conceito básico de estilo e mecânica, protagonizou um fato mais do que curioso. Parou aqui em 1986 e voltou por três anos entre 1994 e 1996 em razão de circunstâncias políticas. 

9) Grandes fusões na indústria automobilística mundial. Uma não deu certo e foi desfeita (DaimlerChrysler). Mas a consolidação continua e será o meio de sobrevivência nos novos tempos de mobilidade, direção autônoma e propulsão alternativa. 

10) Criamos o maior programa de combustível renovável (etanol) do mundo, em 1975, em resposta à insuficiência de produção de petróleo e ao alto preço de importação. Hoje deveria se colocar como compensação aos combustíveis de origem fóssil, mas o Brasil parece perder oportunidades. 

RODA VIVA

HYUNDAI acaba de confirmar que lançará nos EUA sua primeira picape, batizada de Santa Cruz. Foi exibida como veículo conceitual no Salão de Detroit de 2015. Se houve sinal verde para a marca coreana entrar no segmento, tudo indica que a picape Creta STC, também um “conceito” no Salão do Automóvel de São Paulo (novembro 2016), será bem real em pouco tempo. 

SEGUNDA geração do Audi Q5 agora vem do México e perdeu 50 kg de massa. Capô estendendo-se sobre os para-lamas cria estilo próprio e atraente. Nova tração integral de série permite ter até 100% de torque nas rodas traseiras de forma automática, o que assegura grande prazer ao dirigir. Mesmo sem imposto de importação, preço é salgado: R$ 244.990 a 292.900. 

SANDERO tem subido entre os mais vendidos em razão do motor de 1 litro e três cilindros. Nível de vibração não está entre os melhores, porém suas respostas em baixas rotações são superiores ao antigo quatro-cilindros e a economia de combustível é patente. Comando de câmbio também melhorou, mas há parafusos aparentes em demasia diante dos concorrentes. 

VOLVO XC60 chegará ao Brasil no próximo mês com preços entre R$ 235.950 e 266.950. Espaço interno é um ponto alto, mas o refinamento na direção ainda fica aquém dos rivais. Muito interessante o sistema capaz de desviar de outro veículo que saia da faixa oposta, evitando colisões frontais. Afinal, maioria das rodovias no mundo tem pista simples. 

ENTRE especificações de ponta dos novos pneus Michelin, da série de alta performance Pilot Sport4 S, um pormenor de projeto traz solução simples e eficiente. Trata-se de um anel protetor no costado do pneu para evitar arranhões nos aros. Afinal, ninguém gosta de ter uma roda danificada pelo meio-fio (guia) no simples ato de estacionar. Mais ainda em carros caros. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

SANDERO É O QUARTO CARRO MAIS VENDIDO DO BRASIL EM JULHO


O Sandero terminou mais um mês entre os veículos mais vendidos do Brasil. O hatch da Renault registrou 6.663 emplacamentos nesse mês, ficando em quarto lugar no ranking nacional. 

Entre os comerciais leves, o Renault Master manteve sua liderança de mais de três anos no segmento dos furgões com capacidade de carga de até 3,5 toneladas de Peso Bruto Total. Foram comercializadas em julho 668 unidades do veículo, que tem 55% de market share no segmento. No acumulado do ano, a Renault manteve sua participação de mercado estável, em 7,3%.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Argo redime a Fiat

Alta Roda nº 944/29430– 08 023– 0oda nº852/0611508– 2oda nº851/2017

Fernando Calmon
Se os hatches compactos ainda representam de longe a preferência dos brasileiros, apesar de todos os avanços dos SUVs e crossovers, o ano de 2017 ficará caracterizado pela renovação e atualização tecnológica dos projetos em nível poucas vezes visto na história da indústria. O primeiro a chegar é o Fiat Argo, cujas vendas já se iniciaram, enquanto o novo Polo vai demorar um pouco mais (ver abaixo). 

Apesar de o novo compacto não se enquadrar como projeto mundial, o trabalho de desenvolvimento feito em Betim (MG) mostra-se bastante competente. Sua arquitetura básica é a do Punto, o qual substitui, mas com grau de refinamento superior. Isso aparece de forma conspícua desde o estilo bem atraente (basta notar o formato na parte central superior do para-brisa), um interior de características inéditas na marca, os cuidados com as guarnições de portas para garantir seu fechamento com um quê de qualidade e até pormenores como iluminação na região dos pés do motorista. 

