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quinta-feira, 14 de junho de 2018

Vendas estagnadas marcam desempenho de veículos importados em maio


As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 3.239 unidades, anotaram em maio ligeira alta de 0,1% em relação a abril último, quando foram vendidas 3.237 unidades importadas. Ante igual período de 2017, o resultado de maio é 26,6% maior. Foram 3.239 unidades contra 2.558 veículos emplacados em maio do ano passado.


No acumulado, as associadas à Abeifa anotaram 14.935 unidades importadas licenciadas, alta de 39,8% em relação às 10.686 unidades emplacadas nos primeiros cinco meses de 2017.

O presidente da Abeifa, José Luiz Gandini, explica que “o desempenho de vendas em maio poderia ter sido melhor. Infelizmente, como aconteceu em vários setores da economia brasileira, por conta de paralisação dos caminhoneiros, os importadores de veículos automotores também foram prejudicados. O movimento na rede de concessionárias ficou comprometido. E as vendas negociadas na terceira semana de maio não foram concluídas por falta de produto a partir do dia 21”.

As cinco marcas que mais venderam, de janeiro a maio, foram a Kia Motors (5.237 unidades / +65,1%), Volvo (2.131/ +69,3%), Jac Motors (1.815/ +29%), Lifan (1.206/ +25,4%) e BMW (1.102/ +52,2%). No mês de maio, as posições se alteram: Kia Motors (1.122), Volvo (500), Jac (385), BMW (302) e Lifan (247).

Participações – Em maio último, o total de 3.239 unidades importadas da Abeifa significou 1,66% do mercado interno, que emplacou 194.922 automóveis e comerciais leves. Se considerado somente a importação total, as associadas à Abeifa responderam por 12,58% (do total de 25.748 unidades importadas).

Em outro cenário, de produtos nacionais fabricados por afiliadas à entidade mais o volume importado, as 16 empresas licenciaram 5.170 unidades licenciadas em maio. Com esse total, a participação das associadas à Abeifa subiu para 2,65% do mercado interno de autos e comerciais leves (194.922 unidades).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Jaguar Land Rover e Suzuki fecharam o mês de maio com 1.931 unidades emplacadas, total que representou alta de 6,3% em relação a abril de 2018. Comparado a maio do ano passado, a alta é de 19,1%, quando foram emplacadas 1.622unidades nacionais.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Venda de veículos importados tem queda de 6,4% em abril


As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 3.237 unidades, anotaram em abril baixa de 6,4% em relação a março último, quando foram vendidas 3.457 unidades importadas. Ante igual período de 2017, o resultado de março é 58,4% maior. Foram 3.237 unidades contra 2.044 veículos emplacados em abril do ano passado.


No acumulado, as associadas à Abeifa anotaram 11.696 unidades importadas licenciadas, alta de 43,9% em relação às 8.128 unidades emplacadas no primeiro quadrimestre de 2017.

O presidente da Abeifa, José Luiz Gandini, explica que “como havia comentado anteriormente, não ocorrerá um boom de vendas de veículos importados, mesmo com o fim do Inovar-Auto, dos 30 pontos percentuais e das cotas limitadas a 4.800 unidades/ano sem a majoração. Além de o mercado interno estar ainda em processo de recuperação, em nosso caso temos a influência direta do dólar, a essa altura com cotações recordes”.

Em relação à iminência de sair a nova política do setor automotivo, o Rota 2030, Gandini manifesta seu apoio. “É fundamental que a indústria local e os importadores tenham previsibilidade de suas ações e investimentos. Por isso, o quanto antes tivermos definição, melhor para todos, inclusive no processo de recuperação do mercado interno”, argumenta.

As cinco marcas que mais venderam, no quadrimestre, foram a Kia Motors (4.115 unidades), Volvo (1.631), Jac Motors (1.430), Lifan (959) e BMW (800). No mês de abril, as posições se alteram: Kia Motors (1.098), Volvo (536), Jac (370), BMW (260) e Lifan (240).

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Participações – Em abril último, o total de 3.237 unidades importadas da Abeifa significou 1,5% do mercado interno, que emplacou 209.995 automóveis e comerciais leves. Se considerado somente a importação total, as associadas à Abeifa responderam por 12,25% (do total de 26.420 unidades importadas).

