sexta-feira, 28 de abril de 2017

Roberto Nasser - De carro por aí

Coluna 1717 - 28.04.2017 edita@rnasser.com.br 

Mercedes. Nova família Classe A terá sedã
Se você gosta da linha A dos automóveis Mercedes-Benz, primeiro degrau na escala de medidas e motores da marca alemã, e se questionava porque a empresa dedica exclusiva atenção aos hatch, pode começar a frequentar mais seu porquinho da poupança: a empresa prepara um sedã Classe A, e não será apenas um hatch com um pedúnculo posterior, como alguns cometimentos por aí, mas o convencimento por design de um carro em três volumes. Mostrou o conceito em janeiro e levou-o ao Salão de Shanghai.

Marca-o a evolução de estilo da atual geração A, incorporando a filosofia de acupesar os sedãs, e três elementos de elevada atração frontal: grupo óptico se estendendo em direção à Coluna A; poderosos vincos no capô transmitindo a noção de robustez esportiva; a grade de quinze elementos verticais, re leitura da aplicada aos protótipos enviados à Carrera Pan Americana de 1952. Mesmo conceito, em cromado, sugerindo agressividade, assina o estilo do AMG GT.

Não é trabalho feito sobre os atuais Classe A, mas exercício intenso sinalizando como será a segunda geração desta família exitosa. Ter um sedã no recente braço familiar foi acertado caminho no procurar nova clientela, ampliar vendas e participação. É projeto pessoal até agora vencedor de  Dieter Zetsch, presidente mundial da Mercedes e CEO da área de automóveis, com contrato de gestão renovado para administrar a recuperação das vendas e participação da Mercedes dentre as marcas alemãs. A família A agregou mais de milhão de novos consumidores dos carros com a estrela de três pontas, e o novo sedã quer aumentar este número. Traços gerais por Gorden Wagener, responsável pelo design da Daimler, crê-se deva ser lançado em setembro, no Salão de Frankfurt, ocasião para as marcas alemãs enfatizar os lançamentos em casa.

Arghh ? Não, novo Fiat será Argo
Fiat definiu o nome de seu próximo produto conhecido pelo código X6H: Argo ... Hatch para substituir Punto, Bravo e versões superiores do Palio. Base para família, sedã a ser produzido na Argentina; diz-se haver um jipinho – fornecedores desconhecem -, e possivelmente station wagon substituindo Weekend.

Para cumprir missão árdua, substituir dois e meio produtos, movimentar as hoje ociosas lojas da marca, e não ser apenas mais um, Fiat deu-lhe trato de conteúdo, e seu sítio o trata como “o mais completo Hatch Premium do mercado.” Ante ampla missão terá motorização variada: 1,0 Drive; 1,3 Drive, !,8O Fiat Argo será vendido nas versões 1.0, 72 cv; 1.3, 101 cv; 1,8 produzindo 135 cv com gasálcool e 139 com álcool.

Nome
Batizar produto é missão árdua, partindo de análise, pré definição de conceitos, pesquisa, listagem e, como é coisa de importância, usualmente a depuração final passa pelo aval do executivo maior. Nome pode ajudar no êxito ou colaborar no fracasso. Não consegui apurar se no caso do Argo o caso foi este. Mas ouvi versão interessante. Se estória ou história, talvez nunca se saiba. Fiat tem tradição de bons nomes – Mille, Uno, Punto, Prêmio, todos fáceis, sonoridade latina, curtos, rapidamente inteligíveis. Buscava-se nome assim.

O automóvel até então indicado como Projeto 6XH é uma adequação nacional do novo Tipo italiano. Mudaram capô, tampa traseira e agregados, melhor adequando-o ao gosto brasileiro. Aqui, com o peso de ser solução mercadológica para a marca, com prazo correndo ante a necessidade de cuidar dos manuais técnicos e do material publicitário, o processo de delongou. A Fiat, no Brasil o primeiro nome a ser lembrado quando se fala em FCA, tinha o prazo contra si.

Fonte bem informada disse, os top dos diversos grupos se reuniram com autoridade dita máxima para o processo, e a conversa se iniciou latinamente, de fora para dentro, apresentando um nome para ser execrado, facilitando agilizar a escolha do nome de batismo. Garante-se, o encarregado de conduzir o final do processo, iniciou a conversa justificando porque, na Itália e a mercados de exportação, o novo produto adotou nome já conhecido, Tipo. Aqui havia sido desconsiderado porquanto a experiência com veículo a utilizá-lo, há mais de duas décadas, foi bi-polar no mercado. Iniciou-se como um importado para ser produto adicional e subitamente cresceu nas vendas e tornou-se o carro mais vendido do país. 

Aí a Fiat errou ao resolver fabricá-lo no Brasil. Subiu de preço e, por desconhecidas razões a linha de combustível passava junto à tubulação de escapamento, e nos engarrafamentos, carro parado, sem dissipar o calor, o combustível se incendiava. A Fiat havia recém trocado o chefe maior; o problema não foi individualizado; não havia capacidade de fornecimento imediato das partes para um re-call, e os carros se incendiavam. À época, a propósito, a Coluna sugeriu a mudança de nome para Zippo ...

