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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

RENAULT LANÇA SÉRIE LIMITADA CAPTUR BOSE


A Renault anuncia o início das vendas de sua nova série limitada, Captur BOSE. Equipado com o sistema de som referência no mercado, a série recebe um amplificador digital customizado de 7 canais com equalização exclusiva, tweeters de 25mm com ímã de neomídio no painel dianteiro, woofers de 165mm nas portas dianteiras e alto-falantes de 130mm com ímã de neomídio nas portas traseiras, além de um subwoofer de 150x230mm, também com ímã de neomídio e tecnologia exclusiva BOSE Fresh Air Subwoofer no porta-malas, em posição que não diminui o espaço para bagagem.

A série chega em duas versões: 1.6 CVT X-TRONIC e 2.0 Automático. Ambas recebem novos revestimentos em couro sintético nos bancos, soleiras de porta com assinatura BOSE e badges próximos aos retrovisores externos. A série também inaugura uma nova combinação de pintura biton exclusiva para a versão: carroceria Cinza Cassiopée com teto Prata Étoile, além de oferecer outras três combinações: Preto Nacré com teto Prata Étoile, Branco Glacier com teto Preto Nacré e Vermelho Fogo com teto Preto Nacré.

O veículo recebe de série todas as atualizações do Captur 2020, que acaba de
chegar nas concessionárias. Novidades que reforçam ainda mais o design e o conforto do produto. Agora o Captur conta com o temporizador de farol “Follow me Home”, que auxilia o trajeto em locais de pouca luminosidade e evita que o motorista esqueça os faróis ligados. O veículo também recebe o rebatimento automático dos retrovisores no momento de fechamento pela chave e luz de cortesia no quebra sol do passageiro. O modelo vem de série com o MEDIA Evolution, com Android Auto e Apple Carplay, que permite usar Spotify, Waze, Google Maps (Android Auto) e áudios de Whatsapp na tela de sete polegadas touchscreen capacitiva, com melhor precisão ao toque. O console central ainda brinda os ocupantes dos bancos traseiros com uma tomada 12v.

O Captur BOSE chega ao mercado em duas versões, 1.6 CVT X-TRONIC – R$ 95.990,00 e 2.0 AT – R$ 96.990,00, com os seguintes conteúdos:



sábado, 1 de dezembro de 2018

RENAULT ALCANÇA MARCA DE 3 MILHÕES DE VEÍCULOS PRODUZIDOS NO BRASIL

No ano em que celebra 20 anos de fabricação no Brasil, a Renault alcança mais uma marca importante: a produção de 3 milhões de veículos no Complexo Ayrton Senna, no Paraná. 

A ocasião foi comemorada  com os colaboradores ao lado de toda a gama de veículos produzida pela marca atualmente no país: Kwid, Sandero, Logan, Duster, Duster Oroch, Captur e Master.

“Há 20 anos, a Renault tem apresentado uma série de veículos inovadores que conquistaram o consumidor brasileiro, o que nos permite chegar a uma marca tão expressiva quanto a fabricação de 3 milhões de veículos no país. Agradecemos a todos os colaboradores, fornecedores e concessionários que fazem ou fizeram parte dessa conquista e, em especial, aos milhões de clientes que escolheram a Renault como sua marca”, afirma Luiz Fernando Pedrucci, presidente da Renault para a América Latina.

A Curitiba Veículos de Passeio (CVP) possui capacidade produtiva de 320 mil veículos ao ano, enquanto a Curitiba Veículos Utilitários (CVU) pode fabricar até 60 mil comerciais leves anualmente. Além de abastecer o mercado nacional, os veículos da Renault também são exportados para países latino-americanos e para a África.

Neste ano, a Renault do Brasil também comemorou a produção histórica de 4 milhões de motores e de 1 milhão de unidades do Sandero, veículo mais vendido da marca no país.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

RENAULT É ELEITA A “MARCA DIGITAL” NO CARRO DO ANO 2019


A Renault foi eleita a “Marca Digital” no prêmio Carro do Ano 2019, com o K-Commerce, a plataforma on-line mais completa para a compra de um veículo, que está no ar desde janeiro. A premiação, que está na 52ª edição, é promovida pela revista Autoesporte. O júri é formado 20 jornalistas de todo o país.
 
Mais de 13 mil Kwid já foram vendidos por meio do K-Commerce. O processo é simples: basta se cadastrar no site loja.renault.com.br e configurar o carro (versão e pintura). Daí é só escolher a forma de pagamento e a concessionária para retirada do veículo. Durante o processo, o cliente visualiza informações como valor de entrada e das prestações e previsão de entrega. O cliente pode, inclusive, submeter seu usado a avaliação.
 
