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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Venda de veículos importados cresce 29,4% em 2018

As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 2.947 unidades, anotaram em outubro queda em suas vendas de 15,4% em relação a outubro último, quando foram vendidas 3.484 unidades importadas. Ante igual período de 2017, o resultado de novembro é 12,7% maior. Foram 2.947 unidades contra 2.614 veículos emplacados em novembro do ano passado.

No acumulado, as associadas à Abeifa anotaram 34.193 unidades importadas licenciadas, alta de 29,4% em relação às 26.427 unidades emplacadas de janeiro a novembro de 2017.

“Definidas as eleições, o dólar já deu sinais de baixa e de estabilidade. Mas, logo a moeda norte-americana voltou a subir. Além disso, em novembro tivemos três importantes feriados, o que reduziu o número de dias úteis. Esses dois fatores acabaram influenciando o desempenho do setor de veículos importados”, explica José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

Para Gandini, “em dezembro, esperamos recuperar o terreno perdido em novembro. mas dificilmente conseguiremos atingir a meta de 40 mil unidades licenciadas no ano. De qualquer forma, 2018 ficará marcado como o ano da recuperação do setor, depois de cinco anos de dificuldades por conta da sobretaxa do IPI. Devemos anotar um crescimento da ordem de 30% em relação a 2017”.

As cinco marcas que mais venderam, de janeiro a novembro de 2018, ante igual período de 2017, foram a Kia Motors ( 10.729 unidades / +39,6%), Volvo (6.070 / +94,6%), Jac Motors (3.666 / +15,2%), BMW (2.510/ +28,2%) e Suzuki (2.284 / +0,0%). No mês de novembro, comparado a outubro último, Kia Motors (867 / -9%), Volvo (638 / -28,8%), Land Rover (239 / +44%), Jac (234 / -28,2%%) e BMW (187 / -24,9%) formam o quadro das cinco marcas que mais licenciaram.

Participações – Em novembro último, o total de 2.947 unidades importadas da Abeifa significou 1,33% do mercado interno, que emplacou 221.317 automóveis e comerciais leves. Se considerado somente a importação total, as associadas à Abeifa responderam por 11,73% (do total de 25.134 unidades importadas).

Em outro cenário, de produtos nacionais fabricados por afiliadas à entidade mais o volume importado, as 16 empresas licenciaram 5.168 unidades licenciadas em novembro. Com esse total, a participação das associadas à Abeifa manteve-se em 2,34% do mercado interno de autos e comerciais leves (221.317 unidades).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover e Suzuki fecharam o mês de novembro com 2.221 unidades emplacadas, total que representou queda de 13% em relação a outubro de 2018. Comparado a novembro do ano passado, a alta é de 45,3%, quando foram emplacadas 1.529 unidades nacionais.

No acumulado do ano, contra igual período de 2017, a BMW cresceu 9,7% ( 7.718 unidades em 2018 ante 7.034 unidades em 2017), a CAOA Chery aumentou sua produção em 124,1% (7.487 unidades em 2018 ante 3.341), a Land Rover obteve queda de 4,9% ( 3.999 x 4.203 unidades) e a Suzuki, alta de 11,1%, com 2.056 unidades este ano contra 1.850 unidades em 2017.

No mês de novembro, comparado a outubro último, as marcas que mais venderam, de produção nacional, foram a CAOA Chery (1.110 / -16,5%), BMW (694 / -14,5%), Land Rover (219 / -15,1%) e Suzuki (198 / +29,4%).

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

FIAT ARGO É ELEITO "MELHOR COMPRA 2017" PELA REVISTA QUATRO RODAS

Em sua 17ª edição, o especial "Melhor Compra" da revista Quatro Rodas analisou 31 segmentos de carros novos, desde os populares até os conversíveis e esportivos e familiares com sete lugares. Além do Argo, a Fiat ganhou em mais duas categorias, com a picape Toro e o utilitário Fiorino, e a Jeep, em outra, com o Compass. Ao todo, foram quatro conquistas do grupo Fiat Chrysler Automóveis (FCA).

O Fiat Argo, principal lançamento do ano da montadora, se destacou mais uma vez. O modelo garantiu o primeiro lugar na categoria "Carros até R$ 50.000". Novidades tecnológicas, como o motor Firefly 1.0 Flex de 3 cilindros, a central multimídia de 7" flutuante, direção elétrica e sistema Start & Stop contribuíram para o modelo receber seu selo. Além disso, outros importantes fatores, como o baixo valor da revisão e seguro, também foram ressaltados.