Voltando à reunião para definir nome, quando o nome Tipo foi pronunciado, um dos presentes comentou aduzindo Argggh .... E alguém com peso teria dito: - Isto, Argo ! Um participante, sem entender, para se situar, indagou qual o peso específico do bom jornalista carioca Jason Vogel para o momento. A pergunta, aparentemente disparatada, tinha coerência mitológica grega: Argus havia sido o barco construído para Jasão e sua turma, tratados como Argonautas...
- Não, resumiu o autor, e pouco latinamente definiu: É Argo, e pronto. Qual o segundo ponto da reunião ?

Foi assim, simploriamente ? Perguntei à minha fonte. Passo a dúvida, disse-me, mas se non è vero, è ben trovato – se não é verdade, tem coerência. Não endosso, apenas passo a história a preço de custo.

EcoSport. Tapa fora, cuidados dentro, novo motor
Ford deu trato estético de atualização ao EcoSport, adequando-o a sua nova postura de produto feito em seis fábricas mundiais – mais recentes na Romênia e na Rússia - integrando a escala de Fords SAVs e SUVs. Montado sobre plataforma do Fiesta, mudanças definem metade do ciclo, sem crescer em dimensões para enfrentar os inúmeros seguidores. Entretanto, apesar das limitações e da incômoda posição de mercado onde perdeu rumo e liderança em vendas, terá novidades para seu reposicionamento no mercado, e neste pequeno degrau instigar procura. Busca atrair pelos traços frontais, nova motorização e conteúdo.

Mudanças serão perceptíveis pela mudança de estilo falando a linguagem dos demais Ford no gênero, como o Kuga e o Edge, diferenciando-se pelo fato de manter o estepe pendurado na tampa traseira, exceção às versões destinadas aos mercados norte-americano e europeu. Aqui, pequeno espaço para bagagens, hábito de viajar em automóveis com necessidade de espaço para recebe-las, incluir o estepe no habitáculo condenaria o pequeno utilitário. Sob o capô novas opções de motor. Crê-se leque deve se abrir com o novo 1,5 3-cilindros. Acima dele, um 2,0 L4. O 1,5 tem opção de turbo aplicada ao Fiesta no exterior, produzindo 200 cv, mas não deve integrar a versão inicial. Versão norte-americana, já apresentada, adotou câmbio automático. Mercado despreza o mecânico, e o dupla embreagem dito PowerShift – e pelos problemas tratado como PowerShit – foi descartado. No Brasil não há indicações quanto à mudança.

Internamente, novo trato: definição por materiais de melhor qualidade; agregação de atrações em infodiversão e conectividade, nova mania no caminho aparentemente sem volta de tratar automóvel como telefoninho esperto com quatro rodas: tela grande multi função, enlaçando sistemas e facilidades de contato externo. Lançamento maio/junho.

Roda-a-Roda
Fim – Decisão da Justiça venezuelana em arrestar fábrica, instalações, conteúdo, veículos da General Motors, dando ganho de causa a ex concessionário, conseguiu resultado inverso: a empresa se retirou do país.

Como - Montagem havia parado em dezembro de 2015 ante o mau projeto industrial venezuelano – é quase igual ao nosso Inovar-Auto, com nacionalização mínima e muitas partes importadas. Lá o desvario e a crise econômica restringiram liberar dólares no pagamento de partes importadas, fez todas as operações de montagem parar. GM mantinha acordo remunerando operários.

Fim – Agora, batalha jurídica. Justiça entendeu valor da causa em US$ 4,7B! GM era mais antiga montadora na Venezuela e fechando demite 2.718 funcionários, encerra rede de concessionários, faz o caos na manutenção da frota. Juiz quando decide olhando suas estantes, sem saber da realidade da rua, dá em situações como esta. Discutível vitória para um lado, muitas perdas para outros, incluindo o país. Situação na Venezuela fez fechar operações de Fiat, Renault, Honda, Hyundai, Fuso – Toyota de caminhões, Mitsubishi e agora GM.

Elétrico – Volvo anunciou fazer carros elétricos na China, sobre nova plataforma CMA, mesma para a próxima geração de veículos de sua marca e Geely. Ex sueca, agora pertence à empresa chinesa. Intenta exportações mundiais.

Prévia - Acidente com um Argo em final de testes e Toyota Corolla numa estrada em MG, mostrou a boa capacidade de absorver impactos dos carros atuais. Motoristas vivos pós cirurgia em mãos e pés.

Frustração – Revendedores dos jipes Troller há anos solicitam à proprietária Ford a opção de transmissão automática. Fábrica promete, mas produto não aparece. Fez nova festa de aniversário e, quando se esperava, resumiu-se a anúncio de série especial e maior atenção a test drives e à Copa Troller.