Oferecer três opções de motor – 1 litro tricilindro (72/77 cv) e dois quadricilindros de 1,3 litro (101/109 cv) e 1,75 litro (135/139 cv) – e três opções de câmbio – manual e automatizado de cinco marchas, além de um automático moderno de seis marchas – demonstra que a Fiat decidiu cercar a gama de concorrentes diretos. Estes incluem Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Ford Ka, VW Gol, Renault Sandero, Toyota Etios, Peugeot 208 e Citroën C3 na ordem dos mais vendidos no mês passado. São três as versões – Drive, Precision e HGT – cujos preços, sem incluir opcionais, vão de R$ 46.800 a 70.600. 

O Argo significa uma guinada no conceito comum na marca italiana de baixar preço a qualquer preço (trocadilho à margem). Nada de economizar em revestimentos baratos, saídas de ar do painel descuidadas, plásticos com rebarbas, tela multimídia (no caso, de sete polegadas, formato de tablete e alta definição) ou sonegar engates Isofix para bancos infantis. 

Única opção estranha é o volante com regulagem de altura e distância nas versões mais caras e só em altura nas mais baratas. Faróis mais eficientes e sistema apurado de áudio indicam os objetivos buscados. 

Espaço interno equivale ao do Onix, com vantagem de 7% no porta-malas de 300 litros (no rival, 280 litros) Seu desempenho dinâmico se destacou na avaliação inicial, em particular com o motor mais potente. O de 1,3 litro se ressente de falta de torque para seus 1.148 kg em ordem de marcha. Já o de 1 litro nem estava disponível no lançamento, pressupondo que deixa a desejar. 

Comportamento em curvas exemplar, embora o HGT estivesse com pneus mais largos opcionais. À posição de dirigir, bem melhor que em outros Fiat (volante menos inclinado e mais baixo), soma-se resposta direcional progressiva e precisa. Persiste, porém, curso do acelerador longo demais. Caixa de câmbio automática trabalha sem hesitações ou trancos. Até a regulagem do encosto dos bancos dianteiros, por botão giratório, foge de padrões franciscanos da marca. 

Fiat espera vender 6.000 Argo por mês que, se somados aos 9.000 de Uno, Mobi e Palio juntos, lhe dariam condições de reassumir o protagonismo perdido nos últimos dois anos de conflito entre modelos e vendas em queda. 

RODA VIVA

FINALMENTE, boas notícias no mês de maio. Pela primeira vez, desde 2014, as vendas de veículos no mercado interno reagem. Cresceram 17% em relação ao mesmo mês do ano passado e, no acumulado do ano, mais 1,6% (se considerados apenas veículos leves, + 2,3%) sobre igual período de 2016. Média de 8.900 unidades/dia contra apenas 6.700, em janeiro último. 

CARROS com motores de 1 litro subiram de 33% para 37% das vendas, sugerindo que recursos do FGTS irrigaram mesmo o mercado interno. Estoques se mantêm dentro da normalidade: 33 dias. Exportações tiveram o melhor mês da história e também no acumulado dos primeiros cinco meses do ano. Isso fez a produção crescer robustos 23% sobre o período janeiro-maio de 2016. 

MERCEDES-BENZ Classe C Sport agora é topo de linha do sedã médio-grande produzido no Brasil. Motor 2,0 turbo (245 cv; 37,7 kgfm) tem acelerações vigorosas. Novo câmbio automático de nove marchas permite respostas imediatas, além de manter velocidades de cruzeiro de 120 km/h a menos de 2.000 rpm. Gerenciamento de ruído do escapamento também encanta. Preço: R$ 241.900.

FONTES da Coluna detectaram atraso no SOP (sigla em inglês para início de produção) do novo VW Polo, em São Bernardo do Campo (SP). Passou de 1º de julho para 1º de setembro. Já SOP do sedã Virtus, de mesma arquitetura, se manteve em 1º de novembro. Início de vendas se dá, em geral, entre 60 e 90 dias depois do SOP, dependendo do ineditismo do modelo. 