A consagrada picape Fiat Toro, que já contabiliza vinte e um prêmios desde seu nascimento, ganhou mais um, agora o de Melhor Compra na categoria "Picape Leve e Intermediária acima de R$ 60.000". Segundo a publicação, as principais características atribuídas ao Toro foram conforto, ótimo acabamento e seu câmbio automático de 9 marchas.

O Fiat Fiorino, líder do segmento por 26 anos consecutivos, recebe a sua segunda premiação em um mês. A manutenção simples e barata, a baixa desvalorização do modelo e a sua grande rede de concessionárias fez o modelo se sobressair em meio aos demais concorrentes diretos.


Por sua vez, o Jeep Compass foi o vencedor da categoria "SUVs até R$ 150.000", representado pela versão Longitude Diesel, se destacando por itens como o motor turbodiesel (exclusivo no segmento), tração 4x4 com seletor de terreno, revisões a preços acessíveis, além da cabine espaçosa e bem acabada. 

No mercado brasileiro desde novembro passado, o novo Compass vem dominando a cena dos utilitários-esportivos médios, com mais da metade dos emplacamentos. Além disso, é o segundo SUV mais vendido do país em 2017, entre todos os segmentos. Já é o terceiro prêmio do Compass neste ano.

sábado, 12 de agosto de 2017

Em Julho, Vendas de Motocicletas crescem no atacado, mas recuam no varejo

As vendas de motocicletas no atacado – para as concessionárias –deram um salto de 13,2% em julho, totalizando 64.830 unidades, ante as 57.294 unidades comercializadas em junho. Os dados são da ABRACICLO, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e similares. De acordo com informações da entidade, ainda em julho houve alta na produção em relação ao mês anterior. No período saíram das linhas de produção das associadas, todas instaladas em Manaus, 71.582 motocicletas, o que representa aumento de 42,4% na comparação com junho (50.259 unidades).

No entanto, os resultados de vendas e de produção na comparação com julho de 2016 e também no acumulado do ano estão em queda. As vendas no atacado registraram redução de 9,7% em relação ao mesmo mês do ano passado (71.760 unidades). Já o volume registrado de janeiro a julho retraiu 10,8%: 467.145 em 2017 e 523.949 unidades no ano anterior. Quando comparado o desempenho de produção com julho de 2016 verifica-se queda de 4,6% (75.033 unidades). No acumulado foram fabricadas 495.332 motocicletas, retração de 8,2% sobre as 539.765 unidades registradas em igual período de 2016. 

As exportações continuam com desempenho positivo. Em julho foram embarcadas para outros países 8.380 motocicletas, alta de 9,5% sobre junho (7.650 unidades) e de 120,6% na comparação com o mesmo mês de 2016 (3.798 unidades). O comércio exterior de motocicletas segue também em crescimento no acumulado dos sete primeiros meses do ano com 40.797 unidades, o que significa aumento de 16,8% sobre o mesmo período do ano passado (34.932 unidades). A Argentina permanece como o principal destino no acumulado, seguida de Colômbia e Estados Unidos.

Emplacamentos
Com base nos licenciamentos registrados pelo Renavam, as vendas para o varejo* totalizaram 497.518 unidades no acumulado, queda de 8,5% ante o mesmo período de 2016 (543.999 unidades). Pela comparação mensal, a redução foi de 5,5%, com 70.320 em julho deste ano e 74.417 unidades em julho de 2016. Com relação a junho, o recuo foi de 2% (71.734 unidades). A média diária de vendas em julho foi de 3.349 motocicletas, 2% menor na comparação com a média de 3.416 unidades, registrada em junho.

(*) Foram desconsiderados os ciclomotores usados, cujo licenciamento junto aos Detrans passou a ser obrigatório a partir da Lei nº 13.154, de 30/07/2015, e da Resolução Contran nº 555/15, de 17/09/2015


Projeções

PROJEÇÃO 2017

2016
2017
Qtde
Var %
Produção
887.653
910.000
+ 22.347
+ 2,5%
Atacado
858.120
825.000
- 33.120
- 3,8%
Varejo
899.793
890.000
- 9.793
- 1,1%
Exportação
59.022
93.000
+ 33.978
+ 57,6%
                                  Fonte: Abraciclo / Associados


sexta-feira, 10 de março de 2017

Com Menos Dias úteis, Produção de Motocicletas Recua 17,5% em Fevereiro

A produção de motocicletas em fevereiro totalizou 67.319 unidades, volume 17,5% inferior em relação a janeiro (81.646). Em comparação com o mesmo mês de 2016 (71.137), a queda na produção atingiu 5,4%, conforme levantamento divulgado pela ABRACICLO, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares. No acumulado do bimestre, houve leve alta de 1,3%, passando de 147.096, em 2016, para 148.965, em 2017.

