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quinta-feira, 2 de julho de 2020

E-Jet de número 1.600 da Embraer é entregue à Helvetic Airways


A Embraer celebrou a entrega do seu E-Jet de número 1.600, do modelo E190-E2. A Helvetic Airways, da Suíça, recebeu a histórica aeronave. Companhias aéreas e empresas de leasing de mais de 50 países adicionaram os E-Jets da Embraer às suas frotas desde que a primeira geração destes jatos entrou em serviço, em 2004. A extremamente eficiente segunda geração da família de E-Jets, os E-Jets E2, entrou em operação em 2018. 
A Helvetic Airways está atualmente em transição de uma frota da primeira geração de E-Jets para os E-Jets E2. A companhia aérea recebeu o primeiro E190-E2 em outubro de 2019 e desde então adicionou mais quatro unidades como parte de seu programa de renovação de frota. A Helvetic configurou suas aeronaves com 110 assentos de classe única em rotas domésticas e internacionais. A companhia aérea tem pedidos firmes para 12 jatos E190-E2 e direitos de compra para outros 12 aviões do mesmo modelo, com direitos de conversão para o E195-E2, elevando o total potencial de pedidos para 24 aeronaves E2. 
Por quase duas décadas, a inovadora família de E-Jets da Embraer tem transformado a aviação comercial. Esta é a linha de jatos de passageiros de maior sucesso da indústria projetada especificamente para o segmento de 70 a 150 assentos. O programa registrou mais de 1.900 pedidos até hoje, de mais de 100 clientes. Mais de 80 companhias aéreas voam atualmente com E-Jets da Embraer. A frota global de E-Jets acumula mais de 30 milhões de horas de voo, com uma taxa média de conclusão de missão de 99,9%. Os versáteis aviões estão voando com companhias aéreas regionais, de baixo custo e tradicionais. 
O E190-E2 é um dos três modelos da segunda geração da família de E-Jets. Comparado ao E190 de primeira geração, o E190-E2 consome 17,3% menos combustível. Isso coloca os E-Jets E2 como a família de aeronave de corredor único mais eficiente do mercado

domingo, 29 de outubro de 2017

EMBRAER DIVULGA OS RESULTADOS DO 3º TRIMESTRE DE 2017

DESTAQUES

- No 3º trimestre de 2017 (3T17), a Embraer entregou 25 aeronaves comerciais e 20 executivas (13 jatos leves e sete grandes);

- A carteira de pedidos firmes (backlog) encerrou o trimestre em US$ 18,8 bilhões, representando crescimento em relação aos US$ 18,5 bilhões reportados no 2T17;

- A Receita líquida foi de R$ 4.144,7 milhões no 3T17, com queda de 16% em comparação ao 3T16, em função do menor número de entregas nos segmentos de Aviação Comercial e Executiva;

- As margens EBIT1 e EBITDA² ajustadas foram de 5,3% e 10,7%, respectivamente, no 3T17. As margens EBIT e EBITDA ajustadas excluem o impacto negativo não recorrente de R$ 11,4 milhões no 3T17;

- No 3T17, a Embraer apresentou Lucro líquido de R$ 351,0 milhões e Lucro por ação de R$ 0,4773. O Lucro líquido ajustado (excluindo-se os impostos diferidos e itens não recorrentes) no trimestre foi de R$ 237,9 milhões, representando um Lucro por ação ajustado de R$ 0,3235;

- A Embraer reitera todos os aspectos de suas estimativas financeiras e de entregas para 2017;


- A Embraer espera que 2018 seja um ano de transição, com a entrada em operação do primeiro modelo E2, o E190-E2, aliada a um mercado ainda estável nos segmentos de Aviação Executiva e de Defesa & Segurança. Nesse cenário de transição e de aumento de custos com as primeiras entregas do E2, a Companhia estima que em 2018 sua Receita líquida seja de US$ 5,3 a US$ 6,0 bilhões, com 85 a 95 jatos entregues pela Aviação Comercial e 105 a 125 jatos entregues pela Aviação Executiva. A Margem EBIT consolidada deverá ficar entre 5,0% a 6,0% e o Fluxo de caixa livre deverá ser melhor que US$ 150 milhões negativos

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terça-feira, 15 de agosto de 2017

HondaJet obtém Certificado de Tipo brasileiro

A Honda Aircraft Company, divisão da Honda Motor Co. responsável pelo desenvolvimento de tecnologias em aviação, recebeu hoje da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o Certificado de Tipo para o HondaJet

O anúncio foi realizado durante a LABACE, maior feira de aviação executiva da América Latina, que acontece no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, de 15 a 17 de agosto, onde um HondaJet estará em exibição estática.

