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quinta-feira, 9 de julho de 2020

O “Inferno Verde” é o paraíso para o novo MINI John Cooper Works GP


O autódromo de Nürburgring Nordschleife, na cidade de Nürburg, na Alemanha, é considerado um circuito particularmente desafiador, tanto que ficou conhecido pelo nome “Inferno Verde”. Suas curvas espetaculares, subidas e descidas conectadas com a paisagem arborizada levaram o tricampeão de Fórmula 1, Jackie Stewart, a cunhar o apelido da pista. Para os engenheiros de desenvolvimento e teste da MINI, o Nordschleife é o melhor indicador de desempenho da marca britânica.

Eles dedicaram-se com particular intensidade a testar a dinâmica de direção do novo MINI John Cooper Works GP – que combinou o consumo de 7,3 l/ 100 km e emissões combinadas de CO2 de 167 g/km. Volta após volta, os engenheiros ajustaram o motor, o chassi e as propriedades aerodinâmicas até que, finalmente, ficou óbvio que o MINI John Cooper Works GP faz do lendário “Inferno Verde” um paraíso para os fãs de corrida de carros.

No Brasil, a MINI confirmou o lançamento do MINI John Cooper Works GP em solo nacional. O MINI John Cooper Works GP terá 25 unidades no país, com chegada confirmada para o quarto trimestre deste ano.

O novo MINI John Cooper Works GP, produzido em uma série limitada de 3 mil unidades, é o modelo mais rápido e poderoso da marca. A equipe de testes dirigiu um protótipo deste “atleta extremo” na pista de quase 21 quilômetros em menos de oito minutos. Isso superou o melhor tempo do modelo predecessor em quase meio minuto. Eles equiparam o veículo com todas as qualidades necessárias para garantir que até mesmo os novatos em Nordschleife possam experimentar a emocionante sensação de corrida no novo MINI John Cooper Works GP.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Honda Civic Type R registra melhores tempos de volta em cinco lendários autódromos europeus

O Honda Civic Type R, o “carro de pista para ruas”, cruzou a Europa em um esforço de quebrar novos recordes de volta para carros de produção com tração dianteira em cinco lendários autódromos do continente.

Inspirados pela volta recordista do Type R em Nürburgring Nordschleife, em maio de 2014, dentre os carros de tração dianteira, o time da Honda promoveu esse desafio europeu para reforçar o hatchback como o líder em performance em sua categoria.

A campanha teve início em um dia chuvoso de abril, em Silverstone, a “casa” do Grand Prix Britânico. Matt Neal, vencedor por três vezes do Campeonato Britânico de Turismo (BTCC), assumiu a direção para registrar o tempo de volta de 2 minutos e 44,45 segundos. Não contente com esse resultado, Matt e o time retornaram ao circuito um mês depois para registrar novo tempo, desta vez em pista seca, de 2 minutos e 31,85 segundos.

No início de maio, a atenção foi desviada para o icônico circuito belga de Spa-Francorchamps. O autódromo, aclamado por competidores de todas as nacionalidades e que traz a famosa curva Eau Rouge, foi enfrentado pelo jovem Rob Huff, que completou o trajeto em 2 minutos e 56,91 segundos.

Com dois recordes batidos, o histórico autódromo de Monza, na Itália, foi o próximo alvo. Outro membro do esquadrão da Honda no Campeonato Mundial de Turismo (WTCC), o húngaro Norbert Michelisz, assumiu o volante e conduziu o Type R pela famosa curvaParabolica para chegar ao tempo de 2 minutos e 15,16 segundos.

O clima do desafio estava sendo construído para a sessão final em Hungaroring, mas, primeiro, uma viagem até a clássica Estoril com o piloto português Tiago Monteiro para tomar as rédeas nas pistas. No entanto, um grave acidente durante a etapa alemã do WTCC colocou o ás da Honda fora de ação. Com isso, ficou a cargo do piloto português do safety car da WTCC, Bruno Correia, o desafio. Apenas 24 horas após ser chamado, e com apenas um dia de experiência com o carro, Bruno fez o tempo de 2 minutos e 4,08 segundos, quebrando mais um recorde.

