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quinta-feira, 23 de julho de 2020

Honda Civic, Fit e WR-V conquistam prêmio Melhor Valor de Revenda 2020


A Honda conquistou três títulos na premiação Melhor Valor de Revenda 2020, realizado pela Kelley Blue Book Brasil (KBB), empresa de pesquisas especializada na avaliação de automóveis, em parceria com a revista Quatro Rodas. O estudo indica os modelos que menos desvalorizaram no último ano (2019), ou seja, aqueles que mais preservaram o valor investido pelo proprietário.

Foram considerados 122 veículos vendidos no Brasil, em diferentes versões ofertadas, divididos em 22 categorias. Todos os modelos produzidos nacionalmente pela Honda tiveram destaque na premiação. Entre os sedãs médios, o Civic apresentou a menor desvalorização do mercado, com 24%. O Fit obteve o melhor resultado entre os monovolumes/station wagons, com 33%. 
Na categoria SUV compacto, o WR-V alcançou a melhor marca, com 26%, enquanto o HR-V ficou em terceiro colocado, com desvalorização de 31%. Já o City ficou entre os três primeiros dentre os sedãs compactos de referência, com 36%.

"Essa premiação reforça a durabilidade, qualidade e confiança dos veículos Honda e o nosso compromisso constante com o consumidor, tanto em relação aos produtos, como em todo o serviço pós-vendas", afirma Roberto Akiyama, vice-presidente Comercial da Honda Automóveis do Brasil.

O conceito de depreciação adotado no estudo calcula o valor residual do veículo, ou seja, o quanto o modelo custava em uma data específica no passado e o quanto ele custa no presente. Foram considerados os preços dos modelos em janeiro de 2019, de acordo com os valores sugeridos pelos fabricantes, e o preço alcançado 12 meses depois (janeiro de 2020) na hora da revenda.

Os preços foram levantados por meio de sistema de coleta e processamento de mais de 800 mil dados de mercado. Segundo a KBB Brasil, os lojistas absorvem a maior parte da oferta de veículos particulares. Por isso, para o cálculo do valor residual foi considerada como base uma transação de venda do veículo particular para um lojista.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Honda Automóveis registra crescimento nas vendas em 2017

A Honda Automóveis do Brasil encerrou 2017 com aumento de 7% nas vendas em comparação ao ano anterior, comercializando 131.096 automóveis. O resultado garantiu à marca o market share de 6%, segunda melhor participação de mercado em sua trajetória no País.

O crescimento reflete a acertada estratégia de renovação do line-up da marca, responsável por trazer ao mercado, nos últimos dois anos, o Civic Geração 10, o WR-V - primeiro automóvel desenvolvido sob a liderança da equipe brasileira de Pesquisa & Desenvolvimento -, o HR-V Touring e, mais recentemente, o Fit 2018. Para este ano, já estão confirmados os lançamentos do Civic 2018, City 2018, e novos Civic Si e CR-V.

O modelo mais vendido foi o Honda HR-V, com 47.777 unidades comercializadas. Somado às vendas do WR-V, com 15.352 emplacamentos, a marca consolidou sua presença no segmento de SUVs compactos. O bom desempenho da fabricante se deve ainda ao sucesso do Civic, com 25.867modelos vendidos, do Honda Fit, que registrou vendas de 25.351, e do City, com 15.975 unidades. Os importados CR-V, Accord e Civic Si somaram, juntos, 762 emplacamentos.

Com o envio do Civic Geração 10 e WR-V para os principais mercados na América do Sul, as exportações retomaram força em 2017, totalizando 5.327 automóveis exportados. Além de automóveis, a empresa também exporta peças (CKD) para a Argentina, México e EUA.

Em resposta ao crescimento das vendas internas e também das exportações, o número de automóveis que saiu da linha de montagem da fábrica de Sumaré (SP) superou em 11,2% as unidades do ano anterior.

Para 2018, a fabricante prevê um cenário de ligeiro crescimento das vendas, próximo ao patamar registrado em 2017.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

RECALL: Honda convoca proprietários dos modelos Fit, City, Civic e Accord

A Honda Automóveis do Brasil, pautada pelo seu princípio de respeito aos clientes, convoca os proprietários dos automóveis relacionados a seguir a comparecerem a uma das concessionárias autorizadas da marca para a substituição gratuita do insuflador do airbag do passageiro.

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Em caso de colisão primordialmente frontal de intensidade moderada ou severa, situação em que o acionamento do sistema de air bag é esperado, poderá haver o rompimento da estrutura do insuflador e, eventualmente, ocasionar a projeção de fragmentos metálicos no interior do veículo. Em situações extremas, o defeito pode causar, além de danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

A substituição do item é gratuita e deverá ser realizada em qualquer concessionária autorizada da marca a partir do dia 30 de janeiro.

