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terça-feira, 24 de março de 2020

José Luiz Gandini se despede da presidência da Abeifa


Presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini encerrou seu mandato à frente da presidência da Abeifa - Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores. Gandini se despede da gestão da Abeifa após concluir sua quinta passagem pelo comando da entidade (1998-2000 / 2006-2008 / 2010-2012 / 2016-2018 e 2018-2020).

Gandini foi substituído na presidência da Abeifa por João Henrique Garbin de Oliveira, diretor geral de Operações e Inovação da Volvo Car Brasil, em eleição com chapa única formada por Divanildo Albuquerque (Jaguar Land Rover), vice-presidente, e Julia Boch Rios (Porsche), diretora financeira, para o mandato de 2020-2022.

Executivo com mais passagens pela presidência da Abeifa, José Luiz Gandini se despede da posição em tom de missão cumprida. “Encerro mais um ciclo de muito trabalho pela Abeifa, com total gratidão aos meus companheiros de gestão e a todos os demais associados que confiaram no nosso trabalho”, destaca. “Agora, passo a presidência ao João de Oliveira, que certamente conduzirá a entidade com muita responsabilidade, fortalecendo o nosso setor”.
Com 29 anos de história, a Abeifa representa, atualmente, 15 associadas: BMW, BYD, CAOA Chery, Ferrari, JAC Motors, Jaguar, Kia Motors, Lamborghini, Land Rover, Maserati, Mini, PorSche, Rolls Royce, Suzuki e Volvo.

sábado, 30 de novembro de 2019

Kia Motors ganha Prêmio UOL Carros de “Melhor Pós-Venda”


A Kia Motors foi a grande vencedora do Prêmio UOL Carros 2019, na categoria “Melhor Pós-Venda”. Com 17,71% dos votos, a KIA foi reconhecida pelos leitores do portal de notícias como a marca que ofereceu os melhores serviços aos clientes ao longo do ano.

A categoria “Melhor Pós-Venda” é uma das treze que compõem a terceira edição do Prêmio UOL Carros, sendo a única aberta para votação do público. Ao todo, a pesquisa contou com mais de 33 mil votos, entre os dias 12 e 21 de novembro.

Satisfação e fidelização - Presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini destaca a qualidade do pós-venda como fator decisivo para a fidelização dos clientes. “Quando acompanhamos o histórico dos nossos clientes, ficamos muito felizes por observar que a grande maioria permanece na KIA na hora de trocar de carro. Além disso, muitos clientes novos chegam às concessionárias por indicação de amigos e familiares que já são proprietários satisfeitos de veículos KIA”, observa Gandini.

Para Gabriel Loureiro, diretor técnico da Kia Motors do Brasil, o Prêmio UOL Carros é mais um importante reconhecimento do trabalho realizado em conjunto com a Rede Autorizada de Concessionárias. “Temos nos empenhado cada vez mais para oferecer o melhor aos nossos clientes, do jeito que os proprietários de um veículo KIA merecem”, ressalta.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Vendas da Kia Motors têm alta de 49,8% em outubro

Com licenciamento de 990 veículos em outubro último, a Kia Motors do Brasil registrou crescimento de 49,8% nas vendas em relação ao mês anterior, quando foram comercializadas 661 unidades da marca. O desempenho da Kia ficou acima do registrado pelo mercado interno, que anotou evolução de 8% no período.

No comparativo com outubro do ano passado, quando registrou 953 licenciamentos, as vendas da Kia tiveram alta de 3,9%. O desempenho do mercado interno foi de retração de 1,5% no período.

Presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini destaca que o lançamento da nova geração do Kia Cerato 2.0 no final de setembro, os eventos de apresentação desse modelo em todas as concessionárias ao longo do mês de outubro, a liderança inconteste do Kia Sportage por seu design e o programa de garantia de 5 anos contribuíram com o bom desempenho da marca em outubro. “Mesmo com o dólar ainda em patamares elevados, registramos um crescimento significativo das nossas vendas e fechamos outubro com o maior número de emplacamentos da Kia em 2019”, observa Gandini.

Veículos - O SUV Sportage foi o líder de vendas da Kia em outubro, com 472 unidades emplacadas, evolução de 70,4% em relação ao mês de setembro. Na sequência, aparece o comercial leve Bongo, com 266 unidades comercializadas, alta de 32,3% sobre o mês anterior.


Terceiro modelo mais vendido da Kia em outubro, o Cerato registrou 121 emplacamentos, variação de 22,2% em comparação a setembro. Com 33 unidades emplacadas no período, o SUV Sorento também teve expressiva evolução nas vendas, com crescimento de 153,8% em relação ao mês anterior.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Venda de veículos importados cresce 2,7% em agosto


As quinze marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 3.031 unidades, anotaram em agosto último aumento de vendas de 2,7% em relação a julho de 2019, quando foram vendidas 2.952 unidades importadas. Mas ante agosto de 2018, quando foram comercializadas 3.800 unidades, ainda há registro de queda, de 20,2%.


O desempenho positivo de 2,7% em agosto último não aliviou o resultado do acumulado dos primeiros oito meses do ano. A queda ainda persiste, agora de 10,7% no período de janeiro a agosto. Embora o setor tenha anotado tendência mensal de alta, a quatro meses do final de 2019, a estimativa de vendas para o ano – já revisada em julho último - de 40 mil unidades, dificilmente será alcançada.

Em compensação, as quatro montadoras associadas à entidade que produzem veículos localmente mantêm taxa de crescimento de 39,4%, passando de 14.308 unidades licenciadas nos primeiros oito meses de 2018 para 19.943 unidades em igual período deste ano.