DINAMARCA, país pioneiro em incentivar carros elétricos, mudou e resolveu retirar quase todos os subsídios. O resultado foi queda de 60% nas vendas no primeiro trimestre deste ano, incluídos híbridos recarregáveis em tomadas. Nada contra os elétricos, mas, quando algo dá errado, a repercussão aqui é a dos três macaquinhos: não falo, não vejo, não ouço... 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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quarta-feira, 7 de junho de 2017

RENAULT AVANÇA EM PARTICIPAÇÃO DE MERCADO EM MAIO


A Renault continua aumentando sua participação de mercado no Brasil. A fabricante encerrou o mês de maio com 8,1% de market share, contra 7,4% do mesmo mês de 2016. No acumulado do ano, a Renault detém 7,3% de participação, ganho de 0,1 ponto percentual em comparação com o ano passado. 

O destaque da marca, mais uma vez, ficou com o Sandero, com 8.699 emplacamentos. Este foi o maior volume de vendas do hatch em todo o ano, deixando o modelo em quarto lugar no ranking de veículos mais comercializados no mercado brasileiro em maio.
 
Já entre os comerciais leves, a Renault registrou 565 emplacamentos do Master durante o mês. Líder do mercado de furgões com até 3,5 toneladas de Peso Bruto Total há mais de três anos, o veículo detém atualmente 47% de participação de mercado no segmento.
 
Captur


Mais recente lançamento da Renault no Brasil, o SUV Captur também registrou em maio seu maior volume de vendas no ano, com 1.404 emplacamentos – crescimento de quase 80% em comparação com o total registrado em abril.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

RENAULT AUMENTA PARTICIPAÇÃO DE MERCADO EM ABRIL

A Renault terminou o mês de abril com 7,8% de participação no mercado brasileiro. O resultado é 0,1 ponto percentual superior ao registrado no mesmo mês de 2016. 

No acumulado do ano, a marca detém 7% de market share, estável com o mesmo período do ano passado. 

O destaque mais uma vez ficou com o Sandero, quarto veículo mais vendido do mês, com 6110 unidades. De janeiro a abril, a Renault vendeu mais de 21 mil unidades do hatch no mercado brasileiro – um aumento de cerca de 35% em comparação com o mesmo período de 2016.

O Renault Master se mantém líder do segmento de furgões com até 3,5 toneladas de Peso Bruto Total, com 350 unidades emplacadas no mês.

Sucesso do biton

Em abril, os faturamentos do Renault Captur, que chegou ao mercado em meados de março, corresponderam praticamente à totalidade da produção do SUV, conforme planejado pela fabricante. A proposta do design como um dos grandes diferenciais atraiu o consumidor, que tem escolhido a versão biton – com a cor do teto diferente da carroceria – em 88% das vendas.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

RENAULT SANDERO É O QUARTO VEÍCULO MAIS VENDIDO DO BRASIL EM MARÇO

O Sandero foi o destaque da Renault nos resultados do mês de março, alcançando a quarta posição entre os veículos mais emplacados do Brasil no período. Renovado no final de 2016 com os novos motores 1.0 SCe e 1.6 SCe, o hatch teve 6.516 unidades comercializadas. 

No acumulado do primeiro trimestre, o Sandero é o quinto veículo mais vendido do mercado brasileiro.


O Renault Master, líder há mais de três anos entre os furgões com até 3,5 toneladas de peso bruto total, emplacou 564 unidades no mês, o que corresponde a 52% de participação de mercado no seu segmento.

Neste mês, a Renault manteve estabilidade em relação aos resultados alcançados em março de 2016, ficando com 7,1% de participação de mercado.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Inspeção ambiental volta à pauta

Alta Roda nº 929/279– 163– 0oda nº852/0211508– 2oda nº851/2017
Fernando Calmon
Passaram algo despercebidos, em 2016, os 30 anos do Proconve (Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores). Como a indústria instalada no País completou 60 anos também em 2016, significa que metade de sua trajetória histórica foi regida por regulamentações que, se não estão entre as mais rigorosas do mundo, pelo menos ajudaram a mitigar as chamadas emissões reguladas de três gases: monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos.


No caso de motores de ciclo Otto o controle pôde ser feito com relativa facilidade por meio de gerenciamento eletrônico de injeção e ignição, além de um dispositivo muito eficiente, o catalisador de três vias, que recebe este nome por atuar sobre aqueles gases. Quando a peça atinge a temperatura de trabalho – hoje de forma muito mais rápida – e uma eficiência de conversão de 98%, os subprodutos no escapamento são nitrogênio e vapor d’água. 