Esse comunicado também se aplica aos veículos Civic, modelo 2001 a 2002, mesmo que já reparados na campanha do insuflador do airbag do passageiro iniciada em julho de 2010. Alguns insufladores reparados anteriormente poderãosofrer, após longos períodos, degradação quando expostos às variações de umidade e temperatura.

A consulta à necessidade do reparo deve ser feita no link www.honda.com.br/recall. O agendamento pode ser efetuado pelo mesmo endereço eletrônico ou pela Central de Atendimento: 0800-701-3432 (segunda a sexta-feira, das 08h às 20h - horário de Brasília).


Para conferir os endereços das concessionárias Honda, acesse www.honda.com.br/concessionarias.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Honda atinge o marco de 100 milhões de automóveis produzidos mundialmente

A Honda anuncia que alcançou o volume acumulado de 100 milhões de automóveis produzidos. O desempenho em produção global indica a ótima aceitação de clientes de vários países do mundo em relação aos diferenciais da marca.

A trajetória da empresa no segmento de automóveis teve início em 1963, com o mini utilitário T360, o primeiro Honda a ser produzido em larga escala, na fábrica de Saitama. No mesmo ano, a empresa iniciou a produção do esportivo S500 na fábrica de Hamamatsu.

No ano seguinte, 1964, com o intuito de expandir a produção de automóveis em larga escala, a Honda empregou todo seu conhecimento e tecnologias na construção da primeira unidade dedicada exclusivamente à produção de automóveis: a fábrica de Sayama. O primeiro modelo produzido no local foi o esportivo S600.

Em 1967, a empresa iniciou a produção do N360, o primeiro miniveículo da marca. Desde então, o volume acumulado de produção vem crescendo, ao passo que a Honda aprimora sua linha de produtos com importantes modelos globais, apreciados por clientes de todo o mundo, como Civic, Accord, CR-V e Fit. Além destes, modelos regionais foram desenvolvidos considerando as características de cada local onde os automóveis são comercializados.

Sempre atenta à natureza global de suas operações, a empresa, em 1969, iniciou a produção do N600 e do mini utilitário TN360 em Taiwan, com a assinatura de um acordo de cooperação técnica com uma empresa local, que veio a se tornar a primeira unidade produtiva de automóveis da Honda fora do Japão. Ainda buscando aumentar sua competitividade internacional, em 1982, a empresa expandiu sua atuação em mercados estrangeiros com o início da produção do Accord em Ohio, Estados Unidos. O veículo foi o primeiro da marca a ser produzido por uma subsidiária própria da marca fora do Japão e o primeiro carro para quatro passageiros feito nos Estados Unidos por uma fabricante japonesa.

Seguindo a abordagem de "produzir onde está o público consumidor" e buscando oferecer produtos apropriados para atender as necessidades dos clientes em todo o mundo, a Honda ampliou suas operações de produção de automóveis para diferentes regiões do mundo, incluindo Ásia, Europa e América do Sul.

Nos últimos anos, a empresa vem buscando o estabelecimento de um sistema de produção flexível e mutuamente complementar, que utiliza as 34 operações de produção automotiva da Honda em 18 países e territórios. Através dessas iniciativas, a marca atingiu o volume de produção de 100 milhões de unidades de automóveis, 54 anos depois que o primeiro carro saiu de sua linha de montagem.


“Graças à confiança de nossos clientes em todo o mundo, a Honda foi capaz de entregar 100 milhões de automóveis globalmente. O desejo de nosso fundador, Soichiro Honda, de contribuir com a vida das pessoas, auxiliando-as em suas atividades diárias, e perseguir a alegria da mobilidade tem sido herdado pelos colaboradores da Honda como o ponto de partida para o desenvolvimento e fabricação de nossos produtos”, afirma Takahiro Hachigo, CEO mundial da Honda.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Fernando Calmon - Alta Roda

Alta Roda nº 902/25130– 253– 0oda nº852/0808– 2oda nº851/2016
 
Fernando Calmon
Situação difícil do mercado garante ao consumidor, mais do que nunca, a decisão de escolher. Entre os sedãs médios-compactos trava-se uma verdadeira batalha para atrair os possíveis (e poucos) compradores. Este ano vem sendo marcado pela renovação em diferentes níveis. Começou com a atualização do Nissan Sentra, seguido pelo inteiramente novo Chevrolet Cruze. Esta semana começam as vendas da décima geração do Honda Civic. A Citroën aproveitou o embalo para lançar o C4 Lounge 2017 apenas com motor turbo de 1.6 L/173 cv (etanol), conforme antecipado pela Coluna. 

