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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Pirelli apresenta evolução dos pneus GT da Ferrari no The Ferrari Finali Mondiali


Seis carros esportivos que definem eras, seis de suas versões feitas para corrida e seis pneus de competição desenvolvidos especialmente para eles: essa é a história dos 26 anos do Ferrari Challenge e alguns dos mais importantes e notórios modelos da empresa de Maranello, dos quais suas versões de competição compõem a célebre série de competições criadas pela Ferrari. Este é o território que a Pirelli conhece bem, sendo fornecedora exclusiva de pneus para o Ferrari Challenge desde que o campeonato fez sua estreia.

Isso representou uma importante oportunidade para a fabricante de pneus estudar novos conceitos e condições extremas, como é sempre o caso no automobilismo, com Gentlemen Drivers ansiosos, baseados em carros de rua com mesmas características e dinâmica. O Ferrari Challenge nasceu em 1993 e, desde então, foram mais de 1.000 pilotos participantes da competição. O número de pneus utilizados é incalculável, até porque, o campeonato se expandiu partindo da Europa e agora conta com corridas na Ásia e nos Estados Unidos: um mundo de pilotos, cada um guiando uma Ferrari equipada com pneus Pirelli.

O modelo que inaugurou a competição foi o Ferrari 348 Challenge, derivado dos modelos 1989 348 TB e TS, trazendo o motor V8 de 3,5 litros do carro de passeio, que conta com 320 cavalos de potência. Em comparação com a versão de passeio, o 348 Challenge não foi muito modificado, mas utilizava pneus slick que foram especialmente desenvolvidos pela Pirelli e que tinham 17 polegadas com tamanhos diferentes na parte dianteira e traseira (245/620-17 e 265/640-17, respectivamente). Assim como o carro, os pneus também têm uma forte ligação com seus equivalentes de passeio: para desenvolvê-los, a Pirelli utiliza os moldes normais do P Zero, mas com construção e compostos específicos. 

O 348 Challenge participou de suas últimas corridas em 1996, ao lado do 355 Challenge, outro descendente direto do mesmo modelo de passeio que contava com motor de 380 cavalos de potência, idêntico ao carro de passeio. Os dispositivos de segurança necessários para a competição e os pneus feitos sob medida fizeram diferença. A empresa italiana desenvolveu seus primeiros pneus de 18 polegadas para a categoria: um tamanho que permaneceria como padrão por mais de 10 anos.

Em 2000, o terceiro carro a ser utilizado no desafio da Ferrari fez sua estreia: o 360 Challenge, que era baseado no modelo 360 Modena. Ele tinha a mesma motorização que o seu equivalente de passeio (400 HP), mas com menos peso. O 360 Challenge sofreu algumas modificações importante no ano seguinte, como o aumento para 415 cavalos de potência, o que exigiria melhor desempenho dos pneus. Mas a geração utilizada e que nasceu com a 355 Challenge foi capaz de responder às novas exigências dos carros e dos pilotos com apenas novos tamanhos e compostos introduzidos.

O 430 Challenge marcou um novo e importante passo para a competição: o modelo de corrida tinha a mesma potência do modelo de passeio (490 cv) e foi adaptado graças às lições aprendidas pela Ferrari na Fórmula 1. Por exemplo: ele usava o primeiro sistema de freio feito de cerâmica usado em um carro de competição da Ferrari. Sendo assim, os pneus também precisavam de modificações importantes e a Pirelli desenvolveu os primeiros pneus de 19 polegadas para pista seca e molhada. Este pneu se tornou, pela primeira vez, uma especificação de banda de rodagem específica para chuva.

Em 2010, o aclamado Ferrari 458 Itália foi o modelo base para o atual carro da competição, levando para a pista a mesma potência do de passeio, 570 cv, mas 100kg mais leve e com mapeamento de motor específico e escapamento de competição. Havia, também, um diferencial traseiro eletrônico que exigia trabalho em paralelo com os pneus. A Pirelli adaptou as dimensões dos pneus e os compostos mantendo o mesmo tamanho da roda.

A turboalimentação chegou no Ferrari Challenge em 2016, com a chegada do 488 Challenge: foi a primeira vez que um motor turbo foi visto no campeonato em 25 anos de história. Houve um aumento de 100 cavalos de potência, em comparação ao modelo 458, e o tempo de volta no circuito de Fiorano caiu um segundo. A Pirelli desenvolveu novos tamanho de pneus para lidar com as novas exigências de potência.

