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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Fernando Calmon - Alta Roda -Trânsito, doença curável

Alta Roda nº 981/331 30– 2114 023– 0oda nº852/0211508– 2oda nº851/2018

Fernando Calmon
Congestionamento de trânsito é algo que afeta, além da paciência dos motoristas, a qualidade de vida dos habitantes, a arquitetura das cidades e custa muito dinheiro para governos e população. Motores dos veículos sofrem e aumentam os gastos de manutenção. No Brasil começou a alterar hábitos de consumo, a exemplo da súbita ascensão do câmbio automático, antes restrito a modelos grandes. Agora, avançou muito em carros médios e até começou a crescer entre os compactos. 

Se serve de consolo, o país mais congestionado do mundo é a Tailândia, seguida por Indonésia, Colômbia e Venezuela. O Brasil divide a quinta colocação com EUA e Rússia. Esse levantamento foi feito pela Inrix, empresa sediada em Washington, EUA, especializada na coleta e análise de dados de tráfego em cidades e estradas ao redor do mundo. O relatório sobre o ano de 2017, publicado recentemente, compilou dados de 1.360 cidades. 

Para quem vive na maior cidade brasileira, São Paulo parece ser a mais congestionada do globo. Mas não é. Esse “troféu” fica com Los Angeles, seguida por Nova York e Moscou (empatadas). Aí sim, aparece a capital paulista, em quarto lugar, seguida por São Francisco, Bogotá, Londres, Atlanta, Paris e Miami (décima colocada). 

A conta é bastante pesada nos EUA, país desenvolvido que mais sofre com o trânsito lento, segundo a revista Fortune. No ano passado, prejuízo atingiu US$ 305 bilhões (R$ 980 bilhões), média de US$ 1.445 (R$ 4.600) por veículo. Grande parte do problema, no entanto, pode se resolver quando automóveis autônomos se inserirem na paisagem urbana. 

Eles vão permitir melhor aproveitamento das vias ao gerenciar a distância de segurança entre os veículos, praticamente eliminar acidentes (inclusive atropelamentos) e manter velocidade mais constante possível para menor consumo de combustível e menos emissões. A companhia de telecomunicações francesa Orange prevê que frotas de carros sem motoristas diminuirão bastante a necessidade de estacionamentos, livrando espaço nas cidades para parques e árvores. 

Outro estudo interessante foi feito pela KPMG, empresa de consultoria de âmbito mundial. Quais seriam, hoje, os 20 países mais preparados para a era dos veículos autônomos, mesmo sem ser possível saber quando realmente se tornarão relevantes? Cenário ideal, porém, ainda mais difícil de prever, seria associação dessa tecnologia com veículos elétricos. Ainda assim, conseguiu concluir o primeiro levantamento desse tipo já realizado. Considerou disposição da população em adotar o recurso, ambiente regulatório, atividades de pesquisa e desenvolvimento e também a disponibilidade de pontos de carregamento de veículos elétricos. O primeiro lugar ficou com a Holanda, seguido por Cingapura, EUA, Suécia, Reino Unido, Alemanha, Canadá, Emirados Árabes Unidos, Nova Zelândia e Coreia do Sul, nas dez primeiras posições. Brasil aparece em 17º, à frente de Rússia, México e Índia. 

Por aqui, os grandes problemas serão mesmo a infraestrutura de telecomunicação e da própria malha viária, pois regulamentação e tecnologias poderiam vir do exterior. Até lá, é sofrer com os congestionamentos. 

RODA VIVA

GENERAL MOTORS pretende tornar-se primeiro fabricante com produto idêntico para Brasil e Argentina. Ideia é reduzir custos ao produzir um veículo padronizado que dispense adaptações para um ou outro mercado, incluindo central de gerenciamento do motor. Produto será o Spin que receberá atualizações de estilo e interior, em maio próximo. 

RENAULT iniciou a comemoração de seus 120 anos de existência com participação especial no maior salão europeu exclusivamente dedicado a automóveis antigos e clássicos, o Rétromobile, em Paris. Na exposição, encerrada dia 12 último, exibiu 20 modelos de maior importância em sua história. Marca francesa criou o segmento de minivans com o Espace, em 1984. 

TRÊS modelos compactos da Audi chegam ao Brasil como automóveis mais potentes do mundo no segmento: RS3 hatch e sedã (mesmo preço de R$ 329.900) e o cupê TT RS (R$ 424.990). São nada menos de 400 cv e 49 kgfm gerados de um 5-cilindros turbo, também único de ciclo Otto no mercado. 0 a 100 hm/h em 3,7 s. Quem guia, não quer mais largar. 

ÓTIMO motor EcoBoost (1-litro, 3-cilindros, turbo) na versão intermediária do Fiesta foi decisão acertada da Ford. Ainda com câmbio automatizado de dupla embreagem, tem respostas vigorosas, nível de ruído/vibrações contido e consumo baixo. Faz até esquecer ser menos equipado. Na versão superior Titanium, mais recheada, motor de 1,6 litro, 4-cilindros, anda bem, porém gasta mais combustível. Assentos curtos dos bancos dianteiros, principal senão. 

