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terça-feira, 17 de março de 2020

João Oliveira é o novo presidente da ABEIFA


João Henrique Garbin de Oliveira
João Henrique Garbin de Oliveira, diretor geral de Operações e Inovação para o Brasil da Volvo Cars, foi eleito na última quarta-feira, 11/3, presidente da Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, em chapa única formada por seu vice-presidente Divanildo Albuquerque (Jaguar Land Rover) e Julia Boch Rios (Porsche), para o mandato de 2020-2022.

João Oliveira substitui José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, que encerrou seu quarto mandato, em dois períodos distintos de quatro anos.

O executivo da Volvo Cars é o nono presidente da Abeifa, fundada em 15 de março de 1991 e que chegou a ter em seus quadros 32 montadoras internacionais, das quais 14 delas passaram a constituir unidades fabris no País a partir de 1996. Hoje, a entidade representa 15 associadas: BMW, BYD, CAOA Chery, Ferrari, JAC Motors, Jaguar, Kia Motors, Lamborghini, Land Rover, Maserati, Mini, Porsche, Rolls-Royce, Suzuki e Volvo.

Na avaliação do novo presidente, “em 29 anos de história da Abeifa, o impacto negativo do imposto de importação de 35% e da elevada cotação do dólar e do euro no setor de veículos importados não tem precedentes. Por isso, vamos dar continuidade à gestão anterior nesse quesito, no sentido de negociar junto ao Governo Federal a redução do imposto de importação dos quais 35% para 20%, alíquota equivalente à TEC – Tarifa Externa Comum do Mercosul”.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Via Italia lança três SUVs e um Superesportivo


A Via Italia, importadora oficial das marcas Ferrari, Lamborghini, Maserati e Rolls-Royce, terá um dos estandes mais badalados do 30º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, de 8 a 18 de novembro, no São Paulo Expo, com os lançamentos da Ferrari 488 Pista, Lamborghini Urus, Maserati Levante Trofeo e Rolls-Royce Cullinan.

No total, a Via Italia mostra 13 supermáquinas em seu estande. Além desses lançamentos, a Ferrari terá outros três modelos em exposição, a Maserati também mais três, a Lamborghini mais dois esportivos e a Rolls-Royce terá a oitava geração do Phantom.

A Ferrari 488 Pista traz um motor de 720 cavalos de potência – maior potência específica de 185 cv/litro – e, agora, 90 kg mais leve, a partir de soluções adotadas no modelo 488 Challenge. 

Com isso, a 488 Pista alcança velocidade máxima de 340 km/h e acelerações de 0-100 km/h em apenas 2,85 segundos e de 0-200 km/h em 7,6 segundos.

A Lamborghini Urus possui um motor biturbo V8 de 4.0 litros que oferece 650 cv (478 kW) a 6.000 rpm, máximo de 6.800 rpm e 850 Nm de torque máximo já a 2.250 rpm. Com 162,7 hp/litro, a Urus apresenta uma das mais altas potências específicas de sua classe e a melhor relação peso/potência a 3,38 kg/hp. A Urus acelera de 0-100 km/h em 3,6 segundos, 0-200 km / h em 12,8 segundos e com uma velocidade máxima de 305 km/h. É o SUV mais rápido disponível no mercado.

A Maserati, por sua vez, traz a versão superesportiva da sua SUV, a Levante Trofeo. Com motor Twin Turbo V8 de 3,8 litros produzido pela Ferrari, em conjunto com seu sistema de tração integral Q4, entrega 590 cv a 6.250 rpm e 730 Nm de torque máximo de 2.250 a 5.000 rpm, capaz de acelerar de 0-100 km/h em 3.9 segundos e alcançar uma velocidade máxima de 300 km/h.

E, por fim, a Rolls-Royce apresenta na categoria SUV a superluxuosa Cullinan. Trata-se do segundo Rolls-Royce a utilizar o completamente novo chassis de alumínio, utilizado primeiramente no Phantom VIII. A Cullinan é a SUV de luxo mais exclusiva e avançada tecnologicamente no mundo. 

Seu motor é um V12 biturbo de 6,75 litros oferece 563bhp / 420kW e torque de 850Nm / 627lb ft, além de um novo sistema de tração integral.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

COLUNA DO FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1004/354 – 02/08/2018
Fernando Calmon
Os desafios da FCA
A inesperada morte de Sergio Marchionne, o ítalo-canadense responsável pela recuperação financeira de dois grandes grupos automobilísticos que ele acabou por fundir sob o nome Fiat Chrysler Automobiles (FCA), trouxe, além de enorme consternação, uma série de novos desafios. Todos propostos por ele mesmo, um executivo altamente dinâmico, cerebral e impulsivo.