Produzindo no Brasil desde 1998, a Renault está no melhor momento de sua história no país em participação de mercado. Neste ano, a marca acumula 8,6% de market share de janeiro a outubro, um recorde. O resultado está atrelado ao sucesso comercial dos seus dois últimos lançamentos no Brasil: o Captur e o Kwid – líder absoluto do seu segmento, com 45% de participação de mercado entre os compactos de entrada, também no acumulado até outubro.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

COLUNA DO FERNANDO CALMON


Alta Roda nº 1017/367 – 01/11/2018

Fernando Calmon
Água na fervura

Se o segmento de SUVs compactos já estava aquecido, a chegada do primeiro modelo desse tipo fabricado no Brasil pela Volkswagen vai jogar água na fervura. O T-Cross teve pré-apresentação mundial à imprensa simultaneamente em São Paulo, Amsterdã (Holanda) e Xangai (China) na semana passada e será uma das grandes atrações do Salão do Automóvel paulistano, de 8 a 18 de novembro.
Honda HR-V, Jeep Renegade, Hyundai Creta, Nissan Kicks, Ford EcoSport e Renault Captur são alguns dos concorrentes diretos, sem contar o veículo-conceito que a Fiat também apresentará no Salão. Este trará arquitetura do Argo e está previsto, segundo fonte da Coluna, para dentro de um ano. E ainda vem o novo Chevrolet Tracker, em 2020. O modelo da VW será lançado em abril de 2019, mas só em maio toda a rede de concessionárias estará bem abastecida. 

O fenômeno SUV é global e um produto mais rentável para a indústria por ter maior porte. Jürgen Stackmann, vice-presidente mundial de vendas e marketing, veio ao Brasil e destacou esperar que, pela primeira vez, o Golf seja ultrapassado pelo Tiguan, como modelo de maior sucesso da marca no mundo, embora sem estimar um prazo. O presidente da VW do Brasil, Pablo Di Si, afirmou que a participação somada dos SUVs subiu de 9% para 23% em apenas sete anos. “Aqui a tendência é chegar a 30% em pouco tempo, como já acontece na Europa”, acrescentou. 

O modelo brasileiro recebeu aperfeiçoamentos, executados em São Bernardo do Campo (SP), e adotados na versão chinesa. Espaço interno é maior por adotar o mesmo entre-eixos do sedã Virtus (2,65 m, contra 2,56 m do T-Cross europeu, baseado no Polo). Também é 0,9 cm mais alto e largo, 8,5 cm mais comprido, além de trazer mudanças estilísticas na frente e na traseira. 

O interior apresenta modificações, entre elas saídas de ar-condicionado para o banco traseiro que, por sua vez não tem trilho corrediço como o europeu. A versão brasileira inclui estepe de uso temporário (T-Cross europeu não usa estepe). Aqui, o encosto do banco traseiro pode ser regulado para compensar, em parte, a perda de espaço no porta-malas (volume de 373 a 420 litros). Outros destaques: iluminação em LED na região dos pés, centro do console, painel e maçanetas. Há opção de sistema de som “Beats” e sete alto-falantes. 

Oferecerá itens exclusivos no segmento, como quadro de instrumentos digital, seletor de perfil de condução, bloqueio eletrônico do diferencial, assistente de estacionamento 3.0 e quatro entradas USB (duas para o banco traseiro). Pode vir com faróis de LED e teto solar panorâmico. O controle de estabilidade será de série. 

O T-Cross terá exclusivamente motores turboflex, de 1 litro (128 cv) e 1,4 litro (150 cv), de consumo contido e alto desempenho, além de câmbio automático de seis marchas. Motor aspirado de 1,6 litro, apenas para exportação. Preço de referência deverá ser menor que o do Honda HR-V, líder do segmento entre SUVs compactos. O motor 1-litro tem menor incidência de IPI e deve partir de R$ 85.000, chegando a R$ 105.000 (completo). Além desse modelo, a VW terá o SUV médio Tarek argentino (2020), um “aventureiro” derivado do Polo (2019) e o SUV grande americano Atlas (2020).

ALTA RODA
AINDA como conceito, VW apresentará no Salão do Automóvel de São Paulo (Sasp) nova picape de porte maior que a Saveiro para enfrentar a Fiat Toro. Terá, como esta, construção monobloco (arquitetura MQB) e opção de tração 4x4. Novidade mundial no segmento será painel traseiro rebatível da cabine dupla para ampliar volume da caçamba. Estreia: 2019. 
MAIOR destaque no recente AMG Performance Tour, no autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu (SP), o Mercedes-Benz CLS 53 4MATIC+ combina linhas atraentes de um sedã-cupê à inigualável suavidade e sonoridade de um motor 6-cilindros em linha (3-L) que a marca traz de volta. São 435 cv e 53 kgfm. Tem tração integral e suspensão pneumática. Preço: R$ 599.900. 

JAGUAR E-Pace passa sensação de robustez a toda a prova ao partilhar arquitetura do Land Rover Evoque. Motor é igual, porém bem mais potente (300 cv, ante 240 cv). Mais pesado que o “brother”, porém com vão livre menor, demonstra agilidade surpreendente, sem perder muito no uso fora-de-estrada. Interior, bem-acabado, destaca materiais de alta qualidade. 

SEGUNDA geração do BMW X4 estreia no Sasp com interessante atualização de linhas, motor de 2-L, 252 cv (7 cv a mais) e pacote tecnológico de peso para conectividade e assistência à condução. R$ 334.950 a R$ 421.950. Audi, por sua vez, faz contraponto com a espetacular station RS4 Avant, de 450 cv, aceleração 0 a 100 km/em 4,1 s. Para uma “tocada”, de fato, prazerosa. 

