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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Vendas da FCA crescem 14,1% desde janeiro e asseguram liderança de mercado


A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) continua a acelerar suas vendas de automóveis e comerciais leves acima do ritmo da indústria e está na liderança do mercado brasileiro no acumulado de janeiro a setembro, com 18,6% de participação do volume total comercializado. A empresa acumula 359.883 automóveis e comerciais leves vendidos desde janeiro, com uma expansão de 14,1% sobre igual período de 2018 em comparação com 8,7% de crescimento da indústria.

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As vendas da FCA são impulsionadas pelo bom desempenho da picape Fiat Strada (56.632 unidades vendidas desde janeiro), Fiat Argo (55.113), Jeep Renegade (50.118), Fiat Toro (45.893), Jeep Compass (43.604) e Fiat Mobi (40.872). Entre os veículos de uso profissional, o grande destaque é a van Fiat
Fiorino, com 12.467 unidades emplacadas no período.

Com este desempenho, a Jeep avança na liderança absoluta no segmento de SUVs, com 22,2% de participação e 20% de crescimento em volume de vendas. A marca detém o primeiro e segundo lugares de vendas entre os
SUVs, com Renegade e Compass, respectivamente. “Estamos focados em nossa estratégia de entregar valor ao cliente, em um mercado cada vez mais competitivo”, afirma Tania Silvestri, diretora da marca Jeep para a América Latina e diretora comercial da Jeep no Brasil.

A marca Fiat comemora a liderança histórica no segmento de picapes, com
cerca de 41% de participação no acumulado do ano, enquanto ganha destaque no segmento de hatchs com o bom desempenho dos modelos Argo e Mobi. “A Fiat tem registrado bom desempenho em todos os segmentos em que atua, confirmando a sintonia dos consumidores com seus produtos”, destaca Herlander Zola, diretor da marca Fiat para a América Latina e diretor comercial da Fiat no Brasil.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

PNEUS BRIDGESTONE EQUIPAM VEÍCULOS DA FCA


A Bridgestone é parceira da Fiat Chrysler Automóveis (FCA) fornecendo por meio das marcas Bridgestone e Firestone, diferentes modelos de pneus que equipam alguns dos veículos produzidos pela montadora no Brasil.

A picape Fiat Strada e o furgão Fiat Fiorino têm como equipamento original o F-700, principal pneu da linha de passeio da marca Firestone, na medida 175/70R14 88T. O  F-700 é um pneu projetado para suportar cargas. Além disso, os amplos sulcos longitudinais e o desenho da
banda de rodagem do F-700 promovem excelente escoamento de água e proporcionam o equilíbrio entre desgaste, tração no piso molhado e eficiência energética. Este pneu também apresenta ótimo desempenho de frenagem e durabilidade, configurando-se em um produto confiável, com qualidade superior e excelente custo-benefício.

Os Fiat Uno e Mobi também utilizam pneus da marca Firestone, porém o modelo Multihawkna medida 175/65R14 82T. O Firestone Multihawk apresenta maior rigidez da banda de rodagem, blocos com formato arredondado e conexão entre blocos, o que permite o melhor controle e frenagem em pista seca, maior drenagem de água e melhor dirigibilidade no molhado, além de menor ruído ao rodar. O desenho otimizado da banda de rodagem deste pneu proporciona menor resistência ao rolamento e maior resistência ao desgaste irregular.

O Fiat Toro, outra picape da linha de utilitários da montadora, e o Jeep Renegade são equipados com pneus Bridgestone Dueler H/T 684II na medida 215/65R16 102H. 

O Jeep Renegade pode ser equipado, ainda, com o pneu Dueler na medida 225/55R18 98H, o mesmo aplicado ao Jeep Compass. Com compostos e estrutura otimizados e quatro sulcos longitudinais, os pneus Dueler proporcionam estabilidade nas manobras em alta velocidade e performance superior em piso molhado, graças ao seu eficiente sistema de escoamento de água.

O pneu Dueler conta com a tecnologia Uni-T, uma plataforma de desenvolvimento baseada na combinação das exclusivas tecnologias COCS, LL Carbon e O-Bead, que proporcionam maior conforto, controle da direção e durabilidade, além de menor geração de ruído.

sábado, 24 de novembro de 2018

Nakata lança amortecedores HG para Mobi, Fusion, ASX, Etios Cross e Jetta


A Nakata, fabricante de autopeças para o mercado de reposição com linhas  de componentes para undercar em veículos leves e pesados, está ampliando o portfólio de amortecedores HG para linha leve. Desta vez, lança os itens HG 33101, HG 33102 e HG 31249 para o modelo Mobi da Fiat (de abril de 2016 a 2018) e HG 33103, HG 33104 e HG 31250 são para o modelo Mobi Way (de abril de 2016 a 2018), para dianteira direita, esquerda e traseira, somente para os veículos que não usam sistema Power Shock.

