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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Fernando Calmon - Alta Roda -Trânsito, doença curável

Alta Roda nº 981/331 30– 2114 023– 0oda nº852/0211508– 2oda nº851/2018

Fernando Calmon
Congestionamento de trânsito é algo que afeta, além da paciência dos motoristas, a qualidade de vida dos habitantes, a arquitetura das cidades e custa muito dinheiro para governos e população. Motores dos veículos sofrem e aumentam os gastos de manutenção. No Brasil começou a alterar hábitos de consumo, a exemplo da súbita ascensão do câmbio automático, antes restrito a modelos grandes. Agora, avançou muito em carros médios e até começou a crescer entre os compactos. 

Se serve de consolo, o país mais congestionado do mundo é a Tailândia, seguida por Indonésia, Colômbia e Venezuela. O Brasil divide a quinta colocação com EUA e Rússia. Esse levantamento foi feito pela Inrix, empresa sediada em Washington, EUA, especializada na coleta e análise de dados de tráfego em cidades e estradas ao redor do mundo. O relatório sobre o ano de 2017, publicado recentemente, compilou dados de 1.360 cidades. 

Para quem vive na maior cidade brasileira, São Paulo parece ser a mais congestionada do globo. Mas não é. Esse “troféu” fica com Los Angeles, seguida por Nova York e Moscou (empatadas). Aí sim, aparece a capital paulista, em quarto lugar, seguida por São Francisco, Bogotá, Londres, Atlanta, Paris e Miami (décima colocada). 

A conta é bastante pesada nos EUA, país desenvolvido que mais sofre com o trânsito lento, segundo a revista Fortune. No ano passado, prejuízo atingiu US$ 305 bilhões (R$ 980 bilhões), média de US$ 1.445 (R$ 4.600) por veículo. Grande parte do problema, no entanto, pode se resolver quando automóveis autônomos se inserirem na paisagem urbana. 

Eles vão permitir melhor aproveitamento das vias ao gerenciar a distância de segurança entre os veículos, praticamente eliminar acidentes (inclusive atropelamentos) e manter velocidade mais constante possível para menor consumo de combustível e menos emissões. A companhia de telecomunicações francesa Orange prevê que frotas de carros sem motoristas diminuirão bastante a necessidade de estacionamentos, livrando espaço nas cidades para parques e árvores. 

Outro estudo interessante foi feito pela KPMG, empresa de consultoria de âmbito mundial. Quais seriam, hoje, os 20 países mais preparados para a era dos veículos autônomos, mesmo sem ser possível saber quando realmente se tornarão relevantes? Cenário ideal, porém, ainda mais difícil de prever, seria associação dessa tecnologia com veículos elétricos. Ainda assim, conseguiu concluir o primeiro levantamento desse tipo já realizado. Considerou disposição da população em adotar o recurso, ambiente regulatório, atividades de pesquisa e desenvolvimento e também a disponibilidade de pontos de carregamento de veículos elétricos. O primeiro lugar ficou com a Holanda, seguido por Cingapura, EUA, Suécia, Reino Unido, Alemanha, Canadá, Emirados Árabes Unidos, Nova Zelândia e Coreia do Sul, nas dez primeiras posições. Brasil aparece em 17º, à frente de Rússia, México e Índia. 

Por aqui, os grandes problemas serão mesmo a infraestrutura de telecomunicação e da própria malha viária, pois regulamentação e tecnologias poderiam vir do exterior. Até lá, é sofrer com os congestionamentos. 

RODA VIVA

GENERAL MOTORS pretende tornar-se primeiro fabricante com produto idêntico para Brasil e Argentina. Ideia é reduzir custos ao produzir um veículo padronizado que dispense adaptações para um ou outro mercado, incluindo central de gerenciamento do motor. Produto será o Spin que receberá atualizações de estilo e interior, em maio próximo. 

RENAULT iniciou a comemoração de seus 120 anos de existência com participação especial no maior salão europeu exclusivamente dedicado a automóveis antigos e clássicos, o Rétromobile, em Paris. Na exposição, encerrada dia 12 último, exibiu 20 modelos de maior importância em sua história. Marca francesa criou o segmento de minivans com o Espace, em 1984. 