As atenções concentram-se no constante desafiador e líder Toyota Corolla. A décima geração do Civic foi muito bem recebida no mercado americano e logo assumiu a primeira posição no segmento. Não teria porque ser diferente aqui, pois o carro ficou maior, mais equipado, com bom espaço para pernas no banco traseiro, porta-malas amplo de 519 litros e estreia versão de topo, Touring, que utiliza o novo motor turbo de 1,5 L/173 cv (apenas gasolina inicialmente e flex quando for nacionalizado daqui a um ano). Além disso, o estilo – fundamental para o brasileiro – é bastante arrojado, mas dentro dos limites. Até as lanternas traseiras superdimensionadas harmonizam-se, sem chegar ao exagero. 

Tudo estaria no bom caminho, mas há entraves. A Honda terá de administrar a capacidade da atual única fábrica em Sumaré (SP), onde produz quatro modelos, sem contar o WR-V, uma derivação crossover do Fit já na fase final de desenvolvimento. A oferta inicial do Civic será de 3 mil unidades/mês, certamente abaixo do seu potencial. Existe uma nova unidade fabril pronta em Itirapina, a 110 km de Sumaré. Mas só pode entrar em operação ao se esgotar a capacidade em dois turnos de Sumaré e quando for possível fabricar mais 5.000 unidades/mês em Itirapina, mesmo que em turno único. A maioria das marcas japonesas não aprecia trabalhar em três turnos, o que em teoria resolveria a questão. 

Este dilema industrial e a decisão de não produzir mais do que se possa vender explicariam a política de preços, tão ousada para cima como o próprio modelo, para segurar a demanda não atendível. O Civic agora começa em R$ 87.900 e vai a R$ 124.900. De início, a versão de entrada (Sport) representará 24% da produção, as intermediárias (EX e EXL) 48%, todas com o atual motor de 2 litros de aspiração natural, e a nova Touring, 28%. Esse não é um mix normal, nem o definitivo, porém reflete a situação de hoje e dos próximos meses. 

O carro deixa boas impressões ao guiar. Caixa de direção eletroassistida de relação variável (apenas 2,2 voltas de batente a batente), nova suspensão traseira multibraço e câmera acoplada ao espelho retrovisor direito são destaques. A caixa de câmbio automática CVT tem desempenho melhor com o motor mais potente, quando se podem usar borboletas atrás do volante e as sete marchas virtuais apresentam respostas que beiram alguma esportividade. Assoalho traseiro deixou de ser plano por razões de aerodinâmica e de espaço vertical interno incontornáveis em um projeto moderno. Entrada de fio para telefone inteligente obriga a certo contorcionismo para a idade média dos clientes de sedãs. 

RODA VIVA

CONGRESSO da Fenabrave (associação das concessionárias) destacou o clima de possível reação das vendas no último trimestre do ano. Barry Engle, presidente da GM América do Sul, além de projetar crescimento do mercado de 12% em 2017, reconheceu que a indústria se empolgou demais no seu planejamento anterior. É raro um executivo fazer análise tão sincera. 

EXPECTATIVA maior do Congresso foi sobre o que pensava o governo federal acerca do plano de renovação de frota, rebatizado de Programa de Sustentabilidade Veicular. Ainda está em análise para possível anúncio no próximo ano. Já se sabe, no entanto, de fortes limitações no orçamento público. Ordem é aguardar e peneirar as sugestões, de fato, viáveis. 

DEPOIS de investimento de R$ 46 milhões, a Toyota está apta para desenvolvimentos locais. Em sua fábrica de São Bernardo do Campo (SP) inaugurou esta semana seu 15º centro de pesquisas. Os demais estão no Japão, EUA, Europa, Ásia e Austrália. Nos planos, além de reestilizações e testes de motores, surgirão derivações de produtos específicos para a América Latina. 

NOVO MINI Cabrio mostra que nunca convém ficar de fora do restrito mercado de conversíveis. Oferecido apenas na variante Cooper S, o carro é harmonioso, independentemente da capota aberta ou fechada. O recente motor BMW 2-litros/192 cv “empurra” de verdade. Acabamentos e materiais são de primeira qualidade e o preço acompanha: R$ 164.950. 