Em outro cenário, de produtos nacionais fabricados por afiliadas à entidade mais o volume importado, as 16 empresas licenciaram 5.053 unidades licenciadas em abril. Com esse total, a participação das associadas à Abeifa manteve-se no patamar 2,41% do mercado interno de autos e comerciais leves (209.995 unidades).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Jaguar Land Rover e Suzuki fecharam o mês de abril com 1.816 unidades emplacadas, total que representou alta de 6,2% em relação a março de 2018. Comparado a abril do ano passado, a alta é de 61%, quando foram emplacadas 1.128 unidades nacionais.


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Venda mensal de veículos importados se estabiliza em novembro

As dezessete marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 26.427 unidades, anotaram de janeiro a novembro baixa de 18,7% ante igual período de 2016, quando foram vendidas 32.516 unidades.


No comparativo mensal, novembro de 2017 ainda registra queda de 1,4% em relação a igual período de 2016. Foram comercializadas 2.614 unidades contra 2.650 licenciamentos em novembro do ano passado. O desempenho de vendas no mês de novembro, porém, significou ligeira alta de 0,1%, comparado ao mês imediatamente anterior. Foram 2.614 unidades contra 2.612 unidades em outubro último.

“Felizmente, as vendas mensais se estabilizaram, mas sobre uma base muito fraca. Por isso, a menos de 30 dias do fim do Inovar-Auto, é um alento para o setor de veículos importados vislumbrar a possibilidade de retomar suas vendas, sem os 30 pontos percentuais do IPI e sem a cota-limite de 4.800 unidades/ano. Nossa previsão de fechamento de vendas para 2017 era de 27 mil unidades. Agora, chegaremos a 29 mil unidades, mas ainda muito aquém de nossas reais possibilidades”, analisa José Luiz Gandini, presidente da Abeifa. Para 2018, porém, a estimativa foi mantida em 40 mil unidades.

Gandini voltou a reafirmar que, com o fim do programa Inovar-Auto no dia 31 de dezembro e a instituição do programa Rota 2030 a partir de 2018, os preços de veículos importados não vão cair. “Ao contrário, uma vez habilitadas ao Rota 2030, empresas que não conseguirem cumprir metas a serem estabelecidas pela nova política industrial poderão ter seus produtos com preços majorados”.

Participações – Em novembro último, com 4.143 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,10% do mercado total de autos e comerciais leves (197.247 unidades). No acumulado, o market share foi de 2,18% (38.712 unidades, do total de 1.967.760 unidades).

Se for considerado o total de veículos importados, ou seja aqueles trazidos também pelas montadoras, as associadas à Abeifa responderam, em novembro, por 12,45% (2.614 unidades, do total de 20.994 unidades importadas). No acumulado, 12,36% (26.427 unidades, do total de 213.830 veículos importados).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de novembro com 1.529 unidades emplacadas, total que representou queda de 16,4% em relação ao mês anterior. Comparado a novembro de 2016, o aumento de 34,1%, quando foram emplacadas 1.138 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 16.428 unidades emplacadas, alta de 51,5% ante as 10.840 unidades.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Venda mensal de importados ainda se mantém em queda

As dezessete marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 23.813 unidades, anotaram nos primeiros dez meses do ano baixa de 20,3% ante igual período de 2016, quando foram vendidas 29.866 unidades.

No comparativo mensal, outubro de 2017 ainda registra queda de 1% em relação a igual período de 2016. Foram comercializadas 2.612 unidades contra 2.639 licenciamentos em outubro do ano passado. O desempenho de vendas no mês de outubro, porém, significou alta de 9,8%, comparado ao mês imediatamente anterior. Foram 2.612 unidades contra 2.379 unidades em setembro último.