TRÊS modelos compactos da Audi chegam ao Brasil como automóveis mais potentes do mundo no segmento: RS3 hatch e sedã (mesmo preço de R$ 329.900) e o cupê TT RS (R$ 424.990). São nada menos de 400 cv e 49 kgfm gerados de um 5-cilindros turbo, também único de ciclo Otto no mercado. 0 a 100 hm/h em 3,7 s. Quem guia, não quer mais largar. 

ÓTIMO motor EcoBoost (1-litro, 3-cilindros, turbo) na versão intermediária do Fiesta foi decisão acertada da Ford. Ainda com câmbio automatizado de dupla embreagem, tem respostas vigorosas, nível de ruído/vibrações contido e consumo baixo. Faz até esquecer ser menos equipado. Na versão superior Titanium, mais recheada, motor de 1,6 litro, 4-cilindros, anda bem, porém gasta mais combustível. Assentos curtos dos bancos dianteiros, principal senão. 

COMPRADORES de carro 0-km já sabem: despesas extras – impostos, serviços e taxas – são inevitáveis. Empresa americana de precificações, Kelley Blue Book, instalada aqui faz pouco tempo, criou em seu site a ferramenta Chave-na-mão. A pesquisa gratuita inclui, além da faixa de preço de comercialização, todos os chamados penduricalhos para evitar surpresas. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2
                                                                                                                              

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 4617 - 17.11.2017 edita@rnasser.com.br 

E a Caoa comprou a Chery

Caoa Montadora, instalada em Anóplis, Go, onde faz carros e pequenos caminhões Hyundai, foi aceita pela chinesa Chery para a compra de 50,7% de suas ações na Chery Brasil, dona de fábrica de automóveis, fundição, centro de distribuição de peças. Os chineses comunistas pensavam em fórmula para conviver com a má experiência capitalista no Brasil: implantaram instalação industrial de primeira grandeza, mas não tem conseguido programar ou executar programas de produção, pois o sindicato dos metalúrgicos no Vale do Paraíba executa greves e paralizações constantes, interrompendo o fluxo industrial, o fornecimento dos carros à rede revendedora. Sem saber lidar com o problema, desistiram, anunciando a decisão de vender a operação Brasil, e sair do mercado encolhido pela crise, acachapado por seus problemas internos.

Bom negócio. A fábrica tem  400 mil  metros quadrados de área construída; capacidade de produzir de 50 mil unidades anuais, e o valor pedido, segundo gente do ramo, é inferior ao custo. Aspectos importantes a considerar, para a CAOA compra abre novo patamar para negócios; 1 – é desconhecida mas há data de vigência dos contratos de produção dos Hyundai pela CAOA. Ter os chineses é garantia de, à data, permanecer na atividade; 2 – dá-lhe condições de viabilizar construção de carro próprio, antigo sonho de seu polêmico controlador, o empresário originalmente médico Carlos Alberto de Oliveira Andrade, cujo acróstico batiza o grupo.

Início
Para trocar o pneu furado com a bicicleta andando, gestão é do novo patrão. Não há definições sobre cortes de pessoal ou sinergias, mas nestes dias de informática todos os serviços administrativos de ambas as marcas tendem a se concentrar em apenas uma. Ante o fato de o sindicato paulista agir como inimigo do patrão pode sinalizar cortes de pessoal na Chery em Jacarei, SP, e transmissão de funções para a base CAOA.

Produtos
Nova empresa, de acordo com comunicado público, chamar-se-á CAOA Chery, fundindo operações e instalações, com previstas alterações industriais para harmonizar meios e produtos. Passos iniciais, aparentemente para medir a temperatura do relacionamento com o sindicato paulista, CAOA Chery desviará para Anápolis, GO, a produção de novos veículos de origem chinesa, fazendo Nestes a escolha decorrerá de acordo com a os equipamentos industriais existentes na fábrica goiana, as oportunidades de mercado, e evitar concorrência predatória de veículos de marcas diferentes feitos sob o mesmo teto. 

