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sábado, 4 de junho de 2016

AUDI AG tem resultados robustos no primeiro trimestre

A Audi AG encerrou o primeiro trimestre de 2016 com resultados consistentes, apesar do cenário desafiador. Nos primeiros três meses do ano, a companhia reportou uma receita de €14,511 milhões, com lucro operacional de €1,202 milhões, que inclui despesas com itens extraordinários, que somam valor de €100 milhões. A margem de lucro operacional foi de 8,3%, mantendo-se dentro da meta estratégica de 8 a 10%, apesar dos itens extraordinários.

De janeiro a março, a montadora entregou 455.754 carros para seus clientes, o que representa um aumento de 4% na comparação com o mesmo período do ano passado (1T 2015: 438.171 unidades). Já a receita de €14,511 milhões, foi 1% menor devido, principalmente, aos efeitos das taxas de câmbio e a forte concorrência em alguns mercados.

O lucro operacional de €1.202 milhão também foi menor na comparação com 2015 (1T 2015: €1.422 milhão), impactado por despesas com itens extraordinários relacionados aos potenciais defeitos apresentados pelos airbags Takata. A Audi está cooperando com o US National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) para esclarecer o caso, o qual poderá necessitar recall de carros adicionais nos Estados Unidos. A companhia destinou €100 milhões para esta eventualidade. Excluindo itens extraordinários, a AUDI AG alcançou um lucro operacional de €1,302 milhões (1T 2015: €1,422 milhões) e uma margem de lucro operacional de 9% (1T 2015: 9,7%).

“Apesar de movimentos de efeitos cambiais e itens extraordinários, o lucro operacional também reflete as altas despesas antecipadas”, informa Axel Strotbek, membro do board para Gestão Financeira e TI da AUDI AG. “Além disso, a nossa margem de lucro operacional está dentro da nossa meta estratégica, de oito a 10%”, completa. Neste ano, a Audi está estabelecendo seu futuro em diversas áreas por meio de importantes investimentos. Com o Q2, por exemplo, a marca lançou um modelo completamente novo, além de levar a mercados estratégicos carros de sucesso como o Q7 e o A4. A companhia também está iniciando as operações de sua planta no México. O Grupo prevê despesas de mais de €3 bilhões neste ano.

Já o lucro antes de impostos, no primeiro trimestre foi de €959 milhões (1T: €1,497 milhão) e a margem de vendas antes de impostos foi de 6,6% (1T: 10,2%). As diferenças na comparação com o ano passado se devem, principalmente, aos efeitos das transações cambiais.

Os objetivos da empresa para o ano se mantêm. Para 2016, a expectativa é de que as entregas de veículos tenham um pequeno aumento. Dependendo das condições econômicas e das oscilações cambiais, a empresa espera obter crescimento moderado em sua receita.

A Audi também prevê a continuação de intensa competição em alguns mercados-chave. Outro fator é a mudança tecnológica na indústria automotiva para conceitos alternativos de transporte e o aumento da digitalização. No entanto, a Audi, mais uma vez, manterá sua meta estratégica de margem operacional de lucro entre 8 e 10%.


“Nós garantimos o alcance de nossos objetivos de rentabilidade por meio de uma gestão consistente de custos, o que nos dá bases para continuar investindo e inovando”, ressalta Strotbek. Com a nova geração do A8, que será lançada em breve, a Audi coloca pela primeira vez no mercado modelos autônomos (piloted driving). Além disso, em 2018, a marca irá lançar em grande escala seu primeiro modelo totalmente elétrico.

domingo, 2 de agosto de 2015

Nissan tem lucro líquido de US$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre do ano fiscal 2015