Um dos acertos do Proconve foi trabalhar com fases e prazos a exemplo do exterior. Isso atraiu fabricantes de catalisadores para o Brasil. Primeiramente a Umicore, que completou 25 anos, e depois a Basf. Stephan Blumrich, presidente da primeira, afirmou com exclusividade à Coluna: 

“Devemos continuar, como o resto do mundo faz, a buscar emissões menores do que hoje são permitidas. O legislador deve atuar em harmonia com a indústria quanto a metas e o tempo necessário para alcançá-las. O catalisador faz a sua parte e pode durar o mesmo que um motor se a manutenção deste for feita de acordo com as normas do fabricante. Funciona de modo simples por meio de reações químicas. Além disso, ao fim da vida útil pode ser reciclado e seus metais nobres, recuperados. A saúde da população é preservada, mas com o aumento da frota circulante e condições de tráfego mais difíceis há necessidade não apenas de avançar nas regulamentações, mas também de ter um controle sobre a efetiva manutenção dos veículos por meio de inspeções”. 

O fato é que não se vislumbram ainda os próximos passos do Proconve. Ministério do Meio Ambiente e Ibama deveriam ter avançado nas propostas, mas parece haver certa letargia, em parte pela situação política e econômica do País. Nesse cenário o governo de São Paulo resolveu, depois de 20 anos de indefinições, propor a continuidade na legislação e, pela primeira vez, iniciar um programa estadual de inspeção veicular. 

De fato, um esforço isolado da cidade de São Paulo deixa de trazer benefícios maiores porque a poluição se estende por toda a região metropolitana e começa a preocupar também em concentrações urbanas do interior. A Secretaria Estadual do Meio Ambiente anunciou na semana passada que em 2018 todos os veículos a diesel, leves e pesados, começarão a ser inspecionados. 

Segundo o secretário, Ricardo Salles, as 46 agências regionais da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) se encarregarão do programa. É imprudente achar que uma companhia com várias atribuições e em momento de finanças tão apertadas possa coordenar e executar inspeções. Isso não deu certo no Estado do Rio de Janeiro nem no exterior. A fórmula com menor possibilidade de erros é boa regulamentação e licitação dos serviços entre empresas especializadas. 

RODA VIVA

APESAR de muito se falar sobre alternativas de mobilidade no mundo, as vendas de automóveis e comerciais leves continuam em ascensão. Segundo a consultoria inglesa Jato, 84,24 milhões de unidades ganharam as ruas em 54 principais países pesquisados no ano passado. Crescimento de 5,6% sobre 2015. Nada indica que esse ritmo diminua em 2017. 

EMISSÕES de novas carteiras nacionais de habilitação (CNH) caíram 13% em 2015 e também em 2016. Leitura mais apressada pode concluir que há menos interesse em comprar carros. Mas, na realidade, comparada à queda de cerca de 50% do mercado brasileiro no mesmo período, o percentual acumulado menor de CNH emitidas indica justamente o contrário. 

SANDERO surpreende em desenvoltura graças ao novo motor 1,6-L SC-e, bem superior ao utilizado antes. Mesmo com potência maior o consumo foi reduzido. Sistema de desligar-ligar o motor (pode ser inibido por botão no painel) funciona de modo silencioso e preciso, pois basta um leve toque no pedal de embreagem. Comando do câmbio, agora a cabo, ficou bem melhor. 

MEXICANOS estão comprando mais veículos novos (crescimento de 50% em dois anos) depois que o governo regulamentou a importação de modelos seminovos dos EUA e assim reduziu em 90% essa prática. O mercado do México, agora, é duas vezes maior que o da Argentina. Oportunidade para diversificar exportações brasileiras, o que já vem ocorrendo. 