Decisões com aplicação imediata, válidas para para 2018, um deles pode ser a substituição do utilitário esportivo Tiggo, anteriormente previsto pelos chineses para ser produzido na Chery, pela novidade mais recente da marca, o RUIHU 5x – que nome … -, atualizado em estilo e conteúdo, com realce à conectividade. Emprega motor 1,5 turbo, e tração nas 4 rodas.

Soma da capacidade produtiva de Anápolis, GO, 87 mil veículos/ano, e da Chery arranha as 140 mil/unidades anuais.

Mostrada vem aí
Quer assustar o pessoal da Fiat ? Pergunte sobre o Mostrada. E o que seria o eventual produto correspondente a tal designação ? Composição irônica indica a soma de cabine do Mobi com a plataforma do bom picape Strada.

Na prática o negócio é a necessidade de criar novo ciclo de vida para o bem vendido Strada, respeitados dois limites: conter o preço para não escapar à competição no mercado; e não se aproximar dos valores do Toro, maior picape da empresa, criador de novo segmento, de vendas e lucros estelares.

Algumas formulas foram tentadas, protótipos moldados, e concluiu-se por uma: usar a estrutura da cabine do modelo Mobi, até a Coluna B, e adequá-la a parte de carga. Não se trata apenas de fazer soldas juntando partes, e daí o arrepio do pessoal da Fiat ante a citação do nome: não quer ver o Strada identificado como um picape da família Mobi. 

Relativamente à atualmente empregada, a cabine tem melhor administração de espaços, absorve mecânica mais moderna, como a família 1400, e não será aplicada simploriamente. Terá cara própria, mantidas estrutura e medidas, mas com identificação visual diversa, para evitar tal associação – aparentemente para lamas, capô, grade, grupo óptico frontal, grade, tudo será diferente, e tais formas motivarão mudar a caçamba em medidas e no desenho das laterais. É o Projeto X6P - e chegará rápido.

E o Cactus também
Nome espinhoso pode ser curioso – mas não será impedimento  às vendas no país onde rede hospitalar se chama D’Or -, e descreve veículo muito interessante.

Limpo em estilo, grande superfície envidraçada, carroceria sem vincos ou ângulos, primorosa administração de espaço interno, o Cactus representa a volta da Citroën à sua corajosa linha de conceito estético. Terá 2,60m como distância entre eixos, ótimo espaço em sua classe; bancos largos inspirados em sofá, e controle de infodiversão e conectividade por tela de 20 cm ao centro do painel.

Primeiros protótipos produzidos e em final de testes. O automóvel a ilustrar a notícia foi fotografado em Itatiaia, RJ, cidade ao lado de Porto Real, onde será feito. Lançamento primeiro semestre de 2018 já com a evolução exibida na segunda série, como mudança de grade frontal, no grupo óptico. Mecânica variada, do motor 1,2 aspiração simples, ao 1,6 turbo.


Toyota Prius lidera vendas de elétricos
Sem produção ou montagem locais, sem incentivo oficial, Toyota está mudando o conceito e o mercado de híbridos elétricos: seu Prius é o mais vendido – supera a soma de todos os demais concorrentes -, assinalando média mensal de 300 vendas. Resultado surpreendente, explica Miguel Fonseca Vice Presidente encarregado do projeto, está assentado em três pilares: tornar o veículo conhecido; garantir assistência técnica superior; ter preço competitivo. 

Toyota começou o projeto com a série 3, logo substituída pela atual, ao tempo em que treinava mecânicos para conhecer o produto com profundidade, esforço para atingir todo o país, forma de tornar os profissionais os primeiros divulgadores de sua superioridade; a disponibilidade de unidades nas revendas, para ser testadas pelos clientes aguardando serviço em produto da marca tem auxiliado a divulgar e vender. Por si só o Prius é de uso extremamente agradável, ao ser construído sobre plataforma própria, aproveitando o espaço interno. Atrativos outros, como a larga garantia de 8 anos para os componentes do sistema híbrido, e a consciência do avanço da eletrificação como caminho próximo da mobilidade auxilia fomentar vendas, feitas a preço competitivo – em torno de R$ 130 mil. 