Futuro – Nova gestão do grupo CAOA, importador dos japoneses Subaru mudou a agência de publicidade. DM9 assumiu a conta para elaborar estratégias e implementar ações publicitárias. Subaru é das marcas pior exploradas no mercado, vivendo aos saltos e fazendo gangorra nos preços.

Regulamento – Câmara Federal criou sub comissão para regulamentar o re call de veículos. Na prática aplicar um filtro para evitar revenda de carros com defeitos de fabricação, e criar mecanismo obrigatório aos clientes atender à chamada para reparos. Atualmente menos de 50% o fazem, significando manter rodando veículos defeituosos. Lidera-a o deputado Alexandre Valle, PR-RJ.

Frota – Casa Rosada, o palácio presidencial argentino, lançou concorrência para comprar 20 veículos destinados a serviço. Sedãs compactos.

Concorrência – Baixou parâmetros: motores de 1,4 litro, 140 cv de potência, transmissão com 5 ou 6 marchas, vidros coloridos em tom médio, e cores prata, cinza escuro, preto ou branco. Há peculiaridades não explicadas tecnicamente como rodas leves com 16” ( em tal serviço que diferença fazem se com aros 15”, ou 17” ?), e porta malas com 470 litros de capacidade.

Concorrentes – Conta o jornal El Cronista, negócio complicou à abertura dos envelopes, e carros argentinos – Renault Fluence, Peugeot 408, Chevrolet Cruze – ficaram de fora. Na concorrência, brasileiro Toyota Corolla – sem dispor de motor 1,4 -, e mexicano Volkswagen Vento – aqui o Jetta 1,4.

Confusão – Como lá dizem, a Cochera Presidencial, frota da Casa Rosada, supera 200 veículos mistos em marcas e modelos, alguns com 20 anos de uso.

Mais uma – Royal Enfield, mais antiga marca mundial de motos em produção, volta ao Brasi. Esteve aqui ao início da década de ’50. Inglesa na origem foi assumida por industriais da Índia, mantendo-a em produção e iniciando exportar.

Aqui – Loja e escritório em S Paulo, maior mercado nacional, modelos com motores monocilíndricos de 535 cm3 de cilindrada: Bullet 500, desenho do pré Guerra; Classic 500, pós Guerra; e Café Racer 535, inspirada nas motos com decoração francesa da década de ’70. Potência de engenharia antiga, 27,2 e 29,1 cv.

Questão – Tecnologia de décadas, pontualmente atualizada por injeção de combustível, ignição eletrônica, chassis incorporando o motor como elemento estrutural. Incógnita na questão qualidade, marca não divulgou preços.

Cultura – Assessoria de Imprensa do Detran/SP mostrou serviço paralelo: aproveitou comemorações de meio século do lançamento do Ford Gálaxie e resgatou informação: há no estado 922 veículos da marca registrados. Ótimo resgate, venham outros com as demais marcas pioneiras.

Verdade – Denatran, o órgão nacional de trânsito, poderia aproveitar e rever sua base de dados quanto aos antigos. É eivada de erros e imprecisões, incluindo recuar paternidade de veículos.

Futuro – Paulistano Alberto César Otazú, 16, com  paitrocínio e auxílio de empresas Braspress, Alpie, Cazarré-MasterMidia, tem sedimentado carreira. Vitórias em Kart geraram convite de Wilsinho Fittipaldi a conduzir monoposto Formula Vee.

Começo – Foi bem e participação gerou convite adicional: dirigir na Copa ECPA, no circuito de Piracicaba. Surpreendeu subindo no podium duas vezes, como segundo e terceiro nas duas etapas, fechando a semana na vice liderança.

E ? - Garoto é um arraso. Em 12 meses no kart amador conquistou 25 vitórias e 57 podiums. No estéril panorama dos sucessores dos brasileiros na Fórmula 1 é de ser olhado com esperança.

História – Gostas de Simca, Dodge, Chrysler, história e estórias? Ex funcionários da francesa marca Simca e sucessora Chrysler, repetirão almoço anual, com direito a muitas lembranças, conversas, resgates históricos, exposição de carros das marcas.

Junto – No restaurante Florestal, Av. Maria Servidei Demarchi 2998, em São Bernardo do Campo, SP, dia 29, sábado, próximo às antigas instalações industriais, hoje insosso depósito de eletrodomésticos.


Após bom teste, Pedro Piquet vai em busca de mais pontos em Monza

Depois de somar dois pontos com uma nona posição na primeira rodada da FIA F3 Euro em Silverstone, na Inglaterra, Pedro Piquet encara mais um desafio numa pista tradicionalíssima: neste fim de semana, o palco da rodada tripla é o mítico autódromo de Monza, na Itália.Monza, aliás, era um dos palcos preferidos do pai de Pedro, o tricampeão mundial de Fórmula 1 Nelson Piquet que venceu três vezes na pista, em 1983 (Brabham), 1986 e 1987 (Williams).