NOVO diferencial autobloqueante da ZF lança mão de recursos digitais e atualizações de software (programa de controle) por meio de nuvem (internet). Sistema agora interliga-se aos freios do veículo para afinar a dinâmica de direção, tanto no uso fora de estrada quanto no asfalto. Escopo é estabelecer a melhor relação estabilidade-conforto possível. 

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


sábado, 8 de setembro de 2018

RENAULT TEM 8,5% DE PARTICIPAÇÃO DE MERCADO EM AGOSTO


Com 20,9 mil emplacamentos em agosto, a Renault mantém sua trajetória de crescimento no Brasil, com um recorde de 8,5% de participação de mercado no acumulado de janeiro a agosto – um crescimento de 1,1% ponto percentual em relação ao mesmo período de 2017.

Entre os destaques do mês está o utilitário-esportivo Captur, que teve 3.062 unidades emplacadas em agosto, o que representa um aumento de 161% em relação a agosto do ano passado.

“O resultado deste ano se deve ao bom desempenho de toda a gama com destaque para o Kwid, que completou o primeiro ano de mercado em agosto como líder do seu segmento, com 47% de participação de mercado entre os compactos de entrada”, afirma Luiz Pedrucci, presidente da Renault do Brasil.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Fernando Calmon - Alta Roda

Alta Roda nº 988/338 30– 1314 023– 0oda nº852/0411508– 2oda nº851/2018

Fernando Calmon

Mustang evolui como nunca

Algumas questões de semântica permeiam o jargão típico do mundo dos automóveis. Uma delas refere-se aos conceitos de carros esporte e esportivo. Muitas vezes usados como sinônimos, não são a mesma coisa. Um automóvel esporte típico costuma ter chassi e motor próprios, altura abaixo de 1,30 m e acelerações poderosas, por exemplo, de 0 a 100 km/h em menos de 4 s (mais raro ainda, inferior a 3 s). Além disso, acabamento e nível de equipamentos tornam o preço, na faixa de meio milhão de reais para cima, mais um fator decisivo de diferenciação. 


Então, o Mustang (lançado em 1964, agora na sexta geração) pode ser considerado apenas um esportivo? Afinal, seu chassi, inicialmente, derivava de um modelo de grande série (Falcon); o motor V-8, em versões “mansas”, está também em outros modelos atuais da Ford; o preço de R$ 299.900 é razoável em um automóvel que acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 s e estreia a caixa de câmbio automática de 10 marchas para tração traseira. Sendo justo, trata-se de um dos esportivos que mais se aproximam de um carro esporte, sem todos os refinamentos nem a mesma capacidade de acelerar e frear. 


Em geral, quando nova geração estreia, a primeira atualização surge após quatro anos. No caso do Mustang, ocorreu no terceiro ano (2017) e, assim, a filial brasileira da Ford decidiu importar o cupê só agora. Além do novo câmbio (antes de oito marchas), há refinamentos na suspensão traseira e na aerodinâmica, como o defletor agregado ao para-choque dianteiro a fim de melhor estabilidade direcional. 

Essa versão GT Premium Performance Pack tem todos os opcionais e é a mais cara disponível nos Estados Unidos (exceto o Shelby GT500). Motor V-8, 5-litros, aspirado chega a instigantes 7.000 rpm. A potência de 466 cv é igual à disponível na origem e entrega mais 10 cv que a versão vendida na Europa, onde conseguiu os melhores resultados de venda na sua história. Materiais internos de acabamento são bons (suaves ao toque e couro), mas há também plástico duro. 

Impressionam as configurações possíveis do quadro de instrumentos, que obedecem a uma lógica em razão das cinco escolhas possíveis do modo de conduzir. É possível ainda “queimar” os pneus de tração por meio de um comando que freia as rodas dianteiras e libera potência para as traseiras. Trata-se de capricho caro, pois os pneus são Michelin de alto desempenho (275/40 R19; na frente 255/40 R19). Som do escapamento varia entre o ronco de pista e o bem silencioso para não incomodar a vizinhança... 

Logo ao colocar as mãos no volante, para algumas voltas no autódromo de Interlagos, uma curiosa constatação. Volante é totalmente circular, sem base achatada que equivocadamente se tornou sinônimo de “esportividade”. Sua pegada ótima antecipa a precisão esperada ao contornar as curvas mais difíceis do circuito. Comparado às gerações anteriores, o acerto geral desse Mustang – motor, direção, freios e suspensões – atinge um nível de emoção e prazer ao dirigir surpreendentemente evoluído. 

Claro que 1.783 kg em ordem de marcha cobram empenho de quem deseja guiar mais rápido ou até freios mais potentes. Porém, do jeito que está, não leva desaforo para casa. 


RODA VIVA

MARÇO completou um trimestre de recuperação de vendas. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 15,6% entre veículos leves e pesados. Esse resultado reduziu a capacidade ociosa da indústria para menos de 40% com ajuda das exportações. Em condições normais, o equilíbrio ocorre ao se atingirem 20% de ociosidade, o que ainda pode levar dois anos. 


APESAR do avanço e vendas diárias terem superado o patamar de 10.000 unidades, a Anfavea vai esperar até meados do ano a fim de revisar (para cima) as previsões. Mas a Fenabrave, associação das concessionárias, reavaliou desde já as projeções. A entidade, no começo do ano, previa recuperação de quase 12%, mas agora confia em crescimento de 15,3% sobre 2017. 