A Toyota acredita nas condições e capacidades brasileiras para desenvolver importante braço de tecnologia neste período de abandono dos combustíveis fósseis pelos renováveis. Mesmo Fonseca crê, houvesse uma linha de política de estado, o carro híbrido/elétrico, auto carregável por motor flex ou a álcool, colocaria o país na vanguarda tecnológica. Hoje, nas discussões para estabelecer nova política industrial para automóveis, o Rota 2030, o tema da mudança de combustível vem sendo tratado com distância, sem ser objetivo a ser atingido.

Não há incentivo para a importação, mas apenas tratamento tributário diferenciado. Prius e outros híbridos elétricos recolhem 4% de imposto de importação, contra 35% dos demais importados, mas não há incentivo no IPI relativamente aos veículos movidos por motores de combustão interna.

Roda-a-Roda
Minguou – Renault desistiu de vender seu sedã Fluence na rede de concessionários. Agora apenas frotistas. Automóvel é muito bom em seu segmento, o melhor para Uber e que-tais, porém marca nunca o fez competitivo.

Questão - Marca francesa padece do mesmo problema da italiana Fiat: não sabe vender carros maiores e mais caros. Última geração do Mégane feita em Curitiba e sua camioneta Grand Tour, os melhor dotados do setor, nunca se impuseram.

Ocasião – Automóvel se expõe no Salão do Automóvel. Correto? Talvez coerente, mas há exceções nestes tempos vale tudo para promover marca e vendas. Isto explica Audi expor seu RS3 no Salão Duas Rodas, para motocicletas.

Audi – Foi pré estréia, com vendas a iniciar em dezembro.  É o sedan A3, com tração nas 4 rodas, poderoso motor de cinco cilindros, 2,5 litros de cilindrada e 400 cv, o mais potente do mundo em sua cilindrada. Ficou exposto no stand Ducati, marca pertencente à Audi.

Referência – Fonte de consulta sobre preço de veículos, o Kelley Blue Book chegou ao Brasil. Difere-se das tabelas convencionais por considerar mais informações para novos e usados, e trazer classificação em três zonas de valor indicando se é bom negócio ou está cima do preço de mercado. Nos EUA, onde existe há 90 anos, lidera em registro de acessos/mês.

Fraternidade – Considerado o mais elegante dos encontros de automóveis antigos, o Pebble Beach Concours d’Élegance, realizado em Monterey, CA, acaba de doar US$ 1,7M a entidades pias de sua região.

Institucional – BMW apoia restauração de avião Junkers JU 52 de 1934, ora em processo de salvamento pela Força Aérea Argentina. O alemão Junkers empregava motor aeronáutico BMW. 

Área de memória da empresa auxilia colecionadores salvar seus produtos. Não há notícias deste apoio aos restauradores de automóveis ou motos no Brasil.

Gente – Daniel Simonetti, jornalista conhecedor de automóveis na Fiat, concretude. OOOO Deixou a empresa e foi-se à MRV, construtora de edifícios. OOOO A cada vez se torna mais difícil encontrar jornalistas apreciadores de automóveis para trabalhar nas assessorias das marcas. OOOO Marco Greiffo, comunicólogo, ascensão. OOOO Assessor de imprensa aos negócios da Volvo – exceto automóveis. OOOO Antes fazia comunicação interna. OOOO Repõe espaço aberto com saída de Milena Miziara. OOOO


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Audi é a marca de carros oficial do Brasil Open 2016

A Audi do Brasil é patrocinadora oficial, na categoria carros, do Brasil Open, que acontecerá de 22 a 28 de fevereiro, no Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo. A 16ª edição do campeonato será disputada por nomes como o uruguaio Pablo Cuevas, atual campeão do torneio, o argentino Federico Delbonis, campeão em 2014, e o tricampeão Nicolas Almagro, além do tenista número 1 do Brasil, Thomaz Bellucci.

 A Audi, que patrocina o Brasil Open desde a edição de 2015, amplia neste ano sua presença no campeonato, reafirmando seu posicionamento como marca apoiadora e incentivadora dos esportes.

 "A Audi tem forte relação com o esporte em todo o mundo, em diversas modalidades, e incentiva atletas, equipes, além de estar presente em campeonatos, como o Brasil Open, que reforçam seus pilares de esportividade e sofisticação. O apoio a eventos esportivos também traz uma maior aproximação da marca com seus consumidores e admiradores“, afirma Herlander Zola, diretor de marketing da Audi do Brasil.