Marchionne tinha um jeito próprio de trabalhar, desde que entrou na empresa em 2004. Primeiro passo foi obrigar a GM a assumir a Fiat ou pagar US$ 2 bilhões de indenização como rezava um contrato malfeito. Venceu a disputa e com esse dinheiro apostou tudo na releitura moderna do subcompacto 500, em 2007, transformando-o em grande sucesso. Em 2009 foi sozinho aos Estados Unidos convencido de que poderia salvar a concordatária Chrysler. A empresa pertencia ao governo americano, que a entregou de graça para se livrar do problema. 



Cinco anos depois, em 2014, promoveu a fusão e prometeu zerar toda a dívida da FCA em 2018. Promessa cumprida. Marchionne não tolerava erros nem contestações. Assim dois Lucas, de Meo (Fiat) e di Montezemolo (Ferrari), bateram de frente e saíram. Mas ele continuou. Também não desanimou ao errar seguidas previsões de vendas para as marcas Alfa Romeo e Lancia. 



Em 1º de junho último, em Balocco (Itália), apresentou a investidores o segundo plano quinquenal (2018-2022) a ser tocado por seu sucessor, a partir de abril de 2019. Em lance audacioso, diminuiu bastante o volume de investimentos nas marcas Fiat e Chrysler, em favor das mais rentáveis Jeep, Ram, Alfa Romeo e Maserati. Já tinha a resposta pronta, quando questionado se não havia contradição com o próprio nome da empresa: “Acho que não. Há uma marca premium que também não está na razão social”, disparou. Todos entenderam se tratar da Daimler, dona da Mercedes-Benz. 

Apesar da profunda admiração do seu nome nos meios automobilístico e financeiro, alguns analistas consideram como bem mais desafiadores os próximos cinco anos da companhia. Marchionne já tinha escolhido seu sucessor, mas só pretendia anunciá-lo adiante. Ele não se aposentaria de vez, pois continuaria na presidência da Ferrari e, claro, de olho no seu ungido para ajudar no que fosse possível. 

O inglês Mike Manley, líder da Jeep e Ram, comandará agora a empresa por escolha de John Elkann, neto do falecido Gianni Agnelli, da família fundadora da Fiat. Manley é um executivo muito competente, mas a sua ascensão levou ao pedido de demissão de Alfredo Altavilla, um dos cotados para a sucessão. Deixou sinal de divisão interna, embora se especule que havia um terceiro nome de preferência do desparecido executivo. 

Marchionne sempre defendeu a consolidação de grandes grupos automobilísticos. A ideia era enfrentar a imensa necessidade de capitais e reinventar essa indústria no disruptivo campo da mobilidade do futuro. Tentou, de público, acordo com a GM por considerar existir fortes sinergias entre os dois grupos, mas foi rechaçado provavelmente por mágoas do passado. Antes havia conversado com a PSA e, há pouco, com a chinesa Geely. 

Talvez, agora, com um anglo-saxão à frente da FCA o diálogo seja reaberto. Marchionne aplaudiria de pé.
ALTA RODA
PELA primeira vez, Gol e Voyage passam a oferecer câmbio automático. É um Aisin (japonês) de seis marchas que forma conjunto com o motor EA 211 de 1,6 L/120 cv (etanol). A Volkswagen afirma que a opção, em torno de R$ 3.000, é mais acessível que os R$ 4.000 da média de mercado. O preço do Gol parte de R$ 54.580 e o do Voyage, de 59.990.



MARCA alemã também lançou Polo e Virtus com o mesmo conjunto motor-câmbio por R$ 62.690 e 66.525, na ordem. Estima-se que, em apenas dois anos, 60% de todo o mercado brasileiro será de automáticos – hoje, 40%. Programa para pessoas com deficiência (PCD) tem estimulado a demanda. Como há limite de preço de R$ 70.000 no programa, os carros compactos aos poucos tomarão o lugar dos médios. 



ARGENTINA tornou-se celeiro das picapes médias. Nissan acaba de inaugurar fábrica em Córdoba para 70.000 unidades/ano de Frontier e, no final do ano, Renault Alaskan e Mercedes-Benz Classe X. Em dois meses, o modelo argentino substituirá o mexicano no Mercosul. Haverá duas novas versões e alguns reforços estruturais em relação à atual picape. 



CARRO autônomo de Nível 3 (motorista pode largar o volante, mas deve monitorar o tráfego) tem preço estimado em US$ 30.000/R$ 115.000, apenas pelo equipamento. Equivale quase aos US$ 35.000/R$ 133.000 de um modelo elétrico básico nos Estados Unidos. Por isso, Audi ainda não revelou o preço do A8 autônomo. Estima-se que em cinco anos opção custaria U$$ 10.000/R$ 38.000. 