COMPRADORES de carro 0-km já sabem: despesas extras – impostos, serviços e taxas – são inevitáveis. Empresa americana de precificações, Kelley Blue Book, instalada aqui faz pouco tempo, criou em seu site a ferramenta Chave-na-mão. A pesquisa gratuita inclui, além da faixa de preço de comercialização, todos os chamados penduricalhos para evitar surpresas. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2
                                                                                                                              

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 4014 - 01.10.201- edita@rnasser.com.br


Internacionalização da VW. Vem aí o Jetta nacional
Volkswagen anunciou a produção do sedã Jetta em sua fábrica de São Bernardo do Campo, SP. Início industrial em princípio de 2015, mas quem quiser vê-lo deve ir ao Salão do Automóvel, S Paulo, outubro/novembro.
Não é, como se poderia projetar, lançamento mundial do sedã feito sobre a criativa plataforma MQB, onde se baseará o Golf nacional, a partir do segundo semestre do próximo ano no Paraná. É o modelo atual, bem conhecido, pois à venda aqui, importado do México, construído sobre a plataforma PQ 35, estrutura dos Golf das gerações V e VI – a atual é a sétima do Golf. Dois motores 2.0 a escolher. Um, aspirado, cerca de 120 cv, para carros de frota e serviços, e outro turbo, 16 válvulas, em torno de 200 cv para quem gosta de segurança e alegria.
O modelo não será exatamente igual aos encontráveis nos revendedores da marca. Sofrerá mudanças estéticas de meio do ciclo industrial, sinalizando existência e convivência entre plataformas para os próximos três ou quatro anos. Relativamente ao atual modelo mexicano haverá uma implementação de conteúdo tecnológico e de confortos, atual caminho de sobrevivência no caminho escuro e pantanoso de nosso atual mercado.

Razões
Como a Coluna antecipou há dois anos, pelo fato de a administração de Thomas Schmall à frente da VW do Brasil ter conseguido re inseri-la na estrutura de importância da marca, definiu-se igualar produtos e produção. Fazer uma Conexão Tecnológica, como resume Schmall. Ou seja, por um lado atualizar o país relativamente aos veículos da marca feitos em outros países. A outra face é cortar gradualmente as exceções peculiares ao nosso mercado.
O Brasil é base importante para a marca cumprir seu desiderato: ser líder mundial em produção e vendas.
Produzir o Jetta – o nome na Europa é o de uma corrente de vento frio e forte - no Brasil mostra outro desdobramento da postura de comunizar mundialmente os produtos, também consequência de outra definição igualmente contada na Coluna: a Volkswagen quer aumentar sua participação no mercado da América do Sul. Nele, brilha na Argentina e no Brasil, porém nos restantes países, embora mercados pequenos, é apenas marca adicional em meio à briga de foice com produtos de todo o mundo. Dividir a produção com o México, de onde importamos o Jetta, significa polir as armas, aumentar as facilidades para exportar aos países vizinhos a partir do Brasil.

Paris, Salão, novidades
Em medida de fazendeiro, o Salão do Automóvel em Paris ocupa dois alqueires goianos, ou quatro destas medidas paulistas: 96.000 m2, espalhados em nove pavilhões. Abre à imprensa dia 2 e ao público, ansiado em sonhático e inalcançado milhão de visitantes, dia 4, para apresentar umas cem novidades entre produtos novos, meias solas, propostas de tecnologia. Em mais um ano com redução de vendas em quase todos os continentes claro ficará, crise só ocorre para quem conta dinheiro e analisa sua capacidade de compra. Aos gravitantes em círculo maior, os carros que lhes falam aos sentidos, por exemplo Ferrari, em seu modelo 458 Speciale A, de aperto, aberto, conversível. Motor V8, 605 cv, 540 Nm para o mais veloz spyder da marca, em 499 unidades pintadas em amarelo com faixa azul e branca.

Lamborghini volta após quarenta anos com modelo em quatro portas. Mercedes performático, agora em nova marca AMG com o GT apresentado à imprensa há 20 dias. Paris conhecerá seu preço de concorrente de Porsche 911. Coisa de rico elegante, Bentley Mulsanne Speed.

No pacote de tecnologia, o Citroën Cactus Airflow 2L. A sigla numérica indica o consumo à moda europeia, 2 litros por 100 km rodados. E Peugeot 208 HYbrid Air, com a mais factível e barata tecnologia híbrida, o ar comprimido. Citroën  e DS, sua nova marca Premium, exibindo o sedã Divine.

No pacote da razoabilidade, o Jaguar XE, um downgrading na marca. O menor de seus produtos, competidor de BMW Serie 3 e Mercedes Classe C, vem puxado pelo novo motor Ingenium, dois litros, quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta, versões com 163 e 180 cv. Passo de coragem, os indianos da Tata, donos da marca, abandonaram os motores Ford Ecoboost e criaram produto próprio. Interessante, usa a mesma base em alumínio para fazer versões nos ciclos Otto e Diesel, enquadra-se com folga na legislação de emissões, e crava 25 km/litro! Será importado para o Brasil. Participará do segmento onde seus concorrentes registram os maiores números de venda.