FORD modernizou sua central multimídia com tela capacitiva de 8 pol. na linha 2017 dos Focus hatch e sedã, além de incluir luzes diurnas de LED. Preços ainda não foram anunciados, porém versões intermediárias continuarão com o sistema anterior. Nova central mais rápida e intuitiva inclui Android Auto e Car Play, integrando pacote de itens de segurança e conforto. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
Siga também através do twitter:  www.twitter.com/fernandocalmon                                                                                                                               


quinta-feira, 28 de julho de 2016

Fernando Calmon - Alta Roda

Alta Roda nº 899/24930– 283– 0oda nº852/0708– 2oda nº851/2016

Fernando Calmon
Quando a GM decidiu renovar toda a sua gama de produtos no Brasil no intervalo de praticamente um ano, em 2012, sabia que quatro anos depois, em 2016, teria de repetir a maratona de lançamentos. Foram seis, em sete meses. Estreiam agora, de uma só vez, Onix e Prisma 2017 com duplo desafio: aperfeiçoar o visual e, ao mesmo tempo, atender as normas obrigatórias de eficiência energética de outubro. 

A renovação de estilo do Onix, atual líder de vendas do mercado, apesar de não acentuada, é fácil de reconhecer em razão de mudanças no capô, grade, para-choque e faróis. Um par de lanternas dianteiras no formato de fileira de LEDs pode até ser confundido com um farol DRL verdadeiro. No caso, trata-se apenas de “assinatura visual” e, pela nova lei, obrigará o motorista a ligar os faróis baixos convencionais. Caberá às concessionárias explicar aos compradores, para evitar multas. 

Quanto ao Prisma, além das mudanças na parte dianteira, recebeu novas lanternas traseiras e um discreto defletor na tampa do porta-malas. Foi uma solução de compromisso, pois sedãs compactos costumam dar mais trabalho aos desenhistas pelo desbalanceamento de volumes entre frente e traseira. Ajudou no equilíbrio de linhas e dinâmico do Onix/Prisma a diminuição de 1 cm na altura total por meio de mudanças nas suspensões. Isso é muito raro de acontecer em modelos produzidos para o país dos quebra-molas ou lombadas. A maioria dos carros fica mais alta aqui do que no exterior. 

Porém, como esperado, a marca Chevrolet também embarcou na onda “aventureira” dos hatches compactos e apresentou o Onix Activ. A fórmula é a de sempre: altura de rodagem (3 cm maior, incluindo suspensões e pneus), acabamento diferenciado, barras de teto e mais equipamentos. Essa versão ainda não tem preço anunciado. O Onix começa em R$ 44.890 com motor de 1 litro e vai a R$ 59.790, de 1,4 L; Prisma entre R$ 53.690 e 64.690, de 1,4 L. A empresa ainda não divulgou também o preço do sedã com motor de 1 L. O sistema OnStar oferece mais um pacote de serviços. Adotou, ainda, monitoramento de pressão de pneus. 

A GM surpreendeu os competidores ao diminuir o consumo de combustível, obrigatório no programa Inovar-Auto, sem lançar nova família de motores. Avaliou o automóvel como um todo. Começou pela fórmula tradicional de pneus verdes e direção eletroassistida. Diminui o peso total do Onix em 32 kg e do Prisma em 34 kg, o que seria, mais ou menos, a redução de massa se utilizasse um propulsor de três cilindros. Manteve os quatro cilindros e fez vários aperfeiçoamentos internos. Adotou câmbio de seis marchas, tanto manual (agora) quanto automático (já existente e reprogramado para menor consumo), além de ajudar na diminuição de rotações e nível de ruído a bordo. 

Os modelos Chevrolet foram os últimos a aderir ao Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV). Neste período a engenharia estudou o ciclo de medição de consumo em laboratório e concluiu que estava apta a atender ao prazo fatal, com nota A no segmento, a preço conveniente. No entanto, não vai “escapar”, adiante, do motor de três cilindros já existente na Europa, quando se anunciar a segunda rodada do PBEV, a partir de 2018. 

RODA VIVA

HONDA mudou de estratégia em relação à décima geração do Civic (quinta, no Brasil). Manteve o motor flex de 2 litros em três versões tradicionais. Lança uma quarta opção, Touring, para concorrer com modelos mais caros das marcas alemãs. O motor de 1,5 litro turbo, injeção direta, 175 cv e 22,4 kgfm, inicialmente apenas a gasolina, será flex quando nacionalizado. 

PRIMEIRAS unidades chegam ao mercado no fim de agosto. O Civic cresceu em dimensões internas e ganhou espaço no banco traseiro. Ficou mais baixo e aerodinâmico sem afetar o conforto dos ocupantes. O motorista tem melhor visibilidade e resposta mais direta da direção. Câmbio automático CVT, de sete marchas virtuais, tem trocas até aceitáveis. 

PREÇOS do novo Civic subiram bastante. Começam em R$ 87.900 e vão a R$ 124.900. Provavelmente, a Honda decidiu segurar a demanda inicial pelo preço até o mercado voltar a crescer e permitir abrir a segunda fábrica, que está pronta. Como a situação pode perdurar mais um ano, o preço ficaria “congelado” e a inflação afetaria os concorrentes. 