“De alguma forma, o setor de importados obteve melhor desempenho em relação ao mercado interno total de veículos automotores em agosto. Além de algumas associadas terem recuperado vendas mensais, em agosto tivemos um dia útil a menos que no mês de julho”, analisa José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

No segmento de importados, as cinco marcas que mais venderam, em julho, foram a Kia Motors (823 unidades / +1,4%), Volvo (674 / +6,3%), Land Rover (430 / +27,6%), BMW (378/ -5%), e Jac Motors (192/ +14,3%).

Entre as associadas com produção nacional - BMW, CAOA Chery, Land Rover e Suzuki -, em agosto último, o emplacamento de 2.763 unidades representou alta de 4,1% em relação a julho de 2019, quando totalizaram 2.653 unidades e significaram alta de 16,1% ante agosto de 2018, quando anotaram 2.379 unidades.

Por marcas, a CAOA Chery, com 1.710 unidades emplacadas, registrou queda de 4,9% ante julho de 2019; a BMW, com 704 unidades, alta de 36,7%; a Land Rover, com 188, alta de 26,2% e a Suzuki, com 161unidades licenciadas, queda de 15,3%.

Somados os emplacamentos de unidades importadas e produzidas localmente, o ranking das cinco marcas, por volumes, aponta, a CAOA Chery com 1.731 unidades (1.710 nacionais + 21 importados), a BMW com 1.082unidades (704 nacionais + 378 importados), a Kia Motors com 812 veículos (só importados), a Volvo com 674 unidades (só importados), e Land Rover com 618 veículos (188 nacionais e 430 importados).

Participações – Em agosto último, ao considerar somente os veículos importados por associadas à entidade – total de 3.031 unidades -, o setor significou marketshare de 1,31%. Com 5.794 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,51% do mercado total de autos e comerciais leves (230.718 unidades).

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Vendas da Kia Motors têm alta de 35,8% em julho


Com licenciamento de 812 veículos em julho último, a Kia Motors do Brasil registrou crescimento de 35,8% nas vendas em relação ao mês anterior, junho de 2019, quando foram comercializadas 598 unidades da marca. O desempenho da Kia ficou acima do registrado pelo mercado interno, que anotou evolução de 8,8% no período.

No comparativo com julho do ano passado, quando registrou 804 licenciamentos, as vendas da marca tiveram alta de 1,0%. Presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini aposta no aquecimento do mercado ao longo do segundo semestre. “Esta segunda metade do ano costuma ser melhor para o segmento automotivo. Além disso, em breve teremos novidades e lançamentos que certamente contribuirão com nosso crescimento”, ressalta Gandini.

Veículos - O SUV médio Sportage foi o líder de vendas da Kia em julho, com 387 unidades emplacadas, evolução de 40,7% em relação ao mês de junho. Na sequência, aparece o comercial leve Bongo, com 208 unidades emplacadas.

Terceiro modelo mais vendido da Kia em julho, o sedã médio Cerato teve 162 unidades licenciadas, alta de 105,1% nas vendas na comparação com o mês anterior. Com 20 unidades emplacadas no período, o crossover Soul também teve expressiva evolução nas vendas, com crescimento de 150% em relação a junho..


quinta-feira, 6 de junho de 2019

Venda de veículos importados cresce 4,9% em maio


As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 3.094 unidades, anotaram em maio último alta de 4,9% em relação a abril de 2019, quando foram vendidas 2.950 unidades importadas. Mas ante maio de 2018, quando foram comercializadas 3.238 unidades, a queda foi de 4,4%.

A alta de 4,9% no comparativo mensal, porém, não foi suficiente para melhorar o desempenho das associadas à Abeifa no acumulado dos primeiros cinco meses de 2019. De janeiro a maio, dados do acumulado mostram a comercialização de 13.538 unidades importadas contra 14.935 unidades em igual período de 2018, o que significa queda de 9,4%.

Na avaliação de José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, “a persistência da moeda norte-americana acima dos R$ 4,00 e falta de confiança do consumidor na economia brasileira ainda impactaram o setor. Ainda assim, o setor conseguiu índices de crescimento mensais desde janeiro. Já é um alento, mas poderíamos ter tido resultados mais promissores”.

“Com pouco mais de 13 mil unidades importadas em cinco meses, se anualizarmos esses números estamos chegando a 32 mil unidades em 2019, quando nossa previsão inicial é chegar a 50 mil veículos importados. Por isso, estamos apreensivos. Na torcida para que a economia retome um ritmo mais acelerado de crescimento e também de confiança”, ressalta Gandini.

As cinco marcas que mais venderam, em maio, foram a Kia Motors (888 unidades / +4,3%), Volvo (702 / +23,6%), BMW (530 / -0,2%), Land Rover (199 / -3,9%) e Jac Motors (189 / +34%).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, CAOA Chery, Land Rover e Suzuki fecharam maio último com 2.655 unidades emplacadas, total que representou alta de 4,3% em relação a abril de 2019, quando totalizaram 2.546 unidades e significaram alta de 37,5% ante maio de 2018, quando anotaram 1.931 unidades.

Por marcas, a CAOA Chery, com 1.749 unidades emplacadas, obteve crescimento de 20,8% ante igual período de abril de 2019; a BMW, com 568 unidades, queda de 2,6%; a Land Rover, com 191, queda de 43% e a Suzuki, com 147 unidades licenciadas, também queda de 18,3%.