O Certificado de Tipo brasileiro para o HondaJet acompanha a aprovação obtida nos Estados Unidos (Administração Federal de Aviação), Europa (Agência Europeia de Segurança da Aviação), México (Diretório Geral de Aviação Civil) e no Canadá (Transport Canada).

No Brasil, a Honda Aircraft nomeou a Líder Aviação como representante exclusiva de vendas, serviços e suporte para os clientes do Brasil. Com 21 bases em todo o Brasil, a Líder atua em cinco unidades de negócio e oferece soluções completas em aviação executiva.

Na sequência da LABACE, o HondaJet fará um tour pela América Latina e Central, incluindo países como República Dominicana, Porto Rico, Trindade e Tobago, Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, Panamá, Nicarágua e Guatemala, durante os meses de agosto e setembro.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

E190-E2 inaugura nova era no segmento de jatos até 130 assentos

Líder mundial na fabricação de jatos comerciais até 130 assentos, a Embraer deu hoje um passo na consolidação sua posição ao apresentar o E190-E2, primeiro jato da segunda geração da família de E-Jets de aviões comerciais, cujo voo inaugural está programado para o segundo semestre de 2016, com entrada em serviço prevista para 2018. A cerimônia foi realizada em unidade da Empresa em São José dos Campos.

“Hoje demos mais um passo para o futuro da aviação comercial da Embraer com a apresentação mundial da nossa segunda geração de E-Jets”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial. “Tenho certeza que a partir deste evento, o interesse do mercado pelos E2 crescerá ainda mais, aumentando o sucesso comercial deste programa em todo o mundo.”

Com investimento de USD 1,7 bilhão, o programa E2 foi lançado em junho de 2013 e reforça o compromisso da Embraer em investir continuamente na linha de jatos comerciais e manter a liderança de mercado no segmento de 70 a 130 assentos. Os jatos terão motores de última geração de alto desempenho que, em conjunto com novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas, resultarão em melhoras significativas no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo.

Desde o lançamento, alcançou 640 pedidos, dos quais 267 firmes e de 373 opções e direitos de compra, tendo entre seus clientes companhias aéreas e empresas de leasing. Atualmente, a família de E-Jets opera com cerca de 70 clientes em 50 países, sendo líder global no segmento até 130 assentos, com mais de 50% de participação de mercado.

“A apresentação pública marca o término da montagem do primeiro E-Jet 190-E2 e abre caminho para o início dos testes que permitirão a realização do primeiro voo”, comentou Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente de Operações & COO da Embraer Aviação Comercial. “Estamos muito satisfeitos em atingir esta fase do programa atendendo todos os objetivos técnicos e econômicos estabelecidos no lançamento.”

O E190-E2 é o primeiro dos quatro protótipos que serão usados na campanha de certificação, enquanto outros dois aviões estarão envolvidos na campanha do E195-E2 e três na do modelo E175-E2, cujas entradas em serviço estão programadas, respectivamente, para 2019 e 2020.


O E190-E2 terá o mesmo número de assentos do atual E190, podendo ser configurado com 97 lugares em duas classes de serviço, ou 106 em classe única. Além disso, haverá aumento significativo de 800 quilômetros no alcance com capacidade cobrir distâncias de mais de cinco mil quilômetros.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Jato executivo Legacy 450, da Embraer, recebe certificação da ANAC

O jato executivo Legacy 450 recebeu hoje a certificação de tipo da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) durante cerimônia realizada na Labace (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), principal evento voltado para a aviação executiva da América Latina.

“Estamos muito entusiasmados com a certificação do Legacy 450, cumprindo assim nosso compromisso de atingir esse marco apenas um ano após a certificação do Legacy 500”, disse Humberto Pereira, Vice-Presidente de Engenharia e Tecnologia da Embraer. “O Legacy 450 é verdadeiramente inovador em sua classe. Essa certificação também é um prêmio pelo comprometimento e dedicação de nossas equipes para entregar esta aeronave revolucionária ao mercado. Felicito cada membro de nossa equipe por essa conquista.”