Finalmente, o time desembarcou para a última sessão na Hungria, dia 6 de junho. O piloto ideal para essa missão foi, novamente, Norbert Michelisz, por conta de sua vitória no mesmo circuito com um Civic Type R de WTCC pela Zengõ Motorsports. Durante dois dias, Norbert levou o Type R de produção em seu limite para registrar o recorde de 2 minutos e 10,85 segundos, fechando a sequência de melhores voltas nos cinco circuitos.

O vice-presidente da Honda Motor Europa, Phillip Ross, comentou: “Esse desafio reafirma a posição do Civic Type R como líder em desempenho dentre os automóveis de tração dianteira. Com o suporte de nossos pilotos do campeonato de turismo, confirmamos que o Type R foi desenvolvido para ser o definitivo carro de corrida para as ruas”.
Honda Civic Type R

Em seu lançamento na Europa, há um ano, o Honda Civic Type R representou o começo de uma nova era de desempenho para a Honda, sendo desenhado sobre o DNA de corridas da marca para ser o topo de linha do Civic.

Parte crucial da próxima geração de veículos da Honda, o Type R é uma demonstração fundamental da abordagem pioneira da marca em inovação tecnológica.

O Civic Type R foi o primeiro automóvel no mundo a utilizar o novo motor 2.0 VTEC TURBO e tecnologias de chassi pioneiras. Juntas, essas características entregam uma das mais imersivas e prazerosas experiências em um automóvel.

Tempos de volta do Civic Type R

Data
Autódromo
Tempo de Volta
Piloto
4 de abril de 2016
Silverstone, Reino Unido
2’44.45(chuva)
Matt Neal (GBR)
26 de abril de 2016
Silverstone, Reino Unido
2’31.85 (seco)
Matt Neal (GBR)
10 de maio de 2016
Circuit de Spa-Francorchamps, Bélgica
2’56.91
Rob Huff
(GBR)
23 de maio de 2016
Autodromo Nazionale Monza, Itália
2’15.16
Nobert Michelisz
(HUN)
31 de maio de 2016
Autódromo do Estoril, Portugal
2’04.08
Bruno Correia (POR)
6 de junho de 2016
Hungaroring, Hungria
2’10.85
Nobert Michelisz
(HUN)


terça-feira, 19 de maio de 2015

WTCC: Citroën conquista duas vitórias no longuíssimo e histórico Nürburgring Nordschleife

Os pilotos do Campeonato Mundial de Carros de Turismo (WTCC) correram em um circuito lendário no fim de semana passado. A etapa alemã, a quarta desta temporada, foi realizada em uma pista que combinou o moderno traçado de Nürburgring com o tradicional trecho Nordschleife (o “Inferno Verde”), o que resultou em 25,378 km por volta. O desafio era enorme, e a Citroën novamente não deu chances aos concorrentes. Conquistou uma trinca na primeira corrida do domingo e uma dobradinha na segunda.

 As três voltas da primeira prova foram iniciadas sem incidentes para o argentino José María López, da Citroën, que foi o primeiro a chegar à curva inicial. Apesar da terceira e da sexta posições no grid, Sébastien Loeb e Yvan Muller, franceses da Citroën, também foram bem-sucedidos na largada. López apertou o ritmo para poder abrir distância. Mesmo com algumas gotas de água que caíam, o campeão de 2014 não se intimidou e foi o vencedor da corrida – sua quarta vitória em 2015 –, ampliando sua vantagem na liderança do campeonato. O chinês Ma Qing Hua, também da Citroën, concluiu a prova na mesma posição em que largou, a quinta, sem ter conseguido ultrapassar Norbert Michelisz.

Antes da segunda corrida, uma garoa caía em várias partes do circuito, mas todos os pilotos optaram por pneus lisos. Quando as luzes se apagaram, Yvan Muller novamente sobressaiu. O francês logo assumiu a segunda posição, encontrando-se entre Tiago Monteiro e Gabriele Tarquini. Enquanto isso, Tom Coronel e Mehdi Bennani estavam à frente de Ma Qing Hua, José María López e Sébastien Loeb.