Somados os emplacamentos de unidades importadas e produzidas localmente, o ranking das cinco marcas, por volumes, indica a CAOA Chery com 1.750 unidades (1.749 nacionais e 1 unidade importada), a BMW com 1.098 unidades (568 nacionais + 530 importadas), a Kia Motors com 888 veículos (só importados), a Volvo com 702 unidades (só importadas) e Land Rover com 390 veículos (191 nacionais e 199 importados).

Participações – Em maio último, ao considerar somente os veículos importados por associadas à entidade – total de 3.094 unidades -, o setor significou marketshare de 1,32%. Com 5.749 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,45% do mercado total de autos e comerciais leves (234.173 unidades).

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Venda de veículos importados cresce 16,9% em abril




A alta de 16,9% no comparativo mensal, porém, não foi suficiente para melhorar o desempenho das associadas à Abeifa no primeiro quadrimestre de 2019. De janeiro a abril, dados do acumulado mostram a comercialização de 10.445 unidades importadas contra 11.697 unidades em igual período de 2018, o que significa queda de 10,7%.

Na avaliação de José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, “a instabilidade da moeda norte-americana, há vários meses com tendência de alta e que chegou a R$ 3,99 em abril, e falta de confiança do consumidor na economia brasileira ainda impactaram o setor. De qualquer maneira, o setor de importados alcançou desempenho positivo de 16,9%, enquanto o setor como um todo chegou a 10,9% de crescimento em abril último. Já podemos considerar um grande alento”.

As cinco marcas que mais venderam, em abril, foram a Kia Motors (852 unidades / +20%), Volvo (568 / -6,3%), BMW (531 / +62,4%), Jaguar (224 / +68,4%) e Land Rover (207 / +7,3%).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, CAOA Chery, Land Rover e Suzuki fecharam abril último com 2.547 unidades emplacadas, total que representou alta de 3,6% em relação a março de 2019, quando totalizaram 2.458 unidades e significaram alta de 40,3% ante abril de 2018, quando anotaram 1.816 unidades.

Por marcas, a CAOA Chery, com 1.449 unidades emplacadas, obteve crescimento de 3,4% ante igual período de março de 2019; a BMW, com 583 unidades, queda de 7,0%; a Land Rover, com 335, alta de 20,9% e a Suzuki, com 180 unidades licenciadas, alta de 17,6%.

Somados os emplacamentos de unidades importadas e produzidas localmente, o ranking das cinco marcas, por volumes, indica a CAOA Chery com 1.449 unidades (só produção nacional), a BMW com 1.114 unidades (583 nacionais + 531 importadas), a Kia Motors com 852 veículos (só importados), a Volvo com 568 unidades (só importadas) e Land Rover com 542 veículos ( 335 nacionais e 207 importados).

Participações – Em abril último, ao considerar somente os veículos importados por associadas à entidade – total de 2.951 unidades -, o setor significou marketshare de 1,33%. Com 5.498 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,48% do mercado total de autos e comerciais leves (221.321 unidades).

Vendas da Kia Motors têm alta de 20,1% em abril


Com licenciamento de 853 veículos em abril último, a Kia Motors do Brasil registrou crescimento de 20,1% nas vendas em relação ao mês anterior, março de 2019, quando foram comercializadas 710 unidades da marca. O desempenho da Kia ficou acima do registrado pelo mercado interno, que anotou evolução de 10,9% no período.

No comparativo com abril do ano passado, quando registrou 1.100 licenciamentos, as vendas da Kia tiveram retração de 22,5%. Para José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, a instabilidade cambial segue como principal empecilho para uma evolução mais significativa da marca, assim como para todo o setor de veículos importados. “Encerramos abril deste ano com o dólar na casa dos R$ 3,92. No mesmo mês do ano passado, a moeda americana era cotada a R$3,50. Esse crescimento impacta diretamente nos nossos custos”, destaca Gandini.

Veículos - O SUV médio Sportage foi o líder de vendas da Kia em abril, com 419 unidades emplacadas, evolução de 76,8% em relação ao mês de março. Na sequência, aparece o sedã médio Cerato, com 180 unidades licenciadas. Terceiro modelo mais vendido pela marca no Brasil, com 174 unidades emplacadas, o caminhão leve Bongo foi novamente o líder da categoria no período.

sábado, 6 de abril de 2019

Venda de veículos importados cresce 1,2% em março


As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 2.524 unidades, anotaram em março último alta de 1,2% em relação a fevereiro de 2019, quando foram vendidas 2.495 unidades importadas. Mas ante março de 2018, quando foram comercializadas 3.457 unidades, a queda foi de 27%.

O desempenho negativo de 27% em março deste ano fez com o resultado do acumulado no primeiro trimestre do ano também fosse de queda de 11,4%.

“Mantemos esperança na retomada da economia ainda ao longo deste ano. Mas certamente nossa expectativa foi alta demais desde o princípio de dezembro último, quando – em realidade – teremos de ter paciência por mais algum tempo para resgatarmos melhor desempenho de venda de veículos importados”, analisa José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, para quem a instabilidade da moeda norte-americana, há vários meses com tendência de alta, e falta de confiança do consumidor na economia brasileira foram determinantes no comportamento de vendas do setor no primeiro trimestre.

“Iniciamos janeiro de 2018 com o dólar cotado a R$ 3,30 e, no fim do primeiro trimestre deste ano, atingiu a casa dos R$ 3,89. Em quinze meses, o setor de veículos importados anotou um acréscimo de 17,8% em seus custos diretos”, complementa Gandini.