Nos testes coletivos de quarta-feira no circuito italiano, o piloto da Van Amersfoort Racing, que disputa a segunda temporada na categoria, terminou na oitava colocação, debaixo de chuva.

As características de Monza, com longas retas e freadas fortes, permitem a briga por posições o tempo todo, o que deixa Pedro animado para o fim de semana.

As três corridas deste fim de semana, no sábado e no domingo, serão transmitidas pelo site oficial da categoria (fiaf3europe.com)

O que ele falou:
"Monza é bem diferente de Silverstone, espero que o carro esteja bom. Dei algumas voltas lá no ano passado e participei do Lamborghini Super Trofeo no último fim de semana. É uma pista em que a classificação não faz tanta diferença, não importa tanto a posição de largada, se você estiver rápido na corrida pega o vácuo e passa. É uma pista muito legal, com uma grande história"
Pedro Piquet

Programação (horários de Brasília)
28/04 (sexta-feira)
6h20 - Treino livre 1 (40 minutos)
7h05 - Treino livre 2 (40 minutos)
11h20 - Classificação Corrida 1 (20 minutos)


29/04 (sábado)
5h25 - Corrida 1 (35 minutos)
9h05 - Classificações Corridas 2 e 3 (20 minutos cada)



30/04 (domingo)
5h20 - Corrida 2 (35 minutos)
9h35 - Corrida 3 (35 minutos)

Audi lunar quattro estreia no filme “Alien: Covenant”, que será lançado em maio



O Audi lunar quattro aparecerá no filme de ficção científica "Alien: Covenant", de Ridley Scott, que estreia mundialmente no próximo mês. O veículo lunar foi desenvolvido pela Audi em parceria com a start-up alemã "Part-Time Scientists" e em breve será lançado em missão no espaço.

O "Alien: Covenant" é o novo capítulo da franquia "Alien". A história mostra a tripulação do navio-colônia Covenant, ligada a um remoto planeta no lado distante da galáxia, que descobre o que eles acreditam ser um paraíso inexplorado, mas na verdade é um mundo escuro e perigoso. No filme, o Audi lunar quattro é parte da missão Covenant e usado para ajudar Faris (Amy Seimetz) a navegar e avaliar o terreno desafiador e desconhecido do novo planeta.

A participação do Audi lunar quattro no filme é parte da colaboração entre Twentieth Century Fox e a Audi. "A franquia 'Alien' é a melhor maneira de dar uma importante visibilidade para o veículo lunar desenvolvido pela Audi e destacar as tecnologias inteligentes da marca em um ambiente visionário", explica Giovanni Perosino, vice-presidente Internacional de Comunicação e Marketing da Audi.

“A parceria da Fox com a Audi em ‘Alien: Covenant’ é uma oportunidade para mostrar o trabalho inovador que a marca está fazendo na área de exploração espacial", disse Zachary Eller, vice-presidente sênior de Parcerias de Marketing da Twentieth Century Fox. "Estamos felizes com esta parceria que permitiu que nossos cineastas pudessem incorporar tecnologias autênticas e de vanguarda em suas criações e mundos futurísticos", completa.

Também integra a parceria o curta-metragem "Alien: Aliança x Audi lunar quattro", criado pela Twentieth Century Fox, 3AM e Audi, que foi gravado em um dos maiores sets do filme. Ele mostra o Audi lunar quattro patrulhando o Terraforming Bay quando detecta uma forma de vida não identificada e vai investigar o que está escondido no escuro

O Audi lunar quattro está se preparando para uma missão real na Lua. Desde 2015, a Audi vem trabalhando em conjunto com uma equipe liderada por Robert Böhme, fundador e CEO de "Part-Time Scientists", no desenvolvimento do veículo. Especialistas da montadora apoiaram a start-up sediada em Berlim em especial com a expertise de tração integral da marca (tecnologia quattro), com sua experiência em construção leve, no desenvolvimento de veículos com motores elétricos e plug-in híbridos (e-tron) e em otimização de design.

Ao selecionar os melhores materiais, os desenvolvedores conseguiram reduzir o peso do veículo para apenas 30 quilos. O Audi lunar quattro é composto de 85% de alumínio, produzido pela impressora de metal 3D na sede da Audi em Ingolstadt. Um painel solar giratório fornece energia ao carro. Além disso, o veículo também tem tecnologia quattro e o eficiente motor e-tron. A missão à Lua está quase sendo concluída: em um futuro muito próximo, o Audi lunar quattro seguirá seu curso para a Lua.

Agrishow 2017 - Embraer apresenta Ipanema 203 preparado para Certificação Aeroagrícola Sustentável

A grande atração do estande da Embraer na Agrishow 2017 será o avião agrícola Ipa​nema 203, que estará em demonstração estática na versão completa, já compatível com a Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS). A Agrishow, principal evento do agronegócio brasileiro, começa na próxima segunda-feira (1/5), em Ribeirão Preto – SP. 