Já o HG 41139 é para o Ford Fusion (de 2006 a 2012), traseiro direito e esquerdo. A Nakata apresenta também o HG 41206 para a Mitsubishi ASX (de 2010 a 2018), traseiro; HG 41209 para o Toyota Etios Cross (de 2013 a 2018), dianteiro direito e esquerdo; e o HG 41253, para o Volkswagen Jetta TSI com motor 2.0 (de 2011 a 2018), dianteiro direito e esquerdo.

Para conferir outros lançamentos, basta acessar o catálogo eletrônico wwww.catalogonakata.com.br.

sábado, 30 de junho de 2018

FCA FAZ RECALL DE RELÉS


A FCA - Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda., convoca os proprietários dos veículos Uno, Argo, Mobi e Toro em todas as suas versões, ano modelo 2018 e 2019, Grand Siena versões 1.0 e 1.4, ano modelo 2018 e 2019, Strada na versão 1.4, ano modelo 2017 e 2018, Palio Weekend e Fiorino na versão 1.4, ano modelo 2018, para, a partir do dia 02 de julho de 2018, agendarem seu comparecimento em uma das concessionárias Fiat a fim de que seja providenciada, gratuitamente, a substituição dos relés dos sistemas de ignição e injeção de combustível dos veículos convocados.

Foi detectado que, a eventual falha dos relés, poderá acarretar o funcionamento irregular do motor e, em casos extremos, o seu desligamento inesperado, comprometendo as condições de dirigibilidade do veículo e aumentando o risco de colisão, além de possibilitar a ocorrência de danos físicos e materiais ao condutor, aos passageiros e a terceiros.

A existência da falha mencionada poderá ser observada mediante o acendimento da luz-espia da bateria no quadro de instrumentos do veículo. Independentemente do acendimento da luz-espia, dirija-se imediatamente a uma concessionária da rede Fiat.

O tempo estimado de reparo é de aproximadamente 30 minutos. Solicitamos que agende sua visita previamente na concessionária Fiat de sua preferência.

Para consulta dos números dos chassis envolvidos e/ou obter mais informações, consulte o site www.fiat.com.br ou contate a Central de Serviços ao Cliente Fiat pelo telefone 0800 707 1000.

VEÍCULO
ANO/MODELO
CHASSIS (NÃO
SEQUENCIAIS)
UNIDADES ENVOLVIDAS
Uno
2018 e 2019
814974 a 835992
14.150
Argo
2018 e 2019
H20145 a H82351
44.125
Mobi
2018 e 2019
493776 a 558183
43.696
Toro
2018 e 2019
B40604 a C01788
48.900
Grand Siena
2018 e 2019
340455 a 359006
15.807
Strada
2017 e 2018
181519 a 246187
46.167
Palio Weekend
2018
099712 a 103166
504
Fiorino
2018
085164 a 107200
9.685

quinta-feira, 28 de junho de 2018

VERSÃO ESPECIAL MOBI VELOCITY TRAZ ÓTIMA RELAÇÃO CUSTO BENEFÍCIO


Ágil, versátil e cheio de personalidade, o Mobi ganha uma nova série especial para a versão Drive 1.0: a VeloCITY, equipada com itens originais Mopar. A novidade deixa o modelo ainda mais exclusivo e moderno, com detalhes que destacam o design do veículo e conteúdos de tecnologia que facilitam o dia a dia nas cidades.

Equipada com o econômico e eficiente motor 1.0 Firefly 6V Flex, a série especial Mobi VeloCITY possui exclusiva pintura bicolor com preto brilhante no teto e nos retrovisores externos combinados com a pintura do veículo em Branco Alaska ou Vermelho Alpine. Conta ainda com revestimento interno escurecido e rodas de liga leve 14” com acabamento escurecido exclusivo que trazem mais esportividade e força às linhas laterais do modelo. 

Além disso, a nova série especial do Mobi traz retrovisor interno com câmera de ré, pré-disposição para som, sensores de estacionamento traseiro, faróis de neblina e badge lateral VeloCITY.

A versão ainda possui de série faróis com máscara negra, ESS (sinalização de frenagem de emergência), quadro de instrumentos com Iluminação LED, display digital de 3,5 polegadas, ar condicionado, direção elétrica, HCSS (partida a frio sem tanque auxiliar), kit visibilidade, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas nas portas, regulagem de altura do volante, revestimento externo da coluna B e console entre os bancos dianteiros.