As vendas no atacado – para concessionárias – chegaram a 67.922 unidades em fevereiro, correspondendo a um crescimento de 1,2% em comparação a janeiro (67.136 motocicletas). Sobre fevereiro de 2016 (73.048), houve retração de 7%. No acumulado do ano, a comercialização no atacado teve expansão de 2,4%, com 135.058, frente a 131.849 unidades.

No varejo, foram vendidas 60.495 motocicletas no mês passado, o que representa um recuo de 10,5% ante o volume de janeiro (67.596) e de 18,7% em relação a fevereiro de 2016 (74.404). Todavia, em função do feriado prolongado de Carnaval e de ser um mês mais curto, fevereiro teve três dias úteis a menos de comercialização. A média diária de vendas no mês chegou a 3.184 unidades, volume superior (3,6%) ao da média de janeiro (3.073), porém 14,4% menor em relação a fevereiro do ano passado (3.720), que teve um dia a mais de comercialização.

O mercado de motocicletas ainda sofre com a falta de confiança do consumidor diante do contexto econômico nacional e a retração na oferta de crédito. De qualquer forma, a entidade mantém diálogo com instituições financeiras públicas a fim de buscar alternativas de financiamentos para estimular as vendas de motocicletas”, afirma Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo.

Nas operações de exportação, o segmento de motocicletas registrou uma leve evolução de 3,2%, passando das 5.769 unidades de janeiro para 5.593 motos em fevereiro. Na comparação com o mesmo mês de 2016 (5.692), as exportações cresceram 4,6%, devido principalmente à retomada de negócios com a Argentina. Nos primeiros dois meses de 2017 a comercialização para outros países teve um aumento de 29,8%.


sexta-feira, 10 de junho de 2016

Duas Rodas: Produção e Vendas Registram Crescimento em Maio

A ABRACICLO, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, apresenta o desempenho do segmento de motocicletas no mês de maio. Saíram das linhas de montagem 92.308 unidades no mês passado, o que representa uma alta de 46,4% em relação a abril. Todavia, em comparação com maio de 2015, quando a produção havia totalizado 116.168, houve uma retração de 20,5%.

Seguindo a mesma tendência, as vendas no atacado – para as concessionárias – atingiram 87.252 motocicletas em maio, o que corresponde a um crescimento de 20,9% frente ao mês anterior e, porém, um recuo de 19,5%, em comparação com maio de 2015, com 108.420 unidades.

“Em abril, ocorreu um forte ajuste na produção para que ficasse adequada ao mercado. Em maio, a produção retornou a patamares suficientes para atender a demanda e recompor os estoques que estavam abaixo das necessidades para alguns modelos”, avalia Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo.

Mantendo o ritmo de ajustes desde o início do ano, reflexo da Argentina, as exportações totalizaram 5.606 motocicletas em maio, representando uma expansão de 36,0% em relação a abril. Em comparação ao mesmo mês de 2015, a elevação foi de 53,5%.

Emplacamentos
Com base nos licenciamentos realizados pelo Renavam, foram licenciadas 76.644* motocicletas em maio, o que representa um recuo de 3,8% ante o volume de abril, com 79.671 unidades, e de 27,3% em relação a maio de 2015 (105.471).

Mesmo com um dia útil a mais que em maio do ano passado (21 dias), a média diária de vendas apresentou retração de 30,8%, passando de 5.274 para 3.650 motocicletas.

(*) Foram desconsiderados os ciclomotores usados, cujo licenciamento junto aos Detrans passou a ser obrigatório a partir da Lei nº 13.154, de 30/07/2015, e da Resolução Contran nº 555/15, de 17/09/2015.


sábado, 28 de maio de 2016

Mercedes-Benz lança condições especiais para manutenção de caminhões

Mercedes-Benz, por meio de uma campanha nacional junto a sua Rede de Concessionários, está oferecendo condições muito atrativas para a manutenção de caminhões. Nesta ação de varejo, os clientes dispõem de dez pacotes com peças genuínas e mão de obra inclusa, contando com preços promocionais, a reconhecida qualidade dos produtos e serviços da marca, garantia de 12 meses sem limite de quilometragem e possibilidade de parcelamento em até três vezes.