O tênis é um esporte que exige estratégia, precisão e performance, características muito alinhadas ao DNA da Audi e que serão reforçadas nos materiais de comunicação da marca no torneio.

Além da sinalização das quadras e marcadores com o logotipo da Audi,  a marca irá expor os modelos Q7 e RS 3, lançamentos recentes que chegaram ao Brasil no final de janeiro e no começo deste mês, respectivamente.

A Audi irá exibir ainda o novo filme da Q7, que vai ao ar em breve nos canais de TV. Também disponibilizará carros para membros da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), além de jogadores e direção do evento.

O Brasil voltou a figurar no cenário mundial de tênis, após uma lacuna de sete anos, em 2001, com a realização da 1a. edição do Brasil Open de Tênis, na Costa do Sauípe, litoral baiano.E já em seu segundo ano recebeu da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais) o prêmio “Awards of Excellence”.

O torneio permaneceu na Bahia até 2011 e desembarcou em São Paulo, em 2012, onde foi realizado com sucesso até o ano passado no Ginásio do Ibirapuera, tornando-se o único torneio ATP disputado no saibro em quadra coberta (indoor).

O Brasil Open é hoje um dos principais e o mais tradicional torneio profissional realizado no país, com o maior número de edições realizadas até aqui (16).


Pelo Brasil Open já passaram grandes nomes do tênis mundial como Rafael Nadal, Gustavo Kuerten, Carlos Moyá, Tommy Haas, Nicolas Almagro, Juan Carlos Ferrero, Guillermo Cañas, entre outros.

sábado, 22 de outubro de 2011

Audi RS3 ganha prêmio de melhor inovação em design “Autonis 2011”

A Audi vence mais uma vez o prêmio “Autonis - Best Design Innovations 2011”, dessa vez com o compacto Audi RS3, recém-lançado no Brasil. A pesquisa é realizada anualmente pela revista alemã auto motor  und sport (ams) junto aos seus leitores.O RS 3 desbancou concorrentes de alto calibre de fabricantes alemães e estrangeiros. Com 36,3% dos votos, o modelo dinâmico e top da série A3 foi escolhido como o melhor na categoria de carros compactos. Um total de 22.916 leitores da revista auto motor und sport participaram da votação para o prêmio "Autonis 2011". 83 modelos competiram em oito categorias.


O prêmio foi entregue por Bernd Ostmann, editor-chefe da publicação, à Norbert Weber, chefe do Centro de Design da Audi, durante evento de premiação que aconteceu no Solitude Castle, em Stuttgart, Alemanha.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Audi RS3 Sportback: compacto mais rápido do mundo já está no Brasil

Acaba de chegar ao país o novo Audi RS 3. Com vocação para andar na frente, versão super esportiva do A3 tem motor de 340 cv de potência e acelera de 0 a 100 km/hora em apenas 4,6 segundos. Modelo vem ainda equipado com transmissão S tronic de sete velocidades e dupla embreagem, tração permanente quattro, rodas de 19 polegadas e bancos dianteiros esportivos, itens que estabelecem novos referenciais de desempenho e tecnologia entre os hatchbacks esportivos. De agora até meados de 2012, mercado brasileiro irá receber 20 unidades do RS3 Sportback. Os primeiros modelos já foram comercializados ao preço de R$ 298 mil.Esportividade extrema, tecnologia de ponta e estilo inconfundível: o novo Audi RS 3 Sportback reúne características que agradarão aos consumidores mais exigentes da marca alemã. 

O novo modelo da série esportiva RS, como manda a tradição da montadora, vem equipado com um motor potente de 2,5 litros, turbo de cinco cilindros, que produz 340 cv de potência e 450 Nm de torque, eleito recentente na Europa o “Motor  do Ano” por um juri de alto nível formado por jornalistas automotivos.A versão mais esportiva do Audi A3 Sportback vem ainda equipada com o transmissão S tronic de sete velocidades e dupla embreagem, tração permanente quattro, rodas de 19 polegadas e parachoques de fibra de carbono com plástico reforçado (carbon-fiber‑reinforced plastic - CFRP), itens que ressaltam as caracterísitcas esportivas do Sportback alemão.