No fim da primeira de três voltas, Yvan Muller aproveitou-se do vácuo de Monteiro para assumir a primeira posição. Coronel também não aguentou a pressão e foi superado por Bennani, Ma, López e, finalmente, Loeb. Em uma dura batalha, Ma e López conseguiram ultrapassagens sobre Bennani. O chinês, porém, perdeu o controle do carro e bateu em uma barreira de proteção. López e os outros pilotos conseguiram passar pelos detritos sem perder contato com o trio dianteiro.

Yvan Muller colocou-se fora do alcance, e López ultrapassou Gabriele Tarquini e Tiago Monteiro, tornando-se o segundo colocado. Loeb completou a prova em quinto lugar.

A CEO da Citroën, Linda Jackson, esteve lá e comemorou com a equipe as vitórias“Estou satisfeita com meu primeiro fim de semana na pista com a Citroën Racing. Em primeiro lugar, claro, tenho de ressaltar os excelentes resultados da equipe. Uma trinca e uma dobradinha são recompensas pelo trabalho árduo de um time de profissionais apaixonados. Também fiquei impressionada com o talento do grupo de pilotos montado por Yves Matton, particularmente nesse circuito. Nürburgring e Nordschleife são renomados no mundo do automobilismo, então a Citroën pode se orgulhar do fato de os C-Elysées estarem no topo aqui”.

Após uma vitória e um segundo lugar, José María López estava radiante. “Todos os pilotos querem vencer aqui, e eu queria mais que qualquer um. É um sentimento incrível triunfar em uma pista assim. Na primeira prova, Hugo Valente fez uma má largada, o que facilitou minha vida. Pude abrir distância na primeira volta, já que Seb não estava em posição de pegar meu vácuo na longa reta. Na segunda prova, acompanhei Ma, que acelerou bastante. Não pude superá-lo e devo dizer que já pensava que chegaria ao fim atrás dele. Quando ele bateu, pude me aproximar... Pensava que poderia ultrapassar o Tarquini, mas também pude realizar uma manobra sobre o Monteiro, que estava fora do vácuo de Yvan. Foi realmente um fim de semana fantástico; parabéns à equipe, que estava em seu melhor novamente”, disse o argentino.


O francês Yvan Muller ressaltou a importância do fim de semana para o WTCC, não só para a Citroën: “Acredito termos proporcionado um bom show aos telespectadores! Cometi um pequeno erro no circuito do GP na última volta. Então, a partir daí, tentei manter uma margem de segurança. Escolhemos um acerto agressivo – com pouca pressão aerodinâmica para que pudéssemos maximizar a velocidade final. Com isso, guiar o carro nas curvas estava mais traiçoeiro que o normal... A etapa em Nürburgring foi muito positiva para o FIA WTCC como um todo, pois gerou um interesse de mídia sem precedentes”.

A próxima etapa, a russa, será disputada em Moscou entre os dias 5 e 7 de junho.

Corrida 1:
1º José María López (Citroën C-Elysée WTCC)
2º Sébastien Loeb (Citroën C-Elysée WTCC)
3º Yvan Muller (Citroën C-Elysée WTCC)
4º Norbert Michelisz (Honda Civic WTCC)
5º Ma Qing Hua (Citroën C-Elysée WTCC)
6º Gabriele Tarquini (Honda Civic WTCC)
7º Mehdi Bennani (Citroën C-Elysée WTCC)


Corrida 2:
1º Yvan Muller (Citroën C-Elysée WTCC)
2° José María López (Citroën C-Elysée WTCC)
3º Tiago Monteiro (Honda Civic WTCC)
4º Gabriele Tarquini (Honda Civic WTCC)
5º Sébastien Loeb (Citroën C-Elysée WTCC)
6º Mehdi Bennani (Citroën C-Elysée WTCC)


Mundial de Pilotos:
1º José María López, 177 pontos
2º Sébastien Loeb, 127 pontos
3º Yvan Muller, 126 pontos
4º Tiago Monteiro, 73 pontos
5º Ma Qing Hua, 64 pontos
9º Mehdi Bennani, 40 pontos



Mundial de Construtores:
1º Citroën, 364 pontos
2º Honda, 249 pontos
3º Lada, 73 pontos