A CAS é um programa de boas práticas na aviação agrícola promovido por parceria público-privada que tem como objetivo aumentar a responsabilidade ambiental nas aplicações. “O Ipanema 203 foi desenvolvido e certificado segundo as recomendações da CAS”, explica Alexandre Solis, diretor da Unidade da Embraer em Botucatu, onde o Ipanema é produzido. “Hoje, a aeronave está certificada para operar com itens como GPS Diferencial (DGPS), altímetro a laser e fluxômetro, que garantem a aplicação mais precisa, segura e eficaz.”

A Embraer tem uma expectativa de negócios favorável para 2017, quando estima entregar de 15 a 20 aeronaves do modelo. Essa estimativa positiva se justifica em razão do feedback obtido dos clientes até agora: o desempenho da aeronave no campo tem surpreendido favoravelmente pilotos, operadores e produtores, com uma produtividade que supera em muito as estimativas iniciais. Os clientes do novo modelo têm registrado aumento de produtividade de até 50% quando comparado à versão anterior, o que demonstra o acerto das modificações implementadas.

Líder no mercado de aviação agrícola no Brasil, o Ipanema é utilizado principalmente na pulverização de fertilizantes e defensivos agrícolas, evitando perdas por amassamento na cultura e flexibilizando a operação. As principais culturas que têm demandado o avião são: algodão, arroz, cana-de-açúcar, citrus, eucalipto, milho, soja e café. Ele também pode ser utilizado para espalhar sementes, combater vetores e larvas, no combate primário a incêndios e povoamento de rios. Além disso, o Ipanema continua sendo a única aeronave do mundo produzida em série capaz de voar movida a etanol.

O Ipanema 203 é uma evolução do produto que é líder em seu segmento, com mais de 60% do market share no Brasil e mais de 1.370 unidades vendidas ao longo da história. O atual modelo, lançado em 2015, possui dois metros a mais de envergadura de asa em relação ao anterior e hopper com capacidade 16% maior em volume. A nova envergadura da asa permite uma faixa de deposição 20% maior, o que aumenta ainda mais a sua produtividade.

No Ipanema 203 os winglets (pontas das asas) foram reprojetados, aumentando o controle e melhorando a eficiência da pulverização. O avião tem novo sistema de ar condicionado, cinto de segurança com air bag e cabine mais alta, com novo conceito ergonômico. As alavancas de comando e os pedais foram reprojetados, com ângulos mais suaves, que permitem controles ainda mais precisos. Tudo isso para facilitar o dia a dia do operador, permitindo que ele desempenhe seu trabalho com maior conforto e eficiência. 

É a primeira reformulação do produto desde 2005, quando o Ipanema 202 se tornou a primeira aeronave produzida em série no mundo a sair de fábrica certificada para voar com etanol (álcool hidratado), mesmo combustível utilizado em automóveis. A fonte alternativa de energia renovável, derivada da cana-de-açúcar, reduziu o impacto ambiental e os custos de operação e manutenção e ainda melhorou o desempenho geral da aeronave, tornando-a mais atrativa para o mercado. Hoje, cerca de 40% da frota em operação é movida a etanol e aproximadamente 80% dos novos aviões são vendidos com essa configuração.


BMW i e TED unem forças para buscar talentos com ideias visionárias sobre o futuro da mobilidade

A BMW i celebra uma parceria com a TED com objetivo de repensar completamente a mobilidade pessoal. Por meio de uma seleção com diversas etapas e que ocorrerá nos próximos quatro meses, uma equipe de mentores escolherá as propostas mais criativas, promissoras e inovadoras. 

Os interessados em participar do projeto "NextVisionaries" devem se inscrever e registrar suas ideias no site www.nextvisionaries.com. Os finalistas mostrarão suas ideias ao público no Salão do Automóvel de Frankfurt, em setembro, e o grande vencedor terá a oportunidade de apresentar a sua visão sobre o futuro da mobilidade no palco da TED, em Nova York (EUA), em novembro deste ano. 

“A BMW i é visionária em relação à mobilidade desde sua fundação, há dez anos. Esse espírito pioneiro nos uniu à comunidade TED e, juntos, estamos oferecendo uma oportunidade única para quem pensa de maneira criativa e inovadora a mobilidade do futuro”, comentou Hildegard Wortmann, vice-presidente sênior da marca BMW.

Embarques de caminhões e ônibus Volkswagen avançam 40% no trimestre


A MAN Latin America ampliou em 40% as exportações de caminhões e ônibus no primeiro trimestre deste ano na comparação com os resultados do mesmo período de 2016. Os embarques alcançaram 1 mil 747 no acumulado dos três primeiros meses de 2017, enquanto no ano anterior esse volume foi de 1 mil 250 unidades.

Um dos destaques dessa alta é o sucesso do semipesado VW Constellation 17.280 em mercados estratégicos, caso da Argentina, onde o modelo alcançou o posto máximo de vendas no trimestre. No México também, os resultados denotam crescimento: as vendas de caminhões e ônibus da MAN Latin America aumentaram 38% frente ao mesmo período de 2016, que já foi um ano recorde para a empresa no país.
 