APENAS três dos cinco fabricantes com efemérides em 2018 se movimentaram no exterior para comemorar. Renault (120 anos), Porsche e Land Rover (ambas fundadas há 70 anos). Honda (70 anos) e Subaru (60 anos) até agora deixaram passar em branco. Ford, a marca mais antiga instalada no Brasil, vai comemorar 100 anos de atuação aqui em 2019. 

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmo fernando@calmon.jor.br  www.facebook.com/fernando.calmon2

sábado, 9 de junho de 2018

Roberto Nasser - De carro por aí


 

Coluna 2318 - 09.06.2018 - edita@rnasser.com.br

Calma pessoal, que o subsídio é nosso
Encerrada a greve dos caminhoneiros, perdemos todos. Nós, contribuintes, pagaremos as vantagens concedidas pelo Governo Federal, mesmo sem saber se os grevistas representam o setor, o que efetivamente querem. Melhor atestado foi a saída de Pedro Parente da presidência da Petrobrás, onde tentou reverter o prejuízo dado por PT, Lula, Dilma e partidos associados, percebendo ter perdido autonomia e a certeza de influências políticas daqui para diante. Idem para todos nós chamados a bancar um subsídio ao diesel, tão estranho quanto entrar na relação entre concessionárias de estrada e governos estaduais para isentar de pagamento veículos com o terceiro eixo suspenso – quem garante não haver carga para dispensar o uso apenas nas praças de pedágio ?

Perdeu você, eu, nós. Perdemos a esperança em um governo minimamente articulado e com controle sobre problemas, solução para eles. Recebemos fugaz operação de compra e venda, a mais simplória falta de noção; a inconsistência da tabela de de correção de frete, anunciada, discutida, recolhida e rebaixada; a incerteza de não haver mais greves, muito pelo contrário. O governo tenta sobreviver até seu débil final.

A greve foi dos motoristas, mas qualquer setor com capacidade de mobilização será capaz de parar o país. Além destas certezas, restou outras: a população continua procurando seus heróis ou quem faça oposição prática ao Governo; e não aceita tutela de partidos ou falsos oportunistas buscando capitalizar sobre a união popular que não conseguem realizar.

Planos FCA: SUVs, picapes, turbo, …
Acionistas, banqueiros, analistas econômicos, jornalistas do mundo atingido pela FCA aderiram à convocação da empresa para o Capital Markets Day e apresentar seu plano quinquenal 2018-2019. Coluna abordou o assunto anteriormente indicando a pauta como atrativa, não apenas pelo polêmico – e criativo e determinado – ítalo/canadense Sergio Marchionne, CEO da empresa, mas pelos planos de crescimento, expansão, definição. E pelo fato de deixar o cargo sem executar o plano. Valiam atenções, incluindo a atração do anúncio do sucessor.

Acertou quem não aceitou tanta placidez. Marchione surpreendeu com o leque de ações e projetos; com definições para mercados em crescimento e lucros como a América Latina e a Ásia; com decidir minguar a Chrysler – e por não anunciar o sucessor. Frustrante? Não, agora entendível: não queria a aplicação do ditado de Rei Morto, Rei Posto, perdendo o estrelismo em sua própria reunião.
O local, fazenda nas proximidades de Milão, onde está a festejada pista de testes da Alfa Romeo, tem instalações melhoradas em fazenda, mas sempre instalações de fazenda. Situação por si só limitadora de presenças – assessores de diretores, por exemplo, não foram por falta de espaço.

Reunião começou com brincadeira para descontrair. John Elkan, trineto do fundador da Fiat, presidente da FCA e da Exor, a holding familiar dos Agnelli, ao contrário do irmão Lapo, marcado por ternos brilhantes, iridescentes, vivos, parece intentar valorar com sobriedade seus poucos 42 anos. É careta ao vestir: parece um aluno de Havard em terno e gravata pretos.

Marchionne, a cara pública da FCA, é superior a estas regras e códigos e, independentemente da estação ou temperatura, indo a presidentes de Repúblicas e Primeiros-Ministros com assinatura cromática: calça azul escura; camisa com pequenos quadriculados azuis; suéter cor da calça. Gravata, peça de fundo de gaveta, empregada apenas até tornar-se o executivo nº 1 e imprimir sua marca e maneira de vestir na surpreendente recuperação, ampliação e lucratividade da Fiat.

Para dar seriedade à reunião, Elkan abriu-a a reunião ante comprimida plateia, tirou, sem desfazer o nó, sua pífia gravatinha preta, e passou-a a Marchionne. O CEO aplicou-a sem ajustar sobre invulgar camisa de quadros largos, sob o onipresente pulôver. Em termos de composição estética, de envergonhar os alfaiates de Milão e Turim, mas cumpriu a função: descontraiu, mostrou sinergia.