Produtos tangentes ao nosso pequeno mercado de importados, o Mini cinco portas, o Renault Espace, resgatando um de seus sucessos. Bem enfatizado, o novo utilitário esportivo Volvo XC 90 decepciona. Cópia enjambrada do VW Tiguan.




Roda-a-Roda

Xing Ling – Lifan, chinesa com montagem em Montevidéu, inicia internar seu modelo 530, primeiro automóvel após assumir a antiga representação. Marca hoje monta no vizinho país o utilitário esportivo X60 e o pequeno picape Foison.

Voyage – Foco do chinês é o cliente do Voyage. Dimensões assemelhadas, motor 1,5 litro, 16 válvulas, comandos variáveis, boa potência – 103 cv a 6.000 rpm e torque adequado: 13,5 m.kgf entre 3500 e 4500 rpm. Promete bom conteúdo: freios a disco nas 4 rodas em liga leve, ar condicionado, direção, vidros, travas e retrovisores elétricos.

R$? – Revendedores apontam para valor tangente aos 40 mil. Deve ser menos. Quatro dezenas de milhar é preço de Fiat Gran Siena com mais espaço e motor.

Mercado – Fiat iniciou vender seu picape Strada no México, cabine simples e dupla com três portas. Entretanto não os apresenta com sua marca e tipo conhecido aqui e na América Latina, porém como Dodge RAM 750. Pega carona na imagem das agora primas parrudas e impositivas.

Mico – Jornalistas presentes à pré apresentação do Mustang na Califórnia, acharam alguma coisa especial no rugido do automóvel, tracionado por motor L4, de 2,3 litros, Ecoboost (turbo) com versões de 163 e 180 cv.

171 – Procura, asculta dentro e fora do carro, os da revista Road and Track, retiraram o fusível elétrico do sistema de som – e o barulho do motor se foi. Não era som de coisa mecânica, como um automóvel, mas som eletrônico. O nome do engodo é Active Noise Control. Versões mais potentes o dispensam.

Universal – Um século depois de Henry Ford apelidar o Modelo T como Universal Car, a Ford se ligou e quer fazer o mesmo com o Mustang. Desenvolveu-o mesclando com presumidas exigências de diversos mercados, para deixar de ser ícone norte americano e ser carro de atuação mundial.

Risco – Ministério da Justiça informa, Ford abriu chamada pública para trocar cilindros de ignição, fechadura da porta do motorista e chaves dos Novos Ka. Razão, súbito e involuntário desligamento do motor, colocando usuários da via em perigo. Má notícia, o Ka inicia vender com defeito de fábrica. www.ford.com.br.

E, - Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do mesmo MJ comunica, Harley-Davidson chama para troca do cilindro mestre do freio dos modelos Street Glide, Ultra Limited, CVO Limited e CVO Breakout 2013 e 2014. Para conferir, 0800 724 1188.

Referência – Chip Foose, personalizador de automóveis, esteve no Brasil como Embaixador da 3M. Revista Car and Driver pediu e, em sete minutos, produziu customização para VW Gol: rodões, frente rebaixada, faixa colorida envolvente, a partir dos para lamas frontais, passando pelas maçanetas.

Futuro - Simpático, disse tais trabalhos no Brasil tem qualidade e criatividade. Preocupado pela queda de interesse dos jovens por automóvel, a seu ver causada em parte pela ausência de oficinas práticas na grade curricular, criará prêmio para a melhor customização feita por jovens entre 16 e 20 anos.

Apoio – Mahle Metal Leve e Finep, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, aplicarão R$ 285M no aprimorar tecnologia para o desenvolvimento sustentável do país. Bobeamos e ficamos para trás em tecnologia e custos.

Pé no Chão – Toyota se prepara a voltar à antiga sede, onde ficava a produção dos jipes Bandeirantes, na Estrada do Piraporinha, São Bernardo do Campo, SP. Empresa superou a fase de deslumbramento, errou separando escritório e produção, e fará economia deixando alugado endereço nobre em S Paulo, voltando para seu imóvel.

CalendAlfa – Victor, revendedora de peças Alfa na França, preparou calendário com cromos italianos. Coisa elegante e bem produzida. P’ra barato não serve: 25 Euros – uns R$ 80. Afim ? www.victorparts.com

Mercado – Brasvel, conhecida empresa em Belo Horizonte, importadora de veículos novos e agente de antigos, amplia serviços: lanternagem, pintura e restauração em geral, pagamento em quatro vezes por cartão de crédito. www.brasvel.com.br

Boa – Irmãos Rogério e Roberson Azambuja, colecionadores de peso em Passo Fundo, RS, negociaram com Carlos Eduardo Tato Warlich, o prédio do museu Anos Dourados, desmobilizado há anos na turística cidade de Canela.

