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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Santos Brasil e John Deere fecham contrato logístico

O fabricantes John Deere é o novo cliente da Santos Brasil. O contrato reforça a logística da Companhia no setor de maquinários e envolve todas as suas operações na Baixada Santista, tanto para exportação quanto para importação de veículos e peças da John Deere.

As cargas da John Deere são provenientes em sua maioria dos Estados Unidos e Europa. Na importação, estes produtos chegam ao Tecon Santos, onde ficam armazenadas no próprio terminal ou no Clia Santos – unidade logística da Santos Brasil situada às margens da via Anchieta. O processo finaliza com o transporte das cargas para as unidades da John Deere localizadas nos municípios de Campinas e Indaiatuba (São Paulo), Montenegro e Horizontina (RS), realizado pela frota rodoviária da Santos Brasil.

Na exportação, a Santos Brasil também faz a estufagem das peças de tratores, escavadeiras, retroescavadeiras, pás carregadeiras, entre outros, em contêineres, para posterior embarque. Já os maquinários montados são embarcados em navios RoRo no Terminal de Veículos (TEV), administrado pela Companhia desde 2009, hoje o maior neste tipo de operação no País.

No mercado há mais de 175 anos, a John Deere possui negócios em cerca de 160 países e figura na lista das “50 Empresas Mais Admiradas do Mundo”, elaborada pela revista americana Fortune e divulgada em fevereiro deste ano. Em 2016, foi eleita a empresa mais inovadora do Brasil na categoria “Veículos e Peças” no prêmio Valor Inovação.


A Santos Brasil participou no mês de junho de um dos principais eventos de Logística, o Worldwide Logistics Partner Conference 2017, que acontece na sede da John Deere, em Illinois, nos Estados Unidos, e reúne os principais prestadores de logística do mundo para conhecerem seus processos operacionais.

sábado, 5 de março de 2016

Transportadora do Grupo EGA aposta em leasing operacional de caminhões MAN

A EGA Transport acaba de adquirir seus primeiros caminhões da MAN Latin America, estreando também duas novidades da montadora: o leasing operacional para o MAN TGX e a tecnologia V-Tronic no VW Constellation 19.360. Ao todo, são nove veículos que chegam para ampliar a frota da empresa de logística, que atenderá a novos contratos do setor portuário. Tecnologia e conforto a um preço acessível foram os grandes diferenciais para a decisão do negócio, de acordo com Lélio Assumpção Filho, diretor de transportes do Grupo EGA.

Tanto na compra de quatro VW Constellation 19.360 V-Tronic quanto no leasing operacional de cinco MAN TGX 28.440, a EGA Transport encontrou nas opções da MAN Latin America uma oferta de negócio atraente, gerando economia significativa em seus custos de aquisição e operacionais.

Os veículos são utilizados para o transporte de contêineres, rodando cerca de sete mil quilômetros por mês, fazendo o transporte de mercadorias dos portos de Santos e Itajaí até o interior de São Paulo e Santa Catarina. Com toda sua frota, o Grupo EGA já movimenta mais de 60 mil teus (unidade de medida utilizada para contêineres que vem do inglês Twenty Feet Equivalent Unit) ao ano pelos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina.

Os veículos MAN, incorporados à frota do Grupo EGA, estão entre os primeiros do país contratados na modalidade de leasing operacional, exclusividade do portfólio da MAN Latin America no mercado atual. “Já havíamos testado e aprovado os modelos TGX em experiências prévias, mas essa oportunidade de negócio foi determinante para nossa decisão atual. Contaremos com excelentes caminhões a um valor muito competitivo, que ainda inclui a manutenção completa — corretiva e preventiva —, telemetria e os custos com documentação, emplacamento e IPVA”, ressalta Lélio.

Para os caminhões Volkswagen, o Grupo EGA contratou o Volkstotal Plus, que prevê as manutenções preventivas e corretivas dos veículos. A transportadora também garantiu a configuração sob medida para sua operação com a transmissão automatizada V-Tronic para suas unidades do VW Constellation 19.360, lançado na linha 2016 especialmente para atender às demandas atuais do mercado.  

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

TRANSMISSÃO ALLISON PRESENTE NO NOVO HUCKER TT-40



Um dos trabalhos mais desgastantes para um veículo de transporte talvez seja o que faz a "ciranda" nos portos brasileiros, isto é, movimenta toda a carga que chega ou é embarcada nos navios. Operadores portuários sofrem uma grande pressão para que a operação de embarque e desembarque de contêineres seja feita no menor tempo possível quando o navio atraca no porto.

Além de transportar o peso dos contêineres (que pode chegar a pesar até 27.000 kg) os veículos andam sempre em baixíssima velocidade, procedendo a inúmeras manobras e a um interminável anda e para que compromete o sistema de embreagem e todo o trem de força em curto espaço de tempo. 

Mudanças constantes entre marcha à ré e à frente para o correto encaixe do container no "buggie" (como são chamadas as carretas porta-container) também sacrificam tanto o operador quanto o equipamento. Com um veículo totalmente automático, esta operação é facilitada uma vez que o operador limita-se apenas a apertar um botão na seletora de marchas.