FERRAMENTA Consulta Recall verifica se qualquer veículo tem pendência relativa a defeitos de segurança. Desenvolvida pela Tecnobank, inclui todas as convocações dos fabricantes desde 1999. Serviço é hospedado em nuvem e a informação individual é paga. Essa informação deveria aparecer no licenciamento anual, mas vem sendo adiada seguidamente. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

RENAULT AVANÇA EM PARTICIPAÇÃO DE MERCADO EM JANEIRO

A Renault começou o ano de 2017 com crescimento em participação de mercado. A marca fechou o primeiro mês do ano com 6,3% de market share, um ganho de 0,5 ponto percentual em relação a janeiro de 2016. O destaque do mês foi o Sandero, que ficou na sexta posição entre os veículos mais vendidos, com 4.277 emplacamentos.
 
No segmento dos comerciais leves, o Renault Master, líder de mercado por três anos consecutivos, começou mais um ano na dianteira do segmento de furgões com até 3,5 toneladas de peso bruto total. Em janeiro, o veículo teve 432 emplacamentos, representando uma diferença de 272 emplacamentos em relação ao segundo colocado do segmento.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

RENAULT AVANÇA EM PARTICIPAÇÃO DE MERCADO EM NOVEMBRO

No penúltimo mês do ano, a Renault manteve a trajetória de crescimento e alcançou 8,3% de participação de mercado. O resultado é 0,4 ponto percentual acima do registrado no mesmo mês em 2015. No acumulado do ano, a marca chegou a 7,6% de market share, novamente 0,4 ponto percentual a mais no comparativo com o ano passado. 

O Sandero foi, mais uma vez, o destaque da fabricante no mês. Com 7.029 unidades, o veículo foi o quarto mais vendido em novembro. O Renault Master, com 487 emplacamentos, manteve-se na liderança dos furgões com até 3,5 toneladas de Peso Bruto Total.

A tradicional promoção Girou, Ligou, Ganhou teve contribuição importante para os bons resultados conquistados pela Renault em novembro. A campanha, estrelada por Xuxa, sorteou oito picapes Duster Oroch – uma delas no Salão do Automóvel – e ofereceu condições especiais nas concessionárias. Os sorteios já foram finalizados, mas os clientes ainda conseguem adquirir um veículo Renault zero quilômetro com taxa zero, em até 36 vezes. 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Ação “Economize Mais com Renault” acontecerá de hoje a sábado com desafio de preços e lançamento de produtos

Uma das marcas mais conhecidas do mundo e campeão de vendas na Europa, com a tecnologia e economia do uso como destaques, a Renault preparou uma operação de economia em Fortaleza para os clientes que forem às lojas, de hoje (9) até sábado (12). A Operação “Economize Mais com Renault” acontecerá nas duas concessionárias da capital: Jangada e Eurovia, das 8 horas às 18 horas.

A ação irá contemplar o Sandero, com o lançamento do novo motor novo da linha, incluindo não apenas os veículos novos, mas também acessórios com preços e condições diferenciadas de pagamento e descontos de até 50% somente para esses quatro dias. Entre as ofertas exclusivas, as lojas disponibilizarão o Sandero Autehentique de R$ 41.300,00 por R$ 35.990,00. “As concessionárias estarão todas decoradas e preparadas para receber os nossos clientes com muito conforto e um atendimento diferenciado. Nossa expectativa é vender 50 carros nas duas lojas”, diz Cesar Mafra – Gerente Regional Renault.

Além da compra efetivada com a oferta especial, os clientes ganharão prêmios extras, como IPVA, Troca de Óleo, Camisa Renault Sport, Lanterna Renault.Enquanto os pais analisam as diversas ofertas, as concessionárias contarão com espaços de entretenimento para a criançada com oficinas de materiais recicláveis, mostrando a importância da sustentabilidade, além de um salão de beleza para receber as clientes.

“Normalmente, o segundo semestre é mais forte que o primeiro, por isso, estamos potencializando nossas ações para garantirmos bons resultados. Estamos apresentando ofertas atrativas e bastante adequadas para o momento, alinhando-se à realidade do nosso consumidor: reduzimos taxas, aumentamos os descontos, equilibramos as parcelas, tudo para que o nosso cliente se sinta seguro, confortável e saia de Renault Zero”, conta Mafra.

Operação Economize Mais com Renault
Quando: dias 9, 10, 11 e 12 de novembro
Onde: concessionárias 
Jangada (Av. Júlio Ventura, 100 – Aldeota) e 
Eurovia (Av. Santos Dumont, 7600 - Manoel Dias Branco).

Horário: 8h às 18h