Mudanças
Novo projeto dá peso específico às diferentes marcas sob a frondosa árvore da FCA:

Lancia, tradicional tende ao desaparecimento sem lançamentos novos e hoje restrita ao pequeno Ypsilon;

Dodge e Chrysler entram em processo de drenagem, devendo encerrar produção de automóveis, tendendo a apenas utilitários esportivos, condenadas a se restringir ao mercado norte-americano;

RAM, anteriormente marca Dodge e agora autônoma, ampliação. Relançará linha de picape médio, como foi o modelo Dakota no Brasil. País tem maiores chances de absorver a produção;

LATAM – Nada a ver com a desconfortável companhia aérea, mas abreviatura norte-americana para Latin America. A região, mercado crescente em vendas e lucros, com três novos modelos;

SUV 7 lugares – baseada no picape Toro, gerando dois produtos, um Fiat e outro Jeep. Pela base mecânica comum a Toro, Renegade e Compass, serão produzidos em Pernambuco;

Picape pequeno – Nova geração do Strada, já em providências. Plataforma baseada no Cronos, cabine com partes do Mobi. Projeto tratado a Pão-de-Ló, como se diz internamente na Fiat. Fácil entender, vende 55% no mercado e é referência em adequabilidade, resistência e operação. O sucessor deve cumprir tal agenda;

Suv pequeno – Já citado pela imprensa, incluindo a Coluna, dito grosseiramente Mini Renegade, também está em desenvolvimento;

Jeep – Marca mítica, bem capitalizada pela FCA, em franca ascensão, entre 2013 e 2018 quer evoluir de 730 mil unidades para 2,1 milhões. É a menina dos olhos de Marchionne, vendo o potencial nunca enxergado pela marca, pela Renault e pela Chrysler. Até 2022 quer ter quatro SUVs e um picape, este com a cara do Jeep Renegade. Compass sofrerá a primeira evolução para manter a inimaginada liderança;

Alfa – Festejando chegada nos dois principais mercados mundiais, EUA e China, próxima geração terá GT, projeto comum entre Maserati e Alfa. Neste,em 2020, reposição do 8C, desenvolvendo 700 cavalos de potência em motor V8 de duplo turbo, sucessor do atual Motor do Ano, o do Ferrari 488 Pista.

Não o terá dianteiro como os 8C antecessores, da década de ’30 e de 2009-2013, mas entre eixos traseiro. Na prática Maseratis e Alfas, por questão de custos e lucros entraram no funil para usar componentes Ferrari – plataforma, suspensão, motor, câmbio. Emblema não.

No planejamento de produto outro coupé, o GTV, V6 2,9 litro, evoluído do atual, para fazer 600 cv. Motor dianteiro, 4x4. Após o sedã Giulia e o SUV Stelvio, com invejável definição performática, Alfa dará o segundo passo para melhorar sua imagem: o novo Coupé e o GTV se destinam a peitar frontalmente as versões especiais das marcas alemãs, os Mercedes AMG, Audi S, e BMW M.

Da lista atual deixará de produzir o charmoso Mito, mandando revisar a Giulietta.

E SUVs, sempre, segmento de maior expansão no mundo, com dois representantes, acima e abaixo do Stelvio.

Quem esperava atualização do Alfa 4C pode retirar o equino da pluviosidade. Foi um evento de marketing, para chamar atenção sobre a marca. Relançada, perdeu a razão de ser. Como complicador, é um ex-Alfa, feito fora da Alfa, processo artesanal, incompatível com a competitividade no setor.

Maserati desfruta da posição de marca de topo na FCA após a separação da Ferrari, agora empresa independente e não FCA. Vem de pouco crível recuperação, passando de 6.000 vendas em 2012 a 50 mil imaginadas neste exercício. Promete concretar o modelo Alfieri – nome do mais velho dos irmãos Masetari, fundadores da marca. Cupê confortável e rápido, elétrico, comportamento esportivo do tipo 0 a 100 km/h em 2 segundos e velocidade final de 300 km/h. Terá outro SUV, abaixo do Levante e um sedã para concorrer com demais grandes. Será o Quattoporte.

Tecnologia
Apostará em turbos e elétricos para o restante do mundo e, pontualmente para a América do Sul, no downsizing, os motores de baixa cilindrada com aposição de turbo. No mercado LATAM, pequenos motores a álcool e turbo – mas sequer há desenho inicial para tal decisão.

Roda-a-Roda
Próximo – Natural desdobramento do Toyota Yaris hatch, ora lançado, será o sedã. Em um mês.

Tapa – GM retocou o Prisma, derivação do Ônix, ambos liderando vendas em seus segmentos. Decoração e incremento em infodiversão. Razão clara, tentar manter vendas ante o nítido envelhecimento das linhas, novos concorrentes e  substituição possivelmente em 2020.