A América Latina é um dos principais destinos dos modelos produzidos na fábrica da MAN Latin America em Resende (RJ), com alta nos embarques em países como Chile e Bolívia. Outros destaques ficam por conta da retomada de vendas na América Central, principalmente Costa Rica, Panamá e República Dominicana, além dos resultados na África do Sul.

Os produtos Volkswagen e MAN fabricados ou distribuídos pela MAN Latin America estão presentes em cerca de 20 países da América Latina. Na África, além da exportação de veículos brasileiros para diversos mercados, uma parceria com a MAN Truck & Bus em Pinetown, África do Sul, garante a produção de caminhões Volkswagen Constellation e chassis Volksbus com direção do lado direito.
 
VW Constellation 17.280 
Em menos de um ano após o seu lançamento na Argentina, o caminhão VW Constellation 17.280 4x2 conquistou o mercado e sagrou-se o modelo favorito daquele país no acumulado de janeiro a março.
 
O semipesado mostrou-se a melhor opção principalmente no agronegócio argentino. Equipado com motor MAN D08 o modelo dispensa o uso de Arla 32 e torna a operação mais prática, além de reduzir custos operacionais.


Vendas no México têm alta de 38%
A MAN Latin America registrou um crescimento de 38% neste primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período de 2016, considerado o melhor ano de vendas da montadora no país com 1 mil 820 caminhões e ônibus comercializados. Somente no segmento de transporte de passageiros, a alta foi de 71%.

A montadora também investe de forma consistente para seguir sua expansão no país com o lançamento de produtos, aumento de sua rede de concessionárias e fortalecimento de seus serviços de pós-vendas.

FEDERAL-MOGUL LANÇA A PRIMEIRA PASTILHA DE CERÂMICA FABRICADA NO BRASIL

A Federal-Mogul anuncia o lançamento da primeira pastilha de freio com tecnologia cerâmica produzida no Brasil (a Ferodo Top Premium), que eleva o nível desse importante item de segurança dos veículos (o sistema de freio e seus componentes). Um de seus atributos mais importantes é a durabilidade, que proporciona aumento significativo na vida útil das pastilhas, em condições normais de uso.

Desenvolvida para o mercado de reposição e destinada a automóveis premium, nacionais e importados, a nova linha de pastilhas pode ser adquirida nas redes autorizadas de vendas e serviços, em todo o Brasil e também em outros países da América do Sul.


Tecnologia cerâmica 
A matéria-prima cerâmica utilizada na produção das pastilhas Ferodo Top Premium é de altíssima tecnologia. Contribui para ampliar o padrão de segurança dos veículos, proporcionando maior estabilidade do coeficiente de atrito e, com isso, também reduz a possibilidade de ocorrência do fading - perda de eficiência, parcial ou total dos freios, por efeito de superaquecimento. Quando o freio é aplicado repetida e exaustivamente, aquece todo o seu sistema. Esse calor irradiado resulta na diminuição do coeficiente de atrito entre o disco e as pastilhas.

Além de atuar de forma contínua e suportar o calor gerado pelo processo de atrito, que pode atingir até 750°C em condições severas de frenagem, a pastilha cerâmica reduz significantemente vibrações e ruídos, transmitindo a sensação de segurança e conforto ao motorista. Outra característica presente no material cerâmico é a diminuição expressiva de sujeira nas rodas, gerada pelo acionamento do sistema de freio em contato com o disco.


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Fernando Calmon - Alta Roda - Ênfase em eficiência energética

Alta Roda nº 938/28830– 27 023– 0oda nº852/0411508– 2oda nº851/2017

Fernando Calmon
O encerramento do Inovar-Auto, no fim deste ano, abre oportunidades de debates sobre a sua evolução. O programa causou polêmicas por envolver medidas consideradas protecionistas pela União Europeia e Japão. Projetado para um período de cinco anos (2012-2017), incluiu muitas exigências burocráticas e teve saldo final discutível. Tudo agravado pela severa recessão econômica que atingiu indústria automobilística e fornecedores.

Introduziu, porém, com sucesso, metas de diminuição de consumo de combustível. Foi responsável direto pela boa evolução dos motores produzidos no País. Tornou conhecido o conceito de eficiência energética com etanol e gasolina, embora referências em MJ/km não sejam bem compreendidas pelos motoristas. Mas todos sentiram uma evolução dos consumos, tanto de gasolina (E27) quanto de etanol (E100), na tradicional medição em km/l. 

Agora surge uma boa notícia. O governo federal prepara para agosto um novo programa batizado de Rota 2030. Diretrizes de longo prazo são tudo o que executivos de empresas e engenheiros precisam para desenvolver tecnologias. A cilindrada dos motores deixaria de balizar unicamente a carga fiscal sobre automóveis. Ainda não se sabe pormenores, mas a taxação poderia considerar emissões de CO2, um gás de efeito estufa (GEE) ligado umbilicalmente ao consumo de combustível. Traria liberdade para soluções avançadas e específicas. 