A campanha de certificação envolveu dois protótipos, o primeiro com instrumentos de ensaio em voo e o segundo com um interior de produção. A comunalidade entre os modelos Legacy 450 e Legacy 500 é de cerca de 95%. A produção seriada do Legacy 450 já começou e a primeira entrega está prevista para o quarto trimestre de 2015.

“Estamos muito satisfeitos em confirmar que todos os objetivos do projeto Legacy 450 foram alcançados ou superados”, disse Marco Túlio Pellegrini, Presidente e CEO da Embraer Aviação Executiva. “Essa aeronave também é um divisor no segmento mid-light. Com maior velocidade, alcance e melhor desempenho do que inicialmente previsto, o Legacy 450 estabelece um novo padrão em sua classe.”

A Embraer espera receber certificação da FAA (Federal Aviation Administration), autoridade aeronáutica dos Estados Unidos, nas próximas semanas e em seguida a certificação da EASA (European Aviation Safety Agency), responsável pela homologação na Europa.

O Legacy 450 é um jato executivo da categoria mid-light com uma cabine de passageiros de 1,83m de altura e de piso plano, sendo a melhor em sua classe. Quatro poltronas totalmente reclináveis podem ser convertidas em dois leitos para repouso completo em uma altitude de cabine de 1.828m (6.000 pés). 

O sistema opcional de entretenimento a bordo inclui um sistema de vídeo de alta definição, som surround e várias opções de entrada de áudio e vídeo. Sistemas de comunicação de voz e dados também são opções disponíveis. A cabine de passageiros possui também na entrada um refreshment center (armários para armazenamento de bebidas, alimentos e outros utensílios), um lavabo privativo ao fundo e uma área interna para bagagem de mão. O espaço total para bagagem é o maior na categoria.

O Legacy 450 é o primeiro jato executivo de sua categoria equipado com sistema de comandos de voo eletrônico full fly-by-wire, manche lateral de controle (sidestick) e a suíte de aviônicos Rockwell Collins Pro Line Fusion em quatro telas planas LCD de alta resolução, de 15,1 polegadas, completamente digital, além de funcionalidades como cartas e mapas eletrônicos Jeppesen e visão sintética. Recursos opcionais incluem o E2VS (Embraer Enhanced Vision System), que contém o HUD (Head-Up Display) e o EVS (Enhanced Vision System). 

O Legacy 450 é equipado com dois modernos motores Honeywell HTF 7500E, de baixo consumo de combustível. Com quatro passageiros e reservas NBAA IFR, o Legacy 450 é capaz de voar sem escalas, de São Paulo a Bogotá (Colômbia) ou de Manaus a Miami (EUA).

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Honda Aircraft recebe encomendas do HondaJet na LABACE 2015

O HondaJet, jato executivo mais avançado do mundo, faz sua primeira aparição pública na América do Sul durante a LABACE 2015, maior evento de aviação comercial da América do Sul, que acontece de 11 a 13 de agosto no aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP). O HondaJet foi recebido com grande entusiasmo por usuários de jatos executivos, o que já resultou em encomendas no primeiro dia de exposição.

“Estamos muito satisfeitos com a pronta resposta ao HondaJet pelos consumidores na América do Sul”, diz o Presidente e CEO da Honda Aircraft, Michimasa Fujino. “Além de já recebermos encomendas, muitos outros visitantes expressaram interesse no HondaJet durante o primeiro dia da LABACE, impressionados com o conforto, eficiência em consumo de combustível, performance superior e qualidade geral de acabamento interno e externo.”

A Honda Aircraft expandiu recentemente as vendas do jato executivo mais avançado do mundo para a América do Sul e nomeou a Líder Aviação como representante exclusiva para serviços, vendas e suporte do HondaJet no Brasil. A empresa,  líder no segmento de aviação executiva na América Latina, está presente em 19 aeroportos brasileiros e conta com 23 bases operacionais.

“Há um forte mercado potencial no Brasil e a Honda Aircraft está comprometida em criar um novo patamar para a aviação executiva na América do Sul,” diz Fujino.

Um HondaJet, modelo de produção, estará exposto na LABACE até o dia 13 de agosto. Após o evento, a Honda Aircraft e Líder realizarão voos de demonstração com potenciais clientes brasileiros para apresentação da performance superior da aeronave. 