Mercado – Previsões de troca de posições de mercado durante maio não se apresentaram. GM não foi ultrapassada pela VW e manteve primeiro lugar; VW segundo; Fiat terceiro; Ford freou-se em quarta posição, contrariando projeções de ser ultrapassada por Hyundai ou Renault.

Negócio – Seja por excesso de revendas, seja por baixa participação no mercado – um dos concessionários domina metade das vendas -, pelos sinais da transformação da Ford Brasil em importadora e incerteza quanto ao futuro, dois entre os cinco negócios Ford em Brasília estão à venda.

Variante – Tens oficina, borracharia, pequeno negócio ligado a automóveis? A Total, produtora de lubrificantes acha-o ideal para abrir um posto de troca rápida de óleos do motor, iniciativa exclusiva, competitiva e rentável. Baseia-se em estudo do Sebrae e do Instituto Brasileiro de Qualidade e produtividade, indicando, 1/3 dos brasileiros possuem uma empresa ou querem tê-la.

Como - Oferece treinamento, muitos produtos, orienta implantar mecânica rápida, troca de óleos e filtros, revisão gratuita em até 15 itens de manutenção.

Vertente – Ford ampliou perfil de fornecimento de peças e componentes. Não se resume à marca, ampliando espectro em partes de reposição comum: discos e pastilhas de freio, filtros, óleos. Nome confuso, Omnicraft, mistura latim com ingles para vender no Brasil.

Social – Comemorando 70 anos da marca, e em fase de crescimento de vendas, faturamento e lucros, Porsche criou fundação com o nome de seu criador e gestor, Ferry Porsche. Empresa diz, para ela responsabilidade social e sucesso econômico são ligados de forma inseparável.

Foco – Nos últimos anos Porsche tem dedicado até 5M de Euros/ano para promover entidades civis, culturais e sociais. Agora tocará profissionalmente.

Família – Elite, evolução do HondaJet, o avião da Honda, foi apresentado pela empresa. Mais refinamento decorativo, novas tomadas de para os motores, melhor insonorização reduziram ruídos internos e externos, implementação nos aviônicos com estabilizador automático. Melhor dado, aumento de autonomia em 17%, indo a 2.661 km. A US$ 5.250 M, US$ 300 mil acima da versão anterior. Representa-o a Líder Aviação.

Antigos – Autoclásica, maior dos encontros sul Americanos de automóveis antigos, já tem datas para próxima edição: outubro, sexta, 12 a segunda, 15. É uma aula de antigomobilismo.

Gente – Cláudia Freiesleben, Filipe Gutierrez e Ana Paula Silva, jornalistas, já não atendem a ramais na Ford. OOOO Dispensa e plano de desligamento. Buscando equilibrar contas, empresa corta despesas. OOOO Lugares foram fechados. OOOO

segunda-feira, 30 de abril de 2018

CLAUDIO DEMARIA ASSUME ENGENHARIA DA FCA EMEA (EUROPA, ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA)


No dia 16 de janeiro de 1973 a Fiat ganhava um novo projetista. Claudio Demaria, então estudante do Politécnico de Turim com 19 anos de idade, realizava seu sonho de criança e ingressava na empresa mais importante do seu país, a Fabbrica Italiana Automobili Torino. 

Hoje, Claudio Demaria é um dos mais respeitados engenheiros do mundo e, nestes 45 anos de trabalho, acompanhou a evolução do automóvel em todo o planeta. Como poucos, conhece os veículos com uma visão completa, desde a Engenharia, passando por Processos, Powertrain, até a Manufatura.

Demaria participou diretamente do desenvolvimento dos modelos de maior sucesso do grupo Fiat na Itália e em toda América Latina, como Punto, Panda, Fiat 500, 500 L, Palio, Uno, Strada, Dobló e Ducato. Liderou diretamente a Engenharia no maior ciclo de renovação de modelos já visto em toda a América Latina, movimento que deu origem à nova gama da FCA. Deu viabilidade técnica a várias ousadias da Fiat, como as versões Adventure, a Strada cabine estendida, cabine dupla e com porta lateral, além de todas as variações do Palio e Uno, como Siena, Palio Weekend e Fiorino.

Seu namoro com o Brasil começou em 1995, com o projeto 178, parceria entre Brasil e Itália e que daria à luz um dos carros mais queridos do Brasil: o Palio. O casamento propriamente dito data de 4 de julho de 2005, momento em que na engenharia de Betim 400 pessoas gerenciavam e acompanhavam os carros em produção. Trabalhavam no processo chamado, na época, de “tropicalização”, ajustando os veículos projetados na Europa para as exigências do Brasil.