OUTRO modelo que recebeu impacto da desvalorização cambial e do imposto adicional de importação dos Estados Unidos foi o SUV médio-grande Ford Edge em sua nova geração. O preço alcança R$ 229.900. Tem tração 4x4 e pacote tecnológico que inclui controle de cruzeiro adaptativo, câmara frontal de visão 180° e cintos de segurança infláveis no banco traseiro. 

ESTUDOS feitos na Alemanha indicam que uso de cintos de segurança traseiros por crianças pode diminuir em mais de 50% lesões graves e/ou fatais em acidentes. Mesmo que os cintos, projetados para adultos, não sejam adequados para crianças, melhor ter essa proteção mínima do que nenhuma. Certo é seguir a legislação pela idade da criança. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).



sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 0416 - 23.01.2016 - edita@rnasser.com.br   

Ventos de Detroit
O NAIAS 2016, Salão de Detroit, fez marca curiosa: apesar do mercado  norte-americano ter tido recuperação formidável – de retração absoluta em 2008 para recordes de venda em 2015 -, a mostra organizada pelos revendedores de Michigan teve ausência e falta de atrações de Bentley e Mini, marcas da Volkswagen e da BMW, e Land Rover. Dentre os maiores destaques, poucos serão importados ao mercado nacional.

Mercedes Classe E 2017 – Segue a linha estética aplicada aos irmãos de linha C e S, e as novas formas e largo conteúdo eletrônico – descrito pela Coluna passada – o rotulam como semi autônomo. Mantém a motorização 2,0 turbo. No Brasil até o final do semestre. Razões diversas, gostaríamos de fazer como a Mercedes: pular e esquecer 2016.



Ford Fusion – Dificuldade para a Ford foi modificá-lo, melhorar aparência, confortos, e manter preços e liderança no segmento, onde supera Honda Accord e Toyota Camry. A versão Sport, motor L4, 2,3 litros, 330 cv, emprega tração nas quatro rodas, caixa automática com seis velocidades, suspensão continuamente monitorada para rodar confortável, piloto automático, detector de pedestres, e ParkAssist para vagas perpendiculares. Acima, Platinum, com revestimento em couro, rodas liga leve, 19” e grade personalizadora.
Versão híbrida desenvolveu software para melhorar eficiência. Produzido no México, é importado sem pagar impostos de importação. Primeiro semestre.

Lincoln Continental 2017 – Apresentado para ocupar espaço no mercado e fazer promessas em suprir a lacuna aberta pela marca ao retirar a geração anterior de produção. Foi o último Ford com chassis e tração traseira e liderava o mercado de frotas com motorista.
Novo modelo emprega motor V6, 3,0 litro, dois turbos e 410 cv, inesperadas regulagens motor/transmissão/suspensão/freios para opcional condução esportiva. Tração frontal ou nas 4 rodas. Mais detalhes durante o ano, lançamento em 2017 para comemorar 100 anos da marca.

Honda Civic – Nova geração, apuro em estilo e aerodinâmica. Em importância supera simples substituição no meio do ano, pois será o primeiro produto Honda a receber novo motor, reduzido a 1,5 litro, e com turbo. Reduz peso, aumenta potência e torque, reduz consumo e emissões.


Chrysler Pacifica – Re invenção da mini van de vida fugaz há uma década. Carro novo sobre a plataforma do sedã Chrysler 200. Mimos de uso familiar como aspirador de pó – famílias mal educadas tem grande aptidão a colecionar detritos –, e as boas ideias Chrysler para arranjo com os bancos. Primeira híbrida do setor, com dois motores elétricos. Não híbridos com motor V6, 3,7 litros, 290 cv. Importação possível.

Chevrolet Cruze - Imagem anteriormente divulgada pela GM argentina - e exibida pela Coluna - em providências de finalização pela GM do vizinho país. Além do produto, de base e projeto coreanos, introduzirá a novidade de família de motores 1,4 litro, 16v, turbo. Virá em versões sedã e hatch.


BMW M2 – Foi mostrado em outubro e apareceu em Detroit em versão final. Ganhou trato de equipamentos como os largos pneus e adjutórios para manter no chão a carroceria pequena e leve escondendo suspensão por alumínio ultra leve, e motor L6, 3.0 dois turbos, produzindo 370 cv. Será importado.



Force 1 V10 – Bicho novo no cenário norte-americano de veículos esportivos, soma de competências entre Henrik Fisker,designer dos elétricos com seu nome, Ben Keating, competidor e fanático por Dodge Viper, e Robert Lutz prolífico executivo ex Ford, ex Chrysler, ex GM.