Sobre o HondaJet
O HondaJet é o jato executivo mais avançado do mundo, com excepcionais vantagens em performance, conforto, qualidade e eficiência. O jato é o mais rápido, que voa a maior altitude, o mais silencioso e com a melhor eficiência em consumo de combustível na categoria. 

O HondaJet incorpora muitas inovações tecnológicas em design, incluindo a configuração exclusiva OTWEM - Over-The-Wing Engine Mount ou, em português, motores sobre o topo das asas, que melhora significativamente a performance e o consumo de combustível ao reduzir o arrasto aerodinâmico. O design OTWEM também reduz ruídos na cabine, minimiza o barulho do contato com o solo, proporciona o maior espaço interno da categoria, além do maior compartimento de bagagem e um lavatório completo a bordo. 

O HondaJet é equipado com dois altamente econômicos motores turbofan GE Honda HF120 e é equipado com a mais sofisticada cabine de comando em vidro da categoria, uma nova geração do Garmin® G3000 customizado pela Honda,  sistemas aviônicos totalmente em vidro compostos por 3 displays de 14 polegadas e duplos controles touch-screen. O HondaJet é a primeira aeronave comercial da Honda e corresponde à reputação da marca em performance superior, eficiência, qualidade e valor agregado.


quinta-feira, 23 de abril de 2015

HondaJet decola para o seu primeiro grande tour

A Honda Motor Co. anunciou hoje, em coletiva de imprensa realizada no Aeroporto Internacional de Tóquio (Haneda Airport), o início da primeira viagem entre continentes do HondaJet

O jato de pequeno porte mais avançado do mundo, produzido pela subsidiária Honda Aircraft Company, percorrerá mais de 48 mil quilômetros pousando em 13 países entre Japão e Europa para demonstrações de voo.

Para o presidente e CEO da Honda Motor Co., Takanobu Ito, o HondaJet representa a realização de um sonho do fundador da empresa, o Sr. Soichiro Honda.  “A Honda assumiu desafios para desenvolver o motor do jato e a fuselagem por conta própria. Queremos continuar assumindo desafios arrojados para novas tecnologias nas áreas de motocicletas, automóveis, produtos de força, robótica, hidrogênio e aeronaves”, ressaltou. “O slogan corporativo da Honda "The Power of Dreams" ilustra nosso objetivo em oferecer o prazer e a liberdade de mobilidade a uma sociedade sustentável, na qual as pessoas possam desfrutar a vida no céu também”, completou o presidente.

Sobre o HondaJet
O HondaJet  possui diversas inovações tecnológicas que fazem dele o avião mais rápido, que voa à maior altitude e o que possui o melhor consumo em sua categoria. Ele incorpora em seu projeto diversas inovações tecnológicas, como o exclusivo posicionamento dos motores no topo da asa, o que proporciona uma melhoria significativa na performance e no consumo de combustível em função dos ganhos aerodinâmicos. Para mais informações, acessewww.hondajet.com

Sobre a Honda Aircraft Company
A Honda Aircraft Company, subsidiária da American Honda Motor Company, Inc., foi criada em 2006, mas suas origens podem ser encontradas em mais de 20 anos de pesquisas e desenvolvimentos de tecnologias em aviação. Na sede da empresa no estado americano da Carolina do Norte, os funcionários trabalham em um campus com laboratórios e instalações de última geração na busca constante pelo desenvolvimento de novas fronteiras na aviação. O espírito de desafio sobre o qual Soichiro Honda fundou a Honda Motors continua vivo hoje na Honda Aircraft, empresa que cumpre um dos antigos sonhos da Honda de promover a mobilidade humana em direção ao céu.


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Roberto Nasser - De carro por aí


Coluna 2914 16.07.2014 edita@rnasser.com.br  
O futuro dobra a esquina. E, parece, vem de Mercedes
É o conceito Mercedes-Benz Future Truck 2025, pré apresentado, e a aparecer concretamente no IAA, o monumental salão de comerciais em Hanover, Alemanha, setembro. Materializa a Condução Autônoma, através do diálogo entre todos os envolvidos.