A série especial traz um benefício claro para os clientes. O valor original dos conteúdos se comprados como acessórios é de aproximadamente R$5.000. Como VeloCITY, o preço é de R$ 2.500, ou seja, um desconto de 50%. Assim, é possível escolher uma série especial com importantes itens de conforto, segurança, tecnologia, e que trazem ainda mais personalidade ao Mobi com preço de oferta a partir de R$ 44.990,00.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

CLAUDIO DEMARIA ASSUME ENGENHARIA DA FCA EMEA (EUROPA, ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA)


No dia 16 de janeiro de 1973 a Fiat ganhava um novo projetista. Claudio Demaria, então estudante do Politécnico de Turim com 19 anos de idade, realizava seu sonho de criança e ingressava na empresa mais importante do seu país, a Fabbrica Italiana Automobili Torino. 

Hoje, Claudio Demaria é um dos mais respeitados engenheiros do mundo e, nestes 45 anos de trabalho, acompanhou a evolução do automóvel em todo o planeta. Como poucos, conhece os veículos com uma visão completa, desde a Engenharia, passando por Processos, Powertrain, até a Manufatura.

Demaria participou diretamente do desenvolvimento dos modelos de maior sucesso do grupo Fiat na Itália e em toda América Latina, como Punto, Panda, Fiat 500, 500 L, Palio, Uno, Strada, Dobló e Ducato. Liderou diretamente a Engenharia no maior ciclo de renovação de modelos já visto em toda a América Latina, movimento que deu origem à nova gama da FCA. Deu viabilidade técnica a várias ousadias da Fiat, como as versões Adventure, a Strada cabine estendida, cabine dupla e com porta lateral, além de todas as variações do Palio e Uno, como Siena, Palio Weekend e Fiorino.

Seu namoro com o Brasil começou em 1995, com o projeto 178, parceria entre Brasil e Itália e que daria à luz um dos carros mais queridos do Brasil: o Palio. O casamento propriamente dito data de 4 de julho de 2005, momento em que na engenharia de Betim 400 pessoas gerenciavam e acompanhavam os carros em produção. Trabalhavam no processo chamado, na época, de “tropicalização”, ajustando os veículos projetados na Europa para as exigências do Brasil.

A partir de sua chegada em 2005, a engenharia brasileira ganhou mais robustez e passou, definitivamente, a desenvolver automóveis por completo. A geração atual do Uno é exemplo deste salto, materializando o primeiro carro totalmente desenvolvido no Brasil, lançado em 2010. Sob seu comando, a Engenharia Latam chegou a ser uma das maiores equipes fora da Europa, composta por mais de mil colaboradores de todas as áreas ligadas ao produto.

Em 2008, Demaria retornou à Itália, contribuindo para o desenvolvimento de carros de várias marcas do Grupo, como Fiat, Alfa Romeo e Maserati. Em 2011, voltou ao Brasil para comandar o  desenvolvimento dos carros mais premiados dos últimos anos, como Toro, Mobi, Argo e Cronos, além de participar de perto do nascimento da planta da Jeep em Goiana, Pernambuco, e de seus consagrados produtos, como Renegade e Compass.

Claudio Demaria, a partir de agora, passa a comandar toda a Engenharia da FCA EMEA (Europa, Oriente Médio e África), em um momento revolucionário da indústria automobilística mundial, em que se discutem novas fontes de energia, controles de emissão ainda mais rigorosos e o carro inserido no novo contexto das grandes cidades.

Demaria deixa como legado vários projetos em andamento e uma equipe de profissionais ainda mais madura. Um destes frutos é Marcio Henrique Tonani, que assume suas funções na América Latina. Brasileiro de 44 anos, Tonani ingressou na Fiat/FCA em 1992, ainda como estagiário e, no percurso de sua carreira, teve Claudio Demaria como líder e professor.

terça-feira, 10 de abril de 2018

FIAT CRONOS COM PASTILHAS DE FREIO ORIGINAIS DA TMD FRICTION


Último lançamento da Fiat no mercado nacional, o sedã Cronos, derivado do hatch Argo, também conta, em sua linha de produção, com as pastilhas de freio dianteiras produzidas pela TMD Friction do Brasil em sua nova fábrica de Salto (SP).

Elogiado nos testes realizados pela maioria dos jornalistas especializados, o Fiat Cronos apresenta no top de linha Precision, a motorização flex 1.8 E.TorQ de 4 cilindros com 139 cv (etanol) e 19,3 kgfm de torque. O Precision é o único com opção de câmbio automático (6 marchas).

Já o Fiat Cronos com motor 1.3 Firefly, também de 4 cilindros flex, desenvolve 109 cv (etanol) com 14,2 kgfm e câmbio manual de 5 marchas para o modelo Drive. O Drive GSR possui a mesma potência, mas é dotado de câmbio automatizado de 5 velocidades.