“A menos de 60 dias do fim do Inovar-Auto, é um alento para o setor de veículos importados, que poderá vislumbrar a possibilidade de retomar suas vendas, sem os 30 pontos percentuais do IPI e sem a cota-limite de 4.800 unidades/ano. Chegamos ao auge de 199 mil veículos licenciados em 2011, caímos para 35 mil no ano passado e nossa previsão é fechar o ano com 27 mil unidades. Agora, em 2018, podemos chegar a 40 mil unidades”, explica José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

Gandini voltou a reafirmar que, com o fim do programa Inovar-Auto no dia 31 de dezembro e a instituição do programa Rota 2030 a partir de 1º de janeiro de 2018, os preços de veículos importados não vão cair. “Ao contrário, uma vez habilitadas ao Rota 2030, empresas que não conseguirem cumprir metas a serem estabelecidas pela nova política industrial poderão ter seus produtos com preços majorados”.

Participações – Em outubro último, com 4.441 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,26% do mercado total de autos e comerciais leves (196.635 unidades). No acumulado, o market share foi de 2,19% (38.712 unidades, do total de 1.770.513 unidades).

Se for considerado o total de veículos importados, ou seja aqueles trazidos também pelas montadoras, as associadas à Abeifa responderam, em outubro, por 12,74% (2.612 unidades, do total de 20.500 unidades importadas). No acumulado, 12,35% (23.813unidades, do total de 192.836 veículos importados).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de outubro com 1.829 unidades emplacadas, total que representou aumento de 8,8% em relação ao mês anterior. Comparado a outubro de 2016, o aumento de 77,1%, quando foram emplacadas 1.033 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 14.899 unidades emplacadas, alta de 53,6% ante as 9.702 unidades.

sábado, 7 de outubro de 2017

Vendas mensais de importados voltam a cair em setembro

As dezessete marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 21.201 unidades, anotaram nos primeiros nove meses do ano baixa de 22,1% ante igual período de 2016, quando foram vendidas 27.227 unidades.

No comparativo mensal, setembro de 2017 ainda registra queda de 13,6% em relação a igual período de 2016. Foram comercializadas 2.379 unidades contra 2.754 licenciamentos em setembro do ano passado. O desempenho de vendas no mês de setembro também significou queda, de 15,7%, comparado ao mês imediatamente anterior. Foram 2.379 unidades contra 2.821 unidades em agosto último.

“A menos de 90 dias do programa, o fim do Inovar-Auto é um alento para o setor de veículos importados, que poderá vislumbrar a possibilidade de retomar suas vendas. Chegamos ao auge de 199 mil veículos licenciados em 2011, caímos para 35 mil no ano passado e nossa previsão é fechar o ano com 27 mil unidades. Com o fim dos 30 pontos percentuais extras do IPI, o setor projeta recuperação lenta. Podemos chegar a 40 mil unidades em 2018”, explica José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

Gandini voltou a reafirmar que, com o fim do programa Inovar-Auto no dia 31 de dezembro e a instituição do programa Rota 2030 a partir de 1º de janeiro de 2018, os preços de veículos importados não vão cair. “Ao contrário, uma vez habilitadas ao Rota 2030, empresas que não conseguirem cumprir metas a serem estabelecidas pela nova política industrial poderão ter seus produtos com preços majorados”.

Durante o período de vigência do Inovar-Auto – de 3 de outubro de 2012 a 31 de dezembro de 2017 –, no caso da maioria das associadas à Abeifa, as empresas importadoras não comercializaram seus veículos fora cota de 4.800 unidades/ano, o que teria a incidência de 30 pontos percentuais extras no IPI. Assim, o setor não praticou preços com o super IPI, fato que explica a queda consecutiva de vendas, de 199 mil unidades em 2011 para 27 mil unidades este ano.

O presidente da Abeifa esclarece ainda que, com o fim dos 30 pontos percentuais extras no IPI, o setor de veículos importados passa a ter isonomia em relação aos produtos aqui fabricados. “Sem a limitação por cota de até 4.800 unidades/ano e sem os 30 pontos adicionais, as associadas à Abeifa preveem alcançar vendas de 40 mil unidades em 2018, algo em torno de 1,9% se confirmado mercado interno de 2,1 milhões de unidades. Este percentual de participação é bastante salutar à cadeia automotiva brasileira. Além de balizar preços finais ao consumidor, os veículos importados podem e devem contribuir com a atualização de tecnologias, design, lembrando sempre que podemos contribuir com o processo de retomada de utilização de mão de obra”, finaliza Gandini.