Carroceria de linhas disfarçadas, item desimportante, semi reboque com trato aerodinâmico – por si só capaz de reduzir 5% no consumo -, o grande realce está no combinar conquistas eletrônicas tornadas práticas por acionar a mecânica. Acima de tudo, por auto gerir, por si só, sem interferência do motorista, o andar na estrada, agindo, manobrando de acordo com as instruções recebidas externamente por via eletrônica Escolhe a faixa de deslocamento, acelera, freia, desvia, muda de faixa, do rota, desvia de congestionamentos e, até, abre caminho caso um carro especial, como ambulância, bombeiros ou polícia peçam passagem.

Motorista, há, mas em função mais ampla, um eufemístico Gestor de Transportes, gerindo seu negócio, cuidando do frete atrás de suas costas, ou negociando a próximo negócio. Se colaborador, em contato com a origem e o destino. Na prática, estará em posição exigida pela lei, atrás do volante e dos comandos, porém numa estação de trabalho, como espectador capaz de intervir apenas por vontade ou necessidade. Na gestão pode fazer o que os mau educados e maus cidadãos praticam, sem apoio de informática ou da lei, como ler e responder mensagens, what’s up, digitar num netbook, falar ao telefone ...

Corajosa demonstração, em estrada pré inauguração, a A14, com uso normal entre veículos demonstrou a viabilidade do caminho.Prevê a Daimler, a frondosa árvore empresarial onde se aloja a Mercedes-Benz, e o projeto Shaping Future Transportation – Moldando o Futuro do Transporte - ser viável em dez anos. Daí o 2025.

Como é
Há décadas grandes fabricantes investem no deslocamento rodoviário seguro, anulando as falhas humanas, reduzindo as ações do motorista. O caminho trilhado pela Mercedes, há quatro décadas, utilizava guard rails e defensas para transmitir sinais ao veículo, assumindo algumas funções, como velocidade, distância do veículo da frente. Porém mostrou-se caro para a Alemanha – e impensável a países em desenvolvimento, onde o transporte rodoviário é opção mandatória.

A interpenetração da eletrônica com comunicações e a simplória mecânica permitiram equipar o veículo para identificar todo o seu entorno e em ampla distância livre. O poderoso Classe S, a mais elevada dentre os sedãs Mercedes, oferece pequena amostra do sistema, ao apresentar câmera de TV na parte inferior dianteira, “vendo” as irregularidades da estrada, e preparando a suspensão para enfrentá-las, visando o maior conforto dos usuários.No caminhão conceito a aplicação é mais ampla: à frente, sensor de radar explora 70 metros adiante em ângulo de 130 graus. Adicionalmente, outro


atinge 250m num leque de 18o, interagindo nos sistemas do veículo, como o controle de proximidade – a distância do veículo à frente – e o servo freio de emergência. Sobre o painel, atrás do para brisas, uma câmara 2D estereoscópica, varre 100 m à frente, 45 graus na horizontal e 27 na vertical, identificando se a estrada tem uma ou duas pistas, e pedestres, obstáculos estáticos ou dinâmicos, e registra sinais de trânsito. Há, ainda, sensores laterais mais precisos que o olhar humano, tudo conectado a rede identificada como Fusão Multisensorial. Na prática vê e registra tudo, incluindo acostamento, traçado da estrada, e combinado com mapa da estrada em 3D.
O objetivo não se restringe ao aspecto segurança, mas reduzir consumo e consequentes emissões, para gabaritar a cada vez mais dura legislação de consumo e poluição. Isto separará, em médio prazo, homens de meninos, quem fica e quem sai do mercado.

2025 ?
Se tecnologia e caminhão já existem, porque 10 anos para o início do implantar ? Raciocínio lógico, mas a barreira maior vem de fator etéreo, o jurídico. Para fazer o caminhão a Daimler/Mercedes aplicou monumental esforço de lobby, cooptando autoridades, estamento acadêmico, e direcionou ações para mudar o conceito de Condutor na Convenção de Viena, que há 40 anos estabeleceu a estrutura do transporte, em conceitos adequados nos Códigos de Trânsito dos países signatários. O conceito de condutor pelo documento de Viena já foi alterado e agora permite que em vez de um agente condutor humano, este seja auxiliado por meios externos. Agora, além de aprimorar a parte técnica, haverá necessidade de mudança nos códigos de trânsito de todos países consumidores dos caminhões da marca.