Som e fúria: o motor 

Cada veículo da família RS representa o mais esportivo modelo de sua linha, e o Audi RS 3 Sportback não é diferente. O automóvel agora traz essa receita dinâmica para a categoria de compactos, com aceleração de 0 a 100 km/hora atingida em apenas 4,6 segundos. A velocidade máxima de 250 km/hora é limitada eletronicamente e, mesmo com tanto desempenho, o carro - que pesa somente 1.575 kg -  faz, em média, 11 km por litro de combustível e emite 212 g de CO2 por km. Essa eficiência deve-se, em parte, ao funcionamento da bomba de óleo sob demanda e ao sistema regenerativo que recupera energia quando o carro desacelera (KERS).


O propulsor 2,5 TFSI, de 2.480 cm3, tem potência específica de 137,1 cv por litro (340 cv no total). O torque máximo de 450 Nm já está disponível em baixas rotações – 1600 rpm - e mantém-se constante até 5.300 rpm, oferecendo excelente elasticidade e proporcionando respostas mais eficientes e rápidas nas retomadas de aceleração.


Com apenas 49 centímetros de comprimento, o motor de cinco cilindros é ultra-compacto, pesando apenas 183 kg. O bloco é feito em ferro fundido  de grafite vermicular, que oferece alta resistência e leveza ao mesmo tempo. Vale ressaltar que a Audi é a montadora que pela primeira vez utilizou este material em um motor a gasolina. O conceito de design leve melhora a distribuição de carga por eixo e, por último, a dirigibilidade.

Velocidade e controle: a transmissão




O novo Audi RS 3  Sportback vem equipado com transmissão S tronic de sete velocidades com dupla embreagem. Como as marchas ficam pré-engatadas, a mudança é feita de maneira extremamente suave, em centésimos de segundo, sem interrupção perceptível de potência. O câmbio pode ser operado em dois modos automáticos e um modo manual, por meio de shift paddles no volante ou ainda pela alavanca seletora, para trocas manuais.Equipado com um item exclusivo da Audi, o sistema de tração integral permanente quattro, o novo Audi RS 3 Sportback dá um show de estabilidade e dinamismo. O sistema garante fôlego na retomadas e maior controle mesmo quando comparado a outros esportivos. Seu elemento central é uma embreagem multi-plate controlada eletronicamente e montada de forma a alcançar uma distribuição ótima de carga por eixo. Graças à tração quattro, o poder de propulsão pode ser distribuído para cada eixo conforme a necessidade. Sempre que ocorre um deslizamento em um dos  eixos, uma bomba elétrica intervém em milésimos de segundos para aumentar a pressão de óleo nas placas da embreagem, permitindo o redirecionamento do torque conforme a necessidade.


Equipamentos e tecnologia

O modelo top de linha da família A3 demonstra o potencial explosivo à primeira vista. Os faróis de xenon plus, o spoiler dianteiro, a grade frontal e as entradas de ar garantem personalidade ainda mais esportiva ao modelo. A vista lateral é dominada pelo para-lamas dianteiros feitos em fibra de carbono com plástico reforçado (CFRP), retrovisores com acabamento em alumínio fosco e um spoiler de grandes dimensões. Um difusor preto brilhante e duas ponteiras de escape elípticas à esquerda acentuam o estilo esportivo na traseira. Os logotipos RS 3 enfeitam a grade dianteira e a tampa do porta-malas.

O estilo dinâmico segue pelo interior do veículo, totalmente negro e ostentando logos RS 3. Os bancos dianteiros são esportivos; o volante em couro multifuncional esportivo com base plana e os acabamentos em alumínio oferecem requinte ao modelo, que possui ainda alavanca de transmissão e instrumentos especialmente concebidos para esta versão.  O sistema de informação do condutor pode exibir a pressão do turbo e a temperatura do óleo, assim como um contador de voltas com cronômetro para o caso de utilização do veículo numa pista de corrida.

Os equipamentos de série do Audi RS 3 Sportback incluem sistema de estacionamento traseiro, controle de temperatura, sistema de som Bose e faróis em xenon plus com luzes diurnas em LED.