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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Tarcísio Dias em Mecânica Online

Os carros com maior depreciação até R$ 150 mil
O sonho de ter um carro na garagem ainda fascina muitos brasileiros. Porém, comprar um carro é uma tarefa que exige pesquisa desde sua funcionalidade, desempenho até seu visual.

Mas quando escolhido o modelo, o preço e o valor de mercado ainda são desafios.

Para auxiliar o consumidor nesta jornada, a KBB Brasil reuniu os automóveis que custam até R$ 150 mil e levantou as versões que mais e menos depreciaram após o primeiro ano de uso. Vamos apresentar abaixo esse levantamento para você fazer valer seu suado dinheirinho na hora da compra do próximo modelo.

Quando o assunto é preço de carros, há duas metodologias para calcular a perda de valor: desvalorização e depreciação.

Desvalorização é a comparação do preço atual de um veículo 0 Km com os valores aplicados pelo mercado à mesma versão fabricada em anos anteriores.
Já a Depreciação usa o valor do veículo 0 Km em um período determinado em relação a seu atual valor residual, sempre considerando o mesmo ano/modelo e sem o mesmo rigor de sua definição contábil, que tem regras muito estritas. Neste levantamento, foi aplicado o conceito de depreciação.

Por isso a coluna Mecânica Online® abre espaço para valorizar o seu investimento. Nessa edição os carros com maior depreciação, na próxima, ainda mais importante, os veículos menos depreciados.

Até R$ 50 mil - Dentre os modelos analisados, o Citroen C3 Origine Puretech 1.2 apresentou o maior índice de depreciação, com queda de 21,38% de seu valor original em seu primeiro ano de uso.

A versão do C3 é seguida pelo - também francês - Renault Logan Expression Avantage 1.0, que soma 18,67% de queda. Além deste modelo, a Renault ocupa a quarta posição dentre os mais desvalorizados com a versão Expression 1.0 12V flex, trazendo uma queda de 16,87%.

Completando o fim do top 10 de veículos até R$ 50 mil mais depreciados, a Volkswagen fecha o ranking com uma versão do Gol em décimo lugar com o Trendline 1.6, que não apresentou um desempenho tão bom quanto suas versões de entrada, contemplando uma perda de 15,17% em seu valor após o primeiro ano de uso.

Entre R$ 50 mil e R$ 70 mil a versão SEL 1.0 12V do hatchback Ford KA depreciou 22,21% no período de um ano. Em segunda, quarta e quinta posições, a francesa Renault aparece com três versões diferentes do Logan na lista de mais depreciados, sendo a primeira a Dynamique 1.6 16V EASYR, com queda de 21,60% de seu valor.

Na quarta e quinta posição, as versões Dynamique 1.6 16V Manual, com 20,49% de depreciação, e Expression 1.6 16V EASYR automatizada, apresentando uma perda de 20,46% comparado ao seu valor 0 Km.

Com opções bem diversificadas, é possível encontrar bons automóveis na faixa de R$ 70 mil a R$ 90 mil que se encaixam em categorias como hatches e sedãs compactos, além de versões de entrada dos médios.

Com 90% de carros de marcas francesas - dentre elas a Peugeot, Renault e Citroën -, o ranking dos automóveis que mais perderam valor após o primeiro ano de uso conta com forte presença do modelo Peugeot 2008.

Presente nas duas primeiras posições, com as versões Allurre THP 1.6 16V automático e Crossway 1.6 16V automático, seus índices de depreciação são de 25,83% e 25,65% no primeiro ano de uso, respectivamente.

Além deles, o Allure 1.6 16V FLEX mecânico está na nona posição, com queda de 20,55% de seu valor original, e o GRIFFE THP 1.6 FLEX mecânico em décimo lugar, com 20,44% de redução em seu valor.

Em terceiro lugar, a Renault Duster Dynamique 2.0 16V apresenta uma depreciação de 22,01%. O Duster Dynamique também aparece na sétima e oitava posição com o Dynamique 2.0 16V automática, com queda de 20,93%, e Dynamique 4X4 2.0 manual, depreciando 20,80%.