COMBINAÇÃO virtuosa, no Renault Captur, entre o motor de 1,6 L/120 cv (etanol) e o câmbio automático CVT. Maior parte do uso em SUVs de menor porte ocorre em cidade, onde dispensar pedal de embreagem encontra cada vez mais adeptos. Como todo CVT, respostas são um pouco lentas, o que não atrapalha tanto em uso urbano. Em estradas, exige mais paciência. 

VOLVO XC40 chegou na hora certa para a marca sueca. Como SUV de entrada, “herdou” vários equipamentos dos modelos maiores XC60 e XC90, inclusive assistentes de frenagem automática para evitar atropelamento e de controle contra saída de pista, além de tela multimídia de 9 pol. Preços entre R$ 169.950 e 214.950. Espera crescer até 50% em 2018 sobre 2017. 

PREVISÕES da consultoria Gartner dão conta de que um em cada cinco veículos leves rodando no mundo será equipado com alguma forma de conexão sem fio até 2020. Significará frota global de 250 milhões de unidades. Resultará em aumento significativo de processamento de dados a bordo e que subirá exponencialmente depois com diferentes níveis de automação. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Nas ruas do Rio de Janeiro, Aliança se junta a Escola de Samba Unidos de Vila Isabel

Desde que firmou, em junho do ano passado, o patrocínio à Escola de Samba Unidos de Vila Isabel para o Carnaval 2018, a Renault-Nissan-Mitsubishi vem contribuindo para a parceira materializar o enredo "Corra que o futuro vem aí!" no desfile. 

A escola aborda exatamente o futuro da humanidade, incluindo a integração da mobilidade com o meio ambiente para proporcionar uma vida melhor para as pessoas, que tem forte relação também com a visão estratégica da Aliança. E esta parceria ganhou a rua Boulevard 28 de Setembro, uma das mais tradicionais do Rio de Janeiro, no último ensaio oficial da escola de samba antes do desfile oficial do Carnaval, realizado neste domingo.

A Unidos de Vila Isabel usou carros da Nissan – Kicks e Frontier – e da Renault – Captur e Kwid – para marcar as posições dos carros alegóricos durante o ensaio oficial, que foi realizado na rua para que o público pudesse acompanhar. 

A presença dos carros ajuda a tornar o desfile mais real e permite que os carros alegóricos fiquem guardados, mantendo a surpresa de sua revelação somente para o desfile oficial, que acontecerá no dia 11 de fevereiro no Sambódromo do Rio de Janeiro.

A Aliança quer contribuir com sua visão em relação ao futuro da mobilidade com o desfile da Vila Isabel no Carnaval do Rio. Em 2018, o desfile da escola de samba vai narrar o desenvolvimento das tecnologias, a inovação e como será o futuro das cidades inteligentes, e a Aliança busca apoiar com a visão da mobilidade sustentável. 

A Renault-Nissan-Mitsubishi é líder mundial em veículos zero emissões, com mais de 540 mil unidades vendidas no mundo desde 2010. O trabalho das equipes de tecnologia da Aliança tem como foco o futuro com zero emissões e zero fatalidades, com veículos elétricos, conectados e autônomos.

Este é o quinto ano consecutivo que a Renault-Nissan-Mitsubishi – como uma aliança ou por meio de uma de suas marcas - está associada a um dos maiores festivais populares do mundo para demonstrar seu compromisso com o Brasil e o Rio, ao mesmo tempo que amplia a presença de suas marcas em todo o país.


terça-feira, 3 de outubro de 2017

APOIADA PELO INSTITUTO RENAULT, ASSOCIAÇÃO BORDA VIVA PARTICIPA DE EVENTO DE MODA NO PR




Patrocinador oficial do 3º ID Fashion, o Instituto Renault colocou em destaque no evento, que tem como objetivo divulgar e comercializar as marcas paranaenses, os produtos do projeto Casa de Costura, da Associação Borda Viva. Os visitantes da mostra, realizada nos dias 28 e 29, encontraram itens como bolsas, carteiras, nécessaires e mochilas produzidas com materiais das linhas de produção da Renault – como cintos de segurança e forração dos bancos.

Além da exposição dos itens, o trabalho da Associação também pôde ser visto na quinta (28), durante o desfile da marca Novo Louvre, que, por meio de uma parceria com o Instituto Renault, elaborou bolsas, saias, jaquetas e casacos mostrados pela primeira vez na passarela do ID Fashion.

“A apoio do Instituto Renault à Associação Borda Viva tem como objetivo fomentar o desenvolvimento humano, por meio da geração de renda. Nesse sentido, temos estimulado a participação da Associação em uma série de eventos internos e externos da Renault e para o público em geral, permitindo a exposição e a venda dos produtos e serviços da entidade”, afirma Caique Ferreira, vice-presidente do Instituto Renault e diretor de Comunicação da marca.

Feitos com qualidade e design atraente, os produtos do projeto Casa de Costura também estão à venda, desde o ano passado, em um dos endereços mais importantes do mundo da moda: a avenida des Champs-Élysées, em Paris, no L’Atelier Renault. Os itens também podem ser encontrados, por exemplo, em algumas concessionárias da marca em Curitiba. Por meio de ações como estas, o faturamento do projeto Casa de Costura aumentou mais de 300% em 2016. Mais informações sobre o catálogo de produtos da Associação Borda Viva podem ser encontradas em: www.catalogobordaviva.com.