Outra ideia seria introduzir o conceito de emissão total de GEE desde a sua produção até o que sai pelo escapamento dos veículos (no jargão técnico, do poço à roda). Forma justa e tecnicamente correta de estimular o uso de biocombustíveis como etanol. Há de se valorizar as externalidades dessa alternativa de baixo carbono total, quando continuam as preocupações mundiais com CO2 e possíveis mudanças climáticas. Não se trata de subsidiar o biocombustível, mas de revisar a taxação sobre os de origem fóssil a fim de encontrar um equilíbrio para atrair o consumidor e incentivar o produtor. 

Embora ainda sem repercussão fora da comunidade técnica, chegou a hora de explicar ao governo e aos consumidores as vantagens de introdução de um novo tipo de etanol com menor teor de água, meio-termo entre anidro e hidratado. Seria utilizável puro ou misturado à gasolina sem qualquer problema técnico, considerando-se a temperatura ambiente média do País. 

Essa mudança poderia ser gradual e identificada de início como etanol premium. Haveria aumento de autonomia nos motores flex ao utilizar o combustível renovável, além de ganhos pela melhor adequação às novas tecnologias. O custo para desidratar o etanol tem caído com a introdução da técnica de peneira molecular. 

Outra solução de médio prazo contemplaria estímulos ao veículo híbrido com a combinação de motor elétrico e motor a combustão flex otimizado para etanol. O Brasil teria vantagem competitiva quanto ao GEE, pois um carro médio nacional emitiria apenas 20 g/km de CO2. Já um modelo equivalente puramente elétrico, cuja geração de energia para recarregar as baterias dependesse de usinas térmicas a combustível fóssil (como ocorre na maioria dos países), se situa hoje entre 30 e 40 g/km de CO2 ou até 100% a mais. 

RODA VIVA

PRIMEIRAS unidades do Argo saem da linha de montagem da Fiat, em Betim (MG) para lançamento no próximo mês. Esse novo compacto anabolizado sucede ao Punto. A Coluna antecipa: serão três versões (Attractive, Essence e Sporting) e sete variações. Motores Firefly 1,0 e 1,3 L e 1,8 L EtorQ. Opções de câmbio automatizado no motor menor e automático no maior. 

CHEVROLET S10 com motor flex (2,5 L/206 cv/27,3 kgfm) passa a oferecer câmbio automático de seis marchas. Disponível apenas para as versões de cabine dupla LT e LTZ. Apesar de seu porte e peso pode acelerar de 0 a 100 km/h em surpreendentes 9,5 s. Recebeu classificação A em consumo no Programa de Etiquetagem do Inmetro: etanol 6,4 km/l na estrada e 5,3 km/l na cidade; gasolina 9,4 km/l e 7,9 km/l, respectivamente. Preços: R$107.990 a 129.990. 

DEPOIS de chegar ao Chile, Peugeot 301 importado da Espanha agora está disponível na Argentina. Este sedã tem dimensões próximas a de um médio a preço de compacto como Logan, Cobalt, Versa e City. Marca francesa afirmou que o carro não viria para o Brasil, mas com o fim da sobretaxa do IPI quem sabe? No país vizinho, preços entre R$ 65.000 e R$ 77.000. 

QUEM já circulou em estacionamentos com aquelas luzes vermelhas e verdes indicando vagas disponíveis sabe que é mão na roda. Sistema foi criado pela SmartMotion, do engenheiro eletrônico português Paulo Lourador, radicado no Brasil. Depois de implantado em Portugal, México, Colômbia e Equador, ele planeja entrar no gigantesco mercado americano. 

RESSALVAS novo BMW Série 5 está em sua sétima geração e não sexta, como publicado na coluna da semana passada. Quanto ao Mercedes-Benz Classe S, apresentado no Salão de Xangai, trata-se de uma reestilização de meia vida da atual sexta geração. 


PERFIL
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1999. É publicada em uma rede nacional de 85 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

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Kolbenschmidt (KS) apresenta lançamentos na Automec 2017


Durante a Automec 2017, a Kolbenschmidt reconhecida mundialmente pela inovação e por equipar veículos das principais montadoras estará expondo no estande da Motorservice, itens exclusivos para equipamentos da marca John Deere, como bronzina de biela, bronzina de mancal, bronzina flangeada, kit, válvula de admissão, válvula de escape e bucha de comando. Também tem lançamentos (pistão com anel, bronzina de biela, bronzina de mancal, filtro de ar, filtro de óleo e camisa) para veículos leves das marcas GM, Ford, Peugeot e Citroën. Para motos Honda 150 cilindradas exibirá kit, biela, válvula de admissão e válvula de escape. 

Parceira de desenvolvimento direto da indústria automobilística, a KS trabalha há décadas em soluções voltadas ao aumento de potência como também outras reduções de consumo e emissão, seguindo as tendências das montadoras que buscam cada vez mais motores mais leves, eficientes e que consumam menos.