Além do Argo e agora do Cronos, a TMD Friction do Brasil, que no mercado de reposição utiliza a marca Cobreq, já fornece pastilhas de freio dianteiras originais para os Fiat modelos Palio, Uno, Siena, Mobi, Strada, Fiorino, Idea, Adventure e Doblo.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 4617 - 17.11.2017 edita@rnasser.com.br 

E a Caoa comprou a Chery

Caoa Montadora, instalada em Anóplis, Go, onde faz carros e pequenos caminhões Hyundai, foi aceita pela chinesa Chery para a compra de 50,7% de suas ações na Chery Brasil, dona de fábrica de automóveis, fundição, centro de distribuição de peças. Os chineses comunistas pensavam em fórmula para conviver com a má experiência capitalista no Brasil: implantaram instalação industrial de primeira grandeza, mas não tem conseguido programar ou executar programas de produção, pois o sindicato dos metalúrgicos no Vale do Paraíba executa greves e paralizações constantes, interrompendo o fluxo industrial, o fornecimento dos carros à rede revendedora. Sem saber lidar com o problema, desistiram, anunciando a decisão de vender a operação Brasil, e sair do mercado encolhido pela crise, acachapado por seus problemas internos.

Bom negócio. A fábrica tem  400 mil  metros quadrados de área construída; capacidade de produzir de 50 mil unidades anuais, e o valor pedido, segundo gente do ramo, é inferior ao custo. Aspectos importantes a considerar, para a CAOA compra abre novo patamar para negócios; 1 – é desconhecida mas há data de vigência dos contratos de produção dos Hyundai pela CAOA. Ter os chineses é garantia de, à data, permanecer na atividade; 2 – dá-lhe condições de viabilizar construção de carro próprio, antigo sonho de seu polêmico controlador, o empresário originalmente médico Carlos Alberto de Oliveira Andrade, cujo acróstico batiza o grupo.

Início
Para trocar o pneu furado com a bicicleta andando, gestão é do novo patrão. Não há definições sobre cortes de pessoal ou sinergias, mas nestes dias de informática todos os serviços administrativos de ambas as marcas tendem a se concentrar em apenas uma. Ante o fato de o sindicato paulista agir como inimigo do patrão pode sinalizar cortes de pessoal na Chery em Jacarei, SP, e transmissão de funções para a base CAOA.

Produtos
Nova empresa, de acordo com comunicado público, chamar-se-á CAOA Chery, fundindo operações e instalações, com previstas alterações industriais para harmonizar meios e produtos. Passos iniciais, aparentemente para medir a temperatura do relacionamento com o sindicato paulista, CAOA Chery desviará para Anápolis, GO, a produção de novos veículos de origem chinesa, fazendo Nestes a escolha decorrerá de acordo com a os equipamentos industriais existentes na fábrica goiana, as oportunidades de mercado, e evitar concorrência predatória de veículos de marcas diferentes feitos sob o mesmo teto. 

Decisões com aplicação imediata, válidas para para 2018, um deles pode ser a substituição do utilitário esportivo Tiggo, anteriormente previsto pelos chineses para ser produzido na Chery, pela novidade mais recente da marca, o RUIHU 5x – que nome … -, atualizado em estilo e conteúdo, com realce à conectividade. Emprega motor 1,5 turbo, e tração nas 4 rodas.

Soma da capacidade produtiva de Anápolis, GO, 87 mil veículos/ano, e da Chery arranha as 140 mil/unidades anuais.

Mostrada vem aí
Quer assustar o pessoal da Fiat ? Pergunte sobre o Mostrada. E o que seria o eventual produto correspondente a tal designação ? Composição irônica indica a soma de cabine do Mobi com a plataforma do bom picape Strada.

Na prática o negócio é a necessidade de criar novo ciclo de vida para o bem vendido Strada, respeitados dois limites: conter o preço para não escapar à competição no mercado; e não se aproximar dos valores do Toro, maior picape da empresa, criador de novo segmento, de vendas e lucros estelares.

Algumas formulas foram tentadas, protótipos moldados, e concluiu-se por uma: usar a estrutura da cabine do modelo Mobi, até a Coluna B, e adequá-la a parte de carga. Não se trata apenas de fazer soldas juntando partes, e daí o arrepio do pessoal da Fiat ante a citação do nome: não quer ver o Strada identificado como um picape da família Mobi. 

Relativamente à atualmente empregada, a cabine tem melhor administração de espaços, absorve mecânica mais moderna, como a família 1400, e não será aplicada simploriamente. Terá cara própria, mantidas estrutura e medidas, mas com identificação visual diversa, para evitar tal associação – aparentemente para lamas, capô, grade, grupo óptico frontal, grade, tudo será diferente, e tais formas motivarão mudar a caçamba em medidas e no desenho das laterais. É o Projeto X6P - e chegará rápido.