Fábrica nova, VLF Automotive, perto da Chrysler em Auburn Hills, Mi, dois lugares, todo em fibra de carbono, suspensão ativa para dirigibilidade e segurança ante o motor V10, 8,4 litros, 750 cv, o mais poderoso entre aspirados, rodas em liga leve, pneus Pirelli PZero, freios Brembo. 0 a 100 km/h circa 3s, velocidade final em 350 km/h.

Interior em couro e alcântara costurados à mão, e coisas curiosas como porta garrafa de Champagne – pelo visto não será vendido no mercado escandinavo
... Produção em abril, entregas a partir de setembro. 50 unidades da série inicial, e compradores automaticamente inscritos em duas corridas anuais.
Preço ? US$ 268.500. A interessados, www.vlfautomotive.com
Empresa também fará o Destino V8.

Depois do Dieselgate, o Renaultgate ?
Você acha possível fiscais do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente adentrar em planta da Petrobrás, mandado na mão, para aferir se produtos poluem acima da regra oficial ? Nem pensar. Há anos a petroleira desrespeitou determinações, acordos, mantinha em produção o diesel S 500, veneno a nós e ao meio ambiente. Governo federal nunca se importou em fazê-la cumprir.

Entretanto na França o interesse público é superior ao poder do acionista maior. Semana passada, na França, autoridades e polícia foram a escritórios e fábricas Renault buscando algum método, sistema, peça ou aparato eletrônico para burlar o controle das emissões. Missão contra possível versão francesa do Dieselgate, invenção da Volkswagen alemã para seus motores diesel, poluindo acima das regras norte americanas.

Impacto grande, repercussão idem, fez cair o valor de suas ações e da concorrente PSA, e o fato de um executivo de proa ter vendido, em dezembro, 750 mil euros em ações da empresa, deixou a impressão de saber ou antever problemas e perda de valor nestes papéis.

Governo francês, maior acionista, com 20% da empresa, emitiu nota sobre o aqui apropriadamente chamado Renaultgate dizendo não ter relação com o da VW, nem se descobriram dispositivos para falsear os testes de emissões com os modernos motores 1,6 bi turbo diesel – serão aplicados pela Renault no picape Alaskan a ser feito no Brasil em 2018. Como o leitor da Coluna soube em primeira mão, é picape tri partite, agregando Nissan e Mercedes no projeto. Quando lançado, há dois anos, tal motor reduziu consumo e emissões em 25% relativamente a um motor 2,0.

Questão
Ante o Dieselgate o governo francês implantou grupo técnico independente, a Comissão Royal, para aferir veículos e certificar operação quanto às emissões. Primeiros resultados favoráveis à Renault mas, em paralelo, a Direção Geral de Concorrência, Consumo e Controle de Fraudes, resolveu também investigar.
Marca é uma das três melhor classificadas em esforços para reduzir poluição.

Porém
Com aferição oficial Renault faz re call de 18.800 Captur – SUV médio a ser feito no Brasil -, com motor diesel de 111 cv, por conta de emissões maiores sob temperaturas fora do protocolo dos testes, e ofereceu software de atualização a 700 mil diesel em carros da marca. Tipo prevenção. Em valores perdeu 3.3B de Euros – 3,6B US$, aproximados R$ 15B.
Outras
Ford, Mercedes e PSA também tem auditados veículos leves com motores diesel. Peugeots 208 e 508 foram testados pelo órgão francês de ecologia, atestando-os conforme regulamentos e valores. PSA emprega sistema de tratamento “BlueHDi” entre o coletor de descarga e o filtro de partículas, eliminando até 90% dos óxidos de nitrogênio, poluente dos diesel.

Roda-a-Roda

De volta – Picapes Jeep voltarão ao mercado. Crescendo em produção e lucros, marca, parte da FCA, fará sobre plataforma do Jeep Wrangler – como o original ao fim da década de ’40.

Aqui - No Brasil foi feito nas décadas de ’60 – montado na fábrica da Willys no mesmo Pernambuco -, e metade de ’70. Foi picape Jeep, picape Willys e F 75. Na releitura, intensivo uso de alumínio. Apresentação Salão de Detroit, 2017.

Surpresa – GM deu passo positivo em relação aos veículos elétricos. Mostrou o Bolt EV, arquitetura para uso familiar e 320 km de autonomia, grande conquista sobre um dos pontos fracos de suas tentativas.

Mais – Na confusão em que a Volkswagen se meteu com motores diesel emitindo acima das normas, já enfrenta 450 ações movida por proprietários e sem número por entidades de governo e estado.

Em casa – Agora, escritório de advocacia anunciou reunir centenas de acionistas nos EUA e Inglaterra para acioná-la judicialmente na Alemanha sob outro aspecto. Não é perda com produto, mas compensação por queda do valor das ações, causada ante redução de vendas e lucros.