Também marcando a participação da Renault no ID Fashion, o evento contou ainda com a exposição do SUV Renault Captur.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 3717 - 15.09.2017 edita@rnasser.com.br

Salão de Frankfurt define o futuro
Há alguns anos todas as principais mostras de automóveis no mundo tem como tema ou sub tema os combustíveis verdes, alternativos. Muitos protótipos, conversas, entrevistas – e muitas propostas. E nenhum caminho definitivo dentre a miríade de soluções apresentadas.

Frankfurt – o International Auto Show -, realizado nesta fantástica cidade alemã, botou ordem no negócio: o futuro é elétrico e virá em veículo autônomo. São, em síntese, as novidades maiores. Na prática mais um degrau na perda de interesse sobre a grande invenção do Século 20, e o maior dos problemas do atual. A eletrização dos veículos retira-lhes o charme, a independência, a personalização. Saem a cilindrada, os ponto zero, os cm3, vão-se os cavalos de força a sugerir rapidez e mobilidade, e para seu lugar convocam a pouco emocional, amorfa, inodora medida de potência elétrica,  KiloWatt. Próximas medidas, hoje já disponíveis em alguns veículos e cidades com estrutura para orientá-los, o carro autônomo e a desnecessidade de possuí-lo para deslocar-se. O automóvel se encaminha para ser alguma coisa assemelhada a um SmartCar – um SmartPhone com rodas -, com motor silencioso, sem vibrações, capaz de agir por conta própria, a conduzir com tanta sensação de mobilidade quanto um pequeno vagão.

Na prática
Antes do exercício de futurologia explícita, papo de carro, Frankfurt nos coloca na sempre assumida postura de mercado pequeno e distante, auto adotada pelo Brasil a limitar importações para manter internamente a relação entre carros pouco equipados e muito caros. Assim, novidades pontuais: o despertar da Volkswagen Brasil para seguir o caminho dos SUV; o novo Duster, lá Dacia, aqui Renault.

O que virá         
Transição será aos poucos, permitindo convívio e disponibilidade dos motores endotérmicos, em especial os de ciclo Otto – com velas de ignição, mas a partir de 2025 todos os condicionamentos levarão ao carro elétrico e autônomo. Característica adicional, a mudança na relação de propriedade. Não mais será necessário ter um automóvel e vaga para guardá-lo nas muitas e longas horas sem uso. Eles pertencerão a frotas – até mesmo dos fabricantes -, e os usuários demanda-los-ão pelo SmartPhone, sem relação de propriedade, ônus de impostos, taxas, financiamentos, com uso à base do reservou, usou, pagou.

De Frankfurt
Registro do início do fim, a mostra alemã trouxe reação corporativa da Volkswagen ao problema das emissões de poluentes por motores diesel, o DieselGate. Marca largou a patente do conterrâneo e pegou-se nos motores elétricos, e anunciou investir 40B E, uns R$ 150B) ampliando o leque de 30 para 100 modelos.

Adotou, também, o caminho dos utilitários esportivos, os SUV. Te-los-á em todas as famílias. Um dos exemplares, o I.Z. Crozz, primeiro utilitário esportivo eletrificado, será modelo a ser produzido em São José dos Pinhais, Pr, e a exibição faz pré apresentação de sua morfologia, até então apenas conhecida em pequenas apresentações a público qualificado. Ao exibi-lo eletrificado VW acabou com o segredo do paranaense previsto para o fim do próximo ano – com motores 1,4 flex ou TSI.

Roda-a-Roda

Festa – Como vem marcando mercadológica tradição, ao comemorar 70 anos Ferrari fez evento em Maranello, seu feudo: visita à fábrica, museus, leilão na pista de testes de Fiorano, a metros de sua sede.

Questão – 500 automóveis vindos de toda Europa, engarrafamento de Ferraris, automóveis mais valiosos ante os hostels abrigando seus donos, súbita ascensão de renda média na cidade, demonstrações viris de cartões de crédito para conseguir lugar no Massimo Bottura, festejado restaurateur na vizinha Modena...

Ele – Sergio Marchionne, presidente da marca, apareceu e fez charme no leilão: atendeu a lances por telefone e ao final fez apelo aos presentes para abrir a carteira para os lances no LaFerrari Aperta, com total destinado a obra pia. Conseguiu US$ 8,3M, valor estratosférico para o veículo. Presente, amigo da Coluna crê em algum aditivo no Lambrusco, vinho local servido industrialmente.

Limpeza – Na Inglaterra marcas sob o guarda chuva da sino-franca PSA – Peugeot, Citroën, DS e Opel -, adotaram programa de renovação de frota. Iniciativa corajosa, abarca os produzidos até 31.dezembro.2010, e acena com pagamento ou facilidades adicionais em caso de troca por carros elétricos.

Quanto ? – Um Citroën C3, por exemplo, vale mais: 6.400 libras – uns R$ 26 mil - ante L 2000, R$ 8.300, pagos em Peugeots 3008. Serão sucateados.

De volta – Promessa de volta da alemã marca Borgward se concreta. No Salão de Frankfurt marca expôs o redivivo Isabella Concept, em tendência atual, sedã acupezado. Empresa vai bem, produzindo SUVs na China, e 70 mil encomendas.