Mais um - Reabri-lo-ão com exposição inicial de 60 unidades – metade do acervo fraterno. Os Azambuja tem a mais relevante coleção de nacionais. O Museu do Automóvel, nome fantasia, mesclará o acervo com importados.

Continua – O Museu Anos Dourados, dito Museu do Tato, continuará em São Francisco de Paula, a 70 km de Gramado/Canela. Juntos com a coleção Hollywood Dreams, focada em automóveis norte americanos e motos Harley-Davidson, formarão a maior densidade geográfica museu de automóveis/km2 no país. Tomara que o Estado do Rio Grande do Sul aproveite a ocasião e promova roteiros e viagens turísticas para conhecer o acervo.

Retífica RN – Coluna passada falou da nova regra isentando Imposto de Importação aos veículos híbridos. Projetou redução de preços em Toyota Prius e Ford Fusion. Raciocínio não vale para este, mexicano, importado por cota isenta do I.I.

Gente - Arnaud Charpentier, francês, amplas experiências na Nissan em ações internacionais, nova experiência. OOOO Diretor de Marketing. OOOO Momento delicado, a marca tropeça nas baixas vendas do recém-lançado March. OOOO Ex ocupante do cargo, Murilo Moreno, que tornou a marca conhecida, saiu para ano sabático. OOOO Dá um tempo pessoal. OOOO Bertrand Blaise, francês, 49, pós graduado em comunicação, novo diretor mundial de comunicação da PSA, holding de Peugeot e Citroën.OOOO


terça-feira, 19 de novembro de 2013

FORD NEW FIESTA ESTRELA O GYMKHANA SIX, NOVO VÍDEO DE KEN BLOCK


O New Fiesta ST está de volta no sexto vídeo da famosa série Gymkhana, do piloto norte-americano Ken Block, que já somou mais de 250 milhões de acessos em todo o mundo. Depois de usar como locações um píer abandonado, um hangar, um autódromo, o Universal Studios e as ruas de São Francisco, a nova produção foi filmada no Aeroporto San Bernadino. O novo vídeo promove o lançamento do videogame "Need for Speed Rivals", que será oferecido nas plataformas PlayStation 4, PlayStation 3, Xbox 360 e Xbox One. Ken Block construiu um "playground" real e adicionou elementos do videogame no percurso para aumentar os desafios a bordo de seu Ford Fiesta ST 2013 RX43.

Equipado com motor EcoBoost de 650 cv, ele vai a 100 km/h na impressionante marca de 1,8 segundo. Entre os obstáculos estão uma bola de demolição em movimento, dois Lamborghinis que simulam os policiais do jogo e derrapadas passando por aberturas estreitas de contêineres.Reconhecido pela ESPN como um dos atletas mais influentes do mundo, Ken Block ganhou fama mundial pela sua habilidade como piloto e ajudou a popularizar os ralis. No novo vídeo, ele incluiu elementos do Gymkhana GRID, competição em que dois pilotos competem entre si - e contra o relógio - em um circuito com vários tipos de obstáculos, usando as técnicas que fazem o sucesso da série.  

"Estou empolgado com o resultado do Gymkhana SIX", diz Ken Block. "Tivemos de seguir um caminho diferente depois de filmar em San Francisco no Gymkhana FIVE e a ligação com o Gymkhana GRID foi uma direção natural para mim. O GRID realmente me desafia como motorista e o traçado que nós criamos para este vídeo é uma interpretação de como seria o meu GRID final. Espero que um dia possamos tornar realidade um traçado como esse e uma competição Gymkhana GRID."

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

FORD MOSTRA A EVOLUÇÃO DO MOTOR ECOBOOST EM DESAFIO NA PISTA DE ROCKINGHAM



A Ford lançou um desafio inusitado para mostrar a evolução trazida pelos motores EcoBoost. No autódromo de Rockingham, na Inglaterra, promoveu uma corrida entre dois monopostos da Fórmula Ford, um dos anos 80 e o atual, com o novo motor EcoBoost 1.6, reunindo dois pilotos campeões: o veterano Johnny Herbert e a jovem promessa inglesa Dan Cammish.

Um vídeo que mostra o pega no circuito mais rápido da Europa está fazendo sucesso no YouTube, além de ter uma grande repercussão na imprensa europeia. Depois de correr na Fórmula Ford e na F3, Johnny Herbert ganhou notoriedade na Fórmula 1, onde correu por uma década e era muito polêmico e competitivo, vencendo apenas três Grandes Prêmios. Dan Cammish é o atual campeão da Fórmula Ford Britânica, categoria que formou vários pilotos como Ayrton Senna.