Considerando os veículos entre R$ 90 mil e R$ 150 mil que mais depreciam, nenhuma marca japonesa marcou presença, deixando lugar para nomes conhecidos, como Ford, Volvo, Fiat, Chevrolet e Citroën.

O grande campeão de desvalorização dessa categoria foi o famoso Ford Focus, com a versão Sedan 4P FASTBACK TITANIUM 2.0, alcançando o índice de 25,63% em depreciação após o primeiro ano de uso.

Em segundo lugar, o VOLVO, V40 Hatchback 4P KINETIC T4 Drive-E 2.0 TB AT Automático quase chegou perto do Focus, com um índice de depreciação de 24,94%. Ele é seguido pela FIAT TORO Pickup 4P FREEDOM 1.8, com uma redução de 23,80% do seu valor após um ano.

Mecânica Online
Nova Geração - Ao comprar 300 unidades, o G10, de Maringá (PR), acaba de se juntar à AMAGGI na história da Scania como os maiores compradores da Nova Geração de caminhões da marca, lançada em novembro.

Vehicle Dynamics International Awards 2019 – Prêmio que conta com a participação do Mecânica Online®, único representante do Brasil, escolheu o Jaguar I-Pace EV400 como carro dinâmico do ano.

HR-V 2020 – Entre as novidades temos o retorno da versão Touring com equipamentos inéditos para o modelo, como o teto solar panorâmico, partida por botão, Smart Entry e o dispositivo de segurança Honda LaneWatch. A motorização e o preço também são inéditos: 1.5 Turbo, com 173 cv e R$ 139.900. Preço de versão diesel de SUVs de outras marcas.

Competitividade - Produzir um carro no México custa 18% a menos que no Brasil, sendo as principais diferenças em materiais e logística. Aplicando-se os impostos de cada país, a diferença final de custo pode chegar a 44%, dependendo do tipo de veículo. Os dados são resultados em estudo divulgado pela ANFAVEA.

BMW X5 em Araquari (SC) - O carro mais tecnológico já fabricado pelo BMW Group no Brasil tem início de produção no fim de junho. Para iniciar a produção do modelo, a marca investiu mais de R$ 7 milhões em novas tecnologias. A quarta geração X5 é oferecida a partir de R$ 449.950.

Segurança no trânsito - A exemplo do que ocorreu com os dispositivos de ABS e airbag em 2014, também o ESC - dispositivo que utiliza artifícios de frenagem para auxiliar o condutor em situações de perda iminente do controle do veículo - passará a ser obrigatório a partir de 2020 para novos modelos e se consolidará em 2024 para toda gama de veículos.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês. http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/ 


A PEUGEOT SE PRONUNCIA:

A PEUGEOT do Brasil informa que preza pela total transparência na relação com seus clientes. Desta forma, realiza estudos mensais utilizando dados públicos do órgão oficial de balizamento de valoração de carros usados no país, a Tabela FIPE. A análise comprova que seus veículos, em especial o SUV PEUGEOT 2008, mantêm índice de depreciação dentro da média de seus segmentos.

Utilizando a Tabela FIPE de janeiro de 2018 a janeiro de 2019, para carros 0 km, a desvalorização do SUV PEUGEOT 2008 1.6 Griffe AT, dentro do segmento SUV Compacto, ocupou apenas a 12ª posição no ranking, com perda de 13,61%. Já o PEUGEOT 2008 1.6 Allure MT e o 1.6 Allure AT ficaram em 14º e 15º, com 12,65% e 12,52%, respectivamente. O PEUGEOT 2008 1.6 Crossway AT ficou na 17ª colocação, com índice de 11,83%.


Vale destacar que, nos últimos anos, realizamos um forte trabalho de reestruturação de nossa operação no Brasil: renovamos a rede de concessionários, modernizamos os produtos e oferecemos serviços únicos no mercado. Agora, criamos um compromisso que é a síntese da Nova PEUGEOT: cliente que não estiver satisfeito com o serviço, não paga pela mão de obra.