Theo Mayer, que gerencia o programa Ferrari Challenge da Pirelli, disse: “é uma excelente oportunidade para a Pirelli trabalhar ao lado da Ferrari na competição. Juntamente com os pilotos profissionais, há também pilotos amadores, que têm outros compromissos além das corridas. Os pneus são sempre desenvolvidos em paralelo com o carro, um ano antes da competição é oficialmente lançando, melhorando a dirigibilidade e desempenho para pilotos de todos os níveis. O objetivo destes desenvolvimentos tem sido maximizar o desempenho, utilizando as mais recentes inovações tecnológicas e técnicas da renomada área de motorsport da Pirelli. Isso ajuda a tornar os pneus mais adequados nas mais diferentes condições. Para pista molhada, por exemplo, foi criado um pneu específico. Agora que estamos entrando no 26º ano de parceria, nosso próximo será celebrar meio século juntos”.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Novos relógios Scuderia Ferrari contam com inspiração em carros de corrida

Afirmando sua orgulhosa herança de corrida e raízes italianas, a marca Scuderia Ferrari Orologi traz a emoção e o estilo inconfundível da equipe de corrida para os seus dedicados fãs e telespectadores entusiastas ao redor do mundo.

Para a coleção do segundo semestre de 2017, a Scuderia Ferrari apresenta "Pilota" - uma família de relógios esportivos inspirados no estilo elegante e no desempenho magistral dos carros e corrida. A origem do nome da nova coleção vem do italiano "piloto", além de ser título do curso de pilotagem exlusivo para proprietarios de Ferrari.

Esta linha conta com uma caixa redonda de 45 mm com protetor de coroa e pinos de esporte estendidas com contornos aerodinâmicos esculpidos para desvio de vento. O bezel, encapsulado por um painel preto ou com armação de pistão, conta com uma faixa de minuto branco ou preto impresso na fonte "fast" da Scuderia Ferrari.

Com três modelos disponíveis, dois com pulseira de couro com "Scudetto" gravado em alto relevo e costuras vermelhas, remetem aos bancos da Farrari 488 GTB, e um com pulseira de aço inoxidável, inspirado no modelo da Ferrari 458 Italia. 

O mostrador, em cinza, vermelho ou preto, conta com o logotipo de Scudetto em prata ou amarelo gravado às 12 horas, acima do nome "Pilota" assinado em vermelho, preto ou cinza.

O relógio ainda conta com 3 mostradores pequenos no centro, cercados por anéis de índice contrastantes em preto, prata, vermelho ou amarelo, mecanismo QTZ, resistência de 5 ATM e vidro de cristal mineral.


Todos os três modelos da linha serão vendidos no Brasil exclusivamente pela Vivara, e chegam às lojas físicas da joalheria e ao e-commerce Vivara online (www.vivara.com.br).

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Começa esta semana maior campeonato de GT do mundo


Neste final de semana, o mítico circuito italiano de Monza receberá a etapa inaugural do Blancpain Endurance Series. Composto apenas por carros do tipo Gran Turismo, o evento organizado pelo SRO Motorsports Group atingiu sua capacidade máxima apenas no seu terceiro ano de realização, comprovando o acerto da organização na promoção, regulamentos e formato das provas.

Sob o comando do ex-piloto Stephane Ratel, a SRO administra diversos campeonatos pelo mundo, tendo sido, inclusive, parceira na implantação do Brasileiro de Gran Turismo em 2007. Na Europa, é responsável também pelo renovado FIA GT Series, que teve sua primeira etapa disputada há duas semanas no circuito de Nogaro, França, com oito brasileiros no grid: Cláudio Ricci, Matheus Stumpf, Felipe Tozzo, Raijan Mascarello, Ricardo Zonta, Sérgio Jimenez, Allam Khodair e Cacá Bueno.

A diferença entre as duas séries - que utilizam carros idênticos - está no formato das corridas. No GT Series são duas corridas de uma hora cada, no sábado e domingo. Já no Blancpain Series as provas são mais longas, com três horas de duração, exceção feita aos 1000 Km de Nürburgring e às 24 Horas de Spa-Francorchamps, quando o grid recebe ainda mais carros.

Com três pilotos por carro, dentre os cerca de 180 pilotos envolvidos haverá um único brasileiro, o gaúcho Carlos Kray (Ballasox), atual campeão brasileiro de GT, que dividirá a pilotagem do McLaren MP4-12C da equipe alemã MRS com o austríaco Philip Eng e com o único norte-americano no grid, Rodin Younessi.

"A escolha pelo Blancpain foi feita por causa do enorme desafio que ele representa. Terei que me acostumar com o carro e lidar com pistas desconhecidas. Com provas mais longas, o Blancpain Series é uma ótima alternativa para quem quer pilotar em alto nível, já que se trata do maior campeonato de carros GT do mundo", declarou Carlos Kray antes de embarcar para Monza.

Entre os 60 carros do grid, encontram-se verdadeiros objetos de desejo, como McLaren MP4-12C, Aston Martin, Audi R8, BMW Z4, Ferrari 458 Italia, Lamborghini, Mercedes SLS, Nissan GT-R e Porsche.

Os treinos acontecem no sábado e tanto a classificação, quanto a corrida, no domingo. A largada acontece às 14h30, horário local, com bandeirada às 17h30.