Além desses fatores, que dependem da credibilidade e condução das políticas públicas, outras circunstâncias compulsórias influenciam no desempenho do setor de veículos importados, como os benefícios fiscais tanto federais como estaduais para os fabricantes nacionais, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e também da base de cálculo pra o ICMS substituição tributária, na qual para os fabricantes nacionais é adotada a tabela de preço público sugerido e para os importados é utilizado um I.V.A de 41,82%, sem mencionar que até querem acabar com o livre comércio Brasil-México, quando em nossa avaliação é uma política salutar de competitividade internacional”, analisa Gandini.

As cinco marcas que mais venderam, em março, foram a Kia Motors (710 unidades / -1%), Volvo (606 / +6,1%), BMW (327 / +75,8%), Land Rover (193/ +1,6%), e Suzuki (179/ +9,1%).

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Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, CAOA Chery, Land Rover e Suzuki fecharam março último com 2.471 unidades emplacadas, total que representou alta de 5,8% em relação a fevereiro de 2019, quando totalizaram 2.335 unidades e significaram alta de 44,5% ante março de 2018, quando anotaram 1.710 unidades.

Por marcas, a CAOA Chery, com 1.414 unidades emplacadas, obteve crescimento de 7,8% ante igual período de fevereiro de 2019; a BMW, com 627 unidades, alta de 3,5%; a Land Rover, com 277, alta de 11,2% e a Suzuki, com 153 unidades licenciadas, queda de 8,9%.

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Se somados os emplacamentos de unidades importadas e produzidas localmente, o ranking das cinco marcas, por volumes, indica a CAOA Chery com 1.414 unidades (só produção nacional), a BMW com 954 unidades (627 nacionais + 327 importadas), a Kia Motors com 710 veículos (só importados), a Volvo com 606 unidades (só importadas) e Land Rover com 470 veículos ( 277 nacionais e 193 importados).

Participações – Em março último, ao considerar somente os veículos importados por associadas à entidade – total de 2.524unidades -, o setor significou marketshare de 1,26%. Com 4.995 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,5% do mercado total de autos e comerciais leves (199.550 unidades).

sexta-feira, 8 de março de 2019

Venda de veículos importados se mantém estável em fevereiro


As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 2.495 unidades, anotaram em fevereiro último alta de 0,8% em relação ao primeiro mês do ano de 2019, quando foram vendidas 2.475 unidades importadas. Ante fevereiro de 2018, quando foram comercializadas 2.577 unidades, porém, a queda foi de 3,2%.

“Novamente não foi um bom mês para o setor de veículos importados porque amargou resultados negativos acima da média do mercado interno, que apresentou 189.850 unidades emplacadas em fevereiro último, apenas uma queda de 0,5% em relação a janeiro, e alta de 25,2% ante de fevereiro de 2018”, analisa José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, para quem a economia brasileira ainda dá sinais de recuperação lenta.

As cinco marcas que mais venderam, em fevereiro, foram a Kia Motors (717 unidades / -19%), Volvo (571 / +17,7%), Jac Motors (206 / +67,5%), Land Rover (189/ -3,1%), e BMW(186 / +38,8%).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, CAOA Chery, Land Rover e Suzuki fecharam fevereiro último com 2.335 unidades emplacadas, total que representou alta de 18,6% em relação a janeiro de 2019, quando totalizaram 1.969 unidades e significaram alta de 87,1% ante fevereiro de 2018, quando anotaram 1.248 unidades.

Por marcas, a CAOA Chery, com 1.312 unidades emplacadas, obteve crescimento de 31,5% ante igual período de janeiro de 2019; a BMW, com 606 unidades, alta de 5,6%; a Land Rover, com 249, alta de 0,8% e a Suzuki, com 168 unidades licenciadas, também alta de 12%.

Participações – Em fevereiro último, ao considerar somente os veículos importados por associadas à entidade – total de 2.495 unidades -, o setor significou marketshare de 1,3%.  Com 4.850 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,54% do mercado total de autos e comerciais leves (189.850 unidades).

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Venda de veículos importados cresce 2% em janeiro


As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 2.474 unidades, anotaram em janeiro último alta de 2% ante igual período de 2018, quando foram vendidas 2.426 unidades importadas. Ante dezembro de 2018, quando foram comercializadas 3.389 unidades, porém, a queda foi de 27%.


“Não foi um mês bom para o setor de veículos importados porque amargou resultados negativos acima da média do mercado interno, que apresentou 190.752 unidades emplacadas em janeiro último, alta de 8,7% em relação a janeiro de 2018, e queda de 15,2% ante de dezembro de 2018”, analisa José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, para quem a economia brasileira dá sinais de recuperação gradual neste início de ano.

Por isso, segundo Gandini, a Abeifa mantém estimativa de emplacar 50 mil unidades este ano, crescimento de 33% sobre os dados de emplacamentos de 2018. “Como disse na coletiva de imprensa de final de ano, nossa primeira projeção pode parecer otimista demais, diante das estimativas já anunciadas pela indústria e pelo setor de distribuição, na casa de 11%, mas em nosso caso, o porcentual de crescimento é maior por conta da demanda reprimida de 2018, ano em que o dólar flutuou mais próximo aos R$ 3,90”, argumenta Gandini.

As cinco marcas que mais venderam, em janeiro, foram a Kia Motors (885 unidades / +43,2%), Volvo (485 / +32,5%), Land Rover (195 / +9,6%), Suzuki (168 / -7,2%) e Mini (151 / +5,6%).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, CAOA Chery, Land Rover e Suzuki fecharam janeiro último com 1.969 unidades emplacadas, total que representou alta de 27,7% em relação a janeiro de 2018, quando totalizaram 1.542 unidades. Mas significaram queda de 19,2% ante dezembro de 2018.