Participações – Em setembro último, com 4.060 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,10% do mercado total de autos e comerciais leves (193.580 unidades). No acumulado, o market share foi de 2,18% (34.271 unidades, do total de 1.573.878 unidades).

Se for considerado o total de veículos importados, ou seja aqueles trazidos também pelas montadoras, as associadas à Abeifa responderam, em setembro, por 11,94% (2.379 unidades, do total de 19.931 unidades importadas). No acumulado, 12,30% (21.201 unidades, do total de 172.336 veículos importados).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de setembro com 1.681 unidades emplacadas, total que representou queda de 13,9% em relação ao mês anterior. Comparado a setembro de 2016, o aumento de 55,1%, quando foram emplacadas 1.084 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 13.070 unidades emplacadas, alta de 50,8% ante as 8.669 unidades (agora, já com a produção da Jaguar Land Rover).

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Venda de importados inicia 2017 com queda de 41,7%.

As dezoito marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores comercializaram, em janeiro, 1.945 unidades, total 41,7% inferior às 3.336 unidades vendidas em dezembro último. Ante janeiro de 2016, a queda foi de 47%. Os veículos importados emplacados em janeiro significaram apenas 1,35% do mercado interno, que licenciou 143.582 unidades de automóveis e comerciais leves.


“Os primeiros meses do ano são, historicamente, muito fracos ao setor automotivo, mas no caso dos veículos importados os baixos volumes de comercialização são preocupantes, sobretudo porque estamos contingenciados por sistema de cotas, até o limite de 400 unidades por mês, ou 4.800 unidades anuais, sem os 30 pontos percentuais”, argumenta José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, para quem “fora dessas cotas, os nossos produtos perdem competitividade nos preços ao consumidor final”.

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de janeiro com 973 unidades emplacadas, total que representou queda de 33,9% em relação ao mês anterior. Comparado a janeiro de 2016, houve aumento de 53,5%, quando foram emplacadas 634 unidades nacionais.

Participações – Ao considerar somente os veículos importados, a participação das associadas à Abeifa, no total do mercado interno, é de apenas 1,35% no mês de janeiro. Com os totais somados – importados e produção nacional -, a participação das filiadas à Abeifa no mercado interno é de 2,88% em janeiro de 2017.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Em setembro, venda de veículos importados volta a cair.

As dezoito marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores comercializaram em setembro 2.754 unidades importadas, total que representou queda de 6,2% em relação ao mês anterior, quando foram emplacadas 2.936 unidades. Ante o mês de setembro de 2015, o desempenho do setor também é negativo, com redução de vendas de 38,3%. Foram 2.754 unidades contra 4.461 veículos. 


No acumulado, o setor de veículos importados chegou a 27.227 unidades emplacadas, queda de 42,2% em relação aos 47.107 veículos licenciados nos primeiros nove meses do ano passado. 

“As quedas consecutivas nas vendas mensais dos importadores sem fábrica no País indicam claramente que precisamos de medidas emergenciais e de impacto, de modo a reestruturar e manter a rede de concessionárias e, por consequência, no atendimento aos clientes finais”, avalia José Luiz Gandini, presidente da Abeifa. 

“Vamos manter nossos pleitos pelo fim dos 30 pontos percentuais no IPI, para que possamos recuperar especificamente o setor de veículos importados. Mas, por ora, pleiteamos ao menos a liberação das cotas não utilizadas por outras marcas”, argumenta Gandini, para quem “sem alteração no Inovar-Auto, não teremos condições de manter os atuais concessionários e, consequentemente, os empregos por eles gerados. Como disse anteriormente, por meio de tratamento isonômico no sistema tributário do setor automotivo, após os 35% de imposto de importação, queremos contribuir com a geração de mais empregos diretos e indiretos, além de propiciar maior arrecadação aos cofres públicos, ao voltar à normalidade comercial de veículos importados”. 

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de setembro com 1.084 unidades emplacadas, total que representou queda de 13,8% em relação ao mês anterior. Comparado a setembro de 2015, a queda é ainda maior: 84,3%, quando foram emplacadas 6.896 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 8.669 unidades emplacadas, queda de 70,8% ante as 29.709 unidades (à época, sem a produção da Jaguar Land Rover) dos primeiros nove meses do ano passado. 