Futuro – Quer fazer fábrica 4.0 em Bremen, como a empresa original; acertou-se com a Sixt Neuwagen, maior distribuidora alemã on line de carros novos. Do Isabella dos anos ’50 mantém o DNA do design Impression of Flow, harmônico em seus 5,00m de comprimento, 1,40m de altura; 1,92m em largura.

Racionalidade – Onda de bom senso perpassa as fabricantes brasileiras de veículos, maiores do Continente e com produtos adequados às peculiares exigências, convencendo as matrizes permitir ocupar espaços. Renault, operando na Colômbia e no Brasil iniciou exportar o Captur nacional ao Peru.

Regionalização – Toyota Argentina anunciou salto de produção de motores diesel de 30.000 para 77.000 unidades em 2018. Crescer 160% indica novo mapa da empresa: substituir importações pelo fornecimento regional.

Visão – Projeto é de Mark Hogan, conhecedor do mercado sul americano com ex presidente da GM nacional, e hoje membro do board da Toyota e com responsabilidades para a América do Sul. Steve St Angelo, CEO para a região, toca o negócio. Brasil iniciou exportar Corollas e Etios.

Surpresa – Fechados números de vendas em agosto, Jeep Renegade é o utilitário esportivo mais vendido do mercado. Repete performance na Argentina.

Ok – Presidente da Volkswagen confirmou produzir outro utilitário esportivo ao mercado nacional: o Thuran. Furo mundial pelo estreante portal Auto Papo – a Coluna lá está – é projeto Sköda, especialista em solidez e custos contidos, baseado na multi conformável plataforma MQB. Menor ante mexicano Tiguan e T-Cross, de produção no Paraná, servindo ao mercado nacional, final 2018.

SUV – Parece a palavra de ordem da VW mundial, com opções em todas as versões de plataforma, e por isto nada impedindo o resgate da proposta do Taigun, o utilitário esportivo sobre o up!

Líder – Dentre as inúmeras fábricas chinesas de automóveis, Chery ganhou Prêmio Nacional de Qualidade na 36a Conferência Nacional de Qualidade da Indústria de Maquinaria da China.

Futuro – Nestes momentos onde a dúvida da motorização do futuro foi substituída pela certeza do carro autônomo, Universidade de Michigan, EUA, onde estão as principais marcas norte americanas implantou, área de testes. Aqui o assunto não é tratado.

Lá – MCity, o espaço, ocupa 13 hectares – 130.000 m2 -, e o Departamento de Transportes – DOT -, baixou o Vision for Safety 2.0, novas regras para indústria e governos estaduais interessados neste caminho. Governo age como governo: busca salvar e enriquecer vidas - e garantir a liderança dos EUA no setor.

Aqui – Não temos diretrizes e governo faz cara de paisagem, sem preparar-se à profunda alteração nos equipamentos urbanos à realidade dos autônomos.

Lugar – Brutus Sustainable Transport, start up curitibana, quer unir empresas querendo transporte a caminhoneiros disponíveis para cargas completas.

Vantagem – Entende oferecer preços menores pela constância e segurança da demanda. Em seis meses tem listados 30 empresas; 10.000 caminhoneiros; superou 12.600 transportes em 47 cidades. Inscrições graciosas em www.brutusst.com.br.

Recorde -   Simcas marcaram o 3º Encontro Nacional da marca, realizado em Canela, RS, com apoio dos Museu do Automóvel local e do Museu Nacional do Automóvel em Brasília, e o regional Veteran Car das Hortências.

Amostra – Marca durou 8 anos no país, fez umas 66 mil unidades, e as presentes representaram quase todos anos e versões. Raridade, o Simca 35 carro de corridas de Breno Fornari, primeiro piloto e desenvolvedor da marca.

Resultado – Em presença ascendente e recordista decidiu-se pela criação de clube e a realização do IV Encontro no próximo 2018 – interessado em sediar tal movimento em sua cidade? Proponha: simca@simca.com.br.


Gente – Mudanças na Dafra/KTM de motos em Manaus. OOOO Marketing será feito por Rafael Vieira, e por Luiza Pellicani, assessora de imprensa. OOOO

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Depois do Inverno

Alta Roda nº 954/304 30– 17 023– 0oda nº852/0811508– 2oda nº851/2017

Fernando Calmon
Continua difícil prever o que acontecerá neste segundo semestre em termos de recuperação do mercado interno de veículos (automóveis e comerciais leves representam 95% do total). Depois da boa reação de junho, julho voltou a mostrar desaceleração no ritmo de vendas diárias. Ainda assim, é provável que no balanço final do ano o crescimento supere os 4% sobre os 12 meses de 2016, previstos pela Anfavea. São números descolados do aumento do PIB (soma de tudo o que se produz no País) estimados em apenas 0,5% em relação ao ano passado. 

Há algumas razões para isso. A primeira é o recuo de preços puxado pela baixa inflação, que deverá atingir apenas 3,5%, abaixo da meta de 4,5%. No caso da indústria automobilística isso ocorre de modo sutil. Além de realinhamentos de preços nominais, equipamentos agregam-se aos produtos sem mudanças nos preços sugeridos ou com acréscimos inferiores ao custo. Em termos reais, o comprador ganha, mas não é captado pelos institutos de pesquisa. 