“Estes pacotes envolvem modelos clássicos de caminhões da marca, como o leve 710, o semipesado L 1620 e o extrapesado Axor 2540”, afirma Silvio Renan, diretor de Peças & Serviços ao Cliente Brasil. “Além disso, temos outros 68 itens para estes e outros veículos também com descontos muito especiais. Ou seja, reduzimos os preços dos principais itens de manutenção, oferecendo excelentes oportunidades para os clientes”.

De acordo com o executivo, a campanha é direcionada às empresas de transporte e aos profissionais autônomos dos mais variados segmentos de caminhões. “Queremos atrair os clientes para as oficinas dos nossos concessionários, tendo assim a oportunidade de mostrar que só na Rede de Concessionários Mercedes-Benz eles contam com os técnicos especializados que melhor conhecem seus veículos, além dos preços competitivos e da utilização de peças genuínas”, destaca Silvio Renan. “Dessa forma, estamos apresentando soluções para o bom desempenho dos negócios dos clientes e contribuindo para que o caminhão tenha melhor performance nas atividades do transporte”.

Campanha direcionada aos caminhões acima de três anos

“Vem pra Rede – Ofertas imperdíveis da Mercedes-Benz” – este é o título da campanha, que se destaca também pelo preço nacional, o que garante transparência e confiabilidade para os clientes. O convite está direcionado principalmente a proprietários de veículos entre 3 e 10 anos de uso.


Esta ação de varejo engloba itens como revisão de motor, troca de óleo, embreagem, filtros e amortecedores para o 710, o L 1620, o Axor 2540, além de outros modelos. 

sábado, 16 de janeiro de 2016

Produção de Motocicletas Recua Quase 17% em 2015

Pelos dados divulgados pela ABRACICLO – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, em dezembro foram fabricadas 50.633 motocicletas, ante 84.820 unidades em mês similar de 2014, correspondendo a uma retração de 40,3%. 

Em novembro de 2015, a produção havia chegado a 74.972, o que deixa o volume de dezembro 32,5% inferior, porém devem ser consideradas as habituais férias coletivas das fábricas do setor no último mês do ano. No acumulado do ano, foram produzidas 1.262.708 motocicletas, 16,8% a menos do que o registrado em 2014 (1.517.662).

As vendas no atacado – para as concessionárias – atingiram 69.253 unidades em dezembro, recuo de 39,3% em relação ao mesmo mês de 2014, com 114.104, e leve queda de 1,6%, em comparação com novembro de 2015 (70.398). De janeiro a dezembro foram comercializadas 1.189.933 motocicletas, 16,8% inferior que no mesmo período de 2014, com 1.430.393.

As exportações somaram 5.944 unidades em dezembro, ante 6.298 do mês anterior, o que corresponde a uma baixa de 5,6%. Em comparação ao mesmo mês de 2014, houve uma retração de 1,8%. Nos 12 meses do ano passado foram exportadas 69.123 motocicletas, frente a 88.056 unidades em 2014, correspondendo a uma queda de 21,5%.

Ainda em dezembro, com base nos licenciamentos registrados pelo Renavam, foram emplacadas 131.253 motocicletas, volume 24,6% superior ao apresentado no mês anterior (105.371 unidades), porém estes números continuam a ser impactados pela nova regulamentação dos ciclomotores. Em relação ao mesmo mês de 2014 (127.711 unidades), houve alta de 2,8%. No acumulado do ano, a queda foi de 11%, passando de 1.429.692, em 2014, para 1.273.047, em 2015.

Efeito Ciclomotor
Através da lei 13.154/2015, sancionada em 30 de julho passado, o emplacamento dos ciclomotores passou a ser de reponsabilidade dos Detrans de cada estado, o que impulsionou um crescimento substancial nos números de licenciamento do veículo, que passaram de 17.011 unidades, em 2014, para 64.692, em 2015, significando um avanço de 280,3%. É importante observar também que, em função da nova legislação, muitos ciclomotores que estão sendo licenciados agora chegam a ter dois ou três anos de uso.

Na comparação regional, destaque para o Nordeste, que registrou 36.188 ciclomotores licenciados, em 2015, contra 1.884, em 2014. A região Sudeste, em segundo lugar, apresentou 22.239 unidades frente a 9.960. Veja a seguir o perfil de emplacamentos regionais de ciclomotores no ano passado:
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Perspectivas
Diante dos números efetivamente registrados em 2015, o Setor de Duas Rodas ajustou suas projeções para 2016, que passam a ser:


Realizado 2015
Projeção 2016
%
Produção
1.262.708
1.295.000
+ 2,5%
Atacado
1.189.933
1.220.000
+ 2,5%
Varejo
1.273.047
1.280.000
+ 0,5%
Exportação
69.123
75.000
+ 8,5%