Participações – Ao considerar somente os veículos importados, a participação das associadas à Abeifa, no total do mercado interno, é de apenas 1,78% tanto no mês de setembro e, no acumulado do ano, 1,87%. Com os totais somados – importados e produção nacional -, a participação das filiadas à Abeifa no mercado interno é de 2,48% no mês de agosto e de 2,46% no acumulado do ano.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Venda de importados cresce 20% em julho

As dezoito marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores comercializaram em julho 3.337 unidades importadas, total que representou um crescimento de 19,7% em relação ao mês anterior, quando foram emplacadas 2.788 unidades. No entanto, ante o mês de julho de 2015, o desempenho do setor continua negativo, com redução de vendas de 37,1%. Foram 3.337 unidades contra 5.307 veículos. 

No acumulado, o setor de veículos importados chegou a 21.537 unidades emplacadas, queda de 43,6% em relação aos 38.183 veículos licenciados nos primeiros sete meses do ano passado.

“Reconhecemos que a crise de confiança dos consumidores tem prejudicado a venda de veículos novos. Mas, de outra parte, no caso dos veículos importados, se não estivéssemos contingenciados pelas cotas proporcionais sem os trinta pontos percentuais no IPI, certamente teríamos recuperado parcela importante das perdas do primeiro semestre”, avalia José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, para quem o imposto de importação de 35% e a moeda norte-americana acima dos R$ 3,20 já se constituem em fatores regulatórios da atividade de importação. 

“Diante desse cenário, hoje é impossível comercializar no mercado interno produtos importados fora das cotas proporcionais ou acima do teto máximo de 400 unidades mensais. Nossos preços ficam inviáveis diante da concorrência nacional. Com isso, há 4 anos estamos perdendo concessionárias e corremos sério risco de perder ainda mais”, lamenta Gandini. 

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de julho com 1.101 unidades emplacadas, total que representou queda de 14,7% em relação ao mês anterior e de 79,2% se comparado com julho de 2015, quando foram emplacadas 5.303 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 6.328 unidades emplacadas, queda de 63% ante as 17.109 unidades (à época, sem a produção da Jaguar Land Rover) dos primeiros sete meses do ano passado. 

Participações – Ao considerar somente os veículos importados, a participação das associadas à Abeifa, no total do mercado interno, é de apenas 1,91% tanto no mês de julho como no acumulado do ano. Com os totais somados – importados e produção nacional -, a participação das filiadas à Abeifa no mercado interno é de 2,54% no mês de julho e de 2,47% no acumulado do ano. 

“O percentual de marketshare de nossos veículos importados é muito ínfimo. Precisamos ter participações mais robustas, de modo a manter as nossas redes de concessionárias, com reais possibilidades de gerar mais empregos diretos e indiretos e de recolher mais impostos ao cofres públicos, medida fundamental no processo de recuperação da economia brasileira. Como está, a tendência é de fechamento de algumas marcas, como já ocorreram em passado muito recente. Quanto à produção nacional, as nossas associadas ainda estão em fase de crescimento. Por isso, a importância de o Governo Federal abreviar, o quanto antes, o fim dos 30 pontos percentuais no IPI”, argumenta José Luiz Gandini.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Veículos importados obtêm alta de 3,4% em junho

As dezoito marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores comercializaram em junho 2.788 unidades importadas, alta de 3,4% em relação ao mês anterior, quando foram emplacadas 2.696 unidades. Ante o mês de junho de 2015, o desempenho negativo é de 45,4%. Foram 2.788 unidades contra 5.104 veículos.

No acumulado, cuja totalização chegou a 18.200 unidades emplacadas, a queda significou 44,6% em relação aos 32.876 veículos emplacados no primeiro semestre de 2015.

“Depois de duas quedas consecutivas, em abril e em maio, o registro positivo em junho é um alento para o setor de veículos importados”, avalia José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, para quem alguns sinais de recuperação econômica, como a retomada de crescimento da indústria, podem acenar por um segundo semestre melhor, aliado ao fato de a moeda norte-americana estar se posicionando em tendência de queda e de estabilidade.