Foi a essa conclusão que chegou a Rucker Equipamentos Industriais, empresa brasileira que opera tradicionalmente nos segmentos de equipamentos para aeroportos e portos, no momento de desenvolver e produzir o TT-40, veículo feito exclusivamente para o transporte de carretas e chassi de contêineres em portos, terminais, operações de logística e centros de distribuição. Ao desenvolver este veículo, a adoção de uma transmissão totalmente automática Allison era ponto certo para a empresa, já que todos os veículos deste tipo adotam este equipamento.
Uma transmissão Allison da Série 3000 foi acoplada ao motor MWM 6.10T de 180 cv que, combinados a um eixo de redução de 22,30:1, resultaram em um veículo capaz de atender perfeitamente a todas as necessidades dos exigentes operadores dos diversos portos brasileiros. Tecon RS, Tecon Salvador e TCP em Paranaguá são alguns dos operadores que utilizam estes veículos em suas operações diárias.

Dados recentes mostram que os primeiros veículos Rucker adquiridos em 2007 pela Tecon RS já se encontram com mais de 30.000 horas trabalhadas, sem que tivesse havido qualquer intervenção para manutenção, o que comprova a alta disponibilidade do equipamento e baixa manutenção.

De acordo com Rafael Mendes, gerente geral da Rucker: "O nosso trator de porto foi desenvolvido para trabalhos realizados em baixa velocidade, distâncias curtas, com muita sobrecarga e atividades praticamente ininterruptas, como as operações que são efetuadas nos portos de todo país. Dentro desse leque de condições extremas é que as transmissões Allison cumprem com perfeição seu papel".

"As transmissões totalmente automáticas trabalham com facilidade e extrema eficiência nos tratores terminais", afirma Clóvis Kitahara, Gerente de Marketing da Allison para a América do Sul. "O uso das nossas transmissões nos tratores de porto é uma prática já adotada pelos principais fabricantes destes equipamentos em todo o mundo, portanto, não poderia ser diferente com fabricantes locais. As transmissões automáticas proporcionam maior agilidade ao conjunto nas manobras e maior conforto para o motorista em relação aos caminhões equipados com transmissões manuais", complementa Kitahara. 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Volkswagen do Brasil 3.000.000 de veículos exportados




A Volkswagen do Brasil – maior fabricante de veículos do País e líder em exportações do setor automobilístico brasileiro – acaba de atingir o marco histórico de 3 milhões de unidades (automóveis e comerciais leves) exportadas desde 1970, quando tiveram início as vendas da marca para o Exterior. A Volkswagen é a primeira indústria automobilística brasileira a alcançar esse volume de exportações. O recorde é representado pelo Novo Gol, que embarcou no Porto de Santos rumo à Argentina, onde a marca é líder de vendas.
Atualmente, a Volkswagen do Brasil tem a América Latina como seu mercado de exportações; a marca, no entanto, já vendeu seus modelos para 147 países, nos cinco continentes. Segundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a Volkswagen do Brasil é a 18ª maior empresa exportadora do País, considerando todos os setores, e a primeira automobilística do ranking; a segunda colocada entre as automobilísticas aparece na 24ª posição geral.
“A Volkswagen do Brasil se orgulha de atingir o marco histórico de 3 milhões de unidades exportadas, sendo a principal empresa exportadora do setor automobilístico brasileiro. Os dados revelam o sucesso global de nossos veículos, que são amados no Brasil e no Exterior. A demanda é resultado da alta qualidade de nossos produtos, fabricados com foco em inovação, segurança e tecnologia, para conquistar a satisfação dos clientes”, diz o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall.
O Gol, que é o modelo mais exportado da história da indústria automobilística brasileira, totalizou em outubro 1.121.215 unidades exportadas, que já foram enviadas para 66 países. No Brasil, o Gol é líder de vendas há praticamente 26 anos consecutivos.
O Fox é o segundo modelo mais exportado pela Volkswagen do Brasil, totalizando 425.016 unidades vendidas, até outubro, para 62 países. O Voyage vem em terceiro lugar no ranking de exportações da Volkswagen do Brasil, com 328.679 unidades vendidas, até outubro, para 58 países.
Com 59 anos de atividades, a Volkswagen do Brasil foi a primeira operação da marca fora da Alemanha e se tornou um importante centro de desenvolvimento de novos veículos. Atualmente, a Volkswagen do Brasil é a terceira maior operação do Grupo Volkswagen no mundo, atrás somente da China e da Alemanha.
Atuais mercados de exportação