E o Cactus também
Nome espinhoso pode ser curioso – mas não será impedimento  às vendas no país onde rede hospitalar se chama D’Or -, e descreve veículo muito interessante.

Limpo em estilo, grande superfície envidraçada, carroceria sem vincos ou ângulos, primorosa administração de espaço interno, o Cactus representa a volta da Citroën à sua corajosa linha de conceito estético. Terá 2,60m como distância entre eixos, ótimo espaço em sua classe; bancos largos inspirados em sofá, e controle de infodiversão e conectividade por tela de 20 cm ao centro do painel.

Primeiros protótipos produzidos e em final de testes. O automóvel a ilustrar a notícia foi fotografado em Itatiaia, RJ, cidade ao lado de Porto Real, onde será feito. Lançamento primeiro semestre de 2018 já com a evolução exibida na segunda série, como mudança de grade frontal, no grupo óptico. Mecânica variada, do motor 1,2 aspiração simples, ao 1,6 turbo.


Toyota Prius lidera vendas de elétricos
Sem produção ou montagem locais, sem incentivo oficial, Toyota está mudando o conceito e o mercado de híbridos elétricos: seu Prius é o mais vendido – supera a soma de todos os demais concorrentes -, assinalando média mensal de 300 vendas. Resultado surpreendente, explica Miguel Fonseca Vice Presidente encarregado do projeto, está assentado em três pilares: tornar o veículo conhecido; garantir assistência técnica superior; ter preço competitivo. 

Toyota começou o projeto com a série 3, logo substituída pela atual, ao tempo em que treinava mecânicos para conhecer o produto com profundidade, esforço para atingir todo o país, forma de tornar os profissionais os primeiros divulgadores de sua superioridade; a disponibilidade de unidades nas revendas, para ser testadas pelos clientes aguardando serviço em produto da marca tem auxiliado a divulgar e vender. Por si só o Prius é de uso extremamente agradável, ao ser construído sobre plataforma própria, aproveitando o espaço interno. Atrativos outros, como a larga garantia de 8 anos para os componentes do sistema híbrido, e a consciência do avanço da eletrificação como caminho próximo da mobilidade auxilia fomentar vendas, feitas a preço competitivo – em torno de R$ 130 mil. 

A Toyota acredita nas condições e capacidades brasileiras para desenvolver importante braço de tecnologia neste período de abandono dos combustíveis fósseis pelos renováveis. Mesmo Fonseca crê, houvesse uma linha de política de estado, o carro híbrido/elétrico, auto carregável por motor flex ou a álcool, colocaria o país na vanguarda tecnológica. Hoje, nas discussões para estabelecer nova política industrial para automóveis, o Rota 2030, o tema da mudança de combustível vem sendo tratado com distância, sem ser objetivo a ser atingido.

Não há incentivo para a importação, mas apenas tratamento tributário diferenciado. Prius e outros híbridos elétricos recolhem 4% de imposto de importação, contra 35% dos demais importados, mas não há incentivo no IPI relativamente aos veículos movidos por motores de combustão interna.

Roda-a-Roda
Minguou – Renault desistiu de vender seu sedã Fluence na rede de concessionários. Agora apenas frotistas. Automóvel é muito bom em seu segmento, o melhor para Uber e que-tais, porém marca nunca o fez competitivo.

Questão - Marca francesa padece do mesmo problema da italiana Fiat: não sabe vender carros maiores e mais caros. Última geração do Mégane feita em Curitiba e sua camioneta Grand Tour, os melhor dotados do setor, nunca se impuseram.

Ocasião – Automóvel se expõe no Salão do Automóvel. Correto? Talvez coerente, mas há exceções nestes tempos vale tudo para promover marca e vendas. Isto explica Audi expor seu RS3 no Salão Duas Rodas, para motocicletas.

Audi – Foi pré estréia, com vendas a iniciar em dezembro.  É o sedan A3, com tração nas 4 rodas, poderoso motor de cinco cilindros, 2,5 litros de cilindrada e 400 cv, o mais potente do mundo em sua cilindrada. Ficou exposto no stand Ducati, marca pertencente à Audi.

Referência – Fonte de consulta sobre preço de veículos, o Kelley Blue Book chegou ao Brasil. Difere-se das tabelas convencionais por considerar mais informações para novos e usados, e trazer classificação em três zonas de valor indicando se é bom negócio ou está cima do preço de mercado. Nos EUA, onde existe há 90 anos, lidera em registro de acessos/mês.

Fraternidade – Considerado o mais elegante dos encontros de automóveis antigos, o Pebble Beach Concours d’Élegance, realizado em Monterey, CA, acaba de doar US$ 1,7M a entidades pias de sua região.

Institucional – BMW apoia restauração de avião Junkers JU 52 de 1934, ora em processo de salvamento pela Força Aérea Argentina. O alemão Junkers empregava motor aeronáutico BMW. 