No capítulo que contempla a produção local, as associadas BMW, Chery, Mini e Suzuki fecharam o mês de junho com 1.290 unidades emplacadas, total que representou alta de 4,8% em relação ao mês anterior, mas queda de 69,7% se comparado com junho de 2015, quando foram emplacadas 4.258 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as quatro associadas à Abeifa totalizaram 5.227 unidades emplacadas, queda de 55,7% ante as 11.806 unidades do primeiro semestre do ano passado. De qualquer maneira, os emplacamentos da produção local – este ano – só cresceram.

Com os totais somados – importados e produção nacional -, a participação das filiadas à Abeifa no mercado interno é de 2,45% no mês de junho e de 2,46% no primeiro semestre do ano.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Veículos importados caem 5,6% em maio

As dezoito marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores comercializaram em maio 2.696 unidades importadas, queda de 5,6% em relação ao mês anterior, quando foram emplacadas 2.856 unidades. Ante o mês de maio de 2015, o desempenho negativo é de 44,2%. Foram 2.696 unidades contra 4.828 veículos. 

No acumulado, cuja totalização chegou a 15.412 unidades emplacadas, a queda significou 44,5% em relação aos 27.772 veículos emplacados no primeiros cinco meses de 2015. 

“Reconhecemos que o mercado interno de veículos automotores está temporariamente em baixa, mas no caso dos veículos importados mais em razão do fato de que é impossível vender carros fora de cota estabelecida com 30 pontos percentuais a mais no IPI, aliado ao dólar na casa de R$ 3,60”, esclarece José Luiz Gandini, presidente da Abeifa. 

“A diretoria da Abeifa espera que o Governo Federal reveja os 30 pontos percentuais, medida criada pela administração anterior sem qualquer critério e que contraria inclusive e frontalmente as normas da Organização Mundial do Comércio. Por isso, o nosso pleito de isonomia de tratamento ao nosso setor. Precisamos que medidas urgentes sejam tomadas para evitar a insustentabilidade dos negócios das importadoras e de suas redes de concessionárias”, enfatiza o presidente da Abeifa. “Volto a insistir que o setor de importados não pode esperar até dezembro de 2017 o fim dos 30 pontos percentuais do IPI”. 

Em recente estudo, a entidade mostrou que o quadro do setor de veículos importados é desolador: em 2011, ano em que foi instituído os 30 pontos percentuais no IPI, as associadas à Abeifa responderam por 199 mil unidades comercializadas, com rede de 848 concessionárias autorizadas, 35 mil empregos diretos e recolhimento de impostos da ordem de R$ 6,5 bilhões; hoje as dezoito associadas respondem por 450 concessionárias (incluindo as que têm fábricas no País), 13,5 mil empregos diretos (incluindo fábricas) e têm previsão de recolhimento de impostos na casa de R$ 2,1 bilhões. 

No capítulo que contempla a produção local, as associadas BMW, Chery, Mini e Suzuki fecharam o mês de maio com 1.231 unidades emplacadas, total que representou alta de 46,4% em relação ao mês anterior, mas queda de 65,7% se comparado com maio de 2015, quando foram emplacadas 3.594 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as quatro associadas à Abeifa totalizaram 3.937 unidades emplacadas, queda de 47,8% ante as 7.548 unidades dos primeiros cinco meses do ano passado. 

Com os totais somados – importados e produção nacional -, a participação das filiadas à Abeifa no mercado interno é de 2,42% no mês de maio e de 2,47% nos primeiros cinco meses do ano.

sábado, 7 de maio de 2016

Abeifa reivindica isonomia

As dezoito marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores comercializaram em abril 2.856 unidades importadas, queda de 13,9% em relação ao mês anterior, quando foram emplacadas 3.317 unidades. Ante o mês de abril de 2015, o desempenho negativo é de 45,8%. Foram 2.856 unidades contra 5.274 veículos. 

No acumulado, cuja totalização chegou a 12.716 unidades emplacadas, a queda significou 44,6% em relação aos 22.944 veículos emplacados no primeiro quadrimestre de 2015. 