O resultado previsível se confirmou: o novo fórmula, pilotado por Dan, chegou muito na frente. Herbert ficou contente em rever seu antigo carro, o "Quest", mas como piloto competitivo não gostou nada de perder. E ficou ainda mais impressionado quando Dan revelou que usou só 40% da potência do seu EcoBoost. Ele pediu uma revanche, desta vez em condições iguais, usando dois New Fiesta ST com motor EcoBoost 1.6. O resultado da segunda corrida mostra que Herbert, além de experiente, continua com reflexos rápidos.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Fernando Calmon - Alta Roda - EXAGEROS ABOMINÁVEIS

Alta Roda nº 749/100– 26/09/2013
Fernando Calmon
Embora a atividade de lobby não seja regulamentada no Brasil, nada impede empresas se juntarem, legitimamente as claras,trabalhar por suas propostas. Exemplo recente é a campanha Aprove Diesel, em vínculo muito próximo à SAE Brasil, organização de engenheiros da mobilidade. A entidade congênere, AEA, manteve-se neutra nesse assunto.De fato, o Brasil é o único país em que uso do diesel em veículos leves não está autorizado por razões, no passado, de origem econômica. Aprove Diesel quer mudar essa situação e apresenta argumentos técnicos e ambientais no mínimo discutíveis. Primeiro ao afirmar que motores diesel modernos são muito superiores em termos de consumo de combustível. Este cenário já virou e os números apresentados estão distorcidos. Os de ciclo Otto (gasolina, etanol e flex) tiveram um salto tecnológico e continuarão a evoluir rapidamente.

Ao se comparar motores europeus modernos, de mesma potência, a diferença de consumo em relação à gasolina caiu de 25% para 12%. Há projeções para menos de 10%. Como um motor a diesel custa até 50% mais, em breve estará inviabilizado na Europa para automóveis menores e baratos. Combustíveis europeus são muitos caros e isso ajudou na quilometragem mínima anual para amortizar a diferença de custo do veículo (quanto maior e menos accessível, melhor).

Quem acompanha lançamentos constata que novas gerações de motores são quase todas a gasolina, mais baratos de produzir. Fabricantes europeus despejaram muito dinheiro para “limpar” a sujeira do diesel com ajuda de muletas técnicas e, claro, querem convencer o resto de mundo a entrar nessa aventura.

No Japão e China, diesel é liberado para automóveis, mas sua participação, meramente simbólica. Na vizinha Argentina, menos de 3%. Nos EUA, só motores a gasolina estão no programa oficial de metas de redução de consumo, o que não deixa de ser uma “discriminação”, segundo o lobby de marcas europeias. Diesel é insubstituível em caminhões, razoável para utilitários e SUVs pesados, mas do petróleo vem também gasolina adequada aos veículos leves.

Onde entra o Brasil nessa história? O vilão ambiental do momento é o gás carbônico (CO2) e a única forma de combatê-lo é diminuir o consumo de combustíveis fósseis. Pessoal do Aprove Diesel esqueceu-se de dizer que as emissões desse gás poderão aumentar aqui e não diminuir. Etanol de cana-de-açúcar é praticamente neutro em CO2, no ciclo de produção/consumo. Então, automóveis que usam gasolina, com 25% de etanol, quase se equivalem aos a diesel em termos de CO2. E se utilizarem apenas etanol nem dá para comparar, mesmo com nosso atual atraso tecnológico. 

Empresas que mostram posição antiCO2 na Europa, aqui mudam o discurso. Para dourar a pílula, acenam com a possibilidade de o País produzir biodiesel e diesel de cana. Essas alternativas, porém, são inviáveis economicamente, se sabe não é de hoje. Mesmo o etanol mal consegue competir com a gasolina subsidiada.

Exageros nos argumentos sempre são abomináveis. Há pouco tempo os engajados diziam que o Brasil estava em desacordo com a Declaração Universal de Direitos Humanos, da ONU, ao proibir o acesso dos cidadãos aos avanços do motor diesel. Pode?

RODA VIVA

EMBORA a Renault ainda esconda, há planos ambiciosos para o SUV compacto Captur além da importação, no início de 2014. Derivado da arquitetura do atual Clio francês, a empresa estuda nacionalizar o modelo, com simplificações, e lançá-lo aqui como a próxima geração do Duster, em 2016. Afinal, a competição será cada vez maior nesse segmento.

ALINHADA ao cenário menos otimista para o mercado de veículos este ano, Abeiva (de importadores sem fábricas no País) rebaixou as previsões de vendas. Antes, projetava 120.000 unidades entre seus mais de 30 associados. Agora, com resultados até agosto computados, imagina algo em torno de 117.000 unidades, em 2013, independentemente da variação cambial.

CAIU  o queixo da bancada do diesel, na Europa, após resultado obtido por um Focus com motor de 1 litro EcoBoost a gasolina. O carro completou uma viagem em estrada abertas, na Escandinávia, de pouco mais de 1.600 km, com um tanque de 55 litros.Obteve assim, 30,3 km/l, a uma velocidade média de 66,6 km/h, compatível com o tráfego normal.