551 – FCA acelera para energizar os projetos do X1H, carrinho para ser degrau de entrada da marca, abaixo do Uno, e a projetados R$ 29 mil, e no 551, SUV para substituir atuais Compass e Patriot. Será apresentado em junho, sem nome definido. O 551, no Salão de Nova Iorque, 03.abril.

Como é – 551 é baseado na multi ajustável plataforma Small Wide, mesma de Renegade e Toro, medidas superiores em conforto, refinamento interno, em relação ao Renegade. Motores 2,4, 190 cv, a gasolina, e 2,0, 170 cv, diesel.

Mercado – Novidade na questão, Pernambuco exportará para os EUA, pois a retração local criou ociosidade industrial e ocasião para o Brasil fornecer o ainda pagão 551. Lá, em 2015, produtos a ser substituídos, venderam 250 mil unidades, capacidade da fábrica em Goiana. Pe.

Negócio – BMW atualizou o sedã Series 3 produzido no Brasil, e acelerou os preços. Versão de entrada, 2,0 litro, turbo, 184 cv, subiu de R$ 140 mil para R$ 163 mil. Na sequência, 328i, mesmo motor produzindo 245 cv a R$ 208 mil.

... II – Mercedes anuncia últimas unidades do Classe C 2015/2016, a R$ 147.900. Estoque antigo. Acabando, aumento entre 6 e 10% nos preços.

Rápida – Com a suspensão do embargo econômico ao Irã, enquanto alguns projetam eventuais negócios, alemães agem: Audi trata para ter representação no país; parte de caminhões da Daimler já assinou carta de intenções para joint venture com a Khodro Diesel e o Mammut Group.  BMW estuda.

Negócio – FedEx, poderosa de entregas rápidas, assumirá este braço da concorrente TNT. Comissão Europeia já concordou. Finalização durante o ano. E racionalização e sinergias, com óbvios cortes entre mão de obra e ativos.

Comportamento – Curioso o manifesto pró-réus por advogados criminalistas contra os processos aplicados pela Polícia Federal e sob o juiz Sérgio Moro. Vago, sem indicações precisas, deixou no ar rótulo repelido pela sociedade – bandido bom é bandido solto. Tênue linha separa o exercício de defesa ao direito dos acusados, e a defesa dos manifestamente culpados, pode empurrar tais advogados para lugar ao lado dos bandidos, como inimigos da sociedade. 
  
Menos um – Findou-se o Autódromo Internacional de Curitiba, nas beiradas rurais de São José dos Pinhais. Expansão do município levou donos a incorporar condomínio residencial e empresarial. Circuito apenas a eventos privados.

Antigos – Para quem gosta de história bem contada e de veículos antigos, mandatório ler a de Nicolau, 88 e sua Vemaguet, 51. Aqui


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Honda fecha 2015 com recorde de vendas

No ano em que completou 18 anos de produção nacional de automóveis, a Honda comercializou 153.395 veículos, resultado que superou a marca de 2013, até então o melhor ano da empresa no País. O total representa um crescimento de aproximadamente 11% em relação ao acumulado de 2014 e um market share de 6,2%, o maior da sua trajetória desde 1997.

O destaque do período foi o Honda HR-V que, desde o dia 20 de março, início da venda do produto, chegou a 51.159 unidades comercializadas, conquistou a liderança entre os demais modelos da marca e se tornou o SUV mais vendido do Brasil. O bom desempenho da fabricante também se deve ao sucesso do Honda Fit, que alcançou a marca de 42.485 unidades vendidas, seguido do City, com 26.413, e o Civic, com 31.101. Os importados CR-V, Accord e Civic Si somaram, juntos, 2.225 emplacamentos.

O compromisso da Honda em atender com excelência as pessoas com necessidades especiais também é reconhecido pelos clientes e tem resultado em novos recordes a cada ano. No acumulado de 2015, a empresa vendeu 15.737 veículos para esse público, um aumento de mais de 60% em relação a 2014, também o melhor ano de vendas nesse segmento até então. O destaque do período foi o modelo City, com 7.490 unidades comercializadas.

Para o vice-presidente Comercial da Honda Automóveis, Roberto Akiyama, o crescimento da empresa em 2015 reflete não só a sua estratégia acertada de renovação dos produtos, mas também a percepção do consumidor. “Em períodos de instabilidade econômica, o cliente busca um produto de qualidade aliado a um conjunto de serviços e diferenciais que proporcionem mais segurança e custo-benefício no momento da compra. Uma rede de serviços pós-venda consolidada, estrutura eficiente de distribuição de peças, eficiência no consumo de combustível e bom valor de revenda são alguns atributos que diferenciam os nossos produtos e serviços e contribuem para a preferência do consumidor pela nossa marca”.

