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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Veículos importados fecham julho com queda de 18,7%

As dezessete marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 16.001 unidades, anotaram nos primeiros sete meses do ano baixa de 25,7% ante igual período de 2016, quando foram vendidas 21.537 unidades.


No comparativo mensal, julho de 2017 ainda registra queda de 18,7% em relação a igual período de 2016. Foram comercializadas 2.712 unidades contra 3.337 licenciamentos em junho do ano passado. O desempenho de vendas no mês de julho, porém, obteve uma pequena alta – 4,2% - comparado com o mês imediatamente anterior. Foram 2.712 unidades contra 2.603 unidades em junho último.

“O comportamento dos dados de licenciamentos de automóveis e comerciais leves importados, no mercado interno, em julho e no acumulado, continua mostrando claramente que as empresas associadas à Abeifa estão impedidas de comercializar seus produtos fora de suas respectivas cotas. É bem verdade que os consumidores brasileiros estão retraídos. Mas, no caso do setor de veículos importados, isso se deve ao regime de exceção, no qual as associadas estão limitadas à cota de até 4.800 unidades por ano. Qualquer unidade vendida fora dessa cota, o preço final ao consumidor fica sem competitividade. Por isso, ninguém está vendendo fora da cota. Pacientemente, estamos aguardando o fim do Programa Inovar-Auto. Agora faltam menos de 150 dias”, esclarece José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

Participações – Em julho último, com 2.712 unidades licenciadas, a participação das associadas à Abeifa foi de 2,54% do mercado total de autos e comerciais leves (178.847 unidades). No acumulado, o market share foi de 2,17% (25.437 unidades, do total de 1.170.427 unidades).

Se for considerado o total de veículos importados, ou seja aqueles trazidos também pelas montadoras, as associadas à Abeifa responderam, em julho, por 13,28% (2.712 unidades, do total de 20.421 unidades importadas). No acumulado, 12,37% (16.001 unidades, do total de 29.366 veículos importados).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de julho com 1.828 unidades emplacadas, total que representou alta de 1,4% em relação ao mês anterior. Comparado a julho de 2016, o aumento de 66%, quando foram emplacadas 1.101 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 9.436 unidades emplacadas, alta de 49,1% ante as 6.328 unidades (agora, já com a produção da Jaguar Land Rover).

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Em setembro, venda de veículos importados volta a cair.

As dezoito marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores comercializaram em setembro 2.754 unidades importadas, total que representou queda de 6,2% em relação ao mês anterior, quando foram emplacadas 2.936 unidades. Ante o mês de setembro de 2015, o desempenho do setor também é negativo, com redução de vendas de 38,3%. Foram 2.754 unidades contra 4.461 veículos. 


No acumulado, o setor de veículos importados chegou a 27.227 unidades emplacadas, queda de 42,2% em relação aos 47.107 veículos licenciados nos primeiros nove meses do ano passado. 

“As quedas consecutivas nas vendas mensais dos importadores sem fábrica no País indicam claramente que precisamos de medidas emergenciais e de impacto, de modo a reestruturar e manter a rede de concessionárias e, por consequência, no atendimento aos clientes finais”, avalia José Luiz Gandini, presidente da Abeifa. 

“Vamos manter nossos pleitos pelo fim dos 30 pontos percentuais no IPI, para que possamos recuperar especificamente o setor de veículos importados. Mas, por ora, pleiteamos ao menos a liberação das cotas não utilizadas por outras marcas”, argumenta Gandini, para quem “sem alteração no Inovar-Auto, não teremos condições de manter os atuais concessionários e, consequentemente, os empregos por eles gerados. Como disse anteriormente, por meio de tratamento isonômico no sistema tributário do setor automotivo, após os 35% de imposto de importação, queremos contribuir com a geração de mais empregos diretos e indiretos, além de propiciar maior arrecadação aos cofres públicos, ao voltar à normalidade comercial de veículos importados”. 

Produção local Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de setembro com 1.084 unidades emplacadas, total que representou queda de 13,8% em relação ao mês anterior. Comparado a setembro de 2015, a queda é ainda maior: 84,3%, quando foram emplacadas 6.896 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 8.669 unidades emplacadas, queda de 70,8% ante as 29.709 unidades (à época, sem a produção da Jaguar Land Rover) dos primeiros nove meses do ano passado. 

Participações Ao considerar somente os veículos importados, a participação das associadas à Abeifa, no total do mercado interno, é de apenas 1,78% tanto no mês de setembro e, no acumulado do ano, 1,87%. Com os totais somados – importados e produção nacional -, a participação das filiadas à Abeifa no mercado interno é de 2,48% no mês de agosto e de 2,46% no acumulado do ano.