Área de memória da empresa auxilia colecionadores salvar seus produtos. Não há notícias deste apoio aos restauradores de automóveis ou motos no Brasil.

Gente – Daniel Simonetti, jornalista conhecedor de automóveis na Fiat, concretude. OOOO Deixou a empresa e foi-se à MRV, construtora de edifícios. OOOO A cada vez se torna mais difícil encontrar jornalistas apreciadores de automóveis para trabalhar nas assessorias das marcas. OOOO Marco Greiffo, comunicólogo, ascensão. OOOO Assessor de imprensa aos negócios da Volvo – exceto automóveis. OOOO Antes fazia comunicação interna. OOOO Repõe espaço aberto com saída de Milena Miziara. OOOO


sábado, 21 de outubro de 2017

CRONOS É O NOME DO NOVO SEDÃ DA FIAT


A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) está agitando a internet para anunciar o nome do seu novo sedã com a Corrida Fiat, em que seis Mille com escada no teto protagonizam uma divertida competição. A escolha recaiu sobre Cronos, o mais jovem dos titãs, filho de Urano, o céu estrelado, com Gaia, a Terra. Ele é o deus do tempo, capaz de reger todos os destinos.

A revelação do nome foi precedida de ação de engajamento de fãs da marca nas redes sociais, através de conteúdos produzidos a partir da corrida promocional organizada pela Fiat. Na sexta Feira 20, a empresa anunciou oficialmente o nome do novo sedã, por meio da divulgação do vídeo sobre a corrida, em que os seis Mille vão sendo substituídos a cada volta por um modelo recentemente lançado pela Fiat – Mobi, Toro e Argo. Cada carro, ao entrar na pista, traz na carroceria uma letra que forma o nome. Ao final, lê-se Cronos.


O Fiat Cronos vem para mostrar que a passagem do tempo para a Fiat se materializa numa jornada de renovação.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí


Coluna 3817 - 22.09.2017 edita@rnasser.com.br  

Honda Fit se aprimora para 2018
Pela Internet Honda apresentou a linha 2018 para seu bem sucedido Fit. Uma espécie de Geração 3 e ½, identificada visualmente por alterações nos para choques, faróis e grade frontal. Mudança principal, relatada na Coluna passada, foi o incremento em itens de segurança usuais a versões de maior hierarquia. Segue o caminho traçado nos modelos equivalentes nos EUA e Europa.

O ESP, iniciais do sistema de controle de estabilidade; o TC, controle de tração – artifício faz a transmissão arrancar em marcha fraca para evitar patinagem -; o manjado assistente de partida em rampa, o Hill Holder; e luzes de freadas emergenciais, são itens eletrônicos cujo crescimento na escala de uso permite reduzir preços e tornar-se atrativos mesmo ante o lento crescimento de aceitação e demanda pelos clientes brasileiros. A postura mercadológica pelo emprego de itens eletrônicos de segurança talvez encontre justificativa ante as exportações para a Argentina. O aliado do Mercosul pressiona o governo brasileiro para exigir o ESP nos produtos nacionais – o Brasil remancha, titubeia, engasga para regulamentar a obrigatoriedade. Somos lentos em adotar legislação pró segurança.

Versões
São quatro degraus de conteúdo e preço, mas há padrão básico: parte dos equipamentos listados, o pequeno motor L4, 1,5 litro, i-VTEC, variador de sincronia e abertura das 16 válvulas, 116/115 cv com gasálcool e álcool, flex; transmissão automática CVT, com polias variáveis; novo sistema de direção elétrico; freios ABS, o sistema anti bloqueio -, com EBD, distribuidor eletrônico da pressão hidráulica forçada pelo pisar no pedal do freio. Em segurança, cintos com ancoragem em três pontos para todos os passageiros, e fixadores Isofix para cadeirinha infantil.

A tecnologia vem-se democratizando, como exposto na escalada de conteúdo. Na versão básica DX, exceção está no uso de quase órfã transmissão mecânica de 5 marchas – um mico ‘a hora da revenda, e obrigatório par de almofadas de ar frontais. Versões superiores, transmissão automática por polias deslizantes, o sistema CVT, com simulação para sete marchas, com acionamento por alavanquinhas sub volante. Na EX, além das bolsas de ar frontais, também as há laterais. Em seguida EXL amplia o oferecimento com bolsas laterais tipo cortina, totalizando seis unidades. Nas duas versões superiores, ar condicionado digital.

Topo, a EXL contém novo módulo multimídia com conexão para SmartPhones Apple Car Play e Android Auto.
A novidade fica por conta da versão Personal, partindo de R$ 68.700 e permite a combinação de equipamentos pelo consumidor, optando por um item, sem pagar por todo pacote de versão superior.