BUSCA de menor peso nos veículos e economizar combustível chegou também aos vidros. Recurso é comum no automobilismo, pelo uso de acrílico, para ganhar em desempenho. Saint-Gobain Sekurit anuncia o primeiro para-brisa com vidro de menor espessura, mais leve e mesma resistência. Novo produto se enquadra no programa de eficiência energética Inovar-Auto.

MAIS um avanço técnico, visando menor consumo, foi revelado pela Garrett, fabricante de turbocompressores da Honeywell. Chegará aqui em 2016. Seu funcionamento equivale a de um turbo de geometria variável, com eficiência em qualquer regime de rotação. Esse recurso, até agora, era tão caro que só se aplicava no Porsche 911 Turbo. As coisas mudam...


PERFIL
   

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

FORD COMEMORA A PRODUÇÃO DE 2 MILHÕESDE MOTORES ECOBOOST


A Ford comemorou mais um marco da família de motores EcoBoost: a produção global de 2 milhões de unidades desde o seu lançamento. O motor EcoBoost que simbolizou o marco de 2 milhões foi um modelo 2.0, instalado em um Ford Escape montado na fábrica de Louisville, nos EUA. A procura crescente por veículos equipados com os novos motores está impulsionando a produção da linha desde 2009. Hoje, ela atinge a média mensal de 100.000 unidades. No Brasil, o motor EcoBoost chegou ao mercado com o Novo Fusion Titatinum. Lançado na versão 2.0, gera a potência de 240 cv e é um dos mais econômicos em consumo de combustível nessa faixa.A tecnologia EcoBoost combina bloco de tamanho menor com turbo, injeção direta e comando variável de válvulas para oferecer uma performance surpreendente com economia. Os motores da família são até 15% mais econômicos que modelos a gasolina maiores, com o mesmo nível de potência.A família global de motores EcoBoost é composta hoje pelas versões 1.0 de três cilindros; 1.5, 1.6 e 2.0 de quatro cilindros; e o potente e eficiente V6 3.5. Até o final de 2013, ela será oferecida em aproximadamente 80% das linhas globais de veículos da marca.

Expansão
Sucesso em várias partes do mundo, a linha começa a ter, na Europa, uma excepcional procura. O motor EcoBoost 1.0 - eleito o Motor Internacional do Ano em 2012 e 2013 - levou à duplicação da capacidade de produção da fábrica em Colônia, na Alemanha, para mais de 1.000 unidades por dia.O motor EcoBoost 1.0 já está disponível em cinco linhas de veículos da Ford na Europa e, até 2014, será oferecido em 11 modelos. Um número crescente de consumidores está optando por essa motorização, que já responde por 43% das vendas do B-MAX, 32% do Focus, 26% do Fiesta e 24% do C-MAX e Grand C-MAX.
               
Os motores EcoBoost também estão impulsionando as vendas do Fiesta ST (equipado com o EcoBoost 1.6) e do Focus ST (com o EcoBoost 2.0). Na linha Kuga, 18% dos clientes optam pelo EcoBoost 1.6, em um segmento tradicionalmente dominado pelos motores diesel. Pesquisas internas da Ford mostram que hoje 40% mais consumidores conhecem a tecnologia EcoBoost, em comparação com 2011.A fábrica de Colônia também iniciou a produção do motor EcoBoost 1.0 para o mercado norte-americano. O New Fiesta 2014 - com lançamento este ano - será o primeiro veículo com motor 1.0 dos Estados Unidos e deverá ser certificado como o modelo não híbrido com menor consumo de combustível do país.

Popularidade
Dados internos da Ford mostram que o motor EcoBoost é visto hoje como o mais eficiente do mercado pelos consumidores da América do Norte. Além disso, eles são 50% mais propensos a considerar a compra de um veículo Ford quando conhecem a tecnologia EcoBoost.

A popularidade do EcoBoost na América do Norte pode ser medida pelos números de vendas das principais linhas da marca:
90% dos modelos Ford Escape são equipados com motores EcoBoost;
50% dos clientes do Fusion optam por um dos três motores EcoBoost disponíveis;
·42% das picapes F-150 são vendidas com o motor EcoBoost 3.5.

Este ano, o motor EcoBoost estará presente em mais de 90% das linhas da Ford na América do Norte, e chegará a 95% até 2015. Para atender a demanda, a Ford está investindo cerca de US$200 milhões em uma nova fábrica de motores em Cleveland, EUA, que vai iniciar a produção em 2014.

Novos mercados

Na região da Ásia e Pacífico, a venda de veículos com motores EcoBoost cresceu 202% este ano. Na China, o aumento foi de 189%. A Ford pretende oferecer a família em 20 veículos na região até o meio da década, cinco vezes mais em comparação com 2012.Noventa e cinco por cento dos clientes do Kuga na Ásia-Pacífico optam pelos motores EcoBoost 1.6 e 2.0. No Edge esse número é 90% e no Mondeo, 62%. A Ford também vai iniciar a produção do EcoBoost 1.0 na fábrica da Changan Ford, em Chongqing, na China, inaugurada em junho.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

FORD LANÇA O NOVO MONDEO NA CHINA


A Ford lançou o Novo Mondeo na China, modelo que carrega a missão de comandar o crescimento da marca no maior mercado do mundo. Conhecido como Mondeo na Europa e Ásia, o carro é o mesmo Novo Fusion já lançado nos Estados Unidos e no Brasil, com plataforma global. Como em outros mercados do mundo, o veículo se destaca pelo design, engenharia e tecnologia e cria um novo padrão em qualidade, economia de combustível, segurança e experiência de direção na categoria.