A partir de sua chegada em 2005, a engenharia brasileira ganhou mais robustez e passou, definitivamente, a desenvolver automóveis por completo. A geração atual do Uno é exemplo deste salto, materializando o primeiro carro totalmente desenvolvido no Brasil, lançado em 2010. Sob seu comando, a Engenharia Latam chegou a ser uma das maiores equipes fora da Europa, composta por mais de mil colaboradores de todas as áreas ligadas ao produto.

Em 2008, Demaria retornou à Itália, contribuindo para o desenvolvimento de carros de várias marcas do Grupo, como Fiat, Alfa Romeo e Maserati. Em 2011, voltou ao Brasil para comandar o  desenvolvimento dos carros mais premiados dos últimos anos, como Toro, Mobi, Argo e Cronos, além de participar de perto do nascimento da planta da Jeep em Goiana, Pernambuco, e de seus consagrados produtos, como Renegade e Compass.

Claudio Demaria, a partir de agora, passa a comandar toda a Engenharia da FCA EMEA (Europa, Oriente Médio e África), em um momento revolucionário da indústria automobilística mundial, em que se discutem novas fontes de energia, controles de emissão ainda mais rigorosos e o carro inserido no novo contexto das grandes cidades.

Demaria deixa como legado vários projetos em andamento e uma equipe de profissionais ainda mais madura. Um destes frutos é Marcio Henrique Tonani, que assume suas funções na América Latina. Brasileiro de 44 anos, Tonani ingressou na Fiat/FCA em 1992, ainda como estagiário e, no percurso de sua carreira, teve Claudio Demaria como líder e professor.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 1817 – 04.05.2017 - edita@rnasser.com.br 
Volkswagen vende Ducati – e também MAN/VW, Scania e Bugatti ?
Os recém iniciados gastos com multas e indenizações à conta do escândalo das emissões superiores aos limites legais, e o grande projeto de imediata aplicação de recursos para desenvolver e produzir veículos elétricos, provocou matriz da Volkswagen a vender ativos. Primeiro, a italiana fábrica de motocicletas Ducati. Após entrariam na lista a teuto-brasileira MAN/VW caminhões e a sueca Scania. O grupo possui 12 empresas e, aparentemente inicia o processo cortando os extremos. Pela base, italiana fábrica de motocicletas Ducati em 2012 comprada pela Audi, empresa VW, por US$ 935M. Por explicações da época tratou-se de meio prático, embora caro, de absorver e aplicar em automóveis tecnologia motociclística para a construção de motores com melhor relação entre peso e potência, e fusão de metais leves. Audi e Porsche devem ter aproveitado o know how pois seus produtos tiveram sensível incremento na substituição de partes em ferro por outras em liga leve, em especial nas suspensões. No período Audi aplicou na Ducati cerca de US$ 1,3B mudando operações, produtos, obtendo ótimos resultados operacionais.

Aparentemente a VW entende, no reduzido círculo de atividades, não há interessados na aquisição, indo ao mercado para encontrar capitais externos. Contratou nos EUA consultoria Evercore, especializada no aconselhamento a bancos para investimento em negócios, para tratativas de vendas, formação de consórcios para a compra. Boatos de passá-la à frente correm desde o fim do ano passado, e ex presidente da empresa no Brasil, ao despedir-se afirmou ser a Ducati a pérola da VW, e por isto não seria vendida. Aparentemente as condições mudaram, e num ditado nacional a VW prefere perder as pérolas para manter os dedos...

Mais
Se a negativa quanto à Ducati se transformou em definição de vendas, parte dos caminhões exige, como se diz no Goiás, Café no Bule. Negócio de valores exponencialmente mais elevados ante o não divulgado e pedido pela Ducati. A produtora de motos Premium – quantidade reduzida, preço e lucro unitário elevados – não divulgou lucros do exercício passado, mas creem-se próximos as resultados de 2014 – 55.000 unidades vendidas e lucro de 55M Euros. Em 2016 repetiu número de vendas.

MAN é das mais antigas empresas de mecânica no mundo, operando na Alemanha. No Brasil assumiu a Volkswagen Caminhões e ônibus, tipo sub multinacional brasileira com operações de montagem no México. Scania, espécie de bilhete de primeira classe em caminhões. Interessantemente Brasil é único o país com operação industrial das duas marcas. Ducati não tem fabricação local, comprando serviços de montagem à Dafra, em Manaus.

Consultada, MAN respondeu taticamente por Danielle Ritton, de Relações Públicas: A Volkswagen recentemente reafirmou que não tem intenções de vender suas marcas de caminhões. Pela Volkswagen, André Senador, diretor, disse saber do assunto através da imprensa. Scania não respondeu à consulta e Maristela Ramos, pela Ducati informou não comentar pois a empresa desconhece tal disposição.