Por marcas, a CAOA Chery, com 998 unidades emplacadas, obteve crescimento de 151,4% ante igual período de janeiro de 2018; a BMW, com 574 unidades, queda de 3,5%; a Land Rover, com 247, retração de 25,2% e a Suzuki, com 150 unidades licenciadas queda de 31,8%.

Participações – Em janeiro último, ao considerar somente os veículos importados por associadas à entidade – total de 2.474 unidades -, o setor significou marketshare de 1,3%. Com 4.443 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,33% do mercado total de autos e comerciais leves (190.752 unidades).

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Associadas à Abeifa projetam crescimento de 33% em 2019


As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 37.582 unidades, anotaram em 2018 alta de 26,3% ante igual período de 2017, quando foram vendidas 29.751 unidades importadas.


A totalização anualizada de automóveis e comerciais leves importados ficou abaixo da previsão da entidade que havia sinalizado 40 mil unidades para 2018. “Infelizmente, terminamos o ano com 6% abaixo os números iniciais, aliás, bastante conservadores. Com o final do Inovar-Auto e dos 30 pontos percentuais adicionais no IPI, imaginávamos obter uma recuperação mais
sólida, mais consistente. Mas, os 30 pontos percentuais foram neutralizados pela alta do dólar”, argumenta José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, para quem o ano de 2018 ficou marcado também pela greve dos caminhoneiros, Copa do Mundo e efeito eleições gerais, diante de um cenário político muito adverso e instável.

No comparativo mensal, dezembro de 2018 registrou aumento de 2% em relação a igual período de 2017. Foram comercializadas 3.389 unidades contra 3.324 licenciamentos em dezembro do ano anterior. O desempenho de vendas no mês de dezembro, porém, significou também alta de 15%, comparado ao mês imediatamente anterior. Foram 3.389 unidades contra 2.947 unidades em novembro último.

Para 2019, de acordo com Gandini, a Abeifa estima emplacar 50 mil unidades, crescimento de 33% sobre os dados de emplacamentos de 2018. “Em princípio, nossa primeira projeção pode parecer otimista demais, diante das estimativas já anunciadas pela indústria e pelo setor de distribuição, na casa de 11%. Em nosso caso, porém, o porcentual de crescimento é maior por conta da demanda reprimida de 2018, ano em que o dólar flutuou mais próximo aos R$ 3,90”, argumenta Gandini.

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, CAOA Chery, Land Rover e Suzuki fecharam o ano com 23.699 unidades emplacadas, total que representou alta de 29% em relação a 2017, quando totalizaram 18.372 unidades.

Ao considerar somente o mês dezembro último, as quatro associadas emplacaram 2.436 unidades nacionais, 9,5% superior às 2.224 unidades de novembro e 25,3% mais que as 1.944 unidades de dezembro de 2017.

Participações – Em dezembro último, com 5.825 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,60% do mercado total de autos e comerciais leves (224.403 unidades). No acumulado, o market share foi de 2,48% (61.281unidades, do total de 2.470.224 unidades).

Vale ressaltar que, no acumulado de 2018, o total de 37.582 unidades importados representou apenas 1,52% do mercado interno de 2.470.224 automóveis e comerciais leves. Se considerado o total de veículos importados, ou seja aqueles trazidos também pelas montadoras, as associadas à Abeifa responderam, em dezembro, por 12,21% (3.389 unidades, do total de 27.747 unidades importadas) e, no acumulado, 12,36% (37.582 unidades, do total de 304.055 veículos importados).

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Vendas da Kia Motors crescem 39% em 2018


Com licenciamento de 11.719 veículos, a Kia Motors do Brasil registrou crescimento de 39% nas vendas acumuladas de 2018 ante igual período de 2017, quando foram comercializadas 8.431 unidades da marca. Essa taxa de crescimento significou quase 3 vezes mais que a média obtida pelo mercado interno, que encerrou o ano com 2.470.224 unidades emplacadas (automóveis e comerciais leves), total 13,7% superior ao desempenho de 2017, com 2.172.612 unidades.

Na avaliação de José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors, “apesar de todas as dificuldades mercadológicas, como a greve dos caminhoneiros, Copa do Mundo, efeito eleições e alta acentuada do dólar, nosso desempenho em 2018 é motivo de comemoração. Fechamos o ano com um dos melhores índices de crescimento entre as marcas de volume”. As 11.719 unidades licenciadas pela Kia Motors no ano representaram 31,2% do total de importados por associadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores e 71,5% mais que a segunda marca que mais vendeu em 2018 entre as associadas à entidade. Se considerado somente o mercado total de importados, que foi de 304.055 unidades em 2018, a participação da Kia Motors foi de 3,8%.

Em dezembro último, com 990 unidades licenciadas, a Kia Motors obteve crescimento de 14,2% sobre as 867 unidades de novembro, e de 33,4% sobre as 743 unidades de dezembro de 2017. “Ainda é muito cedo para projetarmos os primeiros números para 2019, mas observamos que ao longo de 2018, mesmo com cenários de instabilidade, conseguimos estabilizar nossas vendas com tendência de alta. Por isso, vamos buscar este ano uma taxa de
crescimento da ordem de 25%, ou algo em torno de 15 mil unidades”, enfatiza Gandini.

Veículos – O SUV médio Sportage foi o líder de vendas da Kia em 2018, com 5.648 unidades emplacadas, alta de 55,2% sobre o desempenho do modelo registrado em 2017. Trata-se do SUV importado mais vendido do País. Na sequência aparecem o comercial leve Bongo e o sedã médio Cerato, com 2.481 e 2.472 unidades comercializadas, respectivamente, com aumento de 50% e de 54% sobre os números de 2017. 


sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Venda de veículos importados cresce 29,4% em 2018

As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 2.947 unidades, anotaram em outubro queda em suas vendas de 15,4% em relação a outubro último, quando foram vendidas 3.484 unidades importadas. Ante igual período de 2017, o resultado de novembro é 12,7% maior. Foram 2.947 unidades contra 2.614 veículos emplacados em novembro do ano passado.