Ao lado do Focus, Kuga e EcoSport, o Novo Mondeo faz parte da estratégia da Ford de introduzir 15 novos modelos na China até 2015 junto com sua parceira Changan. O crescimento econômico chinês produziu um novo tipo de consumidor emergente, que trabalha duro, valoriza o sucesso e tem gosto mais exigente. Ele é ambicioso e quer um carro que corresponda a suas emoções e personalidade. O Novo Mondeo é uma resposta a essa necessidade, unindo tecnologia e requinte no segmento de sedãs médios/grandes.

A motorização avançada, o design aerodinâmico e soluções como a grade do radiador com fechamento ativo contribuem para combinar o melhor desempenho e economia de combustível da categoria. O carro terá sete versões e duas opções de motores EcoBoost a gasolina, 2.0 e 1.5, com turbo e injeção direta, e transmissão automática SelectShift. Sistema de manutenção na faixa, controle de velocidade adaptativo e estacionamento automático fazem parte de suas tecnologias de assistência ao motorista.

Seu sistema de conectividade SYNC tem comando de voz em mandarim, desenvolvido para reconhecer as diferentes pronúncias de cada região da China. Ele também é equipado com chave configurável MyKey, que permite limitar a velocidade e outras funções do veículo quando é usado por terceiros.


O Novo Mondeo chinês tem também itens criados especialmente para o perfil dos consumidores locais. Como exemplo, os passageiros de trás podem controlar o sistema de som por botões instalados no descansa-braço central e também mover o banco do passageiro para frente, ao toque de um botão, criando mais espaço para as pernas. 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

FORD APRESENTA A S-MAX CONCEPT, MINIVAN COM TECNOLOGIAS DO FUTURO

A Ford apresentou na Europa a S-MAX Concept, novidade que estará presente no Salão de Frankfurt e mostra a visão da marca para as futuras minivans. Além de design arrojado, o veículo traz tecnologias avançadas como monitor cardíaco e de nível de glicose no sangue, três fileiras de bancos com sistema de rebatimento, acabamento premium e motor EcoBoost 1.5 com turbo e comando de válvulas independente.O objetivo é levar além a proposta da primeira geração da S-MAX, que lançou em 2005 o conceito SAV ("sport activity vehicle"), com design e tecnologias de nova geração. A minivan utiliza elementos da nova linguagem de design global da Ford, com ampla grade trapezoidal, faróis oblíquos, para-choque envolvente, capô esculpido e linhas que transmitem a sensação de movimento.

Design e tecnologia
A S-MAX Concept inova também no design interno. Ela foi projetada com foco no motorista para oferecer conforto, conectividade, flexibilidade e acabamento premium. A sensação de espaço é ampliada pelo desenho do painel e do teto e os painéis das portas têm formas esculpidas. Materiais de alta qualidade, como couro ultramacio e fibra de carbono, contribuem para o visual sofisticado.A Ford S-MAX Concept conta com tecnologias de ponta para a conectividade, bem-estar, segurança, conveniência e dirigibilidade. Tem sistema SYNC com telas configuráveis MyFord Touch, acesso à internet e uma estação para os passageiros de trás conectarem seus tablets e dispositivos móveis.

Além de aplicativos para acesso a serviços e entretenimento na internet, através do sistema SYNC AppLink, também dispõe de recursos para a saúde e o bem-estar a bordo, como banco com monitoramento cardíaco e de nível de glicose no sangue.

Segurança e flexibilidade
Na parte de segurança, traz tecnologia avançada de comunicação entre veículos para informações sobre o trânsito, alerta de acidentes e sistema de proteção para pedestres com acionamento automático dos freios. Vem também com uma nova geração de estacionamento automático, que permite parar em vagas perpendiculares e controla a direção, câmbio e aceleração do carro, além de alertar sobre a aproximação de veículos.A cabine mostra várias soluções inteligentes para a flexibilidade e versatilidade. A segunda fileira de bancos com assento central dobrável facilita a entrada e saída dos passageiros e a tecnologia "Thin Seat" permite levantar e abaixar os bancos da terceira fileira com facilidade.O console com tela dupla permite que o motorista e o passageiro vejam imagens diferentes. O passageiro pode assistir a um filme, por exemplo, sem distrair o motorista.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

FORD FUSION BATE RECORDE DE VENDAS COM NOVA GERAÇÃO GLOBAL NO BRASIL

O Ford Fusion foi um dos destaques de vendas do mês de julho com 1.210 unidades emplacadas, o melhor resultado da linha desde o lançamento no Brasil, em 2006. Com isso, o sedã grande de luxo da Ford ampliou ainda mais a sua liderança no segmento, com 73% de participação.Esse crescimento reflete a aceitação da nova geração do veículo, que além dos modelos 2.0 EcoBoost e 2.5 Flex, passou a contar com a opção híbrida, trazendo avanços na tecnologia e preço mais acessível. Ao mesmo tempo, a Ford desenvolveu ações que permitiram aumentar a disponibilidade do veículo no mercado.