Recuo da inadimplência, em parte consequência da liberação de contas inativas do FGTS recém-concluída, refletirá em liberação de créditos para financiar automóveis neste segundo semestre. A taxa básica de juros (Selic) deverá recuar, no fim do ano, para o nível mais baixo de sua história sem artificialismo. Ajudará a baixar juros do crédito ao consumidor. 

Até o aumento de vendas diretas (frotistas, locadoras e outros) tem aspecto positivo. Mais pessoas procuram automóveis para trabalhar por meio de aplicativos de mobilidade urbana. Pode ocorrer um efeito negativo nas grandes cidades pela diminuição de interessados em manter carro próprio, porém nas de menor porte esse fenômeno deve demorar a surgir. 

Um exemplo de que o setor automobilístico começa a se reerguer foi o 27º Congresso da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores) realizado semana passada, em São Paulo. Além do presidente da República, nomes presidenciáveis para 2018 compareceram. Aos discursos de otimismo moderado com a recuperação econômica, apesar de incertezas da crise política, somaram-se anúncios de suportes à comercialização. 

Um exemplo é a chegada ao Brasil da Kelley Blue Book, plataforma importante em cotações e informações on-line sobre automóveis dos EUA, aqui em parceria com o site de compra e vendas iCarros. Por sua vez, o Itaú Unibanco anunciou ter desenvolvido uma ferramenta que “exige apenas três cliques para finalizar a simulação de compra e liberar o voucher de crédito”. Todo o processo pode demorar apenas 15 minutos. Segundo Rodnei Bernardino, diretor do banco, os preenchimentos de fichas cadastrais exigiam respostas a até 70 perguntas. Haja vontade de comprar um automóvel... 

Já o Santander, dono do portal Webmotors, decidiu simplificar a compra e venda entre proprietários de veículos usados. Ampliação desse mercado facilitará a recuperação das vendas de carros novos aos primeiros sinais de volta da confiança e, por consequência, dos empregos. A longa série de lançamentos de modelos mais modernos e econômicos pode ser a centelha decisiva para o motor voltar a pegar depois do inverno. 

RODA VIVA

ESTE COLUNISTA completa 50 anos de jornalismo sobre automóveis em 19 de agosto. Tudo começou em 1967 no programa “Grand Prix”, da TV Tupi, Rio de Janeiro, às 12h30. No banco ao lado, o parceiro Álvaro Costa Filho. Meio século de aprendizado contínuo que permanecerá enquanto leitores, ouvintes e atores desse setor assim desejarem. Obrigado a todos. 

ATIVA por 60 anos em São Bernardo do Campo (SP), a unidade industrial de onde saía a Volkswagen Kombi abrigará produção do novo Polo. Foi totalmente modernizada com 373 robôs. Em cerimônia na fábrica, alguns Polo (só em outubro nas lojas) tinham capas na frente e na traseira. Volkswagen queria esconder pequenas mudanças estilísticas em relação ao modelo alemão. 

CAPTUR com câmbio automático CVT supre uma lacuna com motor de 1,6 litro. Respostas ao acelerador do Renault estão mais rápidas graças à redução adicional na polia de saída e possibilidade de seleção manual de 6 marchas virtuais. Ao pisar fundo no acelerador as rotações do motor se elevam bastante e a velocidade aumenta de forma lenta. Mas vai bem em acelerações progressivas. 

COMBOIO de caminhões em estrada tende a se transformar na primeira aplicação em grande escala de condução semiautônoma. A previsão é de Reynaldo Contrera, da Wabco América do Sul, fabricante de sistemas de controle veicular. Ganhos econômicos e, em especial, de segurança rodoviária vão estimular sua adoção relativamente rápida, inclusive no Brasil. 

RESSALVA: cinco anos de garantia e três primeiras revisões gratuitas no Kwid valeram como pacote promocional de pré-venda por cerca de 50 dias (até 2 de agosto). Agora garantia é de três anos e apenas primeira revisão, grátis. Quem financiar pelo Banco Renault ganha os três primeiros serviços de manutenção gratuitos. A fábrica não marcou o fim dessa segunda promoção. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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quarta-feira, 7 de junho de 2017

RENAULT AVANÇA EM PARTICIPAÇÃO DE MERCADO EM MAIO


A Renault continua aumentando sua participação de mercado no Brasil. A fabricante encerrou o mês de maio com 8,1% de market share, contra 7,4% do mesmo mês de 2016. No acumulado do ano, a Renault detém 7,3% de participação, ganho de 0,1 ponto percentual em comparação com o ano passado. 

O destaque da marca, mais uma vez, ficou com o Sandero, com 8.699 emplacamentos. Este foi o maior volume de vendas do hatch em todo o ano, deixando o modelo em quarto lugar no ranking de veículos mais comercializados no mercado brasileiro em maio.
 
Já entre os comerciais leves, a Renault registrou 565 emplacamentos do Master durante o mês. Líder do mercado de furgões com até 3,5 toneladas de Peso Bruto Total há mais de três anos, o veículo detém atualmente 47% de participação de mercado no segmento.
 