Caminho
Quem do ramo sugere decisão fundada em questões de convivência política – os acionistas não querem ir a bancos tomar empréstimos e fazer capital necessário às penas do escândalo Dieselgate, e investimentos em eletrificação de seus modelos. Também desconcordam de outra fórmula, participar de chamada de capital para entesourar a companhia, assim como emitir ações. Dado paralelo, há política familiar. Houve sério abalo de convívio entre os ramos Pïech e Porsche, juntos comandando a Porsche SE, a holding controladora da Volkswagen. A saída do primo Ferdinand e a ascensão do primo Wolfgang exibe poder do novo mando, com personalização nos caminhos para conduzir a companhia: as aquisições mais recentes – MAN, Scania, Bugatti, Lamborghini, Ducati - foram realizadas sob a gestão de Ferdinand, em seu processo de salvar, expandir, obter lucros recordes, colocá-la em crescimento ascensional atingindo a liderança mundial. Mas agora, sob o comando supremo de Wolfgang, e ante a necessidade de reunir recursos superiores ao lucro operacional, aparentemente comanda as ações para vender e fazer capital com as empresas adquiridas por seu primo e fora do caminho fulcral da marca.

Válido o raciocínio a Bugatti, dos esportivos de performance e lendária nomeada, mas como empresa, de compra e operação nunca entendidas, deve ser também descartada.

Novo motor VW a gasolina e gás
Aproveitando evento de tecnologia de motores, o Vienna Motor Symposium, na capital austríaca, VW mostrou serviço para desviar-se do foco do Dieselgate, cominações e prejuízos. Juntou propostas sob o dístico Juntos - Estratégia 2025. De maior realce emissão Zero por otimização de motor elétrico e soluções a motores endotérmicos para uso imediato – aplicação deve ser apresentada no Polo, Salão de Frankfurt, 14 a 24. setembro. Sob o capô do Golf TSI BlueMotion, o motor tricílindrico de 1,5 litro TSI em dois meses. Dita tecnologia Micro Híbrida permite ao motor, ao ser desacelerado até 130 km/h avance por inércia até desligar-se completamente.

A outra tecnologia de aplicação imediata é motor tri cilíndrico, 1,0, turbo, produzindo 90 cv, mas capaz de otimizar o uso de gás metano, de origem fóssil ou laboratorial. Não se trata de iniciativas amalgamadas em protótipo, mas produtos para venda. Significa tal tecnologia chegará por aqui.

Roda-a-Roda

Poder – Ele é considerado o esportivo de melhor equilíbrio entre custar e oferecer, em primorosa construção pela AMG, agora fabricante sob a centenária árvore da Mercedes. É o AMG-GT.

Pré – Vendas se iniciam em maio com entrega a partir de agosto, a R$ 1,2 milhão. Construção em alumínio, motor V8, entre eixos frontal, 4.000 cm3, bi turbo, 585 cv, acelerando por tração traseira aos 100 km/h em 3,6s.

DNA - Marca-o a grade inspirada nos protótipos 300 SL levados à Carrera Pan Americana em 1952. A cor verde metálica é para lembrar a floresta do circuito alemão de Nurburgring onde foi desenvolvido, e onde a seção norte é hoje cenário e referência para indicar comportamento esportivo.

Vestibular – Maserati comemorou centésima milésima unidade produzida, um sedã quatro portas, o Quattroporte Grandsport, em chocante branco, interior tan, rodas leves em aro 21”, contrastantes pinças de freio em vermelho. Cem mil unidades leva-a a patamar de credibilidade.

Vária – Maserati, até chegar ao comando da Fiat, após salva e saneada pelo eng Eugenio Alzatti, tem história rica e variada. Dos irmãos fundadores, à OSCA, e sociedades diversas, incluindo Citroën. Chegou à mão da Fiat, há três anos administrando projeto de grande crescimento mundial.

Curiosidade – Festa foi no Salão de Shanghai, China, onde a marca vende 30% de seu volume, e é o maior mercado mundial para o modelo.

Prioridade – Citroën apresentou na Argentina brasileiros modelos C3 e Aircross em demandada combinação do motor 1,6 litro, 115 cv com transmissão automática moderna 6M.

Clarificando – 1,6 + automático existe no mercado brasileiro, mas emprega velha transmissão hidráulica com 4 marchas. A novidade está em atualização tecnológica utilizando-se unidade da japonesa Aisin.

Pacote – Transmissão com seis marchas aproveita muito melhor o motor, oferece mais disposição, velocidade, menor consumo, e aumenta o conforto, elevando nível de C3 e AirCross.

Quanto – Diferença de preço na Argentina para o novo opcional é 20 mil pesos – uns R$ 3.900. Citroën não se manifestou quanto a chegada ao mercado brasileiro, mas se há para lá, haverá para cá.

