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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Ozz Negri comanda jornada de 1.200 km de testes em Daytona

Embora a temperatura de hoje esteja na casa do 12ºC negativos em Etna, Ohio (USA), o ambiente na sede da Michael Shank Racing é um dos mais animados. Tudo por conta dos enormes avanços conseguidos durante o Roar Before Rolex 24 at Daytona, treino preparatório para a Rolex 24 at Daytona e realizado de 9 a 11 de janeiro, no Daytona International Speedway.

O brasileiro Ozz Negri foi quem mais pilotou o Ligier JS P2 Honda HR28TT V6 LMP2, equipamento que será utilizado pela primeira pelo time, até então usuário conjunto Riley Ford. Por ser um conjunto totalmente novo, cuja única prática anterior tinha sido um shakedown no Palm Beach International Raceway, durante o final de semana que antecedeu ao Roar, Negri comandou os trabalhos que, no cômputo de oito sessões de treinos, renderam 204 voltas cronometradas pelos 5.696 metros no misto de Daytona, que contou também com as participações de John Pew, Matt McMuray  e AJ Allmendinger.

Negri justifica o entusiasmo dele próprio e da equipe não exatamente pelos tempos assinalados no Roar, mas particularmente pelo que foi possível desenvolver e pelo potencial que chassi e motores oferecem para avançar mais ainda. “Sem dúvida, ficamos felizes com os tempos conseguidos em Daytona”, disse Negri, referindo-se ao fato de o quarteto ter liderado um treino e ter estado entre os quatro primeiros em seis dos oito períodos cronometrados. “Mas o importante foi o avanço técnico e a maneira rápida para obter o acerto. É um conjunto bárbaro porque o Ligier responde de forma muito imediata qualquer modificação e o Honda ter um torque incrível”, acrescentou o vencedro da 2012 Rolex 24 at Daytona.

Negri ponderou que os tempos do Roar podem não refletir a realidade da Rolex 24 at Daytona, uma vez que é impossível saber até que ponto as equipes estão “escondendo o jogo”, além de ser muito difícil conseguir uma volta limpa num treino com 53 carros. “Eu não estou olhando para os tempos, para falar a verdade, mas principalmente o que a gente conseguiu fazer no carro. Imagine você que conseguimos desenvolver coisas super importantes em pouco tempo e ainda tem muito o que fazer. Realmente, começamos bem”.


A próxima vez que os carros do TUDOR United SportsCar Championship entrarem na pista de Daytona, no dia 22 de janeiro, já será para um único treino livre de 30 minutos e o Qualifying para a corrida, cuja largada será às 17h10 do sábado, 24, no horário oficial de Brasília.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

OSWALDO NEGRI TENTA SEGUNDA VITÓRIA NAS 24 HORAS DE DAYTONA



Vencedor da “24 Horas de Daytona” de 2012, o piloto brasileiro Oswaldo Negri Jr. estará de volta ao circuito da Flórida (USA) para manter a hegemonia nesta 51ª edição da mundialmente famosa prova de Endurance, que será disputada nos dias 26 de 27 de janeiro de 2013 no circuito misto do Daytona International Speedway. A competição abrirá a temporada 2013 do Grand-Am Rolex Sports Car Series, certame no qual Negri compete desde 2003.
Negri renovou com a equipe Michael Shank Racing, onde está desde 2005, e a esquadra deverá ser a mesma que triunfou em janeiro passado, quando o quarteto de pilotos foi completado pelo inglês Justin Wilson e os norte-americanos John Pew e AJ Almendinger. Eles estiveram a bordo do chassi Riley #60, impulsionado pelo motor Ford e calçado pelos pneus Continental.

Além de defender a vitória, Negri estará "escrevendo nova página" na tradicional corrida norte-americana. Às vésperas de sua oitava participação na 24 Horas de Daytona, já computa resultados expressivos nas estatísticas, com destaque para a pole position de 2008, o 2º lugar de 2006 e o 3º em 2010.
"Vencer em Daytona sempre foi um grande objetivo. ‘Raspei na trave’ algumas vezes, mas sempre faltava algo. Mas nesse ano, todo o esforço foi recompensado porque as peças se encaixaram perfeitamente e foi maravilhoso poder comemorar esta conquista, que foi a maior da minha carreira até aqui, ao lado do pessoal da Michael Shank Racing e de grandes pilotos como Wilson, Pew e Almendinger", disse Ozz Negri, como é conhecido nos Estados Unidos. “Então, agora é trabalhar mais ainda para lutar pelo bi”, disse o piloto, que está radicado desde 1997.