Captur


Mais recente lançamento da Renault no Brasil, o SUV Captur também registrou em maio seu maior volume de vendas no ano, com 1.404 emplacamentos – crescimento de quase 80% em comparação com o total registrado em abril.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Balanço otimista


Alta Roda nº 939/28930– 05 023– 0oda nº852/0511508– 2oda nº851/2017

Fernando Calmon
Se existe segmento do setor de veículos que sentiu menos o enorme tranco da recessão brasileira foi o de reparação e de peças de reposição. Sem recursos, financiamentos e medo de perder emprego, os motoristas cuidaram melhor de seus carros. Fabricantes que tradicionalmente têm forte atuação nesse mercado não estão reclamando da vida graças a um salto no faturamento.


Os reparadores espalhados por todo o País tiveram procura maior por seus serviços. Estima-se em mais de 120.000 as oficinas de mecânica, funilaria, pintura e elétrica. Mão de obra bem treinada que perdeu emprego na indústria pôde reforçar os quadros técnicos dessas oficinas, o que está sendo bom para os clientes. 

Nesse ambiente positivo a 13ª Automec – Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços – organizada de terça a sábado da semana passada pela Reed Alcântara, no São Paulo Expo, superou expectativas. O número de cerca de 1.000 expositores cresceu quase 40% em relação à edição de 2015. O público passou de 74.000 visitantes do Brasil e de mais 60 países, ótimo para uma feira técnica com acesso apenas por convite. Estiveram em exposição aproximadamente 1.500 marcas. 

Um dos temas recorrentes durante aquela feira bienal foi a inspeção técnica veicular. Prevista no Código de Trânsito Brasileiro de 1997, espera-se há 20 anos sua regulamentação. A previsão era de que fosse estadualizada, mas agora se comenta que talvez ocorra a federalização. Em outros termos, as discussões ainda não terminaram, embora o consenso aponte para o modelo descentralizado por Estado como o melhor pela experiência de outros países. 

Algumas novidades bem interessantes se destacaram. A Bosch apresentou o E-call Retrofit, dispositivo para serviço de chamada de emergência. Trata-se de concorrente para o OnStar, da GM. Semelhante a um plugue de recarga para celulares, mas com chip próprio, é conectado na tomada do carro. Um sensor de aceleração detecta a colisão e ativa a chamada de emergência. Por meio de aplicativo de smartphone, posição do carro e gravidade do impacto chegam à central de monitoramento. 

A Delphi exibiu dispositivos para carros autônomos. Câmeras, sensores, radares e programas compatíveis com o conceito V2E (veículo se conecta com tudo em volta). A empresa banca sozinha as pesquisas e tem interessados que ainda não pode revelar. Também decidiu entrar no segmento de velas de ignição com um, dois e três eletrodos, mercado altamente competitivo. 

Primeira pastilha de freio com tecnologia cerâmica produzida no Brasil foi apresentada pela Federal Mogul. Batizada de Ferodo Top Premium, suporta temperaturas mais altas e tem vida útil até 30% maior que as convencionais. A catarinense Zen, que atua com grande desenvoltura no mercado externo, disse estar pronta para acompanhar a evolução dos componentes de motores a combustão. Fornece polias, tensores e impulsores de partidas entre outros. 

A Philips apresentou lâmpadas de LED para os faróis principais. Apesar do preço bastante elevado, o aumento da potência iluminante, sem risco de ofuscamento, significa grande avanço na segurança das viagens noturnas. 

RODA VIVA

AINDA sem cronograma exato de lançamentos – começa este ano e termina em 2019 – a renovação de modelos da VW começa em setembro próximo com o Polo. Pode ocorrer de o Virtus (Polo sedã maior e estilo próprio) ser apresentado ainda este ano, porém vendas só em 2018. Depois virão SUV T-Cross (segundo semestre) e picape (primeiro semestre de 2019). 

CAPTUR tem desempenho bom na versão de 1,6 litro. Além de suavidade no funcionamento (mais que no motor de 2 litros), não deixa impressão de falta de potência para o seu porte. Câmbio manual, agora, é de fácil manuseio (automático CVT chegará em pouco mais de um mês). Já o motor mais potente casa bem com o câmbio automático, mesmo de quatro marchas. 

MOVIMENTO Maio Amarelo, ação coordenada entre Poder Público e sociedade civil em prol da segurança de trânsito, este ano tem como tema “Minha escolha faz a diferença”. Alerta para todos estarem muito atentos a atitudes corretas (inclusive pedestres e ciclistas). Cerca de 90% dos acidentes no país ligam-se a falhas humanas (imperícia, imprudência, entre outros). 

FEBRE de aplicativos para serviços em tempo real, como Uber e outros, ganhou nova opção. Ituran, fabricantes de rastreadores, criou o Guincho 55 para localização de reboques, troca de pneus, carga de bateria e chaveiro. Implantado na Grande São Paulo e planejado para se expandir no Estado e no País em etapas. Disponível na loja para aplicativos Android. 

ALGO realmente irritante é serviço de recapeamento que deixa tampas de bueiros desniveladas. Além de ser comum uso de asfalto de menor qualidade, cria-se uma armadilha. Satisfeito em rodar por pavimentação sem buracos ou piso irregular, o motorista se surpreende com depressões inesperadas. Muitas vezes sem tempo de desviar. Pneus, rodas e suspensão sofrem. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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