Depois de motos, carros, geradores, o jato Honda
O HondaJet, curiosa entrada desta japonesa de rodas no chão no mercado de asas no ar, faz seus primeiros voos para certificação. À iniciativa aplicou experiência e filosofia interna, conhecida em motocicletas, geradores de energia, pequenos tratores, automóveis para conseguir, como diz, o jato executivo mais rápido, para voar mais alto, e com melhor consumo de sua classe.
O voo inicial, a partir da base Honda em Greensboro, North Carolina, EUA, durou 84 minutos, atingiu 4.700 m (15.500 pés), e velocidade de 644 km/h (348 nós). A previsão é de início de vendas em 2015.
Fabricante, Honda Aircraft Company instigou a estadunidense GE retornar ao campo dos jatos executivos – a empresa foi a pioneira, em 1960, ao transformar os motores de jatos militares J85, criando a conhecida versão civil Learjet.
O HondaJet, graças ao uso de tecnologia atual, como o compósito de fibra de carbono leve e resistente, por design, pelo uso de motores turbofan, reduz a resistência ao ar, contém consumo e ruído na cabine. É certificado para um piloto, e usa aviônicos Garmin G3000. Recebe até 5 pessoas, com boa relação

entre superfície alar, comprimento das asas, 12,15 cm e comprimento total, 12,7m. Faz velocidade de cruzeiro de 778 km/h e autonomia superior a 2.500 km. Os motores vão acima das asas.
Primeira série em pintura caracterizadora: fuselagem em branco, com aplicação de cores fortes, como o verde escuro perolizado, margeado por filete dourado. Preço não divulgado, mas a Honda, estreante na área dos jatos leves, diz querer  menor preço do mercado – embora não divulgado, já em 2015.

Roda-a-Roda
Registro – Brinda-se produção de 6M Audis com tração Quattro - sedãs, camionetas e utilitários esportivos com tração nas 4 rodas - hoje em metade de seus produtos.

RazãoPorque dentre os sedãs alemães a Audi lidera com tal equipamento ? Explicação simples. Para concorrer com os sedãs Mercedes e BMW, com tração traseira, entendida pelos usuários como mais adequada, utilizou tal adjutório para enfrentar a comparação e aparecer com um plus.

Origem – O nome Quattro é aplicado aos Audi, mas inspirado no jipe Volkswagen Iltis, tentativa atualização da boa fórmula aplicada no Auto Union 94/4, militarmente chamado Munga e, no Brasil, onde foi produzido, Candango.

História – Diz-se, no romantismo em torno das histórias complexas, a criação do Quattro foi simples e fortuita.

Humm ... Que Ferdinand Pïech, neto do professor Porsche e executivo recentemente aposentado, quando dirigia a Audi pediu um Iltis para experimentar. Voltou entusiasmado, e mandou adaptar a mecânica sob carroceria de um automóvel Audi. Deu no que deu.

Candango – O sistema de transmissão é, a grosso modo, o então empregado no jipe Vemag, também dito Candango, de origem o Auto Union 94/4. Para administrar a divisão de força entre os eixos dianteiro e traseiro, ao sistema aplicou-se pioneira caixa de transferência com embreagem viscosa.

Acabou ? – Justiça italiana decretou a falência da Stile Bertone, prestigiosa criadora e construtora de carrocerias para automóveis especiais. A crise de 2008, mais briga das filhas contra Dona Ermelinda, Lili, viúva de Giuseppe Nuccio Bertone, chegaram ao ponto crítico entre débitos e um cipoal jurídico.

CuriosidadeNuccio, o elegante condutor, herdou a empresa do pai e tocou-a com brilho, sem traçar uma linha ou desenhar uma curva. Era raggioniere, mescla de contador com auditor, excepcional padrão estético, e sabia escolher pessoas. Dentre muitos Giorgetto Giugiaro, autor do projeto dos Alfa aqui identificados como GTV.

Esforço – Dona Ermelinda, Lili, se esforçou, em salões de automóveis expos história, ofereceu serviços, buscou associado, comprador. Não funcionou. Comunização, a democratização e a globalização não mais permitem carros especiais. Espera-se, algum grande fabricante queira assimilar o patrimônio do rótulo Bertone, como o grupo VW o fez com a Italdesign.

Super Porsche – Lucrativa, com grandes perspectivas, por seu CEO Matthias Mueller Porsche deve anunciar fazer super carro para peitar os Ferrari com motor V12. Coisa de US$ 250 mil, lá. Excesso de caixa. Outra empresa VW, a Lamborghini exerce mesma função.