No acumulado, as associadas à Abeifa anotaram 34.193 unidades importadas licenciadas, alta de 29,4% em relação às 26.427 unidades emplacadas de janeiro a novembro de 2017.

“Definidas as eleições, o dólar já deu sinais de baixa e de estabilidade. Mas, logo a moeda norte-americana voltou a subir. Além disso, em novembro tivemos três importantes feriados, o que reduziu o número de dias úteis. Esses dois fatores acabaram influenciando o desempenho do setor de veículos importados”, explica José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

Para Gandini, “em dezembro, esperamos recuperar o terreno perdido em novembro. mas dificilmente conseguiremos atingir a meta de 40 mil unidades licenciadas no ano. De qualquer forma, 2018 ficará marcado como o ano da recuperação do setor, depois de cinco anos de dificuldades por conta da sobretaxa do IPI. Devemos anotar um crescimento da ordem de 30% em relação a 2017”.

As cinco marcas que mais venderam, de janeiro a novembro de 2018, ante igual período de 2017, foram a Kia Motors ( 10.729 unidades / +39,6%), Volvo (6.070 / +94,6%), Jac Motors (3.666 / +15,2%), BMW (2.510/ +28,2%) e Suzuki (2.284 / +0,0%). No mês de novembro, comparado a outubro último, Kia Motors (867 / -9%), Volvo (638 / -28,8%), Land Rover (239 / +44%), Jac (234 / -28,2%%) e BMW (187 / -24,9%) formam o quadro das cinco marcas que mais licenciaram.

Participações – Em novembro último, o total de 2.947 unidades importadas da Abeifa significou 1,33% do mercado interno, que emplacou 221.317 automóveis e comerciais leves. Se considerado somente a importação total, as associadas à Abeifa responderam por 11,73% (do total de 25.134 unidades importadas).

Em outro cenário, de produtos nacionais fabricados por afiliadas à entidade mais o volume importado, as 16 empresas licenciaram 5.168 unidades licenciadas em novembro. Com esse total, a participação das associadas à Abeifa manteve-se em 2,34% do mercado interno de autos e comerciais leves (221.317 unidades).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover e Suzuki fecharam o mês de novembro com 2.221 unidades emplacadas, total que representou queda de 13% em relação a outubro de 2018. Comparado a novembro do ano passado, a alta é de 45,3%, quando foram emplacadas 1.529 unidades nacionais.

No acumulado do ano, contra igual período de 2017, a BMW cresceu 9,7% ( 7.718 unidades em 2018 ante 7.034 unidades em 2017), a CAOA Chery aumentou sua produção em 124,1% (7.487 unidades em 2018 ante 3.341), a Land Rover obteve queda de 4,9% ( 3.999 x 4.203 unidades) e a Suzuki, alta de 11,1%, com 2.056 unidades este ano contra 1.850 unidades em 2017.

No mês de novembro, comparado a outubro último, as marcas que mais venderam, de produção nacional, foram a CAOA Chery (1.110 / -16,5%), BMW (694 / -14,5%), Land Rover (219 / -15,1%) e Suzuki (198 / +29,4%).

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Vendas da Kia Motors crescem 18,6% em novembro


Com licenciamento de 867 veículos em novembro último, a Kia Motors do Brasil registrou crescimento de 18,6% nas vendas ante igual período do ano passado, quando foram comercializadas 731 unidades da marca. No comparativo com outubro último, a Kia anotou queda de 9%, enquanto o mercado interno registrou retração de 9,6%. A redução das vendas no período se explica, principalmente, pela quantidade de dias úteis: foram 22 em outubro contra 20 em novembro, sendo que em muitos municípios este número foi ainda menor, devido ao feriado do Dia da Consciência Negra. 

No acumulado dos onze primeiros meses do ano, a Kia anotou 10.729 veículos licenciados. O número garante à marca crescimento de 39,6% no comparativo com o mesmo período do ano passado e market share de 0,48%, além da liderança entre as associadas à Abeifa - Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores.

Veículos – O SUV médio Sportage foi o líder de vendas da Kia em novembro, com 388 unidades emplacadas. Na sequência aparecem o comercial leve Bongo e o sedã médio Cerato, com 266 e 140 unidades comercializadas, respectivamente. 

“Devemos encerrar o ano com cerca de 12.500 unidades licenciadas no País. Agora já nos preparamos para 2019, com a continuidade da expansão da nossa Rede Autorizada de Concessionárias e com a ampliação do nosso portfólio de produtos, na expectativa de que possamos trabalhar com a economia estável”, observa José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil.

sábado, 17 de novembro de 2018

Venda de veículos importados cresce 31,2% no ano


As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de .3484 unidades, anotaram em outubro recuperação em suas vendas de 19,6% em relação a setembro último, quando foram vendidas 2.913 unidades importadas. Ante igual período de 2017, o resultado de outubro é 33,4% maior. Foram 3.484 unidades contra 2.913 veículos emplacados em outubro do ano passado.


No acumulado, as associadas à Abeifa anotaram 31.246 unidades importadas licenciadas, alta de 31,2% em relação às 23.813 unidades emplacadas de janeiro a outubro de 2017.