O design sofisticado e esportivo, as três opções de motorização, o alto padrão de conforto a bordo e as tecnologias avançadas de segurança e assistência ao motorista são atributos que diferenciam o sedã da Ford na categoria.Toda a linha vem com sistema de conectividade SYNC com GPS e comandos de voz em português, bancos de couro com ajuste elétrico e memória, ar-condicionado digital, acendimento automático dos faróis, 8 airbags, freios ABS, controle eletrônico de estabilidade e tração, câmera de ré e assistente de partida em rampa.


As versões 2.0 EcoBoost e Hybrid contam ainda com sistema de estacionamento automático, piloto automático adaptativo, assistência de permanência em faixa e sistema de monitoramento de pontos cegos com alerta de tráfego cruzado, entre outros itens.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

FORD ANUNCIA O LANÇAMENTO DO NOVO FUSION COM TECNOLOGIA HÍBRIDA


A Ford começa a vender no Brasil em agosto o Fusion Hybrid de nova geração, com a tecnologia mais moderna para a economia de combustível e redução de emissões, combinando motores elétrico e a combustão. O veículo avança no conceito de sustentabilidade que ganha espaço no mundo como alternativa de transporte e ainda conta com preço mais acessível.Sucesso nos Estados Unidos, essa versão da linha líder do mercado de automóveis do segmento de luxo no Brasil chega com um diferencial importante: é o veículo com menor consumo de combustível do País, segundo o Inmetro/Conpet - 16,8 km/l na cidade e 16,9 km/l na estrada.O Fusion Hybrid inova também no design, desempenho, segurança e conforto, com diversas tecnologias inteligentes a bordo. Mais que um automóvel eficiente e "limpo", ele entrega muita satisfação ao dirigir e o mais alto padrão de tecnologia e conforto.O Novo Fusion Hybrid completa a linha do sedã de luxo, junto com os modelos 2.0 EcoBoost e 2.5 Flex. É um carro diferenciado sob todos os aspectos. Tem um design sofisticado que une classe, personalidade e interior requintado. A sua nova propulsão híbrida é resultado de uma tecnologia testada e refinada em vários anos no mercado, que também conta com a estrutura de suporte técnico da marca no País.Seu sistema propulsor foi aprimorado com uma avançada bateria de íons de lítio, 23 kg mais leve e mais potente, um novo motor 2.0 a gasolina de ciclo Atkinson e um novo motor elétrico, que geram uma potência combinada de 190 cv.

Entre outras novidades, esse conjunto permite ao carro acelerar até 100 km/h usando somente o modo elétrico.O sistema de frenagem regenerativo recupera até 95% da energia perdida nos freios. A transmissão continuamente variável e-CVT, controlada eletronicamente, gerencia a energia dos motores a gasolina e elétrico. A direção e o ar-condicionado com acionamento elétrico também contribuem para a economia de combustível.Ele avança também na interatividade, com vários recursos inteligentes que informam e orientam o motorista sobre a melhor forma de aproveitar toda a sua tecnologia. Seu painel de instrumentos "Smartgauge" conta com duas telas de LCD configuráveis e o "Ecoguide", tela que ensina a dirigir de modo mais sustentável usando grafismos de folhas que aumentam ou diminuem junto com a eficiência no uso da energia.

Com o novo modelo, a Ford reforça o seu compromisso de dar poder de escolha para os consumidores, com motores que oferecem diferentes opções energéticas com o máximo de eficiência. O Novo Fusion 2.5 Flex, primeira versão bicombustível da linha no mundo, traz uma proposta de luxo associada com flexibilidade. O Novo Fusion EcoBoost 2.0 combina luxo com potência. E o Novo Fusion Hybrid leva a um novo nível a união do luxo com a sustentabilidade.

O Novo Fusion Hybrid tem classificação máxima de segurança. Além de 8 airbags, vem com sistema de estacionamento automático, câmera de ré, sistema de permanência em faixa, piloto automático adaptativo, alerta de colisão, sistema de monitoramento de pontos cegos com alerta de tráfego cruzado, assistente de partida em rampa e sistema Advance Trac com controle eletrônico de estabilidade e tração.A lista de tecnologias voltadas para o conforto também é grande. Tem sistema SYNC com tela touch-screen de 8 polegadas e comandos de voz em português, painel com telas configuráveis MyFord Touch, sistema de acesso inteligente e partida sem chave e ar-condicionado automático digital com controles individuais para o motorista e o passageiro.