Para 2016, a fabricante prevê um cenário de vendas estáveis, mantendo o mesmo patamar de 2015.


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Honda Civic completa 18 anos de produção nacional e evolução tecnológica


Sucesso de vendas no segmento de sedãs médios, o Civic foi o modelo que inaugurou a produção da Honda Automóveis no Brasil, há 18 anos (outubro de 1997), na fábrica em Sumaré (SP). Era o passo inicial para o surgimento de um ícone do setor automotivo no país.

A história do Honda Civic no Brasil começou em 1992, quando o governo brasileiro reabriu as importações e a Honda passou a comercializar o modelo. O carro estava em sua 5ª geração mundial e possuía mecânica moderna em comparação aos automóveis nacionais da época. Em seu primeiro ano de importação, foram apenas 280 unidades, mas em 1993, o volume subiu para 3.285 veículos.

O Civic foi muito bem recebido pelo consumidor brasileiro, especialmente por ter linhas modernas, tecnologia e confiabilidade. Passados cinco anos e superando 12 mil unidades importadas, a Honda decidiu construir a fábrica em Sumaré, iniciando as atividades em outubro de 1997.

Para começar a ser produzido no país, o modelo passou por algumas mudanças, com a tropicalização de itens como pneus, suspensão e sistema de injeção eletrônica para gasolina com etanol. Naquela época, o Civic estava em sua 6ª geração mundial e era um dos veículos nacionais mais completos de fábrica, equipado com vidros elétricos em todas as portas, ar-condicionado, direção hidráulica, airbag e ABS em algumas versões. Essa geração ainda trouxe para o mercado o motor VTEC com comando de válvulas variável, uma tecnologia exclusiva da marca.

Nos três primeiros meses de comercialização do Civic nacional, foram vendidas 867 unidades. Em 1998, primeiro ano completo de vendas, a Honda totalizou 14.959 veículos. A demanda pelo modelo aumentou e, gradativamente, a capacidade produtiva da fábrica também cresceu.

O auge de vendas do Civic foi atingido em 2008 com a 8ª geração, fechando o ano com mais de 67 mil unidades comercializadas – na ocasião, a fábrica já produzia também o Fit e começava a linha do City. Nessa geração, foi introduzida a tecnologia flex e, na seguinte, houve a extinção do subtanque de gasolina para partida a frio.

Ao longo de seus 18 anos de produção no país, o Civic agregou diversas tecnologias, muitas delas pioneiras no mercado brasileiro, como o comando de válvulas variável (1997-VTEC), troca de marchas no volante (2006-paddle shift) e o sistema de economia de combustível e redução de emissão de poluentes (2012-ECON). Até setembro deste ano, somou mais de 590 mil unidades produzidas.


Evolução no Brasil

1997 – A Honda inicia a produção do Civic brasileiro, na 6ª geração do modelo.


Um dos veículos nacionais mais completos de fábrica;
ü  Motor VTEC, com comando de válvulas variável, que favorece o torque em baixas rotações e a potência em altos giros.

2001 – Lançada a 7ª geração do Civic.


Motor 1.7;Assoalho plano, proporcionando mais espaço e conforto para o passageiro do meio no banco traseiro.

2006 – Lançamento da 8ª geração - New Civic.


Design futurista;
Painel de instrumentos em dois níveis;
Motor 1.8;
Câmbio automático de cinco marchas com paddle shift (aletas atrás do volante);
Adoção do sistema flex (novembro);
Ganhou os principais prêmios da indústria automobilística do Brasil e do mundo.

2007 – Lançamento do Civic Si.


Versão equipada com motor 2.0 de 192 cv. Foi o modelo nacional mais potente produzido na época.

2011 – A Honda lança a 9ª geração do modelo, atualmente no mercado.


Comando Econ, que auxilia na redução do consumo de combustível e emissões;
Computador de bordo em LCD de 5” (i-MID);
Teto solar;
Navegador touchscreen integrado ao trânsito.


2013 – O Civic ganha motores 2.0 nas versões LXR e EXR.


Além dos motores 2.0, as novas versões passam a contar com sistema FlexOne, que dispensa o subtanque de partida a frio.


2015 – Retorno da versão top EXR com mudanças no exterior e interior.

Atualmente, a linha Civic é composta pelas configurações LXS, LXR e EXR;
Versão intermediária LXR recebe modificações, como a inclusão dos sistemas VSA (controle de estabilidade e tração) e HSA (assistente de partida em rampa), também presentes na versão EXR;

EXR ganha sistema de airbags de cortina, totalizando 6 airbags, e novo sistema multimídia com tela de 7” e navegador integrado ao painel, entre outros itens.