“Entre o primeiro e o segundo turno das eleições, o dólar já deu sinais de estabilidade, na casa de R$ 3,75. Muito diferente quando a moeda norte-americana estacionou por um período no patamar superior a R$ 4,00. Com isso, o nosso setor reagiu”, explica José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

Para Gandini, “em novembro, com o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, o mercado deve reagir ainda mais até porque as associadas à Abeifa mostraram muitas novidades e, aliado a isso, os dias que antecedem ao final do ano são mais propícios para a compra e venda de automóveis zero quilômetro”.

As cinco marcas que mais venderam, de janeiro a outubro de 2018, ante igual período de 2017, foram a Kia Motors ( 9.862 unidades / +41,8%), Volvo (5.432 / +90,7%), Jac Motors (3.432 / +21,5%), BMW (2.323 / +31%) e Suzuki (2.111 / +0,6%). No mês de outubro, comparado a setembro último, Kia Motors (953 / +0,7%), Volvo (896 / +84,4%), Jac (326 / +35,3%%), BMW (249 / +7,3%) e Suzuki (211 / +20,6%) formam o quadro das cinco marcas que mais licenciaram.

Participações – Em outubro último, o total de 3.484 unidades importadas da Abeifa significou 1,42% do mercado interno, que emplacou 244.740 automóveis e comerciais leves. Se considerado somente a importação total, as associadas à Abeifa responderam por 12,2% (do total de 28.375 unidades importadas).

Em outro cenário, de produtos nacionais fabricados por afiliadas à entidade mais o volume importado, as 16 empresas licenciaram 6.037 unidades licenciadas em outubro. Com esse total, a participação das associadas à Abeifa manteve-se estável com 2,46% do mercado interno de autos e comerciais leves (244.740 unidades).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover e Suzuki fecharam o mês de outubro com 2.553 unidades emplacadas, total que representou alta de 17,2% em relação a setembro de 2018. Comparado a outubro do ano passado, a alta é de 39,6%, quando foram emplacadas 1.829 unidades nacionais.

No acumulado do ano, contra igual período de 2017, a BMW cresceu 10,9% ( 7.024 unidades em 2018 ante 6.335 unidades em 2017), a CAOA Chery aumentou sua produção em 109,4% (6.377 unidades em 2018 ante 3.046), a Land Rover obteve queda de 2,6% ( 3.780 x 3.880 unidades) e a Suzuki, alta de 13,4%, com 1.858 unidades este ano contra 1.638 unidades em 2017.

No mês de outubro, comparado a setembro último, as marcas que mais venderam, de produção nacional, foram a CAOA Chery (1.330 / +32,2%), BMW (812 / +15,7%), Land Rover (258 / +9,3%) e Suzuki (153 / -34,6%).

sábado, 6 de outubro de 2018

Venda de veículos importados retrai 23,4% em setembro


As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 2.912 unidades, anotaram em setembro queda de 23,4% em relação a agosto último, quando foram vendidas 3.800 unidades importadas. Ante igual período de 2017, o resultado de setembro é 22,4% maior. Foram 2.912 unidades contra 2.379 veículos emplacados em setembro do ano passado.

No acumulado, as associadas à Abeifa anotaram 27.761 unidades importadas licenciadas, alta de 30,9% em relação às 21.201 unidades emplacadas de janeiro a setembro de 2017.

“O efeito eleições, a alta do dólar e o fato de setembro ter tido 19 dias úteis, contra 23 em agosto, influenciaram diretamente na queda de vendas. Esperamos que, no último trimestre do ano, o setor possa alavancar suas vendas, em especial no último bimestre quando as eleições já estiverem definidas”, explica José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

Para Gandini, “em novembro, com o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, o mercado deve reagir até porque as associadas à Abeifa vão mostrar muitas novidades e, aliado a isso, os dias que antecedem ao final do ano são mais propícios para a compra e venda de automóveis zero quilômetro”.

As cinco marcas que mais venderam, de janeiro a setembro de 2018, ante igual período de 2017, foram a Kia Motors (8.908 unidades / +43,4%), Volvo (4.536 / +82%), Jac Motors (3.106 / +22,9%), BMW (2.074 / +33,9%) e Suzuki (1.900 / +0,1%). No mês de setembro, comparado a agosto último, Kia Motors (945 / -11,2%), Volvo (486 / -37,4%), Jac (241 / -33,6%), BMW (232 / -20,3%) e Land Rover (212 / -18,1%) formam o quadro das cinco marcas que mais licenciaram.

Participações – Em setembro último, o total de 2.912 unidades importadas da Abeifa significou 1,42% do mercado interno, que emplacou 204.733 automóveis e comerciais leves. Se considerado somente a importação total, as associadas à Abeifa responderam por 11,3% (do total de 25.767 unidades importadas).

Em outro cenário, de produtos nacionais fabricados por afiliadas à entidade mais o volume importado, as 16 empresas licenciaram 5.090 unidades licenciadas em setembro. Com esse total, a participação das associadas à Abeifa subiu para 2,49% do mercado interno de autos e comerciais leves (204.733 unidades).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover e Suzuki fecharam o mês de setembro com 2.178 unidades emplacadas, total que representou queda de 8,4% em relação a agosto de 2018. Comparado a setembro do ano passado, a alta é de 29,6%, quando foram emplacadas 1.681 unidades nacionais.

No acumulado do ano, contra igual período de 2017, a BMW cresceu 10,9% ( 6.212 unidades em 2018 ante 5.603 unidades em 2017), a CAOA Chery aumentou sua produção em 86,4% (5.047 unidades em 2018 ante 2.707), a Land Rover obteve alta de 3,1% ( 3.522 x 3.415 unidades) e a Suzuki, 26,8%, com 1.705 unidades este ano contra 1.345 unidades em 2017.