Na frente – Land Rover Jaguar aperfeiçoou facilidade criada pela Cadillac há 20 anos, de projetar dados operacionais, em especial velocidade, no para brisas, à frente dos olhos do motorista, para não tirar o foco na estrada.

E, - Dados do operacional, e imagens em 3D em lugar dos espelhos retrovisores.

Periférico – Ford corta operação industrial na Austrália; deteve, por falta de dólares disponíveis, na Venezuela; pondera continuar na África do Sul, em greve geral.

Perdeu – Há meses Dan Amman presidente mundial da GM, anunciou substituir todos os automóveis Chevrolet no Brasil. Filial local tentou contornar a informação, mas a verdade se impõe: a matriz foi à Argentina anunciar investir US$ 270M no fazer motores de última geração em Rosário.

Atual – Seguem o caminho da tecnologia atual. O Ecotec 1,4, quatro cilindros, tudo em alumínio, 16 válvulas, injeção direta, turbo. Produz 130 cv e torque de 235 Nm. 120 mil motores anuais, para o Cruze 2, coreano complementado na América do Sul, novo modelo para Mercosul, e exportação à Europa.

Elétrico – UTE, estatal uruguaia de eletricidade, amplia seu projeto de uso de combustíveis: comprou 30 Renault Kangoo Z.E. elétricos, para uso na capital e 19 estados. Federico Ragni, engenheiro da UTE, entusiasmado, divulga. No Brasil, juntando todas as companhias elétricas, o número é muito menor.

Se foi – Peugeot confirmou à Coluna, não reatará produção de seu picape Hoggar, suspensa para ajustar demanda. Bom projeto oferecendo charme visual, suspensão acertada, e vocação de trabalho. Mas era o menos vendido do mercado, e o sair não é mera supressão.

Se foi, 2 – Foi o primeiro projeto da área de design sul americana. Não era carro cortado, como alguns no segmento, mas soma Peugeot 207 com o comercial Partner, de plataforma para carga, acolhendo um pallet.

... - O ir-se, contraindo a lista de produtos, no processo de salvação da matriz PSA,  veda caminho a produtos de acordo com o mercado. O Hoggar existia apenas no Brasil. Quer aumentar o total de 12.996 unidades vendidas ? Ainda há, 1.4, flex, ar, direção, +-R$ 30 mil.

Mais – Volkswagen apresentará no meio de agosto Fox e Saveiro cabine dupla com o novo motor EA211 - de quatro cilindros, da família do três cilindros. Cilindrada em 1.598 cm³, potencia 120/110 cv, torque de 16,8/15,3 kgfm.

Depois – Mercedes-Benz adiou lançamento de pedra fundamental da fábrica para automóveis a ser erigida em Iracemápolis, SP, antes ajustado para 12 de agosto. Desencontro entre agendas de autoridades para o evento.

Negócio – Banco PSA acertou-se com o Santander, por seu braço Customer Finance, de crédito ao consumidor. Passa operações, faz ponte para futuros clientes, incentivando vendas da marca. Entesourará 1,5B de Euros. O grupo PSA, Peugeot Citroën se esforça para fazer caixa.

Parabéns – Por adquirir a pioneira fabricante de cruzetas Albarus, a multi Dana festeja 67 anos de atividade no Brasil. Negócio começou com Ricardo Bruno Albarus, dono de oficina, fazendo peças para repor a frota sem manutenção no pós guerra.

Mercado - Dana aproveita a atrativa praça. É única nacional apta a fornecer toda a linha de força – ou de montá-la diretamente nas linhas de produção, como fazia com o finado picape Dodge Dakota

Quem – Ferrari 225 com prêmio Hors Concours no Brasil Classic Fiat Show, em Araxá, um entre cinco exemplares sobreviventes de restrita série de oito. Carro de corrida, carro de estudante, carro abandonado, acabou ganhando restauração em pico máximo, no Ferrari Classiche, oficina dentro da fábrica Ferrari. A Phoenix, restauradora em Curitiba, cuidou de todo o processo.


GenteHerlander Zola, diretor de marketing na BMW, mudança. OOOO Volta à família VW, indo para a Audi, mesma função. OOOO Murilo Moreno, diretor de Marketing, deixou a Nissan. OOOO