Quanto custa
Versão
         R$
DX
58.700
Personal
68.700
LX
70.100
EX
75.600
EXL
80.900
Novidade é a versão Personal, admitindo escolha pontual dos itens sem a necessidade da compra de pacote completo. Experiência à busca de resultados.

TVR Griffit surpreende mantendo tradição
Fazendo surpresa, inglesa TVR apresentou seu novo modelo, o Griffith. Esportivo, motor entre eixos dianteiro, Ford V8 com 500 CV, com baixo peso, consegue excepcionais resultados: acelera de 0 a 100 km/h em menos de 4 s e supera os 320 km/h em velocidade final. Surpresa está no fato de todo o leque de marcas da indústria automobilística britânica, uma das maiores do mundo até a II Guerra Mundial, hoje estar resumida a dois fabricantes com grandes carros e pequenos quantitativos. 

A TVR, quase desaparecida, depois vendida ao russo Nikolay Smolensko, foi recomprada por grupo britânico. Construiu nova fábrica, formulou novo produto, pequena capacidade de produção, 500 unidades anuais. Outra, a MacLaren, mesmo diapasão, mas apta a entregar 3.000 unidades/ano. Marcas inglesas, outrora míticos exemplos de britanicidade são comandadas por capital estrangeiro: Rolls-Royce, BMW; Bentley, Volkswagen; Jaguar Land Rover, da indiana Tata; Mini, BMW; Lotus, investimento malaio...

Projeto para performance, emprega materiais leves para estrutura e carroceria, muito compósito em carbono, aço e alumínio colados sob pressão, consegue segurar o ponteiro da balança em 1.250 kg. É mais leve e menor ante concorrentes Porsche 911, Jaguar F Type e Aston Martin Vantage.

Projeto primoroso com apoio da Gordon Murray Design, autora do projeto da Mc Laren, motor Ford Coyote V8 5 litros desenvolvido pela Cosworth, aspirado produz 500 saudáveis e longevos cavalos, com a característica de durabilidade, aversão a oficinas, e grandes intervalos entre revisões. Entre eixos dianteiro permite excepcional distribuição de peso, sonho de qualquer projetista: 50% em cada eixo. Tração traseira, transmissão de seis velocidades.

Aerodinâmica privilegiada para estabilidade e refrigeração dos freios. Rótulo principal, deve ser visto como o último grito de uma tecnologia em descenso, a dos carros puramente movidos por motor a combustão interna, sem engenhos elétricos para hibridizá-lo.
Série de lançamento, a Launch Edition, porta revestimento em couro; rodas leves em desenho especial, pintura exclusiva, grande painel incluindo tela por toque, e botão de arranque imitando os utilizados nos jatos disparadores de foguetes, com pequena tampa a ser basculada para permitir premer o botão.

Projeto, charme, quase exclusividade não custam caro neste universo de carros personalizantes e de performance: 90 mil libras – uns R$  381 mil. Caro ? Não, em tempos de Lava Jato, merreca. As malas do importante Dr. Geddel permitiriam para comprar  133 Griffith, quase 4 meses da produção do automóvel, e surfar entre seus fiéis eleitores baianos. 

Roda-a-Roda
Pesquisa – Fiat desenvolve soluções para manter a liderança do Strada dentre picapes pequenos. Uma delas, preservar a plataforma atual, resistente, testada, trocando a cabine por outra. Uma das possibilidades, a do Mobi. Questão é segurar custos para evitar concorrer com o Toro, líder na categoria superior.

Ajustes – Nas adequações sugere-se contrair a relação de versões, limitando o Strada a duas portas e poucos equipamentos. E simplificar o Toro para reduzir preço e conquistar clientes dos Strada das antigas versões mais equipadas.

Conforto - Citroën confirmou lançamento próximo dia 10 da van Jumpy, montada no Uruguai, objeto de informações na Coluna  1117, aos  15.março. Formato inicial de furgão – após, passageiros -, e característica principal e diferenciativa do projeto é um olhar automobilístico sobre a ergonomia, a posição de conduzir, comandos, e os dois passageiros. Quer destacá-lo como o de maior conforto para usuários – motorista e auxiliares – ou caronas.

De volta – Da Coréia SsangYang confirmou volta do país. Como Coluna informou anteriormente, retorno será através de polivalente Venko, responsável pela chegada da chinesa Chery ao Brasil – após a marca chinesa assumiu a operação. Importações a partir do cancelamento do super IPI. Representação com prazo de 10 anos. Produto inicial, inescapável SUV.

Vantagem – Governo Federal baixou Medida Provisória satisfazendo concessionárias das estradas. Os investimentos nas vias – obras de arte, duplicação, etccc – não cumpridos nos últimos 5 anos terão mais 9 para ser viabilizados.