A Nissan Motor Co. anunciou resultados financeiros positivos para os três primeiros meses do seu ano fiscal 2015, que começou dia 1º de abril. A companhia reportou uma receita líquida de 2,90 trilhões de ienes, aumento de 17,6% ante os 2,47 trilhões de ienes do mesmo período do ano fiscal anterior. O lucro operacional foi de 193,7 bilhões de ienes, 122,6 bilhões de ienes superior, aumento de 58%. O resultado líquido foi de 152,8 bilhões de ienes, crescimento de 36,3% ante 112,1 bilhões de ienes no ano fiscal 2014.
As vendas unitárias da Nissan cresceram 4,4% em um mercado que cresceu 1,5%. A participação de mercado foi para 5,9% ante 5,7% do ano anterior. A companhia vendeu 1,294 milhão de veículos durante o período.
"A Nissan entregou sólidos resultados financeiros nos três primeiros meses do ano fiscal, principalmente por conta da forte demanda por nossos produtos na América do Norte e na Europa", afirmou Carlos Ghosn, CEO e Presidente Mundial da Nissan. "Isso se deve à ofensiva da empresa no lançamento de produtos, aos benefícios obtido da nossa estratégia de sinergia com a Aliança Renault-Nissan e à disciplina nos gastos. Assim, a Nissan está no caminho de entregar os resultados financeiros esperados ao final do ano", completou.
Nesse período, a Nissan lançou o Nissan Maxima totalmente reestilizado no mercado americano e expandiu os mercados da sua picape NP300 Frontier para a América Latina e Caribe. Além disso, o Instituto norte-americano IIHS concedeu ao crossover Murano o prêmio "Top Safety Pick Plus", de veículo mais seguro do segmento, e o Sentra foi escolhido o carro do ano em qualidade pelos institutos J.D. Power e IQS.
A Infiniti alcançou a 5ª posição no ranking de qualidade J.D. Power IQS, sendo reconhecida como a marca que mais cresceu entre todas as analisadas. Todos os modelos da Infiniti ficaram acima da média em seus respectivos segmentos e os utilitários esportivos QX70 e QX80 ficaram em primeiro em seus segmentos.
A Nissan continua se beneficiando da forte demanda para Qashqai, Rogue e X-Trail, três modelos produzidos na plataforma Common Module Family, desenvolvida pela Aliança Renault-Nissan. A Nissan terminou o primeiro trimestre do ano fiscal 2015 como a marca asiática mais vendida na Europa.
A Nissan também manteve a liderança no segmento de veículos de emissões zero. As vendas totais do 100% elétrico Nissan LEAF passaram das 180 mil unidades e a companhia continua a expandir a presença dos seus veículos elétrico comerciais com o e-NV200.
Em uma base pro forma de gestão, que inclui a consolidação proporcional dos resultados da operação de joint venture da Nissan na China, a receita líquida do primeiro trimestre do ano fiscal 2015 aumentou para 3,12 trilhões de ienes, 16% superior ao ano anterior. O lucro operacional foi 41% superior em relação ao mesmo período do ano passado, para 219,7 bilhões de ienes, resultando em uma margem operacional de 7%.
Perspectiva para o Ano Fiscal 2015
A Nissan reafirmou sua previsão de vendas globais para o ano fiscal de 2015. Com novos modelos previstos para ser lançados, como a picape Titan nos EUA e o sedã Lannia na China, a empresa espera vender 5,55 milhões de unidades neste ano fiscal, aumento de 4,4%, o que equivale a uma participação de 6,5% no mercado global.

A Nissan também manteve as previsões financeiras na Bolsa de Tóquio, feitas em maio de 2015. Calculado pelo método de equivalência patrimonial para o ano fiscal que termina em 31 de março de 2016, as previsões mostraram:
Perspectiva da Nissan para o Ano Fiscal15 (com base no relatório da TSE – joint-venture na China com base no método de consolidação proporcional)*
Receita Líquida
¥ 12,10 trilhões
(US$ 105,2 bilhões /€ 93,1 bilhões)
Lucro Operacional
¥ 675 bilhões
(US$ 5,9 bilhões /€ 5,2 bilhões)
Lucro Ordinário
¥ 765 bilhões
(US$ 6,7 bilhões /€ 5,9 bilhões)
Resultado Líquido
¥ 485 bilhões
(US$ 4,2 bilhões /€ 3,7 bilhões)
Calculado com base nas taxas médias de câmbio da moeda japonesa JPY 115/ USD e JPY 130/ EUR
A Nissan continua projetando um dividendo anual de 42 ienes por participação, um número 27% superior ao do ano passado.