A Volkswagen do Brasil exporta atualmente para cerca de 20 países da América Latina, sendo que Argentina e México são os principais mercados, respondendo por 64% e 22% das exportações, respectivamente.
Na Argentina, a Volkswagen é líder de vendas no acumulado de 2012. O Gol é o veículo mais vendido no país, onde já manteve a liderança por 12 anos, sendo 9 anos consecutivos. Também na Argentina, o Voyage alterna entre a 2ª e 3ª posição em vendas no seu segmento. A empresa também exporta para países como Chile, Peru, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Colômbia, Equador, entre outros.
Atualmente, a Volkswagen do Brasil utiliza os Portos de Santos (SP), São Sebastião (SP) e Paranaguá (PR) para exportar automóveis, dada a proximidade estratégica com as fábricas localizadas em São Bernardo do Campo – Anchieta (SP), Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR).
Gol: o modelo mais exportado da história da indústria automobilística brasileira
O Volkswagen Gol - o automóvel mais vendido no Brasil há praticamente 26 anos consecutivos - é o modelo mais exportado da história da indústria automobilística brasileira, tendo totalizado, em outubro, 1.121.215 unidades vendidas para o Exterior. Com mais de 7 milhões de unidades produzidas no Brasil, um marco conquistado em agosto de 2012, o Gol também é o automóvel mais produzido e vendido da indústria nacional.
Voyage: exportado para 58 países
Com mais de 1 milhão de unidades produzidas ao longo de sua história, o sedã Voyage é o derivado do Gol de maior sucesso. Lançado em 1981, foi totalmente projetado e desenvolvido no País e, ao longo de seus mais de 30 anos de história, já registrou 328.679 unidades exportadas, até outubro, para 58 países, sendo o terceiro modelo mais vendido pela Volkswagen do Brasil para o Exterior.
Uma curiosidade sobre as exportações do Voyage, que significa “viagem” em francês, é que esse nome foi mantido apenas nas unidades exportadas para os países Argentina, Peru, Guatemala e Equador. Nos demais países da América Latina, o automóvel leva o nome de Gol Sedan. Nos Estados Unidos, onde foi vendido de 1987 a 1993, foi chamado de Fox (o atual modelo com este nome ainda não existia) e somou mais 202 mil unidades comercializadas. O Voyage foi o primeiro carro produzido em série, projetado e fabricado no Brasil, exportado para os Estados Unidos.
Ranking dos veículos Volkswagen mais exportados (até outubro de 2012)
1º- Gol
1.121.215 unidades exportadas
2º- Fox
425.016 unidades exportadas
3º- Voyage
328.679 unidades exportadas
4º- Golf
281.172 unidades exportadas
5º- Passat
200.578 unidades exportadas
6º- Parati
168.201 unidades exportadas
7º- Saveiro
155.270 unidades exportadas
8º- Kombi
93.981 unidades exportadas
9º- CrossFox
72.215 unidades exportadas
10º- Fusca
57.726 unidades exportadas

terça-feira, 13 de março de 2012

Porto de Pecém tem alta de 43% em 2012



O Porto de Pecém, no Ceará, movimentou 557 mil toneladas no primeiro bimestre de 2012, crescimento de 43% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o terminal teve 390 mil toneladas movimentadas.As exportações representaram 30% do total das movimentações do porto cearense no período, enquanto as importações responderam por 49%. Foi registrada a exportação de 59,7 mil toneladas de minério de ferro, e 49,9 mil de frutas, enquanto nas importações o maior volume foi de produtos siderúrgicos, com 149 mil toneladas, seguidos pelos combustíveis minerais, que contabilizaram 73 mil.Nos dois primeiros meses do ano, o terminal recebeu 79 navios, sendo 56 com calado superior a 10 metros e 23 com calado inferior a 10 metros. De acordo com dados da Secex (Secretaria do Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio), o complexo portuário se manteve como líder nas exportações de frutas e calçados.O Estado do Ceará teve 70% das exportações de frutas pelo Porto de Pecém, seguido pelo Rio Grande do Norte, com 26%, e os demais estados, com 4%. Os principais destinos foram a Holanda, com 50%, Grã Bretanha (26%), Espanha (12%) e Estados Unidos, com 5%.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Terminal de Passageiros do Porto do Mucuripe terá investimento de R$ 142 mi





Fonte:Canal do Transporte
O governo do Ceará autorizou a ordem de serviço para construção do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto do Mucuripe, no valor de R$ 142 milhões. Trata-se de uma das obras que atenderá a Copa do Mundo de 2014, já que a capital Fortaleza será uma das cidades sedes.

Obras - A construção do terminal de passageiros do porto receberá investimentos do governo federal, pois faz parte do PAC-Copa (Programa de Aceleração do Crescimento da Copa). De acordo com o governo do estado, a obra contempla a construção de um novo cais para atracação de navios com até 350 metros de extensão e 14 metros de profundidade; estação de passageiros com espaço para check-in e check-out, lojas de conveniência, espaço para bagagens, restaurantes e órgãos intervenientes de 9 mil m²; estacionamento para ônibus e automóveis; além de uma retro-área para armazenagem de contêineres com área de 40 mil m², ou seja, configurando o equipamento como um Terminal de Múltiplo Uso.

A previsão é de que as obras fiquem prontas em 21 meses. Segundo o governo cearense, no local ocorrerá também a implantação do Ramal Parangaba-Mucuripe, a ser operado com veículos leves sobre trilhos (VLT), que fará a conexão ferroviária de 12,7 quilômetros entre a Estação Parangaba e o Porto do Mucuripe. Com 11,3 km em superfície e 1,4 km em elevado, o ramal passará por 22 bairros da cidade, beneficiando 90 mil passageiros/dia.