Para atender a essas demandas, a KS desenvolve pistões cada vez mais leves, com performance aprimorada que confere melhora da combustão, às pressões mais altas na câmara de combustão. Os pistões de aço em lugar dos de alumínio, inicialmente fabricados para veículos pesados, já começam a chegar na linha leve, tecnologia muito inovadora. Premiada pela Daimler na Alemanha, a KS foi nomeada fornecedora de novos pistões de aço para motores diesel de passeio. Outra inovação são as bronzinas polímero-metálicas que trazem vários benefícios na produção. Todas essas novas tecnologia aplicadas no motor de combustão trazem redução de emissões.

As novas tecnologias introduzidas no mercado original chegam ao mercado de reposição a partir de cinco anos depois, justamente quando a frota circulante começa a gerar demanda, mesmo que em volumes pequenos específicos. Um exemplo, no Brasil, são os pistões articulados, o primeiro passo em direção aos pistões de aço que hoje são uma realidade na reposição em termos de produtos aplicados. As bronzinas com tecnologia nano também são outro diferencial da KS no mercado de reposição.


Cummins Filtration mira crescimento no mercado de reposição


Consolidada pela alta tecnologia patenteada e empregada em seus produtos, além das vantagens do desenvolvimento integrado com motores de alta performance, a Fleetguard, pertencente à Cummins, reforça durante a Automec 2017, 13ª Feira Internacional de Autopeças e Serviços, que acontece o dia  29 de abril, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP), sua forte e marcante presença no mercado de pós-vendas, a disponibilidade de seus produtos em todo território brasileiro, com a expansão de pontos de vendas e portifólio da gama dotada de tecnologias globais de filtração. 


A unidade de Negócios da Cummins Brasil investiu no pós-vendas ao traçar estratégia de comercialização para o mercado de aftermarket com foco nos equipamentos que operam no País fora da garantia. A fabricante de filtros e fluidos, detentora da marca Fleetguard, ampliou sua rede de distribuição e inaugurou só no ano passado mais 50 novos pontos espalhados estrategicamente no País. Atualmente, a Cummins Filtration conta com mais de 570 canais de vendas que atendem ao mercado de reposição. 

Além de evoluir com novos parceiros, a Cummins Filtration ampliou seu portifólio em aplicações e conta atualmente com mais de 8,5 mil part numbers disponíveis em todos os segmentos nos quais atua, incluindo agrícola, construção, marítimo, grupos geradores, entre outros. A fabricante de filtros e fluidos carrega know how da integração de motor e de componentes e desenvolve tecnologias patenteadas de filtração que só proporcionam vantagens para o usuário final e frotistas como o aumento do intervalo de manutenção. 

Para a Fleetguard, não basta apenas desenvolver seus produtos; é preciso apresentar, testar para, assim, dar continuidade no que diz respeito à evolução. Por isso, a fabricante conta com uma série de tecnologias empregadas em seus produtos, como a Nanonet, presente na grande maioria dos filtros de lubrificante e combustível Fleetguard. Esta, contém como elemento filtrante a mídia sintética, oferecendo durabilidade superior ao remover as partículas e micropartículas contaminantes presentes no combustível, aumentando a vida útil de todo o sistema de injeção do combustível. A deposição de fibra sintética faz com que o elemento filtrante ofereça proteção inigualável e crie uma barreira capaz de reter 98,7% de partículas de até 4 micra. 

Já conhecida no mercado por ser o elemento filtrante do filtro separador de água Diesel Pro, a tecnologia multicamadas StrataPore é capaz de remover as partículas menores que causam mais danos ao motor, reduzindo o desgaste em até 60%, além de trazer mais resistência e durabilidade para todo o sistema.Tolerante a contaminantes orgânicos, o Stratapore oferece aumento de intervalos de troca e menor custo do refil, já que por se tratar de um produto ambientalmente amigável, requer somente a substituição do elemento filtrante da hora da manutenção. 

A união das mídias NanoNet e StrataPore também resultou em uma nova categoria de filtros Fleetguard. Inovador, o filtro de óleo lubrificante LF 14000 é mais eficiente na filtragem devido a maior capacidade de retenção dos contaminantes. As tecnologias das mídias combinadas apresentam estrutura reforçada e o Fleetguard LF 14000 entrega eficiência de 99% (@ 30micra) na retenção de contaminantes. Sua capacidade alcança resultado de até 31% em termos de eficiência quando comparado com seus concorrentes, permitindo redução do custo operacional ao elevar a proteção do sistema de lubrificação e consequentemente ampliar o intervalo de troca. 

Para os seus filtros de ar, a Cummins Filtration desenvolveu um elemento filtrante que contém nanofibras para fornecer a proteção adequada aos motores. Denominada NanoForce, trata-se de uma excelente alternativa de filtragem de ar mais avançada para equipamentos pesados movidos a diesel da indústria atualmente, operando com 99,99% de eficiência. Como resultado, maior proteção para os motores aliada a menor interrupção para manutenção e baixo custo da operação.