“As sucessivas quedas nos números de emplacamentos mensais sinalizam um alerta importante ao setor de veículos importados”, sustenta José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, “não podemos esperar até dezembro de 2017 o fim dos 30 pontos percentuais do IPI. Só conseguimos ultrapassar a cota com a cotação do dólar mais baixa. Agora, com o dólar em alta, não conseguimos sequer atingir o volume da cota estabelecida. Corremos sério risco de ver os nossos negócios à mingua, desestruturando por completo a operação de importação e, por consequência, a da rede de concessionárias”. 

A entidade mostrou ainda estudo que constata o quadro desolador do setor de veículos importados: em 2011, ano em que foi instituído os 30 pontos percentuais no IPI, as associadas à Abeifa responderam por 199 mil unidades comercializadas, com rede de 848 concessionárias autorizadas, 35 mil empregos diretos e recolhimento de impostos da ordem de R$ 6,5 bilhões; hoje as dezoito associadas respondem por 450 concessionárias (incluindo as que têm fábricas no País), 13,5 mil empregos diretos (incluindo fábricas) e têm previsão de recolhimento de impostos na casa de R$ 2,1 bilhões. 

“Por esse quadro, independente do cenário político-econômico, o setor de veículos importados reivindica tratamento isonômico ao dos veículos nacionais, ou seja, sem os 30 pontos percentuais no IPI”, enfatiza o presidente da Abeifa, para quem a entidade espera renovar os contatos com o Governo Federal tão logo volte à normalidade institucional. 

Na avaliação de José Luiz Gandini, “a propalada invasão dos importados não aconteceu e nem acontecerá. Nós também somos favoráveis ao amadurecimento da indústria local. Por isso, os veículos importados sempre serão um parâmetro importante para o mercado de autoveículos, aqui no Brasil como em qualquer outro mercado”. 

No capítulo que contempla a produção local, as associadas BMW, Chery, Mini e Suzuki fecharam o mês de abril com 841 unidades emplacadas, total que representou alta de 18,5% em relação ao mês anterior, mas queda de 6,5% se comparado com abril de 2015, quando foram emplacadas 899 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as quatro associadas à Abeifa totalizaram 2.706 unidades emplacadas, queda de 17,8% ante as 3.294 unidades do primeiro quadrimestre do ano passado. 

Com os totais somados – importados e produção nacional -, a participação das filiadas à Abeifa no mercado interno é de 2,35% no mês de abril e de 2,48% no primeiro quadrimestre. 

Na opinião de José Luiz Gandini, presidente da entidade, “a crise de confiança no País permanece no mercado interno. Independentemente da categoria de automóveis, o consumidor segura seus investimentos ou a retração tem origem na seletividade do crédito, fator determinante em nosso negócio”.

sábado, 9 de abril de 2016

Importados da Abeifa fecham trimestre com queda de 44,2%

As vinte marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores comercializaram em março 3.317 unidades importadas, alta de 15,5% em relação ao mês anterior. Mas contabilizam queda ante o mês de março de 2015, com taxa negativa de 43,1%. Foram 3.317 unidades contra 5.834 veículos.

No acumulado, cuja totalização chegou a 9.860 unidades emplacadas, a queda significou 44,2% em relação aos 17.670 veículos emplacados no primeiro trimestre de 2015.

No capítulo que contempla a produção local, as associadas BMW, Chery, Mini e Suzuki fecharam o mês de março com 710 unidades emplacadas, total que representou alta de 36,3% em relação ao mês anterior, mas queda de 34% se comparado com março de 2015. Enquanto, no acumulado, as quatro associadas à Abeifa totalizaram 1.865 unidades emplacadas, queda de 24,8% ante as 2.480 unidades do primeiro trimestre do ano passado.

José Luiz Gandini
Com os totais somados – importados e produção nacional -, a participação das filiadas à Abeifa no mercado interno é de 2,32% no mês de março e de 2,52% no primeiro trimestre.

Na opinião de José Luiz Gandini, presidente da entidade, “a crise de confiança predominante no País faz com que haja mais seletividade no crédito, fator determinante em nosso negócio. De qualquer maneira, a pequena recuperação em março ante o mês de fevereiro foi um alento para o setor”.