No mês de setembro, comparado a agosto último, as marcas que mais venderam, de produção nacional, foram a CAOA Chery (1.006 / -4,2%), BMW (702 / -16%), Land Rover (236 / -16,6%) e Suzuki (234 / +11,4%).

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Coluna do FERNANDO CALMON

Alta Roda nº 1010/360 – 13/09/2018


Fernando Calmon

Alternativas mais viáveis

Mobilidade é o acesso às oportunidades e inclui três grandes parâmetros: tempo, distância e dinheiro. A definição precisa foi um dos destaques da apresentação que a FCA preparou para o dia de abertura do 27º Congresso SAE Brasil, que ocorreu entre os dias 3 e 5 de setembro em São Paulo (SP). Para a entidade de engenheiros especialistas no tema, soou como música. 


Essa é uma forma muito objetiva de tratar um assunto que domina cabeças pensantes em todo o mundo, incluindo governos, universidades, indústria automobilística e gigantescos conglomerados de Tecnologia da Informação (TI). No total, ao longo de três dias, foram apresentados 116 trabalhos técnicos de profissionais do setor e acadêmicos.

Um dos maiores problemas das cidades brasileiras é que elas crescem de forma espraiada e sem planejamento. Ao contrário do senso comum, é mais fácil administrar os deslocamentos em cidades de alta densidade populacional. Londres tem 12.300 habitantes/km², Paris nada menos de 21.000 e São Paulo, 7.300, apesar de seus 11 milhões de habitantes apenas no município (20 milhões na área metropolitana). Aquela concentração permite diluir os altíssimos custos de construção de metrô, para citar apenas o mais eficiente dos meios de transporte urbano. 

O painel dos engenheiros-chefes, destaque do segundo dia, mostrou ao observador mais atento que as alternativas elétricas a bateria podem alcançar alguma viabilidade em países de alto poder aquisitivo, com governos bancando subsídios (não eternos) e prazos otimistas. Há também o caso particular da China, onde o nível de poluição nas grandes cidades é assustador, além de a frota circulante crescer sem parar. Lá, ordens têm de ser cumpridas de cima para baixo sem muita discussão. Algo como é isso ou isso mesmo. 

No caso do Brasil, o consenso entre os palestrantes apontou a utilização do etanol como solução mais adequada do ponto de vista de custos do que as opções ainda muito caras de eletrificação pura. As dimensões continentais do País são outro obstáculo para se construir a infraestrutura de recarga. Híbridos com motores flex são uma opção mais barata, entregarão substancial economia de combustíveis e baixíssimos níveis de CO2. Outros países não têm clima, extensão territorial e área agricultável para produzir etanol de cana. 

Na exposição simultânea ao Congresso SAE, as novidades cobriam leque amplo de interesse. A Bosch apresentou um sistema de jato de água integrado ao braço do limpador de para-brisa que permite limpeza uniforme, sem dispersão mesmo em velocidades altas. Já usado no passado, agora ficou mais eficiente. Permite aquecimento da água em climas frios, embora exija projeto específico por não ser adaptável a veículo existente. 

Também estava lá o protótipo de uma roda flexível desenvolvida em conjunto entre a brasileira Maxion e a francesa Michelin para enfrentar buracos e absorver impactos, garantindo maior conforto de rodagem. Ainda não há prazo de estreia nem estimativa de preço. Outra empresa nacional, a Sabó, demonstrou o sistema de impressão digital para prototipagem alinhado às melhores práticas mundiais.

ALTA RODA

MERCADO de veículos novos (248.623 unidades) surpreendeu em agosto a ponto de a Anfavea admitir revisão para cima, no próximo mês, de sua previsão do início do ano de crescimento de 11,9% sobre 2017. Estoques totais em agosto subiram para 34 dias, contra 30 em julho. Além de se manter dentro de limites normais, este mês para compensar terá menos dias úteis de produção. 


NEM TUDO são flores. Forte queda de exportações para a Argentina afetará o nível de produção em 2018. Outros destinos no exterior dificilmente poderão compensar a crise no país vizinho, apesar de forte aumento de participação dos veículos brasileiros no Chile, mercado totalmente aberto ao mundo. Esse cenário poderá arrefecer o alto ritmo das linhas de montagem em 2019. 

VALORIZAÇÃO do dólar – de R$ 1,67 em 2011 a R$ 4,15, quase 150% – tem sido forte obstáculo para os carros importados. Abeifa, associação do setor, estimava vendas de cerca de 40.000 unidades em 2018. Mas o balanço até agosto indica que será difícil alcançar tal volume. Ainda assim, crescimento de 32% sobre igual período de 2017 está acima dos 15% da média do mercado. 

BRAZIL CLASSICS SHOW, mais importante exposição de antigomobilismo do País, em Araxá (MG), este ano teve o apoio da Renault, que comemora 120 anos de fundação e 20 anos da fábrica brasileira. O sempre aguardado “Melhor do Show”, nesta 23ª edição, coube ao Packard Roadster 1931 (oito cilindros em linha, 6.309 cm³ e 120 hp) de José Luiz Gandini, importador oficial Kia Motors. 

MICHELIN importou para demonstrações em algumas faculdades do País um simulador de capotagem. O público-alvo principal são motoristas mais jovens, para que possam avaliar a sensação de um acidente dos mais graves. Faz parte de seu programa Best Driver e é um esforço da companhia em prol da segurança viária na Semana Nacional do Trânsito (18 a 25 deste mês). 

PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).
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