Razão - Generosidade dar-se-á com o dinheiro do usuário, pois a tarifa cobrada para cobrir os investimentos não realizados, em vez de ser suprimida, será mantida. Há triste frase a definir nossa concessiva estrutura legal: no Brasil quem faz a lei é a mãe do bandido.

Boa idéia – Jornalistas Scheila Canto e Paulo Cruz realizam segunda edição do Salão do MiniAutomóvel, interessante mescla de automóveis em várias escalas, desde 1:87 até 1:1, no caso Nissan GT/R e Chevrolet Camaro.

Fórmula - São mais de 4.000 unidades dos modelos em escala. Caminho novo ao juntar carrinhos de brinquedo e de verdade, com apoio dos fabricantes. No Shopping do Bosque, até set.24, Campo Grande, MS.

Ampliação – Toys for Boys Brasil, importadora de brinquedos para homens, ampliou linha de produtos. Além de automóveis esportivos, aeronaves e iates, traz, sob encomenda, lanchas Tigé.

Fórmula 1 – Mudanças redesenham a principal categoria do antomobilismo:
União McLaren Honda abriu. Equipe inglesa utilizará motores Renault. O asturiano Alonso permanecerá na equipe;

Toro Rosso com Honda – Parece um meio termo para negócio maior, fornecer à controladora Red Bull em 2019;

Sainz Jr saiu da Toro Rosso, indo para a Renault;
Kubica não irá para a Renault. Piloto finlandês procura equipe;

Recorde – Irv Gordon, 79, ex professor de Nova Iorque, coleciona recorde sempre aumentado, o de ter dirigido a maior quilometragem, num mesmo carro, em uso privado. Com Volvo P1800 de 1966, sólido e charmoso sueco recém completou 5M de Km, e no período retificou-o apenas duas vezes. Um recorde.

Celebridade – Transformou-se em referência para recomendar cuidados, manutenção em oficina autorizada, lubrificante indicado pelo Manual, de qualidade e troca nos intervalos nele indicados pela fabricante.

Mas – Porém, todavia, entretanto, sempre os há, o até então indestrutível motor do Volvo não resistiu ao descompromisso feminino. Razão descoberta pelo velho mecânico do automóvel, Da. Gordon, também provecta condutora, não soltou o freio de mão; rodou até queimar as lonas de freio; forçou o motor até debulhá-lo. Problemas não são solitários: ao saber da notícia, o velho mestre enfartou.

Concept One. Mercedes-AMG escreve o manual dos Hypercars
Mercedes-AMG surpreendeu o mundo apresentando seu novo ponto de exclamação, o Concept One. Mescla tecnologia de carros da Fórmula 1 com as mais recentes conquistas de tração elétrica. Resultado prático, um gran turismo classificado como Hypercar, muito acima dos concorrentes escreve as regras para a nova categoria.

Três motores elétricos – 120 KW, 160 cv em cada roda frontal, o terceiro tocado pela ponta do virabrequim do motor entre eixos traseiro – ciclo Otto, V6, 1,6 litro, o dos carros da Mercedes na Fórmula 1. Limite de giros e potência reduzidos relativamente aos carros de competição para oferecer durabilidade e confiabilidade ao uso nas ruas e estradas, e o turbo passou a ser elétrico, um motor com 80 kW – uns 107 cv - novo caminho para este soprador de potência.
Confiança patente, após longos 50 mil km motor e câmbio são retirados e, como nos Fórmula 1, inteiramente desmontados para aferir desgaste.

O Concept One, nas palavras de Thomas Moers, CEO da Mercedes-AMG, é o primeiro automóvel a tornar a tecnologia de Fórmula 1 utilizável nas vias, e a tomada de ar do motor expõe tal herança. O comportamento dinâmico também busca semelhanças. Com mais de 1.000 cv de potência, o conjunto de quatro motores o impulsionam do Zero aos 200 km/h em menos de 6s – o Bugatti Chiron, com 1500 cv fazem 6,2s; velocidade final de 350 km/h. Transmissão para as rodas traseiras, com 8 marchas, embreagem por monodisco seco. Dianteira por tração elétrica.

Outros dados: supera os Fórmula 1 em estabilidade; suas baterias pesam 100 kg; marcha lenta reduzida de 4.500 rpm para 1.100 rpm; funciona com gasolina de 95 octanas, como a Podium nacional; usa pneus Michelin Pilot Sport Cup 2 285x35x19 à frente e 335x30x20 atrás. Projeta-se a construção de 275 unidades a US$ 2,7M – uns R$  8,4M - na Inglaterra, onde produzido.

Não é apenas um degrau acima do pico dos esportivos, mas bandeira para exibir tecnologia a migrar para os futuros AMG e Mercedes.