Alemão – Novo sedã BMW Serie 5 iniciou vendas no país nas versões Sport 530i e 540i, a respectivos R$ 315 mil e R$ 400 mil. Não pense ser a cilindrada indicada pela dezena. Já foi assim quando a engenharia era respeitada como referência de matéria técnica. Hoje 530 indica 2 litros de capacidade deslocados por motor L4 e, 540 é um L6 de 3 litros, potências respectivas em respeitáveis 252 cv e 350 Nm de torque, e 340 cv com 450 Nm.

Fica – DS, marca surgida em 2014. Esclarece ante suspensão de importações de seus carros, estar desenvolvendo novo modelo de negócios. Quer ter a marca separada, em ambiente Premium para produtos e clientes. Pelo visto terá distribuidores próprios.

Mais up! – VW criou versão cross do up!, seguindo mania nacional. Baseia-se na carroceria de 4 portas, motor turbo TSI com 101/105 cv, vindo em quatro níveis de decoração e equipamentos. Alcança a evolução de estilo, focando em tecnologia, como iluminação em LEDs, mudança na instrumentação e interconectividade.

Mercado – Na prática aproveita o bom projeto de marketing do carro, com o motor forte disponível em várias versões, aplicando detalhes e confortos não usuais em sua classe. Adicionalmente está ainda mais econômico.

Mais – Ampliando oferecimentos em sua linha de picapes Saveiro VW oferece versão Robust, para trabalho, agregando cabine dupla e mais três passageiros. Traz curiosa composição do motor 1,6 EA111, antigo, rodas em chapa de aço e aro 15”, e o mimo de freios a disco nas 4 rodas.

Atual - Linha Saveiro tem sete opções, três em carroceria. No amplo portfolio há versão Cross, melhor equipada e com o motor atualizado, o EA 211, 1,6 litro e 120 cv de potência.

Simpatia – Nissan fez filmete para homenagear pessoas que, por condições diversas, inclusive idade, tem vedada a renovação da Carteira Nacional de Habilitação. Chama-o A Grande Despedida e é sensibilizante. Situações reais gravadas no bom circuito Velo Cittá com o pico de performance da marca, o GT-R. Emociona. Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=3iZWsQC2tFU

Peso Pesado – Petronas, fábrica de óleos lubrificantes, tem novidades para veículos pesados com óbvios motores diesel, agregando tecnologia ViscGuard ao seu conhecido Urania. Promete reduzir seriamente a manutenção pela formação de resíduos da combustão.

Caminho - Petronas sucedeu Agip e Tutela, esta a responsável pela quebra de conceitos de lubrificantes no Brasil, permitindo o largo desenvolvimento observado nos últimos 30 anos. Empresa quer ser a maior do ramo em 2019.

Lucro – Fechada análise do primeiro trimestre do ano, lucros da corporação VW subiram quase 40% - 3,13B para 4,37B Euros, apesar de queda de vendas. Credita-se o bom resultado por severa contenção de custos.

Mais - Há surpresas: Sköda cresceu 32% em lucros, indo a 415M Euro; SEAT deu um pulinho de 5%; lucros da Audi caíram e Bentley perdeu apenas 30M. Um ganho: anteriormente perdera 54M. Porsche, estrela da lucratividade, cresceu de 855M para 932M Euro no período.

Dieselgate – Para enfrentar as inquantificadas perdas com o escândalo das emissões em motores diesel, empresa separou 22,6B Euros.

Mercado – Ante a queda de vendas seccionando o mercado à metade, fabricantes de motores e caminhões lançam-se em caminhos alternativos para fomentar negócios. Mercedes-Benz por seu Consórcio implantou loja virtual, acessável pelo sítio www.mercedesbenzconsorcio.com.br
Leque - Age no varejo para autônomo e no atacado para empresário, buscando tornar o consórcio alternativa de serviços financeiros para renovação de frota.
Troca – Cummins, de motores diesel, criou departamento ReCon para remanufaturar motores da marca. Na prática o motor necessitando de retífica é dado como parte do pagamento de outro, refeito com peças genuínas, e garantia pela fábrica como se fora novo.

E-commerce – Volvo selecionou 250 itens de seus caminhões e ônibus e colocou-os em vitrine eletrônica para compra on line via computador, tablet ou telefoninho esperto. Tal tipo de  vendas cresceu, no global, 11% em 2016 e previstos 12% neste exercício. Vendedor caminha para ser atividade restrita.

Antigos – Coisas com automóveis antigos são especiais. Fusquinha de 1980 roubado em 1994 apareceu 23 anos depois. Polícia foi chamada para remover sucata e descobriu haver sobre tais restos uma queixa de furto, chegando até ao dono por Roberto Cabral Medeiros, Delegado, colecionador e usuário de fusca antigo… Aconteceu em Bauru, SP.