Scania vende 300 caminhões da Nova Geração para o G10


Ao comprar 300 unidades, o G10, de Maringá (PR), acaba de se juntar à AMAGGI na história da Scania como os maiores compradores da Nova Geração de caminhões da marca, lançada em novembro. Com a consultoria da Casa Scania P.B.Lopes, baseada na maior rentabilidade e nas características da operação, os modelos customizados como ideais foram R 450 6x2 e R 500 6x4. As entregas ao conglomerado de transportadoras já começaram e seguirão ao longo do segundo semestre. Serão 190 produtos para a Transpanorama e outros 110 divididos entre as demais empresas (Transfalleiro, Cordiolli, Rodofaixa e VMH Transportes).

“Mais um grande lote vendido que comprova a revolução que a Nova Geração de caminhões está fazendo. O G10 é um dos maiores frotistas do Brasil, e optou pela solução que oferece o menor custo total da operação por quilômetro rodado via customização ideal do produto para a aplicação”, afirma Silvio Munhoz, diretor comercial da Scania no Brasil. “A economia de diesel de até 12%, em relação à linha anterior, está fazendo a diferença no dia a dia dos clientes. Já recebemos cerca de 7 mil encomendas da ‘Máquina dos Sonhos’.”

Segundo Claudio Adamuccio, diretor-presidente do G10 e diretor Administrativo da Transpanorama, os primeiros lotes recebidos estão surpreendendo as empresas do Grupo. “Comprovamos que a economia de diesel da Nova Geração é maior do que a geração anterior, como foi prometido pela Scania”, conta. 

O lote de 300 unidades foi a maior compra de caminhões num mesmo ano da história do G10. “A quantidade explica nosso otimismo para 2019. Estamos expandindo os negócios. Abriremos 10 unidades de embarque do G10 e mais quatro para a Transpanorama. Movimentos que aumentarão o faturamento. No G10, planejo crescer 17% e na Transpanorama projetamos um acréscimo de 17% no faturamento. A Nova Geração da Scania será essencial para cumprir estas metas. Na nova gestão do transporte vale o custo por km rodado.” 
  
Os caminhões Scania R 500 6x4 são ideais para atuar em longas distâncias e rodarão com implementos rodotrens graneleiros de 25 metros, com capacidade para transportar até 49,5 toneladas de grãos cada um. Todos equipados com freio auxiliar hidráulico Retarder de 4.100Nm. Já os R 450 6x2 são modelos versáteis, também para longas distâncias, e podem formar conjuntos com sider, baú, tanque, por exemplo, além de outras opções diversas.

O agronegócio sempre foi um dos pilares do transporte de cargas rodoviário. E, da mesma forma para o faturamento da Scania. “No caso da Scania, em 2018, o agronegócio representou cerca de 40% do total vendido de caminhões. Para 2019, queremos aumentar esta participação. Estamos otimistas”, diz Munhoz.

A Nova Geração de caminhões Scania chegou ao Brasil em novembro de 2018, apenas dois anos após o lançamento na Europa. As novas cabines foram desenvolvidas com a mais alta tecnologia disponível no mercado e sob a
perspectiva do condutor. A marca sueca decidiu manter a nomenclatura P, G e R, mas nenhuma peça da cabine da gama anterior foi reaproveitada. É uma característica da Scania privilegiar o motorista na criação do seu produto, algo que faz toda a diferença no dia a dia do trabalho no setor de transportes. O posicionamento do condutor foi realocado para que ele tenha uma melhor visibilidade externa e o painel foi rebaixado.

A Scania passou de 7 opções para 19 tipos de combinações variantes das novas cabines P, G, R, além da estreante S, com piso interno totalmente plano. Junta-se à novas cabines o pacote XT, formado por componentes específicos para pisos irregulares e também indicados para operações fora-de-estrada.